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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Ecomuseu encerra Primavera de Museu com Pôr do Sol Cultural


A 7ª Primavera de Museu do Ecomuseu da Amazônia encerrou a programação no fim da tarde desta última sexta-feira, dia 27, com o I Pôr do Sol Cultural da ilha de Caratateua. Música, dança, poemas e diversas apresentações culturais afro-brasileiras marcaram o evento.

Com composições de artistas regionais e de autoria própria, o professor Raimundo Lima empolgou o público que cantou junto todo repertório. O grupo Tupiniquim também marcou presença no Pôr do Sol Cultural e colocou os integrantes do Grupo da Melhor Idade do Ecomuseu da Amazônia para dançar no ritmo do carimbó.

Os grupos de Capoeira Luta e Tradição, Pará e Abadá Capoeira mostraram um pouco da performance da luta que é típica do país e revela a cultura afro-brasileira. ”É bom saber que agora não estamos mais sozinhos”, disse mestre Paiva, se referindo a parceria com o Ecomuseu da Amazônia.

Para a coordenadora do projeto, Maria Terezinha Resende, esse foi o primeiro de muitos outros que virão. “Precisamos valorizar o que o povo tem de melhor na ilha, que é a cultura local”, declarou. É o que também acha o técnico do Ecomuseu e morador da ilha de Caratateua, Junior Portugal. “Aqui existe uma diversidade cultural muito grande que precisa ser explorada, e essa iniciativa já é um grande começo”.

A Programação deixou Neca Borges, que também é morador da ilha, aprovou a programação. “A gente não vê isso por aqui, e quando acontece é uma satisfação muito grande, pois a gente começa a sentir mais orgulhoso e perceber as coisas belas que têm em nossa Caratateua”, disse o morador.

Texto: Adriana Lira – Ascom/ Fumbosque
Fotos: Comus
Edição: Dandara de Almeida – NID/Comus

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Novo Museu em comunidade quilombola no Nordeste

O Museu Comunitário da Serra do Evaristo, recebe o acervo arqueológico resgatado da escavação realizada ali mesmo pelo IPHAN-CE. Os trabalhos tiveram início em março de 2012 em um sítio funerário de onde foram coletados inúmeros vestígios materiais pré-históricos.

O maior diferencial do museu é a preservação do acervo arqueológico in loco, diferente do que ocorre com inúmeros vestígios funerários expostos e depositados em museus do Ceará, sem qualquer informação sobre suas procedências. O acervo tem peças de mais de 700 anos.

Na cerimônia de inauguração haverá o Seminário Multidimensão do Museu, organizado pela própria comunidade, que também participou diretamente das escavações e da construção do Museu em conjunto com os arqueólogos e técnicos.

fonte:
babeldasartes

John Bella aponta museus como garante da história de Angola

O escritor angolano John Bella apontou os museus nacionais como património que garantem a história de Angola, através do historial das suas peças que devem ser salvaguardadas, apurou a Rádio Luanda.




Em declaração à imprensa a propósito da importância dos museus, o escritor informou que nestas instituições encontra-se os valores orais e escritos do país, razão pela qual o seu acervo deve ser valorizado.

Segundo o escritor, em qualquer parte do mundo os museus são de grande utilidade para os visitantes, por serem a melhor forma de contar a história de um país.

John Bella apontou ainda a necessidade da criação de mais programas que permitam as pessoas visitarem estas instituições e de formas a saírem melhor informados sobre as histórias de Angola.

O escritor reconhece que os museus têm um papel fundamental na divulgação do património histórico-cultural, por permitirem que a nova geração conheça o percurso da história de Angola.

John Bella reforçou a necessidade da colaboração entre as várias instituições de formas a realizar visitas guiadas, sobretudo para os mais jovens, por acreditar ser em tenra idade que os conhecimentos da história de Angola devem ser passados.


fonte:
http://www.rna.ao/radioluanda/noticias.cgi?ID=78813