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domingo, 13 de outubro de 2013

Ufal vence Prêmio Casa Brasil e é finalista no Prêmio Museu da Casa Brasileira



A Universidade Federal de Alagoas é finalista na 27ª edição do Prêmio Museu da Casa Brasileira (MCB). A luminária “Cobra Grande”, elaborada pelo professor do curso de Design, Ronaldo Silva, concorre com outros quatro indicados na categoria Iluminação. O prêmio, que está em sua fase final com cinco finalistas por categoria, deve ter seu resultado divulgado no mês de Novembro.

Ufal vence Prêmio Casa Brasil e é finalista no Prêmio Museu da Casa Brasileira

Além da participação no prêmio MCB, o professor Ronaldo Silva também comemora a vitória no Prêmio Design Casa Brasil. Para ele, concorrer e participar das premiações é importante para consolidar e dar visibilidade ao curso de Design e ao profissional. “Além disso, ter seu trabalho avaliado por uma banca examinadora de alto nível com exigência de mercado, processo de produção e metodologia de desenvolvimento do produto que gere renda e respeite o meio ambiente”, apontou.



O professor destacou ainda que a luminária vem concorrendo com produtos industriais de alto grau de tecnologia de produção e destaca-se por ser artesanal. “Mesmo sendo totalmente artesanal, “Cobra Grande” concorreu e concorre com outros produtos que são feitos por empresas sólidas no mercado e que empregam milhares para mão-de-obra.”



A luminária



Originalidade, sustentabilidade e lenda amazônica aliadas à criatividade foram elementos conceituais no desenvolvimento da luminária “Cobra Grande”. Feita com reutilização de tampas de embalagens plásticas, bola de desodorante roll-on e mangueiras de LEDs, sua maleabilidade proporciona diversas possibilidades de configurações e uma iluminação dramática ao ambiente, além de segurança e baixo consumo energético.



“Este produto foi concebido para um consumidor em busca de novidades, versatilidades e estilo de vida ecologicamente correto. A facilidade da confecção e matéria-prima abundante possibilita a produção em serie e baixo custo. No final do ciclo de vida útil do produto, suas partes serão facilmente separadas e cada uma seguirá para reciclagem”, explicou Ronaldo Silva.



O prêmio



Considerado referência e “selo de qualidade”, o Prêmio Design MCB alcança em 2013 sua 27ª edição, com trajetória que reflete, em parte, a própria história do design brasileiro. Criado em 1986, é promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio do Museu da Casa Brasileira.

fonte:
http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=158344

Casa de Monteiro Lobato em SP abriga museu sobre obras do autor


Alguns objetos são da época em que ele viveu na chácara de Taubaté.
O museu conta com teatro infantil, oficinas e projetos de incentivo à leitura



Primeiro no Brasil a escrever para os jovens leitores, Monteiro Lobato foi pioneiro como editor de livros e na luta pela nacionalização do petróleo. Mas o escritor ficará para sempre no imaginário das crianças como o criador dos personagens do ‘Sítio do Picapau Amarelo’.

A sede da chácara onde ele morou quando pequeno, em Taubaté, interior de São Paulo, foi transformada no Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato. Alguns objetos são da época em que ele viveu na casa.

Maria Cristina Lopes coordena há dez anos o museu. Ela desenvolve uma série de projetos de incentivo à leitura, e tem na dramaturgia uma forte aliada. “Vem muita gente de fora, da Região Metropolitana de São Paulo, sul de Minas Gerais e até do exterior. Quando eu vejo o encantamento das crianças, isso para mim é super gratificante”, afirma.

Quem modernizou o Sítio do Picapau Amarelo foi a escritora e educadora Conceição Molinaro, que dirigiu a instituição de 1993 a 2003. Ela levou o teatro infantil, as oficinas de arte, os concursos literários, e acabou se tornando uma grande especialista em Monteiro Lobato.

“Ele foi o primeiro escritor brasileiro a escrever livros paradidáticos, quando não se falava nisso. É aprender brincando, de forma lúdica. Ele reflete a mentalidade brasileira da época qu ele escrevia. É uma identidade do período”, lembra a escritora.

“Não há diferença entre um livro e um artigo qualquer de alimentação. Se o livro não se vende é porque não presta”, afirmava Lobato.




fonte:

http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/10/casa-que-monteiro-lobato-em-sp-abriga-museu-sobre-obras-do-autor.html