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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dia Nacional do Aviador e 140 anos do nascimento de Santos Dumont convidam para uma visita a “Encantada”


A casa onde morou o inventor, em Petrópolis, possui agora um novo espaço, o Centro Cultural 14 Bis


Casa de Santos Dumont em Petrópolis


Há exatos 107 anos, o inventor brasileiro Alberto Santos Dumont foi o primeiro a levantar voo num avião impulsionado por um motor a gasolina, no Campo de Bagatelle, em Paris. A data é festejada no país como o Dia do Aviador, e em 2013, são comemorados os 140 anos do nascimento daquele que ficou mundialmente conhecido como o “Pai da Aviação”. Aproveitando a coincidência da celebração dos dois marcos, vale lembrar que no ano passado o Museu Casa de Santos Dumont, em Petrópolis – cidade onde ele morou e elaborou algumas das suas invenções – abriu as portas de um novo espaço, o Centro Cultural 14 Bis.

Os herdeiros de Santos Dumont, seus sobrinhos, fizeram da casa do tio um museu, doado à Prefeitura de Petrópolis sob a condição de se tornar uma instituição que homenageasse e projetasse a memória do tio. Hoje é o segundo museu mais visitado da cidade e recebe cerca de 9 mil pessoas por mês. Está localizado na encosta do antigo morro do Encantado (hoje na Rua do Encanto, 22), o que lhe valeu o apelido carinhoso do próprio inventor: Encantada. Para a diretora da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, Evany Noel, ela é de fundamental importância para a cultura brasileira porque, além de preservar documentos, objetos, cartas, móveis, livros e outros pertences de Santos Dumont, “dissemina informações de um personagem histórico tão rico para a história do país”.

Ao lado da Encantada, o Centro Cultural 14 Bis destaca-se por ser o primeiro do Rio de Janeiro a usar tecnologias adequadas para a utilização por parte de deficientes físicos, auditivos e visuais. Isto porque a casa do inventor foi construída de acordo com as suas necessidades e traços de personalidade – e o resultado é, digamos, bastante complexo. A Encantada possui escadas íngremes que separam seus três andares; numa delas, as pessoas são obrigadas a subir com o pé direito (marca reveladora do seu perfil supersticioso). Características como esta limitavam o acesso a alguns visitantes. Para criar acessibilidade universal, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) remodelou e modernizou o espaço e abriu o Centro 14 Bis, que tem maquetes táteis da casa original, rampas, DVD em libras, catálogo em braile, plataformas eletrônicas e outras facilidades que permitem a pessoas com qualquer deficiência conhecer a casa e a história do Pai da Aviação.

A Encantada é um pequeno chalé em estilo alpino, construído em 1918 para ser residência de verão. O aviador gostava da altura, como é de se imaginar, e comprou o terreno inclinado no Centro Histórico de Petrópolis, cidade da Região Serrana, a mais de 800 metros de altitude. “Ele morou aqui durante muitos anos e dedicava enorme carinho à cidade”, conta Evany. Lá, desenhou e planejou a construção, com a ajuda do engenheiro Eduardo Pederneiras. Todas as “engenhocas” da casa revelam a personalidade excêntrica do seu habitante, que a pensou adequada ao seu pragmatismo cotidiano. Por isso, é pequena e tem apenas os espaços que lhe eram estritamente necessários. Entre as invenções, uma das mais curiosas está no banheiro: o chuveiro tem água quente aquecida a álcool, o que foi, possivelmente, o primeiro aquecedor de água a não utilizar fogão a lenha. “A criatividade e as peculiaridades de Santos Dumont são o que mais encantam as pessoas quando visitam a casa”, diz Evany.

O espaço está aberto para visitas de terça a domingo, entre as 9h30 e as 17h. O preço da entrada para adultos é apenas de R$5, com meia entrada para idosos brasileiros e entrada gratuita para crianças até aos 7 anos. Além deste custo acessível, petropolitanos podem entrar de graça todas as quartas-feiras e últimos domingos do mês.

fonte:
http://virgula.uol.com.br/lifestyle/dia-nacional-do-aviador-e-140-anos-do-nascimento-de-santos-dumont-convidam-para-uma-visita-encantada

 

Hallada en Egipto la tumba de un médico de los faraones


La tumba encontrada en Egipto pertenece a uno de los grandes doctores de la época en la que se construyeron las pirámides.
 

Imegen: : Detalle de la tumba funeraria de un médico real encontrada en Egipto por un equipo de arqueólogos checo /AFP




La necrópolis de Abu Sir, situada a las afueras de El Cairo, ya cuenta con un nueva atracción para los amantes de la egiptología. Se trata de la tumba de un médico real que data de la V dinastía del Imperio Antiguo (2686-2181 a.C.), y que ha sido descubierta por un equipo de arqueólogos checo, según ha informado el Ministerio de Antigüedades de Egipto.

El sepulcro ocupa una superficie de 14 por 21 metros, tiene una altura de cuatro metros, y está construido en piedra caliza. A partir de las inscripciones grabadas en la puerta, se ha podido saber que el monumento funerario pertenece a Shepseskaf Ang, el jefe del equipo de médicos reales, y que ocupaba una posición de un elevado estatus social en la sociedad egipcia de hace unos 4.000 años.

“Este descubrimiento es importante porque esta es la tumba de uno de los grandes doctores del tiempo en el que se construyeron las pirámides, y era uno de los médicos más estrechamente vinculado con el faraón”, declaró en un comunicado público Ibrahim Alí, el ministro de Antigüedades de Egipto.

Esta es la tercera tumba de un facultativo que se descubre en la necrópolis de Abu Sir, donde se encuentran varias pirámides dedicadas a faraones pertenecientes a la V dinastía.

La estructura de la sepultura consiste en un amplio patio interior, una falsa puerta de entrada, y ocho cámaras mortuorias dedicadas a Shepseskaf Ang y a sus familiares. Entre los títulos que ostentaba el médico figuran el de “Sacerdote de Ra (el Dios del Sol)”, y “Sacerdote de Khnum (el Dios del Nilo), lo que da idea de su distinguida posición social. Los expertos del Ministerio de Antigüedades consideran que Shepseskaf Ang ejerció de facultativo de varios faraones pertenecientes a la V dinastía.



Entrada de la tumba de un médico real en Egipto / afp

El director de la misión de arqueólogos checos Miroslav Barta explicó que las sepulturas individuales de la necrópolis de Abu Sir fueron construidas a partir de la mitad de la V dinastía, por lo que datan de hace aproximadamente unos 4.000 años. Además de esta última sepultura, en este yacimiento arqueológico se han encontrado numerosos monumentos funerarios dedicados a varios sacerdotes y altos funcionarios que trabajaron en la construcción de las pirámides y los templos en homor del Dios Ra.

Barta considera que aún es posible descubrir nuevas tumbas y momias en la necrópolis de Abu Sir, en la que el Instituto Checo de egiptología, asociado a la Facultad de las Artes de la Universidad de Praga, lleva a cabo excavaciones desde el año 1976.

Abu Sir está situada en la provincia de Giza, unos pocos kilómetros al norte de las pirámides de Sakkara, y sirvió de cementerio para la clase dirigente de la antigua capital egipcia de Memfis. El recinto cuenta con 14 pirámides, la mayoría pertenencientes a faraones de la IV dinastía, además de varios templos dedicados al Dios Ra. En este yacimiento se encontraron una gran cantidad de papiros del Antiguo Imperio, muchos de los cuales fueron adquiridos por museos europeos, donde se exhiben actualmente.


Fuente por Ricard González




fonte:

http://pam-patrimonioartesemuseus.com/forum/topics/hallada-en-egipto-la-tumba-de-un-m-dico-de-los-faraones

O" Brilho das Cidades", o azulejo em exposição no Museu Gulbenkian



Comissariada por Alfonso Pleguezuelo, professor de História de Arte da Universidade de Sevilha e por João Castel-Branco, director do Museu Gulbenkian, foi apresentada à Comunicação Social “O Brilho das Cidades” uma Rota do Azulejo, que será aberta ao público a 25 de Outubro, permanecendo até 26 de Janeiro de 2014.

Como alertou o director do Museu Gulbenkian, João Castel-Branco esta é uma viagem que começa no Egipto passa pela Mesopotâmia, a Assíria e a Pérsia acabando na Europa ocidental e no norte de África.

É sem dúvida uma viagem fascinante pelo mundo do azulejo que junta quase duas centenas de peças, exactamente 171, desde a Ásia Central até à Europa Ocidental, vindas de museus e colecções nacionais e internacionais devidamente referenciados.

O objectivo desta mostra não é o de oferecer simplesmente uma panorâmica histórica no sentido académico, mas sobretudo o de evidenciar os atractivos de um património comum e partilhado que representa uma ponte cultural entre oriente e ocidente, o fascínio do fundador do Museu, Calouste Gulbenkian

Segundo João Castel-Branco a arte da azulejaria é antiga e acompanhá-la é um trabalho de grande interesse artístico e científico
Alfonso Plequezuelo foi um óptimo anfitrião explicando de forma clara, concreta e concisa a origem de muitos dos trabalhos expostos, diferenças e características de cada peça fazendo notar as identidades culturais de cada uma.
O magnífico núcleo de cerâmica Iznik, oriundo da Turquia, que integra a coleção do Museu Gulbenkian, um óbvio exemplo da reinvenção constante do azulejo em mil soluções decorativas, está nesta mostra, lado a lado com obras maiores de países como o Irão, Síria, Egito, Tunísia, França, Itália, Espanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Alemanha e Portugal.

Os cinco núcleos temáticos, que compõem a mostra juntam obras de variada procedência geográfica, revelando, como acentuou a determinado passo o director do Museu , que apesar de diferenças de natureza social, política, religiosa e cultural, há muitas vezes confluências nas abordagens e nos resultados.

Estão patentes exemplos de peças que levantam o mito da cerâmica dourada, as conquistas da geometria, a importância da heráldica, o peso da cultura figurativa clássica, o valor da mitologia cristã, a mimese ou a estilização da Natureza, o reflexo dos géneros da grande pintura europeia, a influência dos tecidos, a sedução que o Ocidente sempre sentiu pelo Oriente ou a representação da utopia e do quotidiano.

Muitas foram as instituições internacionais que cederam obras para esta mostra como por exemplo o Museu do Louvre, o Museu d’Orsay, o Museu de Artes Decorativas; o Museu do Quay Branly e o Centro Pompidou, Paris; o Museu Nacional de Cerâmica, Sèvres; o Museu Nacional da Renascença, Écouen; o Instituto Valencia de Don Juan, Madrid; o Museu de Belas Artes, Sevilha; o Museu do Design de Barcelona e o Museu Nacional de Cerâmica González Martí, de Valência; os Museus Reais de Arte e de História, Bruxelas, o Museu Municipal da Haia e o Museu Boijmans-van Beuningen, Roterdão.

Por outro lado e para além das peças do Museu Gulbenkian, estão incluídas obras importantes de outros museus portugueses como Museu Nacional de Machado de Castro, Coimbra; Museu Nacional do Azulejo, Museu de Artes Decorativas Portuguesas - Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, Museu Bordalo Pinheiro e Museu da Cidade, Lisboa; Museu de Alberto Sampaio, Guimarães; Museu de Évora; Museu de Lamego; Museu Municipal de Faro; Coleção Berardo, Bacalhoa, Sangalhos e Funchal, e ainda peças de colecções particulares.

A exposição “O Brilho das Cidades”-Rota do Azulejo, está patente ao público a partir de 25 de Outubro no Museu Gulbenkian, até 24 de Janeiro 2014.

Fonte: http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=17476#sthash.ITAw1DEN.dpuf

Bunker da ex-Alemanha Oriental vira museu onde visitantes podem dormir


Espaço erguido nos anos 1970 oferece visita de 16h por cerca de R$ 330. Em experiência de realidade histórica, público também se veste de soldado.


Museu da antiga Alemanha Oriental construído como um bunker na década de 1970 permite que os visitantes durmam lá para terem uma 'experiência de realidade histórica'
(Foto: Ina Fassbender/Reuters)


Um bunker da antiga Alemanha Oriental construído na década de 1970 virou museu e agora permite que os visitantes se vistam de soldados e até durmam lá para terem uma "experiência de realidade histórica" da Guerra Fria.


O espaço fica em Rennsteighoehe, perto da cidade de Ilmenau, a quase 270 km de Berlim. Esse bunker de 3.600 metros quadrados foi erguido para o então comando local, do Exército Popular Nacional (NVA, na sigla em alemão), poder se abrigar em uma situação de emergência.

Dependendo do tamanho do grupo, os clientes podem pagar 109 euros (R$ 330) para uma estadia de 16 horas. Nesse período, além de se vestir de soldado, experimentar máscaras de gás, ver objetos antigos e comer alimentos "da época", o público é tratado como se fosse realmente um militar da ex-Alemanha Oriental.

Membros de uma mesma família usam máscaras de gás durante evento 'real' no Bunker-Museum (Foto: Ina Fassbender/Reuters) 

Texto em máquina de escrever diz: 'Queridos amigos do bunker, estamos felizes por você estar aqui nesta noite'; ao lado, vários alimentos enlatados (como molho de tomate, salsicha e carne de porco e sopa) da antiga Alemanha Oriental (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

Automóvel Trabant, produzido entre 1957 e 1991, exposto no Bunker-Museum (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

Casal vestido como soldados do Exército Popular Nacional (NVA) observa fotos no museu (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

Participantes de evento 'real' no Bunker-Museum se vestem de soldados e ficam próximos de armas antigas (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

O alemão Hans-Georg Tiede, de 65 anos, mostra sua identidade original da antiga República Democrática Alemã (Foto: Ina Fassbender/Reuters)

fonte:
http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/10/bunker-da-ex-alemanha-oriental-vira-museu-onde-visitantes-podem-dormir.html

Debate Desafios para o Museu de Arte no Rio de Janeiro

O Fórum Permanente: museus de arte; entre o público e o privado convida a todos para o debate Desafios para o Museu de Arte no Rio de Janeiro, a ser realizado neste sábado, 26 de outubro de 2013, das 11h às 14h, na sala 2.2 do MAR - Museu de Arte do Rio de Janeiro, Praça Mauá, 5, Centro. Rio de Janeiro/RJ

O debate contará com a participação de Eugenio Valdés Figueroa (Daros), Luiz Camilo Osório (MAM-RJ), Luiz Guilherme Vergara (MAC-Niterói) e Paulo Herkenhoff (MAR). Este debate público integra a programação da Disciplina "O Lugar, A Função, o Uso da Arte Contemporânea" idealizada e ministrada pelos professores Ana Maria Tavares e Martin Grossmann, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da ECA/USP. Leia mais...

Para aqueles que não puderem acompanhar o debate no local, o Fórum Permanente: museus de arte; entre o público e o privado fará a transmissão on-line do Debate. Acompanhe AO VIVO !

Atenciosamente,

Equipe Fórum Permanente; museus de arte: entre o público e o privado.
Fórum Permanente: museus de arte; entre o público e o privado

www.forumpermanente.org