quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Últimos dias para ver a exposição “Fragmentos de Temas”, no Espaço Cultural HU

Até o dia 22 de novembro, sexta-feira, está em cartaz no Espaço Cultural do Hospital Universitário (HU) da USP, a exposição “Fragmentos de Temas – Renato Rodyner”. 



A exposição reúne 17 obras, com técnica mista sobre tela, litogravuras e desenhos em papel artesanal

Esta exposição reúne 17 obras, entre elas algumas da série “A Revolução dos Beijos”, inspirada na Declaração Universal dos Direitos Humanos e também nos “beijos de protestos” dos atores Tonico Pereira e Caio Blat e das atrizes Camila Amado e Fernanda Montenegro. São obras com técnica mista sobre tela, litogravuras e desenhos em papel artesanal. Com regularidade, o artista expõe em Paris, Principado de Mônaco, Madri, Lisboa, Zurique, Nova York e Maçal. Rodyner mantém um atelier e uma galeria em Cascais, Portugal.

Cores fortes e vibrantes


Obra África

A obra de Renato Rodyner tem influência na arte africana e portuguesa. Traz cores fortes e vibrantes. E nos remete a uma revolução de emoções. “É intensa. Mostra a força e a vibração do povo brasileiro, com certa dose de malícia e sensualidade”, elogia a superintendente do Hospital Universitário, Sandra Grisi.

O artista Renato Rodyner nasceu em Porto Alegre (RS) e começou os estudos com arte aos 11 anos, no Centro de Desenvolvimento da Expressão. Em 1977 participou do 7º Salão do Jovem Artista na cidade natal. Na mesma época fez sua primeira individual na Associação dos Professores Católicos. Depois de um percurso por Olinda, em Pernambuco, e Rio de Janeiro, em 1990 mudou-se para Portugal, fixando residência em Cascais. Participou de várias coletivas e individuais em Portugal, Espanha, França, China, Suíça e Estados Unidos.

Algumas das suas últimas exposições foram: em 2005, individual − Palácio Sotto Mayor; em 2006, individual − Galeria de Arte Amador de Los Ríos, em Madri; em 2007, Feira de Arte de Nova York; e Leilão de Arte fightaidsmonaco-Monaco; em 2010, exposição coletiva na galeria Atual em prol da reconstrução do Haiti; em 2011, inauguração da Galeria (Rodyner Gallery) no centro de Cascais; inauguração da galeria (Rodyner Gallery) na Casa da Guia Cascais; em 2012, exposição na Maison de L’Amérique Latine de Mónaco (sobre o Festival Internacional do Circo de Monte-Carlo); Sintra Arte Pública IX; Exposição (Passion) na Casa da Guia em Cascais. Esculturas de Elefantes criados por Karl Heinz Stock, sendo uma delas pintada por Renato Rodyner; Exposição “Imagination Ludique”, na Angel Orensanz – Espace d´Art Conteporanea, em Paris; Exposição “Fragmentos de Temas”, no Museo de Lanifícios da UBI, no Congresso Internacional Portugal, Brasil−Áfricas na Universidade da Beira Interior-Covilhã – em Portugal.


(esq. p/ dir.) o médico Álvaro Rodrigues Bueno, o artista Renato Rodyner; a superintendente do HU, Sandra Grisi; e o médico Horácio Consolmagno; no dia do lançamento da exposição, em 22 de outubro

As exposições do Espaço Cultural HU acontecem com o apoio de Ivald Granado, idealizador do Projeto Arte da Cura e presidente do G-Onze. “A arte tem importante função de auxílio terapêutico e, cada vez mais, os serviços de saúde abrem suas portas para atividades artísticas, resultando em um ambiente humanizado e promovendo bem-estar para pacientes e para quem trabalha com doenças”, explica Sandra.

O público pode conferir a exposição de Renato Rodyner gratuitamente até o dia 22 de novembro, de segunda a sexta-feira, com fechamento nos feriados, das 8h às 19h. O Espaço Cultural HU fica na Av. Professor Lineu Prestes, 2.565 – Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações pelos telefones: (11) 3091-9201

(Com foto e informações da Assessoria de Imprensa do HU)


fonte: USP

No Museo Casa de África, em Havana, Cuba, artistas brasileiros realizam oficinas e exposições

Artistas brasileiros em Havana: Artes e ofícios

Artistas brasileiros em Havana: Artes e ofícios. 19196.jpeg
O Museo Casa de África de la Oficina del Historiador de la Ciudad de la Habana recebe, de 26 de novembro a 15 de dezembro de 2013, o projeto "Artes e Ofícios - Saberes e Fazeres Ancestrais e Civilizatórios".

O Museo Casa de África de la Oficina del Historiador de la Ciudad de la Habana recebe, de 26 de novembro a 15 de dezembro de 2013, o projeto "Artes e Ofícios - Saberes e Fazeres Ancestrais e Civilizatórios", dos artistas-educadores brasileiros Eloísa Marques e Pedro João Cury, visando à capacitação, a difusão e o intercâmbio cultural entre os dois países, Brasil e Cuba. Composto por oficinas de estamparia africana, para adultos, e de desenho e pintura, para jovens entre 8 e 18 anos, o projeto ainda contempla duas exposições: "Arte sobre Tecidos - Estampagem Afro-brasileira e Bordado sobre Juta", com obras dos idealizadores do projeto, e "Rostos e Máscaras - Cultura Popular em São Paulo", do fotógrafo convidado Lucio Lisboa. No dia 14 de dezembro, evento especial marcará o encerramento do projeto com exposição dos trabalhos feitos pelos participantes.

"Artes e Ofícios", ajustado a partir de experiência realizada no Quilombo do Jaó (Oficina de Confecção Bordados e Escola Municipal), na cidade de Itapeva, Estado de São Paulo, tem seu programa fundamentado nos princípios que elegem a Educação pela Estética (Arte-Educação), com oficinas culturais direcionadas a públicos diferenciados. O Projeto ainda se harmoniza com o programa Mais Cultura, dos ministérios brasileiros da Cultura e da Educação, que incentiva o encontro de experiências culturais e artísticas em curso nas comunidades locais e o projeto pedagógico de escolas públicas.

Por três semanas consecutivas, os artistas oferecerão gratuitamente ao público duas modalidades de oficinas: uma de capacitação, de estamparia africana, e outra de vivência com o desenho e pintura. Realizadas as terças e quintas, nos períodos da manhã e tarde, os artistas também abrirão espaço, às quartas-feiras, para visitas monitoradas a outros grupos interessados.

Capitaneada por Eloísa Marques, a Oficina de Estamparia Africana resgata artes e ofícios que remetem aos afazeres tradicionais ancestrais, fortalecendo as referências culturais africanas. Com dois encontros semanais, serão ensinadas técnicas milenares de estampagem de tecidos por fio tinto, utilizando variados processos de imprimir a estampa sobre os têxteis, como costuras e bordados (adire-alabere) e dobras e amarras (adire-oniko), presentes em países como Burkina-Faso, Camarões, Gâmbia, Nigéria, Senegal e Serra Leoa. A docente espera atingir especialmente os afrodescendentes , assim como faz em seu País, onde atua em comunidade quilombola.

Já as Oficinas de Desenho e Pintura, segundo seu orientador, o artista Pedro João Cury, contribuirão no resgate da memória afetiva. Utilizando papel Kraft e giz de cera com montagem especial de fundo e figura, os alunos trarão para a superfície do papel, simbólicos que expressam sentido e significado peculiar da vida.

Exposições: Arte sobre Tecidos e Cultura Popular
O Projeto "Artes e Ofícios" levará ainda para o espaço Museo Casa de África de la Oficina del Historiador de la Ciudad de la Habana, a mostra "Arte sobre Tecidos- Estampagem Afro-brasileira e Bordado sobre Juta", reunindo 25 obras autorais dos criadores do projeto brasileiro, seis delas compostas em conjunto. Também estarão em exposição peças produzidas por alunas da Oficina de Estamparia Africana realizada no Quilombo do Jaó, entre 2010 e 2013.

Segundo a artista-educadora Eloísa Marques, suas peças são uma parte da produção de quase dez anos de pesquisas e aprendizado sobre estampagem, especialmente a africana que remete aos seus antepassados. "Procurei reunir trabalhos que deem uma ideia das várias possibilidades de interpretação, utilizando técnicas africanas, bordados, aplicações de vidrilhos, entre outras, sobre algodão". Entre as obras, uma mostra da série sobre Orixás e a inusitada "Baobás", a árvore sagrada dos africanos, onde pode unir sua técnica e pensar artístico com os de Pedro João Cury.

Já o artista-educador Pedro João Cury, selecionou obras da sua produção mais recente, buscando expressar sentimentos, sensações, crenças e valores que compõem o civilizatório no que ele tem de ancestral e contemporâneo, numa visão autoral. Feitos em pano de juta com o uso de barbantes, lãs e linhas coloridas oferecem o lirismo de um processo de composição que é análogo ao da vida. "Bordar equivale, nesse sentido, a fazer a sequência da própria trajetória, cuja uma obra espelha uma visão de mundo marcada por um fazer que valoriza o coletivo sem abrir mão da individualidade e vice-versa. Cada ponto é um passo que demanda planejamento, habilidade, técnica e paciência", diz o artista.

Entre as obras, o artista destaca o Estandarte = + ≠ que recebe esse nome não apenas pela sua forma de montagem, mas, principalmente, por portar literalmente uma série de ideias. "Os bordados não são apenas uma obra plástica. Eles constituem uma declaração de amor à educação, à inclusão social, à arte e à vida como jornada plena de desafios a serem enfrentados com trabalho prazeroso", conclui Cury.

Participando do Projeto "Artes e Ofícios" como artista convidado, o fotógrafo Lucio Lisboa traz sua exposição "Rostos e Máscaras - Cultura Popular em São Paulo", onde apresenta 32 dos mais de mil registros que fez, entre 2003 e 2006, acompanhando o trabalho de campo da antropóloga Maria Celeste Mira sobre a renovação do interesse pela cultura popular em São Paulo.

As imagens, produzidas em negativo cor, revelam retratos de pessoas e personagens que compõem as festas tradicionais de cultura popular como as Congada de Nossa Senhora do Rosário, Batalhão de Moçambique de São Benedito, Folia de Reis ou do Divino e assim por diante. São 30 fotos em tamanho 30x45, e uma impressa em canvas, na versão 1,00mx0,90m. "Nessas festas, o fotógrafo procurou resgatar o sujeito dissolvido na coletividade, dando a ele um rosto, uma individualidade, uma expressividade, de cara limpa ou pintada, mesmo quando olha para a câmera por trás de uma máscara", diz a curadora da Mostra, a antropóloga Maria Celeste Mira.

Os registros selecionados para essa exposição foram feitos nos eventos promovidos pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, Abaçaí Cultura e Arte - Programa Revelando São Paulo (Capital e Vale do Paraíba) e Associação Cultural Cachuera! (São Paulo); nas Festas de São Benedito (Guaratinguetá e Aparecida), do Divino (Cunha) e no Festival de Folclore de Olímpia, todos no Estado de São Paulo, na região Sudeste do Brasil.

Serviço
De 26 de novembro a 15 de dezembro de 2013
Projeto "Artes e Ofícios - Saberes e Fazeres Ancestrais e Civilizatórios" - Oficinas e Exposições

Dia 14 de dezembro: Evento Especial para apresentar as peças produzidas pelos participantes das Oficinas

Local: Museo Casa de África de la Oficina del Historiador de la Ciudad de la Habana
Endereço: Calle Obrapia No. 157, e/ San Ignacio y Mercaderes, Havana

Informações: 0021 537 8615798

Grátis

Oficinas:
Estamparia Africana
Terças e Quintas - horários a definir
Participantes: adultos

• Número de participantes: 20 (dois grupos de 10 participantes)

Desenho e Pintura
1. Terças e Quintas - horários a definir
2. Participantes: crianças (de 8 a 14 anos) e jovens (de 15 a 18 anos)
3. Número de participantes: 40 (dois grupos de 20 participantes)

Exposições:
"Arte sobre Tecidos - Estampagem Afro-brasileira e Bordado sobre Juta"
Obras dos idealizadores do projeto, os artistas e educadores Eloísa Marques e Pedro João Cury.


"Rostos e Máscaras" - Cultura Popular em São Paulo

Artista convidado: fotógrafo Lucio Lisboa


Sobre os artistas

Eloísa Marques (elÔ), Jornalista, artista-educadora, culinarista.
Email: elo@eloafricanidade.com.br Telefone: 55 11 9946 7688

Brasileira, jornalista, graduada em Comunicação Social pela FIAM, por mais de 30 anos atuou em órgãos da imprensa e setores público e privado, nas áreas de cultura, social e economia. Entre as empresas, trabalhou na Petrobras, Eletropaulo, RTV Cultura, TV Bandeirante, Casa Paulista de Comunicação, Lide Comunicação, Secretaria de Estado da Cultura, entre outras.
Há dez anos mudou seu rumo profissional, voltando seus olhos para a África, especialmente para os têxteis africanos, para aprender a arte de estampar tecidos, com técnicas que se encontram em extinção.

Para aprimorar seu fazer, buscou conhecimentos em aquarela, xilogravura, serigrafia, fotografia. Ampliou seu repertório acadêmico fazendo cursos de extensão no Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo /Faculdade de Filosofia, Letras e História, da Universidade de São Paulo; e no Museu Lasar Segall, onde integrou o grupo de artistas do Ateliê da Instituição.

Artista-educadora, desenvolveu o projeto Oficina de Estamparia Africana no Quilombo do Jaó, em Itapeva (SP), subvencionado pelo Instituto de Terras do Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania.

Divulga seu projeto, suas obras e técnicas empregadas por meio de seu sitewww.eloafricanidade.com.br , onde abraça a temática influenciada pelo universo africano com produções artísticas autorais e de eventos temáticos.

Pedro João Cury
Sociólogo e Cientista Político - FESP, Comunicador, Artista-Educador.
Site: www.igualmaisdiferente.org; Email: pjcury@igualmaisdiferente.org Telefone: 55 11 7727 0778

Ingressa na Faculdade de Engenharia Industrial - FEI, participando da política estudantil e atividades sociais. Abandona o curso de Engenharia e ingressa na Fundação Escola de Sociologia e Políticas - Fesp, tornando-se Bacharel em Sociologia e Ciências Políticas.

Participa de experiências com teatro universitário, Tuca - Teatro da Universidade Católica com as obras: Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto e O & A, trabalho experimental elaborado pelo grupo de universitários com a temática: conflito de gerações.

Atuou nas áreas de Pesquisa e Atendimento em Agências de Publicidade Nacionais e Multinacionais, em Produtoras de Vídeo e em trabalhos de marketing político. Foi professor universitário de Filosofia, Ética na Comunicação e de Criatividade, sendo responsável pela disciplina Criatividade na Associação Profissionalizante (jovens de baixa renda), mantida pela Bolsa de Mercadorias e Futuros - APBM & F- BOVESPA, de 1997 a 2010. Na Escola Municipal Juarez Costa, no Quilombo do Jaó, fez projeto de artes, residindo na escola por 40 dias, onde pode interagir com professores, alunos e a comunidade.

Ampliou seu repertório acadêmico participando do curso de extensão no Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo /Faculdade de Filosofia, Letras e História; e no Museu Lasar Segall, com aprendizado em xilogravura.

Orientado por profissionais da área da Arte e da Pedagogia, inicia a construção de uma metodologia em Arte-Educação identificada por Oficina Livre do Conhecimento - OLC e a idealização da Escola de Arte-Educação para a formação do artesão-aprendiz e de gestão em Cooperativas Culturais Criativas Populares.

Atualmente é palestrante, arte-educador (oficineiro) e instrutor em programas motivacionais. Atua com grupos de jovens em situação de risco e na exclusão social, com professores e agentes sociais, com corporações de Guardas Civis Metropolitanos, com funcionários e executivos de Empresas.

Com o lema A ARTE VALE UMA ESCOLA, defende a inserção da arte-educação nas Escolas Oficiais. Através da comercialização dos bordados, desenvolve seu projeto itinerante da Escola = + ≠ (leia-se igual ma (i)s diferente) para a formação do jovem artesão-aprendiz.

Lucio Lisboa, Fotógrafo, Engenheiro Químico.
E-mail: lucio-lisboa@uol.com.br Telefone: 55 11 7267 4700

Engenheiro químico nascido em Angatuba, Oeste do estado de São Paulo, Lucio Lisboa começou profissionalmente na fotografia em 2002, embora tenha feito registros como amador desde a adolescência.

Teve duas exposições montadas em São Paulo: "Um Olhar sobre Havana" (2004) e Olhos Negros (2006). Realizou estudos sobre fotografia com Vera Albuquerque, na Imã Foto Galeria, em São Paulo.

Desde 2002, faz pesquisas e registros fotográficos acompanhando o trabalho de campo da antropóloga Professora Dra. Maria Celeste Mira, da PUC/SP, sobre a renovação do interesse pela cultura popular em São Paulo.

"Rostos e Máscaras - Cultura Popular em São Paulo" é um fragmento do acervo do fotógrafo sobre o tema, hoje com mais de 1.000 registros, captados em negativo cor e PB.

fonte:

Três exposições portuguesas em museu desenhado por Siza Vieira em Seul

Siza Vieira, 80 anos, ganhou em 1992 o Pritzker Prize, conhecido como o Nobel da Arquitetura



Um dos mais modernos museus sul-coreanos, desenhado pelo arquiteto Siza Vieira, vai acolher três exposições portuguesas a partir de 26 de novembro, numa das maiores ações do género promovidas por Portugal naquele país.

As três exposições, uma das quais de arquitetura, intitulada "Tradição é Inovação", ocuparão os três pisos do Mimesis Art Museum, um edifício com 3.600 metros quadrados, construído entre 2006 e 2009 em Paju Book City, a cerca de 30 quilómetros ao norte de Seul.

Capa do livro de 500 páginas que a editora alemã Taschen dedicou este ano a Siza Vieira, o Mimesis Art Museum, desenhado e construído em colaboração com Carlos Castanheira e Kim June-song, é considerado "um dos mais emblemáticos projetos" do mestre português.

Siza Vieira, 80 anos, ganhou em 1992 o Pritzker Prize, conhecido como o Nobel da Arquitetura.

Propriedade da editora sul-coreana Open Books, o Mimesis Art Museum iniciou há apenas alguns meses a sua programação regular, mas esta série de exposições é a primeira a ocupar todo o espaço do museu.

As três exposições portuguesas, que decorrerão até 09 de fevereiro de 2014, são organizadas pela Embaixada de Portugal na Coreia do Sul, com o apoio do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua.

Além de 15 projetos construídos nos últimos cinco anos por oito ateliers de arquitetos portugueses, já apresentados no Japão, Brasil e Portugal, o Mimesis Art Museu vai acolher duas "exposições inteiramente novas", intituladas "Santo Antonio" e “Merging Aesthetics".

A primeira é constituída por uma instalação vídeo de João Pedro Henriques e desenhos de Rui Guerra, e a segunda reúne escultura, pintura e tapeçaria de Mário Lopes

fonte:

http://pam-patrimonioartesemuseus.com/forum/topics/tres-exposicoes-portuguesas-em-museu-desenhado-por-siza-vieira-em

Exposição do Museu da República ganha prêmio internacional



A pintura capturou relâmpagos e tempestades na intensidade da luz solar do Caribe



O Museu Nacional da República ganhou o prêmio internacional CLAP - referência mundial em prêmios de desenho, branding e comunicação -, referente ao catálogo da exposição Revendo Reverón - O Relâmpago Capturado, do artista venezuelano Armando Reverón.



A exposição foi campeã, em Barcelona, na categoria editorial e recebeu o reconhecimento mundial de melhor trabalho de ilustração gráfica aplicada a um projeto editorial.

A participação no concurso internacional foi realizada pelos artistas gráficos Celia Matsunaga e Daniel Mira.




O diretor do Museu Nacional da República, Wagner Barja, foi o curador da exposição, diretor de arte e organizador editorial.

— A exposição brasiliense teve o privilégio de contar com dois profissionais da capital federal. Os artistas plásticos da cidade nos orgulham por levar esse prêmio de grande expressão internacional e de peso na cena do desenho gráfico mundial.

A mostra Revendo Reverón - O Relâmpago Capturado ocorreu no Museu Nacional da República, de 6 de dezembro de 2012 a 10 de fevereiro de 2013. Ao todo, foram 174 obras, entre pinturas, desenhos, objetos e fotografias. Segundo Barja, a pintura de Reverón capturou relâmpagos e tempestades na intensidade da luz solar do Caribe, por esse motivo o nome da exposição.

Revéron

Nascido em Caracas, em 1889, Reverón é considerado um dos artistas mais importantes na busca da reafirmação de uma arte latino-americana modernista e contemporânea.

As paisagens e o homem venezuelano que aparecem em suas obras revelam um pintor apaixonado pelas tradições e costumes do seu país.








A mostra ocorreu no Museu Nacional da República, de 6 de dezembro de 2012 a 10 de fevereiro de 2013 Mary Leal/Agência Brasília



fonte: r7

Museus Smithsonian dos EUA lançam 'coleção em 3D'

A prestigiada Instituição Smithsonian, que reúne os museus nacionais de Washington, lançou nesta quarta-feira uma "coleção em 3D" que permite ver em um monitor as peças das coleções em três dimensões e até mesmo imprimi-las.

Vinte peças, como uma estátua de Buda, o avião dos irmãos Wright, uma supernova ou uma máscara do presidente americano Abraham Lincoln moldada em vida, foram digitalizadas e estão disponíveis em 3D no site na internet http://3d.si.edu.

Este programa permite "usar o 3D para contar uma história", afirmou em entrevista coletiva Günter Waibel, diretor do programa de digitalização.

Em sua tela de computador, os visitantes podem girar e rodar o objeto, vê-lo em cortes, fazer zoom sobre ele e até baixar dados.

Se a pessoa tiver uma impressora em 3D, também pode imprimir itens como uma orquídea do Equador, um fóssil de baleia ou uma cadeira desenhada pelo italiano Pergolesi no começo do século XVIII.

As imagens seguem acompanhadas de comentários de curadores do museu.

O 3D "permite às pessoas ver os objetos de uma forma totalmente nova, o que não é possível nos corredores do museu", disse Waibel. O software também permite a professores, cientistas e arqueólogos estudar as peças de perto, acrescentou.

O programa recebeu um orçamento de 350.000 dólares, sem contar as muitas doações de empresas especializadas em 3D, que fornecem o material.

O Smithsonian, com 19 museus, entre eles o National Gallery, o Museu Aeroespacial e o Museu da História Americana, dispõe de uma coleção de 137 milhões de objetos.

A adição de novas peças a esse extenso catálogo será o passo seguinte do projeto.


fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/museus-smithsonian-dos-eua-lancam-colecao-em-3d,78ceedf6cad42410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html