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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Alemanha mostra online mais obras de arte descobertas em Munique



Na imagem: Desenhos, litografias e gravuras de Edvard Munch que fazem parte do novo lote lostar.de/AFP

Fonte

Novo conjunto disponível no site usado pela investigação inclui obras de Edvard Munch, Max Liebermann e Toulouse-Lautrec.

Nem sempre será fácil aceder ao site , mas quem conseguir entrar em www.lostart.de poderá ver com mais pormenor um novo conjunto de desenhos, gravuras e litografias que faz parte do lote de 1406 obras de arte, muitas delas saqueadas pelos nazis antes e durante a Segunda Guerra, cuja descoberta num apartamento de Munique foi anunciada no início de Novembro.

Este novo conjunto, colocado à disposição pelas autoridades para que eventuais herdeiros dos proprietários originais possam reclamá-los, inclui trabalhos de Edvard Munch, Max Liebermann e Henri Toulouse-Lautrec, noticiou há minutos a AFP, com base num comunicado do gabinete do promotor público da comarca de Augsburg, responsável pela investigação.

Mas segundo a agência de notícias francesa, o lote que foi publicado online às 18h30 (hora de Lisboa) de quinta-feira era composto por 54 obras – 16 do norueguês Munch, autor do célebre O Grito, 38 do alemão Liebermann e nenhuma do artista francês (o PÚBLICO não conseguiu entrar na lista, provavelmente porque há uma elevada quantidade de pedidos de acesso ao site).

Depois de muito criticadas pelo atraso na divulgação da lista de 1406 obras que estariam guardadas no apartamento de Cornelius Gurlitt, 80 anos, filho de um negociante de arte com antepassados judeus que trabalhou para Hitler, Hildebrand Gurlitt, as autoridades alemãs querem agora mostrá-las o mais depressa possível. 



 










O objectivo é reunir informação que permita restituir boa parte deste acervo que contém pintura, desenho e gravura de Henri Matisse, Marc Chagall, Paul Klee, Pablo Picasso, Otto Dix, Emil Nolde, Albrecht Dürer, Pierre-Auguste Renoir, Canalletto e tantos outrosaos seus legítimos proprietários – sejam museus europeus, sejam os herdeiros de coleccionadores privados, na sua esmagadora maioria judeus, espoliados pelos nazis à medida que estes iam conquistando poder e território nas décadas de 1930 e 40.

Na terça-feira, Reinhard Nemetz, o promotor de Augsburg, dissera já que mal se determine que obras são “indubitavelmente” propriedade do acusado, Cornelius Gurlitt, estas lhe devem ser devolvidas “de imediato”. Quanto às restantes, o advogado acrescenta: “É de importância fulcral que as obras associadas às perseguições nazis sejam identificadas para que possam ser feitos pedidos formais de devolução e para que os eventuais donos possam exercer os seus direitos.”




fonte:
http://pam-patrimonioartesemuseus.com/forum/topics/alemanha-mostra-online-mais-obras-de-arte-descobertas-em-munique
http://www.lostart.de/Webs/DE/Start/Index.html

Fundação Jumex inaugura seu novo museu de arte contemporânea no México

Cidade do México, 25 nov (EFE).- Transformar-se em um dos espaços de arte contemporânea mais importantes da América Latina é o objetivo do novo Museu Jumex na Cidade do México, que abriu suas portas na semana passada com uma área de exibição de 1.600 metros quadrados.

Promovido pela Fundação Jumex de Arte Contemporânea (FJAC), o prédio foi projetado pelo arquiteto britânico David Chipperfield. O diretor da fundação, Patrick Charpenel, destacou à Agência Efe que o britânico incorporou elementos "muito mexicanos e refrescantes" e que quebrou a regra por ter convidado um arquiteto estrangeiro.

"Os arquitetos mexicanos sempre fizeram todas as obras públicas historicamente importantes neste país", disse ele.

O museu foi projetado com a finalidade de cobrir o conteúdo da Fundação Jumex, e segundo o diretor era necessário "um auditório flexível, mais espaço de exposição, uma loja e uma livraria", explicou Charpenel.

Na sua opinião, a oferta de bons livros sobre a arte contemporânea é "muito limitada", por isso vão tentar fazer com que seja uma das primeiras grandes lojas especializadas do país.

O museu também pretende oferecer ao público interessado nas artes contemporâneas uma maior quantidade de atividades acadêmicas e ressaltar de maneira muito ativa sua área educativa.

Por outro lado, sua atual sede e galeria de Ecatepec, no Estado do México, permanecerá ativa, mas "precisávamos ter espaço central, de fácil acesso, o que não era o caso de Ecatapec, e agora já temos um", disse Charpenel.

A inauguração do museu foi acompanhada pelo lançamento da nova plataforma digital da instituição, um espaço on line que pretende oferecer toda a informação sobre suas novas atividades, assim como materiais de consulta que incluem textos de divulgação, entrevistas com artistas e curadores, além de informações sobre a coleção e as bolsas de estudos oferecidas pela FJAC.

"Somos a primeira instituição de arte contemporânea no México que cria uma editora e tem um programa de bolsas de estudos e patrocínios que tem o propósito de apoiar pesquisadores, artistas e instituições", explicou o diretor.

O prédio se divide em cinco andares, dois deles, as galerias dois e três, são destinadas unicamente à exibição de obras de arte.

"A galeria três é mais alta, está oscilando entre cinco e dez metros, e através deste sistema é possível entrar luz natural no local", contou.

"Enquanto isso, a galeria dois tem cinco metros, é regular e convencional, mas muito bela, e tem vantagens porque alguns curadores não gostam de ter um elemento arquitetônico tão poderoso e tão forte, mas ter uma galeria mais neutra onde a arquitetura quase não aparece", acrescentou.

Há também uma facilidade para atividades educacionais e acadêmicas, o piso térreo contém um "lobby", bilheteria, cantina e o pátio do museu. Um andar subterrâneo abriga a loja do museu e os escritórios para funcionários da instituição.

De acordo com Charpenel, "é um edifício verde, onde são levados em consideração o nível de material e o nível do consumo de energia, é um edifício inteligente e responsável".

À coleção já existente se somam as cinco mostras de abertura da exposição: "Un lugar en dos dimensiones, una selección de la Colección Jumex + Fred Sandback"; "James Lee Byars: 1/2 An autobiography"; "Cosmogonía doméstica", do mexicano Damián Ortega; "Las ideas de Gamboa", sobre o museógrafo Fernando Gamboa e o museu performativo.

O diretor do espaço lembrou que a Cidade do México se caracteriza por sua ampla oferta cultural e que nela os museus são muito importantes, por isso que este novo centro de cultura veio "complementar e enriquecer" essa oferta. EFE.


fonte:
http://br.noticias.yahoo.com/funda%C3%A7%C3%A3o-jumex-inaugura-novo-museu-arte-contempor%C3%A2nea-m%C3%A9xico-091645032.html

Museu Casa de Portinari, de Brodowski (SP), reabre no 1º semestre de 2014

Se em Batatais (352 km de São Paulo) a restauração das telas de Candido Portinari ainda vai começar, na vizinha Brodowski (338 km de São Paulo) elas já estão em andamento.

As obras do museu que funciona na casa em que o artista viveu sua infância e adolescência devem ser reabertas ao público em 2014.

O investimento na residência, pertencente à Secretaria de Estado da Cultura, é de R$ 2,7 milhões. O localabriga pinturas feitas pelo artista nas paredes de quase todos os cômodos.

O local foi fechado no primeiro semestre do ano passado após um laudo apontar desgaste nas pinturas “São Jorge e o Guerreiro” e “Sagrada Família”, que apresentavam um processo em que a tinta se desgarra das paredes, chamado delaminação.

A Capela da Nonna e a recepção do museu foram os pontos mais críticos apontados pelo laudo, que foi assinado pelo restaurador Júlio Moraes.

O fato de Portinari também “inventar” a tinta que era usada em seus trabalhos fez a análise do restauro ser ainda mais complexa.

Toda a parte de reforço das fundações e estrutura já está concluída, assim como substituição da cobertura, implantação de sistema de drenagem, captação de águas e impermeabilização e reforço do revestimento das paredes.

O trabalho no museu começou em dezembro do ano passado e deve continuar até maio de 2014.

Depois da conclusão dos trabalhos, a Casa de Portinari será preparada para ser reaberta ao público.

HISTÓRICO

Em 1968, a casa foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). No ano seguinte, o imóvel foi desapropriado e adquirido pelo governo paulista.

Em janeiro de 1970, foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) e, dois meses depois, o museu foi instalado e inaugurado.

Além das obras do artista plástico, no Museu Casa de Portinari os visitantes contam com serviço de monitoria e uma sala para pesquisa, com material sobre o artista –livros, revistas, catálogos e artigos de jornais.

fonte:

FÓRMULA 1: DE INTERLAGOS PARA O MUSEU


Os 22 carros que disputaram o GP do Brasil, vencido por Sebastian Vettel, de nada servirão para a 2014. É o fim da era dos motores V8. Que venham os V6
A festa dos três primeiros colocados  (Foto: Ivan Carneiro)
Quem viu, viu. Quem não viu, que recorra aos vídeos. Neste domingo, não só chegou ao fim a temporada 2013 da Fórmula 1, mas também a era dos motores V8. Em 2014, entram em cena os propulsores V6 turbo e, com eles, carros com uma aparência bem distinta dos desse ano.
Como a maioria dos dirigentes já adiantou que o visual dos modelos não será daqueles de encher os olhos (dizem que serão verdadeiros monstrinhos), vale à pena então conferir nossa galeria especial de fotos do GP do Brasil, vencido por Sebastian Vettel.
Sem a chuva que castigou a sexta-feira e o sábado, a corrida acabou sendo bastante monótona, com a Red Bull do tetracampeão literalmente passeando pelos 4.309 metros do circuito de Interlagos. Quem teve um pouco de trabalho para chegar na segunda posição foi Mark Webber, nessa que foi sua prova de despedida da categoria. Fernando Alonso, sempre forte no Brasil, conseguiu o terceiro lugar com a fraca Ferrari. Felipe Massa, que no ano que vem pilotará para a Williams, foi o sétimo. Mais sorte para ele em 2014.
Felipe Massa disputou a última corrida pela Ferrari (Foto: Ivan Carneiro)
Nona vitória consecutiva de Vettel (mais um recorde para ele), a 13ª de 2013 (igualou o feito de 2004 de Michael Schumacher) e a 39ª da carreira. Será que alguém (ou o regulamento novo) interrompe a hegemonia do alemão? Ao menos nas estatísticas há uma chance de o piloto da Red Bull ser barrado na primeira corrida de 2014. Isso porque desde 2011 o vencedor da última corrida do ano não vence a primeira do campeonato seguinte. Que venha a nova Fórmula 1!

Coleção rara de Fabergé ganha museu em São Petersburgo

Peças do mestre da joalheria recontam história da Rússia imperial entre os séculos 18 e 20.

 
Museu foi financiado pelo empresário Viktor Vekselberg, que já detinha muitas das peças expostas Foto: Natália Pietra/RG
Conhecida como capital cultura da Rússia, a cidade de São Petersburgo acaba de ganhar um novo museu privado. “Queríamos muito criar um museu que estivesse de alguma forma associado à história da Rússia entre o século 18 e início do século 20. Um dos símbolos desta época foi Carl Fabergé, que atingiu o topo da arte da joalheria”, conta o bilionário russo e proprietário do espaço, Viktor Vekselberg.

Visita ilustre

A inauguração do museu contou com a presença doo primeiro-ministro russo Dmítri Medvedev. “Já tinha lido e escutado sobre tal coleção, mas nunca visto de perto”, disse ele. Para atrair mais visitantes, Medvedev recomendou que seja produzida uma versão em inglês dos painéis de informação e, ao final da visita, deixou um “Boa sorte!” no livro digital de visitas ilustres.
Instalado dentro do Palácio Chuválovski que fica na margem do canal Fontanka, o edifício se encontrava em estado de degradação em meados da década de 2000. Por isso, antes de abrigar o novo espaço de arte, o palácio passou por uma reforma geral, que custou nada menos que 36,7 bilhões de dólares.
“A abertura deste museu é um evento de escala nacional que nos fala do renascimento do verdadeiro espírito do empresário e filantropo russo – não do negociante, mas do criador”, declarou o ministro da Cultura da Rússia, Vladímir Medinski. Todos o investimento para o desenvolvimento do projeto partiu do próprio Vekselberg.
A base da atual mostra é composta pela coleção da fundação histórico-cultural de Vekselberg, “Sviáz Vremion” (“Ligação dos Tempos”, em tradução), e apresenta um acervo com cerca de 4 mil peças de arte decorativa.
Entre eles, estão uma coleção de ovos de Páscoa Fabergé comprada dos herdeiros do magnata americano Malcolm Forbes, em 2004, e até o primeiro ovo encomendado ao artista pelo tsar Alexandre III para oferecer a sua esposa, Maria Feodorovna, em 1885.

Ovos imperais

Peter Carl Fabergé, fundador da empresa familiar e dinastia de mestres joalheiros, ficou famoso pela criação de uma série de ovos de Páscoa valiosos, a maioria dos quais feitos por encomenda da família imperial russa. Para a dinastia Romanov foram fabricados 52 ovos, mas, no total, está documentado a produção de 71 peças. O paradeiro de alguns deles é absolutamente desconhecido.
Além dos ovos de Páscoa imperiais, há também pinturas raras de artistas do calibre de Pierre-Auguste Renoir, obras de mestres joalheiros famosos e outros objetos de arte da coleção pessoal de Vekselberg. “Queremos que os visitantes não apenas apreciem a beleza das peças, mas também que sintam o espírito da história daquela época”, diz o proprietário.
O museu abrigará, ainda, exposições temporárias. Atualmente, Vekselberg está em negociações para estabelecer uma parceria com o Museu Pushkin e a Galeria Tretiakov, em Moscou.
O museu abrirá as suas portas ao público em geral no início de dezembro.

Com materiais da agência RIA Nóvosti e dos veículos Lenta.ruGazeta.ru eMoskovski Komsomolets