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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Mostra no Masp recria a Paris de Walter Benjamin

Exposição, aberta no sábado, sugere um passeio pela arte na cidade das galerias, analisada pelo filósofo berlinense

Aberta no sábado no Museu de Arte de São Paulo (Masp), a mostra Passagens por Paris - Arte Moderna na Capital do Século 19 foi inspirada num ensaio do filósofo berlinense Walter Benjamin sobre a cidade francesa. Nele, Benjamin fala das transformações de Paris no fim do século 19 e analisa como a cultura local foi forjada por meio das galerias que cortam a cidade, ligando ruas e aproximando flâneurs aos mais variados tipos de comércio e pessoas. A exposição interage com outra mostra em cartaz no museu (A Arte do Detalhe) e, a exemplo desta, reúne obras do acervo, algumas há tempos distantes dos olhos do público - entre os vários motivos, pela constante solicitação de empréstimo de museus estrangeiros.

A exposição cobre um período de quase um século e não se restringe a escolas. Há desde uma tela do impressionista Renoir, pintada em 1866, a um pastel do cubista Picasso, de 1948, passando por Manet, Degas, Cézanne, Toulouse-Lautrec e Modigliani. Os artistas incluídos produziram e viveram em Paris, evidenciando essa relação amorosa com a cidade, caso de Utrillo, que pintou paisagens de Montmartre, eleitas como cartões-postais pelos turistas, e de Toulouse-Lautrec, embaixador da vida noturna parisiense.



Utrillo. Paisagem de Montmartre em 1934

Paris representou para os artistas da virada do século passado mais que uma cidade: foi um lugar de livre expressão. Capital cultural da Europa, ela atraiu espanhóis como Picasso, holandeses como Van Gogh e italianos como Modigliani - alguns com mais, outros com menos sorte. Foi, como observou o curador Teixeira Coelho, a única cidade europeia a associar seu nome a um grupo heterogêneo que produziu a Escola de Paris, ativa no entreguerras - formada tanto por franceses (Matisse, Bonnard) como estrangeiros (Chagall, entre eles).

A exposição é especialmente indicada aos frequentadores do Masp que desejam matar saudades de obras icônicas do acervo, entre elas as telas O Torso de Gesso (1919), de Matisse, Madame Cézanne em Vermelho (1890/4), de Cézanne, e o Retrato de Suzanne Bloch (1904), de Picasso.

Entre os menos lembrados está um dos precursores da pintura impressionista, Adolphe Monticelli (1826-1866), nascido em Marselha, mas parisiense por opção. Ele começou copiando os clássicos do Louvre e acabou influenciando Cézanne e Van Gogh, fazendo parte da coleção de Oscar Wilde. Dele pode ser vista uma paisagem marítima de sua terra natal, de 1880. 
PASSAGENS POR PARIS


Masp. Av. Paulista, 1.578, tel. 3251-5644. Ter./dom., 10h às 18h. Qui., até 20h. Ingressos: R$ 15 (ter., grátis)

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Presidente do Ibram anuncia apoio ao projeto de expansão do Macs


Ângelo Oswaldo irá intervir junto à ANTT a fim de conseguir a liberação para a ampliação do novo e definitivo prédio

Apoio foi firmado na abertura da mostra Macs: Um acervo em formação, que segue até o dia 20 - Aldo V. Silva


Maíra Fernandes
maira.fernandes@jcruzeiro.com.br

A expansão do novo e definitivo prédio do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs), pode ser uma realidade em breve. Pelo menos no que depender dos esforços do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Ângelo Oswaldo, que firmou apoio à finalização da sede permanente do museu, em sua visita a Sorocaba, no último dia 30. O presidente do Ibram, na ocasião, anunciou que irá intervir junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para conseguir a liberação da expansão do novo e definitivo prédio do Macs. O apoio foi firmado durante o vernissage da exposição Macs: Um acervo em formação, que segue em exposição até o dia 20 de dezembro.

"Esta é uma iniciativa pioneira, que está mudando a paisagem urbana de Sorocaba. O Macs é um farol que está guiando a cidade para ser um polo cultural", reconheceu Oswaldo, que classificou ainda o Macs como um exemplo para todo o país.

Segundo a presidente do Macs, Cristina Delanhesi, o apoio do conceituado instituto chega em um momento crucial. "O Macs busca, sempre, o auxílio de órgãos importantes para conseguir finalizar a sua sede permanente, Este apoio do Ibram é muito importante para o museu e para a cidade", ressaltou.

Durante a visita à nova sede em reforma do museu, além de conhecer a estrutura do local, Oswaldo conheceu parte do acervo do Macs, que está em exposição pela primeira vez. "É um museu que reúne uma coleção notável, com base em grandes artistas", avaliou.

A sede provisória é o Chalé Francês (avenida Dr. Afonso Vergueiro, s/nº, Centro, Praça Jd. Maylasky), que foi cedido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) Núcleo Sorocaba até que a sede definitiva do museu fique pronta. Já a sede definitiva do Macs fica na avenida Dr. Afonso Vergueiro, 280, ao lado da antiga estação Ferroviária de Sorocaba, e da Casa do turista.

Exposição do acervo

A exposição Macs: Um acervo em formação, segue aberta ao público até o dia 20, com entrada franca, na sede definitiva do museu em reforma. A mostra conta com obra de renomados artistas, como Nelson Leiner, o sorocabano Rodrigo Almeida, Jaime Prades, entre outros.

Com curadoria mista de Cristina Delanhesi e do museólogo Fábio Magalhães, a exposição apresenta 60 das 178 obras de artes que compõem o acervo do Macs, incluindo telas, fotografias, esculturas e um vídeo instalação inédito de Claudia Bakker.

O horário para visitação é às terças-feiras, das 10h às 21h; às quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 17h e, aos finais de semana e feriados, das 10h às 15h. Visitas monitoradas: (15) 3233-1692 ou pelo email:

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História da Organização Internacional do Café é tema de exposição em Santos


O Museu do Café inaugura nesta terça-feira a exposição 50 anos da Organização Internacional do Café. A mostra, que fica em cartaz até 14 de março, tem como objetivo destacar a importância e a trajetória da entidade ao longo dos anos. Os visitantes poderão aprender mais sobre o mercado e os benefícios do grão por meio de ações educativas.

A exposição trará itens que estão diretamente relacionados com a atuação da indústria cafeeira, como sacas de café de diversos países e convênios assinados por representantes de várias nações. A mostra também irá disponibilizar trechos de entrevistas do projeto de história oral do Museu, em áudio e vídeo, de personalidades ligadas à corretagem e exportação e, como destaque, o depoimento do ex-ministro Delfim Neto.


Exposição no Museu do Café traz ainda acervo fotográfico com imagens históricas sobre o tema
Complementando o discurso narrativo, imagens de marcos históricos - como a quebra da Bolsa em 1929, propagandas do Instituto Brasileiro do Café, Guerra do Vietnã, entre outros - contextualizam pelo viés político e econômico, a trajetória da OIC no século XX.

O endereço é R. XV de novembro, nº 95, no Centro Histórico de Santos. Para atender a demanda de turistas e moradores, excepcionalmente neste período do ano o local funciona de segunda a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos das 10h às 17h. Os ingressos custam R$ 5, e estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada.

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Neandertais organizavam o espaço doméstico

Segundo evidências coletadas em caverna da Itália, a espécie também dividia o lugar onde morava de acordo com as atividades do cotidiano, uma prática que se acreditava exclusiva do homem moderno


Família neandertal retratada em museu na Croácia: estudos mostram que eles também eram capazes de inovar na tecnologia




Brasília – Autointitulado o “reabilitador dos neandertais”, o antropólogo Julien Riel-Salvatore, da Universidade de Colorado, encontrou outra evidência de que essa espécie humana extinta há mais de 50 mil anos tinha muito mais em comum com o Homo sapiens do que se imagina. Em um estudo publicado na revista Canadian Journal of Archeology, o pesquisador afirma que o Homo neanderthalensis organizava seu espaço doméstico de forma muito semelhante à dos primeiros homens modernos. Até agora, acreditava-se que apenas a nossa linhagem fosse capaz de “montar um lar”.

Por muitas décadas, os neandertais foram descritos como criaturas inferiores – afinal, eles foram dizimados –, brutos, ignorantes ou sem sentimentos. Mas, nos últimos anos, o primo mais próximo do homem moderno tem sido alvo de pesquisas que, aos poucos, desconstroem esse mito. As mais recentes mostram que, além de controlar o fogo, uma habilidade que requer inteligência, os neandertais tinham uma cultura sofisticada e até mesmo acreditavam em vida após a morte.

Riel-Salvatore é um dos principais nomes da pesquisa sobre a espécie. De acordo com ele, os neandertais eram capazes de inovar na tecnologia, criando equipamentos que, antes, eram atribuídos apenas ao homem moderno. Durante sete anos, o arqueólogo estudou sítios da França habitados no passado exclusivamente pela espécie, o que pode ser constatado pela ausência de fósseis do Homo sapiens. Ele descobriu que o Homo neanderthalensis projetava munições, ferramentas, ornamentos e peças para caça e pesca. Agora, ao escavar Riparo Bombrini, uma caverna soterrada no Nordeste da Itália, o especialista também constatou que a espécie organizava e decorava o ambiente doméstico, tal qual o homem moderno sempre fez.



Escavações na caverna italiana de Riparo Bombrini: organização social complexa




Os neandertais que moravam nessa caverna de três andares a dividiram em diferentes cômodos, cada um deles com sua função. O nível mais elevado funcionava como um “home office”, onde provavelmente a caça do dia era combinada entre os membros do grupo, e os animais eram, posteriormente, abatidos. O do meio e o inferior serviam como a casa propriamente dita. De acordo com Riel-Salvatore, no primeiro andar foram encontrados muitos vestígios de carcaças animais, evidenciando a função de açougue do local. Mais no fundo do cômodo havia potes com ocre e, embora não se saiba a finalidade de uso da argila colorida, o pesquisador acredita que o material poderia ser aplicado para curtir couro ou com fins antissépticos.

No nível intermediário, a equipe encontrou evidências de uma ocupação humana bem organizada. Na parte da frente havia ossos de animais e ferramentas de pedra. No fundo, a cerca de meio metro da parede, foram achados vestígios de uma fogueira. Segundo os pesquisadores, isso permitia que o calor circulasse por toda a “sala de estar”. O andar mais inferior é semelhante, com evidências de produção de ferramentas e outros artefatos perto de uma abertura na pedra por onde a luz solar é acessível.

“Os neandertais abatiam animais, faziam ferramentas e se reuniam ao redor do fogo em diferentes partes de seus abrigos. Sempre houve essa ideia de que eles não fizeram um uso organizado do espaço, algo que se atribuía apenas aos humanos modernos. Mas descobrimos que os neandertais não apenas jogavam suas coisas por aí, mas, na verdade, eram bem organizados em relação ao espaço doméstico”, afirma Riel-Salvatore. “Há muitas outras evidências de que os neandertais eram muito mais sofisticados do que se dizia até agora. Se identificamos o comportamento do homem moderno com base na sua organização espacial, temos de estender isso aos neandertais também”, acredita.

Cérebro maior
Muitos estudos têm mostrado que essa espécie era tão inteligente quanto o Homo sapiens. Pesquisa conduzida pelo especialista em crânios antigos Ralph Holoway, da Universidade de Columbia, em Nova York, indicou que o cérebro do neandertal era cerca de 20% maior que o do humano moderno, e anatomicamente idêntico. Segundo Holoway, as áreas cerebrais responsáveis pelos pensamentos complexos eram tão avançadas nessa espécie quanto no Homo sapiens, o que significa que os neandertais tinham a mesma capacidade de pensar que seus primos próximos.

Se conseguia raciocinar, a espécie provavelmente era capaz de falar. Ao analisar o crânio de um indivíduo da espécie, o professor Bob Franciscus, da Universidade de Iowa, notou que o trato vocal dos neandertais era mais largo e curto do que o de um homem moderno, características, porém, que não impediam a fala. “Crucialmente, a anatomia do trato vocal é suficientemente próxima à nossa, indicando que não havia razão para que ele não produzisse uma complexa extensão de sons necessários para a fala”, escreveu Franciscus, em um artigo.

Ainda há muitas especulações sobre a extinção do neandertal. O sequenciamento genético da espécie revelou que eles eram três vezes menos diversificados que o homem moderno, o que dificulta a capacidade de se adaptar a modificações ambientais. E, de acordo com outro estudo do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva publicado na revista Science, a população neandertal era muito pequena. Em média, havia 1,5 mil mulheres em idade reprodutiva entre 38 mil e 70 mil anos atrás. Exterminar uma quantidade restrita de habitantes não seria muito difícil. Ainda mais quando uma leva de Homo sapiens saiu da África e descobriu a Europa, o berço dos neandertais. Mais populoso que os primeiros habitantes, o homem moderno pode ter levado vantagem na competição por recursos.

Museu é reaberto com exposição de Idi Amin

Depois de quase 11 meses fechado à visitação do público, devido a incêndio em janeiro desde ano, o Museu de Ciências Naturais PUC Minas, que completou 30 anos em julho, será reaberto nesta sexta-feira, 13 de dezembro, coincidindo com a solenidade de aniversário dos 55 anos da Universidade. O público poderá visitar o museu a partir do dia 17 de dezembro.
Corpo do gorila deve ser exposto no Museu da PUC

A solenidade de reabertura, no dia 13, será a partir das 10h, no auditório do museu (prédio 40), campus Coração Eucarístico, antecedida da Missa de Natal da Universidade, às 9h. A celebração será presidida pelo arcebispo metropolitano de Belo Horizonte e grão-chanceler da PUC Minas, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, com a presença do reitor e bispo auxiliar da Arquidiocese, professor Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães.

Idi Amin
Com pintura (em verde, marrom e azul), projetos elétrico e contra incêndio totalmente renovados, o museu terá, nesta data, uma grande novidade na exposição Fauna Exótica, no terceiro andar: trata-se do Idi Amin, famoso gorila que habitou o zoológico de Belo Horizonte. O corpo do gorila estará exposto ao lado de Cleópatra, gorila que também veio do zoológico. Eles estarão ao lado dos esqueletos dos elefantes Joca e Margarete, também vindos do zoológico de BH.

Para a montagem do Idi Amin, foi utilizada técnica de curtimento de couro, idêntica à aplicada em bovinos, desenvolvida pela Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) – Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP), o que possibilitou a permanência original da pele, dos pelos e dos dedos do gorila. A técnica tradicional, baseada no curtimento com compostos à base de alumínio, deixaria o couro do Idi Amin quebradiço com o passar dos anos. Para o preenchimento do manequim, que é feito com poliuretano, material leve e poroso, o próprio museu testou revestimento com cimento especial, que dá mais firmeza e durabilidade e acabamento perfeito, em detalhes, além de não ser inflamável, como explica o coordenador do museu, professor Bonifácio José Teixeira.

O museu ganhou sistema de iluminação em led, mais econômica e que não aquece o ambiente, deixando a visita mais agradável. Os horários de visitação continuam os mesmos: incluindo feriados, de terça a sábado, das 8h30 às 17h, e às quintas até as 21h. Os ingressos custam R$5 para o público em geral e R$2,50 para estudantes de escolas públicas.

Exposições
Outra atração que estará totalmente restaurada é a preguiça gigante, que havia desabado com o incêndio. Foi usada resina na superfície externa dos ossos e preenchimento com poliuretano, que dá consistência ao esqueleto. A réplica é feita a partir de fóssil da coleção de Paleontologia do museu, uma das mais importantes das Américas e que contém mais de 70 mil fósseis, não atingida pelo incêndio, assim como toda a reserva técnica e as outras coleções. A preguiça gigante integrava a exposição A grande extinção - 11 mil anos, dos animais existentes no período Pleistoceno.

O público poderá visitar todas as exposições, que permanecerão nos mesmos locais, mas algumas com cenários revitalizados e novas peças. No 1º andar haverá um novo espaço, com novos répteis que integrarão a exposição a Era dos Répteis, como: um esqueleto real, completo, do jacaré do papo-amarelo, oriundo de Minas Gerais, em posição de nado; outros três crânios reais, um do jacaré-açu, da Amazônia, cujo comprimento do animal chega a cinco metros; um do jacaretinga ou jacaré-coroa, proveniente da Amazônia; e um do jacaré-anão, cujo corpo do animal mede menos de um metro. Também estarão em exposição cópias de três crânios: um do jacaré gigante (Purusaurus), do Acre; um de jacaré terrestre (Baurusucus), de Bauru (SP), e outro também de jacaré terrestre, o Spharhisaurus, do interior do norte de São Paulo.

No 2º andar, ficam as exposições Peter W. Lund: memórias de um naturalista; A Grande Extinção: 11 mil anos; e Vida no Cerrado. O painel, com imagem do Pleistoceno, de autoria do artista plástico Walter Lara, foi totalmente recuperado. Já no 3º andar permanecem as exposições Fauna Exótica e a Vida na Água. A maquete da região de Lagoa Santa, onde vivia o paleontólogo Peter Lund, foi totalmente reformada e também ficará nesse andar. A caverna, que simulava o ambiente em grutas exploradas por Peter Lund naquela região, será reconstruída do lado de fora do museu, mas ainda sem previsão. Já o planetário, que permite a observação e simulação astronômica, já está com projeto aprovado e será construído em 2014, também na parte externa do museu, ao lado do auditório.

Uma das iniciativas que poderão ampliar o número de visitantes, que, antes do incêndio, era de 50 mil pessoas por ano, será a total implantação do projeto turístico Rota Lund, do governo do Estado, cujo marco zero é o Museu de Ciências Naturais PUC Minas. O projeto refaz os caminhos percorridos pelo dinamarquês Peter Lund, ligando o museu da Universidade, o Parque Estadual do Sumidouro, as grutas da Lapinha, em Lagoa Santa; Rei do Mato, em Sete Lagoas; e a de Maquiné, em Cordisburgo. Desde setembro de 2013 o Museu de Ciências Naturais também é certificado como atrativo credenciado pelo Passaporte Turístico de Minas Gerais, cujo cartão Minaspass facilita a visita a de diversos atrativos de uma só vez, incluindo o museu.

Em 2013, o museu desenvolveu normalmente suas atividades, com exceção da visitação do público, como coleta de novas espécies, tombamento de novas peças (que inclui o processamento, catalogação e descrição, produção de artigo científico, por exemplo). O professor Bonifácio ressalta que também este ano o museu recebeu muitas peças importantes, como aves da Amazônia e peixes das bacias mineiras. Neste ano, o museu também produziu e forneceu duas réplicas para o Museu de Maquiné, integrante da Rota Lund: uma preguiça, a Notreterium maquinensis, e um urso da face curta. O museu também inaugurou em 2013 o Laboratório de Bioacústica, um dos mais bem equipados do Brasil e que reúne banco de dados de sons de animais, por meio dos mestrados em Zoologia de Vertebrados e em Engenharia Elétrica da Universidade e com financiamento da mineradora Vale e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

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