quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Grupo Louis Vuitton abrirá museu desenhado por Frank Gehry em Paris

SÃO PAULO, SP, 17 de dezembro (Folhapress) - Na esteira de museus recém-inaugurados por grandes empresas e bilionários mundo afora, como o Museu Jumex, na Cidade do México, e o Broad, que abrirá em Los Angeles no ano que vem, o grupo Louis Vuitton-Moët Hennessy confirmou para 2014 a abertura de um novo museu desenhado pelo arquiteto norte-americano Frank Gehry em Paris. 

Homem por trás do Guggenheim de Bilbao, na Espanha, projeto que se tornou emblemático como edifício capaz de revitalizar uma região urbana, Gehry revisita na obra do conglomerado de luxo sua linguagem de cascas sobrepostas e pele metálica. 

Orçado em R$ 320 milhões, o museu reunirá obras da Fundação Louis Vuitton, focada em jovens artistas emergentes do mundo todo e em alguns medalhões da arte contemporânea, entre eles o artista pop norte-americano Jean-Michel Basquiat e jovens como a chinesa Cao-Fei, o norte-americano Ryan Trecartin e o francês Cyprien Gaillard.

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Museu da Gravura inaugura novas exposições

Quatro novas exposições serão inauguradas nesta terça-feira (17), no Museu da Gravura Cidade de Curitiba (Solar do Barão). As salas do museu serão ocupadas pelas mostras “Acervo, Acervo Meu”, “Reorganização de Fragmentos Sentidos”, “Visita ao Planeta dos Macacos” e “Os Inominados”. As exposições permanecerão abertas até 17 de fevereiro de 2014, com entrada franca.

“Acervo, Acervo Meu” apresenta exemplares pertencentes ao próprio museu, reconhecido pela sua excelência na representação da gravura brasileira. Gravuras em pequenos formatos compõem a exposição “Reorganização de Fragmentos Sentidos”, com temática intimista do artista Toni Graton. Onze gravuras, realizadas em água-forte e ponta-seca, compõem a primeira exposição individual deste artista.


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Museu nos EUA busca interessados em 'adotar' crânios do século 19

Interessado deve doar US$ 200 para adotar um dos crânios.
Doador terá placa com seu nome ao lado de do crânio por 12 meses.


O Museu da Faculdade de Medicina da Filadélfia, no estado da Pensilvânia (EUA), está buscando pessoas dispostas a "adotar" um dos 139 crânios que remontam ao século 19 e assim ajudar em sua preservação.

Museu busca pessoas dispostas a 'adotar' um dos 139 crânios que remontam ao século 19 (Foto: George Widman/The College of Physicians of Philadelphia/Reuters)

Os interessados devem doar US$ 200 (R$ 465) para adotar um dos crânios. "Eles precisam de ajuda", disse a curadora Anna Dhody, sobre a campanha lançada pelo museu para encontrar "tutores".

Os crânios pertenceram ao pesquisador austríaco Josef Hyrtl, que os estudou com o intuito de rebater o estudo da frenologia, uma crença de que a forma de um crânio determinava a caráter de uma pessoa.

Os doadores podem escolher um crânio específico para patrocinar a partir de uma lista publicado no site do museu. A coleção reúne exemplares oriundos do Egito, dos Balcãs, da Alemanha e da região onde hoje é a Itália.

Hyrtl vendeu os crânios para o museu em 1874. Pela ajuda, o doador receberá uma fotografia do crânio patrocinado. Além disso, o museu irá colocar uma placa com o nome do doador que ficará ao lado do crânio por 12 meses.

Museu do Holocausto consegue diário de assessor de Hitler

Longo diário era guardado por um assessor de alto escalão de Adolf Hitler quando supervisionava o genocídio dos judeus e outros grupos,



Diário de Alfred Rosenberg, assessor de alto escalão de Adolf Hitler, é exibido no Museu do Holocausto em Washington


Washington - O longo diário guardado por um assessor de alto escalão de Adolf Hitlerquando supervisionava o genocídio dos judeus e outros grupos durante a Segunda Guerra Mundial, uma peça-chave nas provas durante os Julgamentos de Nuremberg, foi entregue nesta terça-feira ao Museu do Holocausto nos Estados Unidos.




Os agentes de Imigração e Alfândega dos EUA encontraram neste ano o diário de 400 páginas de Alfred Rosenberg, em Wilmington, Estado do Delaware, e se apoderaram dele, encerrando uma busca de quase 70 anos pelo documento, que desapareceu depois dos Julgamentos de Nuremberg, em 1946.

"A descoberta e a devolução do Diário de Rosenberg é mais um pequeno, mas significativo, passo para uma compreensão completa e plena da mente depravada dos responsáveis pelo extermínio em massa de judeus e grupos de outras etnias durante a Segunda Guerra Mundial", disse o procurador-geral dos Estados Unidos, Charles Oberly.

Rosenberg acompanhou de perto boa parte do planejamento do Estado nazista, a matança em massa de judeus e outros grupos étnicos, bem como o planejamento da ação na Segunda Guerra mundial.

Rosenberg foi réu nos Julgamentos de Nuremberg, na Alemanha, de 1945 a 1946. Foi considerado culpado de todos os quatro delitos de que era acusado: conspiração para cometer agressão de guerra, crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Ele foi enforcado em 16 de outubro de 1946.