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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Abertas as candidaturas à Bolsa de Investigação do Instituto Arqueológico Alemão para o ano de 2014

Estão abertas as candidaturas à Bolsa de Investigação do Instituto Arqueológico Alemão para o ano de 2014.

No âmbito dos acordos de colaboração entre o Instituto Arqueológico Alemão (IAA) e a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), celebrados por ocasião da cedência da Biblioteca temática do IAA ao Estado português, foi instituída a Bolsa Portugal do Instituto Arqueológico Alemão.

Esta bolsa destina-se a projetos relacionados exclusivamente com Portugal, nas áreas de Arqueologia Pré e Proto-Histórica, Arqueologia Clássica, História Antiga e Arqueologia Medieval, que venham a ser desenvolvidos num dos Departamentos do Instituto Arqueológico Alemão (IAA), enquanto instituição de acolhimento.

As candidaturas, impreterivelmente entregues até 15 de janeiro de 2014, deverão ser exclusivamente submetidas, nos termos do regulamento, através do endereço eletrónico

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O Museo Veronica abriu as portas há duas semanas, na esquina da Rua Tuim com a Avenida Jacutinga, em Moema.

Espanhol, sem concessões

No Museo Veronica, hermanito do Maripili recém-aberto em Moema, pouco se fala português. A cozinha espanhola autêntica vai de pratos elaborados a carnes menos nobres, como orelha e bochecha. E o melhor: a preços justos



O Museo Veronica abriu as portas há duas semanas, na esquina da Rua Tuim com a Avenida Jacutinga, em Moema. Mas as atrações ali não são fotos nem pinturas de museu, e sim pratos da mais autêntica cozinha espanhola. É um lugar de "comidas raras e vinos buenos", como indica a inscrição na porta.
O Museo por dentro - Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão
O Museo por dentro
O restaurante é o irmão mais novo (e um pouco mais sofisticado) do Maripili, na Chácara Santo Antônio, que fez fama pela combinação de cozinha espanhola autêntica e bons preços.
Sócio das duas casas, Dario Taibo gosta de brincar que decidiu abrir o Maripili para ter onde almoçar. Mas a proposta do Museo Veronica é mais ambiciosa. O cardápio tem até uma seção de picar (porções), com jamón com tomate, jamón serrano e ibérico, morcilla e mix de embutidos (sobrasada, chorizo e fuet), entre outras opções ao estilo do Maripili. Mas esse não é o foco da casa: a cozinha ampla permite o preparo de pratos mais elaborados, como a delicia de bacalao (R$ 32), em que o peixe desfiado é preparado al pil pil e chega à mesa sobre purê de batatas, comum e doce, depois de gratinado. Outra atração são as albondigas com calamares (R$ 30), que unem mar e terra num mesmo prato: almôndegas de carne bovina com anéis de lula e molho de tinta de lula.
Carnes em geral pouco valorizadas também têm lugar no cardápio, como as orelhas de porco, preparadas na chapa com alho e salsinha (R$ 20), e a bochecha de boi cozida lentamente em vinho e servida com purê (R$ 32).
A seleção de vinhos oferece 50 rótulos de muitas regiões da Espanha e de outros países. Há também opções em taça, ou melhor, en copa (R$ 8,50).
No comando da cozinha está o jovem chef e sócio João Calderón, que passou primeiro pelo Maripili e depois foi se aperfeiçoar em cozinhas de Portugal, França, Espanha e Inglaterra (onde trabalhou em casas como Viajante e Sketch). Para ajudar na concepção do cardápio, veio de Madri o chef espanhol Alberto Navarro. Completa o time o cozinheiro Luis Granados, igualmente ex-Maripili. Os dois garçons também são espanhóis e quase não se ouve português por ali.
No meio de uma explicação sobre a casa, Dario de repente olha para a calçada e diz: "Ali está a pessoa mais importante do restaurante", apontando para o homem que descarrega de um pequeno caminhão caixas de tomates, cebolas, limões... "Esse sim é o grande segredo da cozinha."
O Museo Veronica abriu sem alarde. De caso pensado. "Nós inauguramos sem contar nem aos amigos", diz Dario. "Assim, pudemos ir afinando com calma a cozinha e o serviço." 

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Museu Stonehenge

Um museu de mais de 100 milhões de reais vai ser aberto para contar a História de Stonehenge, o misterioso círculo de pedras localizado no sul da Inglaterra.

Stonehenge, o famoso e misterioso templo pré-histórico, vai ganhar um museu no sul da Inglaterra.

As pedras, que chegam a atingir cinco metros de altura, foram erguidas a quatro mil e quinhentos anos, seguindo a movimentação do sol.

Apesar da pouca estrutura, o monumento atrai cerca de um milhão de visitantes todos os anos.

Parte dos mais de 100 milhões de reais investidos no projeto vai restaurar a natureza em volta das pedras e facilitar a vida dos turistas.

SONORA 1: Simon Thurley, diretor do Patrimônio Inglês:

"Havia muito tráfico e banheiros temporários. Era muito feio. As pessoas que vinham aqui também não tinham informação sobre as teorias que envolvem este monumento incrível. Para que era usado, porque foi construído".

Uma estrada que passava ao lado vai ser coberta de grama. O estacionamento e a loja de lembranças foram movidos para não atrapalhar a visão da paisagem.

Só uma rodovia permaneceu porque era muito caro criar um túnel ou desviá-la.

O acesso dos visitantes vai ser realizado por um ônibus do próprio museu, que apesar de reunir muita informação sobre Stonehenge, ainda não tem a chave para todos os mistérios.

SONORA 2: Susan Greaney, historiadora do Patrimônio Inglês:

"Com a ajuda da arqueologia, vamos nos aproximar da história do templo e suas mudanças, possivelmente sobre como era usado... temos muito mais noção da área em torno de Stonehenge agora do que há 10 anos".

Museu Lasar Segall ficará fechado para reforma


A reabertura da instituição está prevista para outubro de 2014


A partir de sexta-feira (20), o Museu Lasar Segall, que funciona na antiga residência e ateliê do artista, morto em 1957, ficará fechado para o público por conta de uma reforma de seu telhado, rede elétrica e sistema de climatização. A reabertura da instituição, localizada na Rua Berta, 111, na Vila Mariana, está prevista para outubro de 2014.

O museu, único órgão em São Paulo vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) do governo federal, foi contemplado com recursos do Fundo Nacional de Cultura e da Petrobras para a realização das obras de infraestrutura. A ministra da Cultura, Marta Suplicy, anunciou em novembro que o Ministério investirá R$ 1,5 milhão na reforma. Em comunicado, o Museu Lasar Segall afirma que suas atividades, como exposições, cursos e oficinas, "serão desenvolvidas extenamente, em parceria com outras instituições.

O museu funciona na antiga residência e ateliê do artista - Felipe Rau/ Estadão
Felipe Rau/ Estadão
O museu funciona na antiga residência e ateliê do artista




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