sábado, 8 de fevereiro de 2014

EXPOSIÇÃO: "Questões do universo feminino"

Centro Cultural Árabe Sírio / São Paulo - SP - APRESENTA


EXPOSIÇÃO: "Questões do universo feminino"
Disponível em: Português,


Idealizador: Edison Mariotti - GALERIA VIRTUAL- www.rc.com.br


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Amor, casamento, a solidão, sexualidade, velhice, sexo, responsabilidades, conflitos, angústias, felicidades, intimidades, devaneios, charme, ambição, educação, conexão, restrições, inseguranças, fragilidades, conexão, submissão, repressão...

A mulher é, por natureza, um ser complexo. Ela é exuberante.
Ela gosta de ser protagonista, de ser reconhecida, de ser olhada, de ser
respeitada, de ser ouvida, de ser surpreendida.

Como a mulher enxerga a vida e como ela se expressa?
Como o feminino aparece na arte?

Artistas convidadas:
Cláudia La Bella, Leice Novaes, Luciana Uyeda, Magda Bugelli,
Mary Yamanaka, Renata Andrade.

Nesta exposição podemos contemplar: as telas; as esculturas; a dança; a poética das obras; a literatura de Vera Simões em comemoração ao dia internacional da mulher; o cinema com o curta "Café amargo". No "FACE to FACE” o bate papo dos artistas com o público. E o lançamento de "IDEIAS", o espaço de co-criação para os artistas. E mais: o aconchego dos visitantes da MELHOR IDADE e das crianças.

Idealizador: Edison Mariotti - GALERIA VIRTUAL- www.rc.com.br



ABERTURA: dia 25 de fevereiro de 2014 - 18hs
LOCAL: Centro Cultural Árabe Síria,
ENDEREÇO NOVO, RUA DOS INGLESES, 149
BIXIGA - BELA VISTA - SP - SP

"A ARTE" supera conflitos!



Programação da Exposição – “Questões do universo feminino”

Data – Evento
25-02 – (terça) Abertura da exposição – 18hs

27-02 – (quinta) Visita de um grupo da “MELHOR IDADE” – 15hs

10-03 – (segunda) Dia internacional da mulher – sobre o livro de Vera Simões – 18hs

11-03 – (terça) Mary Yamanaka apresenta trabalho de pesquisa da CAPA do livro

            “FESTAS DE CARRO DE BOI” de Rogério Corrêa – 18hs

13-03 – (quinta) Visita de um grupo de crianças – 15hs

14-03 – (quinta) Lançamento "IDEIAS" o espaço de co-criação para os artistas – 16hs

25-03 – (terça) Dança “Lei Maria da Penha” com Luciana Uyeda – 18hs
 
26-03 – (quarta) "FACE to FACE” o bate papo dos artistas com o público – 18hs

27-03 – (quinta) Avant première curta “Café Amargo” – 18hs

31-03 – (segunda) Encerramento da exposição – retirada das obras – até às18hs




Informações do evento:

Local: Centro Cultural Árabe Sírio / São Paulo - SP
Início: 25/02/2014 18:00
Termina: 31/03/2014 18:00


fonte:
Edison Mariotti


National Gallery, em Londres, compra pela primeira vez uma pintura de um artista americano

A pintura Men of the Docks de 1912 é do pintor George Bellows e pode ser vista a partir de dia 7 de Fevereiro.








O museu londrino, considerado um dos maiores museus de pintura do mundo comprou a obra Men of the Docks de 1912 da autoria do pintor realista George Bellows (1882-1925). A pintura está disponível no museu a partir de dia 7 de Fevereiro juntamente com outras obras de pintores como Monet e Pissarro.

Este trabalho marca uma ruptura nas políticas de aquisição da National Gallery, que adquiria principalmente obras provenientes da Europa Ocidental.

Men of the Docks é um óleo sobre tela de 45x63 cm e retrata umdia de Inverno tendo como protagonistas trabalhadores nas docas e, ao longe, vê-se Manhattan.

Segundo o site da National Gallery esta pintura custou mais de 30 milhões de euros e “é a primeira pintura do aclamado artista americano a entrar numa colecção pública do Reino Unido”.

Men of the Docks foi comprada ao Randolph College, em Lynchburg, na Virginia e faz parte de uma nova parceriaacadémica transatlântica, a primeira deste tipo entre uma universidade americana e uma galeria britânica.

O director da National Gallery, Nicholas Penny, compara a forma como Bellows pinta à técnica do francês Édouard Manet e refere que os visitantes da National Gallery irão passar a olhar para a sua obra de um modo diferente, a vê-lo "mais moderno e original do que nunca”. George Bellows nunca esteve na Europa mas foi muito influenciado por artistas que surgiram no início do séc. XX no continente europeu.

A National Gallery começou a colaborar com a Terra Foundation for American Art – uma associação que pretende explorar e compreender as artes visuais dos Estados Unidos – em 2009, e foi aí que o museu começou a interessar-se pela pintura americana. Esta parceria pretende levar a Londres obras-primas dos Estados Unidos e em 2011, George Bellows foi protagonista de uma das exposições temporárias da National Gallery que teve 98 mil visitantes.

De acordo com a Reuters o museu recebe cerca de um milhão de visitantes por ano e o acesso à colecção permanente é gratuito, sendo apenas necessários bilhetes para as exposições temporárias. A National Gallery foi fundada em 1824 e sustenta-se através de subsídfios do Governo.

fonte:
http://www.publico.pt/cultura/noticia/national-gallery-em-londres-compra-pela-primeira-vez-uma-pintura-de-um-artista-americano-1622832#/0




















O batalhão das artes

O filme "Caçadores de Obras-Primas" mostra a incrível história real de especialistas em arte que foram à guerra para recuperar o acervo roubado pelos nazistas, estimado em cinco milhões de peçasIvan Claudio (ivanclaudio@istoe.com.br)



Assista ao trailer do filme


No célebre desembarque das tropas aliadas na Normandia, em 1944, um batalhão especial não sabia sequer desviar das marolas – o que dizer então do fogo inimigo. Ele era especial porque formado por artistas, historiadores de arte e curadores de museus, sendo por isso chamado de Monuments Men, homens monumentos, cuja missão era proteger o patrimônio artístico da espoliação nazista. É sabido que entre os projetos de Hitler para a “glória do império alemão” estava a criação do Fürhermuseum, o Museu do Fürher, a ser levantado em sua cidade natal, Linz, na Áustria.


OPERAÇÃO VÊNUS
Os soldados e a catalogadora do museu Jeu de Pomme:
atrás de obras levadas para um futuro Museu do Führer

Para isso, Hitler mandou esvaziar museus, igrejas e coleções privadas nos países ocupados. Localizar essas obras, dispersas pela Alemanha, foi a principal missão dos Monuments Men, cuja atuação ganha as telas no filme “Caçadores de Obras-Primas”, em cartaz na sexta-feira 14.

George Clooney produz, dirige e protagoniza a história baseada em fatos reais reproduzidos em livro pelo escritor Robert Edsel.
Ele interpreta o historiador de arte Frank Stokes, inspirado no conservador do museu da universidade de Harvard, George Stout. Ao todo, o filme alinha mais seis “caçadores de telas perdidas”, todos baseados em figuras existentes: o especialista em arte James Granger (Matt Damon), o arquiteto Richard Campbell (Bill Murray), o escultor Walter Garfield (John Goodman), o marchand francês Jean Claude Clermont (Jean Dujardin), o coreógrafo Preston Savitz (Bob Balaban) e o consultor inglês Donald Jeffries. E, obviamente, a grande informante do grupo, Claire Simone (Cate Blanchett), que trabalhou para os nazistas durante a ocupação de Paris catalogando todo o acervo roubado e depositado no Museu Jeu de Paume antes de ser levado à Alemanha. Na realidade, essa personagem chamava-se Rose Valland, tida como uma heroína durante a Resistência.


TROPA DE ELITE
Dimitri Leônidas, John Goodman, George Clooney, Matt Damon
e Bob Balaban como os Monuments Men: estratégias para
reaver obras de Michelangelo e Leonardo Da Vinci

Também autor do roteiro (em parceria com Grant Heslov, colaborador em “Boa Noite e Boa Sorte” e “Tudo pelo Poder”), Clooney adaptou com certa leveza para um filme de guerra essa atividade pouco divulgada do batalhão das artes. Podem-se contar nos dedos as mortes no front – e mesmo os confrontos com alemães e russos são pontuados por humor e ironia. De outro lado, a narração de fato tão desconhecido se dá com requintes de superprodução. Logo no início, ao argumentar sobre a necessidade do trabalho de preservação da arte em tempos de guerra, uma cena convence pelo impacto de como deve ter acontecido na realidade: a reconstituição da luta da população milanesa para manter de pé o afresco “A Santa Ceia”, de Leonardo da Vinci. A cena mostra dezenas de pessoas, entre mulheres, homens e crianças, carregando sacos de areia para apoiar a grande parede com a pintura, intacta como um milagre após um ataque aéreo.

Descontado o discurso edificante, o filme é bastante instrutivo em relação aos detalhes da máquina nazista. Sem apelar para a gravidade, desvenda as estratégias supercalculadas e seguidas à risca pelas equipes encarregadas da espoliação dos povos vencedores mostrando que a subjugação da cultura é correlata aos avanços da dominação política. Nessa rapina artística, uma das formas usadas pelo regime de Hitler foi simplesmente distribuir o acervo onde menos se esperava que fosse escondido: na casa de ex-oficiais, moradores de pequenas cidades. Numa dessas residências visitadas pelos Monuments Men havia na parede telas de Pierre Auguste Renoir e Paul Cézanne, surrupiadas de uma das maiores coleções francesas, a da família judia Rothschild.


PARCERIA
Matt Damon e Cate Blanchett em um depósito de obras roubadas:
acervo foi totalmente catalogado pelo museu Jeu de Pomme

O filme descreve também duas operações que vieram a se tornar famosas: o resgate da “Madona de Bruges”, única escultura de Michelangelo fora da Itália, e do “Retábulo de Ghent”, de Jan Van Eyck, encontrados na mina de sal de Altaussee, na Áustria; e a localização do autorretrato de Rembrandt na mina de cobre de Hellbronn. As minas eram usadas como esconderijo não apenas por estarem em locais de difícil acesso e protegidas de ataques aéreos: elas mantinham as condições climáticas adequadas à conservação desses objetos. Como curiosidade, mostra-se que em Altaussee foi também localizada a reserva de ouro nazista. Uma parte dela em pepita: eram as obturações dos judeus mortos nos campos. É quando o horror invade a arte.



Fotos: Divulgação


fonte:
http://www.istoe.com.br/reportagens/347019_O+BATALHAO+DAS+ARTES?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage