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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Bilionário russo investe fortuna na criação do Museu de Arte em São Petersburgo

Viktor Vekselberg abriu instituição que conta com obras raras e ovos Fabergé

O bilionário russo Viktor Vekselberg, que entre outras atividades, dirige o Fundo Financeiroresponsável pelo funcionamento do polo científico e tecnológico de Skolkovo, investiu fortunas para a instalação de um Museu de Arte em São Petersburgo. Ele diz ter escolhido a cidade para sediar a instituição por se tratar da capital cultural da Rússia e por querer que a iniciativa estivesse, de alguma forma, associada à história do país entre o século XVIII e início do século XX.

Para Viktor Vekselberg, um dos símbolos desta época foi o joalheiro Carl Fabergé, que atingiu o topo da arte em sua especialidade e que, por isso mesmo, teve a coleção escolhida como primeira mostra do novo museu privado da Rússia.
A maioria dos famosos ovos de Páscoa de Peter Carl Fabergé foi produzida para a família imperial russa

O Museu de Arte de São Petersburgo foi instalado no Palácio Shuvalov, que fica na margem do canal Fontanka. Como o edifício se encontrava em estado de degradação, Vekselberg decidiu investir na sua recuperação, avaliada em US$ 36,7 bilhões.

O Ministro da Cultura da Rússia, Vladímir Medinski, elogiou o resultado e afirmou que a abertura deste museu é um evento de escala nacional que fala do renascimento do verdadeiro espírito do empresário e filantropo russo, que investiu recursos próprios neste projeto.

A coleção de Ovos Fabergé foi comprada por Vekselberg aos herdeiros do magnata norte-americano Malcolm Forbes, em 2004. Faz parte deste acervo o primeiro ovo encomendado ao artista pelo tzar Alexandre Terceiro para presentear a sua esposa, Maria Feodorovna, em 1885. Há também no museu pinturas raras de artistas, como o impressionista francês Pierre-Auguste Renoir, obras de mestres joalheiros famosos e outros objetos de arte da coleção pessoal do magnata.

O Museu de Arte de São Petersburgo abrigará, ainda, exposições temporárias e, para isso, o empresário está mantendo negociações para formar parcerias com o Museu de Arte Pushkin e a Galeria Tretiakov, em Moscou.

Peter Carl Fabergé, fundador da empresa familiar e dinastia de mestres joalheiros, ficou famoso pela criação de uma série de ovos de Páscoa valiosos, a maioria dos quais feitos por encomenda da família imperial russa.


fonte:
http://www.diariodarussia.com.br/cultura/noticias/2014/02/18/bilionario-russo-investe-fortuna-na-criacao-do-museu-de-arte-em-sao-petersburgo/

EL MUSEO FUERA DEL MUSEO. EL CASO DE LA APP “MAGIC IN MODERN LONDON”

Muchas veces hablamos de la fórmula “el museo fuera del museo”, una forma de sacar las “colecciones” y la labor que realiza dicha institución fuera de sus paredes. Una labor de difusión de su patrimonio en las calles, con el objetivo de darla a conocer a la sociedad que apenas entra o desconoce totalmente lo que alberga el interior de tal o cual museo.

Pero, ¿cómo podemos dar a conocer el patrimonio de una entidad cultural sin perjudicarla gravemente? Pues una forma efectiva y atractiva, aunque costosa, todo hay que decirlo, es mediante una App. Voy hablaros del caso de la App “Magic in Modern London”.



Se trata de una App en forma de búsqueda del tesoro por todo Londres creada por la Wellcome Collection a raíz de su exposición “Charmed Life” con el objetivo de dar a la conocer la colección recogida por Edward Lovett en sus investigaciones sobre el folcklore y las supersticiones de principios del s.XX. Y no han vistomejor manera de difundirlo, para proteger la buena conservación de los objetos, que hacerlo mediante una App.


“Ayuda a Lovett a recorrer las calles de Londres de principios del s.XX en busca de objetos y amuletos con propiedades mágicas relacionados con las supersticiones de la gente local de la época para completar su colección e investigación”.



El usuario debe recorrer Londres, móvil en mano, para recuperar todos los amuletos esparcidos por la ciudad. Básicamente se trata de una guía móvil de Londres de un mundo etnográfico que ya no existe. Muchos de estos lugares están relacionados con antiguos “miedos”. Por ejemplo, un amuleto se encuentra cerca de un antiguo hospital, el cual esta relacionado con el miedo de la población por la enfermedad de la tuberculosis.

La App utiliza un mapa de las calles de Londres de 1908 colocada encima de una interfaz de Google Maps, con un control deslizante que permite al jugador hacer desaparecer el mapa antiguo para orientarse en todo momento. Este mapa ayudará a los jugadores a encontrar los amuletos. El material que ofrece pistas o información de los objetos perdidos se activa mediante geolocalización cuando los usuarios se acercan al tesoro.

Al encontrar dicho amuleto (un “amuleto encontrado en la ubicación exacta donde lo recogió Lovett) se desbloquea una historia sobre el mismo, narrada por Lovett y recogida en sus investigaciones. Así hasta recuperar todos los amuletos y completar la colección. Hay un total de 64 amuletos para descubrir que vandesde objetos tallados en hueso, en coral, perlas, monedas, y otros objetos curiosos.

En conclusión:

Ventaja: divertido juego de búsqueda del tesoro por una ciudad mediante una App llena de pistas, lecturas que se abren mediante geo-caché de la obra de Lovett, ilustraciones, música y paisajes sonoros para recrear el ambiente de la época, vídeos e imágenes relacionados con la colección que recopiló Lovett.

Desventaja: no puedes jugar si no estas en la ciudad de Londres, ya que se activa la búsqueda del tesoro por geoposición (GPS de tu smartphone)








Imágenes de la web de iTunes.
App sólo disponible para iPhone. Podéis descargarla aquí https://itunes.apple.com/es/app/magic-in-modern-london/id555328123?mt=8 

Restauração do Novo Museu em Berlim

Arquiteto David Chipperfield comandou a obra. 

fonte:
http://www.dw.de/restauração-do-novo-museu-em-berlim/av-17439670
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Cresce número de visitantes no Museu Casa dos Ottoni (MG)

Semana de Museus e Primavera dos Museus contribuíram para crescimento de 30% no fluxo de frequentadores

Museu Casa dos Ottoni: aumento da visitação durante eventos nacionais
Museu Casa dos Ottoni: aumento da visitação durante eventos nacionais
O museu Casa dos Ottoni/Ibram, situado na cidade do Serro (MG), recebe mais visitantes a cada temporada. Nos últimos 3 anos, o crescimento foi de 30%. O resultado vem de pesquisa realizada pela equipe do museu a partir de dados de visitação do triênio 2011-2012-2013.
De acordo com o levantamento, o público total do museu em 2011 foi de 2.562 visitantes; em 2012, o número aumentou para 3.297; e, em 2013, chegou a 4.585 visitantes.
O levantamento mostra que houve picos de visitação, em todos os anos pesquisados, durante as temporadas, mas também um crescimento sustentado distribuído ao longo do ano. Os números são mais expressivos próximos a eventos como a Semana de Museus – em comemoração ao Dia Internacional de Museus - em maio, e a Primavera dos Museus – comemorando a chegada da estação do ano - em setembro.
A pesquisa também revela que houve uma boa visitação de turistas estrangeiros no período, sendo a maioria deles da França (26%), Estados Unidos (23%), Alemanha (15%) e Espanha (10%).
Quanto à escolaridade, a grande maioria dos visitantes do museu possui apenas Ensino Fundamental (44%), proporção seguida pelo Ensino Médio (24%), Ensino Superior (24%) e Infantil (8%). 
O museu abriga acervo composto de mobiliário antigo, fotografias, pinturas, lampiões e pequenos objetos do cotidiano, além de livros e documentos históricos, como o importante arquivo do Senado da Câmara do Serro (séculos XVIII e XIX)
fonte:
http://www.brasil.gov.br/cultura/2014/02/cresce-numero-de-visitantes-no-museu-casa-dos-ottoni-mg