terça-feira, 11 de março de 2014

Museu de Barueri traz histórias, lendas e naufrágios da Ilhabela

No dia 10 de março, o Museu Municipal de Barueri abre à visitação a exposição “Histórias, lendas e naufrágios da Ilhabela”, que poderá ser visitada até 28 de abril, das 9h às 20h de terça a sexta. Aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h. Já no dia 11 haverá uma palestra com o mergulhador responsável pelo resgate do naufrágio, Jeannis Planton, às 14 horas.




A mostra tem como objetivo divulgar os objetos encontrados nos naufrágios ocorridos no arquipélago de Ilhabela e a importância da cidade como pólo turístico e preservacionista. Jeannis Planton, mergulhador, é o responsável pelo acervo acumulado através dos anos. O material de valor histórico e arqueológico submarino encontra-se exposto no Museu Náutico de Ilhabela.

A exposição é composta de painéis com textos e fotos, vitrines, bases e maquetes dosprincipais navios naufragados. A mostra proporciona ao público um contato direto com ahistória da ilha, seus naufrágios e suas lendas.

A intenção desta exposição é promover o diálogo, a interatividade, divulgando a colocando um acervo de importância ao alcance dos estudantes, pesquisadores e público em geral, contribuindo para a democratização da informação e do acesso ao patrimônio cultural. Para tanto, a mostra é dividida em três eixos: A localização e história de Ilhabela, Lendas e Naufrágio do Príncipe de Astúrias e Outros Naufrágios: Therezina, Dart e Guarany.

HISTÓRIAS, LENDAS E NAUFRÁGIOS DA ILHABELA
De 10 de março a 28 de abril
No Museu Municipal de Barueri
Avenida Henrique Gonçalves Batista, 359, Jardim Belval
Gratuito
Visitação: terça a sexta-feira, das 9 às 20 horas. Sábados, domingos e feriados, das 9 às 14 horas
Informações: 4198-5975/4198-8298
 
 
Com informações de Simone Trino

Museu etnológico de Colônia investe no público infantil

Além de atrair adultos interessados em cultura, ciência ou tecnologia, museus da Alemanha tentam cada vez mais servir de espaço de aprendizado para as crianças.

A presença de oito crianças, entre 5 e 11 anos de idade, no Espaço Oriental do Museu Etnológico Rautenstrauch Joest, em Colônia, no oeste alemão, é recorrente. Num espaço cheio de tapetes orientais e móveis que remete à história do Oriente, são oferecidas oficinas especiais para crianças.
A etnóloga Laura Winkler oferece com regularidade visitas guiadas pelo museu, em que explica como populações indígenas vivem em suas tendas e costuram seus calçados, ou ensina como fazer um "livro mágico" do Oriente. Além de outros detalhes interessantes para os pequenos visitantes.
Primeiro, Laura passeia com as crianças pelas salas do museu, para depois trabalhar as impressões delas em atividades manuais. "Temos muitos admiradores entre as crianças, algumas vêm regularmente", conta a etnóloga. Passar uma tarde no museu acaba sendo não só interessante para conhecer o espaço, mas principalmente porque ali as crianças podem desenvolver uma série de atividades, completa.
Museu interativo
Museu atrai atenção das crianças
Este é exatamente o conceito do Museu Etnológico de Colônia: fazer com que os visitantes mirins se divirtam, enquanto aprendem coisas novas. Para o diretor da seção infantil do museu, Peter Mesenhöller, tais atividades fomentam a criação de novas gerações de um público interessado em museus, além de ampliar os horizontes das crianças para a existência de outras culturas. Algo que o museu, segundo ele, consegue fazer de maneira bem mais lúdica que aulas de geografia ou de história nas escolas.
Além disso, as crianças podem entender melhor como funciona a estrutura de um museu. "Grupos escolares aprendem, por exemplo, como é organizada uma exposição, do começo ao fim, entendendo que se trata de algo que vai além do ato de simplesmente dependurar quadros", completa Mesenhöller.
E foram as próprias crianças que ajudaram na criação do Juniormuseum, um departamento próprio do Museu Etnológico, no qual o visitante jovem anda por uma casa, podendo descobrir, em cada cômodo, detalhes sobre a vida de uma criança de outra região do planeta: há cômodos representando a vida das crianças em Sierra Leone, Canadá, Turquia ou Alemanha.
Numa tela, os moradores mirins dos países retratados falam sobre seu cotidiano: enquanto a menina japonesa Naoko conta o que faz depois que volta da escola, o canadense Steve fala não só sobre basquete, mas também sobre suas raízes indígenas. E a alemã Anna-Lena mostra seu quarto.
Mais interessante que a escola
Oficinas para os pequenos em museu de Colônia
Para Peter Mesenhöller é sobretudo importante que o Juniormuseum chegue, com suas oficinas, também a pais e crianças que normalmente não frequentariam um museu. Graças a um patrocinador, as oficinas são todas gratuitas ou de baixo custo.
Desde os anos 1960, a pedagogia museológica é uma área de importância na Alemanha. O museu é visto como um local que não deve somente atrair uma elite cultural, mas também garantir sua função de local de aprendizado para o público em geral. Hoje em dia, a tendência nesse sentido é tamanha que o museu, antigamente visto como templo da arte, vem se transformando quase num parque de diversão.
Especialmente no que diz respeito às crianças, as ofertas educativas são diversas. Mas o que as crianças de fato gostam, segundo os especialistas, é quando podem tocar nos objetos expostos. Na visita guiada ao Museu Etnológico de Colônia, elas podem, por exemplo, sentir pelos de animais fechados numa caixa, para depois adivinharem de qual animal é o pelo em questão.
"Mais legal do que na escola"
Christian: aluno constante nas oficinas do Museu
Durante a visita, depois de uma passagem pela cabana dos nômades, com paredes de decoração oriental e cenas de representação do cotidiano, com camelos e tuaregs, as crianças seguem para a sala de trabalhos manuais, onde devem elaborar as informações recém-adquiridas na confecção de um "livro mágico".
Pintura, trabalho com papel e purpurina, entre outros, fazem parte das oficinas. Christian, um dos frequentadores mais assíduos, já participou de diversos workshops. "É de qualquer forma mais legal do que na escola. Gosto de vir aqui porque aprendo coisas novas e no fim sempre posso montar alguma coisa", diz ele.
Segundo Laura Winkler, histórias de piratas e temas relacionados a populações indígenas são alguns dos tópicos das oficinas, que duram em torno de duas horas, oferecidas pelo Museu Etnológico.

DW.DE

Museu do Oriente recebe Escola de Dança do Conservatório Nacional

Os alunos da Escola de Dança do Conservatório Nacional sobem ao palco do Auditório do Museu do Oriente nos dias 2 e 3 de Abril, às 19:30, para um espectáculo de dança contemporânea.


Na primeira parte, dão-se a conhecer seis coreografias de alunos pertencentes aos dois últimos anos do curso. Na segunda parte, apresenta-se uma coreografia de Gagik Ismailian, com a participação dos alunos do 7º e 8º anos.
 
ESPECTÁCULO DOS ALUNOS DA ESCOLA DE DANÇA DO CONSERVATÓRIO NACIONAL
Data: 2 e 3 de Abril
19:30
Auditório
Preço: 7,5 euros (descontos em vigor)
Duração: 75’, com intervalo
Maiores de 3 anos


fonte:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=690146

Ano Cultural Brasil-Catar, os eventos são uma oportunidade para que os povos dos dois países

Para Rafah Barakat, chefe do projeto do Ano Cultural Brasil-Catar, os eventos são uma oportunidade para que os povos dos dois países se conheçam melhor. Exposições brasileiras em Doha já são um sucesso.




Barakat e o embaixador Al-Hayki

São Paulo – Da capoeira brasileira às pérolas catarianas, a troca de valores culturais entre Brasil e Catar são o objetivo do Ano Cultural que une os dois países em 2014. Com uma série de eventos em andamento e outros que ainda estão sendo organizados, o projeto visa aproximar os dois povos por meio de exposições, feiras e mostras típicas aqui e lá.

“O Catar tem muitas coisas interessantes e bonitas, uma cultura muito antiga. Temos muito a mostrar aos brasileiros sobre nossa cultura e precisamos fazer isso em um ano. Há muito o que mostrar aos brasileiros sobre a verdadeira cultura árabe-islâmica do Catar”, disse Rafah Barakat, chefe do Projeto do Ano Cultural Brasil-Catar 2014 da Autoridade de Museus do Catar, entidade que promove a iniciativa nos dois países, nesta segunda-feira (10), em São Paulo.

Barakat está no Brasil passando pela capital paulista, Rio de Janeiro, Salvador e Belém. Na agenda, ela tem visitas a museus que podem abrigar algumas das exposições planejadas e também encontros com representantes dos governos locais, que estão apoiando a realização dos eventos. Mohammed Al-Hayki, embaixador do Catar em Brasília, acompanha Barakat em suas reuniões no País.

As atividades culturais já começaram nos dois países. “O povo do Catar tem gostado muito de conhecer a cultura brasileira, desde que começamos com a capoeira no Dia Nacional dos Esportes no Catar, em 11 de fevereiro. Foi maravilhoso, recebemos três mil pessoas assistindo a capoeira e tivemos workshops depois disso”, contou Barakat.

Em 15 de fevereiro, foi a vez do início da exposição dos artistas plásticos brasileiros Pedro Varela e Carolina Ponte, em Doha. “Recebemos 500 pessoas no primeiro dia. O ministro da Cultura estava lá, o embaixador do Brasil também. Foi perfeito!”, afirmou

Olhando pelo outro lado, Barakat se mostra satisfeita em poder exibir no Brasil mais da cultura e história de seu país. Ela destaca ainda o apoio que tem recebido dos governantes brasileiros.

Divulgação


Capoeira em Doha: três mil pessoas conheceram esporte brasileiro

“O governo do Brasil tem ajudado muito. Eles abriram as portas para o nosso projeto e ficaram muito felizes em receber os eventos, especialmente o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Desde que assinamos o acordo de cidades-irmãs entre Doha e Brasília [no fim de janeiro], ele tem ajudado muito nosso projeto. Estamos muito felizes em conhecer a cultura do Brasil e poder mostrar a nossa cultura”, ressaltou.

A capital federal recebeu um festival de filmes do Catar. As próximas atrações programadas no Brasil são uma feira de livros em Brasília e em Belém, no Pará, e uma exposição com cerca de 200 pérolas vindas do Catar, em São Paulo.

A programação do Ano Cultural Brasil Catar vai sendo atualizada conforme os eventos são agendados nas diferentes cidades brasileiras e também em Doha. Para saber quais os próximos eventos é só acessar o link www.qatarbrazil2014.com


fonte:
http://www.anba.com.br/noticia_artes.kmf?cod=21863120

Canhão naval do século 16 segue para Museu Histórico Nacional

Peça fundida no século 16 foi encontrada em 2011 pelo Ministério Público em casa na Pampulha e agora será levada para Museu Histórico Nacional, onde fará parte de coleção




Aparelho de guerra foi recuperado durante operação do Ministério Público de Minas Gerais



Uma decoração no mínimo extravagante: um canhão naval em varanda de propriedade particular. Por fim, da Região da Pampulha, em Belo Horizonte, seguiu para pátio público e histórico, próximo ao mar do Rio de Janeiro. O aparelho de guerra do tipo berço, fundido no século 16, foi descoberto em 2011 durante operação de combate a crimes ambientais. Recuperado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a raridade – há registro de apenas oito em todo o mundo – segue hoje para o Museu Histórico Nacional, sob a proteção do Exército.

Os trabalhos de investigação, o mandado de busca e apreensão e a guarda provisória da peça mobilizaram autoridades de várias promotorias e gabinetes, inclusive no Norte do estado. Desde a retomada do patrimônio público, em 13 de junho de 2012, foram muitos os levantamentos de pesquisa da descoberta, acolhida pela Superintendência de Museus e Artes Visuais.

Estudos indicam que a peça de 1,60 metro, de aproximadamente 60 quilos, foi fundida pelo português Francisco Álvares, entre 1560 e 1580 – na arma em liga de cobre e bronze, a inscrição da fundição em Portugal, no século 16. Trata-se do primeiro canhão do fundidor em território brasileiro. Eram apenas quatro os canhões navais do período em solo verde e amarelo. Investigações revelaram que a peça veio de embarcação naufragada, por meio de resgate clandestino, nos anos 1980, na costa da Bahia. Possivelmente, quatro séculos de fundo do mar.




Ela segue para o museu que é de responsabilidade do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro



PATRIMÔNIO O representante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Paulo José de Souza, presente na assinatura do termo de entrega do canhão naval, ressalta a importância da ação do MPMG em trazer à luz da história o patrimônio apropriado indevidamente. “A peça acrescenta muito à coleção de canhões do Museu Histórico Nacional”, avalia. No Rio de Janeiro, a relíquia portuguesa, embalada cuidadosamente em TNT e plástico bolha, é esperada com entusiasmo.

Para Marcos Paulo de Souza Miranda, da Coordenadoria das Promotorias de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico (CPPC), um fato inédito em Minas Gerais, terra de peças sacras, distante do oceano. “É uma peça extremamente valiosa para a nossa história. É com grande satisfação que devolvemos ao coletivo um patrimônio público que estava em poder de um particular”. O coordenador da (CPPC) destaca ainda a importância do canhão berço para a história marítima e naval do Brasil.

fonte:
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/03/11/interna_gerais,506480/canhao-naval-do-seculo-16-segue-para-museu-historico-nacional.shtml

Fósseis de animal pré-histórico encontrados na Sibéria


Esqueleto de estegossauro ocupa um lugar de honra na exposição do Museu Etnográfico de Krasnoyarsk. Esta espécie antiga de dinossauro herbívoro e quadrupede com uma idade superior a 160 milhões de anos foi encontrada por um paleontólogo local e oferecida ao museu.




Foto: EPA








Este é o melhor presente nos dias quando o museu completa 125 anos, consideram seus colaboradores que já deram nome a este réptil que viveu no fim do período Jurássico – Jurachka.

A particularidade desse achado consiste em que são os únicos restos mortais de estegossauro na Rússia e os mais antigos no mundo, disse à Voz da Rússia a vice-diretora do Museu Etnográfico de Krasnoyarsk, Tatiana Zykova:

“Não foram encontrados ossos de crânio e por isso não se pode determinar de que grupo faz parte o animal. Mas sem dúvida trata-se de um novo gênero e de uma nova espécie. Foram encontrados dentes, alguns ossos de uma perna, toda a coluna vertebral e ossos costais. Todos os estegossauros possuíam espigões ósseos nas costas, que os tornavam os mais distintos entre todos os dinossauros”.

Fragmentos de esqueleto revelaram muitos dados sobre o réptil aos cientistas. Jurachka atingiu uma idade avançada; sofria de osteocondrose, o que testemunham vértebras unidas; tinha vários traumatismos – em costelas foram encontradas calosidades ósseas que se produzem em resultado da junção de ossos fraturados. Tinha um tamanho relativamente pequeno – três metros de comprimento e um metro e meio de altura, era herbívoro e não carnívoro.

Nas palavras da colaboradora do museu, uma casualidade feliz ajudou a descobrir o Jurachka. Seus restos mortais foram encontrados numa mina a céu aberto que já não foi explorada em plena medida.

“Os serviços de detonação já foram suspensos e foi extraído apenas o carvão que se encontrava na superfície. Por isso tornou-se possível estudar as áreas em que foram achados esses fósseis. São de cor negra e, à primeira vista, não se distinguem do simples carvão. Só especialistas são capazes de definir que são ossos muito antigos. Na opinião de cientistas, o animal tem pelo menos de 165 milhões de anos".

Ao todo, no mundo, foram descobertos cerca de 10 esqueletos de estegossauros, principalmente no continente americano. Seus fósseis nunca foram encontrados anteriormente na Rússia. Diferentemente dos Estados Unidos, do Canadá e da China, na Rússia não há enormes regiões arenosas com desfiladeiros e gargantas. Todos os restos mortais de dinossauros russos encontram-se numa alta profundidade e é muito difícil descobri-los. Às vezes, seus fósseis podem ser encontrados em pedreiras, minas e litorais de rios e riachos e será grande sorte se forem descobertos e entregues a cientistas.

Foi nomeadamente tal sorte que ajudou a encontrar o estegossauro siberiano. O réptil pesava seis vezes menos em comparação com seus familiares americanos. Mas o “siberiano” é muito mais velho que eles e é, pelo visto, seu antecessor.

O exemplar único ocupa um lugar de honra na exposição do Museu Etnográfico de Krasnoyarsk.

“Os visitantes do museu podem ver verdadeiros fósseis de dinossauro e não suas cópias de plástico expostas habitualmente em museus estrangeiros, onde os originais são guardados, regra geral, longe de olhos humanos”, destacou Tatiana Zykova.

fonte:
http://portuguese.ruvr.ru/2014_03_11/F-sseis-de-animal-pr-hist-rico-encontrados-na-Sib-ria-1103/

Cultura seleciona interessados em gerenciar museus

A Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC-MT), por meio do Governo do Estado, está com dois Editais abertos para parceiros gestores interessados em desenvolver as atividades do "Museu Histórico de Mato Grosso", e do "Museu de Arte de Mato Grosso - Pinacoteca".

Trata-se de um processo seletivo por concurso, descrito em Diário Oficial de quinta-feira (06.03), para selecionar entidades de direito privado, sem fins lucrativos, devidamente qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) ou Organizações Sociais (OS), em conformidade com os requisitos exigidos na legislação previstas no edital em anexo, da página 38 à 44, para a execução das atividades e serviços referentes aos dois museus. As inscrições seguem até o dia 21 de março.

Sendo assim, a resolução de número 001, de 05 de março de 2014, regulamenta a implantação do Museu de Arte de Mato Grosso, a "Pinacoteca", que será composta por obras de arte que fazem parte do acervo da SEC-MT e aquelas que resultam de incorporação ao seu patrimônio, e funcionará no bem denominado antiga "Residência dos Governadores.

A secretária de Estado de Cultura, Janete Gomes Riva, no uso de suas atribuições constitucionais, com fundamento no decreto de número 1.327, de 13 de maio de 2008, resolve regulamentar a implantação do Museu de Arte de Mato Grosso, que terá sua sede na Rua Barão de Melgaço, 3.565, bairro Centro.



fonte:
http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=452722