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domingo, 30 de março de 2014

Área: Antropologia e Museologia / Subárea: Antropologia e museus - Concurso para professor Museologia UFPE

Concurso para professor Museologia UFPE

Área: Antropologia e Museologia / Subárea: Antropologia e museus

Classe: Adjunto / Regime de Trabalho: DE
Número de vagas: 1
Titulação Mínima exigida / Perfil do Candidato: Livre Docente ou Doutor em Antropologia ou Museologia ou áreas afins

Salário: 8.344,64 sendo 3.804,29 (vencimentos Básicos) + 4.540,35 (Retribuição por titulação).


em:

http://www.ufpe.br/progepe/images/progepe/documentos/CCD/edital%20n%2019%20de%2026%20de%20maro%20de%202014.pdf
 

Bienal do Whitney Museum em Nova York reúne mais de 100 novos artistas

Evento é um dos maiores do segmento artístico e aponta novas tendências.
Neste ano, artistas não tão conhecidos do públicos ganham mais destaque.

Mais de 100 artistas participam da Bienal do Whitney Museum, em Nova York. As obras deles dão um amplo panorama do que há de novo na arte nos Estados Unidos. Este é um dos maiores eventos de arte em um dos museus mais importantes do mundo.

A Bienal do Whitney Museum é dedicada a artistas talentosos, mas não tão conhecidos do público. Nomes que estão construindo as tendências da arte contemporânea têm parada obrigatória nesse museu, que foi fundado em 1931.

A bienal de 2014 foi organizada por três curadores. No evento, estão expostas as obras de 103 artistas e as mulheres, que tem revitalizado a pintura abstrata, ganharam destaque neste ano.

Os quadros da americana Louise Fishman alterna camadas de tinta grossa e fina em pinceladas marcantes. Uma das obras da artista foi inspirada nos encontros e desencontros dos canais de Veneza, na Itália.

No trabalho de Donna Nelson, a experimentação de cores e de texturas na obra lembra uma janela. Uma escultura monumental de cordas e fibras, que vai do teto ao chão, é da artista americana Sheila Hicks. Uma cascata de cores que se abre delicadamente até chegar ao piso.

A tela de malha modelada da californiana Lisa Auerbach traz vários conselhos. Um deles poético: “Let the dream write itself”, ou seja, “Deixe que o sonho dite o rumo”.

Uma das maiores peças da exposição é a de Gretchen Benders. Na placa de vinil amassado, estão títulos de filmes em neon.

No museu, o dia a dia ganha novos contornos. Uma briga foi a inspiração para a escultura de Shana Lutker. A arte aponta para diversas direções. "Não existe um único caminho. Podemos dizer que não há nada a ser dito que seja definitivo, a ideia da bienal é mostrar isso, que há visões diferentes. A arte contemporânea é inconstante, está sempre mudando e é muito subjetiva", diz Elisabeth Sherman, uma das curadoras do museu.

E é isso que torna um passeio pela bienal tão enriquecedor. Descobrir as surpresas que podem estar escondidas em uma obra.

imagem:
 http://s03.video.glbimg.com/x240/3244018.jpg

fonte:
http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/03/bienal-do-whitney-museum-em-nova-york-reune-mais-de-100-novos-artistas.html

Museu de Pará de Minas é reaberto após três anos em reforma

Museu reabriu com exposição que conta a história do local.
Cerca de R$ 140 mil foram gastos na reforma.


Museu tem acervo que conta história da cidade
(Foto: Prefeitura de Pará de Minas/ Divulgação)

O Museu Histórico de Pará de Minas (Muspam), que fica na Rua Manoel Batista, nº 51, no Centro, foi reinaugurado na sexta-feira (28). Após três anos de obras, o museu foi reaberto com uma exposição sobre o próprio local: "Muspam 30 anos. Uma nova história pra você". Neste sábado (29), ainda como parte da programação de reabertura, será lançado o bianuário da Academia de Letras de Pará de Minas, um livro que reúne textos dos autores da Academia de Letras na cidade escritos nos anos de 2012 e 2013.

Ana Maria Campos, gerente do Muspam, rressalta que é gratificante ver a reforma concluída. “Durante o tempo que o museu esteve fechado, houve muito trabalho para a manutenção de nosso acervo histórico”, disse.

A gerente conta ainda que foram reformados o telhado e feitas obras de acessibilidade. “Com isso, teremos condições de receber e mostrar um pouco da história de Pará de Minas para as pessoas com necessidades especiais”, salientou.

De acordo com o secretário de Cultura e Comunicação Institucional, Lu Pereira, foram gastos cerca de R$ 140 mil com a reforma do local.

O Muspam fica aberto de 9h às 18h, de terça a sexta-feira, e no domingo, de 9h às 12h. Além da programação que será preparada para os visitantes, uma exposição permanente contará a história de Pará de Minas.


fonte:

http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2014/03/museu-de-para-de-minas-e-reaberto-apos-tres-anos-em-reforma.html

Exposição de peças de ouro da Crimeia pode ser desviada para Ucrânia

A exposição “Crimeia: Ouro e Segredos do Mar Negro”, inaugurada no início de fevereiro no Museu Allard Pierson, em Amsterdã, corre o risco de não retornar à República da Crimeia, podendo ser enviada ao Ministério da Cultura da Ucrânia. A questão, surgida por conta da associação da Crimeia à Rússia, vem sendo discutida pelos juristas da Universidade de Amsterdã, proprietária da instituição cultural, e tem recebido muitas críticas por parte das autoridades russas, que defendem a volta das peças expostas para a península.

A mostra reúne achados arqueológicos de cinco museus da Crimeia, maioria dos quais produzidos em ouro da Cítia, que foi uma região na Eurásia habitada na antiguidade por um grupo de povos iraniano e cujos domínios compreendiam, entre outros, os atuais territórios da Ucrânia e da Crimeia.

Na quinta-feira, 27, a representante do museu holandês, Yasha Langue revelou à agência de notícias RIA Novosti que as peças deverão permanecer em Amsterdã pelo menos até o fim da mostra, marcada para final de agosto. Segundo ele, devido à complexidade da questão, a discussão tem recebido atenção do próprio Ministério dos Negócios Estrangeiro da Holanda. Segundo o representante da Presidência da Rússia para assuntos de cooperação cultural internacional, Mikhail Shvydkov, o ouro dos museus da Crimeia deve retornar à península, já que o mesmo faz parte da herança cultural dessa região.

fonte:
http://www.diariodarussia.com.br/cultura/noticias/2014/03/28/exposicao-de-pecas-de-ouro-da-crimeia-pode-ser-desviada-para-ucrania/

Tate Gallery concordou em devolver um quadro de John Constable ao seu proprietário após a constatação de que o mesmo havia sido roubado pelos nazistas

Museu Tate Modern em Londres: esta é a primeira vez que a galeria londrina teve que devolver uma obra ao seu proprietário











Londres - A Tate Gallery de Londres concordou em devolver um quadro de John Constable (1776-1837) ao seu proprietário na Hungria após a constatação de que o mesmo havia sido roubado pelos nazistas, anunciaram nesta sexta-feira fontes do museu.




A pintura, intitulada "Beaching a Boat, Brighton", foi concebida por Constable em 1824 e estima-se que a mesma foi saqueada na Hungria entre 1944 e 1945.

Após a denúncia vir à tona, um comitê de especialistas designados pelo governo informou que a Tate Gallery tinha "obrigação moral" de devolver a pintura, que foi comprada em 1962 por um colecionador privado britânico e doada ao museu em 1986.

Esta é a primeira vez que a galeria londrina teve que devolver uma obra ao seu proprietário, um "conhecido artista húngaro, que morreu em 1958 e que fugiu da invasão nazista de 1944 passando à clandestinidade", segundo o relatório do comitê.

Os denunciantes, cujas identidades não foram reveladas, descobriram em abril do ano passado que a pintura de Constable pertencia à coleção da Tate e, na sequência, comunicaram o Ministério de Cultura, Mídia e Esporte do Reino Unido.

Depois da analise do ministério, o comitê recomendou a devolução do quadro à galeria e lhe acusou de "não ter proporcionado aos herdeiros toda a informação relevante" acerca da obra de arte.

Fontes do museu informaram hoje que "ficaram satisfeitos com as conclusões do relatório" e que a obra será devolvida à família do proprietário.
fonte:
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/galeria-devolvera-tela-roubada-por-nazistas