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terça-feira, 15 de abril de 2014

FedEx entrega esqueleto raro de T. Rex ao Museu Smithsonian

O esqueleto, quase completo, foi transportado de Montana para Washington, D.C. pela FedEx custom Critical


A FedEx custom Critical, subsidiária da FedEx Corp. (NYSE: FDX), transportou, com segurança, um raro esqueleto de Tiranossauro Rex do Museum of the Rockies, na cidade de Bozeman, Montana, para o Museu Nacional de História Natural Smithsonian, na cidade de Washington, D.C.

O fóssil de 65 milhões de anos, batizado de The Nation’s T-Rex (T-Rex da Nação, em tradução livre), ficará em exposição no Smithsonian, ao qual foi emprestado por 50 anos. O esqueleto deve ser a peça central da nova sala de dinossauros do Museu, que recebe mais de 7 milhões de visitantes anualmente.

Com aproximadamente 11 metros de comprimento (38 pés) e sete toneladas de peso, o T-Rex viajou de Montana a Washington, D.C. em um caminhão da FedEx custom Critical especialmente customizado. O veículo foi conduzido por uma dupla de motoristas – marido e mulher – e equipado com as mais modernas e inovadoras tecnologias, incluindo um sistema de GPS programado com a rota identificada como a ideal pela equipe da White Glove Services uma divisão da FedEx custom Critical para serviços personalizados.

A viagem de quatro dias contou com o monitoramento proativo e a visibilidade proporcionada pelo ShipmentWatch, um novo serviço da FedEx custom Critical que utiliza dispositivos com a tecnologia SenseAware® para manter as especificações predefinidas para o envio – como temperatura, nível de umidade, exposição à luz e pressão barométrica – durante o transporte. É esse recurso único que faz da FedEx a empresa de transporte e logística preferencial quando se trata de entregar com segurança artefatos de valor inestimável, como é o caso do T-Rex.

“A FedEx custom Critical tem experiência e expertise na entrega de algumas das cargas mais preciosas do mundo, e esse envio singular demonstra nossa habilidade de, mais uma vez, criar soluções perfeitamente adaptadas às necessidades de nosso cliente”, diz Virginia Albanese, presidente e CEO da FedEx custom Critical. “Estamos emocionados por termos colaborado com o Smithsonian para levar uma peça histórica tão importante até a capital de nosso país".

Kathy Wankel, proprietária de um rancho em Montana, descobriu um osso do braço do dinossauro em 1988, na Represa de Fort Peck – o primeiro osso do braço de um T-Rex encontrado na história. Após levar o osso para o Museum of the Rockies, uma equipe iniciou uma grande escavação em torno da represa. A busca revelou 80% do esqueleto do dinossauro. O T-Rex da Nação é considerado hoje um dos exemplares mais completos conhecidos pelo homem.

fonte:

http://www.segs.com.br/categoria-veiculos/155717-fedex-entrega-esqueleto-raro-de-t-rex-ao-museu-smithsonian.html

Pesquisa indica bumbás do Amazonas como patrimônio cultural

A pesquisa realizada na região pode aclamar a expressão cultural do Estado como intocável. 

 


Manaus - Após pesquisadores mineiros não darem continuidade ao levantamento de dados para o tombamento dos bois-bumbás do Amazonas, pelo fato de desconhecerem o Estado, o antropólogo Cristian Pio Ávila e a gerente cultural Denise Vasconcelos trabalham, no momento, na fase de revisão bibliográfica, onde pesquisadores com nível de mestrado e doutorado estão em campo para buscar dados sobre a expressão cultural, pela empresa Amazonas Sincronia Arte Pesquisa e Restauro, que dão continuidade à licitação que foi aberta há dois anos.

“Estamos reunindo todos os elementos imateriais; as danças, músicas, lendas, mitos e tudo o que vem de origem de nosso folclore”, adiantou Denise. Após o recolhimento de todo esse material com vídeo e foto, o relatório será entregue em forma de um grande acervo de dados para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com Cristian, um dos critérios mais importantes para que os bumbás do Estado sejam, de fato, tombados, é as pessoas reconhecerem a expressão como sua identidade cultural. Outra questão que será levada em consideração é se a expressão cultural já fez parte de três gerações continuadas (75 anos). O antropólogo diz que o relatório será entregue em 2016 e terá, no mais tardar, o resultado no final do mesmo ano.

Sobre a importância do tombamento, Denise explica que esta reunião de dados, para concluir o inventário para ação, é importante porque funciona como um ‘salva-guarda’ do patrimônio imaterial cultural, que funciona para mantê-los vivos na história da cidade e do Estado.

“Caso os bois do Amazonas sejam declarados patrimônio da humanidade, o Estado é obrigado a criar políticas, que sirvam a manutenção da expressão, com a continuidade do bem, do plano e ‘salva-guarda”, reforçou Cristian.

Curiosidades

Um fato interessante no relatório é que a pesquisa não se limita apenas aos bois de Parintins. “Existe uma maneira de brincar de boi no Amazonas, e esta forma tem sido realizada em outros municípios. No entanto, Parintins é uma grande referência e criou uma festa única”, ressaltou Cristian.

Questionado sobre curiosidades durante esta fase de recolhimentos de dados, Cristian revela um ponto importante: que o bumbá do Amazonas não é uma inspiração do boi do Estado do Maranhão.

“Existe, por exemplo, uma referência de 1780, onde um padre pedia para sua paróquia uma quantidade de fitas coloridas para enfeitar um boi que ele tinha, o que mostra que a figura do boi é tão antiga aqui quanto no Maranhão. “Os que brincaram de boi aqui, brincaram lá”, concluiu.

fonte:
http://www.d24am.com/amazonia/parintins-cultura-arte/pesquisa-indica-bumbas-do-amazonas-como-patrimonio-cultural/110194

Mostra de artesanato de tradição em Brasília-DF

A exposição de artesanato “Mão Brasileira” reúne acervo de mais de 100 peças dos 27 Estados do País no Shopping Iguatemi, em Brasília, até 22 de abril de 2014.

A mostra tem curadoria de Renato Imbroisi e apresenta o diálogo entre o artesanato de raiz e tendências contemporâneas da arte e da moda. A proposta incentivar a valorização do artesanato brasileiro. “Queremos mostrar para o País a beleza da arte que se transmite entre gerações de uma localidade e de como isso é importante para nossa identidade cultural”, explica Carmo Sodré Mineiro, presidente da ArteSol, que realiza a exposição.

A ArteSol é uma organização que tem como missão salvaguardar e disseminar o artesanato de tradição enquanto patrimônio cultural brasileiro.

Fotos: Ananda Moraes. Clique para ampliar.
fonte babeldasartes

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Foto: Thomas Baccaro
Foto: Thomas Baccaro