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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Masc Museu Musical apresenta o espetáculo Cânticos Negros, Inspirações Ancestrais

O Masc Museu Musical, projeto gratuito da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) que leva mensalmente apresentações musicais ao Museu de Arte de Santa Catarina, traz Roberta Lira e o Vocal de Mulheres Wambui, com “Cânticos Negros, Inspirações Ancestrais”. A segunda edição do ano será no dia 24 de abril, às 19h30min.

Elas cantam, contando histórias - O Vocal das Mulheres Wambui, que na língua swahili significa “cantadoras de histórias”, explora algumas vertentes da música negra. O grupo interpreta canções populares antigas e contemporâneas, vissungos, cânticos religiosos, poemas e sonoridades de matriz africana, afro-brasileira e diásporas negras.

As cantoras, com diferentes percursos musicais, misturam suas experiências pessoais, influências e gêneros, que dão um tempero especial a cada canção. Este projeto originou-se da pesquisa Músicas Negras, da coordenadora e diretora musical Roberta Lira, que vem dedicando-se a ele desde 2009.

Mulheres Wambui existe desde maio de 2012 e, atualmente, é formado por três cantoras: Regina Oliveira, Graça Pereira e Lu Amaral. Já O percussionista Willian Oliveira vem de uma família de músicos, toca samba de raiz e pagode desde os 16 anos. Seguindo os dons dos pais, dedica-se ao samba de raiz profissionalmente.

fonte:
http://www.adjorisc.com.br/geral/masc-museu-musical-apresenta-o-espetaculo-canticos-negros-inspirac-es-ancestrais-1.1450220#.U1W2oFVdWAM

Samsung inaugura museu de eletrônicos na Coreia do Sul



A Samsung abriu nesta segunda-feira um museu da história da indústria eletrônica dentro da sua sede na cidade de Suwon, na Coreia do Sul. O Samsung Innovation Museum, aberto para visitantes de segunda a sábado, também promete explorar o presente e o futuro do setor.

Espaço na sede da empresa, em Suwon, tem 10.590 m² divididos em cinco andares


Com 10.950 m² em cinco andares, o museu é dividido em três espaços. No Hall 1, ele conta a história do início da indústria eletrônica, passando pela descoberta da eletricidade, telecomunicações, eletrônicos para a casa e rádio. Alguns modelos originais, como uma das primeiras lâmpadas de filamento de Thomas Edison, estão em exibição.
O segundo espaço exibe a época da inovação industrial, abordando a invenção dos semicondutores, das comunicações móveis e telas, mostrando os primeiros celulares da história. E, por fim, o Hall 3 mostra a visão da própria empresa sobre o futuro da tecnologia, por meio de seus produtos e serviços nas áreas de varejo, saúde, governo, finanças, educação, entre outras.

fonte: http://tecnologia.terra.com.br/samsung-inaugura-museu-de-eletronicos-na-coreia-do-sul,eb5f84f701585410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

O museu de arqueologia tem uma exposição debaixo de água

Há 30 anos que se começou a investigar o que há no fundo do mar em Portugal. A exposição O Tempo Resgatado ao Mar faz o resumo destas décadas e quer lembrar que o património guardado pelo mar é um ponto fundamental do debate sobre este recurso natural.


O Tempo Resgatado ao Mar é assim espaço para a relação do mar com o homem e com os objectos por ele produzidos
JOSÉ PAULO RUAS/DIRECÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL



Quando se passa a primeira arcada azul escuro é como entrar em apneia, como quando se está debaixo de água e as imagens são mais lentas e os sons menos nítidos e mais profundos. Não é só por causa das paredes de tom escuro (que durante o percurso vão ficando mais claras), mas especialmente por causa do vídeo do artista Nelton Pellenz, Azul Profundo, que nos dá a impressão de uma entrada no mar. É isso que quer O Tempo Resgatado ao Mar, exposição patente até ao final do ano no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa: mergulhar-nos num mar que conserva património e que é uma porta de entrada noutras Eras.

A exposição reúne 30 anos de arqueologia subaquática em Portugal – uma actividade que começou a ser estruturada e leccionada nas universidades nos anos 1980. Mostra peças, algumas delas expostas pela primeira vez, recolhidas em ambientes marítimos, fluviais ou mesmo húmidos, como grutas, em todo o território nacional. As peças estão dispostas por ordem cronológica e agrupadas segundo o lugar em que foram encontradas, cobrindo o período histórico desde a época pré-romana ao século XX.

À entrada, enquanto ouvimos os barulhos subaquáticos do vídeo de Pallenz, olhamos de frente para uma canoa, um achado furtuito no rio Lima. Tem uma simplicidade rudimentar, sem ornamentos, só a madeira, as linhas essenciais de uma piroga e a falta de um pedaço ou outro. No entanto, no contexto da exposição ganha um valor de obra de arte: posta ao nível do chão, dentro de uma vitrine profunda, com fundo escuro e que do seu topo até à peça tem escrito o nome da exposição. “É como se estivesse posta no fundo do mar”, diz Maria Amélia Fernandes, coordenadora da exposição.

Apesar da sua simplicidade, é o mote para esta mostra. “É a figura convite em que as pessoas podem entrar para fazer esta viagem”, diz António Carvalho, director do Museu Nacional de Arqueologia. Esta canoa, um objecto que expressa uma ligação intemporal e universal com o mar, diz Maria Amélia, já que é reconhecido por qualquer pessoa de qualquer lugar, tem além disso grande relevância arqueológica – é uma peça do século VII, rara em Portugal e em qualquer parte do mundo e que confirma aquela zona do rio Lima como lugar ancestral de travessia.

Depois de ser encontrada, em 1996, ficou até 2013 imergida numa solução aquosa por falta de meios adequados à sua secagem em Portugal. É necessário um tratamento cuidado destas peças depois de retiradas da água porque a mudança do ambiente aquoso para o ambiente seco é brusca e danifica a madeira. “Foi descoberta uma outra piroga no Lima e deixada a secar [por quem a encontrou] ao sol. Ficou toda torcida”, conta Maria Amélia. Em 2013, o Museu Nacional de Arqueologia conseguiu fazer uma parceria com o espanhol Museo Nacional de Arqueología Subacuática, em Cartagena, que com recursos caros e muito específicos para este tipo de recuperações, secaram a canoa por liofilização, um processo de desidratação que durou três semanas. “Inicialmente pensaram que o processo ia levar mais tempo. Também para eles foi uma experiência nova, nunca tinham tratado uma peça destas”, diz Maria Amélia.

Cápsulas do tempo
Estes pormenores técnicos e científicos convivem em O Tempo Resgatado ao Mar com a informação mais essencial sobre a arqueologia subaquática para mostrar, através dos artefactos encontrados, mas também de vídeos, gravuras e pinturas, como trabalha esta disciplina. “Desmistifica-se a ideia da recolha de objectos de proveniência submersa de forma arbitrária ou de caça ao tesouro”, escreve no catálogo da exposição Adolfo Silveira Martins, comissário científico da exposição, lembrando que é mais comum o público conseguir reconhecer uma escavação arqueológica em terra que uma subaquática.

Esta é uma das razões porque, segundo António Carvalho, O Tempo Resgatado ao Mar não tem um só público alvo. O director do Museu diz sentir igual entusiasmo quando guia uma visita a esta exposição a um historiador, a um grupo de portugueses ou a uma delegação de estrangeiros, como os romenos que, diz, se sentiram maravilhados com este mundo do mar, que associam imediatamente a Portugal, e a que não têm tão grande acesso no seu país de origem.

Além do aspecto científico, muito presente, esta é “uma exposição bonita”, diz, sublinhando o grande cuidado em criar um ambiente cénico, em que a luz e os cenários são importantes na valorização das peças. Por causa desta apresentação cuidada somos tentados a equiparar o valor de moedas de prata ou jóias de ouro da naufragada Nau Nossa Senhora dos Mártires, do século XVII, às nozes e castanhas resgatadas do século XV, ou às solas de sapatos do século XVII.

fonte:
http://www.publico.pt/cultura/noticia/o-museu-de-arqueologia-tem-uma-exposicao-debaixo-de-agua-1632934#/1

MUSEO DE LOS SENTIDOS

Cuando tuvimos la oportunidad de visitar las localizaciones exactas donde Van Gogh colocaba su caballete para pintar, en la época del año aproximada en la que pintó cada uno de sus maravillosas obras, nuestra percepción anterior sobre el arte de este enorme y controvertido  talento cambió, evolucionó, se enriqueció de una forma inimaginable antes de comenzar aquel fantástico viaje. Nos ocurrió lo mismo con Cézanne, como ya comentamos en blog anteriores, cuando visitamos su estudio de Aix en la Provenza francesa. Los cuadros se magnificaban a partir de las sensaciones que percibíamos en su atelier: el olor del óleo y la trementina, el polvo suspendido en el aire, la luz del sol de la Provenza que se filtraba a través de los árboles del jardín de la casa de Cézanne. Incluso comimos aquello que al señor Cézanne le gustaba degustar antes de pintar. Para captar la esencia de la pintura del artista, de la manera más completa posible, era muchísimo mejor estar allí y no tanto rodeados de su obra en el Museo d’Orsay, en realidad un Almacén de Arte. Para sumergirse en la realidad aprovechando nuestros cinco sentidos para sacarle todo el jugo, como fue con la obra de Van Gogh y Cézanne, deberemos visitar las localizaciones que formaron parte de su vida y de su obra. Todo esto si los queremos conocer bien, en toda su dimensión o, al menos, aproximarnos lo más posible a esa dimensión. Tomándonos una copa de absenta en la terraza del café de la plaza de Arlés, donde el genio pelirrojo solía beber y pintar al anochecer y hasta la madrugada, nuestra manera íntima de captar la esencia de su obra cambiará para siempre. Ocurrirá con todo lo relacionado con el Arte, con la obra de todos los artistas, pero también en otros muchos terrenos del conocimiento humano como son la Ciencia y la Historia.

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La noche de verano llega a Arlés. Concretamente al Café de Van Gogh (como se llama ahora), y si hacemos un pequeño ejercicio de abstracción, podremos observar al genio pelirrojo con su caballete al fondo de la terraza.


A partir de esta forma de percibir la realidad, reflexionamos sobre si en los museos, cuando miramos los objetos, cuando observamos Arte, estamos recibiendo una información incompleta ya que la realidad del contexto de cada objeto o de cada obra no es el museo. Podríamos incluso pensar que el museo es un soporte antinatural para la mayor parte de los contenidos. ¿No deberíamos tener en cuenta esta reflexión a la hora de plantear los proyectos museográficos? ¿Tendríamos que estar obligados a contextualizar los objetos, el Arte, para hacer absoluta justicia a todo su potencial de percepción sensitiva? Nosotros pensamos que sí, que deberíamos cuidar al máximo el trabajo de contextualización para ayudar a los visitantes perciban una “realidad virtual” lo más parecida a la realidad real posible. 

 Si los profesionales museógrafos enfocamos nuestro esfuerzo en la labor didáctica que los museos deben asumir ahora y para siempre, entonces en nuestros proyectos debemos tener muy en cuenta la relación de la percepción del individuo sobre la realidad y los sentidos: vista, oído, olfato, tacto y gusto, lo que podríamos denominar trabajo sobre la percepción sensitiva del visitante, y así generar el contexto adecuado para los contenidos expuestos en los museos. No es tanto ver sino percibir.

La aspiración de todo museógrafo profesional es que el visitante del museo reciba el contenido museístico sobre un contexto museográfico que le haga justicia a la percepción de dicho contenido sobre todas sus capacidades sensitivas

Evidentemente, si podemos disfrutar de la obra de Rembrandt en su casa, decorada con los muebles originales, con las ventanas y cristales con los que el mismo Rembrandt miraba a la calle, podemos aproximarnos mucho a una realidad imprescindible para valorar su obra en su justa medida. Lo mismo que ver los pinceles que usaba, saber como montaba un lienzo, el tipo de mixturas que usaba para crear colores, etc. 

Creemos que esa información es fundamental para poder apreciar un hecho histórico, en esta caso relacionado con el Arte Universal. Hemos observado que esto es particularmente útil para los niños de hoy, ya que tienen una forma muy particular de percibir la realidad, en un mundo liderado por los medios ultra-tecnificados a los que tienen acceso desde que son bebés. 

Los niños mantienen una relación con los contenidos en la que básicamente participa la vista y poco más. ¿Tenemos en cuenta que hay importantísimos contenidos que se deben recibir implicando el resto de los sentidos? Los niños deben deben aprender a utilizar el resto de los sentidos para percibir el mundo tal y como es. Los sentidos son instrumentos de la percepción que deben servir para llegar a un modelo de aprendizaje sobre la historia, directo y cercano a la realidad. Porque el contexto forma parte de la historia. La enseñanza de la historia debe incluir una aproximación al contexto, y todo esto debería ocurrir en los museos.

Algo tan aparentemente irrelevante como es la luz, forma parte fundamental para comprender determinadas realidades históricas

Sabemos que todos estos planteamientos sobre soluciones a incorporar a la didáctica de los museos pueden parecer poco realistas. Nos estimula ver que en algunos casos ya se está haciendo, ya está ocurriendo, con un enorme éxito. Hemos visto que el aprendizaje, sobre todo en el caso de los niños, cambia radicalmente y que de esta manera el conocimiento perdura. 

En España tenemos el ejemplo del Museo Thyssen, donde se programan constantemente actividades que hacen que la percepción de todos los públicos que participan hacia el Arte mejore exponencialmente. Ya sabemos que no todos nos podemos permitir el lujo de seguirle la pista a Matisse, a Modigliani, a Picasso, pasear por Utah Beach en Normandía cerca de la orilla donde ocurrió el desembarco, u observar las condiciones con las que Marie Curie trabajaba al lado de su marido antes de descubrir los rayos X. Y así hasta el infinito y más allá. 

Pero, sí podemos hacer el esfuerzo de interpretar la realidad del saber fundamental, del saber que obligatoriamente debemos enseñar bien a quien quiera aprender, debemos ser justos con la percepción de esa realidad. A la historia, al Arte, tenemos que hacerles justicia y a sus protagonistas también, por supuesto, acercándonos, lo más que podamos, a la manera que tenían de vivir sus vidas y en la época correspondiente. Debemos entender aquellas formas de entender la realidad, con el uso de las mismas capacidades que convirtieron a estas personas de gran sensibilidad en genios universales: debemos usar nuestros sentidos. Con insistencia, promulgando su valor, se acabará logrando, pero primero hay que abandonar definitivamente los viejos modelos que no funcionan y que no atraen visitantes a los museos, sino todo lo contrario. Para evolucionar hay que saber abandonar lo que no funciona. Urge.

Existen museos en el mundo que llevan años contextualizando museográficamente los contenidos para potenciar al máximo su capacidad didáctica. Que se haga bien no siempre está relacionado con enormes presupuestos, ni mucho menos, se trata de desarrollar buenas ideas y cierta habilidad para llevarlas a cabo

Imagen principal: Campaña Museo del Holocausto en Washington D.C.
fonte: http://evemuseografia.com/2014/04/21/museo-de-los-sentidos/

tradutor google
MUSEU DOS SENTIDOS
Paulo teve a oportunidade de visitar os locais exatos onde Van Gogh colocou seu cavalete para pintar , o tempo aproximado do ano você pintou cada uma de suas obras maravilhosas , nossa percepção anterior da arte deste grande e polêmico talento mudou , evoluiu, enriqueceu de forma inimaginável antes desta viagem fantástica . 

Fizemos o mesmo com Cézanne , como já discutido em blog anterior , quando visitou seu estúdio em Aix em Provence. As fotos são ampliadas a partir das sensações que percebidos em seu ateliê : o cheiro de óleo e terebintina , a poeira em suspensão no ar, o sol da Provence que se filtrava através das árvores no jardim da casa Cézanne . Mesmo comeu o que ele gostava de Mr. Cézanne provar antes de pintar. 

Para capturar a essência da pintura do artista, tão completamente quanto possível , foi muito melhor do que estar lá e não tanto cercado por seu trabalho no Museu de Orsay d' , na verdade, um armazém Arts. 

Para mergulhar na realidade , aproveitando nossos cinco sentidos para obter todo o suco, como foi com a obra de Van Gogh e Cézanne , visitamos os locais que fizeram parte de sua vida e sua obra. Tudo isto , se sabemos bem, em todas as suas dimensões, ou pelo menos o mais próximo possível com essa dimensão. Levando -nos um copo de absinto no terraço do café na praça de Arles, onde o gênio e pintura de cabelos vermelhos usados ​​para beber ao entardecer e até o amanhecer , o nosso modo íntimo para capturar a essência de seu trabalho mudou para sempre. Isso acontece com tudo relacionado à arte , o trabalho de todos os artistas , mas também em muitos outros campos do conhecimento humano como ciência e história.

noite de verão chega a Arles. Especificamente Café Van Gogh ( como é chamado agora), e se fizermos um pequeno exercício de abstração , podemos ver o gênio de cabelos vermelhos com seu cavalete na parte inferior da plataforma.

De esta maneira de perceber a realidade , refletir se em museus , quando olhamos para os objetos , quando olhamos para a arte, estamos recebendo informações incompletas , porque a realidade do contexto de cada objeto ou cada obra não é o museu. Podemos até pensar que o museu é um suporte natural para a maioria dos conteúdos . 

Não deveríamos considerar esta reflexão quando se consideram os projetos de museu ? Devemos ser forçado a contextualizar a objetos , a arte , a justiça absoluta de sua percepção sensorial em potencial? Achamos que sim, devemos nos preocupar com cada contextualização trabalho para ajudar os visitantes a um desenho o mais próximo possível do real realidade " realidade virtual". Se museographers profissional concentrar nossos esforços em um trabalho educativo que os museus devem tomar agora e para sempre , então em nossos projetos devem levar em conta a relação entre a percepção do indivíduo da realidade e dos sentidos : visão, audição, olfato, tocar e provar , o que poderia ser chamado de trabalho sobre a percepção sensorial do visitante, e gerar o contexto apropriado para o conteúdo postado em museus. Não há muito a ver, mas percebemos.

 qualquer museographer aspiração profissional é que os visitantes recebem Museu Belas conteúdo em um contexto de museu que faz jus à percepção de tais conteúdos em todas as suas habilidades sensoriais

Obviamente, se nós podemos apreciar a obra de Rembrandt em sua casa, decorada com mobiliário original , as janelas e os vidros com o mesmo Rembrandt olhou para a rua, podemos nos aproximar muito uma realidade essencial para avaliar o seu trabalho em perspectiva medir. 

O mesmo que ver os pincéis que ele usou , ou seja, como um piloto de tela, tipo de misturas que é utilizado para criar cores , etc . Acreditamos que essa informação é essencial para apreciar um fato histórico , neste caso relacionado a Art Universal. Descobrimos que isso é particularmente útil para as crianças de hoje, como eles têm uma maneira muito particular de perceber a realidade , em um mundo liderado pelos meios ultra- enteched eles têm acesso quando são bebês . As crianças têm uma relação com o conteúdo no modo de exibição e, basicamente, pouco mais complicado . Não consideramos que há um conteúdo muito importante que deve ser envolver os outros sentidos ? As crianças precisam aprender a usar outros sentidos para perceber o mundo como ele é. Os sentidos são instrumentos de percepção que devem ser usados ​​para se chegar a um modelo de aprender sobre a história , direto e mais próximo da realidade . Porque o contexto é parte da história . O ensino de história deve incluir uma abordagem de contexto, e isso deve acontecer em museus.

Algo aparentemente tão irrelevante como é a luz , tão fundamental para a compreensão de certas realidades históricas parte

Sabemos que todas essas abordagens para soluções para incorporar a didática do museu pode parecer irrealista. Somos encorajados a ver que em alguns casos já está sendo feito, já está acontecendo , com enorme sucesso. 

Temos visto que a aprendizagem , especialmente no caso das crianças, mudar radicalmente e, portanto, o conhecimento permanece. Em Espanha temos o exemplo do Museu Thyssen, onde as atividades que tornam a percepção pública de todos os envolvidos com o cronograma de Artes constantemente melhorar exponencialmente. 

Sabemos que nem tudo o que podemos dar ao luxo de manter o controle de Matisse, Modigliani , Picasso, passear Utah Beach , na Normandia , perto da costa, onde o desembarque ocorreu , ou observar as condições que Marie Curie trabalhou ao lado de seu marido antes que ele descobriu os raios X e assim por diante até ao infinito e além. 

Mas podemos fazer um esforço para interpretar a realidade do conhecimento fundamental , o conhecimento que temos , necessariamente, ensinar bem que quer aprender , é preciso ser justo com a percepção de que a realidade . Na história, a arte , temos que fazer-lhes justiça e seus jogadores também , é claro, se aproximando, como podemos, então eles tinham que viver suas vidas e no período correspondente . Devemos entender as formas de compreensão da realidade , usando as mesmas habilidades que fizeram essas pessoas uma grande sensibilidade em gênios universais : usamos os nossos sentidos. 

Insistentemente , decretando o seu valor , ele vai acabar fazendo , mas primeiro você deve abandonar os velhos modelos não funcionam e que não atraem visitantes de museus, mas muito pelo contrário. Para evoluir é preciso saber o que não deixa . Urge .

Existen do mundo que passaram anos Museograficamente contextualizando o conteúdo para maximizar suas habilidades de ensino . Ele é bem feito nem sempre está associada com grandes orçamentos , longe de tentar desenvolver boas ideias e uma capacidade de realizá-los



Imagem principal: Campanha Museu do Holocausto em Washington DC

Olá... veja o filme (6,52min) do curta "CAFÉ AMARGO" em primeira mão.

Olá... veja o filme (6,52min) do curta "CAFÉ AMARGO"  em primeira mão.

https://www.youtube.com/watch?v=aITOdNdMbZI



Direção e roteiro: Leo Mendes
Direção fotografia: Regis Waven
Produção: Adalberto Santana, Edison Mariotti, Phillip Banks
Atores: Adalberto Santana, Karlene Bianca
Baseado em uma história original de David Melo





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