terça-feira, 6 de maio de 2014

Guia ensina a criar associações de voluntários para museus brasileiros

Federação de Amigos de Museus do Brasil desenvolveu publicação. Objetivo é incentivar o envolvimento de jovens.



A Federação de Amigos de Museus do Brasil (Feambra) lança nesta quarta-feira (7) um guia que explica o que são e como devem ser organizadas as Associações de Amigos dos Museus, para incentivar voluntários a colaborarem com os aparelhos culturais da cidade.

O guia é a primeira publicação do gênero no país e será dividido em capítulos seguindo as diretrizes da Federação Mundial de Amigos de Museus. Com uma linguagem direta e acessível, a entidade pretende estimular o trabalho voluntário em museus. Segundo a Feambra, esse tipo de serviço em museus ainda é pouco conhecido.

Para ajudar a organizar, conservar, orientar visitantes e até montar uma loja, basta reunir um grupo de amigos e formar uma organização sem fins lucrativos. As formalidades são simples e o guia ensina todo o passo a passo. Até o documento necessário para criar a associação é emitido pela publicação.

O guia poderá ser baixado gratuitamente no site da Federação a partir desta quarta-feira.

fonte:http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/05/guia-ensina-criar-associacoes-de-voluntarios-para-museus-brasileiros.html

O Museu Ilha Hombroich é um espaço de encontros

O museu, situado numa ilha fluvial em Neuss, no oeste alemão, foi uma iniciativa do colecionador de arte Karl-Heinrich Müller. Na Ilha Hombroich, arte, arquitetura e natureza dialogam com o ser humano.
Insel Hombroich Museumsinsel
Em seu ensaio sobre a Ilha Hombroich, o colecionador de arte responsável pela iniciativa afirma que "a ilha é um pequeno espaço onde pessoas de todas as culturas se encontram. Apesar de suas diferenças culturais, elas percebem que há algo que as une."
Assim, a Fundação Ilha Hombroich é um espaço de encontros, que surgiu da motivação de tornar uma coleção de arte privada acessível ao público. E quem quis fazer isso se chamava Karl-Heinrich Müller (1936-2007). No início da década de 1980, ele tinha uma grande coleção de arte que queria mostrar ao público. Mas não num contexto urbano, sua visão era fazê-lo no contexto da natureza.
O iniciador do projeto se deparou na época com um antigo parque no rio Erft, em Neuss, no oeste da Alemanha, de mais ou menos dois hectares. Este parque e uma casa estavam à venda. Então ele procurou apoiadores para o seu projeto. Eram pessoas da Academia de Belas-Artes de Düsseldorf, com quem já mantinha há anos um intenso contato.
O pintor Gotthard Graubner (1930-2013) se responsabilizou pela compilação das obras da coleção de Müller e pela montagem da exposição nos prédios do museu. As edificações foram criadas pelo escultor Erwin Heerich (1922-2004). E para a paisagem Müller procurou Bernhard Korte, uma pessoa sensível com conhecimentos sobre a natureza.
Insel Hombroich Museumsinsel
Ilha fluvial num afluente do rio Erft de origem ao nome da instituição
E assim teve início a criação da Ilha Hombroich. O nome se deve a uma ilha fluvial no afluente do rio Erft, onde está localizada a instituição. Mas é preciso diferenciar entre a fundação e o museu. O Museu Ilha Hombroich é, por assim dizer, o núcleo inicial. Aqui há um antigo parque de 1814, comprado por Müller em 1982.
O Museu Ilha Hombroich funciona, por um lado, como um museu convencional. "Chega-se ao estacionamento, entra-se na recepção, paga-se o tíquete, e se é deixado por conta própria. Então se pode visitar este parque. A melhor forma é sem a planta do parque em mãos. Entre, olhe e se oriente por si mesmo. E traga tempo. Aqui é possível passar todo um dia. A estada na cafeteria também já está incluída no preço do ingresso. Isso significa que aqui é possível almoçar ou tomar um café", disse o atual paisagista de Hombroich, Burkhard Damm, em entrevista à DW Brasil.
Damm afirmou que é importante não ter pressa, não tentar captar tudo que existe ali em apenas duas horas. "No sentido mais amplo, aqui é uma ilha onde se passeia e é preciso ter tempo."
Insel Hombroich Museumsinsel
Para os organizadores de Hombroich, o ser humano sempre teve um anseio diante da natureza
Desde 1994, a Fundação Ilha Hombroich engloba ainda uma antiga base de foguetes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que funciona como um laboratório cultural. "Ali a ciência se encontra com a arte em suas facetas da música, das artes plásticas, da pintura, da poesia, da lírica", disse o paisagista.
Na Estação de Foguetes, os artistas vivem e trabalham. Ali existem ateliês, casas, hospedaria. Existe também outro museu, a Langen Foundation. Há ainda um terceiro polo, as chamadas "Capelas de Kirkeby" ou, melhor dizendo, o "Campo de Kirkeby". Essa região se localiza entre o Museu Ilha Hombroich e a Estação de Foguetes Hombroich. Ali há diversas áreas de exposição. Existe também um Museu de Gravura Popular, o Museu Feldhaus.
E em três edifícios semelhantes a uma capela, criados pelo artista dinamarquês Per Kirkeby, existem exposições temporárias e a apresentação de uma visão para o desenvolvimento do local, para os próximos 50 a 100 anos, o chamado Raumort Labor (laboratório espaço-local).
30 Jahre Kulturraum Hombroich mit Museumsinsel und Raketenstation
Antiga base de foguetes da Otan foi transformada em laboratório cultural
Após a Ilha Hombroich, surgiram vários espaços de exposição que têm por lema a arte aliada à natureza, como, por exemplo, o Inhotim, no Brasil, e o High Line Park, em Nova York. Mas há também exemplos no Japão, na Itália, no sul da França. Como se explica esta tendência mundial?
Para os organizadores de Hombroich, talvez não se trate de uma tendência, já que dentro de cada ser humano existe um anseio atemporal frente à natureza. Aliado a um distanciamento das coisas naturais, da paisagem, isso faz com que esse desejo seja ainda mais presente na era midiática.
Mas nos jardins históricos sempre houve uma interpenetração entre a arte e a natureza. Em Hombroich, dizem os organizadores, as estátuas de um parque foram substituídas pelos pavilhões.
"Se na época da industrialização as cidades ficaram mais negras, então o desejo pelo verde é maior. Quanto maior for uma cidade, maior o anseio frente ao Outro. Se eu ando pelo deserto, eu preciso de água, mas seu eu nado, eu fico contente quando estiver enxuto", disse o paisagista em entrevista à DW Brasil.
E da mesma forma acontece em tempos de uma forte digitalização. "Procuramos então impressões reais, vivências reais. Acredito que o homem seja constituído de forma a procurar o que falta, e no caso o contato direto com as coisas, e não somente ficar sentado diante do computador."

fonte:http://www.dw.de/o-museu-ilha-hombroich-%C3%A9-um-espa%C3%A7o-de-encontros/a-17575805

CORVETTES DESTRUÍDOS EM MUSEU SERÃO EXPOSTOS - Corvette Museum

Esportivos foram engolidos por um cratera em um museu nos EUA; clássicos são estimadas em até R$ 3,3 milhões

CORVETTE 40TH ANNIVERSARY RUBY RED 1993 E CORVETTE "BLUE DEVIL" ZR1 2009 ENGOLIDOS POR CRATERA EM MUSEU (FOTO: NATIONAL CORVETTE MUSEUM)

Os Corvettes que foram engolidos por uma cratera nos Estados Unidos e destruídos serão exibidos no Corvette Museum em breve. Entre os carros, alguns serão restaurados, mas outros, não. Segundo a CNN, as receitas do museu cresceram em quase 50% desde o acidente.

No mês de fevereiro, oito modelos esportivos Corvette expostos no museu, em Kentucky (EUA) foram engolidos por um cratera de cerca de 9 metros de profundidade e 12 de diâmetro. Alguns modelos destruídos tinham mais de 30 anos. Câmeras de segurança captaram imagens do buraco se abrindo, confira ao fim do texto.

CORVETTE 40TH ANNIVERSARY RUBY RED 1993 E CORVETTE "BLUE DEVIL" ZR1 2009 ENGOLIDOS POR CRATERA EM MUSEU (FOTO: NATIONAL CORVETTE MUSEUM)

Dentre os Corvettes que foram destruídos estão presente modelos avaliados em mais de R$ 3,3 milhões. Confira a lista completa dos modelos:

1962 Black Corvette
1984 PPG Pace Car
1992 White 1 Millionth Corvette
1993 Ruby Red 40th Anniversary Corvette (carro vermelho da foto)
1993 ZR-1 Spyder
2001 Mallett Hammer Z06 Corvette
2009 White 1.5 Millionth Corvette
2009 ZR1 “Blue Devil” (carro azul da foto)

fonte:http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2014/05/corvettes-destruidos-em-museu-serao-expostos.html

Abertura de galeria e museu inicia festa do futebol

A abertura da UEFA Champions Gallery e do UEFA Champions Museum, em Lisboa, deu início a "três semanas de festa do futebol" na capital de Portugal.
Na cerimónia, com direito a visita guiada por parte de Pedro Pinto, pivot de informação da TVI, a televisão detentora dos direitos de transmissão da UEFA Champions League, estiveram presentes Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e membro do Comité Executivo da UEFA, bem como Jorge Máximo, vereador responsável pelos pelouros de Desporto, Sistemas de Informação e Obras Municipais da Câmara Municipal de Lisboa (CML), em representação do edil António Costa.
As exposições − situadas nos Paços do Concelho e na Sala do Risco do Páteo da Galé, respectivamente, mesmo ao lado do local onde se realiza i UEFA Champions Festival, a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço − têm entrada gratuita e podem ser visitadas todos os dias entre as 10h00 e as 20h30 de domingo, 25 de Maio.
"É uma honra ter as finais da UEFA Champions League e da UEFA Women’s Champions League em Lisboa no ano do centenário da FPF. Com a inauguração destes espaços inicia-se a presença durante cerca de três semanas da festa do futebol na cidade de Lisboa", afirmou o presidente da FPF, Fernando Gomes, na ocasião. "Esta galeria de fotos e de objectos representativos do que ao longo dos anos se tem passado na Champions League, quer masculina, quer feminina, são evidência daquilo que tem sido o enorme sucesso da Champions League, uma competição muito prestigiada do futebol mundial."
Jorge Máximo acrescentou: "É com grande entusiasmo que começamos hoje um conjunto de iniciativas que vão concentrar em Lisboa os amantes do futebol europeu. Temos uma final com duas equipas de Madrid, o que vai ser entusiasmante porque vamos receber muitos convidados da nossa vizinha Espanha. Para nós é uma grande honra."
O vereador da CML fez ainda questão de destacar a presença do SL Benfica na final da UEFA Europa League, na qual defronta o Sevillha FC, a 14 de Maio, em Turim. "Lisboa, claramente, nestes dias vai estar nas bocas do mundo por causa do futebol, quer pela final da Champions League, quer pelo facto do Benfica ir representar a cidade de Lisboa na final da outra competição da UEFA. Sejam bem-vindos e usufruam da cidade de Lisboa, que vai ser a cidade do futebol no mês de Maio."
A UEFA Champions Gallery exibe mais de 150 fotografias icónicas da prova e, pela primeira vez, inclui também imagens da UEFA Women’s Champions League, cuja final se realiza no Estádio do Restelo, a 22 de Maio. Logo à entrada, a parede frontal está repleta de imagens dos vencedores portugueses da principal competição de clubes da Europa ou, de alguma forma, ligados a Portugal. Estão representados os sucessos do Porto e do Benfica, Cristiano Ronaldo, Luís Figo, José Mourinho, Eusébio e Mário Coluna, estes últimos retratados num curioso momento de descontracção, a jogar às cartas com Santana e Fernando Cruz na véspera da segunda mão das meias-finais de 1961/62, em Londres, frente ao Tottenham Hotspur FC.
Há igualmente fotos do capitão do Celtic FC, Billy McNeill, após o triunfo dos "hoops" sobre o FC Internazionale Milano no encontro decisivo de 1967, o primeiro a ser realizado em Lisboa, mais propriamente nos arredores, no Estádio Nacional, em Oeiras. A este propósito, Pedro Pinto revelou que, para assinalar o regresso da final à cidade, muitos dos "Leões de Lisboa" - como passaram a ser conhecidos os jogadores do clube de Glasgow -, estarão entre a assistência quando o Real Madrid CF defrontar o Club Atlético de Madrid no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, a 24 de Maio. Ao fundo, o realce é ao futebol feminino, aos treinadores, às lendas do Campeonato da Europa e às super-estrelas.
Saindo dos Paços do Concelhos e atravessando a rua até ao Páteo da Galé, o UEFA Champions Museum inclui as capas dos programas oficiais de todas as finais, um mural gigante sobre a UEFA Women's Champions League e reserva espaço para recordações relacionadas com o melhor golo – disponibiliza a bola majestosamente rematada por Zinedine Zidane em Hampden Park de 2002 –, melhores finais e melhores jogadores.
Entre as peças em destaque estão a chuteira do pé direito e a camisola usadas por Lionel Messi na final de 2009, quando marcou de cabeça, coisa rara, na vitória de 2-0 do FC Barcelona sobre o Manchester United FC, em Roma. A camisola de Eusébio, imortalizado num muro com a frase "A legend has born (Nasceu uma lenda)", referente à decisão de 1963, ganha pelo AC Milan também marca presença no rol, assim com uma das luvas com Vítor Baía defendeu a baliza do Porto no êxito de Gelsenkirchen, em 2004, frente ao AS Monaco FC.
A emotiva final de 1999, na qual o United bisou nos descontos e bateu o o FC Bayern München por 2-1, é celebrada com a exibição da bola de jogo assinada pelos três autores dos golos em Camp Nou: Mario Basler, Terry Sheringham e Ole Gunner Solskjær. Ainda alusivo a esta partida, estão também expostos os cartões amarelo e vermelho utilizados pelo árbitro Pierluigi Collina, assinados e com a seguinte dedicatória: "A tutti i tifosi di calcio (Para todos os adeptos de futebol)".
Entre outras atracções, ganha destaque o equipamento completo de Ronaldinho Gaúcho, do Barcelona, relativo à final de 2006. Numa imitação dos cacifos dos balneários, pode abrir-se as portas de cada ano e confirmar quem ganhou a taça.
A mostra termina com a caminhada até Lisboa, num corredor onde são exibidas as camisolas, por ordem de eliminação, de todos os clubes presentes nesta edição da prova desde a fase de grupos – e que culmina com a dos finalistas: a 7 de Cristiano Ronaldo, do Real, e a 14 de Gabi, capitão do Atlético.
A UEFA Champions Gallery e o UEFA Champions Museum podem ser visitados de 6 a 25 de Maio entre as 10h00 e as 20h30. As exposições situam-se no edifício dos Paços do Concelho da CML (Galeria), na Praça do Município, e no Páteo da Galé, com entrada pela Rua do Arsenal, 21.
O Champions Festival abre ao público na Praça do Comércio a 22 de Maio. Está aberto entre as 11h00 e as 23h00 na quinta-feira, sexta-feira e sábado, e das 11h00 às 17h00 no domingo. Planei a sua visita.


Abertura de galeria e museu inicia festa do futebol
Vista do interior do UEFA Champions Museum em Lisboa©Getty Images






Ministra Marta Suplicy abre exposição “Guerra e Paz”, no Grand Palais, em Paris


A fila na frente do Grand Palais, um dos mais importantes espaços culturais do mundo, em Paris, revela o sucesso da mostra de Portinari no primeiro dia de exposição. Nesta terça-feira (06), a ministra da Cultura, Marta Suplicy, abriu a exposição "Guerra e Paz", do pintor brasileiro Cândido Portinari, que traz os painéis, de aproximadamente 14 x 10 metros, e mais de cinco mil obras apresentadas em um telão.




São nove horas de projeção ininterruptas. "Essa é a marca de nossa cultura. Portinari é um expoente dela, não só por seu talento, mas também porque consegue expressar nosso país sem deixar de ser universal em nenhum momento. Aqui temos mais uma oportunidade de mostrar ao mundo que o Brasil vai muito além do samba e do futebol", destaca a ministra.

Traços precisos, cores fortes, e uma visão moderna dão vida a uma das obras mais imponentes de Portinari. Jogo de luz, em contraste com as telas, impressionam os amantes de arte. E para os brasileiros que moram em Paris, a mostra tem um gosto ainda mais especial. "Está simplesmente extraordinário. Dá um orgulho imenso ser brasileiro. A instalação, a luz, o cenário, tudo. Ficou impressionante!", declara o pintor Antonio Veronezi. E completa: "foram cinco anos de luta de João Cândido (filho de Portinari) para trazer essa exposição para Paris e a ministra Marta Suplicy deu o pontapé para tornar isso real".

Os olhos de João Cândido em frente aos painéis pincelados pelo pai expressam o sentimento de vitória por realizar o sonho de seu maior herói: uma exposição em Paris. "Essa ideia de expor os painéis sempre esteve na minha cabeça, desde os 17 anos de idade. Agora é só comemorar este momento tão especial", se orgulha João Cândido.

Os painéis "Guerra e Paz" foram encomendados pelo governo brasileiro, em 1952, para serem doados, na sede da ONU, em Nova York. Voltaram ao Brasil, em 2010, para serem restaurados. Depois foram expostos em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em 140 dias, foram vistos por mais de 320 mil pessoas.

Com apoio do Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras, GDF Suez, Grupo Pão de Açúcar/Casino e Alstom, as obras de Portinari chegaram a Paris. Ficam expostas até 9 de junho, quando retornam a Nova York.
Confira aqui as fotos no Flickr do MinC.
Texto: Priscila Costa e Silva
Foto: Fernanda Peruzzo
Edição: Ascom / MinC 

Brasil estuda construir Centro de Restauração de Obras

Ideia é ter um programa de restauração e conservação de peças raras no País, inspirado no trabalho desenvolvido no Museu do Louvre

As mãos que retocam importantes obras de arte do Museu do Louvre são da restauradora brasileira Regina Costa Pinto Moreira. A baiana que trabalha há mais de 40 anos para o museu mais visitado do mundo já se dedicou à restauração de telas de Tiziano, Caravaggio, Goya, El Greco, Manet, entre outros. Considerada uma das principais restauradoras na França e inclusive premiada pela Assembleia do Senado Francês, Regina agora trabalha na restauração da obra "Bethsaba segurando a carta de Rei Davi", de Rembrandt. "É um trabalho minucioso. Estou trabalhando desde janeiro nesta tela e só devo acabar em junho", explica.

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, foi conhecer de perto o trabalho da brasileira que mora em Paris e pensa em levar o modelo de trabalho dos franceses para o Brasil: "É um trabalho inspirador e nós devemos focar em um Centro de Restauração para os museus federais nos moldes do Louvre. É uma forma interessante de se trabalhar", destaca a ministra.

A ideia é montar um Centro Referencial de Restauração Nacional com um laboratório para fazer um exame das obras e definir o trabalho que deve ser realizado em cada peça. A contratação da restauração é feita por obra por meio de licitação. "A intenção é conjugar recursos públicos e privados para se manter um grande programa de restauração e conservação de obras", explica Ângelo Oswaldo, presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). No Louvre, cerca de 1600 obras são restauradas anualmente.

Intercâmbio Brasil-França

Desde o ano passado, o Brasil concede, a cada ano, bolsas a três estudantes de mestrado ou doutorado em universidades brasileiras para participar do Seminário Internacional de Verão de museologia, da Escola do Louvre, e de estágios em museus de Paris ou da região parisiense indicados pela Escola, perfazendo até três meses de intercâmbio na França. A Escola do Louvre, igualmente, enviará três estudantes franceses, anualmente, para estágios de até três meses em museus brasileiros indicados pelo Ibram.

Quanto ao intercâmbio profissional, anualmente os países se comprometeram a enviar um profissional ou docente da área de museologia para ministrar seminários de uma semana sobre temas de interesse mútuo. No ano passado, o Brasil enviou um professor, que ministrou curso de uma semana na Escola do Louvre sobre a museologia no Brasil, com foco em museologia social. Neste ano, o Brasil receberá uma professora francesa que ministrará curso de uma semana sobre estudos de público e acessibilidade a museus.

A Escola do Louvre é uma instituição de ensino superior, vinculada ao Museu do Louvre e ao Ministério de Cultura e Comunicação da França, que ministra cursos nas áreas de museologia, história da arte, antropologia e arqueologia.

Metropolitan Museum of Art com as maiores celebridades da atualidade

Beyoncé e Madonna: veja piores looks usados no baile do Met

Baile de gala que reúne as maiores celebridades da atualidade é realizado desde 1971 no Metropolitan Museum of Art em Nova York


 
O tradicional baile de gala do Met será realizado na noite desta segunda-feira (5) em Nova York e promete reunir no tapete vermelho do Metropolitan Museum of Art as maiores celebridades da atualidade. Realizado desde 1971 para levantar fundos para o Metropolitan Museum of Art's Costume Institute, o evento arrecadou em 2013 US$ 9 milhões e pretende bater uma nova marca nesta edição, já que o convite individual é vendido por US$ 25 mil.

Neste ano, o tema do mais badalado baile de gala do mundo será "Charles James: Beyond Fashion", uma homenagem ao estilista Charles James,morto em 1978 e famoso por suas criações de alta-costura. Responsável pelo evento desde 1995, a editora da Vogue americana Anna Wintour afirmou que, neste ano, quer ver no tapete vermelho "vestidos mais exclusivos e de alta-acostura".


 fonte:http://moda.terra.com.br/moda-dos-famosos/beyonce-e-madonna-veja-piores-looks-usados-no-baile-do-met,bc1567d527cc5410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html