quinta-feira, 8 de maio de 2014

Bíblia salva no Titanic será exposta em museu dos EUA

Um museu dedicado ao navio Titanic, que naufragou em 1912, está exibindo uma Bíblia resgatada no acidente. O Livro Sagradoficará exposto até o final deste ano no Museu do Titanic que fica em Tennessee, sudeste dos Estados Unidos.
O Museu fez uma homenagem ao cristianismo por conta do dia 1º de maio que nos Estados Unidos é comemorado o Dia Nacionalda Oração. Nessa homenagem eles incluíram a Bíblia que pertenceu a um reverendo britânico que estava dentro do Titanic.
O reverendo Robert J. Bateman saiu de Southampton, Inglaterra, rumo aos Estados Unidos, mas não sobreviveu ao naufrágio. Antes de morrer, porém, ele entregou a Bíblia para sua cunhada, Ada Ball, que foi salva através de um bote salva-vidas.
Ball conseguiu sobreviver ao acidente e chegou ao seu destino onde estava Emily Bateman, esposa do reverendo. De acordo com informações do próprio museu, o livro foi entregue a um médico, o Dr. Harry Upperman, por Ada Ball que estava prestes a morrer.
A história do reverendo inglês ajuda a contar um pouco sobre a embarcação. “Aqui estamos 102 anos depois [do naufrágio] e ainda somos capazes de exibir esta Bíblia, é um privilégio para nós”, disse o dono do Museu do Titanic, John Joslyn.
Antes de morrer o reverendo Bateman fundou a igreja People’s Tabernacle Church, em Knoxville na década de 1890, e depois se mudou para a Flórida onde ficou por pouco tempo, pois ele viajou para a Inglaterra e não retornou mais.

fonte:
http://noticias.gospelprime.com.br/biblia-titanic-museu-eua/

Primeira exposição sobre a cannabis na América Latina

AMSTERDAM e BARCELONA, Espanha, 8 de maio de 2014 /PRNewswire/ -- A Matilha Cultural, um centro cultural independente localizado no centro de São Paulo (Brasil), e o Hash Marihuana & Hemp Museum (Amsterdã/Barcelona), apresentam a primeira exposição da América Latina sobre a planta cannabis: A história da cannabis: uma planta proibida (de 13 de maio a 4 de julho de 2014).

O projeto será realizado nas dependências da Matilha em um momento significativo, em que vários países da América Latina, principalmente o Uruguai, repensam a guerra contra as drogas e abrandam suas políticas em relação à cannabis. No Brasil, a guerra contra as drogas é especialmente nociva. O país possui a 4a maior população carcerária do mundo e um recorde de 50.000 homicídios por ano, a maioria relacionada às drogas. O objetivo da exposição é estimular um debate fundamental sobre essas questões.

O projeto envolve um documentário e uma apresentação artística sobre a planta Cannabis sativa L. - também conhecida como cânhamo ou maconha - e os inúmeros usos tradicionais e contemporâneos da mesma. Uma colagem desenvolvida com exclusividade mostra a história da planta, com foco em quatro temas principais: medicinal, industrial, cultural e proibição. Essa colagem é complementada por objetos históricos e modernos da coleção do museu Hash Marihuana & Hemp Museum. Durante a exposição, haverá uma série de debates, palestras e a exibição de filmes e documentários relacionados com o tema nas dependências da Matilha.

Ben Dronkers, fundador do Hash Marihuana & Hemp Museum, Sensi Seeds (o mais antigo e um dosmaiores bancos de semente de cannabis da Europa) e a HempFlax (empresa holandesa que cultiva e processa fibra de cânhamo para uso industrial) afirmaram: "Estamos emocionados com essa oportunidade na América Latina de espalhar conhecimento sobre a cannabis e uma compreensão da história, do presente e do futuro dessa planta extraordinária".

"Acreditamos que este projeto possa educar as pessoas sobre a história e os diversos usos tradicionais da planta cannabis, que não são do conhecimento dos brasileiros. Isso contribui de maneira direta para a quebra de tabus e a normalização da discussão sobre drogas, para que seja possível desenvolver políticas que garantam a saúde pública, a segurança dos cidadãos e melhor qualidade de vida para a população", afirmou Rebeca Lerer da Matilha Cultural. "Precisamos abordar com urgência o fim da guerra contra as drogas para reduzir a violência neste país."
FONTE Hash Marihuana & Hemp Museum

Confira programação da 12° Semana de Museus em Salvador e no interior

Evento começa no dia 12 e segue até o dia 18 de maio; a entrada é grátis.
Circuitos de exposições ocorrem na capital e em Cabeceiras do Paraguaçu.

Confira programação da 12° Semana de Museus em Salvador e no interior
Evento começa no dia 12 e segue até o dia 18 de maio; a entrada é grátis.
Circuitos de exposições ocorrem na capital e em Cabeceiras do Paraguaçu.

Maior parte dos museus que integram a programação da Semana de Museus fica no Pelourinho (Foto: Divulgação/Lazzaro Menezes)


No dia 18 de maio é comemorado o Dia Internacional dos Museus. Para marcar a data, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) e a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) realizam a 12ª Semana de Museus, que acontece a partir do dia 12 até o dia 18 de maio.

Na edição deste ano, a temática é: “Museus: as coleções criam conexões". Vale lembrar que a Semana de Museus começa no dia 12, em Cabaceiras do Paraguaçu, no recôncavo baiano, e em Salvador, no dia 13. A entrada para todos os eventos é grátis. Confira a programação abaixo:

SALVADOR

Instituto Feminino da Bahia
A abertura 12ª Semana de Museus será na terça-feira (13), no Instituto, que é localizado no bairro do Politeama, em Salvador.

9h – Coral do Ipacoral
10h - Lançamento da Política Setorial de Museus
11h - Palestra "Colecionadores e o 'desejo' de museu", com Cícero Almeida – Museólogo, mestre em Memória Social, professor da Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador de Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus.

Museu Abelardo Rodrigues
O museu, localizado no Pelourinho, vai sediar, a partir das 14h, a mediação temática: “Maria, representação de mãe”, seguida de oficina de confecção de terços em tecido e pedrarias. O evento acontece com o Grupo da Terceira Idade Alegria de Viver. A visitação ao museu pode ser feita de terça a sexta, das 12h às 18h. Fins de semana e feriados, das 12h às 17h.

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica
Na terça-feira (13) o público pode participar da oficina para confecção de bolsas e acessórios com com materiais recicláveis das 14h às 17h. Já a oficina de mosaico acontece durante dois dias, na quarta (14) e quinta-feira(15), das 14h às 17h. A oficina de pintura em tecido será realizada na quinta (15), das 9h às 12h. Mais informações pelo telefone 3117-6389.

Além disso, duas exposções estão abertas a visitação no museu localizado no Pelourinho. "Azulejos de Udo", que apresenta mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador, e "Udo, o artista”, que mostra o lado criacionista do artista que dá nome à instituição. O museu está aberto de terça a sexta, das 12h às 18h, nos finais de semana e feriados, das 12h às 17h.

Museu Tempostal
No museu, também localizado no Pelourinho, o público pode conferir três exposições. A mostra “O Bairro do Comércio” é composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 1980. Através de cerca de 100 imagens, a exposição apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro.

Já a exposição “Pelos Caminhos de Salvador” retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. O visitante vai poder conferir ainda, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana.

E a mostra “Bahia – Litoral e Sertão” apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX. A visitação é gratuita de terça a sexta, das 12h às 18h e nos finais de semana das 12h às 17h.

CABACEIRAS DO PARAGUAÇU 
A 12° Semana de Museus também será realizada no município de Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano. Cidade famosa por ter como "filho" o poeta Castro Alves. A programação é realizada no Parque Histórico Castro Alves (PHCA), na Fazenda Cabaceiras, onde morou o poeta.

Segunda-feira (12): Lançamento da página Poemas - Castro Alves no blog DIMUS

Terça-feira (13) a sexta-feira (16): Contação da Historias: “Aventuras da Memória”, de Patrícia Secco. Por Karina Machado. Horário: 10h às 12h.

Terça-feira (13) a domingo (18): Orientação dos usuários do Lab DIMUS PHCA. Horário: 10h às 17h

Terça-feira (13) a domingo (18): Apresentação da biblioteca. Horário: 9h às 17h

Terça-feira (13) a domingo (18): Visita guiada (apresentação do PHCA e da história de Castro Alves). Horário: 9h às 17h

Quarta-feira (14): Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde, com a cantora e compositora Priscila Sales e convidados. Horário: 17h às 20h

Sábado (17) e domingo (18): Espetáculo teatral - “Semo da Roça, mas temo instrução shô”, pela CIA de Teatro Cecéu, escrita e dirigida por Marineide Menezes. Horário: 16h às 18h

fonte:http://g1.globo.com/bahia/noticia/2014/05/confira-programacao-da-12-semana-de-museus-em-salvador-e-no-interior.html

EL PATRIMONIO INTANGIBLE



Lo que normalmente está considerado Patrimonio Intangible es lo que se denomina Patrimonio Intelectual. Las aportaciones de mentes privilegiadas y pioneras que constituyen el motor del progreso científico, referentes culturales para la comunidad y herramientas para la interpretación del entorno y del medio natural. Por ello se considera que el Patrimonio Intelectual es Patrimonio de la Humanidad (?). Esto que mencionamos sobre el Patrimonio Intelectual debe tener un registro por escrito, de lo contrario parece ser que se convierte en volutas de humo, ni es patrimonio ni es nada (?). Hagamos un repaso de lo “tangible”. 


· 




“Todavía no se dispone de un instrumento multilateral de carácter vinculante destinado a salvaguardar el patrimonio cultural inmaterial.” (Convención para la salvaguarda del patrimonio cultural inmaterial. UNESCO, 2003).








1. Obras literarias, son creaciones intelectuales de naturaleza literaria, con valor estético, histórico o artístico.


2. Música, es el Arte que se expresa mediante la ordenación de sonidos en el tiempo.


3. Teorías de la ciencia y la filosofía, son los conocimientos humanos que contribuyen, o han contribuido, a entender el funcionamiento del mundo y la existencia humana en él.


Y seguimos con las teorías…


Existe un primer tipo de transmisión que se produce de manera espontánea, lo que denominamos tradición oral, que está referida a una memoria esencialmente privada, constituida en su mayor parte por recuerdos personales o familiares de carácter anecdótico, evocación de vivencias intensas, de encuentros decisivos, de episodias que dejan en la memoria colectiva un recuerdo que debe ser perdurable. (René Remond, “La transmisión de la memoria”, Foro Internacional Memoria e Historia, Unesco 1998).




Desde luego, hay que reconocer que a la hora de formular teorías en los foros internacionales, entre canapé y copa de vino, somos verdaderamente buenos. Al menos existe un esfuerzo teorizante que lleva a los eruditos y teóricos a reunirse en esos encuentros planetarios, dando sentido a la existencia de macro-instituciones que dan trabajo a miles de personas en todo el mundo - menos mal -, para que finalmente las conclusiones de esas mega-reuniones “ONU-UNESCO establishment“, o como sean, para convertirse en montañas de documentos, tesis, estudios, conclusiones, charlas de pasillo o libros. Durante el tiempo en que se formulan las teorías, se formulan las ideas y se organizan las reunionesde expertos, el mundo observa inalterablemente como, día a día, desaparecen tesoros étnicos, tribus enteras que se dispersan hasta fundirse con la nada, tradiciones ancestrales que no van a tener continuidad y que se van a perder para siempre, historias que se van a narrar una sola vez más para enterrase definitivamente en el olvido.


Analizando esta situación, que para nosotros es un verdadero drama, nos viene a la mente la Biblioteca de Alejandría. Se fundó con el objetivo de preservar el conocimiento y saber humano que se había generado hasta ese momento de la Historia de la Humanidad, y el que habría de generarse en el futuro. Un legado inmenso de conocimiento y saber que iba a ser conservado hasta el fin de los tiempos para el bien del género humano. Una vez destruido ese legado, todo ese saber y conocimiento se convirtió en humo (literalmente) sin haber reposición. Hoy, el humo de la desidia hacia culturas ancestrales sigue disperso en nuestra atmósfera. La realidad es muy dura. El Patrimonio Intelectual, el Patrimonio Intangible desaparece. Estamos observando, inalterablemente, como esos tesoros no materiales son devorados por el empuje de la globalización. Son devorados por la apisonadora de la geo-política planetaria. ¿Dónde se encuentra esa institución que podríamos denominar Museo de las Civilizaciones para realmente defender y preservar todas las expresiones culturales del planeta, sean tangibles o intangibles, evitando su extinción? Un Museo Institución de las Civilizaciones de Todo el Planeta, con la obligación de preservar el legado intangible, que sea herencia para las futuras generaciones y que no se pierda, que nos quede para siempre. Sabemos de esos museos antropológico-étnicos que se encuentran aquí y allí, diseminados fuera de una Red por todo el mundo. Son instituciones que tiene mucho mérito por el enorme esfuerzo que hacen para mantenerse, pero son esfuerzos que individualmente no tienen tanta fuerza, esa fuerza se difumina. Poco nos valen estos museos, siendo instituciones muy válidas y valiosas como decimos, para que idiomas, dialectos, costumbres, ceremonias, creencias, expresiones culturales de todo tipo, por muy extrañas que nos parezcan, estén a salvo para siempre y no corran peligro de volatilizarse una a una. De todas formas, al final del camino, al menos nos quedará el Whastapp.




A continuación os mostramos imágenes de grupos étnicos al borde de la desaparición. Son fotografías realizadas por Jimmy Nelson (en un trabajo titulado “Antes de que se mueran“), por todo el mundo. Al menos podremos guardar un documento visual de lo que antes era y ya no volverá a ser.


KAZAKH, Mongolia


HIMBA, Namibia*


HULI, Indonesia y Papúa Nueva Guinea


ASARO, Indonesia y Papúa Nueva Guinea


KALAM, Indonesia y Papúa Nueva Guinea


GOROKA, Papúa Nueva Guinea


CHUKCHI, Rusia


MAORÍ, Nueva Zelanda


GAUCHOS , Argentina


TSAATAN, Mongolia


SAMBURU, Kenia


RABARI, India


MURSI, Etiopía


LADAKHI. India


VANUATU, Islas Vanuatu


DROKPA, India


DASSANECH, Etiopía


KARO, Etiopía


BANNA, Etiopía


DANI, Indonesia, Papúa Nueva Guinea


NENETS, Rusia


MAASAI, Tanzania


Y podríamos continuar, y seguir, y seguir…




(*) Un inefable canal de televisión basura en España, utilizó a varios miembros de la tribu Himba, pigmeos, Goroka y otras tribus, para un inenarrable esperpento televisivo, acción que debería estar regulada y prohibida terminantemente en todo el mundo.