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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Museu Regional promove recital de órgão de tubos em São João del Rei

Será realizado nesta quinta-feira (15) um recital de órgão de tubos no Museu Regional na Rua Marechal Deodoro, nº 12, no Centro de São João del Rei, no Campo das Vertentes. A apresentação da organista Elisa Freixo está prevista para as 18h30, com entrada gratuita, na galeria térrea do museu, que tem capacidade para 60 pessoas. O evento é parte da programação nacional da 12ª Semana dos Museus.

O órgão de tubos do Museu Regional foi fabricado no final do século 18, na região de São João del Rei. O instrumento é o único de origem civil em funcionamento confeccionado no Brasil, com técnicas manuais e matérias-primas locais, segundo o museu.

A organista Elisa estudou na Faculdade de Música Santa Marcelina, foi bolsista do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico e frequentou a Escola de Música de Hamburgo. Ela é uma das mais renomadas artistas da área e tem 14 discos e CDs gravados.

fonte:http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/05/museu-regional-promove-recital-de-orgao-de-tubos-em-sao-joao-del-rei.html  @edisonmariotti  #edisonmariotti #mais60melhoridade

Pinacoteca do Estado de São Paulo, apresenta seu primeiro programa educativo para idoso;



Olá "TALENTOS! notícias da MELHOR IDADE - programa educativo para idosos. Intitulado: Meu Museu

A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta seu primeiro programa educativo para idosos. Intitulado Meu Museu, o programa promove visitas educativas às exposições de longa duração da Pinacoteca e da Estação Pinacoteca, assim como a exposições temporárias.
#‎mais60melhoridade‬

Realizadas pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca, as visitas são desenvolvidas para atender às necessidades de cada grupo de idoso, compostos de pessoas de 60 anos ou mais, levando em consideração questões como percurso, tempo de visitação e diferentes abordagens ao museu e a suas obras. A cada visita é realizada uma atividade plástica ou poética para ressoar as atividades de cognição, percepção e interpretação realizadas frente às obras durante a experiência de estarem no museu.

As visitas são realizadas oito vezes por semana, de terça a sexta, às 10h30 ou às 14h. O agendamento pode ser realizado pelo tel. 11 3324 0991 ou pelo e-mail: meumuseu@pinacoteca.org.br. Além de oferecer visitas educativas, o projeto Meu Museu tem como objetivo estabelecer parcerias com instituições de atendimento e atenção ao idoso, promover um curso de formação aos educadores sociais que trabalham com idosos, preparando-os para uma atuação mais qualificada no contato com a Arte, Cultura e Patrimônio e promover atividades de criação expressiva aos idosos visitantes.



MEU MUSEU
Visitas terça a sexta às 10h30 ou 14h
Agendamento pelo tel. 11 3324 0991 com Aline ou Fernanda
E-mail: meumuseu@pinacoteca.org.br

Grupo com no mínimo cinco pessoas e máximo de vinte.

colaboração CIDA

Museu Casa de Portinari prepara reabertura

Após quase dois anos de espera, o Museu Casa de Portinari, se prepara para reabertura, programada para acontecer na última semana de maio. O público terá a oportunidade de conhecer a nova mostra de longa duração no museu instalado na casa em que Candido Portinari residiu parte de sua vida e para onde retornava sempre em busca de inspiração. Além de solucionados problemas estruturais de uma construção extremamente simples, foram restauradas as obras feitas pelo artista diretamente nas paredes da pequena residência.


O local é marco concreto do vínculo do artista com sua terra natal Brodowski, ligação que é celebrada e perpetuada em sua obra plástica e poética. A intervenção teve início em junho de 2012 pela Secretaria de Estado da Cultura SP.

Museu do Futebol em SP passará a se chamar Gilmar dos Santos Neves

Na última terça-feira, a Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou a mudança de nome do Museu do Futebol, no Pacaembu, para Gilmar dos Santos Neves, ex-goleiro morto em 2013.

O projeto de lei inicial – de 2007 – pretendia nomear o local em homenagem a João Jorge Saad, fundador do Grupo Bandeirantes de Comunicação, mas uma emenda apresentada neste ano eternizou o ídolo de Corinthians, Santos e seleção brasileira no museu.

“Desde que faleceu, no ano passado, faltava um justo agradecimento pela brilhante carreira que Gylmar teve no futebol. Certamente, batizar um dos museus mais importante para o esporte está à altura dos seus feitos pelo nosso pais”, afirmou o vereador Goulart, coautor do projeto de lei ao lado de Toninho Paiva. Agora, a proposta deve ser sancionada pelo prefeito Fernando Haddad.

Gilmar dos Santos Neves conquistou quatro títulos mundiais, dois pelo Santos (1962, 1963) e dois pela seleção brasileira (1958 e 1962), além de duas Libertadores, cinco Taças Brasil e oito Campeonatos Paulistas. Foi goleiro do Corinthians de 1951 a 1961 e do time da Vila até 1969.

fonte:http://boainformacao.com.br/2014/05/museu-do-futebol-em-sp-passara-a-se-chamar-gilmar-dos-santos-neves/ @edisonmariotti - #edisonmariotti #mais60melhoridade

Museu Brasileiro do Transporte - empenho total em captação de recursos


Grandioso e singular em sua proposta de representar todos os modais - rodoviário, aeroviário, ferroviário e aquaviário - o Museu Brasileiro do Transporte está orçado em R$ 120 milhões. Desde abril do ano passado, o projeto conta com a aprovação junto ao Ministério da Cultura para captação de recursos nos moldes da Lei Rouanet, lei federal de incentivo à cultura, sob a gestão do MinC. 
A aprovação é um certificado da qualidade do projeto e um aval aos patrocinadores interessados em alinhar sua marca a um grande e relevante Museu, utilizando parte de seu imposto de renda. Dessa forma, pessoas jurídicas podem destinar até 4% de seu IR devido à cultura; e pessoas físicas, 6%. 
\"Até o momento, o projeto já captou R$ 761 mil a partir do apoio das empresas Scania Latin America, Patrus Transportes Urgentes, Randon S.A. Implementos e Participações, Jost Brasil Sistemas Automotivos, Multieixo Implementos Rodoviários (verba de marketing) e PPW Brasil\", explica Elza Lúcia Panzan, presidente da Fundação Memória do Transporte (FuMtran) e gestora do projeto do Museu Brasileiro do Transporte. \"Os trabalhos avançam a cada momento. Recentemente, tivemos a confirmação de que já está previsto o acesso para o empreendimento pela Marginal da Rodovia D. Pedro I, no plano da Rota das Bandeiras\", acrescenta Elza. 

Nessa primeira fase, está prevista a construção e implantação do Museu Brasileiro do Transporte, com orçamento aprovado da ordem de R$ 10 milhões. Isso permitirá a execução de todos os projetos preliminares de arquitetura e engenharia, a limpeza e preparação do terreno (terraplanagem), montagem do canteiro de obras, obtenção dos alvarás e licenças necessárias à obra, administração, segurança, além da pré-produção de toda a dinâmica de exposição de suas obras (museologia, expografia e museografia). 

Nova linguagem 
O Museu adotará um modelo inédito de exposição, com a interatividade das obras expostas com o público frequentador, por meio de recursos de multimídia de alta tecnologia. Valorizando a acessibilidade do público em todas às suas dependências, na parte externa haverá um moderno projeto de paisagismo e com total conforto para receber os futuros frequentadores. Também adotará as atuais normas de sustentabilidade e certificação, com valorização e preservação do meio ambiente de seu entorno. 
O Museu será erguido em terreno próprio da FuMtran, com quase 19 mil metros quadrados, às margens da rodovia Dom Pedro I – km 143, na cidade de Campinas (SP), próximo a importantes rodovias da malha viária do Estado de São Paulo. 


Mais informações para a imprensa: 
Di Fatto Central de Comunicação - (11) 5052-3004 – 
Ana Paula Ignacio – paula@difattocom.com.br 
Flavia Gonçalves – apoio@difattocom.com.br 
www.difattocom.com.br 

fonte:http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=24875 @edisonmariotti - #edisonmariotti #mais60melhoridade

Nova York não quer esquecer

A cidade dos arranha-céus se prepara para inaugurar o Museu dos atentados do 11 de setembro



Dois tridentes oxidados que davam sustento à fachada na Torre Norte. / MEMORIAL MUSEUM 9/11


O ataque às Torres Gêmeas segue muito presente entre as mais de 2 bilhões de pessoas que em qualquer parte do mundo presenciaram o atentado terrorista contra o World Trade Center. A quatro meses de se completar 13 anos do ataque, a cidade de Nova York dá um passo fundamental para tampar o grande vazio que ficou à vista no Marco Zero depois que os escombros foram retirados, com a inauguração do Museu da Memória do 11 de setembro.
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Para os nova-iorquinos que viveram o 11 de setembro e as pessoas que perderam um ente querido, será mais um lugar de peregrinação do que um museu. Para quem viveu tudo à distância, será uma oportunidade para estar mais perto do que viu pela televisão. Em ambos os casos, pretende ser um lugar para a reflexão e está concebido para se adaptar aos acontecimentos atuais, para que os que estão nascendo hoje possam entender o que aconteceu naquele dia através da vida dos que morreram, dos que os socorreram e das consequências.

O pavilhão que dá entrada ao museu está situado entre as duas cachoeiras artificiais, no espaço que ocupavam as Torres Gêmeas, ao lado da estação projetada por Santiago Calatrava. É uma obra de alumínio e cristal do norueguês Snoetta. As duas exposições que compõem o museu estão sob as duas cachoeiras do parque memorial, a 20 metros de profundidade, o equivalente a sete andares no subsolo. A praça serve de teto e o granito que dá sustentação aos altos edifícios de Manhattan, serve de chão.


Uma coluna de aço que fazia parte da fachada de uma das torres. / MEMORIAL MUSEUM 9/11

Ali começa a descida. Da luz do pavilhão principal se passa à escuridão da profundidade. Tudo vai se apresentando pouco a pouco, para que o visitante vá se acostumando ao espaço. O primeiro escombro com que o visitante se encontra é um duplo tridente de aço enferrujado, um elemento estrutural que dava sustentação à fachada da Torre Norte. Na exposição há outra coluna que tecia o exterior do arranha-céu, completamente retorcida pela força do impacto de um dos dois aviões usados como projéteis.

Da rampa já se pode ver a dimensão do museu, de uns mil metros quadrados, e emergem alguns dos objetos recuperados entre os escombros, como um enorme pedaço da antena que servia de mastro na Torre Norte. O muro de contenção que protegia o complexo do rio Hudson serve de parede. Entre a escada rolante e a que se pode subir a pé está exposta a que serviu para as equipes de resgate e para a fuga dos que estavam no prédio.

No chão se pode ver também a base das colunas que davam suporte aos dois arranha-céus. Depois de dez anos de trabalho e discussões, ainda prossegue a discussão sobre se o museu vai ser mais um monumento aos mortos ou uma atração turística. Durante seis dias ficará aberto 24 horas ao dia para os familiares das vítimas e para aqueles que viveram diretamente os atentados. No dia 21, se abrirá ao público ao preço de 24 dólares.

Tudo o que havia nas Torres Gêmeas ficou compactado após o colapso. Alguns objetos puderam ser recuperados durante a escavação. As centenas que estão nas exposições, esclarecem os responsáveis, não contêm nenhum resto humano, que se saiba. Tudo foi estudado até o último detalhe antes de da exibição ao público. O único lugar que não poderá ser visitado é aquele que abrigam os restos das vítimas que não puderam ser identificadas, outra das decisões do projeto que gerou grande discórdia entre as famílias.

Ao chegar ao fundo, o visitante tem duas opções. A exposição debaixo da cachoeira sul pretende lembrar as 2.983 pessoas que morreram no 11 de setembro e no primeiro ataque à garagem, em 1993, recorrendo a objetos pessoais, fotografias e depoimentos de seus entes queridos. A exposição na parte norte conta a história que continua se desenrolando após os atentados. Essa bifurcação é outro reflexo da emotividade que rondou o projeto desde o princípio.


Folhas de papel escritas à mão encontradas depois do atentado. / MEMORIAL MUSEUM 9/11

Os responsáveis pelo projeto explicam que, diante da enorme importância histórica e do simbolismo do evento, o desafio era encontrar um equilíbrio entre a experiência individual e coletiva. Para isso, o trabalho de composição baseou-se em quatro princípios: memória, autenticidade, escala e emoção. E, embora esteja baseado no que aconteceu em Nova York, também há espaços reservados para homenagear as perdas que ocorreram no Pentágono e na Pensilvânia.

A caverna talvez seja o local mais simbólico. Ali se ergue a Última Coluna, repleta de fotos e mensagens daqueles que participaram do resgate. Durante toda a exposição, desenhada pelas equipes de Steven Davis, pretende-se criar a sensação de enorme vazio que se sentiu no dia 12 de setembro de 2001, o dia seguinte aos atentados. O som está muito presente ao longo de todo o trajeto. A exposição termina com uma projeção chamada The Rise of Al Qaeda. “Tentamos fazer com que seja a experiência mais sensível, respeitosa e informativa possível para o visitante”, afirma Davis.

Como disse o ex-prefeito Michael Bloomberg, presidente do Museu Memorial, o espaço “conta a angustiante história de uma perda inimaginável”, mas ao mesmo tempo relata histórias de coragem e compaixão que devem servir de inspiração ao visitante. E a mensagem que se pretende passar para os familiares das vítimas e para as futuras gerações, acrescentou, é que “nunca serão esquecidas” as pessoas cujas vidas se perderam, nem as lições aprendidas naquele trágico dia.



Joe Daniels, responsável pelo Museu Memorial, insistiu durante a apresentação sobre a importância de que a instalação seja vista como um lugar de reflexão. “Este museu expressará o que aqueles que nos atacaram não entenderam, que os vínculos que nos unem se reforçam de forma extraordinária quando enfrentamos as circunstâncias menos imagináveis”, disse. O objetivo, diz a diretora do centro Alice Greenwald, é “poder inspirar e mudar a forma como as pessoas veem o mundo”.

fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/14/internacional/1400078816_537892.html @edisonmariotti - #edisonmariotti #mais60melhoridade

¿Deben los museos cuidar de sus usuarios?

¿Qué pensáis? Estoy segura de que la mayoría opina que “por supuesto que sí”. Que sería lo normal. Si los usuarios que van a un museo, salen descontentos del mismo, no volverán a ir fijo. Y si encima, hablan de la mala experiencia, utilizando el boca a boca, puede que familiares y amigos tampoco.

¿Y a qué viene esto? Recientemente, como mucho ya sabréis, nos hemos embarcado, junto con unos compañeros, en el emprendimiento cultural. Nuestra intención era ponernos en contacto con algunos museos de Valencia para crear sinergias, o lo que es lo mismo, realizar algún tipo de colaboración. En este tipo de colaboración, a mi me interesa el uso de los espacios museísticos para realizar talleres didácticos inspirándome en sus colecciones permanentes. Algunos museos, ya sea por falta de personal o recursos económicos, no pueden realizar una programación de talleres o actividades tanto como les gustaría, pero sí que disponen de espacio para poder realizarlos. He aquí la cuestión: ¿y por qué no ceder ese espacio durante un lapsus de tiempo a ciertas iniciativas, organismos, individuos o empresas culturales? Al final y al cabo, se trata de darle nuevos usos a los espacios museísticos, a la vez que crear colaboraciones con otros individuos. No es una idea tan descabellada, y lleva muchos años haciéndose, y con buenos resultados, si se me permite decir.


Museo l´Iber (Valencia)

Hace poco, he tenido los dos ejemplos. Uno bueno y otro malo. Y espero, sinceramente, que este último no se repita demasiado. Primero voy a empezar por el bueno. Es el caso del Museo de l´Iber de Valencia, más conocido como el museo de los soldaditos de plomo. Nos conocimos por Twitter durante la #MuseumWeek y pronto quedamos en hablar de estrechar colaboraciones futuras. Aunque es un museo que cuenta con pocos recursos económicos y humanos, y no es tan conocido como otros, no me deja de sorprender que a veces las ganas de crear y hacer cosas por parte de su personal, puede más que el resto de contras (falta de personal y recursos económicos). Quedamos con ellos y nos enseñaron todo el museo y estuvieron encantados de ofrecer su espacio museístico para poder realizar actividades y talleres didácticos en el mismo. Nos estuvieron contando que una manera de captar recursos para el mantenimiento del museo y otros menesteres era ese, la cesión de sus espacios (es un palacio renacentista precioso) para eventos como bodas, publicaciones de libros, mesas redondas, etc. Y aunque tienen muchas gracias de innovar y tener una amplia programación, a veces, no se puede. No por eso cierran los ojos (y las puertas) sino que están abiertos a colaborar y hacer del museo un lugar más social y participativo. Crear comunidad con programaciones diversas, ya sean suyas u de otros. Al fin y al cabo, el museo es un espacio para el disfrute de la sociedad y no para permanecer cerrado. Debo decir que el trato con el personal fue inmejorable ese día y también después, no sólo enseñándonos sus instalaciones, sino también ofreciéndonos material informativo del museo si nos hiciese falta. Nos fuimos con un agradable sabor de boca de allí. Ya enviadas las propuestas de los talleres didácticos, dentro de poco estaremos allí disfrutando de su personal, el museo y los que se apunten a los talleres. Y tenemos muchas ganas.


Museo de Bellas Artes de Valencia

Ahora viene la parte mala. Me puse en contacto vía e-mail con el Museo de Bellas Artes de Valencia. Un museo que ahora mismo, no está en su mejor momento. Desde desperfectos importantes en la fachada de su museo, hasta problemas con la directora del mismo. El problema es que esto se sabe y las noticias vuelan tanto en la prensa, como en las redes sociales. Pero volviendo al tema. Les mande un e-mail y les avise por su página de Facebook del mismo (por si acaso). Tres semanas después, y “sin noticias de Gurb”. No he recibido respuesta alguna. Les volví a enviar un mensaje a su Facebook contando lo decepcionada y la poca profesionalidad que han demostrado, ya que, aunque no quieran colaborar con nosotros, lo menos que pueden hacer es contestar el e-mail. Creo yo. ¿Vosotros no haríais lo mismo? El Museo de BB.AA. cuenta con unas grandes instalaciones y una colección de arte envidiable, pero no sé porque, si por la gestión, la difusión u otros problemas, no es tan conocida en Valencia y el resto de España como debería ser. Ante estos problemas que os he contado, ¿No creéis qué sería beneficioso contar con empresas u organismos que quisieran dar difusión a esta institución cultural haciendo uso de la misma? Siempre se dice que hay que fomentar la cultura, el turismo, la educación patrimonial en los más pequeños… pero ¿Cómo hacer esto posible, si desde las propias instituciones culturales se niegan a contestarte un simple e-mail y te cierran las puertas? ¿Qué hacemos entonces?…

Por suerte, no todos los museos son iguales. Y es que hay museos – para mal – y MUSEOS – para bien-. Y menos mal. Ante el último ejemplo que os he contado, sólo puedo pensar que el Museo de BB.AA. de Valencia no se preocupa por sus usuarios o futuros visitantes. Si no son capaces de contestar un e-mail, ¿serán capaces de gestionar a su público de manera adecuada? ¿A los qué escriben reclamaciones? ¿A los investigadores que necesitan información sobre su colección? ¿O a otros usuarios con otros problemas o necesidades? Desde luego mi decepción ha sido grande. Y su falta de profesionalidad también. Hay quien me ha dicho por Twitter que no debería sorprenderme. Que eso es así. Pero sí que me sorprende, ya que un museo es un espacio no sólo para conservar las obras de arte u otros bienes patrimoniales, sino también para atender a los visitantes y cubrir sus necesidades. ¿No se supone que los museos deben ser espacios sociales y no espacios de veneración y culto? ¿Estamos en un museo del s.XXI o aún en pleno s.XIX? Un museo debe atender a su comunidad, integrarla dentro de sus recursos disponibles, de la mejor manera posible y sobre todo, contestar a los mismos ya sea vía e-mail, Facebook, Twitter u otras redes sociales.

Si lo que quieren es un museo donde no les moleste la gente, que cierren sus puertas. Pues ahora más que nunca, los usuarios quieren participar en las instituciones culturales activamente, y no sólo callar y mirar. Esto ya no debería existir. Los museos deben convertirse en espacios de aprendizaje y debate. Museos para estar. Y no museos a los que no entras por miedo a que te regañen, no puedas hablar o en los que no te atiendan. Sólo espero que este caso sea puntual, ya que si no es así, mucho me temo que no habremos avanzado tanto como me gustaría, y sólo podré ver con cierta envidia, como en países como Inglaterra, Francia, EE.UU… se preocupan más y más por integrar a la sociedad y crear comunidad. Hacerles participes de cada momento que se vive allí. Convertir el museo, en una segunda casa. En una casa donde la cultura y la sociedad van cogidas de la mano, creando algo único y colaborando. Tal vez dentro de unos años…. Tal vez nunca… Tal vez en nuestros sueños.

fonte:http://gestionandolaculturacritica.wordpress.com/2014/05/15/deben-los-museos-cuidar-de-sus-usuarios/ @edisonmariotti - #edisonmariotti #mais60melhoridade