domingo, 29 de junho de 2014

Museu preserva memória da origem religiosa de Trindade, em Goiás

Acervo tem réplica de medalhão que remete ao surgimento da cidade. Prédio construído em 1912 abriga o museu, que tem entrada gratuita.

Prédio construído em 1912 abriga o museu (Foto: Luísa Gomes/G1)

Moradores e romeiros que visitam Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, podem conhecer mais sobre o vínculo entre a religião e a história da cidade no Museu da Memória de Trindade. O acervo do local, com documentos, fotografias e obras de arte, relata a história do município desde quando o local era denominado Distrito de Santa Cruz, por volta de 1770.


Uma das atrações do museu é uma réplica de um medalhão encontrado às margens do Córrego Barro Preto pelo casal de agricultores Constantino Xavier e Ana Rosa por volta de 1840. A história remete às origens da cidade e sua tradição católica. Milagres atribuídos ao objeto, que possui a imagem da Santíssima Trindade coroando a Virgem Maria, começaram a atrair cada vez mais devotos que se reuniam na fazenda do casal para rezar o terço em louvor ao Divino Pai Eterno.

A procura pela imagem fez desenvolver a região onde hoje está a cidade de Trindade, com população estimada em 104.488 habitantes, de acordo com dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o museu, o medalhão original é guardado em local desconhecido após ocorrências de tentativas de furtos do objeto. 


Escultura retrata casal que achou medalhão
(Foto: Luísa Gomes/G1)

Sobradinho
O museu funciona em um prédio conhecido como “sobradinho”, construído em 1912. Originalmente a casa era de uma fazenda e passou por diversos donos até ser desapropriada pela prefeitura de Trindade em 1988, quando foi instalada a “Casa de Cultura” e, em agosto de 1998, passou a abrigar o museu.

Segundo uma guia do local Ana Cristina Aguiar, o museu recebe cerca de mil visitantes anualmente. Ela relata que a existência do espaço que preserva a cultura e história local ainda é desconhecida por muitos moradores de Trindade. “Muita gente aqui da cidade nem sabe que existe. Quem mais vem aqui são as pessoas de fora, de São Paulo, por exemplo”, conta.

Serviço:
O que: Museu da Memória de Trindade
Onde: Rua Nicodemos Neri, Setor Central
Quando: Aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 13h e das 13h às 17h. Nos sábados o museu funciona das 8h às 13h.
Quanto: Entrada gratuita.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/goias/festa-do-divino-pai-eterno/2014/noticia/2014/06/museu-preserva-memoria-da-origem-religiosa-de-trindade-em-goias.html

Galeria de NY se muda para morro do Rio de Janeiro

Exposição de fotos que retratam solidão de lugares abandonados inaugura espaço no Babilônia

Fachada da galeria no morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio, e vista a partir do espaço de arte Reprodução
 


Será inaugurada nesta sexta-feira (27) a galeria de arte contemporânea 1500 Babilônia. O espaço fica no morro da Babilônia, no Leme, zona sul do Rio, e é especializado em fotografia. Fundada em Nova Iorque em 2010 pelo galerista Alex Bueno de Moraes, a galeria se mudou para a comunidade com o objetivo de inovar na relação com os clientes e colecionadores.

Além da vista para o mar, os visitantes poderão conferir trabalhos de fotógrafos como Beatriz Franco, Bruno Cals, Robert Polidori, Hirosuke Kitamura. A exposição de abertura será do fotógrafo Julio Bittencourt.

Com o nome Algumas coisas são perdidas para nunca mais serem encontradas, a mostra é composta por 16 imagens feitas em locais abandonados em São Paulo e no Japão. Segundo a organização, o trabalho foi feito ao longo de dois anos e meio e as imagens mostram “cenas mínimas, indícios ou vestígios que captam a essência dos espaços, como objetos muito antigos, cobertos de resíduos deixados pelo tempo”.

De acordo com o fotógrafo, o projeto expõe a solidão dos ambientes escuros que foram reproduzidos nas imagens.

— Talvez eu tenha levado a solidão e o silêncio ao extremo neste projeto, no âmbito pessoal, mas com certeza não deixei de fotografar pessoas – elas só não estavam mais lá.

A 1500 Babilônia será inaugurada às 15h desta sexta. A mostra de Bittencourt fica no espaço de 2 de julho a 26 de setembro, às quintas e sextas, das 11h às 20h e, aos sábados, das 11h às 18h. No sábado (28), a exposição recebe visitantes das 15h às 22h. O endereço da galeria é rua Marquês de Abrantes, número 19, no morro da Babilônia, Leme.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/galeria-de-ny-se-muda-para-morro-do-rio-de-janeiro-27062014
 

Brasileira mostra esculturas em cera na galeria Wynwood, Miami

Fernanda Frangetto usa os cinco sentidos para fazer obras a partir de produtos orgânicos

 
A escultora e artista plástica Fernanda Frangetto, de 38 anos, chega a trabalhar de olhos fechados para conseguir transferir para suas obras o melhor dos seus cinco sentidos. “De olhos cerrados, com o tato, sinto os caminhos que a forma pode destinar-se ao alcance do ápice do movimento dos membros, registrando volumes côncavos e convexos congruentes ao meu instrumento de trabalho, mãos e antebraços”, explica a brasileira, que nasceu em São Paulo mas tomou gosto pelo mundo artístico durante o tempo que a família morou em Paris.

O gosto pela arte chegou cedo, nas andanças com a mãe pelos corredores do Louvre – um dos mais famosos e aclamados museus do mundo. Desde então, ela não parou mais e entre cursos e muitas horas de trabalho ela se prepara para sua primeira exposição em Miami no dia 10 de julho. O convite veio da própria galeria de arte “Wynwood Art Group” que a convidou para mostrar sua arte em cera.

Fernanda vai trazer suas esculturas em alumínio e bronze, além de giclée (impressão de obra de arte sobre tela). Mas são suas obras em cera que chamam a atenção pelas formas e pela maneira com que são feitas.

Para chegar à forma perfeita, Fernanda adiciona várias camadas de cera natural de abelha, dando volume ao objeto. “Cada camada de cera adicionada é sutilmente localizada a partir da necessidade de resistência da matéria e da carícia dos sentidos”, explica ela que faz questão de utilizar os cinco sentidos na confecção de cada objeto. Por último, adiciona o vidro que complementa a cera transferida para o metal servindo de elemento de interferência rítmica e cromática da forma orgânica. “Meu objetivo é que o espectador, diante da obra, percorra a imagem na busca da sensação de movimentos e linhas ininterruptas que excedem os limites da forma”, conta.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.acheiusa.com/Noticia/Brasileira-mostra-esculturas-em-cera-na-galeria-Wynwood-Miami-12337

Portugal alugará monumentos históricos por preços entre R$ 150 e R$ 120 mil

O governo português passará a arrendar seus monumentos históricos para filmagens e eventos sociais e culturais por preços que variam de 50 euros (R$ 150) por dia por um museu a 40 mil (R$ 120 mil) pelo emblemático Mosteiro dos Jerónimos.

A legislação, publicada neste sábado no "Diário da República" e que entra em vigor a partir de 1º de julho, estabelece como objetivo a "rentabilidade" dos edifícios baseada na qualidade "e, sobretudo, na salvaguarda de sua especificidade e de seu prestígio".

Os interessados poderão utilizar os imóveis para gravar filmes, programas de TV e comerciais, assim como para organizar jantares ou eventos culturais, sociais ou acadêmicos.

O regulamento, definido pela direção geral de Patrimônio Cultural, inclui 23 prédios importantes de Portugal, entre os quais estão alguns dos pontos mais turísticos do país, como a Torre de Belém e o Panteão Nacional, ambos situados em Lisboa.

O Mosteiro dos Jerónimos, uma majestosa construção do século XVI localizada no bairro de Belém, na capital portuguesa, é o que cobra os preços mais altos da lista de monumentos.

De acordo com a novalei, o aluguel do edifício que guardou as riquezas da família real portuguesa durante o império pode ser utilizado por cerca de R$ 8,8 mil para um evento social ou cultural, ou por R$ 11,8 mil se a ideia for organizar um jantar em seus claustros de estilo manuelino.

No Museu Nacional das Carruagens, onde são expostos os veículos que a monarquia lusitana usava entre os séculos XVII e XIX, pode-se jantar por pouco mais de R$ 28 mil.

Um pouco mais econômico é o Palácio Nacional da Ajuda, que por cerca de R$ 22 mil pode ser o espaço de celebração de uma noite nos que já foram os salões da família real portuguesa.
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Os preços baixam nos museus de menor importância para R$ 374 no do Traje e para R$ 149 no de Conimbriga, uma instituição dedicada a mostrar as ruínas romanas desta cidade no centro do país.

fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/portugal-alugara-monumentos-historicos-por-precos-entre-r-150-e-r-120-mil,6e22fcd09a2e6410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

Museu do Egito em Turim tem a 2ª maior coleção

O local possui mais de 30 mil peças do Egito Antigo.


TURIM, ITA (ANSA) - O Museu Egípcio de Turim (ou Museo Egizio no italiano) é a segunda maior coleção de artefatos do Egito Antigo do mundo, tendo mais 30 mil peças, e um dos museus mais visitados na Itália.

O museu está sendo reformado há cinco anos e deverá inaugurar suas novidades na primeira metade de 2015. A partir daí, os visitantes poderão conhecer toda a sua esplendorosa coleção. A área total do museu passará dos atuais 6.500m2 para 12 mil m2.

Mas enquanto isso não acontece, é possível conhecer os 2.500 artefatos exibidos ao público no momento.

O Museu do Egito foi inaugurado em 1824 e atrai visitantes de todos os tipos. São cerca de 500 mil visitantes por ano, colocando o museu como um dos 100 mais visitados do mundo.

A coleção do Museu do Egito, assim como a do Museu do Cairo, é exclusivamente dedicada à arte e à cultura do Egito Antigo. Grande parte dela foi adquirida durante escavações conduzidas pela Missão Arqueológica Italiana no Egito entre 1900 e 1935 e o volume total das descobertas foi divido com o país de origem. Hoje em dia isso não seria possível, já que qualquer artefato encontrado deve permanecer lá.

O primeiro item da coleção é a Mensa Isiaca, uma mesa de altar produzida provavelmente em Roma para o templo de Isis no primeiro século depois de Cristo. A última aquisição importante foi o pequeno templo de Ellesija, doado à Itália pelo Egito em 1970, pelo significativo apoio científico e técnico durante a campanha para salvar os monumentos da Núbia.

O visitante pode se deslumbrar com variados artefatos egípcios, de todos os tipos. Há, por exemplo, sarcófagos, dos maiores e impressionantes, aos pequenos para crianças. Há também exemplares de múmias, inclusive a de três irmãs, que estavam na casa dos vinte e poucos anos quando morreram. As três estão exibidas lado a lado em seus respectivos sarcófagos. Também são interessantes as variadas perucas de uma rainha egípcia, grandes e extravagantes.

Atualmente o museu também exibe a exposição temporária "Immortali". São cerca de mil artefatos, cada um feito com diferentes técnicas e que ilustram o conhecimento artístico e as habilidades manuais dos egípcios. Há, por exemplo, um sarcófago que dada do século 2450 antes de Cristo.

O local foi o primeiro museu da Itália a digitalizar o seu acervo, a exemplo de importantes museus como o Louvre, em Paris, e o Deutsches, em Munique. Para quem quiser ter um gostinho do que encontrará na visita, é só acessar o site http://collezioni.museoegizio.it/eMuseumPlus?service=StartPage e se perder nas descobertas.

O museu está localizado no Palazzo dell'Accademia delle Scienze, um prédio construído em 1678 como um colégio jesuíta para crianças aristocratas e que era conhecido como Collegio dei Nobili. O local pode ser visitado de terça a domingo, das 8h30 às 19h30 e os ingressos custam 7,50 euros, que podem ser adquiridos na bilheteria do museu ou no site http://biglietteria.museitorino.it
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://biglietteria.museitorino.it

Diretor de museu russo recebe prêmio internacional

O diretor geral do Museu Nacional Hermitage, Mikhail Piotrovsky, recebeu, no sábado, o prêmio internacional Montblanc de la Culture Arts Patronage 2014.

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Na foto: Mikhail Piotrovsky (foto de arquivo)
“Piotrovsky está sempre testando os limites do convencional, é uma fonte de inspiração para muitos, é um exemplo do mecenas moderno da cultura e da arte no seu país” - afirmou o representante do fundo cultural Monbtlanc, Lutz Bethge.
O diretor do Hermitage ainda não decidiu para onde irá o dinheiro do prêmio. “Primeiro pagarei os impostos”, brincou.
Prémio Montblanc de la Culture Arts Patronage foi criado em 1992. Desde então o mesmo foi atribuído ao príncipe Charles, a Valeri Guerguiev, a Yoko Ono, a Catherine Deneuve e a Olga Sviblova, diretora do Multimedia Art Museum de Moscou.

@edisonmariotti #edisonmariotti http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_06_28/diretor-de-museu-russo-recebe-premio-internacional-8551/
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Arte brasileira é destaque em museu de NY


Trabalhos de Jonathas de Andrade, Tamar Guimarães e Paulo Bruscky estão na mostra do museu Guggenheim


O Brasil é, empatado com o México, o país com mais representantes na exposição

DA REDAÇÃO COM O GLOBO - A exposição “Sob o mesmo sol — Arte da América Latina hoje” aberta no último final de semana no museu Guggenheim em New York traz 40 obras com artistas de 15 nacionalidades diferentes, incluindo brasileiros. O objetivo do projeto é exibir centenas de trabalhos de arte contemporânea de regiões geográficas distintas. A primeira, dedicada ao Sul e ao Sudeste da Ásia, aconteceu no ano passado. A última será do Oriente Médio e do Norte da África, em 2015.

O Brasil é, empatado com o México, o país com mais representantes na exposição. São seis: Adriano Costa, Erika Verzutti, Jonathas de Andrade, Paulo Bruscky, Rivane Neuenschwander e Tamar Guimarães. Contratado pelo museu especialmente para a missão, o curador Pablo León de la Barra, um mexicano que fez carreira em Londres. La Barra passou quase um ano rodando a América Latina em visitas a galerias, ateliês e espaços alternativos. Além das capitais artísticas já sacramentadas, esteve em países como Costa Rica, Equador e Peru.

A exposição — que segue para o MAM de São Paulo em abril de 2015 e de lá para o Museo Jumex, na Cidade do México — é organizada em torno de seis temas: abstracionismo, conceitualismo, modernismo, participação/emancipação, ativismo político, tropical.

A argentina Amalia Pica espalha e sobrepõe recortes geométricos de acrílico que serão remanejados ao longo da temporada.

Ela e o maceioense radicado em Recife Jonathas de Andrade são os únicos que ganharam uma sala inteira. O artista exibe a instalação “Cartazes para o Museu do Homem do Nordeste”, feitos para repensar a instituição criada em 1979 pelo antropólogo Gilberto Freyre. São dezenas de cartazes com fotos de trabalhadores sob o logo do museu, além de reproduções dos classificados do jornal popular em que Andrade recrutou voluntários, na primeira fase do projeto, e um projetor com notas dos encontros com os que responderam.

Ali perto, o paulista Adriano Costa exibe uma série de tapetes de banheiro e toalhas de banho pintados de dourado e organizados no chão numa composição geométrica que remete aos metaesquemas de Oiticica.
 O museu Guggenheim fica em www.guggenheim.org 
fonte: @edisonmariotti $#edisonmariotti