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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sector da Cultura vai edificar escola de arqueologia e novo museu em Mbanza Congo

Mbanza Congo - A província do Zaire vai ganhar, num futuro muito breve, duas novas infra-estruturas culturais, nomeadamente uma escola de arqueologia e um museu, anunciou hoje, quinta-feira, em Mbanza Congo, a ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva.

A governante, que falava, à imprensa, no final de uma visita, de algumas horas, para constatar “in loco” o trabalho dos especialistas do projecto "Mbanza Congo: Cidade a desenterrar para preservar", explicou que a escola de arqueologia vai formar técnicos para esta área do saber que vão reforçar os quadros dos museus de Arqueologia de Benguela e do Zaire.




Rosa Cruz e Silva- Ministra da Cultura


A construção da instituição, avançou ainda, surge na sequência dos resultados alcançados com a acção dos especialistas angolanos e estrangeiros que trabalham para a inscrição da cidade de Mbanza Congo como Património Mundial da Humanidade da Unesco.

"Vamos, em colaboração com o Governo do Zaire, elaborar um plano para que no âmbito do programa do Executivo, para o ano 2015, possa ser incluída verba para a edificação da escola e do museu, como forma de garantimos a formação de mais especialistas, bem como para acolher as peças recolhidas no processo de escavação arqueológica do dossier Mbanza Congo", disse a ministra.

Relativamente ao trabalho desenvolvimento pelos especialistas, angolanos e estrangeiros, destinados a concluir o processo a ser entregue em Janeiro de 2015 à Unesco para a inscrição de Mbanza Congo na lista de Património Mundial da Humanidade, Rosa Cruz e Silva manifestou a sua satisfação pelos dados obtidos até ao momento.

"É um trabalho que começou em 2011 e até ao momento é bastante satisfatório, pois permitiu a recolha e descoberta de vários artefactos e locais de interesse histórico cultural, que reforçam a nossa convicção de que estamos no bom caminho", apontou a governante.

Nas escavações estão envolvidos especialistas do Museu de Arqueologia, da Comissão Científica do Ministério da Cultura e das Universidades de Coimbra (Portugal) e Yaoundé, Camarões.

O projecto de inscrição da cidade de Mbanza Congo na lista do Património Mundial da Humanidade da UNESCO foi lançado em 2006, com a realização de uma Mesa Redonda Internacional, denominada “Mbanza Congo, cidade a desenterrar para preservar”.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2014/6/27/Sector-Cultura-vai-edificar-escola-arqueologia-novo-museu-Mbanza-Congo,02f57ed1-5a61-49e5-a2a6-0541b7d418e4.html

Portaria referenda Plano Nacional Setorial de Museus

Plano é resultado de encontros nacionais realizados desde 2010, como o Fórum Nacional de Museus e a Conferência Nacional de Cultura

Uma Portaria publicada nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Museus, no Diário Oficial da União (DOU), referenda o Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM). O plano é um conjunto de diretrizes, estratégias, ações e metas resultantes de ampla discussão do setor museal, onde estão destacadas as propostas prioritárias do setor, sendo o Ibram responsável pela sua elaboração, implementação, monitoramento e coordenação.

Com vigência até 2020, o PNSM é resultado de encontros nacionais com o setor museal realizados desde 2010, como o 4º Fórum Nacional de Museus (FNM) e a II Conferência Nacional de Cultura (CNC), assim como de reuniões setoriais.

Segundo a portaria, que tem efeito retroativo a 17 de julho de 2010, a cada quatro anos, o plano dever passar por avaliação e revisão durante o Fórum Nacional de Museus, que acontece a cada dois anos, tendo o Departamento de Difusão, Fomento e Economia de Museus (DDFEM) do Ibram a responsabilidade de coordenar o processo. Já o gabinete da presidência do instituto deve coordenar o processo de monitoramento do PNSM.

O Plano Nacional Setorial de Museus é composto por 131 diretrizes desdobradas em 169 estratégias e 560 ações a serem implementadas em nove áreas:

- Gestão museal;

- Preservação, aquisição e democratização de acervos;

- Formação e capacitação;

- Educação e ação social;

- Modernização e segurança;

- Economia dos museus;

- Acessibilidade e sustentabilidade ambiental;

- Comunicação e exposições;

- Pesquisa e inovação.

Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Instituto Brasileiro de Museus 

Unicamp terá maior museu de ossos humanos do Brasil em Piracicaba, SP

Faculdade de Odontologia da cidade deve abrigar espaço a partir de 2015. Professor diz acreditar em desenvolvimento de ciência forense na estrutura.

A Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), terá o maior museu de ossos humanos do Brasil em 2015. O espaço contará com 500 esqueletos catalogados e deve ser aberto no primeiro trimestre do ano que vem. Duzentos esqueletos já chegaram à cidade e passam por um processo de limpeza. Quando aberto, o museu servirá para pesquisas científicas, principalmente na área forense.

O museu ficará no prédio da instituição na área central de Piracicaba (SP). De acordo com o professor Eduardo Daruge Junior, responsável pelo espaço, o objetivo é facilitar e incentivar o desenvolvimento de pesquisas na faculdade e também viabilizar o intercâmbio com universidades de todo país e da América Latina, já que o museu será aberto a outras instituições para estudos.


Segundo o docente, os esqueletos são cadastrados conforme o gênero, estatura, cor da pele e idade, e esses dados poderão ajudar, por exemplo, na elaboração de tabelas nacionais para identificação de ossadas.

"Quando os peritos trabalham na identificação de um corpo ou na elucidação de um crime, recorrem a bancos de dados internacionais, e nem sempre os padrões condizem com o biótipo da população brasileira", afirmou Daruge Junior.

A ciência forense será a principal área beneficiada pelo museu, segundo o professor, já que a partir dos estudos será possível criar modelos matemáticos e até softwares para auxiliar peritos. Parte do financiamento do espaço é feita através de um edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), voltado a estudos na área forense. 

Museu classifica esqueletos conforme gênero, cor da pele e idade (Foto: Edijan Del Santo/EPTV)
 
 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2014/07/unicamp-tera-maior-museu-de-ossos-humanos-do-brasil-em-piracicaba-sp.html
 

Souvenir: Museu vende réplicas em tamanho real de barcos Viking

Já passou quase um milénio desde a última vez que um marinheiro incauto teve a infelicidade de se cruzar com um barco Viking. Mas isso pode estar prestes a mudar, agora que um museu dinamarquês está a fabricar réplicas destas embarcações outrora temidas em várias partes do mundo.

A pensar nos entusiastas mais excêntricos, o museu dos barcos Viking em Roskilde, na Dinamarca, está a vender na sua loja de recordações estes modelos.

Uma das réplicas, de 12 metros, custa cerca de 400 mil euros e imita a embarcação «Skuldelev 6», datada de 1030, e que foi encontrada em 1962, em Roskilde, de acordo com a imprensa britânica.

A bordo poderão navegar 80 «guerreiros». Este modelo vem com sete pares de remos de grandes dimensões e uma vela.

Mas quem é novo no «negócio da pilhagem» pode optar por uma réplica de 6,5 metros. Por cerca de 34 mil euros pode ser sua.

Esta embarcação mais pequena é baseada no «Gokstad», modelo encontrado em 1880, em Vestfold, na Noruega.



Anders Røge, dono da Culture Nordic, que está a fabricar as réplicas, afirmou que os barcos Viking «estão na moda como nunca estiveram».

«Não temos dúvida que um barco Viking vai realizar o sonho de infância de muitos entusiastas e empresas», comentou, frisando que estes barcos, no entanto, devem ser usados para fins mais pacíficos, e não pilhagem e terror.

«São ideiais para um cruzeiro de fim-de-semana», concluiu. Mas não se esqueça de levar um crânio para ter onde servir a bebida...

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=714497

"Death Becomes Her": Met Museum traz exposição sobre o luto

Instituto de moda terá peças das eras Vitoriana e Eduardiana

 
O Met Museum traz em outubro uma exposição sobre roupas de luto, chamada "Death Becomes Her"


O Met Museum lança em outubro uma exposição inusitada: com o nome "Death Becomes Her: A Century of Mourning Attire", a mostra irá expor trajes de luto vindos diretamente dos séculos XIX e XX. É a primeira vez em sete anos que o museu faz uma apresentação de moda durante o outono americano no Anna Wintour Costume Center.

Situado no período entre 1815 e 1915, a exibição conta com peças das Rainhas Victoria e Alexandra, além de acervo do próprio museu, explorando as normas sociais das eras Vitoriana e Eduardiana. Apesar do tema sombrio, os expectadores poderão observar e aprender mais sobre a história das vestimentas usadas para expressar luto pela morte de entes queridos, que serão expostas em fundo branco contrastando com seus tons escuros, como preto e cinza.

A exibição começa dia 21 de outubro e vai até o dia 1º de fevereiro de 2015.

 
 
Serviço:

Exposição "Death Becomes Her: A Century of Mourning Attire"

Anna Wintour Costume Center

1000 5th Avenue, Nova York

De 21 de outubro a 1ºde fevereiro.
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.puretrend.com.br/artigo/-death-becomes-her-met-museum-traz-exposicao-sobre-o-luto_a15245/1

El Museo como Producto

La industria publicitaria ha entrado como elemento de facto en las estrategias de comunicación de los museos. La dinámica que ha provocado esta “novedad” es la necesidad imperante en todos los museos del mundo por atraer visitantes. Mucho pero lo tiene el museo local, que si no recibe visitantes va extinguiendo su llama hasta apagarse definitivamente. Si son museos “estrella”, el movimiento de ficha para dar respuesta a la imperiosa necesidad de atraer público a sus galerías ha conseguido que se acabe transformando en un producto que hay que vender a toda costa. Y ya no solo el museo en sí, las cafeterías de los museos necesitan consumidores y las tiendas de los museos necesitan compradores de merchandising y la megaestructura del museo necesita ingentes cantidades de dinero. A un nivel popular, sin ser un megamuseo, no tenéis más que echar un vistazo a una tienda de museo para observar la frenética actividad de promoción y productos “Museo” a la venta – algunos nada tienen que ver con el museo en absoluto -, que ha convertido esa parte de las instituciones en un “todo a 100″. El ejemplo más claro de la ansiedad devoradora de consumidores es la Smithsonian Institution que se ha convertido en el “BuyVip” de los museos y así se publicitan como habréis visto (ahora están con las rebajas de verano). El experto estratega mercadotécnico para museos es un puesto profesional al alza, ojo al dato estudiantes.


Como decíamos, los museos necesitan dinero, está claro, y muchísimo además. Mantener un museo es un dineral y las subvenciones cada vez son más pequeñas, sobre todo en España. Los museos deben amortizar su presencia y asegurar su existencia. Hay que vender entradas y atraer a la gente a sus cafeterías y a sus tiendas como si se tratara de McDonalds o Starbucks. Los grandes museos han echado mano de las agencias de publicidad más prestigiosas del mundo para desarrollar sus mensajes publicitarios y usar los soportes que tocan en el hombro del potencial visitante. Todo es poco para reclamar atención: marketing de guerrilla, estrategias en redes, publicidad exterior, TV, cine (algunos museos ya patrocinan programas de televisión – canal Discovery entre otros -, películas esponsorizadas como hizo el Louvre en el “Código da Vinci”), etcétera. Esto es una materia cambiante que evoluciona a una velocidad enorme y trata de hacerlo al ritmo en el que evoluciona la sociedad. La sociedad a su vez se va alejando de los museos – no pensemos en el MOMA, Metro, Guggenheim, Lovre, British, A&V…, pensemos en los de nuestra ciudad – los museos se van quedando vacíos, la reacción está clara: hay que publicitarse para vender.


Una de las estrategias del “A,B,C” de la llamada al potencial visitante, son las exposiciones temporales. Esa es la gasolina del museo para que su motor siga en marcha. De la programación de exposiciones temporales parte la necesidad de crear publicidad. Programar una exposición temporal es un pastón de media. Ofrecer exposiciones temporales gratuitas como hacemos nosotros es de ciencia ficción, normalmente hay que invertir una gran cantidad de dinero para poder disponer de una. Por un lado se necesita atraer visitantes programando exposiciones temporales y por otro invertir dinero para generar publicidad que facilite la convocatoria de visitantes. Hablamos de mucho dinero. Ahora, hoy, aquí, tenemos un problema y es que si el camino hacia la posibilidad de que los museos pudieran disponer de dinero para sus exposiciones con patrocinios, hay que saber que los patrocinios aquí han caído en barrena. Lo que antes se pagaba a 100 ahora no pasa del 15 o 20, en el mejor de los casos. Los museos privados ya no saben como remontar la ausencia de presupuesto, por eso no extraña que monten supermercados en sus galerías. Tampoco nos sorprende que hagan lo imposible para hacerse notar. Incluso alquilar sus instalaciones para que otros se puedan anunciar sobre un buen decorado.


Las agencias están encantadas ya que el museo es un cliente muy agradecido desde el punto de vista creativo. Si te presentas a un festival de cine publicitario o a premios de calidad creativa, si vas de la mano de un museo, ya has ganado mucho. El briefing para la agencia será: “pensad en el museo como si fuera un producto…”

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti · en INSTITUCIONES, OPINIÓN.

Histórias do Acervo MON – em aberto

O quê: A mostra – um recorte de cerca de 200 obras que ocupará duas salas do museu – contará a história da formação desta coleção, que possui atualmente cerca de 3.400 obras de artistas importantes no cenário nacional e internacional.
Cena de Mar  Miguel Bakun

Quando: Abertura dia 3/7, às 19h. Terça-feira a domingo, das 10h às 18h. Entrada gratuita na abertura. Nos outros dias, ingressos a R$6 e R$3 (meia-entrada para professores e estudantes com identificação). Horário estendido às quintas-feiras: 10h às 20h, com entrada gratuita após as 18h.

Onde: Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico | Curitiba – PR)



Informações: www.museuoscarniemeyer.org.br | www.facebook.com/monmuseu | www.twitter.com/monmuseu

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museus.gov.br/ibram-agenda/historias-do-acervo-mon-em-aberto/

BH: Copa faz circuito cultural de 12 museus dobrar de público

Praça da Liberdade, na capital mineira, recebe sete exposições sobre futebol e já teve mais de 120 mil visitas.

Circuito Cultural Praça da Liberdade, localizado na região central de Belo Horizonto, recebeu um público duas vezes maior que o normal neste mês de junho. De acordo com organizadores das exposições, a média normal de público é de 60 mil pessoas, porém, com a Copa do Mundo e a grande quantidade de turistas na capital mineira, esse número subiu para mais de 120 mil. Segundo Gustavo Caran, gerente do circuito, houve uma surpresa em relação à grande quantidade de público.

“Foi inevitável colocar o tema futebol no circuito. Buscamos algumas propostas no mercado e agora ao todo são sete exposições sobre futebol distribuídas em quatro desses 12 espaços. Foi uma surpresa muito grande. Já esperávamos um público grande, tanto é que preparamos os atendentes, preparamos aplicativos com agenda cultural, centros de informação, etc, mas foi uma surpresa muito boa”, disse Caran.

O gerente do circuito contou ainda que houve uma verdadeira “invasão latina” em Belo Horizonte, já que as seleções do Chile, Argentina e Uruguai ficaram hospedadas em Minas Gerais para se preparar para a Copa do Mundo. “Foi uma diversidade cultural muito grande”, disse Gustavo. 


Exposição reúne também fotos históricas de grandes nomes do futebol Foto: Arquivo Diários Associados / Divulgação

Com a transferência da sede do governo de Minas para a Cidade Administrativa, em 2010, os casarões que integram o conjunto arquitetônico da praça da Liberdade, então ocupados por secretarias de Estado, foram transformados em um corredor cultural. A maioria dos 12 museus têm entrada gratuita e programação para todas as idades. De acordo com os organizadores, o circuito foi criado com o objetivo de explorar a diversidade cultural – com opções interativas e abertas ao público – em uma área de grande valor simbólico, histórico e arquitetônico de Belo Horizonte.



Quatro desses museus recebem exposições sobre futebol, como vídeos mostrando a construção do Mineirão, releitura de camisas 10 de grandes clubes brasileiros, hall da fama do Mineirão, reunindo grandes craques como Pelé, Dadá Maravilha e Djalma Santos, entre outras exposições. 


Exposição Literatura nas Quatro Linhas acontece na Biblioteca Pública Foto: Luiz de Bessa / Divulgação

Os 12 espaços ficam no entorno da praça da Liberdade, um dos cartões postais de Belo Horizonte. São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Centro de Formação Artística (Cefar Liberdade); Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte Sebrae – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, Museu das Minas e do Metal, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade.

Além destes, outros cinco espaços já estão em processo de implantação, como a Casa do Automóvel, o Centro de Ensaios Abertos (Cena), o Centro Cultural Oi Futuro, a Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) e um centro de referência da música.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/bh-copa-faz-circuito-cultural-de-12-museus-dobrar-de-publico,faf7f026028f6410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

 

Casa do Futebol: CBF revela museu com a história centenária da Seleção

Entidade realiza evento fechado para jornalistas e apresenta exibição permanente em sua sede, com camisas usadas em jogos, troféus conquistados e conteúdo interativo.


Se o Brasil é o país do futebol, a centenária história da seleção brasileira de futebol agora ganhou uma casa; uma exibição permanente no Rio de Janeiro. A CBF apresentou, nesta quarta-feira, seu museu, localizado na sede da entidade, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O local tem as taças, uniformes e conteúdo multimídia que contam grande parte da história da equipe mais vencedora do futebol mundial. O ponto alto do tour é a exibição de cinco réplicas oficiais das taças das Copas do Mundo da Seleção, em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. O troféu da última conquista, a da Copa das Confederações de 2013 também está lá.

A experiência é dividida em seis pontos. Tudo começa com um vídeo no auditório. Ele reúne lances de jogos importantes da Seleção e os "transforma" em uma única partida. Depois disso, começa a exibição em si, contando as origens da equipe, com mais um vídeo e alguns troféus, como o da Copa Roca, primeiro título ganho sobre a Argentina, em 1914, além das taças que foram entregues às delegações brasileiras que participaram das primeiras Copas do Mundo.

Nossa pele: setor mostra evolução da camisa da seleção brasileira desde o modelo branco (Foto: Thiago Barros)

Logo em seguida, "Nossa Pele", a história das camisas da Seleção, desde a primeira, ainda branca, até a mais atual, canarinho, o modelo da Copa do Mundo de 2014. Entre réplicas e originais, destacam-se uniformes como os usados por Carlos Alberto Torres na decisão da Copa de 1970 e o de Ronaldo na final contra a Alemanha, em que o Brasil conquistou seu último título mundial, em 2002.

Dali, o visitante segue para uma área multimídia, chamada "Uma lenda Centenária". São mais de 1.000 jogos reunidos em um arquivo virtual, com informações, vídeos e fotos de partidas da Seleção. Há conteúdo de amistosos e competições oficiais. Uma grande mesa interativa e sensível ao toque é dividida em várias telas onde os visitantes podem navegar pelo conteúdo. Nas paredes, áudios com narrações de gols históricos do Brasil.

Galáxia de troféus: exibição das taças, desde a Copa Roca de 1914, ao centro, na prateleira de baixo (Foto: Thiago Barros)

A parada segunte é "Uma galáxia de troféus", com mais de 200 taças e instalações multimídia que permitem reviver os momentos lendários da Seleção. Ali estão, por exemplo, as taças das Copas das Confederações vencidas pelo Brasil, como a de 2013. Em seguida, na área "Reis do Mundo", os cinco troféus representando o pentacampeonato mundial da Seleção ficam em destaque, no centro de uma sala que não pôde ser fotografada em detalhes para não estragar a surpresa.

Troféus da Copa das Confederações ganham destaque no museu da CBF (Foto: Thiago Barros)

Um painel com os nomes de todos os convocados pela Seleção nesta história centenária, camisas com os nomes dos campeões mundiais estampados nas costas e 27 bolas personalizadas, com traços que representam cada um dos estados brasileiros. O fim do tour se dá em uma área totalmente interativa, com óculos de realidade virtual, jogos e instalações fotográficas - como um mosaico interativo com fotos dos visitantes e a oportunidade de imprimir uma montagem em que o visitante aparece segurando a taça da Copa das Confederações como Thiago Silva em 2013.

Painel mostra o nome de todos os jogadores convocados pela Seleção em 100 anos de história (Foto: Thiago Barros)

O Museu CBF Experience ainda não tem data para ser inaugurado, mas a expectativa é de que isso aconteça logo após o final do Mundial ou no início de agosto. Tudo já está pronto, mas a entidade ainda estuda a melhor estratégia de divulgação do projeto. Os ingressos custarão R$ 22 (o valor de meia-entrada é de R$ 12). Em grupos de 20 a 30 pessoas, o valor cai para R$ 10 por integrante e para R$ 3 em visitas escolares. Ele fica localizado na Avenida Luis Carlos Prestes 130, sede da Confederação Brasileira de Futebol, e abrirá de 9h às 17h diariamente.

Taça Fifa brilha no salão "Reis do Mundo": destaque ao troféus mais importantes da história (Foto: Thiago Barros)
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2014/07/cbf-apresenta-museu-com-tacas-uniformes-e-conteudo-multimidia.html