quinta-feira, 10 de julho de 2014

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA na Mostra: Síria, civilização e historia.




A mostra com 30 painéis contempla um recorte histórico da civilização milenar da Síria - os sítios arqueológicos.


Data – Evento
                              14-07 (segunda)        Abertura – 16hs                    

                              25-07 (sexta)               Encerramento


LOCAL:
Centro Paula Souza
Para agendar visitas programadas, envie e-mail  edison.mariotti@gmail.com


ENDEREÇO
:
RUA DOS ANDRADAS, 144 – Santa Ifigênia - SP – SP.
A entrada de visitantes na mostra será de 1 agasalho


Idealizador: Edison Mariotti - @edisonmariotti -  #edisonmariotti

                        
Convidados: 
Tatiane Pattaro - do Instituto Rosa Patarro.

Nafissa – do Amigos da Dança.



INOVAÇÃO TECNOLÓGICA:Viviane Amaral e Edson Ribeiro - Projeto GIFT  da SINAPSE e HABISFERA S.p.A.




Apoio: Centro Cultural Árabe Sírio – CCAS - www.ccsirio.org/



fonte: @edisonmariotti

Exposição:"Mulher e conexões" - Exhibition: "Women and connections" - المعرض: "المرأة والاتصالات."

A exposição contempla um recorte poético do universo feminino nas manifestações artísticas das conquistas: as conexões. Ligação de uma coisa com outra.

16-07 (quarta) Abertura da exposição – 17hs às 19hs
04-08 (segunda) Visita de um grupo da “MELHOR IDADE” – 15hs
06-08 (quarta) Visita de um grupo de crianças – 15hs
12-08 (terça) Visita de um grupo de crianças – 15hs
13-08 (quarta) Sobre o projeto “Os Árabes e a 25 de março” – 15hs
15-08 (sexta) Encerramento da exposição
18-08 (segunda) – retirada das obras – até às18hs

LOCAL: Centro Cultural Árabe Síria
Para agendar visitas programadas, envie e-mail  edison.mariotti@gmail.com

ENDEREÇO: RUA DOS INGLESES, 149 - BIXIGA - BELA VISTA - SP – SP.

A entrada de visitantes na Exposição será de 1 kg de alimento não perecível

(sal não será permitido) revertido para uma entidade social do Bairro.


Idealizador: Edison Mariotti - @edisonmariotti  -  #edisonmariotti


                         "A ARTE" supera conflitos!
Artistas:
Magda Bugelli, Mary Yamanaka, Cláudia La Bella, Laice Novaes Nafissa Souad, Selma Bombachini, Mariana Guimarães Lima Conte.



Convidado especial: Mister Basart.



Link curto: http://goo.gl/TTZADr

Museo Ruinas de Huanchaca


Si recorremos unos 1.300 kilómetros hacia el Norte Grande desde Santiago en Chile, nos encontraremos con el desierto de Atacama. Este lugar, entre el océano Pacífico y la cordillera de los Andes, es hogar de numerosos pueblos indígenas con sus poblados y fiestas religiosas de influencia inca y española. Hablamos de una zona mágica del planeta con excepcionales condiciones para observar las estrellas, dónde en pleno desierto se pueden visitar alguno de los observatorios astronómicos más importantes del mundo.





Atacama, lugar que pasa por ser el más seco y árido del mundo, con sus salares, termas y geisers, grandes minas de cobre y otros minerales. Allí, en el altiplano barrido por el sol, descansan valiosos vestigios de las culturas originarias que aparecen en sus numerosos yacimientos arqueológicos. Para aproximarnos al conocimiento de estas culturas deberemos hacer parada y fonda en Antofagasta, la ciudad costera en las mismas puertas del desierto. Allí, casi al borde del océano, se encuentra el Museo Ruinas de Huanchaca.


El Museo Ruinas de Huanchaca, se encuentra en el centro del Parque Cultural Huanchaca*. Se trata de un equipamiento museístico cuya arquitectura se ha mimetizado perfectamente con su entorno y eso es algo que a nosotros nos gusta especialmente. El edificio, con cinco amplias alas paralelas más el cuerpo central, tiene una superficie construida de 2.200 metros cuadrados. Cuenta con un gran hall de entrada, cinco salas de exposiciones permanentes, un auditorio, oficinas, depósitos y espacios de trabajo e investigación, además de una cafetería y tienda de recuerdos de la zona. En este bello museo se realizan todo tipo de exposiciones temporales, como la recién clausurada “Mi segunda piel”, un recorrido por las tradiciones de Antofagasta, exhibiendo el vestuario y los elementos decorativos que caracterizan a los bailes religiosos de Antofagasta, ciudad que mira al Pacífico desde sus playas. También el Museo Ruinas de Huanchaca organiza actividades para niños y adultos.


El Museo cuenta con colecciones de geología y paleontología correspondientes a la “Creación del Espacio”. A esto se suma una muestra arqueológica de la minería en Chile llamada “Hombre del Norte”. Por último, la sala “Una Ventana al Universo”, muestra el origen del cosmos y los proyectos más actuales del Observatorio Europeo Austral. En resumen, quienes nos visitan, harán un viaje que comienza con la formación de la tierra, verán como el hombre se relacionó con los minerales y como este último mira al universo descubriendo nuevas constelaciones.


A lo anterior se suma una característica entrada llamada “Jardín de Rocas” que exhibe rocas y minerales del norte de Chile y un segundo sitio denominado “Planos y Esferas del Desierto de Atacama” formado por ventifactos y concreciones calcáreas esféricas, rocas que en su mayoría se forman junto a fósiles marinos.


Las instalaciones del Museo cuentan con un magnífico anfiteatro al aire libre donde se programan todas clase de espectáculos. Solo hay que tener en cuenta que la temperatura del día a la noche fluctúa muy severamente, es decir, hay que ir equipado con rebequita para los hombros y evitaremos los resfriados.
(*) Recordar a la autoridades del ayuntamiento de Antofagasta, sección patrimonio histórico, y con un pequeño tirón de orejas incluido, que el patrimonio del Parque de Huanchaca debería iluminarse artificialmente siempre desde el suelo, por donde también se “tiran” los cables soterrados, nunca colocando las luminarias ancladas en los propios vestigios históricos. Y si lo han hecho por alguna razón realmente excepcional que desconocemos, retiraremos el tironcillo de orejas.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://evemuseografia.com/2014/07/10/museo-ruinas-de-huanchaca/


MAR (RJ) é o primeiro museu da AL com certificado Leed

O Museu de Arte do Rio (MAR) conquistou a primeira certificação internacional Leed na América Latina para museus. O espaço cultural recebeu o selo da categoria "Silver", o qual é concedido pela Green Building Council, organização que reconhece práticas sustentáveis. O empreendimento é composto por dois edifícios, ambos são ligados por um teto em formato de onda.

Entre as técnicas para deixar o prédio sustentável, há uma cisterna que armazena a água da chuva e depois é usada nos vasos sanitários dos dois prédios, e foram instalados vidros especiais com uma película que reduz a incidência de luz e calor — dando conforto térmico no interior, mas sem dispensar a iluminação natural. Também foram usados tijolos reciclados, madeira certificada e outros materiais reaproveitados.

De acordo com a coordenadora de projetos e obras da Fundação Roberto Marinho, Claudia Coutinho, o conceito de sustentabilidade foi empregado ao projeto desde a sua concepção.

Mercado ,

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/mercado/mar-rj-%C3%A9-o-primeiro-museu-da-al-com-certificado-leed_102441.html?pesquisa=1

Responda rapidamente: o que lhe dizem as suas calças, a primeira arma impressa em 3D ou as pestanas de Katy Perry?

O Victoria & Albert Museum faz perguntas com a inauguração de uma nova galeria e de um novo modus operandi: pensar rapidamente e coleccionar ainda mais depressa, introduzindo objectos de hoje no discurso das instituições culturais sobre a história social, do design, da arquitectura e da tecnologia. Nesta história do Rapid Response Collecting até há um lobo mau.


As suas calças da Primark são mais do que uma peça de roupa impossivelmente barata – são um exemplar de museu do que é hoje a moda rápida, do design aos seus custos humanos. O peluche dos seus filhos de um lobo mau IKEA vque come mesmo a avozinha é mais do que um brinquedo bem desenhado – é um testemunho, já com lugar num dos museus mais importantes do mundo, dos protestos de Dezembro em Hong Kong. O tempo entre a produção e a penetração de um objecto no mundo e sua validação pelas instituições culturais está a mudar. Rapid Response Collecting é o Victoria & Albert (V&A) com o dedo rápido no gatilho, a coleccionar o objecto que ainda ontem foi comprado numa loja, feito graças a uma inovação tecnológica de ponta ou usado como símbolo num protesto.

A galeria abriu na sexta-feira no importante museu londrino e está recheada de objectos reconhecíveis – como qualquer museu de design, é certo, mas neste caso são mesmo muito próximos no (nosso) tempo e, em muitos casos, de produção massificada. As pestanas postiças publicitadas por Katy Perry, os cigarros electrónicos ou um novo cabo capaz de alterar a autonomia dos elevadores e de transformar o aspecto dos arranha-céus são três dos 12 objectos que contam o primeiro capítulo da história do Rapid Response Collecting.

Outros virão, numa rotação regular na qual entrará na exposição um objecto para outro sair. A ideia é “compreender a história social através de objectos de arte, design e arquitectura” contemporâneos, como descreve Kieran Long, curador-chefe de Arquitectura Contemporânea, Design e Arte Digital do V&A. E a rapidez está não só na capacidade de trazer em muito pouco tempo – podem ser três a cinco dias – um objecto para a colecção do museu mas também de o expor quase imediatamente. O mundo está a mudar velozmente e um museu de 150 anos decidiu pôr-se no seu encalço.

Para já, na pequena galeria de cinco expositores as tais calças Primark são vizinhas da primeira arma feita numa impressora 3D e dos espigões instalados num bairro de Londres para impedir dormidas de sem-abrigo. Estas são, respectivamente, as duas primeiras peças da colecção de resposta rápida do V&A e a mais recente. No início de 2013, o museu repensou a sua estratégia para os temas de design e criou uma nova equipa de curadores que, além das suas áreas de especialidade na arquitectura, design, digital e urbanismo, trabalha para fazer Rapid Response Collecting – ou seja, “coleccionar o mundo contemporâneo”, como explica ao PÚBLICO Corinna Gardner, curadora de design de produto contemporâneo e de Rapid Response Collecting.

A reflexão sobre “como é que as coisas desenhadas podem articular a mudança global ou que são moldadas por coisas que acontecem no mundo”, como descreve a curadora do V&A, passou à prática quando, em Abril de 2013, a fábrica de Rana Plaza, no Bangladesh, colapsou. Ali se fabricavam peças para algumas das marcas de moda rápida europeia mais conhecidas e ali morreram mais de mil pessoas. “Foi uma das coisas que nos ajudaram a cristalizar o nosso pensamento”, conta Corinna Gardner sobre uma ida posterior à loja Primark, uma das marcas que lá fabricavam peças, para comprar um par de calças. Com o objecto na mão, “sentimo-nos capazes de concentrar uma discussão sobre fabrico global, códigos de construção, consumo”, enumera, no âmbito da colecção nacional de têxtil e moda do museu.

Depois, veio a pistola. Em 2013, Cody Wilson, estudante de Direito e libertário norte-americano, pôs na Internet a receita para fazer uma pistola numa impressora 3D – uma das mais revolucionárias inovações dos últimos anos para o campo do design – e, depois de os planos terem sido descarregados por mais de cem mil pessoas, foi obrigado pelas autoridades norte-americanas a retirá-la da Internet. O caso da primeira pistola impressa em 3D, chamada Liberator, foi incluído num debate sobre design e violência pelo Musem of Modern Art (MoMA) de Nova Iorque, e foi amplamente discutido na opinião pública tanto na óptica das patentes quanto da violência, armamento e cultura open source.

E no final estavam os espigões, adquiridos na semana passada e expostos imediatamente para a abertura oficial da mostra, na sexta-feira, depois de muitos londrinos se terem manifestado contra esta forma de controlo urbanístico. Os dois primeiros objectos deram forma à ideia do Rapid Response Collecting, o último mostra a rapidez com que esta colecção pode ser construída e exposta, e todos são notícias. Obrigam a equipa a uma atenção constante – Corinna repete ao longo do telefonema com o PÚBLICO: “Não consigo retirar-me do mundo em que vivo” – e constrói aos poucos novos aspectos do que é ser curador.

No V&A, esta equipa é diferente. Há mais de cem curadores distribuídos pelos cinco grandes departamentos do museu e Corinna Gardner admite que a premissa do Rapid Response Collecting “vai, de certa forma, contra abordagens mais tradicionais ou convencionais de curadoria em que se pode esperar pela passagem do tempo antes de trazer um objecto para a colecção, porque dá uma maior confiança de que o objecto vale a pena guardar”. E também porque se no V&A há peritos especializadíssimos – um deles em contraplacado, por exemplo –, a equipa do coleccionismo de resposta rápida quer aliar a isso “um leque de especialização” para “um contexto mais alargado e comunicá-lo para fora. E isso é uma ligeira mudança no que entendemos como prática curatorial”.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/responda-rapido-o-que-lhe-dizem-as-suas-calcas-baratas-a-primeira-arma-impressa-em-3d-ou-as-pestanas-de-katy-perry-1662078#/9