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domingo, 13 de julho de 2014

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA na Mostra: Síria, civilização e historia.

A mostra com 30 painéis contempla um recorte histórico da civilização milenar da Síria - os sítios arqueológicos.

Data – Evento
14-07 (segunda) Abertura – 16hs
25-07 (sexta) Encerramento


LOCAL: Centro Paula Souza
Para agendar visitas programadas, envie e-mail edison.mariotti@gmail.com



ENDEREÇO: RUA DOS ANDRADAS, 144 – Santa Ifigênia - SP – SP.


Idealizador: Edison Mariotti - @edisonmariotti - #edisonmariotti



Convidados:

Tatiane Pattaro - do Instituto Rosa Patarro.

Nafissa – do Amigos da Dança.

 
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA:

Viviane Amaral e Edson Ribeiro - Projeto GIFT da SINAPSE e HABISFERA S.p.A.

 

Apoio: Centro Cultural Árabe Sírio – CCAS - www.ccsirio.org/


fonte: @edisonmariotti


Museu concorre a prêmio do Iphan

O Museu Sítio Minguinho (foto), localizado em Palmeira, a 45 km de Ponta Grossa, vai representar o Paraná na 27ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O projeto, idealizado pelo historiador Arnoldo Monteiro Bach, foi selecionado pelo escritório estadual do Iphan na categoria I, que premia o espaço que preserva o patrimônio cultural. O resultado será divulgado na próxima terça-feira. O prêmio é uma homenagem ao primeiro presidente do Iphan e foi criado em 1987 em reconhecimento a ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro.


Túnel do tempo


Marcelo Elias/ Gazeta do Povo
 
 


O Museu proporciona ao visitante um mergulho na história do Paraná. O espaço possui vários ambientes, como os que trazem referências da Colônia Cecília, primeira experiência anarquista no estado, e espaços que guardam a memória da imigração dos Alemães do Volga, que viveram no Paraná na década de 30. As visitas devem ser agendadas com mínimo de 10 pessoas, ao preço de R$ 15 por pessoa. Informações pelo site www.arnoldomonteirobach.com.br
 
fonte @edisonmariotti #edisonmariotti

Torre do Museu da Amazônia vira ‘point’ para fotógrafos de natureza na Reserva Ducke

Observadores de pássaros e fotógrafos da biodiversidade amazônica ganharam mais um 'equipamento' para esse tipo de hobby ou de atividade profissional




A torre de observação do Musa tem 242 degraus e 42 metros de altura (Vanessa Gama/Musa)

Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça: manter olhos e ouvidos atentos para registrar e compartilhar imagens raras pela beleza ou pelo inusitado do momento. Observadores de pássaros e fotógrafos da biodiversidade amazônica ganharam mais um “equipamento” para esse tipo de hobby ou de atividade profissional: a torre de observação do Museu da Amazônia, de 242 degraus e 42 metros de altura. A árvore mais alta do entorno do equipamento tem 33 metros de altura, o que permite uma visão em 360 graus acima da copa das árvores na exuberante floresta da Reserva Adolpho Ducke.

No caso das aves, o resultado tem sido agradáveis surpresas e algumas raridades, geralmente pouco fotografadas por viverem próximo ou na copa das árvores. O veterinário Anselmo d’Affonseca, que há cerca de 10 anos se dedica à fotografia de natureza e coautor de um catálogo de aves da região, tem sido um dos frequentadores mais assíduos do local.

Autor de mais de 10 mil imagens de pássaros da região, Anselmo já registrou, em visitas à torre, imagens raras como da saíra-carijó (Tangara varia) e outras não tão raras como do Trogon melanurus (Swainson, 1838) ou surucuá-de-cauda-preta e do Macuru-de-pescoço-branco, nome científico Notharchus macrorhynchos (Gmelin, 1788), este último atraído por “playback” (que consiste na reprodução de gravações de sons de aves) pousando tranquilamente no parapeito da última plataforma.

Segundo o fotógrafo, isso evidencia a interação das aves com a torre. “Esse local onde foi erguida a torre não poderia ter sido melhor. Parece que esse ponto é uma passagem permanente dos pássaros. É, sem dúvida, o melhor local para fotografar aves aqui na região. Tem dia que a gente chega aqui em cima e não sabe para onde olha, não consegue focar em um só”, explica o profissional.

A torre tem três plataformas. A primeira, a 14 metros; a segunda, a 28 e a última a 42 metros. Com sua experiência, Anselmo dá as dicas para quem quer se entregar ao prazer de fotografar a natureza a partir da torre. “O alto da torre é mais de contemplação da paisagem, mas com sorte pode-se observar gaviões (inclusive o gavião-real que já foi avistado na área), dentre outras espécies, tais como: andorinhões, papagaios, araras, etc., geralmente em voo. A (plataforma) intermediária é a melhor. O movimento mais abaixo é bem menor, apesar de ter bichos superinteressantes do sub-bosque, a partir de 2 metros, onde há um número de espécies menor do que as de copa”, explica.

Raridades

O ornitólogo Robson Czaban, analista ambiental do Ibama de Manaus, que há 30 anos fotografa aves, também já contabiliza registros raros a partir da torre. Carioca, radicado em Manaus há 18 anos, ele tem um acervo com mais de 150 mil imagens de aves de 1,2 mil espécies. Ele conta que no início havia o receio que a torre ficaria distante das árvores, mas as dimensões do equipamento compensam essa distância, pois há espaço suficiente para montar o equipamento de fotografia. “A torre é larga, espaçosa e bem localizada. Permite sempre um bom ângulo, o que resulta em fotografias muito boas, pois a gente pode usar os três elementos (plataformas)”, diz Robson.

A lista de graciosas imagens inclui aves como o Pica-pau-chocolate, nome científico Celeus elegans (Statius Muller, 1776), o Pica-pau-de-colar-dourado, nome científico Veniliornis cassini (Malherbe, 1862) e o Arapaçu-de-bico-vermelho, nome científico Hylexetastes perrotii (Lafresnaye, 1844), registrados por Robson Czaban, também a partir da torre do Musa. Para se ter uma ideia da importância do registro, as fotos estão classificadas entre as “mais difíceis” no site WikiAves (www.wikiaves.com.br).

Para quem se interessar pelo assunto, uma boa fonte de pesquisa é o livro “Aves da Região de Manaus”. A obra de autoria de Anselmo d’ Affonseca, Ingrid Torres de Machado e Mario Conh-Haft reúne 137 das espécies de aves mais prováveis de serem encontradas nos quintais, praças, parques, sítios e destinos turísticos próximos a Manaus.
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://acritica.uol.com.br/vida/manaus-amazonia-amazonas-Torre-Museu-Amazonia-Reserva-Ducke-vira-point-fotografos-natureza-cultura_0_1173482659.html


 

SISEM-SP promove encontro para esclarecimentos sobre o Edital ProAc Museus 2014

O Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância ligada à Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural (UFDPC), promove, no dia 15 de julho (terça-feira), a partir das 15h, no auditório da SEC, em São Paulo, um encontro para esclarecimentos sobre o Edital para museus do Programa de Ação Cultural (ProAC).

Voltado aos profissionais da área museológica, a ação tem como proposta elucidar algumas das principais dúvidas sobre os concursos, que integram o Edital e que selecionarão oito projetos de Difusão de Acervos Museológicos e cinco de Preservação de Acervos Museológicos no Estado de São Paulo.

Com inscrições abertas até o dia 26 de agosto de 2014, o primeiro concurso terá como valor máximo R$ 650.000,00 (seiscentos e cinquenta mil reais) e o segundo R$ 550.000,00 (quinhentos e cinquenta mil reais).

Os Editais do ProAC funcionam como concursos, com período de inscrição, regras e parâmetros específicos. Para cada Edital há uma comissão que analisa e escolhe os projetos vencedores. Os contemplados recebem o prêmio pré-determinado no Edital – que deve ser utilizado exclusivamente na produção do plano.

O Programa também oferecerá recursos para a realização de projetos independentes de dança, culturas populares, música, artes visuais, cinema, entre outros. Em 2014, o investimento destinado ao ProaAC chega a R$ 40 milhões, valor recorde.

Outras informações sobre como participar no Programa podem ser obtidas na página da Secretaria de Estado da Cultura na internet: www.cultura.sp.gov.br

Sistema Estadual de Museus

O Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) congrega e articula os museus do Estado de São Paulo, com o objetivo de promover a qualificação e o fortalecimento institucional em favor da preservação, pesquisa e difusão do acervo museológico paulista. Em mapeamento realizado em 2010, foram listadas 415 instituições museológicas, públicas e privadas, em 190 municípios paulistas. 

O SISEM-SP se estrutura em torno das premissas de parceria e responsabilidade compartilhada, em que as ações previstas para cada região são concebidas levando-se em conta o contexto, as demandas e as potencialidades locais. É coordenado pela Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria de Estado da Cultura (UPPM/SEC), tendo como instância organizacional o Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus (GTC SISEM-SP). Para saber mais acesse:

 www.sisemsp.org.br

Serviço:
Encontro de Esclarecimento - Editais ProAC para Museus
Data: 15/7/2014
Horário: às 15h
Local: Auditório da Secretaria de Estado da Cultura (Rua Mauá, nº 51, Luz – São Paulo /SP)
Informações: (11) 3339-8208


Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa:
(16) 3237.7367 / 3237.7368 / 3237.7369
André Luís Rezende – (16) 9.8142-4299
andreluisrezende@nucleodanoticia.com.br
Juliana Dias - (16) 9.9233-1823
julianadias@nucleodanoticia.com.br
Dayane Malta – (16) 9.9233-3014
dayanemalta@nucleodanoticia.com.br
www.nucleodanoticia.com.br

Secretaria de Estado da Cultura:
Natalia Inzinna – (11) 3339-8162
ninzinna@sp.gov.br
Jamille Menezes – (11) 3339-8243
jmferreira@sp.gov.br


Data 15/07/2014
Endereço Rua Mauá, nº 51, Luz - São Paulo /SP
Cidade SÃO PAULO Estado SÃO PAULO País BRASIL  

Projeto Vila Velha de Ródão investe 300 mil euros em estação arqueológica

O presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão disse hoje que vai investir 300 mil euros na musealização da estação arqueológica da Foz do Enxarrique, cujo projeto ficará concluído no final de 2015.

"O município vai investir 300 mil euros na Foz do Enxarrique. O projeto está na sua fase final e prevê-se que no final de 2015 esteja concluído", disse hoje Luís Pereira à agência Lusa.

O autarca falava à margem de uma sessão de homenagem aos arqueólogos que estiveram envolvidos no inventário e estudo da Arte Rupestre do Tejo, onde estiveram presentes o atual diretor do Museu Nacional de Arqueologia, António Carvalho, e alguns dos arqueólogos envolvidos nos trabalhos ali realizados na década de 1970, entre eles, o arqueólogo e ex-diretor do Museu Nacional de Arqueologia Luís Raposo.

Este projeto está a ser trabalhado por Luís Raposo há algum tempo e vai funcionar paralelamente com a escola internacional de arqueologia.

"Como arqueólogo responsável pela Foz do Enxarrique, para mim a preservação da estação é a questão principal. A escola de arqueologia é importante, mas em termos de prioridade é a conservação do sítio arqueológico da Foz do Enxarrique", disse Luís Raposo.

O arqueólogo e ex-diretor do Museu Nacional de Arqueologia explicou que os trabalhos naquela que é uma das estações arqueológicas mais importantes do paleolítico médio e que está classificada como imóvel de interesse público, "estão parados há vários anos".

A ideia de criar ali um espaço museológico surgiu na sequência da requalificação que o município de Vila Velha de Ródão está a realizar junto à margem do Rio Tejo.

Luís Raposo referiu que a estação arqueológica, que se estende por uma área de 200 metros quadrados, "não estava e, de certo modo, não está em perigo porque é um local onde não estão previstas construções".

Contudo, uma vez que foi feita a reqqualificação e o arranjo da zona do Cais do Tejo e de toda a zona envolvente, "isto vai originar uma maior afluência e frequência daquele espaço", adiantou.

Neste sentido, e como o município se mostrou recetivo em avançar e dar corpo à ideia de Luís Raposo, a musealização da Foz do Enxarrique vai avançar.

"Vamos fazer arranjos de exterior e de superfície para tornar o espaço agradável com painéis informativos, e vamos também fazer uma coisa que é a primeira vez que se faz no país que é escavar uma área que ainda não está escavada para ficar dentro de um espaço fechado, um museu no sítio", adiantou o arqueólogo.

"É um sitio muito importante. Está escavada uma parte que nós consideramos suficiente para cientificamente conhecermos o sítio mas há muito mais para escavar no futuro.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.noticiasaominuto.com/pais/248648/vila-velha-de-rodao-investe-300-mil-euros-em-estacao-arqueologica