sexta-feira, 25 de julho de 2014

Filha de Picasso doa obras para reabertura do museu do pai em Paris

Maya Widmaier Picasso, a filha mais velha do pintor espanhol, doará um desenho e um caderno de esboços de seu pai para o Museu Picasso por ocasião de sua reabertura.
O desenho 1908 representa um rosto feminino do período cubista. O caderno inédito compreende, por sua vez, 38 desenhos de nus realizados em abril de 1960.
Fechado durante cinco anos para obras de reforma e ampliação, o museu tem mais de 5.000 obras de Picasso e reabrirá suas portas em 25 de outubro.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://diversao.terra.com.br/arte-e-cultura/filha-de-picasso-doa-obras-para-reabertura-do-museu-do-pai-em-paris,b8677bfe52d67410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

Tram-Museum – 100 Jahre Zürcher Strassenbahn


Das Bimmeln und Rattern der Trams ist in Zürich allgegenwärtig. Das Tram-Museum ist ganz dem charmanten Verkehrsmittel gewidmet.


Die Strassenbahn hat in Zürich lange Tradition. Im Tram-Museum erhalten Sie spannende Einblicke in die Geschichte des städtischen Verkehrsmittels. Zu sehen gibt es unter anderem 50 bis 100 Jahre alte Originalfahrzeuge, Uniformen der Tramführer, eine grosse Modell-Tramanlage und das rollende Kindertram «Cobralino».



Auf der eigenen Museums-Linie 21 können Sie jeweils am letzten Wochenende im Monat (ausg. Dezember) in historischen Fahrzeugen am Limmatquai entlang und durch die Bahnhofsstrasse fahren.



Öffnungszeiten

Geöffnet an folgenden Tagen: Mittwoch, Samstag, Sonntag
Mittwoch 13.00 – 17.00 Uhr
Samstag 13.00 – 17.00 Uhr
Sonntag 13.00 – 17.00 Uhr

Preis

Eintritt  
Regulär CHF 10
Ermässigt CHF 7.50
Kinder (6 – 16) CHF 5
Freier Eintritt mit der ZürichCARD. Mehr Informationen.
ZürichCARD kaufen

Adresse

Tram-Museum Zürich
Forchstrasse 260
8008 Zürich
Telefon: +41 44 380 21 62
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.zuerich.com/de/besuchen/kultur/tram-museum-zuerich 

PUCRS - Projeto do MicroG em exposição no Science Museum, em Londres

O projeto Coletor de sangue do lóbulo da orelha, do Centro de Microgravidade (MicroG) em parceria com o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (Ideia) da PUCRS, está em exposição no Science Museum, de Londres. O aparelho, idealizado pela professora da Universidade Thais Russomano, é usado no Espaço para testar a função pulmonar dos astronautas, e, na Terra, pode ajudar pessoas que sofrem de problemas pulmonares, como a asma.

Menos invasiva, mais rápida e mais precisa que os métodos atuais, a técnica viabiliza a coleta durante voos espaciais realizados em ambiente de microgravidade.

Segundo Thais, a exposição no Science Museum coroa um esforço de mais de uma década no desenvolvimento e aperfeiçoamento do Coletor, “uma importante ferramenta para auxílio diagnóstico de doenças na Terra e no espaço”, afirma. A exposição ficará disponível a visitação pelos próximos três a seis meses.

fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti http://www.planetauniversitario.com/index.php/notas-do-campus-mainmenu-73/33148-pucrs-projeto-do-microg-em-exposicao-no-science-museum-em-londres

Museus franceses poderão abrir todos os dias da semana

 O ministério da Cultura da França está estudando a possibilidade de abrir o museu do Louvre, o museu d’Orsay e o castelo de Versalhes todos o sete dias da semana, ao invés dos atuais seis.


Museu do Louvre.
http://claudeleveque.com


O objetivo é aumentar as receitas desses monumentos, afetados pela baixa de subsídios e acolher o número crescente de visitantes, segundo o jornal Le Figaro.

A inspiração vem de Londres, Nova York e Madri. Nessas duas últimas duas cidades, a iniciativa tem mostrado resultados positivos. Atualmente os museus nacionais franceses fecham na segunda ou terça-feira. Le Figaro esclarece que a ideia ainda está em estágio de reflexão e nenhuma dessas três grandes instituições quer comentar o projeto por enquanto.

O jornal lembra que, à medida que as subvenções nacionais diminuem, o afluxo de turistas aumenta nesses endereços: o Louvre recebeu 9,2 milhões de visitantes em 2013, o museu d’Orsay acolheu 3,5 milhões e Versalhes foi visitado por 7 milhões de pessoas.

Sem descanso

Em Londres, todos os grandes museus – British Museum, o National Gallery, o Tate Modern e o Tate Britain – abrem todos os dias da semana. Em Madri, o Prado adotou a medida a partir de novembro de 2011. Já em Nova York, os grandes museus deixaram de fechar um dia da semana desde o ano passado. Segundo o órgão responsável pelo turismo de Paris, 53 museus e monumentos da capital francesa atraíram um número recorde de pessoas em 2013: 70,1 milhões. 
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.portugues.rfi.fr/cultura/20140724-museus-franceses-poderao-abrir-todos-os-dias-da-semana

Museu da CBF usa interatividade para contar história do futebol brasileiro

Cem anos de história da seleção brasileira são contados através de muitas imagens, tecnologia e interatividade no Museu da CBF, que abrirá ao público a partir do mês que vem na sede da entidade, no Rio de Janeiro.

Logo na entrada, um projetor revela as histórias das primeiras Copas do Mundo sem deixar de lado o primeiro fracasso do Brasil em casa, a perda do título de 1950 para o Uruguai. Com sonorização no ambiente e vídeos recuperados, é possível sentir o sofrimento dos brasileiros que lotaram o Maracanã.

A caminhada até os tempos atuais é cercada de muita tecnologia e interatividade. Em uma mesa com várias telas com a tecnologia touch scream, o visitante pode viajar pelo tempo e conhecer os mínimos detalhes da performance brasileira nos Mundiais, com narrações dos gols nas vozes dos principais locutores de rádios e TVs do Brasil.

O museu tem ainda muitos troféus conquistados pela seleção brasileira e um painel digital interativo permite que o visitante clique virtualmente em um troféu exposto e conheça detalhes sobre o triunfo do Brasil.

A Jules Rimet, taça do tricampeonato mundial no México e que foi roubada na sede da antiga da CBF, está exposta numa vitrine do museu, mas se trata de uma réplica.

O projeto do museu levou mais de dois anos para ser executado e não teve o valor divulgado. “A partir do mês que vem estará aberto ao público, e aqui está o resultado de um grande esforço e dedicação de vários profissionais”, disse à Reuters nesta o diretor de patrimônio da CBF, Dino Gentille.

O museu começa a funcionar na nova sede da CBF, o pomposo edifício José Maria Marin, na Barra da Tijuca, em 1o de agosto e o ingresso custará de 12 a 22 reais.

VEXAME DE 2014

A reta final do museu é o ponto alto da visita, com uma enorme sala com projeções em 360 graus que fazem o visitante se sentir dentro do campo de jogo. Ali, a partida escolhida para ser exibida ao público foi o da final da Copa de 1958, quando o Brasil goleou a Suécia com um show de Pelé e companhia, e conquistou seu primeiro de cinco títulos mundiais.

Mais adiante, uma tecnologia importada permite que o fã, usando um óculos com visão 360 graus, se sinta próximo de treinos e atividades envolvendo diversas seleções que participaram das Copas. O realismo é tão grande que para assistir ao vídeo virtual é recomendado se segurar em barras de ferros posicionadas nas cabines.

Para fechar o passeio, o visitante tem a chance de tirar uma foto com o seu ídolo na seleção. É possível, por exemplo, levar para casa uma foto no banco de reservas ao lados dos jogadores; erguendo o troféu da conquista de 2002 ou comemorando um gol vestindo a camisa 9 da seleção brasileira.

A Copa do Mundo de 2014, na qual o Brasil fracassou e sofreu sua pior derrota da história, 7 x 1 para a Alemanha na semifinal, terminando o torneio em quarto lugar, ainda não foi inserida no acervo, e o museu poderá abrir ao público sem contar a história recente que os brasileiros jamais irão esquecer.

“Nosso acervo é atualizado constantemente e a Copa de 2014 já está sendo incluída”, informou por nota Clara Russo, uma das responsáveis pelo Museu da CBF.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://esportes.terra.com.br/futebol/museu-da-cbf-usa-interatividade-para-contar-historia-do-futebol-brasileiro,6cc2b3cdc5a67410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

Hoy vamos a visitar sus museos más importantes, casi todos,os que hay y los que son.


Viajar desde Georgetown (Guyana) hasta Santo Domingo (Rep. Dominicana) es toda una aventura. En las más de 7 horas (con escalas) que dura el desplazamiento en avión te puede pasar de todo, bueno y malo.


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 Eso es lo que dura el desplazamiento en avión sin contar el tiempo entre las escalas. No hay vuelo directo de salida en Guyana hacia el destino, y nunca mejor dicho, por lo que para volar de un sitio a otro hay que elegir opciones tales como salir de Georgetown dirección JFK de Nueva York, y enlazar un vuelo Nueva York-Santo Domingo, con posible escala en St. Marteen, donde podrás comprar una gallina viva en la terminal, que puede serte útil. Y todo ello sin reparar en gastos de billetes. Conclusión: los desplazamientos en avión de isla a continente en Latinoamérica no siempre son sencillos, más bien, muy complicados y carísimos. Pero metámonos en el ajo.

La República Dominicana es un país que ocupa algo más de los dos tercios orientales de la isla La Española (con Haití), en el archipiélago de las Antillas Mayores. El tercio occidental de la isla está ocupado por Haití; por lo tanto, La Española es una isla que está compartida por dos Estados. Tanto por superficie como por población, la República Dominicana es el segundo país más grande del Caribe (después de Cuba); su extensión territorial es de 48,442 kilómetros cuadrados y se estima que su población total es de 9,445,281 de habitantes, según el censo del 2010. Limita al norte con el océano Atlántico, al sur con el mar Caribe o mar de las Antillas, al este con el Canal de la Mona, que la separa de Puerto Rico, y al oeste con la República de Haití. Hoy vamos a visitar sus museos más importantes, casi todos,os que hay y los que son. Allá vamos.

1 Centro León / Santiago de los Caballeros
El Centro Cultural Eduardo León Jimenes (Centro León), se encuentra en la ciudad de Santiago de los Caballeros, República Dominicana. Fue ideado por los hermanos León Asensio para honrar la memoria de sus padres al tiempo de entregar al país una institución para su desarrollo educativo y cultural. Abrió sus puertas en octubre de 2003 con diversos espacios que se utilizan para actividades públicas y privadas, tanto dentro como alrededor del edificio principal, cuenta con cuatro salas expositivas, salón de actividades multiuso, aula, taller educativo, auditorio, mediateca, cafetería, tienda, patio caribeño y jardines, todos los cuales cumplen con los estándares internacionales establecidos por ICOM/UNESCO para su diseño y operación. El Centro León alberga en su interior un eco-museo que busca articular programas educativos, de animación sociocultural, investigativos, informativos y expositivos en torno a la dominicanidad dentro de su contexto caribeño. Sus proyectos y actividades convierten al arte, la cultura y el medio ambiente, en componentes esenciales del desarrollo comunitario, a través del fortalecimiento de valores propios de la creatividad, la identidad y la habitabilidad.

2 Museo Alcázar de Colón
El edificio que alberga hoy el Museo Alcázar de Colón situado en la Zona Colonial de Santo Domingo, fue construido en un solar sobre los farallones que miran hacia el Río Ozama. Concedido a don Diego Colón, hijo primogénito del descubridor de América, Cristóbal Colón, por el rey Fernando el Católico para que edificara una morada para él y sus descendientes durante su estancia en esta isla, a la cual llegó en 1509 en calidad de gobernador.

3 El Museo de las Casas Reales
El Museo de las Casas Reales es uno de los más concurridos por los turistas en la Ciudad de Santo Domingo. Se encuentra ubicado en la cuna de la historia dominicana, la Zona Colonial. El Museo de las Casas Reales fue creado por el Rey Fernando de Aragón el 5 de octubre de 1511. Anteriormente en la época colonial (Siglo XVI-XVII), este edificio era utilizado como la Real Audiencia, el cual fue el primer tribunal del Nuevo Mundo, y además como Residencia de los Gobernadores y Generales Capitanes de esa misma época. Muestra la historia de República Dominicana entre 1492 y 1821.

4 Museo Arqueológico Altos del Chavón
El Museo Arqueológico Regional Altos de Chavón, inaugurado en 1981, documenta el importante legado indígena de la isla de Santo Domingo y recibe miles de visitantes anualmente. Esta institución forma parte de la Fundación Centro Cultural Altos de Chavón, entidad cultural y educativa sin fines de lucro que ha contribuido por décadas al enriquecimiento del panorama intelectual, artístico y cultural de la República Dominicana. A un paso de donde se rodó gran parte del "Apocalypse Now" de Coppola.

5 Museo de la Familia Dominicana del Siglo XIX
Está instalado en la conocida Casa de Tostado en la calle Arzobispo Meriño esq. calle Padre Billini en la Ciudad Colonial. Este edificio fue construido en piedra en el siglo XVI por el escribano Francisco de Tostado que arribó a la Española en 1502 junto a Fray Nicolás de Ovando, recién nombrado Gobernador de la Isla. En el primer nivel se encuentra, además de dos vestíbulos, una sala de música, oficina, sala de te, comedor, cocina y una galería con arcos que da al jardín. En el segundo nivel hay un vestíbulo, sala principal, sala de música, sala de costura y de novios, dormitorio matrimonial, dormitorio de la señorita y otra galería con arcos que da, como la del primer nivel, al acogedor patio interior.

6 Museo de Larimar
Ubicado en una casa del siglo XVII en la zona histórica de Santo Domingo, rinde homenaje a la joya de mineral conocido como larimar. Se encuentra sólo en la región suroeste de la República Dominicana, esta rara variedad azul de formas pectolita de material volcánico que, después de haber caído en el río Bahuroco, es natural pulido como las aguas que llevan lejos. Larimar color, que va desde un blanco a azul, azul, verde claro y oscuro, es el resultado de la sustitución de cobalto para el calcio. En el Museo del Larimar, los huéspedes podrán explorar una impresionante exposición para aprender más sobre la creación del larimar, donde se encuentra la piedra, y cómo se extrae. El piso bajo del museo alberga una tienda de amplio surtido con elaboradas por expertos, larimar y joyas de ámbar.

7 Museo del Ámbar, Puerto Plata
De dónde salió el puñetero mosquito de Jurassic Park, aquí comenzó realmente la historia. Este es el pricipal museo de Ambar en el país y se encuentra en Puerto Plata por la cercanía de los yacimientos más importantes y ricos de Ambar en el mundo. Se estima que la antigüedad de estos yacimientos puede estar en torno a los 26 millones de años. Es un Ambar muy apreciado por las joyerías más relevantes del mundo ya que la resina vegetal de este Ambar contiene fósiles prehistóricos de hace millones de años. El museo abre sus puertas de Lunes a Sábados y es un sitio de plena confianza para comprar cualquier ejemplar. Podrás encontrar ejemplares en los populares tonos amarillo-miel y además en otros tonos muy preciados y menos comunes como el verde, marrón y azul oscuro. Otra piedra característica de La República Dominicana es el Larimar. El Larimar de color azulado es una piedra semipreciosa única en el mundo y que se extrae en la zona del Bahoruco Oriental del país, más concretamente en la provincia de Barahona. Aunque no hay un museo en Santo Domingo dedicado a el Larimar, se pueden encontrar muchas tiendas, comercios y joyerías que la comercializan.

8 Museo de Arte Moderno (no dispone de website)

El Museo de Arte Moderno posee desde su creación las obras más destacadas de los precursores de la plástica dominicana, a partir de la Independencia Nacional en 1844 hasta las producidas por artistas contemporáneos. Hoy en día, posee el patrimonio de Artes Visuales más importante del país. El Museo de Arte Moderno cuenta con amplias salas de exposiciones en cuatro niveles, un aditórium con capacidad para ciento cincuenta personas, una biblioteca especializada en arte dominicano y universal. Además una tienda que ofrece obras de artistas, artesanía artística y diversas publicaciones de arte.

9 Museo del Hombre Dominicano (no dispone de website)

Fue inaugurado el 12 de octubre 1973 diseño del Arq. José Antonio Caro lvarez, expone los restos de la figura precolombina, reconstruye: los usos, las costumbres y el folklore actual. En la entrada las estatuas del padre Bartolomé de Las Casas, de Enriquillo y del esclavo negro Lemba. En la gran sala de entrada, los autos que han transportado al Papa Juan Pablo II en sus visitas al país.

10 Museo Infantil Trampolín
Este museo está concebido para niños entre 4 y 12 años, es completamente interactivo y dinámico, ubicado en la histórica Casa de Bastidas. La temática del museo abarca, el universo, el ser humano, la energía, la tierra, los parques nacionales, el paleomundo entre otros aspectos de interés. Museo Trampolín se ha enfocado principalmente a niñas y niños en edades comprendidas entre 4 y 12 años, sin embargo será de aprendizaje y disfrute tanto de niños como de adultos. El museo es interactivo, con una colección totalmente manipulable donde las niñas y los niños pueden tocar y experimentar libremente. En vista de que la comunicación no escrita es la ideal para las niñas y los niños, se ha optado por experiencias sensoriales de sonido, imágenes, luz y color en las colecciones del museo.

11 Museo Judío, Sosúa / Puerto Plata
Hace muchos años, el Museo Judío de Sosúa rescató una gran cantidad de materiales relacionados con los primeros años de la comunidad de Sosúa; los documentos se habían abandonado a merced de la humedad, los insectos, el moho y otras indignidades. Pero recién en 2004, cuando el senador de Nueva York Eric Schneiderman y Vivien Weissman del American Jewish Congress se dirigieron al Museum of Jewish Heritage – A Living Memorial to the Holocaust con la idea de realizar una exhibición junto al Sosúa Jewish Museum, los materiales recibieron la atención que requerían. Antes de que los materiales pudieran examinarse para ser incluidos en la exhibición o utilizados para investigaciones, era necesario ordenarlos, limpiarlos y clasificarlos.

12 Museo Nacional de Historia y Geografía
El museo contiene una colección completa de artefactos que contribuyeron con la trayectoria histórica del país. Las exposiciones se enfocan en los primeros habitantes de República Dominicana, la intervención norteamericana y la interacción con Haití.

13 Parque Histórico de La Isabela / Puerto Plata

El yacimiento está ubicado en el banco este del Río Bajabonico donde desemboca a la Bahía de La Isabela, a unas 28 millas al oeste de la moderna ciudad de Puerto Plata, en la costa norte de la República Dominicana. Colón trajo 17 barcos cargados de 1.500 hombres, junto a cerdos, caballos, vacas y otros tipo de ganado, semillas y plantas para sembrar, así como las herramientas y los equipos necesarios para empezar la colonia. Entre los colonos se encontraban artesanos, constructores, frailes franciscanos, y gentes de otras ocupaciones y clases sociales. La evidencia arqueológica muestra que hubo un segundo poblado cerca del pueblo amurallado que sirvió de centro de alfarería, industria, agricultura y haciendas. La Isabela sólo estuvo poblada durante 5 años, pues las muertes por enfermedades, el arduo trabajo, las hostilidades indígenas, la hambruna y las rebeliones causaron su abandono cuando se estableció la localidad de Santo Domingo, en 1496-97.

Pues mostrados quedan los museos dominicanos. Ahora solo nos falta desearos... ¡Feliz fin de semana a tod@s!

BIBLIOGRAFÍA:

TEJEDOR, S.
Más allá del resort: descubriendo la República Dominicana
Editorial Niberta, (2008).
Resumen del libro: Este libro es la crónica de un viaje por una tierra de viejas leyendas taínas y misteriosas oraciones africanas... De un territorio de playas infinitas donde antaño atracaron temidos piratas y hoy lo hacen "hambrientos" turistas. De un país donde todo parece caerse y, de repente, levantarse. De un sueño y de una aventura qu e aún no han terminado... Porque son muchos los viajes posibles y también las formas de contarlos. Porque, son muchos los viajeros que descubren que cuando se trata de República Dominicana, "ir" significa "volver".

MARMOL, J.
La invención del día (Poesía)
Bartleby Editores, (2000).

MARMOL, J.
Antología poética del siglo XX en la República Dominicana (Poesía)
Editorial Visor Libros, (2000).
Resumen del libro: Antología poética del siglo XX en República Dominicana. Una edición a cargo de José Mármol y Basilio Belliard; inlcuye 25 autores.

BUESA, J.A.
Del amor y el desamor
Editorial Verbum, (2013)
Resumen del libro: Este volumen reúne una amplia selección de los mejores poemas de José Ángel Buesa, devolviendo en versos a sus muchos lectores el agridulce sentimiento del amor y el desamor. José Ángel Buesa (Cuba, 1910-República Dominicana, 1982), pese a sus detractores, es uno de los poetas cubanos más leídos del mundo. Entre las décadas de 1930 y 1940 compuso una docena de poemarios que, desde entonces, y enriquecidos por sus sucesivos títulos, se han venido leyendo por todos aquellos necesitados de literatura sentimental, y Buesa se convirtió en la figura cimera del Neorromanticismo en Cuba y en Hispanoamérica. Por entonces el Neorromanticismo se abría paso pese a la experimentación vanguardista, desde títulos de Pablo Neruda como Crepusculario (1922) y Veinte poemas de amor y una canción desesperada (1924), hasta la lírica inicial de Vicente Aleixandre, confirmando el decir de Rubén Darío: ¿Quién que Es, no es romántico? A los 22 años publica su primer libro y el éxito de algunas de sus composiciones le ganó el reconocimiento y lo profesionalizó como escritor. Enseguida le siguieron: Misas paganas (1933), Babel (1936), Canto final (1936) Oasis (1943), Prometeo, La vejez de Don Juan, Odas por la Victoria y la Muerte (ambos de 1947), Poemas en la Arena, Alegrías de Proteo, (ambos de 1948), Nuevo Oasis y Poeta enamorado (ambos de 1947) y los nuevos aportes que les siguieron. Algunos de sus cuadernos se leen con voracidad y se reimprimen sin cesar. Además de poeta, Buesa fue un consagrado escritor de libretos para la radio y la televisión.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://evemuseografia.com/2014/07/25/agendas-mundi-xxxv/