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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Museus criativos. A Primavera de Museus, que em setembro vai mobilizar as instituições museológicas de todo o país, tem por tema a criatividade.

Museus criativos

A Primavera de Museus, que em setembro vai mobilizar as instituições
museológicas de todo o país, tem por tema a criatividade.

Pelo oitavo ano consecutivo, renova-se o evento, que cumpre, no segundo
semestre, o papel desempenhado em maio pela Semana Nacional de Museus.

Ao propor o conceito de“museu criativo”, o Instituto Brasileiro de Museus
elege-o como o principal estímulo à manutenção e ao desenvolvimento de cada museu, na exploração de sua capacidade de inovar-se, modernizar a gestão, diversificar iniciativas, ampliar a presença no território em que se acha inserido e atrair público.

O que seria, na realidade, um museu criativo? Será aquele que investe na sensibilidade e na inteligência de suas equipes, busca incorporar colaborações diferenciadas e experimenta possibilidades inéditas de sustentabilidade e expansão, aprimorando a missão cultural e sua filosofia social. Certamente, é o museu que se instrumentaliza paravencer obstáculos e ultrapassar limites, agindo de modo inventivo e instigante, na perspectiva do amanhã.

Problemas e desafios se acumulam ao redor dos museus, e é preciso que, de maneira criativa e dinâmica, cada qual encontre um caminho seguro para avançar sempre positivamente. Os museus deram um enorme salto, desde o fim do século XX, no sentido da superação da obsolescência que havia dominado a grande maioria deles.

Tornaram-se protagonistas da cena cultural e interferem hoje na vida social e econômica. Referenciam uma nova atitude e um novo olhar no espaço da contemporaneidade.

Mas, para evoluir ainda mais e sobreviver às pressões econômicas que o ameaçam, o museu deve exercer a criatividade como estratégia fundamental.

Exemplo de museu criativo é enfatizado pelo Lasar Segall, em São Paulo (SP), quando recebe um prêmio internacional pela experiência de trabalhar com bebês, envolvendo crianças e pais numa nova relação com as obras de arte.

O Museu da Maré, no aglomerado carioca desse nome, chama a atenção internacional pela criatividade que o sustenta como uma das mais notáveis respostas criativas ao desejo de memória de uma comunidade.

Em outro extremo, o Centro Inhotim, em Brumadinho (MG), se impõe como realização singular no quadro mundial, repleta de inovações e criatividade.

De uma iniciativa de pequeno porte, originada da vontade de preservação cultural de cidadãos anônimos ou de coletividades, como os Pontos de Memória, até ousadas propostas de grandes instituições, como o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo (SP), o vigor criativo dos projetos garante a alta qualidade e os resultados admiráveis que se registram.

À procura de novos “museus criativos”, a Primavera é um acontecimento relevante para o intercâmbio de experiências e conhecimentos. Prenunciam resultados a serem partilhados pelo campo brasileiro, na certeza de que o museu deve reinventar-se, permanentemente, a fim de cumprir seus objetivos na vida dos cidadãos, da sociedade e do país.



fonte @edisonmariotti #edisonmariotti IBRAM

Artista propõe pagamento de salários aos usuários do Facebook; entenda.

Quantas horas por dia você passa nas redes sociais? Que informações compartilha? Quais fotos, mensagens ou vídeos você curte? Cada interação dos usuários do Facebook gera informações que são repassadas pela empresa a outras companhias, gerando lucro para ambas. Mas o que você realmente ganha com isso? Disposta a provocar uma reflexão sobre a noção moderna de trabalho e nossa vida online, a artista americana Laura Ptak elaborou o manifesto “Salários Pelo Facebook”, exibido na galeria de arte da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Na instalação, o público encontra vários cartazes com o símbolo de “curtir” e alguns livros sobre o mercado e empregos na era da internet, como “Trabalho Digital e Karl Marx”, de Christian Fuchs, e “Who Owns the Future”, (algo como “Quem é o dono do futuro”, em tradução livre), de Jaron Lanier. No centro, em um laptop, o site no qual se encontra o manifesto permanece aberto. Ainda que tente, o visitante não consegue correr o texto pela barra de rolagem, como é feito normalmente nas leituras online.
 
“Eles dizem que é ‘amizade’. Nós dizemos que é trabalho não remunerado. A cada ‘curtir’, ‘cutucada’ ou compartilhamento, nossa subjetividade se transforma em lucro para eles. Eles chamam isso de compartilhamento. Nós chamamos de roubo. Estivemos vivendo sob seus termos de uso há muito tempo. Chegou a hora dos nossos”, dispara a primeira parte do texto.

Desde o lançamento, a obra de Ptak tem gerado polêmica. Em entrevista à revista online “Dissent Magazine”, ela contou que apresentou a proposta em uma palestra para universitários, que reagiram com horror à ideia de estar sendo explorados pelas grandes empresas de comunicação na internet.

“Foi quase como se eu tivesse dito que a mãe deles é feia. Foi assim que alguns jovens ficaram, de tão irritados com a ideia”, contou. Ptak compara o “trabalho” realizado no Facebook como o trabalho doméstico de donas de casa, que também passou por um processo de aceitação e evolução até que se compreendesse o quão oneroso pode ser cuidar dos afazeres do lar. Para a artista, a proposta não pretende transformar todos os usuários em funcionário da empresa de Mark Zuckerberg, mas ao menos esclarecer o que está em jogo.

“Como você pode politizar as pessoas sobre uma condição de exploração que a sociedade realmente não quer ou não permite que você veja facilmente?”, questinou a artista. 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://boainformacao.com.br/2014/08/artista-propoe-pagamento-de-salarios-aos-usuarios-do-facebook-entenda-2/

El Museo + Alto del Mundo

El museo que está situado en la ciudad más alta del mundo, es el Museo Nacional del Tíbet. El museo se inauguró oficialmente el 5 de octubre de 1999 en Lhasa, capital de la región autónoma del Tíbet. (No nos vamos a enredar hoy en debates sobre esa autonomía).



El Museo del Tíbet (National Tibetan Museum) se encuentra en la esquina sureste de la Ruta de Norbulingka en la ciudad de Lhasa. Es la primer museo moderno de gran tamaño en la Región Autónoma del Tíbet; es un palacio con una gran tradición literaria y de las artes del pueblo tibetano, una joya de la civilización tibetana y un tesoro de reliquias culturales tibetanas. Financiado por el Gobierno central, el Museo del Tíbet fue construido bajo el cuidado del Comité Central del Partido Comunista de China y el liderazgo directo del Comité del Partido y el Gobierno Popular de la Región Autónoma del Tíbet. El lugar donde está emplazado el museo tiene una superficie de 53.959 metros cuadrados, con un área total de construcción de 23.508 metros cuadrados. El área expositiva abarca 10.451 metros cuadrados, y consta de tres secciones: una sala de exposiciones principal, un jardín cultural, folklórica y un cuarto administrativa. El edificio es realmente magnífico, un ejemplo de la arquitectura tradicional tibetana combinado con la tecnología moderna. Sus características arquitectónicas son únicas*.

 
 

(*) Parte del texto está extractado de la página web del museo y alguna de las fotos que mostramos. Foto lama apoyado en el muro Stefan Oláh.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://evemuseografia.com/2014/08/06/el-museo-alto-del-mundo/