domingo, 24 de agosto de 2014

Museu reúne quatro mil bonecas e brinquedos

Aqui Chucky não entra. As crianças não gostam e têm medo. Eu concordei com a proprietária THEREZINHA BARROS porque é fácil e até clichê para um adulto associar bonecas e brinquedos a filmes de terror. Mas para as crianças não. É bonito, inspirador e carinhoso, é um paraíso. Algumas param por horas, observam detalhes, perguntam o porquê daquilo e a época daquele brinquedo.

O museu é enorme, tem uma entrada teatral onde você entra num chá de bonecas de tamanho grande em uma sala mobiliada. Ali as meninas mais novas já ficam ansiosas. Mais adiante o número começa a impressionar: são muitas, são armários inteiros dedicados a específicas celebridades como bonecas de SHIRLEY TEMPLE e outras atrizes que alcançaram a fama ainda na infância.

Numa espécie de viagem ao passado, o Museu consegue também registrar o design das caixas de brinquedo, dos jogos com cores e fontes diferentes.



Decoração

Muitas peças ali foram criadas para decorar camas em quartos de casal e das moças e, por serem peças frágeis, de louça e de alto valor, o visitante pode observar apenas dentro dos armários. Há também uma sala dedicada à Barbie, com a primeira versão da boneca e seu parceiro KEN. Numa parede podemos encontrar toda a família Barbie, os tios, a madrinha, sobrinhos e amigos. Uma verdadeira Barbilândia. Com aviões, trajes e tudo que você puder imaginar. Dali estilistas de moda podem tirar inúmeras inspirações para coleções.

As bonecas folclóricas de outros países também estão presentes, com trajes típicos e materiais diferentes de elaboração. Umas feitas de massa, outras de lata, umas com grife, roupas da Dior e adereços delicados.

Engana-se quem pensa que o MUSEU DE BONECAS E BRINQUEDOS é apenas para meninas, lá no fundo há um salão com brinquedos para meninos e jogos, além de uma variedade enorme de carrinhos de diferentes épocas e marcas. Ali encontrei ATARI, vi GENIUS e uma prateleira dedicada a AYRTON SENNA.

É uma sorte para o BAIRRO SANTA MARTA a construção deste espaço cultural valorizando bonecos e jogos da infância brotando em atração turística numa região sem muito charme, ainda que próxima ao PARQUE MÃE BONIFÁCIA e ao Buffet ALPHAVILLE. É uma pérola.



Conversando com a vibrante e corajosa proprietária THEREZINHA BARROS, senti que, a exemplo de grande parte da classe artística, ela traz uma certa decepção com o incentivo cultural promovido pelo Estado para com ações como esta. Chamei a atenção dela: os tempos mudaram, temos melhorias sim, vários editais (nacionais e estaduais) estão abertos, o que não pode é ficar esperando alguém ir ali tocar a campainha do Museu para financiar melhorias, tem que ir até à SEC, no centro da capital, tem que buscar parceiros, criar um café na recepção, elaborar agendas mensais e visitas escolares.

O lugar com tantas peças em tantas salas merece ganhar visibilidade e difundir este investimento privado. Eu gostei muito do acervo, do staff e do espaço. Com paciência e tempo suficiente, leve a criançada e viaje no tempo. E fica a dica: pergunte à proprietária quem é e onde está a boneca Marília.
 
MUSEU DE BONECAS E BRINQUEDOS
 
Doações: sabe aquelas bonecas e brinquedos que você tem guardados aí? Não jogue fora, leve para o MUSEU e entre para a lista de colaboradores. O Museu aceita também parceiros para investimento no espaço. 
www.museudasbonecas.com.br
Rua Bom Jesus de Cuiabá, 90 - Jardim Santa Marta,  Cuiabá.
Segunda a sexta: 14h às 17h
Sábado: 9h às 17h
INFO: (65) 9981 4170 e (65) 9214 9004
fonte: http://www.circuitomt.com.br/editorias/cultura/48878-museu-reune-quatro-mil-bonecas-e-brinquedos.html @edisonmariotti #edisonmariotti

Palácio do Bispo abrigará Museu de Arte


O espaço deve reunir cerca de 500 obras de arte 

- Divulgação/Casa Cor Campinas

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Construído na década de 1950 para ser a residência oficial dos bispos da Igreja Católica na Arquidiocese de Campinas, o imponente Palácio do Bispo foi o local escolhido para receber a 6ª edição da Casa Cor Campinas - que será realizada entre 17 de outubro e 30 de novembro. Após a realização da mostra, o prédio histórico será transformado no Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas, um antigo projeto da diocese local e que será possível graças a parceria realizada entre arquidiocese, prefeitura local e a organização da mostra.

Patrimônio histórico da cidade, a construção foi residência episcopal dos arcebispos dom Paulo de Tarso Campos até 1968 e dom Antônio Maria de Siqueira até 1978. Com um terreno de 4 mil metros quadrados e 1.620 m2 de área construída, o prédio está localizado na rua José Ferreira de Camargo, 884, no tradicional bairro Nova Campinas. Em 2013, primeiro ano da mostra no local, foram feitos reparos que já ajudaram a conservar o patrimônio.

"Nós fizemos reparos em toda a fachada com retoques de argamassa e tinta impermeabilizante com tons de mostarda e textura rústica. Os jardins ganharam vida pelas mãos de paisagistas e toda a parte hidráulica e elétrica foi trocada.", conta a presidente mostra, Adriane Salomão Sanna. Para o procurador da Cúria Metropolitana de Campinas, padre Alexandre Moura, a novidade traz duas expectativas. "A primeira, e que nos deixa muito felizes, é dar um destino religioso e cultural para aquele patrimônio histórico. A outra conquista é encontrar finalmente um local próprio para que o acervo de obras sacras", argumenta.

Com a transferência do acervo para o Palácio do Bispo, o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas terá um prédio próprio para o Museu. Desde que foi fundado, em 1967, pelo arcebispo dom Paulo de Tarso Campos, o acervo já teve sede na avenida Aquidabã, Emílio Ribas e na Catedral. A partir de agora, está sendo preparado um novo projeto de revitalização para funcionamento do Museu. A proposta é fazer com que o espaço possa abrigar as cerca de 500 obras de arte e conte com espaços multiuso.
 
Fonte : www.casacor.com.br/campinas @edisonmariotti #edisonmariotti

A Associação dos Amigos do Museu de Biologia Professor Mello Leitão (Sambio) enviará à bancada ...



Mello Leitão: Sambio reitera reivindicações à bancada capixaba

A Associação dos Amigos do Museu de Biologia Professor Mello Leitão (Sambio) enviará à bancada capixaba no Congresso Nacional novo documento com as reivindicações necessárias para o funcionamento do museu, enquanto não for efetivada sua transição para o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA).



De acordo com os diretores da Sambio, as principais reivindicações giram em torno de providências que já foram requeridas anteriormente, como a transferência das Coleções Biológicas para espaços maiores e protegidos e a incorporação ao museu de um terreno oferecido pela Prefeitura de Santa Teresa.

O documento será entregue à senadora Ana Rita (PT), com a qual a Sambio se reunirá na próxima sexta-feira (29) para acompanhar a situação dos decretos federais necessários para a regulamentação da transferência do museu para o INMA. Para que a Lei 7437/2010, que transforma o Mello Leitão em ×Instituto, seja regulamentada e a transição efetivada, é necessário que um decreto do Ministério da Cultura (MinC) seja publicado, retirando o MBML de sua estrutura administrativa. Também é necessário outro decreto, por parte do MCTI, que inclui o INMA em sua estrutura.

De acordo com a assessoria da parlamentar, a senadora se reuniu na última semana com a ministra do planejamento, ×Miriam Belchior, para tratar da publicação dos decretos, e levará à Sambio o retorno do ministério.

A transferência da estrutura do Mello Leitão do MinC para o MCTI era um pleito antigo de pesquisadores, e a pressa com que os servidores tratam tal transição se deve à dificuldade de manutenção do atual Instituto. Após anos de carência de material de estudos e de pessoal, há a esperança de que, com a gestão definitivamente atribuída ao MCTI, hajam investimentos estruturais efetivos nas pesquisas desenvolvidas no local.

O Mello Leitão foi criado em 1949 pelo naturalista Augusto Ruschi (1915-1986), que recebeu do Congresso Nacional, em 1994, o título de “Patrono da Ecologia do Brasil”. A instituição, que desenvolve trabalhos com foco na biodiversidade da Mata Atlântica do Estado e voltados para educação e difusão científica na área de biodiversidade e na área de pesquisa e investigação científica, é uma das principais do país ligadas ao patrimônio natural.

Em agosto do ano passado, os membros da Sambio já haviam solicitado providências para as melhorias no museu ao secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jadir José Pela, que se desincompatibilizou do cargo para disputar as eleições deste ano. Em reunião, a Sambio entregou a Pela um documento que solicitava, dentre várias providências, que os editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapes) permitissem a participação de pesquisadores que tenham projetos em conjunto com o Mello Leitão, mesmo sem vínculo empregatício com a instituição.

Novo ofício solicitando apoio às medidas foi encaminhado aos secretários do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e ao ministro Clélio Campolina Diniz, à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (Sectti), e à bancada capixaba no Congresso Nacional em julho deste ano.
 
fonte:edisonmariotti #edisonmariotti http://seculodiario.com.br/18432/10/mello-leitao-sambio-reitera-reivindicacoes-a-bancada-capixaba

Capital da arte de rua russa é palco de festival

Ao longo de um mês, dezenas de artistas conhecidos de toda a Rússia e de outros países chegaram para deixar a sua marca nas ruas do centro industrial e cultural dos Urais. 


 



O Stenograffia, o mais antigo e o maior festival internacional de arte de rua da Rússia, foi realizado pela quinta vez em Iekaterimburgo. Ao longo de um mês, dezenas de artistas de toda a Rússia e de outros países chegaram para deixar a sua marca nas ruas do centro industrial e cultural dos Urais.

Os grafiteiros chamam Iekaterimburgo de "capital russa da arte de rua". Foi justamente ali que surgiu a primeira galeria de arte de rua do país e onde viveu e trabalhou Starik Bukashkin, um dos fundadores da arte urbana russa, cujas obras estão guardadas no departamento de livros raros da Biblioteca Britânica em Londres. É também em Iekaterimburgo que as autoridades mantêm uma postura bastante leal em relação ao grafite e a cada ano disponibilizam dezenas de novos espaços para o desenvolvimento da arte de rua. Este ano o festival foi dedicado à Copa do Mundo de 2018, que vai ser realizada no país.

Desta vez, o tom do festival foi definido pela composição “Ajuda Mútua” do artista de Iekaterimburgo Slava PTRK. De acordo o portal AdMe.ru, ele entrou no top dos melhores grafites do mundo em junho de 2014. Duas mãos enormes que se estendem uma para a outra nos degraus da orla do rio da cidade passaram a adornar a paisagem urbana.

Gagarin do mundo

O lendário artista de Madri Sam3 tornou-se o mais enigmático e esperado convidado do festival. O artista espanhol, que há muito tempo cativou a Argentina, a França, Portugal e os EUA com as suas obras monocromáticas, visitou a Rússia pela primeira vez. E trabalhou sob uma chuva torrencial para deixar de lembrança quatro grafites em forma de misteriosas "sombras” nas fachadas dos prédios dos subúrbios da classe operária de Iekaterimburgo, no Museu de Belas Artes e no território do Hospital das Clínicas infantil da região.

"Gostei da cidade, com seus paradoxos e contrastes: edifícios ultramodernos estão lado a lado com antigos palacetes do final do século 19, não vi nada igual antes. As pessoas são muito amáveis e não são indiferentes", declarou Sam3.

Andrêi Palval, grafiteiro da cidade de Kharkov e participante regular do festival, veio da Ucrânia para o Ural apesar da difícil situação política. Ele surpreendeu os moradores da cidade deixando na fachada de um edifício de apartamentos de cinco andares, no centro da cidade, uma imagem de 15 metros do primeiro cosmonauta, Iúri Gagarin, com uma pomba nas mãos.

O artista se baseou em uma famosa foto do cosmonauta com uma pomba branca, que Gagarin havia recebido de presente dos pioneiros búlgaros na cidade de Plovdiv, em 1961. Palval acredita que os trágicos acontecimentos que estão ocorrendo agora na Ucrânia incutiram um novo significado a essa imagem: o destino do mundo está nas mãos dos militares. E Iúri Gagarin, como se sabe, era um piloto militar.

Na Ucrânia, Andrêi é conhecido como autor da maior obra de arte urbana. Em Kharkov, ele criou um grafite com 451,5 metros quadrados de área, no qual também retratou Iúri Gagarin. Palval destacou o estado de espírito especial que o cercou durante os dias em que elaborou o seu trabalho em Iekaterimburgo: "ao longo de todo o tempo, ninguém disse sequer uma palavra rude, pude trabalhar em paz e com facilidade."

Espaço livre

Os jovens artistas do famoso grupo de Samara VGA (Visualização das Associações Gráficas) estão convictos de que o grafite ainda é um fenômeno incomum na cultura russa, mas já não provoca uma rejeição tão forte nos moradores da cidade, como acontecia há alguns anos. Algumas pessoas se aproximam dos jovens que estão elaborando as pinturas sobre os muros e fazem “encomendas políticas”. Um aposentado pediu que pintassem os retratos de Barack Obama e Ângela Merkel.

Os grafiteiros russos podem ser divididos em três categorias: aqueles que são influenciados pelos artistas urbanos ocidentais (eles são maioria), aqueles que usam ideias de outras pessoas e os autores originais com um estilo próprio.

"Em Iekaterinburgo há muita arte urbana, provavelmente mais do que em qualquer outra cidade russa. Os espaços nos quais criamos os grafites no festival são disponibilizados através de acordos com as autoridades locais, por isso os nossos trabalhos permanecem intactos durante anos e ninguém os recobre com tinta. Mas em Samara, como provavelmente em muitas outras cidades russas, a o grafite é uma atividade muitas vezes considerada ilegal e os policiais podem se aproximar e perguntar por que estamos desenhando nas ruas. Por essa razão, somos obrigados a fazer isso nas garagens quando ninguém está vendo. Mas aqui o espaço é livre”, contou à Gazeta Russa Aleksandr Poliakov, integrante do grupo VGA.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti https://www.facebook.com/GazetaRussa

3ª Bienal da Bahia inaugura obra do artista visual baiano Almandrade

A 3ª Bienal da Bahia inaugura mais uma ação: dessa vez, o público terá a oportunidade de conferir a obra do artista visual baiano Almandrade que será doada a UFBA.

Com dimensões de 5 x 4 x 2,5 m, a obra é composta por peças metálicas nas cores primárias azul, vermelho e amarelo, associadas entre si por meio de encaixes. A interação entre as cores sob a luz e as diferentes geometrias formadas a partir de cada ângulo, conferem seu caráter dinâmico, possibilitando múltiplas formas de interação e leitura.

Com mais de quatro décadas de produção, o artista baiano tem no currículo participações em quatro bienais internacionais de São Paulo, além de exposições individuais em cidades como Recife, Rio de Janeiro, Brasília e fora do país.

Andrade publicou ainda os livros “O Sacrifício dos Sentidos”, “Obscuridade do Riso”, “Poemas”, “Suor Noturno” e “Arquitetura de Algodão”, sendo reconhecido como um dos grandes nomes brasileiros do poema visual. Ele idealizou também o Grupo de Estudos de Linguagem da Bahia e, em 1974, foi editor da revista ‘Semiótica’.

PAF I – UFBA, Rua Barão de Jeremoabo, Campus Universitário de Ondina. s/n. Ondina. Salvador-BA.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti - Contato: (71) 3283 7915