segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Siza, Castanheira e Shu envolvidos no projeto do museu da Academia de Arte de Hangzhou

Após a inaugurar seu primeiro edifício na China - o “Edifício sobre a Água” - Álvaro Siza anuncia agora seu segundo projeto no país, também em parceria com Carlos Castanheira. Trata-se de um museu para a Academia de Arte de Hangzhou, localizada na costa leste, 180km ao sudoeste de Xangai.
 
 


O novo museu, que terá aproximadamente 15 mil metros quadrados, uma área semelhante à da Fundação Serralves, e acolherá uma grande coleção de obras e peças da famosa escola de arte e design alemã Bauhaus, fundada em 1919 pelo arquiteto Walter Gropius.

De acordo com Siza, o projeto do novo museu já está concluído e as obras já foram iniciadas.

A Academia de Artes de Hangzhou se localiza na cidade homônima, capital da província de Zhejiang, uma das mais ricas da China, com 55 milhões de habitantes e um território pouco maior que a área de Portugal.

A Escola de Arquitetura da Academia de Arte de Hangzhou é dirigida por Wang Shu, único arquiteto chinês laureado com o Prêmio Pritzker, em 2012. Shu está de certa forma envolvido no projeto e construção do museu; segundo Castanheira, os arquitetos portugueses estão contando com o apoio de sua equipe chinesa.

O primeiro projeto de Siza na China, inaugurado no último sábado numa cerimônia que contou com a presença dos arquitetos, consiste em um edifício de escritórios para a fábrica de produtos químicos de HuaiAn, na província de Jiangsu. Saiba mais sobre esse projeto aqui.

fonte : @edisonmariotti #edisonmariotti Referência: observador.pt

"O trabalho em equipe faz com que as pessoas comuns alcançar objetivos extraordinários." Ifeanyi Enoch Onuoha (Writer) - La Ciudad Museo

Todo comienza a partir de una idea muy interesante generada en combinación entre una red de museos locales y la asociación de comerciantes de la ciudad. Ambas entidades se han puesto de acuerdo para convertir la ciudad en un gran museo durante un tiempo. Si pensamos en la ciudad como un gigantesco continente de contenidos museísticos, e imaginamos que los escaparates de las tiendas en las calles son las vitrinas que muestran las colecciones históricas y el arte, pues ya tenemos un museo. 
 
A nosotros nos ha parecido una iniciativa original para acercar los museos al ciudadano durante un tiempo, y los comercios salen beneficiados también porque atraen la atención de los transeúntes, entre los que se encuentran los niños también, algo importante. Este acuerdo incluye la exposición en los escaparates de todo tipo de contenidos: arqueológicos, etnográficos, historia natural, arte, etcétera. A cada tienda se le asigna un contenido, que el propio establecimiento puede llegar a explicar con detalle a quien se interese. Los puristas puede que se echen las manos a la cabeza, pero a la ciudad en general y a nosotros en particular, nos parece una iniciativa de aplauso.

Cartel anunciador de la iniciativa

Nosotros estamos muy contentos de que estas iniciativas prosperen porque nos beneficia a todos. Todo parte del espíritu de colaboración y trabajo en equipo de instituciones y personas para que las ideas prosperen y no se queden en agua de borrajas. Tener ideas es relativamente fácil pero ponerlas en funcionamiento es muy difícil. Toda esta colaboración generalizada en la ciudad la convierte en una comunidad viva, inquieta, que busca mejoras, que se implica en la difusión de la cultura y esto, al final del camino, convierte a la ciudad en un lugar donde la amargura no tiene lugar, en un lugar donde nos gusta vivir. Es cierto que nosotros contamos con algunos privilegios que otros no disfrutan: tenemos playa, tenemos montañas, tenemos pardos verdes, tenemos flores, tenemos un clima fantástico, el índice de criminalidad pueda que sea uno de los más bajos del mundo, es una ciudad limpia, etcétera. Pero, aun tenido tantos parabienes que podrían adormecer a la población por lo fácil, al contrario, se mantienen inquietos y, ya se sabe, donde hay inquietud sana hay inteligencia y vida. Felicidades por la iniciativa.

Vista del mercado del Museo del Ferrocarril (EVE Museografía)

Nota: El Museo del ×Ferrocarril de la ciudad, se convierte en un mercado todos los primeros fines de semana de cada mes. Otra iniciativa que acerca nuestra sociedad a los museos: Mercado del Museo del Ferrocarril

Foto principal: “Ciudad de papel” de Hattie Newman / Trabajos en papel
 
 
fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti EVE Museografía

“El trabajo en equipo facilita que la gente corriente consiga objetivos extraordinarios.” Ifeanyi Enoch Onuoha (Escritor)

Museu reúne objetos pré-históricos indígenas encontrados em MG

Museu Arqueológico abriga relíquias achadas no Centro-Oeste do estado. Espaço fica em Pains e é aberto ao público gratuitamente.
 

Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco MAC Pains MG (Foto: MAC/Divulgação)Público confere pinturas rupestres expostas no Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco
 
(Foto: MAC/Divulgação)


Um museu arqueológico localizado em Pains, no Centro-Oeste mineiro, reúne objetos e materiais produzidos por sociedades indígenas pré-históricas que habitaram a região do Carste do Alto São Francisco entre 11 mil e 500 anos atrás. Essa região atualmente compreende a área dos municípios Arcos, Formiga, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Doresópolis, Iguatama e Pains. 
 


Segundo o especialista do Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), Gilmar Henriques, o museu tem o objetivo de guardar e proteger os objetos pré-históricos, além de servir como base para alguns projetos científicos. “Essa região é uma província arqueológica de extrema riqueza, são conhecidos mais de 300 sítios arqueológicos pré-históricos distribuídos em uma área com cerca de 1.500 km². Até a implantação do museu, esse patrimônio cultural arqueológico era conhecido apenas por um pequeno grupo de arqueólogos e o museu possibilitou a divulgação dele”, comentou o arqueólogo.

Estrutura
Atualmente o MAC conta com uma equipe fixa de seis funcionários, além do apoio de especialistas como educadores, antropólogos físicos e conservadores para trabalhos específicos no local. Desde a inauguração em abril de 2010, mais de três mil pessoas passaram pelo museu arqueológico e o blog do MAC contabiliza 52.400 visualizações. “O público pode conferir vestígios arqueológicos, datados por meio de análise radiocarbônica, organizados em uma exposição permanente que conta com textos, fotografias, mapas temáticos e apresentações. O museu tem ainda uma sala de audiovisual onde são feitas palestras temáticas e exibidos documentários”, acrescentou o arqueólogo. 


Visitação ao museu é aberta ao público
(Foto: MAC/Divulgação)

De acordo com Gilmar, antes da inauguração do MAC foram realizadas duas pesquisas acadêmicas. O arqueólogo mantinha um acervo sobre agricultores ceramistas que ocuparam a região entre 1.200 e 500 anos atrás. Ele também contou com o acervo do pesquisador Edward Koole sobre os indígenas caçadores coletores, que ocuparam a região entre 11.000 e 5.000 anos atrás. Desde então o museu tem se expandido cada vez mais com a contribuição de outros arqueólogos que disponibilizaram pesquisas e objetos para o MAC.

“Entre os objetos do nosso acervo que mais chamam a atenção do público estão as pinturas rupestres, ferramentas de pedra lascada, especialmente as pontas de flecha, e os sepultamentos humanos dos povos caçadores coletores. No caso dos povos agricultores ceramistas são os vasilhames cerâmicos, as ferramentas e objetos de pedra polida, especialmente os machados e as mão-de-pilão”, revelou.

Ainda segundo o arqueólogo, os trabalhos realizados no local têm fomentado a formação de um parque ecológico e turístico na região. “No MAC também contamos com academia de ginástica gratuita, parque de diversões adaptado para a prática de exercícios físicos e pista de caminhada. Assim, a implantação e funcionamento do museu contribuíram para reforçar a valorização não só da cidade, mas também para a criação de um turismo regional”, disse Gilmar.

O Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco está aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Aos sábados e domingos o funcionamento ocorre das 10h às 13h e nos feriados das 12h às 15h. O MAC fica na Rodovia MG-439, nº. 1000, próximo à saída de Pains para Formiga. A entrada é franca.
Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco MAC Pains MG (Foto: MAC/Divulgação)Espaço é convidativo para um passeio ao ar livre e contato com a natureza (Foto: MAC/Divulgação) 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2014/08/museu-reune-objetos-pre-historicos-indigenas-encontrados-em-mg.html

Unicamp anuncia a implantação de Museu da Nutrição em Limeira, SP

Intenção do local será levar à população informações sobre hábitos sadios. Imóvel será definido pela Prefeitura; ainda não há prazo para inauguração.


A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) implantará um Museu da Nutrição em Limeira (SP), segundo nota divulgada pela Prefeitura. A intenção do espaço será levar à população, especialmente às crianças e adolescentes, informações para uma alimentação sadia e mudanças de hábitos, prevenindo doenças. O prédio que abrigará o museu será definido pela Prefeitura. Ainda não há prazo definido para a inauguração. 

Alunos da Unicamp em Limeira vão participar das
atividades do Museu da Nutrição (Foto: VC no G1)

O museu faz parte da proposta do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão - Obesity and Comorbidities Research Center (Cepid OCRC), encabeçado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e recém-criado na Unicamp, que deve receber R$ 17 milhões em recursos nos primeiros cinco anos.

O coordenador geral do projeto, Lício Velloso, professor da Faculdade de Ciências Médicas, disse que os alunos de graduação e pós-graduação do curso de nutrição da Unicamp oferecido na cidade devem ter participação direta na iniciativa. "Queremos envolver principalmente as escolas, levando as crianças e os adolescentes para aprenderem sobre as características dos alimentos e a melhor forma de se alimentar. Isso refletirá na redução de doenças que têm um custo grande no sistema de saúde e que são as que mais matam", declarou por meio de assessoria de imprensa.

A ideia é que o museu, que precisará de um espaço entre 150 e 200 metros quadrados, seja interativo e com laboratório para demonstrações. O modelo será semelhante ao do Museu Exploratório de Ciências, que fica na própria Unicamp, em Campinas (SP), informou a Prefeitura de Limeira.
 
Hadich e Jorge (à esquerda) discutiram cursos
para a cidade (Foto: Wagner Morente/Prefeitura)

Novos cursos
O prefeito do município, Paulo Hadich (PSB), e o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, discutiram na sexta-feira (29) a possibilidade da vinda de novos cursos de graduação no campus da universidade em Limeira.

Hadich pediu atenção especial à área das engenharias, principalmente de alimentos, elétrica e civil, e também ao setor de mecânica e manutenção.

O reitor da Unicamp disse que há estudos para a implantação de novos cursos em Limeira e que a intenção é dobrar o número de vagas na Faculdade de Ciências Aplicadas, que tem 480 alunos em seis cursos de graduação (ciências do esporte, engenharia de manufatura, engenharia de produção, nutrição, administração e administração pública).

"Vamos avaliar os cursos sugeridos e verificar a demanda. Pelo momento atual haveria viabilidade de um curso de engenharia civil e seria interessante para a cidade um curso na área de mecânica e automação e de engenharia de produção e manufatura. Mantemos uma Comissão Acadêmica para discussão de novos cursos e vamos estudar a proposta", declarou Jorge.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2014/08/unicamp-anuncia-implantacao-de-museu-da-nutricao-em-limeira-sp.html

 

Maior pepita de ouro exposta no mundo fica em Brasília

A Pepita de Canaã fica no Museu de Valores do Banco Central há 30 anos.

A pedra foi descoberta no ano de 1983 , em Serra Pelada, no estado

Brasília guarda um tesouro há 30 anos. A maior pepita de ouro em exposição do mundo, e a maior já encontrada no Brasil, fica na capital. A Pepita de Canaã – que significa terra prometida -, tem 60,80 kg de peso bruto e 56,61 kg de ouro contido.

A pepita fica guardada no Museu de Valores do Banco Central e, é a maior parte de uma pedra de quase 150 quilos, que se partiu em vários pedaços quando foi retirada do solo. A pedra é é formada pelo ouro Bombril, que quebra fácil.

Foi descoberta no dia 13 de setembro de 1983, pelo garimpeiro Júlio de Deus Filho, no Garimpo de Malvina, em Serra Pelada, no estado do Pará. A pepita foi incorporada ao arquivo do museu no ano de 1984, quando foi adquirida pelo Banco Central, que comprava ouro no garimpo para compor as reservas internacionais do País.



O técnico do Museu de Valores e formado em história Misael Viana diz que a pedra está mantida no estado bruto, natural e, que até foram encontradas outras pepitas maiores que ela, mas foram fundidas e vendidas no século XIX.

— Devido à raridade das pepitas, a formação geológica delas, detalhes, tamanhos, o Banco Central decidiu não fundi-las, não derretê-las, explica o técnico sobre as pepitas naturais que são expostas no local.

No ano de 1998, um grupo do departamento de geologia da UnB (Universidade de Brasília), estudou a pepita para ter informações técnicas.

— Nosso maior interesse é preservar a pepita enquanto memória da história do ouro no Brasil, como aspecto cultural, para população ter esse acesso, explica Misael Viana.

A parte limpa da pepita, peso bruto, equivale a 56 kg. Atualmente, um grama de ouro vale cerca de R$ 93. Com isso, é possível dizer que o valor da pedra é de, no mínimo, R$ 5.208.000, valor que equivale a 17 apartamentos em Águas Claras (DF) e quatro carros populares.

Como visitar

O Museu de Valores do Banco Central fica aberto de terça-feira a sexta-feira das 10h às 18h, mas o acesso ao local só é permitido até as 17h30. O museu também é aberto no primeiro sábado de cada mês. Os visitantes devem levar documento de identificação com foto e os menores acompanhados dos responsáveis dispensam identificação.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://noticias.r7.com/distrito-federal/maior-pepita-de-ouro-exposta-no-mundo-fica-em-brasilia-31082014