quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Grupo 3corações mantém Museu das Xícaras com mais de 4 mil peças


Após 14 anos aberto apenas para funcionários e convidados da fábrica em Natal, museu agora está disponível em um hot site exclusivo no site da empresa




A paixão pelo café levou os fundadores do Grupo 3corações a criar, em sua fábrica de Natal, o Museu das Xícaras. O local, inaugurado em 2000, agora apresenta um hot site exclusivo e já conta com uma coleção de mais de 4 mil peças. No acervo, alguns itens são exclusivos e raros, como a peça assinada por Cândido Portinari e a menor xícara do mundo, do tamanho de um dedal.

A ideia começou em 1999, quando uma coleção de 1.500 xícaras da família Leal foi doada ao Grupo 3corações. Elsa Leal, viúva do colecionador Gildásio Leal, e seus filhos Gildásio, Gilberto, Hercília e Gílson encontraram na empresa a capacidade de fazer com que o conjunto de histórias permanecesse vivo, dinâmico e cheio de emoção. A partir daí, parceiros, clientes, amigos, familiares e até concorrentes passaram a enviar peças para compor as prateleiras do museu, que mantém uma refrigeração especial para conservar as diversas relíquias.

Nos últimos meses, o Museu das Xícaras ganhou novos caminhos. Uma versão virtual do ambiente, disponível via acesso pelo site institucional http://www.museudasxicaras.com.br , foi criada para permitir um relacionamento interativo com todos os públicos, divulgar o conteúdo social e cultural e eternizar histórias e laços de paixão pelo café. Para facilitar a compreensão e interação no ambiente virtual, as xícaras estão separadas por categoria e apresentam informações adicionais. O hot site ×Museu das Xícaras (www.museudasxicaras.com.br) também disponibiliza uma foto de 360°, para completo acesso ao espaço, com navegação horizontal e vertical e aproximação de objetos.

“O Museu das Xícaras traz um acervo de enredos e laços afetivos. Por isso, tem uma enorme identidade com o Grupo 3corações, que tem em seu DNA o apreço pelas relações e a paixão pelo café”, conta Cristiano Fonseca, gerente de marketing da empresa.

Algumas xícaras curiosas do museu:

A Xícara Chinesa, considerada a menor do mundo, tem o tamanho de um dedal. Dona Elsa Leal descobriu esta raridade na China. Na época, o proprietário, dono de um restaurante, se recusou a vender a xícara. Porém, tempos depois, um amigo que a acompanhara na viagem enviou um telegrama que dizia: “Troféu em mãos.”

A Xícara de Portinari chegou por meio de um representante comercial, que, ao visitar a 3corações, soube do Museu das Xícaras e pediu para conhecer o acervo. Ele ficou tão emocionado com a visita, que decidiu doar sua coleção de 27 xícaras. Entre as peças, havia uma com a assinatura de Cândido Portinari, que o doador recebera ao participar de um evento de arte no ×Rio de Janeiro.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.segs.com.br/demais/7478-grupo-3coracoes-mantem-museu-das-xicaras-com-mais-de-4-mil-pecas.html

Começa obra de requalificação da Casa de Cultura Jorge Amado em Ilhéus

A Prefeitura Municipal de Ilhéus, através da Secretaria de Cultura (Secult), iniciou a obra de reforma da Casa de Cultura Jorge Amado, um dos principais atrativos turísticos localizados no centro histórico da cidade. Segundo o secretário Paulo Atto, a intervenção também inclui a requalificação do acervo da Casa de Cultura, prédio onde o escritor Jorge Amado viveu grande parte de sua infância e adolescência, e que recebe uma média de 30 mil visitantes por ano.

A Casa de Cultura Jorge Amado foi inaugurada em 1988, com a presença do próprio escritor e de sua esposa Zélia Gattai, no primeiro mandato do Prefeito Jabes Ribeiro. Conforme o secretário municipal de Cultura, “o compromisso desta gestão, assumido pelo prefeito Jabes Ribeiro e pela Secult, de recuperação de todos os equipamentos artísticos da cidade é uma ação inovadora, ao priorizar a restauração e manutenção de todas as ferramentas culturais existentes na cidade.”

Atualmente, também estão sendo objetos de obras de recuperação outros dois patrimônios históricos do município, o Teatro Municipal e a Biblioteca instalada no prédio General Osório, que devem ficar prontos até o início da temporada de verão. Paulo Atto enfatiza que a Prefeitura já realizou a reforma do Centro Cultural de Olivença.

O projeto de reforma da Casa de Cultura Jorge Amado tem como finalidade a conservação do patrimônio arquitetônico e o aperfeiçoamento do acervo, “para que a casa ofereça à comunidade e aos turistas uma estrutura melhor e mais atrativa, e que todos possam conhecer o trabalho do escritor e um pouco da história de sua vida com mais conforto e qualidade”, explica Atto.

A obra de manutenção começou pela recuperação de todo o telhado, como forma de prevenir os efeitos das fortes chuvas do verão, mas inclui também nova pintura, a troca de vidro nas janelas, além da requalificação do acervo com nova proposta visual para as salas do pavimento superior, com novas gravuras. “Para compor a nova estrutura, os livros passarão também por um processo de encapamento e um arquivo atualizado de multimídia, com a linha do tempo do escritor Jorge Amado”, revela o secretário.

HISTÓRIA – A Casa de Cultura Jorge Amado, situada na rua que também leva o nome do escritor, foi inaugurada em 1988 e abriga, em alguns de seus salões, a Secretaria de Cultura e a Secretaria de Turismo de Ilhéus. A casa foi construída pelo pai do escritor, João Amado, em estilo neoclássico, com cerca de 600 metros quadrados e hoje exibe acervo de livros, objetos pessoais, fotografias e esculturas representativas da trajetória do escritor Jorge Amado, que imortalizou as belezas e a história da cidade de Ilhéus.

 


A Secult informa que após o período de reforma, a Casa de Cultura Jorge Amado retomará o processo de visitação. O equipamento, localizado no centro histórico da cidade, recebe em média 30 mil pessoas por ano.
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ilheus.ba.gov.br/home/ver.php?n_id=2766&u=%2F

Museo con 6 Objetivos

Convencerse de que un museo debe marcarse unos objetivos puede ayudar a estructurar y trasmitir su misión, sobre todo en lo que se refiere a museos locales. Hay muchas dificultades conocidas para que estos objetivos se definan y lleven a cabo, más en aquellos museos ya creados y funcionando. El paso del objetivo a la acción es complicado, lo sabemos.





“No se puede cruzar el océano con pie en tierra y oteando el horizonte.” Rabindranath Tagore

El “documento vivo” que es el plan de ruta, la guía de la acción, muchas veces termina en un cajón. Normalmente termina ahí por los cambios en las personas, las idas y venidas, la falta de convicción en el objetivo, la falta de sincronía entre los miembros implicados en la gestión del museo, etcétera. En lo que se refiere al aspecto de gestión del museo casi es mejor hablar de “gestión de egos”, haciendo muy difícil la consecución de la mayoría de los objetivos.



Foto: Vajza N’kuti

Pero, ¿de qué objetivos estamos hablando? Nosotros siempre pensamos en estrategias consistentes y realistas a largo plazo. Todo para que el museo vaya a mejor; todo para mejorar. Se trata de crear, modificar y trasmitir una lógica coherente para la existencia del museo. Deben ser objetivos meditados y establecidos con el acuerdo mayoritario de aquellos que componen el órgano de gestión. Para nosotros, yendo al grano, hay 6 objetivos fundamentales que todo museo que se precie debe plantearse:

1. Difundir el mensaje del museo. Los objetivos son buenos para las relaciones públicas. Proporcionan las bases para transmitir los principales temas y cuestiones a través de las cuales el museo ilustrará los aspectos significativos sobre el contenido que da su razón de existir. Las metas permiten confirmar su existencia y demostrar que se está haciendo un esfuerzo serio por ofrecer un servicio a la comunidad y a la profesión.

2. Centrar la investigación sobre los aspectos del tema del museo que sean más relevantes para éste. Los objetivos proporcionan un esquema previo para la investigación sistemática y para la recopilación de datos y objetos. También puede atraer propuestas de financiación de investigaciones y otras actividades de los museos.

3. Garantizar que todos los grupos se guíen por una idea común. Compartir objetivos trae como resultado un punto de vista unificado sobre la misión del museo y ayuda a evitar que sea dominado por intereses particulares, sesgos, y “planes ocultos”.

4. Permitir al museo mostrar diversos puntos de vista sobre el tema al que se dedica. Concretamente, las metas neutrales ilustran los temas desde varias perspectivas para que el visitante decida por sí mismo el significado de la experiencia vivida en el museo.

5. Promover el consenso y la colaboración entre los departamentos internos del museo. Tenderán más a respaldar las actividades de los demás si se transmiten los objetivos de cada área y si todos los grupos participan en la creación de los objetivos.

6. Apoyar la planificación estratégica. El futuro del museo dependerá de si se tiene una visión clara de hacia dónde se encamina la institución y de cómo se trata de llegar allí. Los objetivos y las acciones son los fundamentos de la planificación estratégica.



“Nudo Gordiano”, Henrique Oliveira

Sabemos que los museos están siendo bombardeados por opiniones como la nuestra, más cuando insistimos si vemos que carecen de soluciones para salir adelante, algo desgraciadamente muy frecuente en nuestros días. El museo debe estar gestionado por sus órganos de gestión y punto. Pero nosotros no podemos dejar de opinar cuando vemos que algo no funciona.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Un grabado hallado en una cueva de Gibraltar muestra la expresión abstracta de los neandertales

Una investigación internacional, liderada por la Universidad de Huelva, analiza cuatro líneas cruzadas encontradas en una roca de la Cueva de Gorham.

Hasta ahora, el arte rupestre descubierto por los científicos se había atribuido exclusivamente a los seres humanos modernos, que llegaron a Europa occidental hace unos 40.000 años.

Un equipo internacional de científicos, liderado por la Universidad de Huelva, descubrieron un patrón abstracto grabado en una roca de la cueva de Gorham (Gibraltar).

Dicho patrón muestra líneas cruzadas y fue hallado en un sedimento intacto en el que previamente se habían encontrado artefactos neandertales, lo que sugiere que el labrado de la piedra es anterior a 39.000 años de antigüedad.

Los autores tomaron microfotografías de las marcas de herramientas en el grabado y las compararon con otras marcas experimentales realizadas con diversas herramientas.

Asimismo, el análisis geoquímico del revestimiento mineral en los surcos del tallado sugiere que este arte rupestre se creó antes de la deposición del sedimento suprayacente.

Las conclusiones del estudio que publica la revista PNAS indican que con alta probabilidad estos surcos se hicieron intencionadamente al pasar varias veces una punta de corte robusta sobre la roca, en una misma dirección, y no por el corte accidental relacionado con otras actividades.

"Los resultados se suman a la evidencias de otros yacimientos neandertales que demuestran que la capacidad intelectual de los neandertales ha sido subestimada", apuntan los autores del estudio.

"A pesar de su aparente simplicidad, el grabado de los neandertales representa un salto cualitativo en nuestro conocimiento de la capacidad cognitiva de esos otros humanos ya extintos: este tipo de representaciones abstractas, sin ninguna funcionalidad aparente, es exclusivo de mentes con capacidad de abstracción", como explica el investigador del CSIC Juan José Negro, de la Estación Biológica de Doñana, que ha participado en el estudio. "Se trata de un elemento cultural, de un fenómeno único equiparable a una obra de arte", añade.

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.publico.es/541961/un-grabado-hallado-en-una-cueva-de-gibraltar-muestra-la-expresion-abstracta-de-los-neandertales


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Encontro "(A)riscar o Património" - Heritage Sketching ( .pt )

A Direção-Geral do Património Cultural, em colaboração com os Urban Sketchers Portugal, organiza um encontro de Sketching sobre Património, a decorrer em várias cidades em simultâneo, no dia 27 de Setembro de 2014.
Associar a representação do Património ao desenho dá o mote para este Encontro, que pretende reunir sketchers, ilustradores, artistas ou simples amantes do desenho, em vários sítios mas num mesmo dia.
Não é preciso inscrição, basta aparecer na hora e local indicados, e desenhar o(s) seu(s) monumento(s) favorito(s)!

Viana do Castelo: Praça da República – Igreja e Hospital da Misericórdia (Monumento Nacional)
Porto: Igreja de S. Francisco (Monumento Nacional)
Coimbra: Praça Velha/Praça do Comércio – Igreja de Santiago (Monumento Nacional)
Tomar: Convento de Cristo (Monumento Nacional e Património da Humanidade)
Torres Vedras: Convento de N.ª Senhora da Graça (Imóvel de Interesse Público)
Lisboa: Convento do Carmo (Monumento Nacional)
Castelo Branco: Paço Episcopal (Monumento Nacional) Évora – Sé (Monumento Nacional)
Ponta Delgada: Igreja Matriz (Imóvel de Interesse Público)

Blogue do Evento

Informações e esclarecimentos:
Margarida Donas Botto: mbotto@dgpc.pt;
Jorge Vila Nova Alves: jalves@dgpc.pt.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti https://br-mg6.mail.yahoo.com/neo/b/message?sMid=6&fid=Inbox&sort=date&order=down&startMid=0&filterBy=&.rand=1120017203&midIndex=6&mid=2_0_0_1_39432260_AF3uw0MAAASWVAbjcwAAAHuhZdU&fromId=

Billy Castilho inaugura Tag Gallery no centro de São Paulo

Billy Castilho inaugura no dia 06 de setembro, sábado, às 15h, a Tag Gallery, galeria de arte e espaço de experimentação. A galeria ocupa um prédio construído no início do século 20, no centro de São Paulo, na Rua Libero Badaró, estendendo o roteiro de arte cada vez mais nutrido no centro paulistano. Billy Castilho foi fundador da Tag & Juice, espaço de arte urbana da Vila Madalena, que encerrou suas atividades recentemente.

Obra de Eitan Rosenthal e Marcelo Lerner para a feira Desordem Arte #3

“A Tag é um espaço experimental e multimídia, não somente expositivo. É um laboratório de práticas artísticas, em que será possível apresentar trabalhos em diversas plataformas. Não vai ser só uma parede branca para expor um quadro”, conceitua Billy Castilho. A Tag Gallery inicia sua atuação com o trabalho de nove artistas: Adams Carvalho, Alex Senna, Ciro Schu, Erica Mizu, Fefê Talavera, Lucca del Carlo, Mari Mats, Prozac, 2501. O acervo de obras da Tag poderá ser visitado mediante agendamento prévio, através do site da galeria ou pelo telefone.

Para Billy, a street art, principal fonte de inspiração da Tag, conversa com outros comportamentos como moda, música, tatuagem, skate, etc., e estas culturas estarão presentes dentro e fora da galeria. Isso significa que as exposições da Tag podem acontecer também fora de seu espaço físico, atingindo praças, muros, parques, prédios e outras galerias.

No dia da abertura, a Tag apresenta Desordem Arte #3, terceira edição da feira de arte organizada anteriormente na praça da Tag & Juice, mas desta vez dedicada à fotografia. A feira acontecerá apenas neste dia, é aberta ao público e irá comercializar fotos a valores acessíveis de Beto Macedo, Eitan Rosenthal e Marcelo Lerner, Erica Mizutani, Érika Garrido, Evan Toraiwa Ishida, Franco Amendola, Pedro Ruschel Gomes, Vitor Pickersgill.

Sobre Billy Castilho
Hoje um renomado profissional de arte e publicidade, Billy Castilho estudou Arquitetura e Urbanismo na Faculdade Belas Artes de SP, mas trocou o diploma no décimo semestre pelo curso de Teatro do grupo “Asdrubal Trouxe o Trombone”, onde se interessou por cenografia e Direção de Arte. No cinema, foi diretor de arte do longa-metragem “Como fazer um filme de amor”, de José Roberto Torero. Em 2010 inaugurou ao lado de Pablo Gallardo a Tag and Juice, espaço fincado na Vila Madalena que funcionou como loja de bikes e galeria de arte até o início de 2014.


Desordem Arte #3 @ Tag Gallery
Data: 6 de setembro, das 15h às 20h
Endereço: Rua Libero Badaró, 336 - 3º andar – Centro
Mais informações: www.taggallery.com.br
As visitas serão realizadas mediante agendamento prévio pelo site ou telefone:
(11) 98280-5780
Entrada gratuita/ livre

fonte :@edisonmariotti  http://www.segs.com.br/eventos/7283-billy-castilho-inaugura-tag-gallery-no-centro-de-sao-paulo.html

Primavera dos Museus 2014 terá mais de 2,4 mil atividades

Edição deste ano será realizada entre os dias 22 e 28 de setembro com o tema Museus Criativos e a participação de 761 instituições

A 8ª Primavera dos Museus será realizada entre os dias 22 e 28 de setembro com o tema Museus Criativos. A ideia é retomar a discussão sobre os desafios da atuação interdisciplinar dos museus para sua efetiva comunicação com as comunidades em que estão inseridos.

Neste ano, a programação contará com a participação de 761 instituições, entre museus e outras entidades culturais. Foram cadastradas 2.436 atividades no total de inscrições, cujo desenvolvimento será de responsabilidade das instituições.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) divulgará em seu site um guia com toda a programação nacional, que traz atividades como exposições, seminários, oficinas, exibições de música, teatro, dança e cinema, além de outras atrações.

O tema da criatividade nos museus brasileiros terá continuidade durante o 6º Fórum Nacional de Museus, em novembro.

Em caso de dúvidas ou outras questões relativas à edição 2014 da Primavera dos Museus, os interessados podem enviar e-mail para o email primavera@museus.gov.br ou fazer contato pelos telefones (61) 3521 4135/4122/4214.

Fonte: @edisonmariotti Instituto Brasileiro de Museus

IEA realiza conferência com Martí Peran dia 8 de setembro


 
¿Como Convertir la Fatiga en una Exposición?
8 de setembro de 2014, das 15 às 17:30 horas
Sala Ruy Leme (E-203), Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade (FEA-USP)

CONFERENCISTA Martí Peran (Universidad de Barcelona)
COORDENADOR
Martin Grossmann (IEA e ECA)
O crítico de arte, curador e professor Martí Peran considera que a fadiga pode ser o ponto de inflexão a partir do qual se inicia um processo emancipatório. Em sua conferência, ele irá discutir a possibilidade de produzir uma exposição de arte que reflita o sentimento de fadiga que a vida contemporânea produz nos indivíduos.



ORGANIZAÇÃO
Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural
entre o Público e o Privado
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Evento aberto ao público e gratuito. Informações e inscrições mlcalaz@usp.br.
Local Sala Ruy Leme (E-203), Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo, SP - Mapa de localização
Transmissão pela web www.iea.usp.br/aovivo ou www.iptv.usp.br

fonte: @edisonmariotti

Evento discute divulgação científica e museus de ciência na Fiocruz

O Brasil e outros países da América Latina tiveram um crescimento da divulgação científica na última década. Museus de ciência interativos,como o Museu da Vida, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, são criados em toda a região. No entanto, as estratégias para compreender o impacto desses espaços científico-culturais na sociedade não são tão frequentes.

Com o objetivo de discutir a questão, a RedPOP (Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología de América Latina y Caribe) e o Museu da Vida, vinculado à Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), promovem o evento "Divulgação científica e museus de ciência: O olhar do visitante", de 16 a 17 de setembro.

A iniciativa conta com parcerias importantes: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e da Unesco, órgão das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A programação completa está no site do Museu: www.museudavida.fiocruz.br


Com tradução simultânea, o evento apresenta estratégias utilizadas por alguns museus a fim de entender o aprendizado nesses espaços e como os diferentes públicos constroem sentido a partir das visitas aos espaços.

Especialistas de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, México e Reino Unido já confirmaram a participação.

Entre os participantes aguardados no encontro, estão Yurij Castelfranchi,professor de sociologia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Claudia Aguirre, diretora de Educação e Conteúdos no Parque Explora, em Medelin, na Colômbia; Constanza Pedersoli, professora da Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação na Universidad Nacional de La Plata, na Argentina; Emma Pegram, do Natural History Museum de Londres , no Reino Unido; e Shawn Rowe, diretor do Hatfield Marine Science Center da Oregon State University, nos Estados Unidos.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Jornal do Brasil