segunda-feira, 8 de setembro de 2014

¿De Quién Son los Museos?

“Invertir en conocimiento siempre paga el interés más alto”. Benjamín Franklin 

Existen unas diferencias considerables en la planificación de museos si hablamos de museos de titularidad privada o pública. No es lo mismo pensar y planificar desde el ámbito de un particular, una empresa o una fundación, que disponen de casi entera libertad para plantearse su futuro, que en el caso de lo público, que estarán sometidos a un torrente de decisiones fuera de su propio alcance. Presupuestos, incremento o reducción de plantillas, la legislación por la que se rige el personal, los convenios colectivos, el régimen disciplinario, la elección de modalidades de contratación… Todo es radica fuera de la propia institución.
 


 La respuesta a esta realidad es que muchas veces la planificación en los museos públicos parte de un convencimiento inmovilista y falto de iniciativas innovadoras ya que se considera a la institución muy estable, fuera de todo peligro. Pero eso no es así, las administraciones que son responsables de los museos han estado sujetas a cambios numerosos y continuos, por lo menos hasta hace unos pocos años. Llegó la crisis, y…



Se han realizado grandes inversiones en proyectos arquitectónicos y equipamientos museográficos sin que se consiga de forma paralela la necesaria ampliación de las plantillas para responder a sus nuevas necesidades. La contratación exterior a sido una de la soluciones para la permanencia de una serie de servicios que se llevaban a cabo por personal del propio museo. Y todo por que cuando se produce una vacante, normalmente los procesos de nueva contratación de personal se estiran en el tiempo de una manera incomprensible. En cualquier caso, y para no desviarnos del tema, decir que los museos estatales siguen siendo en su mayoría creaciones oficiales de las administraciones públicas. El 65,18% de los museos registrados oficialmente en España, por ejemplo, era de titularidad pública en 2004, mientras que solo el 33,04%, eran de titularidad privada. Es una proporción que se ha mantenido constante en la última década y que no cambia en estos primeros 4 años de la actual. Una buena parte de estos 33,04% de museos privados pertenecen, por decirlo de alguna manera, a “propietarios cualificados”. Esto es, las fundaciones sin ánimo de lucro, las instituciones financieras (porcentajes desconocidos) o a la Iglesia Católica (15,0%).



Así es que los museos de titularidad privada unipersonal, los pertenecientes a los clubes de fútbol, asociaciones culturales u otros grupos de variado perfil de estudio, los que son propiedad de sociedades y empresas, son muy escasos en nuestro país. Las razones para la creación de museos privados son múltiples, aunque suelen atender a un impulso más o menos desinteresado – “exhibicionista” en algunos casos – de coleccionistas particulares que, en ocasiones, convierten su pasión en negocio o, al menos, en una fórmula con para recabar ingresos extra que ayuden al mantenimiento de esas colecciones privadas y haciendo de ellas una exhibición pública. De todas formas, el número de museos privados está creciendo poco a poco, sobre todo a nivel global. Existen otro grupo de museos de titularidad mixta que es minoritario y que pertenecen a fundaciones privadas con participación pública o museos públicos en los que intervienen entidades financieras. Los datos oficiales, nos lo dejan así en puras y llanas cifras:

- Museos de titularidad de la administración pública: 43,54%

- Museos de titularidad de la administración general del estado: 12, 52%

- Museos de la administración de comunidades autónomas: 8,08%



La administración central ha ido perdiendo peso específico en el panorama museólogico español y no tardará mucho en verde superada por la titularidad de las administraciones autonómicas. En cualquier caso, los museos más importantes en tamaño y entidad pertenecen y seguirán perteneciendo al estado, aunque en esta coyuntura actual se puede comenzar a jugar al Monopoly con participantes de fuera del país. Nunca se sabe lo que ocurrirá en tiempos de crisis como el nuestro.

Las fotografías que se muestran son del archivo de EVE

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Iphan entrega igreja e museu de arte sacra no Maranhão

Nesta quarta-feira (10), a população maranhense receberá a restauração da Igreja de Nossa Senhora da Vitória e o Palácio Arquiepiscopal, antiga Igreja e Colégio Jesuíta de Nossa Senhora da Luz.

A iniciativa, que teve investimento de R$ 6 milhões, é resultado de parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o governo estadual, o Instituto de Desenvolvimento Humano (IDH), e apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei de Incentivo a Cultura.

Iniciado em outubro de 2013, o serviço na Catedral contou com o trabalho de especialistas e mestres em restauro de pedra, talha, elementos artísticos de fachadas, prataria e azulejaria.

Técnicos locais e jovens aprendizes também participaram do projeto, que teve como ponto especial a restauração do altar mor, um dos poucos existentes no Brasil. De estilo nacional português, o exemplar tombado pelo Iphan em 1940 recebeu iluminação cênica e monumental.

Já o Museu de Arte Sacra do Maranhão foi instalado no segundo pavimento do Palácio Arquiepiscopal, que também sofreu adaptações. O novo espaço trará uma exposição permanente que apresentará o processo histórico de colonização e ocupação do território maranhense iniciado no século XVII, bem como revelará, no contexto da arte sacra brasileira, a existência da Escola Maranhense de Imaginária.

Os signos e simbolismos contidos nos objetos artísticos expostos no Museu de Arte Sacra do Maranhão são representativos do testemunho de fé e devoção e conduzem o visitante a um passeio pela história.

Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.brasil.gov.br/cultura/2014/09/iphan-entrega-igreja-e-museu-de-arte-sacra-no-maranhao

Angola: Reaberto Museu Nacional da Escravatura

Luanda- A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, procedeu hoje, domingo, a reabertura do Museu Nacional Escravatura, localizado no município de Belas, em Luanda. A inauguração, que surge com uma exposição permanente, enquadra-se no programa de actividades do II Festival Nacional de Cultura (Fenacult2014).






Após o corte da fita, a ministra percorreu o espaço totalmente reabilitado e, de forma sintética, o responsável pelo museu, Valdimir Fortuna, explicou aos presentes os vários compartimentos do edifício e as suas funções, por altura da escravatura. A exposição é composta por fotos que retratam, por exemplo, as cerimónias de baptismo dos escravos antes da partida para a Europa e América, bem como o processo de embarque e desembarque.

A colecção é ainda integrada por peças de armamento usado pelos colonizadores e dos colonizados.

Segundo o director do museu, Vladimir Fortunato, a reabertura pública da instituição vai contribuir na transmissão de informações sobre o processo de escravatura em Angola.

“A recuperação e o resgate dos factos que configuram este período triste da nossa história é de capital importância para a compreensão de certos fenómenos actuais", disse o director. Acrescentou que o objectivo principal é o aumento e a consciencialização do público para a problemática da escravatura e do tráfico de escravos, enquanto prática desumana e cruel.

O Museu Nacional da Escravatura foi fundado a 17 de Dezembro de 1977 e é uma instituição de investigação científica, cuja instalação compreende cinco compartimentos onde está exposta uma síntese da Historia da Escravatura e do tráfico de escravos, reportando a época que lhe corresponde.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti   http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2014/8/36/Angola-Reaberto-Museu-Nacional-Escravatura,41d9e197-1d5c-43f0-baed-36ba1e9a7031.html

 

Sé de Santarém Museu Diocesano de Arte Sacra mostra património esquecido

Com centena e meia de peças, muitas delas "resgatadas ao abandono e ao esquecimento", o Museu Diocesano de Arte Sacra será inaugurado na próxima sexta-feira, no edifício da Sé de Santarém, graças a um investimento de 1,7 milhões de euros.


Lusa

"Este é um projeto que se impunha na relação da Igreja com o Mundo e com a Cultura, pois não temos o direito de esconder a visibilidade do património e herança cristã", disse à agência Lusa Joaquim Ganhão, diretor do museu e responsável pela Comissão Diocesana para os Bens Culturais da Igreja.

Integrando o projeto "Rota das Catedrais", o museu vai ter em exposição permanente cerca de 150 peças de um total de 300 que foram alvo de reabilitação desde que se iniciou, em 2005, o processo de inventariação, valorização e restauro do espólio da diocese.
 

Por isso, o museu, com várias salas e espaços de visitação, que incluem a Sé e o corredor nobre do Paço Episcopal, tem um espaço para exposições temporárias -- a funcionar no antigo refeitório jesuíta -, onde poderão ser mostradas peças que agora ficam na reserva.

"Queremos aqui também fazer representar o território diocesano", disse à Lusa Eva Raquel Neves, a técnica de conservação e restauro que acompanha o projeto desde que, concorrendo a um estágio, começou a fazer o inventário da diocese de Santarém.

Na exposição permanente encontram-se, além das peças que fazem parte do espólio da Sé, muitas outras pertencentes às paróquias.

"Fomos percebendo ao longo dos anos que havia muito património perdido, em arrecadações, em vãos de escada, muitas peças despejadas com a destruição dos conventos (no final do século XIX)", disse, frisando que o inventário ainda não está completo.

Uma das peças que simboliza o "resgate" permitido pelo projeto é uma pintura da Anunciação, do século XVI, que chama a atenção na primeira sala: duas tábuas fragmentadas encontradas aquando do restauro do altar-mor da Igreja de S. João Batista, em Pedrógão (Torres Novas).

"Quando virámos as tábuas encontrámos a pintura", que estava em muito mau estado e surge agora permitindo uma "boa leitura", disse.

O percurso começa na antiga entrada jesuíta do "magnífico e vasto edifício, de traça do arquiteto régio Mateus do Couto (tio), localizado na principal praça da então Vila de Santarém", erigido sobre as ruínas do Paço Real, e cuja recuperação da fachada constituiu a primeira fase do projeto inserido na "Rota das Catedrais" juntamente com a reabilitação de seis dos oito altares da Sé.

Depois da passagem por um pátio interior, a primeira sala revela a "boca do poço do Paço medieval", descoberta durante as obras, e uma pintura em grande escala da Santíssima Trindade, elemento presente ao longo de todo o percurso.

A padroeira da Sé, Nossa Senhora da Conceição, recebe os visitantes na sala seguinte, dedicada à Encarnação, com muitas imagens de Maria e onde se podem ver as tábuas fragmentadas, um presépio em terracota ou um retábulo que se supunha desaparecido, encontrado na Igreja de Tancos (Vila Nova da Barquinha), talvez o restauro mais caro, realizado na Universidade Católica do Porto.

Na sala da Paixão, muitas pietás (Maria com o corpo de Jesus morto no colo) e o Cristo de Mont'Iraz, escultura de madeira do século XIII em que o braço direito de Jesus está descaído. A peça, que inspirou a lenda local da Pastorinha, terá pertencido a um grupo escultórico da Descida da Cruz, entretanto desmembrado.

Exemplo da cooperação das paróquias (111 na Diocese de Santarém) é a Última Ceia, de Gregório Lopes, pertença da Igreja de S. João Batista, em Tomar, que Joaquim Ganhão classifica como "emblemática e significativa".

A antiga zona de balneários deu lugar a um espaço expositivo que teve de recorrer a painéis em tijolo vermelho, forma de impermeabilizar a sala dedicada ao Testemunho da Igreja no Mundo, havendo ainda, depois do refeitório, uma sala "mais telúrica", com imagens usadas nas procissões.

O percurso completa-se com uma subida ao Corredor Nobre, onde se encontra a Série Régia, o Ciclo dos Patriarcas, um núcleo dedicado à religiosidade popular, e uma sala de reuniões.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.noticiasaominuto.com/cultura/272215/museu-diocesano-de-arte-sacra-mostra-patrimonio-esquecido

Obra de Picasso deixará restaurante em Nova York rumo a museu




SÃO PAULO, SP - Por mais de 50 anos, o restaurante Four Seasons,
em Nova York, foi a casa da obra "Le Tricorne", do espanhol Pablo
Picasso (1881-1973). Mas, no domingo (7), a pintura, feita numa
cortina, será levada para um museu. A mudança de lugar se dá depois
de uma batalha judicial entre a empresa que comanda o restaurante, a
RFR Holding Corp, e o Departamento de Conservação de Marcos de
Nova York, que é o dono da cortina. 


A confusão começou depois que a RFR decidiu que "Le Tricorne" precisava ser restaurada e, por isso, deixaria o local. A prefeitura entrou com uma ação em março contra a medida, temendo que a obra pudesse ser danificada. Em junho, as duas partes concordaram em ceder: ficou decidido que a obra deixaria o restaurante, mas iria para o museu New-York Historical Society. "Eu fiquei chateado", disse o produtor cinematográfico Howard Kaminsky, que costuma frequentar o Four Seasons, em entrevista ao jornal britânico "The Guardian". "É claro que o lugar dessa obra é num museu, mas a beleza estava em encontrá-la num lugar como esses." 

Picasso pintou "Le Tricorne" em 1919, para uma trupe de balé avant-garde. Desde a abertura do Four Seasons, 40 anos depois, a cortina está exposta no restaurante. O local é frequentado pela elite de Nova York, que já serviu presidentes e nobres, além de Dalai Lama e Madonna. 

Em 2008, a obra foi avaliada em US$ 1,6 milhão (R$ 3,5 milhões), um valor considerado até baixo para uma pintura de Picasso. Desde a disputa entre o restaurante e a prefeitura, "Le Tricorne" atraiu ainda mais atenção, com diversas pessoas indo até o local para tirar "selfies".

Recentemente, até a revista "Vogue" fez um ensaio com a rapper
Iggy Azalea em frente à obra

-fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti : http://www.tnonline.com.br/noticias/entretenimento/13,289059,06,09,obra-de-picasso-deixara-restaurante-em-nova-york-rumo-a-museu.shtml
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Fechado ao público, Museu do Ipiranga será reaberto só em 2022

Problemas estruturais no prédio do século XIX motivaram fechamento. Acervo será realocado em seis imóveis alugados no mesmo bairro, em SP.



Fechado ao público desde agosto do ano passado, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, deverá abrir as portas apenas em 2022, ano do bicentenário da Independência. O prédio, que é tombado pelas três esferas do patrimônio histórico, foi construído no século XIX e passa por uma operação de diagnóstico preventivo em sua estrutura. As obras de restauro, tanto da fachada como das partes internas, ainda estão em fase de licitação.
 
Fechado ao público desde agosto do ano passado, o Museu Paulista, mais conhecido como Museu do Ipiranga, deverá abrir as portas apenas em 2022 (Foto: Marcelo Brandt/G1)

“O edifício monumento, como chamamos o museu, já necessitava de restauro e modernização há um tempo mais longo, antes mesmo do fechamento ao público. Isso já vinha sendo planejado há dois ou três anos. Quando assumi, em 2012, já havia um projeto de melhorias temporárias para transferir o acervo de reserva técnica [não exibido ao público] e também obras de acessibilidade”, disse Sheila Walbe Ornstein, diretora do Museu Paulista.
 
Arquitetos fazem medidas em sala do Museu do Ipiranga (Foto: Marcelo Brandt/G1)

No dia da Independência, comemorado todo dia 7 de setembro, como neste domingo, o local receberia até 10 mil pessoas. Mesmo fechado, a administração do museu oferecerá atividades para quem for ao local e não saiba que está fechado. A programação começa às 9h e vai até as 17h, na esplanada na frente do prédio do museu. O Parque da Independência, onde fica o museu, funciona normalmente e não tem relação com a obra de restauro.
 

“Há uma relação afetiva com o museu. Neste domingo, iremos colocar cartazes explicando detalhes da obra. Daremos uma satisfação ao público. Ele se comunica muito com a sociedade o tempo todo. Ele já era o mais visitado país em 1963, antes de ser integrado à administração da USP. Ficamos tristes com o fechamento, mas estamos confiantes que teremos um museu melhor”, disse Ornstein.
Saguão principal com andaime e caixas contendo parte do acervo embalado (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Segundo ela, a primeira etapa, de diagnósticos de alta especialização sobre as condições estruturais do prédio do museu já foram concluídas em janeiro deste ano e os relatórios enviados aos três órgãos de patrimônio histórico, municipal, estadual e federal, respectivamente. “As técnicas da construção são pouco conhecidas hoje em dia. Nas vistorias, vimos problemas nos forros do século XIX, pesados, que se descolaram da estrutura. Ponderamos que havia riscos de acidentes, incluindo com visitantes, e antecipamos o fechamento ao público.”

A segunda etapa, de sustentação e consolidação dos forros, está em andamento. A terceira e última fase será a guarda e proteção do acervo e restauração das fachadas.
Detalhe dos livros embalados (Foto: Marcelo Brandt/G1)

A diretora do museu explicou que seis imóveis já foram alugados no Bairro do Ipiranga e estão sendo readequados para receber o acervo do museu. “Todo o acervo será retirado do museu, menos a pintura do Grito da Independência, de Pedro Américo, a maquete da cidade de São Paulo (feita em monobloco de gesso) e as estátuas dos bandeirantes que estão no saguão central permanecerão no museu.

“Um destes imóveis vai ficar aberto ao público durante a obra. A biblioteca ainda é aberta apenas para pesquisadores e teremos um espaço para essas consultas aos livros também”, disse Ornstein. 
 
 
As obras de restauro, tanto da fachada como das partes internas, ainda estão em fase de licitação (Foto: Marcelo Brandt/G1)

São mais de 150 mil peças no acervo do museu, entre mobiliário, armas, vestuário, indumentárias, moedas, selos e pinturas da metade do século XIX até a metade do século XX. “São obras relevantes para a história do país e o valor delas é incalculável”, afirmou a diretora do museu.

A diretora disse que a obra no museu é necessária por causa dos mais de “120 anos de movimentação no prédio. Nenhum edifício é estático. Essa acomodação implicou algumas fissuras, que estão sendo observadas. Teremos um museu modernizado, com a questão da mobilidade, que é muito importante, resolvida de uma vez só”.
O Parque da Independência, onde fica o museu, funciona normalmente e não tem relação com a obra de restauro (Foto: Marcelo Brandt/G1) 
O Parque da Independência, onde fica o museu, funciona normalmente e não tem relação com a obra de restauro (Foto: Marcelo Brandt/G1)
 
fonte:
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/09/fechado-ao-publico-museu-do-ipiranga-sera-reaberto-so-em-2022.html