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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Facultad de Ciencias Económicas (UNC) presenta el curso de posgrado Gestión y Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial.

¿Qué tienen en común la ópera tibetana, la caligrafía china, el flamenco y la gastronomía francesa? ¿O el candombe, la ceremonia ritual de los Voladores, de México, la dieta mediterránea y el carnaval de Barranquilla? Todas estas expresiones son obras intangibles que forman parte de las noventa que integran la Lista Representativa del Patrimonio Cultural Inmaterial de la Humanidad, realizada por UNESCO. 

Dentro de lo que se ha dado en llamar “patrimonio cultural” no sólo están incluidos los monumentos y las colecciones de objetos, sino también aquellas tradiciones y expresiones que las sucesivas generaciones heredan y se encargan de transmitir, como el folklore oral, las diversas formas de espectáculos, las costumbres y los rituales sociales y colectivos, así como los saberes y técnicas artesanales, etc. 

Atenta a los novedosos aportes de este campo de estudio y especialización, el Área de Gestión Cultural de la Facultad de Ciencias Económicas (UNC) presenta el curso de posgrado Gestión y Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial. Con el aval de UNESCO y CRESPIAL, este curso de modalidad a distancia (virtual) aportará formación teórica y herramientas prácticas para el análisis, reflexión y estu dio del patrimonio cultural inmaterial, como también para el diseño y desarrollo de planes y/o programas especiales de salvaguardia específicos para las diversas regiones de América Latina. 

En la modalidad curso de posgrado pueden participar egresados de carreras de grado (licenciatura o equivalente), y en la modalidad curso de extensión cualquier interesado que no posea título de grado. 
Para informes e inscripciones dirigirse a la Facultad de Ciencias Económicas – UNC. Av. Valparaíso s/n – (subsuelo) Ciudad Universitaria – Córdoba, Argentina. 

Tel: +54 351 4437300 Interno: 48586.


fonte: @edisonmariotti http://www.gestioncultural.eco.unc.edu.ar/2014/09/07/nuevo-curso-gestion-del-patrimonio-cultural-inmaterial/

Museum of the Presidency of the Republic celebrates its 10th anniversary




The Museum of the Presidency of the Republic completes ten years of activity and, within the scope of the celebration of the anniversary of establishing the Republic, reopens on 5 October instant, after the refurbishment of its exhibiting model.


With various free entry initiatives on that day, namely musical performances, the Museum presents renewed exhibiting centres, maintaining its course of the History of the Portuguese Republic, through which the visitor becomes acquainted with the national symbols, with the biography and the presidential powers throughout the ages, the State visits and gifts and honorific orders.

The Picture Gallery will have a novel presentation which, in addition to allowing a better view of the official pictures of the several Presidents, will have available multimedia spots with detailed information on each President.

Equally refurbished was the audio-visual content of the Museum, enabling the strengthening of themes contiguous to the presidential institution, such as the Palace of Belém, the First Ladies and the Cascais Citadel Palace.

The Museum shop was reorganized in order to welcome groups and the circulation of handicapped persons.

Initiatives carried out since 2004 have been summarized in the book “Museum of the Presidency of the Republic from 2004 to 2014”, which will be available in the Museum shop.
 
 
fonte: @edison.mariotti http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=87114&idl=2

Serra da Piedade terá museu dedicado a Nossa Senhora com mais de mil imagens



Santuário, em Caeté, ganhará espaço onde serão expostas peças referentes à mãe de Jesus em 2017, quando serão comemorados 250 anos de peregrinações ao santuário




Número de fiéis deve chegar a 300 mil até dezembro, 10 vezes maior que em 2010



O Santuário Estadual de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, na Grande BH, vai ganhar um espaço cultural e religioso único no mundo. Depois de escolher uma área de frente para as montanhas, capital e outros municípios, a Arquidiocese de Belo Horizonte vai implantar o Museu Maria Regina Mundi, totalmente dedicado a Nossa Senhora e com acervo de 1.050 imagens referentes aos títulos que a mãe de Jesus recebeu em todos os cantos do planeta. “Será um local para enriquecer a devoção a Nossa Senhora, garantir o conhecimento da teologia e mariologia (estudos de Maria) e tocar os corações”, disse, ontem, com entusiasmo, o arcebispo metropolitano de BH, dom Walmor Oliveira de Azevedo.

O Museu Maria Regina Mundi (do latim, Maria Rainha do Mundo) será inaugurado até 2017, quando serão comemorados os 250 anos das peregrinações ao alto do maciço, que recebeu, só este ano, 280 mil brasileiros e estrangeiros e tem perspectiva de chegar a 300 mil em dezembro, número 10 vezes maior do que em 2010. Esta semana, a arquidiocese deu a largada para a grande celebração. “Estamos num triênio de preparo, fortalecendo a conscientização sobre a importância do santuário, valorizando o seu potencial de evangelização e também ambiental, turístico, histórico, cultural e paisagístico”, ressaltou dom Walmor.



As peças foram doadas à Cúria Metropolitana pelo acupunturista e dono de clínica Humberto Mattarelli Carli, de 61 anos, nascido, criado e residente em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Casado e pai de dois filhos, Humberto está feliz com a acolhida da arquidiocese e a decisão de dom Walmor. “O acervo vai ficar nas alturas, no lugar especial e mais indicado, pois lá está Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas”, afirma Humberto, explicando que já tem em casa 500 imagens e vai mandar produzir mais 550. O museu ficará numa construção já existente e que será revitalizada.

O colecionador esclarece que o acervo não é composto de obras de arte, mas peças de gesso. O importante para ele é a devoção à mãe de Deus. “Sei que tenho uma missão a cumprir”, faz questão de frisar o acupunturista, lembrando que, no meio do tesouro espiritual, a sua preferida é a padroeira de Sabará. “Foi a primeira da coleção, feita por uma artesã aqui da cidade”, revela, ao apontar a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Conforme mostrou o Estado de Minas em 23 de janeiro, o conjunto distribuído pelos cômodos da casa inclui Nossa Senhora do Ártico, com capuz branco feito neve, carregando o menino no colo; a dramática Nossa Senhora dos Abortados, com dois anjos aos pés e um bebê nas mãos; Nossa Senhora de Sheshan, originária da China, com braços levantados para segurar o filho e um dragão na base; e centenas da França, Itália, Espanha, Portugal, República Tcheca e outros continentes.





Humberto Mattarelli Carli, colecionador e doador das peças

Sonho de fé



O objetivo do colecionador é chegar aos 1.050 títulos e, desde que começou a reunir as peças – brancas, negras, mestiças, morenas, douradas e com outros tons na pele –, faz pesquisas em livros e internet, conta com a ajuda dos amigos para buscá-las no exterior e outros estados e adquire réplicas onde for possível. Tudo começou, segundo ele, há quatro anos, quando sonhou com o falecido padre Sebastião Tirino, italiano que atuou durante muitos anos na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Sabará. “Ele me dizia para fazer o museu, a fim de resgatar a espiritualidade do nosso povo. Comecei, então, a estudar o assunto, pois sou muito católico, e a buscar as imagens em todo canto”, afirma. Desde então, já investiu cerca de R$ 70 mil na coleção.

As raízes dessa missão, aliás, estão fincadas em 1966, quando Humberto tinha 12 anos e o padre Sebastião Tirino chegou a Sabará. Sem falar português, o religioso contou com a colaboração da família Mattarelli Carli, fluente em italiano, e o quase adolescente ficou encarregado de ajudar na comunicação com a comunidade. “Acabei me tornando coroinha e fiquei nessa função por 20 anos, ficando grande amigo do padre Tirino”, recorda-se.

Turismo

Quando ficar pronto, o Museu Maria Regina Mundi será um dos expoentes do Caminho Entre Serras, que liga as serras da Piedade e do Caraça e do Caminho Religioso da Estrada Real (Crer), unindo o Santuário de Nossa Senhora da Piedade, que tem a escultura feita por Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1737-1814), cujo bicentenário de morte é lembrado este ano, a Aparecida (SP), onde está a padroeira do Brasil. Há expectativa de implantação de outra rota, desta vez dedicada exclusivamente a Nossa Senhora, que começará na Igreja de Santana, em Arraial Velho, Sabará, e passará pelos municípios de Raposos e Caeté.

Arquitetura divina
Os olhos do arcebispo dom Walmor brilham ao falar sobre a Serra da Piedade, que considera de “projeção internacional” entre os pontos de turismo religioso e beleza natural. “É um lugar que jamais poderá passar despercebido aos governos e construtores da sociedade“, afirma o arcebispo, lembrando que é preciso empenho das autoridades para sinalização do Caminho Religioso da Estrada Real (Crer). Para dom Walmor, as estradas para Ouro Preto e Serra da Piedade deveriam ser totalmente iluminadas, para atrair mais visitantes.

Pensando na comemoração dos 250 anos de peregrinação à Serra da Piedade, em 30 de setembro de 2017, muitos padres alimentam o sonho de, nessa data, contar com a visita do papa Francisco, que estará no país para o tricentenário do aparecimento, nas águas do Rio Paraíba, em São Paulo, da imagem da padroeira do Brasil. Mas até 2017 há um longo caminho, embora com momentos próximos e fundamentais na história do santuário. Nos dias 22 e 23 do mês que vem, haverá a festa para celebrar a conclusão da ermida, do século 18, eremitério, inauguração do campanário com oito sinos, sonorização externa e volta ao altar da imagem de Nossa Senhora da Piedade totalmente restaurada.

Em 2015, a Arquidiocese de BH vai fazer um trabalho amplo com todas as paróquias da região. a fim de levar as comunidades ao alto do maciço e visitar o patrimônio edificado, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha). Já para o próximo dia 12 está programada uma série de atividades, incluindo uma missa para as crianças.

História

Para quem está no alto da serra, a paisagem não poderia ser mais espetacular. Mas é na ermida ou capela dedicada à Nossa Senhora da Piedade, chamada de “magnífica arquitetura divina”, por dom João de Resende Costa, que olhos e ouvidos se abrem mais, para apreciar a imagem da santa ou ouvir histórias. A fama do lugar teria começado entre 1765 e 1767, conforme a tradição oral, com a aparição de Nossa Senhora, com o Menino Jesus nos braços, a uma menina, muda de nascimento, cuja família vivia na comunidade de Penha, a seis quilômetros da serra. Nesse momento, a menina teria recuperado a fala. Na sequência, em 1773, o templo seria construído pelo ermitão português Antônio da Silva, o Bracarena.

Em 30 de setembro de 1767, o arcebispado de Mariana autorizou a construção, no alto da serra, da capela dedicada a Nossa Senhora da Piedade. Em 1958, o Papa João XXIII proclamou Nossa Senhora da Piedade padroeira de Minas e a consagração ocorreu em 31 de julho de 1960, na Praça da Liberdade, em BH.

Nessa história de quase três séculos há personagens vitais, caso de padre José Gonçalves, irmã Germana, frei Luís de Ravena, monsenhor Domingos Evangelista Pinheiro, com suas religiosas auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, cardeal Motta, a figura monumental de frei Rosário Jofylly (1913-2000), frade dominicano que ficou 51 anos à frente do santuário, e o missionário italiano padre Virgílio Resi.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/10/02/interna_gerais,575062/serra-da-piedade-tera-museu-dedicado-a-nossa-senhora-com-mais-de-mil-imagens.shtml

Conferência Internacional "Museus e Políticas"

Luís Raposo, anterior presidente do ICOM Portugal e membro da direcção do ICOM Europa, teve a seu cargo uma das conferências inaugurais da Conferência Internacional “Museus e Políticas”, organizada conjuntamente pelas Comissões Nacionais do ICOM da Rússia, da Alemanha e dos Estudos Unidos da América e dá-nos notícia da sua participação e da discussão gerada neste evento. O texto (e imagens) podem ser consultados no seguinte link.


Integrada no programa comemorativo dos 250º aniversário da criação do Museu do Hermitage, teve lugar em S. Petersburgo entre 8 e 12 de Setembro de 2014 a Conferência Internacional “Museus e Políticas”, organizada conjuntamente pelas Comissões Nacionais do ICOM da Rússia, da Alemanha e dos Estudos Unidos da América e na qual participaram cerca de 450 profissionais de museus provenientes de todo o Mundo e especialmente da Europa. Durante a Conferência foi inaugurada uma nova ala do Museu, dedicada à Arte Contemporânea, assim como mais um bloco da ambiciosa “Cidade do Hermitage”, um complexo de edifícios destinados a reservas e laboratórios, situados fora do centro da cidade. Após a sessão solene de abertura, presidida pelo Governador de S. Petersburgo e em que interveio o Presidente do ICOM, Hans-Martin Hinz e bem-assim os Presidentes das Comissões Nacionais do ICOM organizadoras, tiverem lugar as duas conferências iniciais, a cargo de Luís Raposo, membro da Direção do ICOM Europa (A Declaração de Lisboa e o Futuro dos Museus), e de Mikhail Piotrovsky, Diretor-geral do Museu do Hermitage e Presidente da Associação Russa de Museus (O Presente e o Futuro do Museu do Hermitage). Nos dias seguintes a Conferência funcionou primeiro em plenário e depois em quatro secções, em diferentes museus de S. Petersburgo, tendo sido apresentado um total de várias dezenas de comunicações. A sessão de encerramento, que incluiu vivo debate sobre o balanço dos dias anteriores e as perspetivas futuras, decorreu no salão central do magnífico Palácio de Tsarskoye Selo, situado nos arredores de S. Petersburgo. Depois de S. Petersburgo, realizou-se ainda uma sessão de trabalho pós-Conferência na cidade de Yekaterinburgo, situada nos Urais.



Da intervenção de abertura do representante do ICOM Europa, Luís Raposo, que constituiu uma espécie de ponto de partida para reflexão subsequente e foi amplamente saudada, salientam-se as seguintes conclusões finais: a) Políticas públicas: têm de ser ainda consideradas como cruciais; seria um erro acreditar que o papel dos normativos e das entidades de direito internacional, assim como das políticas e das administrações públicas nacionais foi superado por uma tendência para o liberalismo sentido num número crescente de países e regiões; se há uma esfera em que o interesse público deve ser enfatizado, é a de memória e património. Novas estratégias são, no entanto, necessárias para o financiamento. Alguns exemplos já em prática são: os impostos sobre alguns produtos relacionados à cópia privada, percentagens em lotarias, relações diretas com as receitas do turismo; b) Back to basics: é necessário recentrar estrategicamente os museus naquilo que eles têm de essencial, as coleções e comunidades; c) Novas práticas de gestão: autonomia e responsabilidade são os conceitos-chave, que fornecem o enquadramento adequado para promover novos procedimentos gerenciais, suscetíveis de conduzir à busca de novas fontes de financiamento por meio de parcerias, merchandising e exposições temporárias, incluindo as de tipo blockbuster (que são, no entanto, particularmente problemáticas); d) Reconstruindo otimismo: cidadania e "mercado" podem ser compatíveis, como é o caso em um número crescente de museus em os EUA e na Europa, onde a entrada gratuita levou a um aumento significativo no número de visitantes e de visibilidade social, provocando o aumento de receitas de loja, atividades sociais e prestação de serviços, nomeadamente de assessoria.



Informações adicionais sobre esta importante Conferência podem ser obtidas no blogue especialmente criado para a preparar e que passará a constituir uma plataforma permanente de discussão: Museums, Politics and Power | An International Conversation (www.museumspoliticsandpower.org/).





Abertura: Sessão solene de abertura durante a intervenção do Presidente do ICOM, Hans-Martin Hinz





Intervenção de Luís Raposo (na mesa o Presidente do ICOM Rússia, Vladimir Tolstoy e Mikhail Piotrovsky, Diretor-geral do Museu do Hermitage e Presidente da Associação Russa de Museus)





Reservas 1: Um dos edifícios da “cidade do Hermitage”, decorado com motivos de arte rupestre das coleções de arqueológica pré-histórica





Reservas 2: Plano geral da “Cidade do Hermitage”, centro de reservas e laboratórios do Museu





Encerramento: Sessão de encerramento durante a intervenção de Olga Taratynova, Diretora do Museu Estatal de Tsarskoye Selo

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.icom-portugal.org/noticias_arquivo.aspx?nid=452&op=detalhes&menu=158&id=158

Museu do Açude finaliza projeto de modernização


O Museu do Açude, localizado no Rio de Janeiro (RJ), que acaba de passar por uma modernização, vai adequar os espaços arquitetônicos, a infraestrutura, a acessibilidade e contar com novas aquisições para seu acervo. A instituição, que completou 50 anos em março deste ano, integra os Museus Castro Maya e a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).


Projeto deve melhorar espaços para exposições temporárias e criar espaço gastronômico
Projeto deve melhorar espaços para exposições temporárias e criar espaço gastronômico




"Queremos melhorar o espaço para as exposições temporárias e ainda criar um espaço gastronômico para que os visitantes possam ficar mais tempo apreciando o museu", explica a diretora do museu desde 1995, Vera Alencar. O projeto está sendo formatado e a proposta é buscar recursos tanto de fundos públicos quanto da iniciativa privada.

A diretora acrescenta ainda que o início das obras para um anexo no Museu da Chácara do Céu, a outra unidade Castro Maya que fica no bairro de Santa Teresa, deve retardar um pouco a finalização do projeto para o Museu do Açude.

"Estamos na expectativa desse anexo há muitos anos, onde ficarão nossos escritórios e reserva técnica. O patrocínio do BNDES nos deu condições de iniciar o trabalho. Com recursos da Petrobras, estamos agora em um segundo momento. Mas o custo total da obra ainda não está coberto", avalia.

De casa a museu

Localizado no Alto da Boa Vista, na Floresta da Tijuca, o Museu do Açude deve sua criação ao industrial, colecionador de arte e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Em 1962, o empresário doou a chácara encravada na Floresta da Tijuca à Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya.

O Museu do Açude foi inaugurado em 1964, no mesmo dia do aniversário do colecionador. Em 1968, outra propriedade de Castro Maya, a Chácara do Céu, é doada à fundação. Com sua abertura como museu em 1972, ambos tornam-se Museus Castro Maya.

Acervo

No conjunto de edifícios e jardins de inspiração portuguesa que compõem o Museu do Açude, encontra-se a coleção de azulejaria – painéis franceses, holandeses, espanhóis e, sobretudo, portugueses dos séculos XVII ao XIX – e louça do Porto, tipo de faiança ornamental, fabricada a partir do século XIX em Portugal.

Em 1999, o museu constituiu seu Espaço de Instalações Permanentes, um circuito museológico ao ar livre, que hoje conta com obras de diversos artistas contemporâneos brasileiros: Iole de Freitas, Helio Oiticica, Lygia Pape, Anna Maria Maiolino, José Resende, Nuno Ramos e Eduardo Coimbra. Por sua excelência, o projeto recebeu, em 2004, o Prêmio Estácio de Sá do Governo do Estado do RJ.

Além das instalações integradas ao ambiente natural, o museu conta com exposições de longa duração que destacam tanto a arte oriental, oriunda da coleção original de Castro Maya e considerada das mais importantes do país, quanto a relação do patrono com a paisagem e o patrimônio natural da capital fluminense.
Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Ministério da Cultura

And now the Acropolis is crumbling...


Engineers discover that part of the huge flat-topped rock on which the ancient Parthenon sits in the center of Athens is starting to give way


Agence France-Presse




General view of the Parthenon temple on Acropolis Hill on a cloudy day, in Athens, Greece, 12 November 2013. Alexandros Vlachos/EPA

ATHENS, Greece – Just when Greece thought it had come through the worst of the crisis it was hit by a new blow Wednesday, October 1 – the Acropolis is crumbling.

Engineers have discovered that part of the huge flat-topped rock on which the ancient Parthenon sits in the center of Athens is starting to give way, the Greek news agency ANA said.

Teams from the Central Archaeological Council found "instability over quite a wide area" after investigating a rockfall in January in which a boulder of "considerable size" tumbled from the most visited site in the Greek capital.

Work to shore up the southern slope of the hill on which the 2,500-year-old temple complex sits will be necessary, the agency reported, blaming rainwater pipes from the old Acropolis museum.

Despite sharp cuts elsewhere, the restoration work on the site that has been going on since the 1970s has remained sacrosanct, a symbol of the country's glorious past.

In the not so glorious present Greece has had to endure six years of brutal recession, with unemployment soaring to 27%. However, for the first time since 2008 it is expected to see modest growth of 0.4 percent this year. – Rappler.com

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.rappler.com/science-nature/society-culture/70848-greece-acropolis-crumbling