domingo, 5 de outubro de 2014

Mas o que é cultura?

Nos principais debates dos candidatos à presidência da República neste atual período eleitoral no Brasil, uma palavra esteve ausente: cultura. Quem trabalha na área e está nas redes sociais acompanhou uma enxurrada de manifestações sobre a falta de propostas para o desenvolvimento do setor no país. Reclamavam, sobretudo, da desconsideração sobre os potenciais econômico e social da cultura.

 
“Entender o que cultura é na visão do brasileiro nos denota qual a construção hegemônica à qual estamos socialmente sujeitos”, afirma a pesquisadora e doutoranda em comunicação e práticas de consumo Gisele Jordão. Ela foi responsável pela pesquisa Panorama Setorial da Cultura Brasileira, cuja segunda edição, lançada em setembro, estudou os hábitos de consumo da população do país.

Um dos aspectos abordados no levantamento é qual o conceito de cultura que o brasileiro tem. E talvez o resultado ajude a entender por que o assunto não apareceu na urna com os temas das perguntas para os candidatos.

A cultura, lembra Gisele, é um signo com amplo aspecto conotativo, que adquire diferentes significados de acordo com os distintos contextos em que é observado. Duas utilizações são mais corriqueiras na contemporaneidade: a que estabelece o termo como processo de acumulação cultural, e a que o trata como sinônimo de atividades artísticas. A primeira diz respeito à cultura de um determinado grupo como referência de estado desenvolvido de conhecimento.

“Conceitualmente, cultura abarca as noções de conhecimento e informação, simultaneamente. Contudo, quando se verifica quais as dimensões percebidas pelo brasileiro, entende-se que não há associação dessas dimensões com a noção de cultura”, conta Gisele. Muitos dos discursos encontrados na pesquisa – na declaração de produtores, de artistas, de críticas, de veículos de imprensa – remontam à ideia de cultura como algo elitizado. “Isso vem reforçando uma ideia bastante antiga, promovida desde o século XVIII pelo movimento academicista das artes, de que cultura é um estado mental elevado, desenvolvido, para poucos.”

A percepção de que cultura não é algo para todos, ainda presente não só entre consumidores mas também entre agentes, viabilizadores e difusores, acaba constituindo-se como obstáculo para o consumo cultural. “Em geral, as associações realizadas pelos respondentes nos levam a compreender que o brasileiro associa à ideia de cultura todas as práticas que ele não realiza. Cultura é, para o brasileiro, diferente de informação e diferente de diversão.”

É por isso, diz a pesquisadora, que atividades como ouvir música, ir ao cinema e a circo, ler livros, ir a livrarias ou loja de CD, por exemplo, não são vistas como “culturais” pelos entrevistados. “Se há a prática, se está próxima, não pode ser cultura, porque ‘isso é para poucos’. Essa percepção, trabalhada historicamente e reforçada por diversos discursos que verificamos, incrustam na ideia do brasileiro a cultura como algo distante.”

Na prática - A pesquisa solicitou aos entrevistados que fizessem livres associações entre as práticas e as ideias de diversão, informação e cultura. Gisele explica que foi absorvida a noção de cultura de forma não totalizante, em que se pode pensar no plural e no singular simultaneamente: a cultura e as culturas. “Neste sentido, a cultura deixa de ser fim e passa a ser recurso político e econômico.”

Desde essa perspectiva, foi localizado o conceito de práticas culturais – todas as atividades de produção e recepção cultural: escrever, compor, pintar, dançar, frequentar teatro, cinema, concertos etc – sem hierarquizar ou classificar, verificando-as como atividades mediadoras e, assim, com potencial dialógico e comunicacional, favorecendo a interação do indivíduo com a sociedade.

As atividades citadas como as mais realizadas fora de casa – ir ao cinema, ir ao restaurante como lazer, passeios em parques/ao ar livre, viajar pelo Brasil, ir a shows de música popular e ir a festas regionais/típicas/quermesses – foram associadas à diversão.

Entre as atividades que o brasileiro mais gosta, três (ouvir música, ir ao cinema e ir a shows de música popular) são relacionadas apenas à diversão; duas (assistir à TV e ouvir rádio) à informação e à diversão; e uma (acessar a internet) apenas à informação. A única atividade associada à cultura de alguma forma – e neste caso em associação conjunta com informação – foi a prática religiosa, a primeira atividade citada como a mais realizada fora de casa no último ano.

Com exceção da religião, todas as outras atividades relacionadas de alguma forma com a ideia de cultura – exposição fotográfica, visita a museus, galerias e cidades históricas, ópera, teatro, espetáculo de dança, atividades em centros culturais – foram as menos realizadas no último ano e as que os entrevistados disseram gostar menos.

O problema, acredita Gisele, não está no que se chama ou não de “cultura”, mas sim no desencontro do que cada ator valida por cultura e, desta forma, o que pode ou não ser legitimado como cultural. “Entender as crenças coletivas sobre cultura favorece a avaliação de políticas e caminhos escolhidos.”

*Na introdução do Panorama Setorial da Cultura Brasileira, Gisele Jordão escreve sobre o conceito de cultura a partir de estudos acadêmicos. A pesquisa pode ser acessada na íntegra no site

www.panoramadacultura.com.br Enviado por Mônica Herculano DESTAQUE ,PANORAMA DA CULTURA

¿Cómo podemos implicar al visitante en una exposición?

Cuando hablamos de implicar al visitante en la exposición, nos referimos a estimularlos, orientar su atención hacia el contenido de una forma activa y directa, crear recuerdos y experiencias positivas y duraderas. Hay una diferencia abismal entre mostrar algo al visitante y hacerle partícipe. La implicación significa hacer partícipe al usuario de la experiencia, en la cual no sólo aprenderá, sino que además se divertirá. Y todo esto al final se traducirá en una palabra = SATISFACCIÓN. A mayor implicación, mayor satisfacción por parte del visitante en la exposición.



Para implicar al visitante es importante conocer bien al público al que va dirigido la exposición. En nuestro caso, en gran medida, irá dirigido al público escolar. Se trata de un público complicado, que se cansa rápidamente de todo, y peor aún se aburren si nada tiene relación con las nuevas tecnologías, sus smartphone, las RR.SS. o cualquier tipo de juegos. ¿Cómo podemos captar su atención? mediante la participación activa.

En la exposición debemos tener en cuenta sus conocimientos intelectuales y adaptarnos a su lenguaje. Si no entienden el contenido por ser este muy técnico o utilizar palabras complejas, no van a prestar atención. Hay que utilizar recursos que capten su atención. Las fórmulas de pregunta en primera persona, suelen funcionar, ya que en cierto modo les estas implicando. Les estas preguntando a ellos. Es importante también dejar espacio para la reflexión personal a cada uno de ellos.

Normalmente la mejor manera de saber lo que les gusta a los niños es preguntarles directamente a ellos lo que les interesa y lo que no. Lo que les gusta o aborrece… pero la mejor forma de hacerles participes, desde mi punto de vista es mediante los touch-me (manipulativos). Gracias a los touch-me pueden tocar, explorar, investigar, interactuar con la exposición. Los niños disfrutan con la libertad que ofrecen este tipo de exposiciones, que además, despiertan su curiosidad. Puede ser algo tan simple como abrir unos cajones para ver información. Girar unas láminas de contrachapado para ver ciertas fotografías o mapas, probarse vestimentas antiguas, etc. las posibilidades son infinitas dependiendo del contenido de la exposición.





A los adolescentes también les gusta manipular este tipo de objetos didácticos, pero necesitan algo más. Si hay touch-me, pero no hay contenido, se aburrirán pronto. De ahí que el uso con nuevas tecnologías y a través de las RR.SS. sea la clave para atraerlos y que se interesen e impliquen en la exposición. Algo tan simple como crear códigos Qr, un hashtag donde tengan que compartir la exposición con sus amigos en Twitter e Instagram o crear una serie de retos para compartir en RR.SS. puede marcar la diferencia entre el éxito o fracaso de la exposición.

Y es que los visitantes ya no se conforman con mirar, sino que quieren implicarse. Recordar, hay que pensar fórmulas para que interactúen y diseñar expositores donde puedan pulsar un botón, girar unas láminas, escribir, coger reproducciones y probarlas o vestirse con ellas… todo con un objetivo, aumentar la experiencia del visitante. Pero para que la interacción funcione deben existir una serie de factores. El primero de ellos es la señalización. Señalizar que los objetos se pueden tocar y explicar que deben hacer (unas pequeñas instrucciones de uso). También debe ser sencillo y que sea una actividad que no requiera mucho tiempo. Y por supuesto, toda actividad interactiva debe tener una finalidad. Que se vea que su acción tiene un efecto. Que sea educativa. Si no aplicamos estas formular, difícilmente el público se percatará de los touch-me o similares, ya que tenemos la costumbre de que cuando vamos a un museo o sala de exposiciones todo está prohibido. No podemos tocar nada, ni hacer fotografías, ni hablar, ni interactuar con la exposición. Es lo que nos han acostumbrado hacer en estos espacios. Por eso, remarco de nuevo, la importancia de señalizar y poner instrucciones en este tipo de recursos interactivos si queremos que se utilicen para lo que fueron creados.



Cambiemos la forma de disfrutar y educar en los museos y apostemos por una educación no formal, participativa e interactiva. ¿No os parece?
 
 
fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti http://gestionandolaculturacritica.wordpress.com/2014/10/04/como-podemos-implicar-al-visitante-en-una-exposicion/

Museu de Balneário Rincão exibe curtas infantis

Mostra de curtas no museu faz referência ao Festival de Cinema Infantil de Santa Catarina 2014



Durante o período de 6 a 9 de outubro, o Museu de Arqueologia Nossa Senhora dos Navegantes de Balneário Rincão sedia a semana da mostra de curtas infantis, dedicado às crianças e adolescentes estudantes das escolas do município. A mostra de curtas no museu faz referência ao Festival de Cinema Infantil de Santa Catarina 2014, e o museu escolheu a Semana da Criança para participar e celebrar a arte.

O evento faz parte de um cronograma de atividades incentivadas e promovidas pela Prefeitura do Balneário Rincão, o Rincão Criança. A exibição dos curtas será gratuita para os alunos e aberta ao público infantil da região. Os temas dos filmes são diferenciados, entre películas de entretenimento e educativas, porém a classificação indicativa de todos os vídeos é livre.

“A importância desta sessão mora no fato de ser gratuita, pois permite que jovens sem condições de pagar por cultura e conhecimento tenham contato com ideias passadas através destes trabalhos a serem exibidos”, explica Elisângela Machieski, coordenadora do projeto e historiadora do museu arqueológico de Balneário Rincão.

Relação de curtas a serem exibidos
A história dos meninos que andavam de noite
(Flavio Barone, ficção, SP, 2013, 15 min)
De martelos e serrotes
(Jackson Abacatu, animação, MG, 2012, 2 min)

Souvenires de verão
(Luiza Carneiro e Marina Erlanger, ficção, RJ, 2012, 13 min)
Encantadores de história
(Raquel Piantino, animação, DF, 2013, 7 min)
Com os pés na cabeça
(Tiago Scorza e Gabriela L. Dalmasso, ficção, RJ, 2012,  15 min)

Sonhos
(Andressa Lyrio do Couto, animação, RJ, 2012, 5 min)
João, o galo desregulado
(Camila Carrossine & Alê Camargo, animação, SP, 2013, 10 min)
A rua é pública
(Anderson Lima, ficção, MG, 2013, 9 min 20 s)
Meu amigo Nietzsche
(Fáuston da Silva, ficção, DF, 2012, 15 min)
Sonhos
(Haroldo Borges, ficção, BA, 2013, 15 min)


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2014/museu-de-balneario-rincao-exibe-curtas-infantis/

Instituto Brasileiro visita Museu do Ar

Por ocasião do 1º Congresso Internacional de Museologia Militar, a delegação do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER) visitou o Museu do Ar da Força Aérea.

A INCAER é o orgão central do Sistema do Património Histórico-Cultural do Comando da Aeronáutica Brasileiro.


O Museu do Ar da Força Aérea obteve a distinção de melhor Museu do ano 2013.
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.emfa.pt/www/noticia-684-instituto-brasileiro-visita-museu-do-ar

Pesquisa Anual de Museus está disponível a partir desta sexta (3)

Em oito anos de operação, o Cadastro Nacional de Museus já mapeou mais de 3400 instituições museológicas em todo o Brasil

O Cadastro Nacional de Museus (CNM) inicia, nesta sexta-feira (3), a nova Pesquisa Anual de Museus. Aberta à participação de todos os museus brasileiros, a nova pesquisa se propõe a realizar um diagnóstico detalhado do setor sobre temas diversos, como acessibilidade, acervo museológico, gestão de pessoas, orçamento entre outros aspectos.

A Pesquisa Anual de Museus, que pode ser respondida até 12 de dezembro, é a primeira que o CNM realiza utilizando sua nova plataforma de dados, parte de uma estratégia cujo objetivo é aumentar o espectro e consistência das informações levantadas.

Criado em 2006, o Cadastro Nacional de Museus é um dos instrumentos da Política Nacional de Museus, gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Formado por uma série de pesquisas periódicas, possui entre seus objetivos o aprofundamento do conhecimento sobre o campo museal, através da coleta, registro e disseminação de informações sobre as instituições museológicas brasileiras.

Séries históricas

“O cadastro agora é composto por uma série de pesquisas distintas com periodicidades diferenciadas”, explica a Coordenadora-Geral de Sistemas de Informação Museal do Ibram, Rose Miranda.

“Essa estratégia visa aprofundar o conhecimento sobre os museus e ao mesmo tempo diminui o número de questões por pesquisa. Além disso, permitirá a construção de séries históricas”, afirma.

A reformulação da plataforma de pesquisa do Cadastro Nacional de Museus também vem ao encontro do Registro dos Museus Ibero-Americanos (RMI). Coordenado pelo Programa Ibermuseus e em fase de implantação, o projeto prevê o mapeamento dos museus da América Latina e da Península Ibérica. A plataforma, que irá possibilitar o cruzamento de dados dos mais de oito mil museus da região, terá no CNM sua porta de entrada para o Brasil.

Acesse a nova pesquisa do Cadastro Nacional de Museus. Confira antes o Manual de Preenchimento e oTermo de Compromisso do CNM. O questionário da pesquisa em formato texto também está disponível para facilitar o levantamento de informações por parte do museu antes do preenchimento na plataforma online.

Dados do CNM alimentam o ranking anual do periódico The Art Newspaper sobre exposições mais vistas no mundo

Publicações e projeção internacional

Em oito anos de operação, o Cadastro Nacional de Museus já mapeou mais de 3,4 mil instituições museológicas em todo o Brasil.

Seus dados têm sido utilizados para o aprimoramento de políticas públicas voltadas para o setor museal, sobretudo após a estruturação de duas publicações: Guia dos Museus Brasileiros e Museus em Números – este último, o primeiro estudo estatístico nacional dos museus brasileiros.

As informações públicas do CNM também já alcançaram projeção internacional. A base de dados já serve como fonte para publicações, como o periódico inglês The Art Newspaper, que divulga anualmente um ranking das exposições mais visitadas em todo o mundo.

A disponibilidade de dados sobre o tema ajudou a colocar o Brasil pela primeira vez, no ano de 2011, entre os países com maior volume de visitação a exposições – fato que vem se repetindo a cada nova edição do ranking, como em 2013.

Dúvidas ou outra questões relativas a nova Pesquisa Anual de Museus do CNM podem ser esclarecidas pelo endereço eletrônico cnm@museus.gov.br.

Ministro da Cultura da Rússia propõe obrigatoriedade de aulas de história em museus

Vladimir Medinskii afirmou que é importante que instituições tenham função educacional

O Ministro da Cultura da Rússia, Vladimir Medinskii, propôs tornar obrigatória a realização de algumas aulas de história em museus durante o ano letivo. A sugestão aconteceu durante o encontro com o Oresidente russo, Vladimir Putin, e diretores de instituições regionais. Segundo ele, é muito importante que os museus tenham uma função educacional, ou seja, que não sejam apenas lugares para guardar coisas velhas.

Medinskii ainda disse que, se um diretor de escola que realizar aulas em um museu, ele pode ir, mas não existem recomendações e normas para isso. Ele observou que seria ótimo se tivesse uma obrigatoriedade direcionada pelo Ministério da Educação de realizar, por exemplo, duas aulas de história por ano de frente paras paredes de um museu.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.diariodarussia.com.br/cultura/noticias/2014/10/03/ministro-da-cultura-da-russia-propoe-obrigatoriedade-de-aulas-de-historia-em-museus/

 

Ramayana aos sábados no Museu do Oriente ( .pt)



LISBOA – Em outubro, o Museu do Oriente dá a conhecer um dos grandes épicos hindus, “Ramayana”, em três sessões dirigidas a um público adulto, que se realizam nos dias 11, 18 e 25.

Escrito pelo poeta Valmiki, este longo poema com cerca de 25 mil versos aborda a questão do Bem e do Mal e da vitória do primeiro sobre o segundo, do amor, da coragem, da devoção e da fé.

Na primeira sessão, os participantes podem ficar a saber “Quem é Rama?” e, com a ajuda das peças da exposição “Sombras da Ásia”, percorrer o “caminho de Rama” e deliciar-se com a história do príncipe de Ayodhya.

“O rapto de Sita” e “O regresso de Ayodhya” são os temas das sessões de dia 18 e 25 de outubro.

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 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://local.pt/portugal/lisboa/ramayana-aos-sabados-no-museu-do-oriente-2/

Ramayana aos sábados
11, 18 e 25 de outubro
10h00-12h00
Preço: € 24,00/ 3 sessões/ participante
Público-alvo: Adultos
Participantes: Mín. 6, Máx. 15
Formador: Alexandre Correia

Londres Museu Freud homenageia funcionário histórico português

No Museu Freud em Londres, onde permanece o famoso sofá usado pelo fundador da psicanálise, repousa agora um banco de jardim dedicado a Alexandre Bento, um português que viveu na mesma casa durante 30 anos.



Reuters

Este foi o tributo prestado pela família e administração ao responsável pela manutenção e segurança do edifício desde a morte de Anna Freud, a filha mais de Sigmund Freud, em 1982.

A Alex, como era conhecido por todos, elogiam uma dedicação que ia para além do cumprimento das funções, como recordou a diretora, Carol Seigel: "Ele preocupava-se muito - vivia para o Museu".

Sabia onde estava cada um dos milhares de objetos em exposição e a respetiva origem, que aprendeu ao longo dos anos por curiosidade e não por dever, garante o filho, Daniel, que lhe sucedeu nas funções.

"Fazia um esforço para dar mais informação aos visitantes e era capaz de ficar horas a falar. Ele recebia como se fosse em casa dele", contou à agência Lusa.

Vários escreveram cartas de agradecimento e, recentemente, uma turista brasileira voltou ao Museu, anos mais tarde, para reencontrar Bento, entretanto aposentado, e presenteá-lo com chocolates como prova de gratidão.

Os agradecimentos a "Alex Bento", bem como ao colega de trabalho - e genro - Francisco da Silva, são frequentes em livros de investigadores sobre a vida e obra de Anna e Sigmund Freud.

O conhecimento do português sobre o acervo era tal que, há dois anos atrás, foi ele a recuperar do sótão um casaco de Sigmund Freud, até então julgado perdido e agora exposto à entrada.

Durante uma cerimónia de homenagem realizada na terça-feira no Museu foram escutados vários testemunhos sobre o português, que morreu de doença em junho, aos 66 anos.

O vizinho Anthony Coles saudou a "presença simpática na rua, sempre brincalhão", enquanto Peter Fonagy, diretor do Centro Anna Freud e psicanalista condecorado pela rainha Isabel II, comentou a sua personalidade forte.

"Ele um homem especial, imaginativo e criativo, que compreendia as dimensões da alma humana. Também nunca lhe faltavam opiniões, fosse sobre as prioridades ou a arquitetura do Museu", disse, num testemunho lido por Ros Bidmead.

Bento chegou ao círculo de Anna Freud porque a filha Gina frequentava o infantário localizado no edifício da mesma rua onde a iniciadora da psicanálise infantil concentrava um centro de formação e clínica.

Uma funcionária de Anna Freud porque lhe pedia para fazer ocasionalmente pequenas reparações na casa e foi assim que o advogado testamentário de Anna Freud, Hugh Hamilton, decidiu contratar o emigrante natural de Arruda dos Vinhos em 1982.

Este abandonou funções num centro próximo para judeus idosos com demência onde trabalhava desde a chegada a Londres acompanhado pela mulher, Maria do Rosário, dez anos antes, e instalou-se no número 20 Maresfield Gardens com uma missão: proteger o espólio.

Tal como o advogado receava, à hora da cerimónia de cremação de Anna Freud um desconhecido bateu à porta, alegando ter ordens para levar o conteúdo numa carrinha estacionada no exterior.

"Alex recusou. Poucas pessoas teriam coragem para enfrentar homens daqueles. E a verdade é que, sem os milhares de artefactos que estavam na casa, não teríamos museu", vincou.

Nos primeiros tempos que ali viveu, a família Bento partilhou da intimidade dos Freud, cujos objetos permaneceram intactos até serem retirados para a realização de obras no edifício.

Quando foi feito o inventário do conteúdo, um pincel de barba do português chegou a ser dado como pertencendo de Sigmund Freud, lembrou com humor o advogado.

Agora é o banco de jardim, onde se lê: "Com amor em memória de Alex Bento 1948-2014", que convive com objetos dos anteriores ilustres ocupantes.

Foi colocado no espaço que o português mais gostava da propriedade, não só pela beleza das plantas e flores que cuidava com esmero mas porque lhe permitia receber com maior à vontade durante os anos que ali viveu as próprias visitas.

Com um sorriso cúmplice, a filha, Gina da Silva, confiou: "Ele adorava convidar os amigos e fazer aqui churrascos".

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.noticiasaominuto.com/pais/285434/museu-freud-homenageia-funcionario-historico-portugues

Nelson Domínguez expone su muestra Revelaciones

Domínguez, destacado creador de Cuba, inauguró este sábado su exposición Revelaciones, en el Museo de Arte Sacro del Convento y Basílica Menor de San Francisco de Asís, en La Habana.



 
Nelson

La muestra, para la cual pintó especialmente el cuadro San Francisco de Asís, pobre riqueza, celebra el XX aniversario de la creación de esta institución emblemática de la cultura cubana, en la cual exhiben sus obras eminentes artistas cubanos y extranjeros.

Yilian Armas, directora del museo, destacó que con esta exposición se prestigian y recordó a todos los fundadores y a quienes hoy hacen posible desarrollar una programación de primer nivel y muy variada.

Domínguez explicó que la muestra, muy diversa, pero en su autentica línea y sello habitual, está compuesta por esas piezas que se van acumulando en su taller y merecen exhibirse al público.

Cuadros de gran formato, de formas poco convencionales, esculturas y varias de las piezas de la serie Crucifixiones, integran esta colección, de quien fue merecedor del Premio Nacional de Artes Plásticas en 2009 y que en esa ocasión realizó la gran muestra Retrato, itinerante por las capitales de la Isla.

Nacido en 1947, Nelson Domínguez desarrolla una carrera de más de 40 años, en la que están presentes su universo interior, sus vivencias y experiencias con la tierra, la naturaleza y lo campesino, instantes que han estado en él y lo han acompañado desde que muy pequeño recorría la Sierra Maestra.

Su quehacer, además de diverso, incluye pintura, dibujo, cerámica, escultura y grabado y en cada una de sus entregas hay rigor, experimentación, pero principalmente profesionalidad artística.

El Museo de Arte Sacro es el único de su tipo en Cuba y expone obras de carácter religioso provenientes de toda Hispanoamérica y hallazgos arqueológicos de excavaciones hechas en ese mismo edificio a principios de la década de los 90 del siglo XX.

(Con información de la AIN) fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.cubadebate.cu/noticias/2014/10/04/nelson-dominguez-expone-su-muestra-revelaciones/#.VDHKZFes-_I

Agendas Mundi LIV Barbados en CULTURA, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, VIAJES. ·

“El marino a favor del viento,
la memoria fue su puerto de partida”.
Eduardo Galeano

Hemos pasado tanto tiempo recorriendo el continente, anclados a la tierra, que el horizonte del mar se desenfocó hasta tal punto que no vimos Barbados. Eso sí que no lo podemos consentir, y por eso hoy desviamos la ruta de nuevo para irnos de cabeza a esa maravillosa isla. Hawaii puede esperar, nos vamos a otro paraíso de arenas blancas y mar muy, muy azul.

Conozcamos un poquito mejor Barbados para los que andamos un poco despistados. Es un país-isla soberano que forma parte de las Antillas Lesser, se encuentra en el Atlántico pero forma parte del mar Caribe, fuera del cinturón de los huracanes del Caribe. Nosotros los españoles, visitamos la isla de Barbados por primera vez a finales del siglo XV, para ser reclamada inmediatamente para la corona española, ya sabéis eso de: “yo la vi primero”, no importando lo que opinaran los indígenas pobladores. Eso forma de actuar se estilaba mucho en esa época y fue referencia en la locura colonialista de otros países del occidente europeo de los siglos venideros. Los que finalmente movieron ficha en Barbados fueron los ingleses, que en la nave Olive Blossom, llegaron a la isla en 1624 y la tomaron en posesión (los españoles ya entraban en crisis en aquella época y dejaban las puertas abiertas), a favor del rey James I. En 1966, Barbados dejo de ser parte de la Commonwealth para pasar a ser estado independiente. Se considera Barbados como un destino turístico de primer orden, siendo además bel 16º país del mundo en el Control Anti Corrupción. Pues bien, una vez que ya sabemos más sobre Barbados – los que no sabíamos mucho -, nos vamos a dar una vuelta por los museos de esta maravillosa isla que es lo que nos interesa de verdad. Un poco de bronceador y allá vamos…

Museo y Sociedad Histórica de Barbados / Bridgetown



El Museo de Barbados, que se encuentra en el Garrison de Bridgtown, era una antigua prisión militar británica. La prisión, cuya parte superior fue construida en 1817 y la sección inferior en 1853, se convirtió en la sede del Museo de Barbados y Historical Society en 1930. Algunos de los principales características del Museo de Barbados son: Una pantalla de la historia natural que describe la estructura del coral de Barbados. Los artefactos de los amerindios, los primeros habitantes de las islas del Caribe. Galería de los Niños denominada “Yesterday’s Children “, que ofrece un viaje emocionante y educativo a través de la historia de Barbados; una exposición de mobiliario de una casa de plantación del siglo XVIII; una colección de mapas históricos raros de la isla; una biblioteca de referencia que está disponible para la investigación sobre la historia y la genealogía de la isla. Los Archivos Nacionales también e son una fuente útil para aquellos que buscan información genealógica de la isla. Los Archivos guardan todos los documentos parroquiales tales como nacimientos, bautizos, matrimonios, escrituras y testamentos. Algunos documentos son de la época de los primeros asentamientos ingleses de la década de 1600.

Museo del Parlamento de Barbados / Bridgetown



El Museo del Parlamento de Barbados y la Galería Nacional de los Héroes de Barbados, se encuentran en el ala oeste de los edificios del Parlamento de la capital Bridgetown. Barbados muestra su historia de ser el tercer Parlamento constituido más antiguo de la Commonwealth. Tanto la Cámara Baja (Cámara de la Asamblea) y la Cámara Alta (Senado) se reúnen semanalmente en estos edificios históricos. El Museo de Barbados del Parlamento fue creado para mostrar al visitante la historia del Parlamento de una manera muy interactiva. Las exposiciones explican quienes fueron las figuras clave y miembros de la población civil que participaron en la reconfiguración social y política del país.

Museo Abadía de San Nicolás / Saint Phillip



La abadía de San Nicolás, ubicada en la parroquia de San Pedro, fue construida en 1658 y es una de las tres únicas y auténticas mansiones jacobeas en el Hemisferio Occidental. Barbados es el hogar de impresionantes mansiones coloniales: Abadía de San Nicolás Abadía, Drax Hall, Sunbury, etcétera. Las características distintivas de esta magnífica mansión, bien conservada son: frontones curvos holandeses, chimeneas y remates de piedra de coral, una escalera de Chippendale chino y exquisitas antigüedades y la porcelana. Una película de 1930 narra la vida en las plantaciones de azúcar se muestra en la exposición permanente. Se muestra un recorrido a través de la gran mansión para admirar la arquitectura y su mobiliario históricos.

Museo Casa Plantación de Sunbury / Saint Phillip



La Casa-Museo de la Plantación de Sunbury tiene más de 300 años de antigüedad, y es la única mansión del país que tiene todas sus habitaciones abiertas al público. En esta mansión-museo se muestra el gran estilo de vida en una plantación de azúcar y su mobiliario con una colección muy valiosa de antigüedades. Esta colección está formada por fascinantes grabados antiguos, ropa, equipos e implementos domésticos y agrícolas, y una colección de carruajes tirados por caballos, la casa ofrece una fascinante y muy completa imagen de la vida cotidiana en la plantación de los siglos XVIII y XIX. Construida de piedra caliza coralina tallada de las canteras de Barbados, Sunbury es un monumento a ambas las bellezas y los aspectos prácticos de la arquitectura plantación antillana clásico. Los guías turísticos están bien entrenados, y el material impreso es bastante amplia. Un bar cafand proporcionar medios y refrescos. Las atracciones cercanas incluyen Foursquare fábrica de ron (traficantes de ron rastro) y el cementerio Quaker (Fe Trail). Un poco más lejos están Codrington College y la iglesia parroquial de San Juan, ambas forman parte del Sendero de la Fe de Barbados.

Museo Sinagoga Judía Nidge Israel / Bridgetown



El Nidhe Israel Sinagoga, es la única sinagoga de Bridgetown, Barbados. También tiene la distinción de ser una de las sinagogas más antiguas del hemisferio occidental siendo ahora una propiedad Barbados National Trust. En 2011, la Sinagoga y la excavación Mikve fueron designados como bienes protegidos de la UNESCO en el Patrimonio de la Humanidad histórico de Bridgetown y la zona de Garrison. Desde el momento en que la sinagoga fue desacralizada en 1929, sufrió numerosos cambios. La galería de las mujeres que miraba hacia abajo en el altar se convirtió en un segundo piso para exposiciones. Los arcos alrededor de las ventanas y el piso original fueron reemplazados. El edificio cambió de propietario varias veces, de esta manera el cementerio judío fuera se convirtió en un vertedero (?). En 1983, el edificio fue incautado por el Gobierno de Barbados, que pretendía derribar el edificio y construir un palacio de justicia en su solar. Dos años más tarde, se convirtió en el edificio de la Fundación Nacional de Barbados, en agradecimiento a la aportación de la comunidad judía local. En 1986, el proceso de rehabilitación comenzó liderado por Paul Altman, gobernante de aquella época. El edificio fue devuelto para su uso como una sinagoga cuando la rehabilitación estuco completada, hoy permanece propiedad de la National Trust, como ya habíamos comentado con la denominación Bridgetown Sinagoga and Cementery, Bridgetown, St. Michael, Barbados. En 2008, un arqueólogo estadounidense, Michael Stoner, hizo la excavación de la antigua casa del rabino en el recinto. Mientras él estaba cavando, dos turistas israelíes pasaron por allí y pronunciaron la palabra mikve, de ahí el nombre del museo. Después de excavar durante tres semanas, Stoner fue capaz de desenterrar numerosas piezas del siglo XVII que se muestran en el museo.

Museo Tyrol Cot (sin website) / Codrington, St. Michael



La mansión representa la cultura de Barbados, una arquitectura única y la historia del siglo XX del país se funden aquí en la casa familiar de Sir Grantley Adams. Turbulentos acontecimientos tuvieron lugar en este entorno amable, como cuando Adams lideró el cambio de Barbados de una oligarquía a una democracia basada en el sufragio universal. Tiene un estilo de palacio clásico con una mezcla vernácula tropical que convierten a la mansión en una joya arquitectónica inusual. El interior de la mansión museo muestra muebles antiguos, objetos de recuerdo y objetos de la vida cotidiana. Todo lo que se muestra en la exposición ofrece pistas sobre las personalidades y los logros de los ocupantes del Tyrol Cot. La visita al pueblo y a la mansión son su oportunidad para examinar un lugar encantador de práctica arquitectura popular de Barbados. En el interior, una serie de artistas y artesanos locales elaboran y venden sus productos. En la tienda de ron se sirve comida y bebida. Más cercana que la Sunbury Plantation, Tyrol Cot es una buena alternativa para las personas que estén interesados ​​en las antigüedades.

Casa Museo George Washington / Garrison, Bridgetown



George Washington, el que más tarde sería el primer presidente de los Estados Unidos de América, visitó Barbados en 1751 y y estuvo residiendo en la casa cerca de dos meses. Barbados fue el único país que jamás visitó fuera de la América colonial. Este hecho debería justificar hacer el recorrido por George Washington House, el lugar donde se alojó mientras que en Barbados, una gran actividad acogía visitantes de los EE.UU.. La casa, ahora bajo el control de la Fundación Nacional de Barbados, es también de interés ya que además ofrece una visión de como fue la vida en el Barbados de hace 250 años. La casa ofrece perspectivas interesantes sobre las formas en que la gente de aquella época trabajaban y mantenían su estilo de vida. Por ejemplo, no se disponía de hielo para las botellas de vino se mantuvieron razonablemente frescas, pro se colocaban en las ventanas de dos habitaciones superiores para beneficiarse de una brisa casi constante. Interesante, también, era el medio utilizado para filtrar el agua y para mantenerla fresca. Se vertía agua en un frasco de piedra y debido a la porosidad del buque el agua goteaba gradualmente en otro frasco similar situado debajo y de esta en un tercer frasco debajo de la segunda. Como resultado, las impurezas en el agua se separaron por filtración, y como algunos de el agua evaporada se absorben calor (calor) de los recipientes que contienen y, por tanto enfrían el cuerpo principal de agua.

Museo Experiencia Concorde / Grantley Adams International Airport / Christ Church



En el Museo Experiencia Concorde, se obtiene la oportunidad de volar el Concorde pilotado ti mismo. Se trata de una simulación, por supuesto, pero es tan realista que sentirás un cosquilleo en tus nervios a medida que se alcanza el plano a lo largo de la pista de aterrizaje en la gran pantalla que tendremos delante. Tiramos de la palanca del truttle para despegar y vemos que subimos gradualmente y con gracia en el aire y para pasar a modo de viaje – a donde quieras alrededor de Barbados. Puedes hacer con él lo que la mayoría de las personas sólo han sido capaces de leer sobre ello o imaginarlo, haciendo que el jet bucee, haga una picada, un bucle y así sucesivamente y, si eres lo suficientemente cuidadoso y no te has estrellado aun, puedes tener el inmenso placer de aterrizarlo en la misma pista de donde habías despegado bajo tu propio mando y pilotaje. Es una experiencia para recordar siempre. Muy recomendable para todos.

Mansión Museo de Arlington / Speightstown



Situada en la ciudad norteña de Speightstown, Arlington House Museum ofrece una oportunidad única de experimentar la vida en una época pasada. Ubicada en un edificio restaurado del siglo XVIII, Arlington House es un museo interactivo de tres pisos que es a la vez educativo y divertido. Los niños en particular, disfrutarán de las características visuales interactivas y de audio del museo y toda la familia podrán disfrutar de aprendizaje de la herencia de Barbados.

Ecomuseo y Patrimonio Springvale / Distrito Escocés



El museo es propiedad y está dirigido por el Sr. Newlands Greenidge que os dejará boquiabiertos con cuentos de sus días de infancia en la zona y os sorprenderá del conocimiento que tiene de la historia de Barbados (for English speakers only). Detrás del museo hay un formidable bosque tropical con árboles frutales locales y verduras, hierbas medicinales y un pequeño arroyo. Es un lugar muy tranquilo y relajante. Una parada en el Museo Eco-Patrimonio Springvale es bien vale la pena y con su proximidad a la Cueva de Harrison, Welchman Hall Gully y Flower Forest se puede incluir fácilmente en un maravilloso día en Barbados. Entrar en el ecomuseo de Springvale es como dar un paso atrás en el tiempo. Nos sumergiremos en un mundo de antaño rodeado de muebles antiguos y la cocina antigua con sus utensilios para el hogar. Podremos imaginar a las lavanderas con el agua y jabón hasta los codos a través del “juking board” ‘local, mientras que el hierro del herrero descansa sobre las brasas entrando en calor. Esto contrasta con el lujo de una zona de estar de caoba con cómodas sillas y jardineras. De hecho, el número de piezas de caoba en una casa era una muestra de la riqueza de los dueños de la mansión. Ahora se entiende que haya tanta silla.

Museo del Azúcar Hutson / Wildey House, Wildey, St.Michael



Este museo es un testimonio permanente de cómo se producía el azúcar en los siglos XVIII y XIX. El museo se ubica actualmente en homenaje a Sir Frank Hutson, quien con la ayuda de la Fundación Nacional de Barbados, fue quien coleccionó los artículos en el museo. La historia del cultivo de azúcar y la producción se muestra en este atractivo museo que se encuentra en el patio de la Portvale Sugar Factory, junto a la autopista 2A. El museo está abierto todo el año, pero si lo visitáis durante la temporada de cosecha (febrero a mayo), se puede comparar la maquinaria de los tiempos anteriores con la moderna maquinaria de la fábrica Portvale.

Y hasta aquí hemos llegado antes de volver a saltar de país. La semana que viene haremos una parada rápida en el museo de Paul Gaugin en la isla de La Martinica, para inmediatamente hacer un muy largo viaje hasta la isla de Hawaii, esta vez sí. Hasta entonces os deseamos una muy feliz semana a todos y todas.

BIBLIOGRAFÍA:

ARIAS, J.
Naúfragos
Editorial Planeta&Oxford, 2008
Resumen del libro: Un viejo velero es encontrado en las Islas Barbados con doce cadáveres a bordo. Son los restos de una expedición que había partido de Mauritania tres meses antes. A través del diario de uno de los tripulantes, se irán desvelando los detalles de esta fatídica travesía e ilustrando las vidas de algunos de sus protagonistas de los desconocidos lugares de donde proceden. Náufragos ahonda en el fenómeno de la inmigración y en algunas de las causas que lo motivan.

SANTIAGO, E.
Las islas de barlovento
Ediorial Ramdon, 2013
Resumen del libro: Londres, 1649. Elisabeth Raleigh, acompañada por su padre, su prometido y su suegro, un acaudalado propietariode ingenios en Barbados, asiste a la decapitación de Carlos I y al inicio del régimen de Cromwell. En el tumulto de la plaza en la que tiene lugar la ejecución se ve separadade sus familiares y a punto está de verse aplastada por la muchedumbre cuando un apuesto caballero la rescata. Setrata de Duncan Haynes, un temerario pirata que surca los mares del Caribe. Este encuentro la convertirá en el centrode una trama de venganza, pasión, traición y aventura. El día de su matrimonio, el destino de Elisabeth quedará sellado para siempre. Los pasos de su nuevo marido la llevarána la exótica isla, donde su vida sufrirá un giro radical.

CHRISTIE, A.
Misterio en el Caribe
Resumen: Miss Marple está de vacaciones en Barbados, invitada por su generoso sobrino. Siempre alerta, pasa su primer día en el Hotel Golden Palm, conociendo al resto de invitados: Tim y Molly Kendal dueños del hotel; Edward y Evelyn Hillingdon quienes, con Greg y Lucky Dyson, invierten su tiempo en expediciones botánicas que no son lo que intentan aparentar. Está también el excéntrico millonario Jason Rafael, su secretaria, Esther Walters, y su sirviente, Jackson. Finalmente está el Mayor Palgrave, el pesado del hotel, cuyo catálogo de interminables cuentos le convierten en un payaso para el resto de los invitados…

POPE, D.
El gobernador Ramage: una novela en los tiempos de Nelson
Editorial Edhasa, 2003
Resumen del libro: En esta historia aparece el tema sobre la importacia de las relaciones personales en el Almirantazgo para ascender en la Armada. El hecho de que el padre de Ramage mantuviera un enfrentamiento con las autoridades militares inglesas le va a pasar factura a Nicholas. La misión a la que se enfrenta es en apariencia anod ina: la escolta de un convoy entre las Barbados y Jamaica, pero las cosas pronto empiezan a torcerse, lo que no es raro en aguas tan peligrosas…

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Micropia Museum: World's first microbe 'zoo' opens next to Amsterdam's Artis Royal Zoo





Micropia Museum: World's first microbe 'zoo' opens next to Amsterdam's Artis Royal Zoo This undated picture released by Micropia on September 30, 2014 shows a display of Petri dishes with microbes growing in them. The display is one of many visitors can see at Micropia, the world’s first "micro-zoo" which opened in Amsterdam on September 30, 2014 by Dutch Queen Maxima. 
 
The world's first "interactive microbe zoo" shines new light on the tiny creatures that make up two-thirds of all living matter and are vital for our planet's future. AFP PHOTO/MICROPIA/MAARTEN VAN DER WAL. By: Jan Hennop Share on facebook Share on twitter Share on email Share on print Share on gmail More Sharing Services 0 AMSTERDAM (AFP).- The world's first "interactive microbe zoo" opened in Amsterdam on Tuesday, shining new light on the tiny creatures that make up two-thirds of all living matter and are vital for our planet's future. 
 
The 10-million-euro ($13 million) Micropia museum is next to Amsterdam's Artis Royal Zoo, whose director came up with the idea of exposing an array of living microbes in a "micro-zoo" 12 years ago. "Zoos have traditionally tended to show just a small part of nature, namely the larger animals," Haig Balian told AFP. "Today we want to display micro-nature," said Balian, who believes the importance of microbes in our daily lives has been underestimated ever since Dutch scientist Antonie van Leeuwenhoek observed the microscopic creatures in the 17th century. 
 
Microbes are often associated with illness, through viruses, bacteria, fungi and algae, but they are also essential for our survival and will play an increasingly important role in humanity and the planet's future, Balian said. "Microbes are everywhere. Therefore you need microbiologists who can work in every sector: in hospitals, food production, the oil industry and pharmaceuticals, for instance," he said. They are already used to produce biofuels, develop new type of antibiotics and improve crop yields. 
 
Experiments have shown their future potential for everything from generating electricity to strengthening building foundations and curing cancer. "If we leave the science of microbiology in the dark for just a few experts, interest in it will never develop," Balian said. "We want to show visitors how everything in nature is interconnected and how fundamentally microbes are part of that connection." Each adult human body carries around 1.5 kilos (3.3 pounds) of microbes, and we would die without them. Microbes on eyes, in kisses Much of the museum -- which claims to be a world-first -- looks like a laboratory, complete with rows of microscopes connected to giant television screens. Visitors can look through a window at a real-life laboratory where different kinds of microbes are being reproduced in Petri dishes and test tubes. Step into a lift and look up to see an animation of a camera zooming on someone's eye, revealing the tiny mites that live on our eyelashes. The camera then zooms in on bacteria on the mite and finally on a virus on the bacteria. Visitors can watch microbes reproduce under a 3D-microscope, especially designed and built for Micropia, or see a giant scale model of the Ebola virus that's ravaging west Africa. 
 
A microbe scanner will instantly tell how many microbes live on a visitor's body and where. Bolder visitors can try the "Kiss-o-Meter" and be told how many microbes are being transferred as a couple kisses. "Did you know that for instance there are 700 species of microbes living in your mouth? Or 80 kinds of fungi on your heel?" Balian asked with a smile. "A visit to Micropia will forever change the way you see the world," said Balian. © 1994-2014 Agence France-Presse





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti: http://artdaily.com/index.asp?int_new=73249&int_sec=11#.VDHB7les-_I[/url] Copyright © artdaily.org
Micropia Museum: World's first microbe 'zoo' opens next to Amsterdam's Artis Royal Zoo This undated picture released by Micropia on September 30, 2014 shows a display of Petri dishes with microbes growing in them. The display is one of many visitors can see at Micropia, the world’s first "micro-zoo" which opened in Amsterdam on September 30, 2014 by Dutch Queen Maxima. The world's first "interactive microbe zoo" shines new light on the tiny creatures that make up two-thirds of all living matter and are vital for our planet's future. AFP PHOTO/MICROPIA/MAARTEN VAN DER WAL. By: Jan Hennop Share on facebook Share on twitter Share on email Share on print Share on gmail More Sharing Services 0 AMSTERDAM (AFP).- The world's first "interactive microbe zoo" opened in Amsterdam on Tuesday, shining new light on the tiny creatures that make up two-thirds of all living matter and are vital for our planet's future. The 10-million-euro ($13 million) Micropia museum is next to Amsterdam's Artis Royal Zoo, whose director came up with the idea of exposing an array of living microbes in a "micro-zoo" 12 years ago. "Zoos have traditionally tended to show just a small part of nature, namely the larger animals," Haig Balian told AFP. "Today we want to display micro-nature," said Balian, who believes the importance of microbes in our daily lives has been underestimated ever since Dutch scientist Antonie van Leeuwenhoek observed the microscopic creatures in the 17th century. Microbes are often associated with illness, through viruses, bacteria, fungi and algae, but they are also essential for our survival and will play an increasingly important role in humanity and the planet's future, Balian said. "Microbes are everywhere. Therefore you need microbiologists who can work in every sector: in hospitals, food production, the oil industry and pharmaceuticals, for instance," he said. They are already used to produce biofuels, develop new type of antibiotics and improve crop yields. Experiments have shown their future potential for everything from generating electricity to strengthening building foundations and curing cancer. "If we leave the science of microbiology in the dark for just a few experts, interest in it will never develop," Balian said. "We want to show visitors how everything in nature is interconnected and how fundamentally microbes are part of that connection." Each adult human body carries around 1.5 kilos (3.3 pounds) of microbes, and we would die without them. Microbes on eyes, in kisses Much of the museum -- which claims to be a world-first -- looks like a laboratory, complete with rows of microscopes connected to giant television screens. Visitors can look through a window at a real-life laboratory where different kinds of microbes are being reproduced in Petri dishes and test tubes. Step into a lift and look up to see an animation of a camera zooming on someone's eye, revealing the tiny mites that live on our eyelashes. The camera then zooms in on bacteria on the mite and finally on a virus on the bacteria. Visitors can watch microbes reproduce under a 3D-microscope, especially designed and built for Micropia, or see a giant scale model of the Ebola virus that's ravaging west Africa. A microbe scanner will instantly tell how many microbes live on a visitor's body and where. Bolder visitors can try the "Kiss-o-Meter" and be told how many microbes are being transferred as a couple kisses. "Did you know that for instance there are 700 species of microbes living in your mouth? Or 80 kinds of fungi on your heel?" Balian asked with a smile. "A visit to Micropia will forever change the way you see the world," said Balian. © 1994-2014 Agence France-Presse

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Ancient Oregon caves may change understanding of human habitation in Americas

A network of caves in rural Oregon, known as the Paisley caves, may contain archaeological evidence of the oldest definitively-dated human presence in North America, according to a Reuters news release. The site was first studied in the 1930s, but new scientific excavations and analyses have uncovered significant discoveries that suggest an ancient human population reached what is now the United States at the end of the last Ice Age.


A network of caves in rural Oregon, known as the Paisley caves, may contain archaeological evidence of the oldest definitively-dated human presence in North America, according to a Reuters news release.  The site was first studied in the 1930s, but new scientific excavations and analyses have uncovered significant discoveries that suggest an ancient human population reached what is now the United States at the end of the last Ice Age.
Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)
The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico.  They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.
Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net
In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.
“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.
Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves
A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)
The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.
Featured image: Researchers working in the Paisley Caves, Oregon. Photo: Paul Bauman.
By April Holloway
- See more at: http://www.ancient-origins.net/news-evolution-human-origins/ancient-oregon-caves-may-change-understanding-human-habitation-012083#sthash.7cQtVDDC.dpuf

Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.

A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves

A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)

The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico. They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.

Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”

Dennis Jenkins points to an area inside one of caves

Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net

In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.

“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.

Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves

A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)

The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.

Featured image: Researchers working in the Paisley Caves, Oregon. Photo: Paul Bauman.






Ancient Oregon caves - Paisley Caves

By April Holloway
- fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ancient-origins.net/news-evolution-human-origins/ancient-oregon-caves-may-change-understanding-human-habitation-012083#sthash.7cQtVDDC.dpuf
A network of caves in rural Oregon, known as the Paisley caves, may contain archaeological evidence of the oldest definitively-dated human presence in North America, according to a Reuters news release.  The site was first studied in the 1930s, but new scientific excavations and analyses have uncovered significant discoveries that suggest an ancient human population reached what is now the United States at the end of the last Ice Age.
Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)
The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico.  They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.
Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net
In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.
“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.
Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves
A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)
The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.
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Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)
The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico.  They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.
Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net
In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.
“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.
Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves
A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)
The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.
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A network of caves in rural Oregon, known as the Paisley caves, may contain archaeological evidence of the oldest definitively-dated human presence in North America, according to a Reuters news release.  The site was first studied in the 1930s, but new scientific excavations and analyses have uncovered significant discoveries that suggest an ancient human population reached what is now the United States at the end of the last Ice Age.
Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)
The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico.  They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.
Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net
In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.
“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.
Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves
A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)
The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.
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Evidence comes from radiocarbon dating of more than 200 samples of coprolites (fossilized human feces), which were found in a stratigraphic layer in one of the Paisley caves that was at the same level as a small rock-lined hearth some 7 feet (2 m) below the modern surface. At that level was also discovered a large number of bones from waterfowl, fish, and large mammals including extinct camel and horse.
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves
A 14,300-year-old human coprolite from Paisley Caves, the oldest identified site in Oregon listed on the National Register of Historic Places in 2014. (Photo by Brian Lanker, courtesy of Dennis Jenkins, University of Oregon)
The coprolites were dated to 14,300 years old, which is 1,000 years before the human settlement evidenced in the Clovis era. The Clovis culture, refers to a prehistoric culture that inhabited the Americas from around 13,500 years ago, named after sites discovered near Clovis, New Mexico.  They were once believed to be the first inhabitants of the Americas, but a number of findings over recent years have challenged this hypothesis, including the latest discovery in the Paisley caves.
Dennis Jenkins, director of the University of Oregon Archaeology Field School, said the test findings provide “significant new information regarding the timing and spread of the first settlers in the Americas.”
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves
Dennis Jenkins points to an area inside one of caves. Image source: sott.net
In addition to biological samples, Jenkins’ team also found stones used to grind plant materials, woven plant fibers, modified animal bones and stemmed projectile points.
“The people living there 14,300 years ago were gathering and consuming aromatic roots, for which they would have needed special knowledge that would have developed over time,” said Jenkins.
Stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves
A researcher holds three western stemmed projectiles discovered in the Paisley Caves near Paisley. (Photo: Jim Barlow / University of Oregon)
The significance of the findings in the Paisley caves have now been officially recognised, prompting the U.S. National Park service to add the Paisley Five Mile Point Caves to its list of nationally important archaeological and historical sites.
Featured image: Researchers working in the Paisley Caves, Oregon. Photo: Paul Bauman.
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One of the Harvard University Museums, housing collections of archaeological materials from the Ancient Near East. Located in Cambridge, Massachusetts.

Founded in 1889, the Harvard Semitic Museum houses more than 40,000 Near Eastern artifacts, mostly from museum-sponsored excavations in Egypt, Iraq, Israel, Jordan, Syria, and Tunisia. We use these collections to investigate and teach Near Eastern archaeology, history, and culture. The Harvard Semitic Museum is one of the Harvard Museums of Science & Culture (HMSC). 
fonte : @edisonmariotti #edisonmariotti http://semiticmuseum.fas.harvard.edu/home?keyword=k93840&pageid=icb.page574620