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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Digitalizar colecções cria emprego e dá nova vida aos museus e bibliotecas ( .pt )

No momento em que o Parlamento acolhe os Dias da Memória, a responsável máxima pela Europeana, Jill Cousins, explica o que é esta gigantesca biblioteca digital, que quer tornar acessível e utilizável toda a herança cultural europeia. Até ao momento, já colocou online digitalizações autenticadas de mais de 32 milhões de peças. 

Jill Cousins

O projecto Europeana 1914-1918, com o qual o Instituto de História Contemporânea da Universidade de Lisboa colabora, designadamente organizando os Dias da Memória que na sexta-feira se iniciam no Parlamento, é apenas uma das muitas iniciativas da Europeana, uma gigantesca biblioteca digital europeia lançada há cinco anos para concentrar e disponibilizar, em formato digital, toda a herança cultural partilhada ao longo dos séculos pelos países e povos da Europa, das mais famosas pinturas do Louvre a um livro de canções escrito por um soldado francês nas trincheiras da I Guerra e conservado pela sua família. Só de Portugal, a Europeana já recebeu digitalizações de quase 250 mil objectos. E espera que campanhas como esta, em torno da I Guerra, ajudem a dar visibilidade ao projecto e contribuam para aumentar as contribuições dos museus, bibliotecas, arquivos e outras instituições portuguesas.

Em poucas palavras, o que é a Europeana e quais são os principais objectivos do programa?
A Europeana quer transformar o mundo através da cultura. Criámos uma plataforma digital para a nossa herança cultural europeia, que reúne o património dos grandes museus, das colecções audiovisuais, dos arquivos e bibliotecas, e que educadores, investigadores ou programadores, mas também o público em geral, podem usar e partilhar gratuitamente. Através da Europeana, e graças ao trabalho de três mil instituições culturais, temos agora mais de 32 milhões de objectos disponíveis num só lugar, onde as pessoas os podem pesquisar, ou reutilizá-los noutros sites e aplicações.

Pode categorizar, com alguns exemplos concretos, os diferentes tipos de objectos que estão a ser digitalizados?
Temos digitalizações autenticadas de pinturas, fotografias, livros e vídeos, enviadas por três mil bibliotecas, museus, galerias e arquivos. De Portugal, por exemplo, dispomos neste momento de 234.859 itens, que incluem uma representação significativa das colecções de algumas das mais importantes instituições portuguesas de salvaguarda da herança cultural. Do Museu Nacional dos Coches incluímos recentemente 48 imagens dos belíssimos coches ali conservados. Temos também, por exemplo, 68 objectos do Museu Nacional do Azulejo – gosto particularmente dos painéis de azulejos com vistas de Lisboa antes do terramoto –, que foram entretanto integradas no site museums.eu, o que constitui um excelente exemplo do modo como o conteúdo da Europeana pode ser reutilizado.

Mas os conteúdos vindos de Portugal não se limitam ao domínio museológico. Recebemos 172 peças do Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade Nova de Lisboa, sobretudo digitalizações de objectos, fotografias e documentos relacionados com a presença portuguesa na I Guerra, um conjunto que tenderá a expandir-se porque o IHC é nosso parceiro nos Dias da Memória organizados no âmbito do Europeana 1914-1918. Das colecções digitais da Biblioteca Nacional temos mais de 12 mil textos e imagens, incluindo manuscritos, livros raros e mapas. E, no domínio dos arquivos audiovisuais, temos 453 peças da Cinemateca.

Há uma estimativa do número de peças que deveriam ser digitalizadas e reunidas para o programa cumprir plenamente a sua missão? E caso esse objectivo ideal tenha sido calculado, quão longe está a Europeana de o atingir?
Nos cinco anos desde que o programa foi lançado, já disponibilizámos no site Europeana.eu digitalizações de mais de 32 milhões de peças da nossa herança cultural, o que é um feito considerável, mas que representa apenas 12% de todo o material já digitalizado nos diversos países europeus, que, por sua vez, corresponde a apenas 10% de tudo o que seria pertinente digitalizar.

Temos um longo caminho a percorrer. Os obstáculos prendem-se sobretudo com questões de direitos de autor, mas há outros, como a necessidade de garantir a interoperacionalidade e a uniformização das colecções digitais. Esta é de facto a razão subjacente para a importância da Europeana: conseguir que o material digital atravesse as fronteiras, para que possamos dispor da nossa herança europeia do mesmo modo que usufruímos do nosso património nacional.

Esforçamo-nos para dar às pessoas conteúdo de alta qualidade, com informações claras relativas a direitos, de modo que saibam como podem dispor dele ou reutilizá-lo de forma criativa e inovadora.

Quais são as principais vantagens de ter todo esse património cultural europeu virtualmente reunido num só lugar?
Vermos a herança cultural que partilhamos e, mais importante ainda, pô-la a funcionar como um todo, de modo a que um investigador possa chegar rapidamente a tudo o que se relacione com Vasco da Gama – mapas, documentos, retratos –, ou com Amália Rodrigues, ou com as pinturas de Nuno Gonçalves, que estão dispersas por toda a Europa, em diferentes instituições e colecções, sabendo que está a lidar com documentos autenticados.

Diria que a prioridade é garantir que a Europeana reúna o máximo de informação possível, ou o programa deveria focar-se mais em organizar e disponibilizar o material que já tem?
Ambas as coisas são necessárias. Mas é preciso perceber que aquilo que há cinco anos era utilizável, já não o é para os tablets e outros equipamentos actuais, de modo que uma função central da Europeana é criar nas instituições dos diferentes países a consciência de que é necessário garantir a qualidade das digitalizações.

fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/digitalizar-coleccoes-cria-emprego-e-da-nova-vida-aos-museus-e-bibliotecas-1673168

Agendas Mundi LVI Papúa Nueva Guinea + Islas Salomón - en MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, VIAJES. ·

Observábamos el panel de salidas-vuelos en el aeropuerto internacional de Honolulu para elegir cual sería nuestro nuevo destino como si se tratara de un menú para pedir plato. La decisión de volar hacia el este ya estaba tomada desde hacía días, pero aun quedaba por decidir en que punto del mapa íbamos a aterrizar esta vez. Finalmente, un nombre en el panel nos llamó la atención: Port Moresby, Papúa Nueva Guinea… Hummmm…
Foto: Wendy Calman  

 
Las ideas y pensamientos comenzaron a surgir entonces a borbotones: bichos aun no catalogados, con las de Amazonia las últimas tribus genuinas del planeta, mosquitos como aguiluchos, es una isla con playas chulas, desconocido, lejos, ¿peligrosa? ¿Porqué no? 
 
Pues alea jacta est y a vivir que son dos días. Papúa Nueva Guinea, es un país soberano de Oceanía que ocupa la mitad oriental de la isla de Nueva Guinea con una numerosa cantidad de islas situadas alrededor de esta, cuya forma de gobierno es la monarquía parlamentaria. 
 
Su territorio está organizado en veintidós provincias y su capital y ciudad más poblada es Puerto Moresby. Está situado al norte de Australia, al oeste de las Islas Salomón y al sudoeste del océano Pacífico, en una región definida desde inicios del siglo XIX como Melanesia. Es, junto a Indonesia, el único país de Oceanía con frontera terrestre, ya que son países limítrofes. 
 
Papúa Nueva Guinea es uno de los países con más diversidad cultural del mundo y en donde se han contabilizado hasta 848 idiomas distintos, de los cuales 836 siguen hablándose. Aún quedan muchas sociedades que se siguen rigiendo por costumbres tradicionales y aún sigue siendo un país escasamente poblado, sólo con 7 millones de habitantes. Además tiene un población ampliamente rural, siendo sólo el 18 % población concentrada en núcleos urbanos. Es uno de los países menos explorados, geográfica y culturalmente, y muchas especies de plantas y animales están aún todavía sin descubrir dentro del país. Papúa está dentro de la lista de países megadiversos. Y, ¿qué hay de los museos? Museo Nacional de Papúa Nueva Guinea (el site no funciona) / Boroko  
 
 El Museo Nacional de PNG, además de museo es un centro cultural, galería, biblioteca, archivo, edificio del ministerio del gobierno, gobierno oficina de preservación histórica, centro de interpretación, parque nacional, la confianza nacional y cuerpo legal promulgado por la ley. Eso sí que es un centro multiusos y lo demás son gaitas. Sus colecciones son obras maestras estéticas del patrimonio cultural e histórico de PNG, incluyendo artefactos, pinturas, reliquias de guerra, etc. También disponen de una serie de programas educativos destinados a la comunicación del patrimonio artístico del país al público. La colección contiene elementos de los siguientes tipos: arte, patrimonio histórico, fotografía, cultural y etnográfica, vestigios arqueológicos, historia natural (especímenes de animales, húmedas y secas), especímenes botánicos, arte contemporáneo, dibujos científicos y tecnológicos, mapas y geográficas o geológicas, material visual de audio, libros o periódicos, carteles, folletos, documentos o artículos a base de papel, escultura al aire libre, arte o monumentos, reliquias de guerra. En resumidas cuentas, es un museo multitemático donde se da cabida a todo lo habido y por haber. Un paraíso para un museólogo distraído. (Fuente: National Cultural Commision of Papua New Guinea). Museo de Nueva Caledonia (sin site) / Nouméa 
 
 
 El Museo de Nueva Caledonia nos muestra a su manera las tradiciones del pueblo canaco y los pueblos insulares del Pacífico sur. El museo revela el mundo mágico, misterioso, simbólico y espiritual de Melanesia. El Museo de Nueva Caledonia es un museo, un departamento o ministerio del gobierno. Desde Nueva Caledonia, Vanuatu, las Islas Salomón, Papua Nueva Guinea y Papua Occidental, se han traído las esculturas de madera emblemáticas que ocupan la mayor parte del museo: máscaras, trajes de danza rituales, joyas, cerámica y una multitud de otros objetos testigos de pasado y actuales modos de vida, las prácticas culturales y religiosas creencias. Número de elementos de la colección: más de 4500. La colección contiene elementos de los siguientes tipos: arte local, patrimonio histórico, fotografía cultural y etnográfica, vestigios arqueológicos, mapas y planos geográficos o geológicos, etcétera. (Fuente: National Cultural Commision of Papua New Guinea). ¿Y ya está? Pues sí, esto es todo en lo relacionado con los museos de la zona. Orientaremos nuestra atención a otras cosas fantásticas el lugar, como por ejemplo las tres amigas que nos dieron la bienvenida en las escaleras de entrada al museo…
  
 
 Las Islas Salomón, son un país insular independiente situado al lado de Papúa Nueva Guinea, en la Melanesia tradicional. Forma parte de la Mancomunidad Británica de Naciones. Su territorio está formado por más de 990 islas repartidas entre dos archipiélagos: el archipiélago homónimo, al sureste de Papúa Nueva Guinea, y las islas Santa Cruz, situadas al norte de Vanuatu. Su capital y ciudad más poblada es Honiara, ubicada en la isla de Guadalcanal. ¿Si pero, ¿tienen algún museo? Museo Nacional de las Islas Salomón (no tienen site) / Honiara  
El Museo Nacional de las Islas Salomón fue inaugurado en junio de 1969. Está situado en Honiara, la capital, en la provincia de Guadalcanal. Es el único museo nacional en todo el país en la actualidad, no hay más.El Museo Nacional de las Islas Salomón es un museo, un centro cultural, un departamento o ministerio de gobierno y también alberga reliquias la Segunda Guerra Mundial. Como veís, por aquella zona se estila mucho lo del edificio multiusos. La mayor parte de la colección se compone de objetos culturales con algunos ejemplos de especímenes de historia natural, reliquias de la Segunda Guerra Mundial y material arqueológico. El museo también alberga una colección de materiales de referencia, libros y audiovisuales. La colección que se muestra contiene elementos de los siguientes tipos: arte, patrimonio histórico, fotografía, restos arqueológicos, especímenes de historia natural, arte contemporáneo, documentos, artículos de papel, esculturas al aire libre, etcétera. (Fuente: National Cultural Commision of Papua New Guinea). Han sido unas vacaciones de naturaleza más que de visitas a museos. 
 
Por esta razón la semana que viene nos vamos a dar un buen atracón de museos, rozaremos la indigestión seguro. Dejaremos Papúa Nueva Guinea para dar el salto a Australia a ver que hay de nuevo. Hasta entonces, que tengáis una muy feliz semana. BIBLIOGRAFÍA: VERGES, X. Mosaico Papú Editorial Nausicaa, 2007. Resumen del libro: En 1948, el misionero Xavier Vergés abandonó España para establecerse en Nueva Guinea, la segunda isla mayor del globo y última frontera para el hombre blanco. De geografía abrupta, se encontraba habitada por miríadas de pequeñas tribus, a menudo incomunicadas entre sí, hablaban hasta un total de setecientas cincuenta lenguas. Aunque costumbres como el canibalismo habían sido rigurosamente prohibidas por el gobierno australiano -Papúa Nueva Guinea se encontraba bajo su protectorado-. aún corrían rumores sobre su práctica. PANCORBO, L. El banquete humano: una historia cultural del canibalismo Editorial Siglo XXI, 2008. 
 
Resumen del libro: Ya confiesa Luis Pancorbo en el prólogo a esta obra haberse topado con el canibalismo a lo largo del tiempo y del mundo, de los años y los libros, y su intención en estas páginas: recopilar todo cuanto pudiera sobre él, un tema latente en algunas culturas, pero con plena presencia aún en la imaginación de muchos pueblos, in cluidos los occidentales. Así, con su característico estilo ameno nos acerca, por ejemplo, a una reahu de los yanomami, una ceremonia de canibalismo fúnebre que implica el consumo de cenizas de un muerto con carato o puré de plátano. Nos habla también de los lugareños del valle de Okapa, en Papúa-Nueva Guinea, gentes supervivientes del kuru, una epidemia causada por la ingesta de cerebros humanos; de las islas Marquesas y sus paisajes abruptos y solitarios, donde los enata, o marquesanos, devoraban a sus enemigos, o de las piedras verticales de la isla de Vanua Levu (Fiyi) donde ataban a las víctimas antes de comérselas. IRURZUN, P. Atrapados en el paraíso Editorial Pamiela, 2014. 
 
Resumen del libro: En el año 2002 Patxi Irurzun ganó el I Premio de relatos de viajes de El País-Aguilar: seis mil euros para gastar en un solo viaje. Decidió irse a Payatas, uno de los mayores basureros del mundo, en Manila (Filipinas), y a la indómita Papúa Nueva Guinea. Atrapados en el paraíso es el relato de ese periplo. Un libro de viaje s que nadie ha escrito; hermoso, intenso en palabras de Miguel Sánchez-Ostiz, que es además una novela de amor, un diario íntimo, una divertida crónica periodística (el Mr. Bean de la literatura de viajes, se ha defi nido a sí mismo Irurzun en alguna ocasión) Publicado por primera vez en 2004, tras ser fi nalista del Premio Desnivel y ganar el Premio a la creación literaria del Gobierno de Navarra, a lo largo de una década Atrapados en el paraíso no ha dejado de ganar adeptos, un nutrido y fervoroso grupo de lectores que lo recomiendan en clubs de lectura, bibliotecas o institutos, lo regalan desde los escenarios en conciertos de rock, lo estudian en universidades En esta nueva y revisada edición, se añaden las impresiones de algunos de esos lectores, como Antonio Orihuela, Yeon-Soon Kim, Kutxi Romero, David González o Jorge Nagore (descargables completas en la red junto con otros textos y estudios relacionados con el libro), un nuevo prólogo del autor y el relato con el que ganó el premio de El País-Aguilar y con el que todo empezó. SALAK, K. Mujer blanca Editorial Mosaico de Gen, 2009. 
 
Resumen del libro: “La selva no hace prisioneros”. Marika Vecera, una veterana reportera de guerra de treinta y dos años, está cubriendo el Congo cuando unos soldados rebeldes la capturan y casi la matan. Al regresar a Boston se ve inmersa en una relación con Seb, un psicólogo que le permite vislumbrar un mundo menos hostil. Pero cuando se ent era del suicidio de su héroe, el famoso periodista Robert Lewis, premio Pulitzer de periodismo, no sabe si algún día se recuperará de su pérdida. Empieza a escribir su biografía cuando recibe una sorprendente carta de un misionero que afirma haber visto a Lewis con vida en una remota selva de Papúa Nueva Guinea. No puede sino preguntarse: ¿Y si, en realidad, Lewis no ha muerto? Resuelta a averiguar si la carta encierra la verdad, deja a Seb y emprende un viaje agotador a través de uno de los lugares más peligrosos del planeta. Su guía es Tobo, un hechicero que le enseña un mundo mágico de costumbres y tabúes tribales donde la gente vive atemorizada por unos espíritus que acuden a buscarla por la noche. Foto principal y para redes sociales: Wendy Calman

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

Concrete hills frame the galleries of Mari Ito's Komatsu science museum


The domed and curving rooftops of this science museum in Komatsu, Japan, are covered in grass, creating a series of rolling hills that visitors can clamber across (+ slideshow).









Designed by Mari Ito of Tokyo studio Urban Architecture Office (UAo), whose past projects include a house with a kitchen worktop that doubles up as a dining room, Science Hills Komatsu is a museum, communications centre and archive.




Related story: Concrete education centre by Petr Hájek is sunken into a park landscape



The building is located on the site of a former factory in the city that lent its name to one of the world's largest manufacturers of mining and construction equipment, so the brief was to create a building that could spark a renewed public interest in science and industry.



Ito's concept was to integrate architecture and landscape, creating a building that also serves as a public park. The curved profiles of the various spaces appear as four waves, framing courtyards, pathways and rooftop lawns.



An auditorium is contained within the dome in the north-west corner of the site, while the main exhibition space is located beneath one of the largest waves.



"People can stroll freely inside and outside of the broad waves and view exhibits from many aspects," said Ito. "The rooftop curve serves as a sweeping canopy controlling light and also drains rain water into a reservoir for planting irrigation."



The rooftop greenery provides additional insulation to the interiors. "The slab sweeping up from the ground and then forming waves adds a natural and sensitive aspect to the design," added Ito.



At night, the space is transformed by light show, as hundreds of LEDs fitted with wind sensors create a colourful interpretation of the current air movements.



"The entire building is intending to be in harmony with science and to encourage the visitor's various scientific discoveries in practice," said the architect.



Science Hills Komatsu also accommodates a science education centre, a business incubator and an area for industrial businesses to promote themselves.



The complex was largely constructed from reinforced concrete, which is left exposed internally and externally. Industrial-looking steel columns offer additional support to the curving roof.
Science Hills Komatsu by Mari Ito
Photography is by Daici Ano.

Project credits:
Architecture: Mari Ito/UAo
Structural Engineer: Kanebako Structural Engineers
Construction: Kumagai Gumi + KAETU Construction Joint Venture



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti    http://www.dezeen.com/2014/10/16/science-hills-komatsu-science-museum-mari-ito-uao-japan-green-roof/

24-Hour Strike Affects UK Museums


An all-day strike yesterday saw operations at a number of UK museums stopped or decreased as nearly 250,000 members of the Public and Commercial Services (PCS) union walked off the job over caps on pay and pensions, the Guardian reported. A related picket further targeted the National Gallery in London over the privatization of visitor services, Museums Journal reported.



The central atrium of the British Museum, London (photo by William Warby/Flickr)


The protest at the National Gallery was planned to coincide with the opening of Rembrandt: The Late Works, an exhibition that had also been targeted the day before, when activist group BP or not BP? interrupted its October 14 press preview. The group was formed to oppose the British Museum’s relationship with BP but objected in this case to the Rembrandt exhibition’s Shell sponsorship.

The National Gallery told Museums Journal that 16 of its 66 galleries, along with the Rembrandt exhibition, remained open despite the strike. Some of the British Museum’s galleries were affected, according to a message posted on Twitter by the institution. A minority of galleries at the Victoria and Albert Museum were shuttered, as were all National Museums in Liverpool and Wales (except for the National Roman Legion Museum). The National Galleries of Scotland and the National Museum of Scotland were also affected.

Statements on museum websites, including those of the British Museum and the Tate, claim that the strikes are a matter of central government policy unrelated to any direct disputes between museums and labor groups.

Shop workers at the British Museum belonging to PCS went on strike over privatization and living wage concerns earlier this year. Additional strikes took place in 2012, over labor outsourcing, and in 2002, when a strike over layoffs entirely shut down the British Museum, the first and only such complete stoppage in the institution’s 250-year history.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://hyperallergic.com/156243/24-hour-strike-affects-uk-museums/

Museu do Piauí terá sala climatizada para preservar acervo especial

O Museu do Piauí Casa de Odilon Nunes deve inaugurar a sua primeira sala de Reserva Técnica no mês de dezembro. O local tem por objetivo abrigar peças que precisam de um espaço com ambientação e temperaturas adequadas para a preservação dos materiais. Cerca de 4 mil peças irão compor o acervo do cômodo, dentre elas, moedas, quadros e fotografias.








A diretora do Museu, Dora Medeiros, afirmou que a estrutura física está concluída e falta apenas receber os equipamentos necessários para que o local comece a funcionar. “A sala já está toda pronta, pintada e preparada. Falta apenas receber os mobiliários e os equipamentos de refrigeração e desumidificadores. Todo processo burocrático já foi aprovado e acreditamos que até o mês de dezembro, a sala estará toda equipada para receber as peças”, disse.



A diretora afirmou ainda que a Sala de Reserva representará um avanço para a preservação das peças históricas do museu.

“Este é um sonho que se torna realidade, pois sempre lutamos para ter uma sala de Reserva para abrigar peças que precisam de um cuidado maior. Teremos um avanço no quesito preservação, pois teremos um ambiente todo higienizado, com temperatura adequada e com desumidificador, o que possibilitará que essas peças consigam durar por muitos anos”, disse.

A criação da sala é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Fundação Cultural do Piauí (Fundac).



Acervo do Museu
O Museu do Piauí conta com sete mil peças, sendo estes objetos de caráter pré-histórico, além de louças da Companhia das Índias, porcelanas chinesas e inglesas, mobiliário, quadros do século XIX, obras de arte contemporânea de artistas piauienses, cédulas moedas, medalhas, indumentárias da guarda nacional, machados primitivos, urna funerária, arcos, flechas, artesanato piauiense, dentre outras peças relacionadas à História do Estado

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://cidadeverde.com/museu-do-piaui-tera-sala-climatizada-para-preservar-acervo-especial-176092

UFSC na mídia: Museu da UFSC expõe acervo arqueológico de cinco décadas de pesquisas

Quando o homem moderno se surpreende ao perceber a rapidez com que a tecnologia tem avançado nos últimos tempos não faz ideia do que eram capazes de fazer os povos que habitavam a terra há centenas ou milhares de anos, sem qualquer recurso ou conhecimento prévio. Exemplares impressionantes desses materiais, em forma de utensílios domésticos e de higiene, ferramentas, adornos e artefatos bélicos, resgatados de sítios catarinenses coloniais e pós-coloniais e de onde viviam os povos Guarani, Jê e do Sambaqui, além de representações rupestres e oficinas líticas não datadas, podem ser vistos até novembro, em Florianópolis, na exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal de Santa Catarina (MArquE/UFSC).



Utensílios domésticos, ornamentos e artefatos bélicos são alguns materiais expostos na mostra

Resultado de cinco décadas de pesquisas realizadas por professores e técnicos da área de arqueologia da universidade, a mostra, que tem curadoria de Luciane Zanenga Scherer, abre pela primeira vez ao público o acervo arqueológico do MArquE com recorte exclusivo no litoral catarinense. A exposição foi aberta em 29 de maio, mas teve que ser fechada em seguida devido a uma greve desencadeada por funcionários da UFSC. Há algumas semanas o museu voltou a funcionar e a partir de hoje passa a receber também visitas pré-agendadas de escolas da região.

Segundo Vanilde Rohling Ghizoni, uma das coordenadoras de montagem da exposição, a mostra representa um momento marcante para o MArquE, que ganhou novo espaço expositivo há dois anos. “Essa exposição é única porque retrata um momento da instituição e está dando visibilidade ao nosso acervo. Montar uma exposição desse nível exige muito trabalho e principalmente recursos humanos e é a primeira vez que há na UFSC algo com esse recorte”, diz.

A disposição dos materiais, complementados por textos, fotografias e vídeos, segue um trajeto cronológico por sete eixos que iniciam em uma representação didática sobre como os arqueólogos realizam as escavações, e seguem pelos módulos de sítios coloniais e pré-coloniais, Guarani, Jê, Sambaqui, representações rupestres e oficinas líticas.

Passado desvendado

Muito mais do que mostrar ar ao homem moderno a capacidade criativa que os antigos povos possuíam, as peças encontradas nas escavações arqueológicas ajudam os pesquisadores a descobrir os hábitos de vida que cada um deles tinha dentro de seu período de existência. “Os materiais de uso cotidiano dos períodos colonial e pós-colonial, por exemplo, conseguem representar suas classes sociais”, explica Flora Bazzo Schmidt, pedagoga responsável pelas visitas guiadas da exposição. Segundo ela, no caso de povos ainda mais antigos, como o do Sambaqui, o material encontrado é capaz de dizer ainda o que eles comiam e para onde costumavam ir.

A maior parte das peças expostas não pode ser tocada, mas as quatro oficinas líticas dispostas no museu, e que fecham o trajeto pelos sete módulos, permitem que os visitantes sintam a textura deixada nas rochas utilizadas na fabricação de ferramentas.

Antes de retornar para a reserva técnica, o acervo deve permanecer no museu aberto à visitação até 30 de novembro. Por causa de uma greve “ao contrário” comandada novamente pelos funcionários da universidade, o MArquE está com horário ampliado (das 8h às 20h) desde o último dia 6, mas assim que ela chegar ao fim, o funcionamento volta ao normal.

Serviço:
O quê: exposição “Arqueologia em questão: percorrendo o litoral catarinense”.
Quando: visitação até 30 de novembro, de terça a sexta, das 9h às 17 horas.
Onde: MArquE/UFSC, Trindade, Florianópolis.
Quanto: gratuito

Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Notícias do Dia, 16 de outubro