quarta-feira, 19 de novembro de 2014

MA abre temporada Norte-Nordeste de festival 'Música no Museu'


Duo Spilman-Zagury interpretará obras de Jacob do Bandolim.

Apresentação será quarta-feira (19), no Museu Histórico e Artístico.
 
 

Duo Spilman-Zagury interpretará obras de Jacob do Bandolim (Foto: Divulgação/Secom) 
 
Duo Spilman-Zagury interpretará obras de Jacob do Bandolim (Foto: Divulgação/Secom)

A saxofonista Daniela Spielmann e a pianista Sheila Zagury realizam um recital nesta quarta-feira (19) no Museu Histórico e Artístico do Maranhão, com entrada franca. No repertório, composições de um dos principais representantes no país do gênero choro, Jacob do Bandolim.

A apresentação faz parte do projeto ‘Música no Museu’, abrindo a temporada Norte-Nordeste do projeto que foi iniciado em 1997 e hoje é considerada a maior série de música clássica do Brasil. Por ano são aproximadamente 500 concertos de norte a sul do Brasil, assim como em países como Portugal, Espanha, República Tcheca, Marrocos, França, Inglaterra, Estados Unidos, Índia, Austrália, Áustria, Argentina e Chile.

A série envolve diversos gêneros musicais e apresentam programas desde a música antiga até a contemporânea, com uma variação de intérpretes e seus respectivos instrumentos. A outra peculiaridade é valorizar os compositores brasileiros contemporâneos com a interpretação de suas obras, paralelamente aos nomes internacionais e nacionais já consagrados.

  fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2014/11/ma-abre-temporada-norte-nordeste-de-festival-musica-no-museu.html
 

Concerto 'Música no Museu' - Duo Spilman-Zagury
Local: Museu Histórico e Artístico do Maranhão (Rua do Sol, 302, Centro)
Horário: 19h
Entrada franca

Evento marca lançamento do Museu do Ferroviário

Evento na Estação Ferroviária de Mairinque marcou o lançamento do "Museu do Ferroviário". A solenidade aconteceu na quarta-feira passada, no saguão central da Estação Ferroviária de Mairinque e foi organizado pela Prefeitura de Mairinque, AMPF (Associação Mairinquense de Preservação Ferroviária) e Aisam (Associação das Indústrias de São Roque, Araçariguama, Alumínio e Mairinque).

O evento serviu para marcar a criação oficial (através da Lei Municipal Nº 3.173) do Museu do Ferroviário e também a criação do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Mairinque.


Público esteve presente na Estação Ferroviária de Mairinque - DIVULGAÇÃO 
Mais fotos...


A noite foi marcada pela reverencia ao importante passado ferroviário de Mairinque e ao seu patrimônio histórico, representado pela Estação, seus ex-funcionários, equipamentos, documentos, prédios etc. E todo esse acervo histórico será acolhido tanto pelo Museu Ferroviário como pelo Conselho, ambos agora legalmente constituídos.

O prefeito Binho Merguizo destacou que "a criação do Museu do Ferroviário e do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico tem a função de preservar, promover, valorizar e divulgar a identidade cultural mairinquense. Destacar acima de tudo nossas referências históricas e nossos conhecimentos tecnológicos ligados à ferrovia".
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti www.destinocaipira.com.br

Aleijadinho na palma da mão - Projeto Era Virtual inicia com Congonhas novo módulo de disponibilização online das cidades patrimônio de Minas

Depois de levar para a internet o conteúdo de 17 museus e 11 exposições nos últimos seis anos, o projeto Era Virtual sentiu um novo chamado. “Vamos para fora dos museus, vamos para as ruas”, brinca a produtora Carla Sandim. O resultado disso é a nova etapa Era Virtual – Cidades Patrimônio, lançada hoje com a disponibilização online do acervo religioso, artístico e arquitetônico do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas.


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Mergulho.Visita virtual oferecerá ao internauta ponto de vista aéreo inédito do patrimônio


“A gente sempre entendeu a cidade como um museu a céu aberto. É uma riqueza muito grande de informação histórica e estética que pode ser veiculada para o público”, afirma Sandim. Congonhas é a primeira dessa nova fase, que pretende virtualizar todas as cidades mineiras que são patrimônio histórico da humanidade, com o patrocínio da Fundação Vale, e o apoio do Iphan e da Unesco. A próxima será Ouro Preto, cujo conteúdo online já está em produção.

Na visita imersiva, disponível no site www.eravirtual.org, o usuário poderá entrar nos espaços, inclusive a basílica, e ver todas as imagens e quadros em detalhes. “Uma novidade em relação ao Era Virtual – Museus são imagens aéreas, que proporcionarão ao internauta uma vista inédita desse patrimônio”, revela Rodrigo Coelho, coordenador do projeto.

Acompanhando esse conteúdo, o site oferece uma trilha sonora com o Coral dos Profetas, de Congonhas, e um guia em áudio, explicando a história e a importância de todo o conteúdo disponibilizado em cinco idiomas – português, inglês, espanhol, francês e libras, para deficientes auditivos.

“A melhor forma de enxergar o projeto é pelo viés da educação patrimonial. Ele auxilia o cidadão a olhar para o patrimônio e entendê-lo como parte da sua cultura”, argumenta Sandim. Esse objetivo é ainda mais relevante ao se levar em conta que, segundo dados do Ministério do Turismo, apenas 11,3% dos brasileiros associam turismo a cultura – e dados do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), 78,9% das cidades do país não contam com museus.

Além da visita virtual, o projeto está lançando também um aplicativo para tablets e smartphones que serve como um guia para quem optar pela visita não-virtual. “Ele oferece a localização dos espaços culturais em um mapa, dá acesso às trilhas do Coral dos Profetas e do áudio-guia, assim como fotografias e vídeos do patrimônio”, descreve Coelho.

Segundo o coordenador, o material é acessível a qualquer pessoa com uma conexão capaz de abrir um vídeo do Youtube. Mas como a banda larga ainda não é uniforme em todo o país, especialmente nas cidades do interior, o conteúdo do Era Virtual – Cidades Patrimônio será distribuído em DVD-Rom para escolas públicas em todo o país, em parceria com o Ministério da Educação. “Depois de passarmos pelas cidades históricas, a próxima etapa do projeto serão os parques nacionais”, adianta Coelho.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/aleijadinho-na-palma-da-m%C3%A3o-1.948361

Algodão colorido da Paraíba: sustentabilidade e comércio justo



Na Paraíba desenvolveu-se o algodão colorido, um produto ecológico e sustentável. A produção é proveniente de agricultura familiar. A pluma do algodão já nasce colorida (em tons de bege, marrom e verde), sem uso de aditivos ou corantes, fruto de pesquisas da Embrapa Algodão. Por dispensar a etapa de tingimento, o processo produtivo garante economia de até 70% de água.



Em tempos de crise energética, falta de água, problemas com o clima do planeta, fica cada vez mais urgente rever alguns conceitos e hábitos de vida e de consumo. Um dos grandes responsáveis pela contaminação do meio ambiente é a indústria têxtil. O processo de tingimento de tecidos é altamente poluente, além de dispendioso no uso da água.






Algodão colorido da Paraíba.



A reportagem do site Planeta Sustentável, no Assentamento Margarida Maria Alves, em Juarez Távora, no Agreste da Paraíba, fala sobre a produção sustentável e ecológica: “Os químicos foram eliminados e o solo só recebe adubo orgânico, de compostagens feitas ali mesmo, com o esterco do gado. 
 
 
 
A certificação é comunitária, do assentamento todo. Até 2013 recebeu o selo IBD orgânico. 
 
Resultado de imagem para selo IBD orgânico
 
 
A partir desta safra será uma certificação participativa, de custo menor para os agricultores e com a auditoria feita pelos próprios produtores, um vizinho auditando o outro”.

A empresária Francisca Vieira, líder da Natural Cotton Color, explica que o valor das peças de algodão produzidas e vendidas pelo grupo deve beneficiar todos os elos da cadeia produtiva. Por isso paga aos assentados o maior preço praticado no mercado brasileiro: R$ 10,00 o quilo de algodão beneficiado.

A sustentabilidade econômica dos agricultores assegura a sustentabilidade ambiental do produto e um comércio realmente justo de ponta a ponta.





A Babel das Artes promove e oferece acessórios e bolsas artesanais feitas com os diferentes tons do algodão colorido. Confira algumas peças na loja virtual.

colar-especial 

fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti babeldasartes

#drinkingaboutmuseums in #santafenm

Come and meet Doug Worts, the recipient of the first museum studies fellowship at the Georgia O'Keeffe Museum Research Center. Blue Rooster on Marcy Street at 5:15 p.m. on Wednesday, November 19.



Museum History

The Georgia O’Keeffe Museum, in Santa Fe, New Mexico, opened to the public in July 1997, eleven years after the death of the artist from whom it takes its name. Welcoming visitors from all over the world, it is the only museum in the United States dedicated to an internationally-known woman artist.

One of the most significant artists of the 20th century, Georgia O’Keeffe (1887-1986) was devoted to creating imagery that expressed what she called “the wideness and wonder of the world as I live in it.” She was a leading member of the Stieglitz Circle artists, headed by Alfred Stieglitz, America’s first advocate of modern art in America. These avant-garde artists began to flourish in New York in the 1910s. O’Keeffe’s images—instantly recognizable as her own —include abstractions, large-scale depictions of flowers, leaves, rocks, shells, bones and other natural forms, New York cityscapes and paintings of the unusual shapes and colors of architectural and landscape forms of northern New Mexico.

The Museum’s collection of over 3,000 works comprises 1,149 O’Keeffe paintings, drawings, and sculptures that date from 1901 to 1984, the year failing eyesight forced O’Keeffe into retirement. The Georgia O'Keeffe Museum is the largest single repository of O'Keeffe's work in the world. Throughout the year, visitors can see a changing selection of these works. In addition, the Museum presents special exhibitions that are either devoted entirely to O’Keeffe’s work or combine examples of her art with works by her American modernist contemporaries. The Museum also organizes exhibitions of works by her contemporaries, as well as by living artists of distinction. Over 140 artists other than O’Keeffe have been exhibited at the Museum, such as Arthur Dove, Sherrie Levine, Jackson Pollock and Andy Warhol.

The Georgia O’Keeffe Museum Research Center opened in July 2001 as a component of the Georgia O’Keeffe Museum. As the only museum-related research facility in the world dedicated to the study of American Modernism (late nineteenth century – present), it sponsors research in the fields of art history, architectural history and design, literature, music and photography. Its annual, competitive stipend program awards six stipends to qualified applicants who can spend three to twelve months at the Research Center, which makes its library, collections and unique archives accessible to researchers worldwide as well as to its in-house scholars.

The Museum and its Research Center are both Pueblo Revival-style buildings located two blocks from the historic Santa Fe Plaza and were renovated in 1997 and 2001, respectively, by Gluckman Mayner Architects, New York.

Museo Georgia O'Keeffe El Museo Georgia O'Keeffe está dedicado a perpetuar el legado artístico de Georgia O'Keeffe (1887-1986) y al estudio e interpretación del Modernismo Norteamericano (fines del Siglo Diez y Nueve-hasta la actualidad). Localizado en Santa Fe, Nuevo México las pinturas coleccionadas, las exhibiciones, el centro de investigaciones, publicaciones y programas educativos contribuyen a la disertación y atienden a diversas audiencias; el único depositario más grande en el mundo de las obras de la artista. La colección del Museo incluye una amplia gama de obras de arte de O'Keeffe, dibujos y esculturas. Es el único museo en el mundo dedicado a una mujer artista de Norte-América conocida internacionalmente y es el museo más recorrido en Nuevo México.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.okeeffemuseum.org/about.html @Eumie Stroukoff

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8 Ventajas de las TIC Aplicadas a los Museos · en MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN, TECNOLOGÍA. ·


“Existen ya tecnologías que
son indistinguibles de la magia”.
Arthur C. Clarke



 
Imagen: Dan Matutina, “Brain Works”

La creación de contenidos y su narrativa en el museo con la ayuda de lo que ya se denomina popularmente las TIC (Tecnologías para la Información y la Comunicación), son algunas de las claves de la comunicación y la didáctica del museo del futuro.

 
Imagen: Chiptune

Las TIC pueden disponer de elementos complementarios a los medios convencionales al uso en los museos. Nosotros queremos destacar 8 ventajas, algunas obvias:

1. Las TIC permiten incorporar una mayor información de contenidos visuales, de audio, y de otros soportes innovadores como pueden ser la aplicación de la realidad aumentada, etcétera. Todo ellos teniendo en cuenta la capacidad y disposición del visitante a usar estas nuevas tecnologías. Entre los más jóvenes no hay problema; se han criado rodeados de tecnología.

2. Ahora somos capaces de diseñar itinerarios para diversos perfiles de visitantes al museo, de acuerdo con la edad, conocimientos previos, en ocasiones organizados jerárquicamente o trabajados con distintas iconografías. Podríamos aplicarle el distintivo: “contenido a la carta”.

3. Creamos entornos especialmente adecuados para los juegos interactivos individuales, aunque también promovemos la actividad en grupo ya que es importante inducir a la sociabilidad.

4. Aplicamos contenidos especiales a cada objeto, uno por uno.

5. Podemos ofrecer un dossier previo online para profesores, alumnos y para cualquier otro tipo de perfil de visitante interesado en aprender en el museo.

6. Generamos contenidos para la orientación del visitante dentro del propio museo. Normalmente son aplicaciones para uso en smartphones. También se ofrecen servicios en línea relacionados con el museo (compra de entradas).

7. Podemos contextualizar los objetos por temáticas, con el uso y aplicación de entornos gráficos de imagen de síntesis, realidad virtual, experiencias multisensoriales, etcétera. Ya existen teléfonos móviles con proyectores multimedia y con dispositivos que generan aromas.

8. Toda clase de dispositivos, contenidos y prestaciones, para ayudar a las personas con limitaciones físicas a mejorar su experiencia en el museo.

 
Smartphone con tecnología de olor

Sin duda, las TIC tienen un futuro sólido en su relación con el museo y la museografía. La accesibilidad es, por tanto, uno de los retos que se pretenden superar. Entendemos accesibilidad como la capacidad de acceso del usuario a los contenidos del museo, independientemente de que exista una discapacidad. Está relacionado con la usabilidad y con el seguimiento de toda una serie de especificaciones que permiten a los usuarios un mejor acceso. Esto, – tenía que haber una premisa un tanto problemática – requiere que los museos respondan a la actualización tecnológica de sus sistemas de presentación de contenidos. Una enorme labor que deben hacer si quieren incorporarse a la nueva era museística.


MIS ( .sp ) bate recorde

Na semana passada, o barulho metálico da catraca serviu como trilha sonora para um momento inédito nos mais de 40 anos de história do MIS (Museu da Imagem e do Som) paulistano: a marca de 500 mil visitantes em um ano, ou melhor, em pouco mais de 10 meses.







Impulsionado por exposições de enorme apelo junto ao público a internacional David Bowie (que esteve em cartaz durante o primeiro semestre) e a Castelo Rá-Tim-Bum, o museu vive seu melhor momento. Criada pela equipe do próprio local e utilizando o acervo da TV Cultura, a exposição Castelo Rá-Tim-Bum já é recordista absoluta de visitação.

O fato de apresentar a mitologia do premiadíssimo programa de TV com precisão e de reproduzir fielmente vários dos ambientes disparou o gatilho da memória afetiva de muita gente e conseguiu encantar até crianças que nunca assistiram às aventuras de Nino e cia., que foram ao ar entre 1994 e 1997. Por isso, a mostra, inicialmente programada para ser encerrada ontem, foi prorrogada até 25 de janeiro.

A marca de meio milhão de visitantes alcançada dia 12 fica ainda mais significativa quando se pensa que em 2010, o MIS recebeu apenas 55 mil pessoas. O destino do museu especializado em guardar as memórias da arte feita por meio de lentes e microfones começou a mudar em 2011, quando o cineasta André Strum assumiu a direção geral. “Vejo esses números com muita alegria. Eu tinha o desafio de reposicionar o MIS e de fazê-lo ocupar o seu espaço na cidade”, diz Sturm, que também é o concessionário do Cine Belas Artes.

“Acho que conseguimos criar um círculo virtuoso com as exposições, que trazem mais gente para conhecer os recursos do museu e que começam a frequentar outras atividades do MIS, como os cursos e restaurante”, observa Strum.

A escalada no número de visitantes foi gradual. Em 2012, foram 180 mil. Em 2013, graças a exposição sobre o cineasta Stanley Kubrick, o MIS atingiu 240 mil visitante. “Não é todo ano que se tem um sucesso como o Castelo Rá-Tim-Bum. Mas, o importante é que o resultado das exposições nos ajuda a cuidar do acervo de 200 mil itens, que é o maior entre os dos museus que pertencem ao Estado. Por enquanto, 30% do acervo já foi digitalizado e nossa previsão é terminar esse processo até 2018”, conta Sturm.

“O objetivo é manter essa linha de programação com atrativos que motivem as pessoas. Ano que vem teremos uma exposição com fotos feitas pela atriz Jessica Lange e, em julho, um grande exposição sobre o cineasta francês François Truffaut”.

MIS – Museu da Imagem e do Som. Av. Europa, 158, em São Paulo. Tel.: 2117-4777. Horário de funcionamento geral: terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h. Ingr.: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.dgabc.com.br/Noticia/1056456/mis-bate-recorde?referencia=minuto-a-minuto-top

Degradação do MAC ameaça acervo Considerado um dos mais relevantes museus da América Latina, o complexo cultural tem problemas estruturais.

 Fundarpe promete recuperar o espaço.

Obras de arte do museu estão guardadas em condições inadequadas



Rachaduras, infiltrações, deslocamento de telhas, escadarias quebradas, piso irregular, goteiras e falta de acessibilidade. Esses são alguns dos muitos problemas encontrados no Museu de Arte Contemporânea de Olinda (MAC). Para evitar o avanço da degradação física do lugar - tombado nas esferas estadual e federal -, a Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) vai elaborar um laudo para dar início a um processo de recuperação e reforço estrutural do prédio. Mas não há prazo para o começo das obras.

Segundo a gestora do complexo cultural, Célia Labanca, há pelo menos sete anos o museu não passa por reforma. Recebe apenas serviços de manutenção. “O MAC já chegou a ficar dois meses fechado após o agravamento de alguns problemas estruturais”, lembra ela. O complexo cultural é mantido pela Fundarpe.

Ela diz que os telhados são exemplos crônicos. “Com a ventania e a própria movimentação dos morros, as telhas se deslocam, gerando goteiras e infiltrações. E não podemos colocar forro no teto de um prédio tombado.”

Além da degradação física, faltam outros investimentos no local, principalmente em segurança e abastecimento de água. “A falta de acessibilidade é outro grande problema também, porque o cadeirante não tem como chegar ao primeiro andar e ao jardim. Uma das minhas exigências é que ao menos os batentes sejam transformados em rampas”, afirma Labanca.

O complexo é composto por quatro imóveis, além da Capela de São Pedro Advíncula e da Praça Assis Chateaubriand, ambas em frente à sede. “A própria praça, que tem um anfiteatro, está abandonada. Com um trabalho paisagístico, poderia se tornar um espaço mais bem aproveitado”, defende a gestora do MAC.

A falta de atratividade afasta turistas e olindenses. O ator Thadeu Borba, 30, que reside há um ano na Ladeira da Misericórdia, diz que não se sente atraído pelo museu. Durante esse tempo, só entrou no MAC para conhecer. “Acho o espaço ocioso. É um museu bem localizado, mas que não promove, por exemplo, exibições gratuitas de filmes na praça, apresentações culturais e outras programações. É uma pena”, lamenta.










Museu tem 4 mil obras

O Museu de Arte Contemporânea de Olinda (MAC) é considerado um dos mais importante da América Latina, pela qualidade e relevância das quatro mil obras do seu acervo permanente. Entre as obras do MAC, encontra-se a coleção completa de Assis Chateaubriand, fundador dos Diários Associados.

Atualmente, o museu olindense abriga a exposição Janelas Contemporâneas, da artista plástica Elisa Lobo (SP). Os trabalhos ficarão expostos até o próximo dia 23.
Segundo a diretora de gestão de equipamentos culturais da Fundarpe, Ascendina Syreno, o projeto de recuperação estrutural do espaço está orçado em R$ 19,5 mil. Após esse serviço, serão realizadas outras reformas, como pintura e desenvolvimento dos projetos de iluminação e segurança, com a implantação de câmeras de monitoramento.

“Para os outros projetos complementares, as planilhas de custo ainda deversão ser feitas”, disse Ascendina. “Vamos diagnosticar tudo o que precisa ser feito para garantir a integridade do prédio. Ele não corre riscos de desabamento, mas os problemas devem ser reparados para não se agravar”, afirmou Syreno.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/11/16/interna_vidaurbana,543039/degradacao-do-mac-ameaca-acervo.shtml

Carpinteiros navais restauram cútter que faz parte do acervo do Museu Nacional do Mar


Vindos do Maranhão, profissionais especializados recuperam a embarcação que foi atacada pela ação do tempo e de cupins e integra acervo de museu de São Francisco do Sul


Batente. Otavionilson e James Dea trabalham diariamente para que em dezembro o Lindo Horizonte 2 esteja totalmente restaurado





Criado em 1992, o Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, guarda tesouros da história marítima brasileira. Com o objetivo de reunir a representatividade marítima do patrimônio naval brasileiro, abriga 91 embarcações originais vindas de todo o país e cerca de 150 miniaturas, que estão divididas nas 18 salas do museu.


De todas as embarcações que lá estão, podemos citar as canoas, botes, baleeiras e o personagem principal desta reportagem: o cútter Lindo Horizonte 2. A embarcação, que faz parte do acervo do museu há cerca de 20 anos, está recebendo um tratamento especial para recuperá-lo do estado de danificação em que se encontrava pela ação do tempo e dos cupins. A restauração começou no fim de setembro e está sendo feita por dois carpinteiros navais vindo do Maranhão especialmente para este trabalho.


Até o dia 23 de dezembro, Otávionilson Nogueira e James Dea esperam entregar um Lindo Horizonte ainda mais lindo. A embarcação de origem maranhense tem 13,20m x 3,65m e, de acordo com Marina Brusch, coordenadora do museu, esta restauração é importante pelo fato de não se fabricar mais este estilo de cútter


Expectativa. Marina Bruschi, coordenadora do Museu Nacional do Mar, aguarda o fim do trabalho



A coordenadora também explica que a vinda dos profissionais maranhenses para o restauro era imprescindível, já que eles são da mesma região do cútter. “Não adiantava ser um carpinteiro do Sul. Tinha que ser profissionais típicos do Maranhão, até mesmo pelo Estado em que o cútter estava”, ressalta Marina.


O restauro é uma parceria entre a Prefeitura de São Francisco do Sul, a Fundação Cultural de São Francisco do Sul, a FCC (Fundação Catarinense de Cultura), o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e a Associação dos Amigos do Museu, que são mantenedores do espaço.

Os “doutores” responsáveis por reavivá-lo

Há quase dois meses fora de casa, os dois maranhenses que sequer conheciam o Sul estão instalados em São Francisco do Sul para esta que é uma das principais missões de suas vidas: “curar” o cútter Lindo Horizonte 2 das doenças que o acometiam. A cada dia, Otavionilson Nogueira e James Dea vão, aos poucos, trazendo a embarcação de volta à vida. Ela não retornará aos velhos tempos de navegação, mas ficará renovada com o tratamento especial que vem recebendo.


Fabio Santos/Divulgação/ND

Otavionilson Nogueira não vê a hora de retornar ao Maranhão e poder reencontrar a família.




Ambos são professores no CVTEE (Centro Vocacional Tecnológico Estaleiro-Escola) do Maranhão. Segundo Nogueira, o trabalho não está sendo difícil, apesar de a embarcação estar bastante danificada. “Nós temos conhecimento para esse tipo de restauro e conhecemos bem a técnica de construção. Então, não se torna um trabalho difícil”, conta o carpinteiro, que não vê a hora de ver o trabalho concluído e retornar para sua terra e rever as duas filhas.
Já James Dea não está com muita pressa de retornar. Ele diz que está “curtindo” a vida à beira da Babitonga. “É uma ótima oportunidade de conhecer o Sul. Não estou com pressa de voltar, não”, diz Dea, carregando em seu sotaque nordestino.




Em casa. James Dea está gostando dos ares do Sul e não expressa nenhuma pressa em partir.





Na escola que está localizada em São Luís do Maranhão, entre outros cursos que são oferecidos, os professores ensinam técnicas de construção de embarcações, marcenaria, veleria e velejaria. Técnicas que os professores/carpinteiros também aprenderam na mesma escola em que atualmente lecionam. “Eu não me considero um grande profissional, mas sei de tudo um pouco”, confessa, humilde, Dea.






Embarcação exótica construída em um só tronco 


O cútter do Maranhão é popularmente conhecido como canoa costeira e é um dos barcos mais tradicionais, eficientes e bonitos do país. Não se sabe ao certo a data de construção do Lindo Horizonte 2, mas ele é considerado uma das embarcações mais exóticas do país e faz parte do acervo do Museu Nacional do Mar há 21 anos.








Miniatura confeccionado pelos carpinteiros serve de modelo para o restauro


Uma das curiosidades sobre a embarcação é que antigamente ela era construída em um mesmo tronco, passando a ser confeccionada com tabuado e cavername – que é o conjunto de costelas que formam o esqueleto de uma embarcação -, embora ainda existam exemplares com o fundo do casco em uma única peça.


O convés é fechado, arrematado por cabine rebaixada. Na proa, há um alongado gurupés - pau de giba, que se localiza avante da proa e a bita - é em forma de cabeça humana. Os estais - cabos que sustentam o mastro - são fartos. O mastro é inclinado para ré e em breve, assim que estiver pronta, a canoa costeira receberá novamente as suas cores vivas, com leme e a vela triangular.

A recuperação
Como a madeira original não pode ser trazida do Maranhão, os carpinteiros estão utilizando o que a região oferece. De acordo com Nogueira, a madeira que está sendo utilizada é a tatajuba para o tabuado do casco e pequi para a coberta do convés.
Com o passar dos anos, a embarcação foi constantemente acometida por ataques de cupins e como ficou durante anos instalada na parte externa do museu, devido às intempéries, a madeira apodreceu.


Divulgação/ND

Sala do Maranhão. Embarcações típicas do estado nordestino possuem uma sala especial no museu




Para que isso não volte a acontecer, Nogueira explica que além da pintura na parte externa, que irá evitar a umidade na embarcação, a parte interna receberá uma boa dose de veneno para cupim.


Ele diz que agora falta pouco para que o Lindo Horizonte 2 reine majestoso e recuperado com suas cores vibrantes e carrancas, na companhia de outras embarcações na sala Maranhão do Museu Nacional do Mar.

Serviço
O Museu Nacional do Mar – Embarcações Brasileiras está preparado para receber grupos de estudantes e turistas em geral. Para isso, observe as informações sobre agendamento, horário de funcionamento, cobrança de ingressos, endereço e telefone.



Horário de Funcionamento: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados e domingos, das 10h às 18h. A bilheteria fecha sempre às 17h30min.
Ingressos: R$ 5 inteira ou R$ 2 meia-entrada com carteirinha de estudante (entre 8 e 17 anos), estudante universitário (carteirinha com validade).


Gratuidades: entrada sem cobrança de ingresso para associados da Associação dos Amigos do Museu Nacional do Mar, deficientes, guias com grupos ou carteirinha, grupos escolares da Rede Pública com agendamento prévio, professores (mediante apresentação de documento comprobatório), crianças de até sete anos e idosos com mais de 60 anos, marinheiros, Policiais e Militares (uniformizados ou com documento comprobatório) e motoristas acompanhando escolas ou excursões. Aos sábados e domingos, moradores de São Francisco do Sul que levarem comprovante de residência não pagam entrada.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://ndonline.com.br/joinville/plural/213948-carpinteiros-navais-restauram-cutter-que-faz-parte-do-acervo-do-museu-nacional-do-mar.html


Endereço: Rua Manoel Lourenço de Andrade, 133 - Centro - São Francisco do Sul - SC Contato: (47) 3481-2155 / 3481-2156 / 3461-1567 / faleconoscomnm@fcc.sc.gov.br / agendamentomnm@fcc.sc.gov.br

Aberta mostra com obras de design dinamarquês no Museu Nacional - Brasilia ( .br )

Exposição com 50 objetos da aprimorada produção industrial do século XVIII estará aberta até 4 de janeiro

Já está aberta a exposição "Design Dinamarquês: Mestres e Ícones", no Museu da República, com curadoria do Diretor do Museu de Design da Dinamarca, Lars Dybdahl. A mostra, com 50 peças, ficará no espaço até o dia 4 de janeiro.

Com uma história iniciada ainda no século XVIII, o design dinamarquês já era exportado no século XIX; no século XX, fixou uma indústria forte aliada a um estilo original, que soube unir funcionalidade e formas orgânicas.

O talento humano foi peça chave na construção dessa linguagem própria, com curvas sinuosas e irregulares, assimetrias, transparências, opacidades, cores e texturas. Estes elementos, principalmente em meados do século passado, chamaram a atenção do mundo. Trata-se da mais aprimorada produção industrial de objetos de uso diário que o mundo conhece.
 
fonte @edisonmariotti #edisomariotti http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/cidades/586618/aberta-mostra-com-obras-de-design-dinamarques-no-museu-nacional/
 

"Design Dinamarquês - Mestres e Ícones"
Museu Nacional do Complexo Cultural da República
Visitação: até 4 de janeiro de 2015
Horário: de terça a domingo, das 09h00 às 18h30
Entrada gratuita

Virgem Maria é tema de exposição em museu de Washington DC

A partir de 5 de dezembro, o National Museum of Women in the Arts, em Washington DC, recebe exposição que tem a Virgem Maria como tema. Artigos de museus, igrejas e coleções particulares da Europa e dos Estados Unidos poderão ser conferidos na exposição “Picturing Mary: woman, mother, idea”. A exposição tem como objetivo examinar as diferentes formas como Maria foi retratada por famosos pintores do Renascimento e do Barroco como Boticelli, Dürer, Michelangelo, Pontormo, Gentileschi, Sirani, incluindo quatro artistas mulheres: Sofonisba Anguissola, Artemisia Gentileschi, Orsola Maddalena Caccia e Elisabetta Sirani. 

 Destinos , Algumas das pinturas que poderão ser apreciadas durante a exposição, que abre em 5 de dezembro (fotos: divulgação)


O acervo, que conta com mais de 60 pinturas, esculturas e tecidos, é original de diversos lugares, como os museus do Vaticano, Museu do Louvre, Galeria degli Uffizi, Palácio Pitti e outras coleções públicas e particulares, sendo que algumas obras estão em exibição no país pela primeira vez. A Picturing Mary é o mais novo projeto dentro de um contínuo programa de exibições históricas provenientes de empréstimos organizado pelo museu de Washington. A exposição fica em cartaz até 12 de abril de 2015.



Serviço:
National Museum of Women in the Arts
1250 New York Avenue, NW, Washington, D.C

Exposição: Picturing Mary: Woman, Mother, Idea

Período: de 5 de dezembro de 2014 até 12 de abril de 2015

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 17h; aos domingos, das12h às 17h

Ingressos: U$ 10 para adultos; U$ 8 para visitantes acima de 65 anos e estudantes; e menores de 18 anos não pagam. A entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Site: www.nmwa.org