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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Exposição “European Glass Experience” no núcleo de arte contemporânea do Museu do Vidro na Marinha Grande

O Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro, situado no Edifício da Resinagem, na Praça Guilherme Stephens, na Marinha Grande, tem patente a exposição “European Glass Experience”, até 22 de fevereiro. A entrada é gratuita.

A mostra foi inaugurada no passado sábado, 13 de dezembro, no âmbito das comemorações do 16º aniversário do Museu do Vidro.

A exposição “European Glass Experience” está patente até 22 de fevereiro, podendo ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h00 às 18h00.

O European Glass Experience (EGE) é um projeto europeu dedicado à arte contemporânea em vidro e seus criadores. O seu principal objetivo é a promoção da arte, do design e do fabrico do vidro como património cultural imaterial que deve ser salvaguardado, promovido e divulgado.

Coordenado pela cidade de Veneza, em colaboração com o Consorzio Promovetro Murano, o EGE é cofinanciado pela União Europeia e foi lançado em 2013. Tratou-se de uma competição destinada a jovens artistas europeus com menos de 40 anos de idade.

Um júri internacional constituído por diretores de museus, curadores e especialistas da área do vidro da Itália, Alemanha, Reino Unido, Polónia, Finlândia e Espanha, sob a direção de Cornelia Lauf, selecionou um conjunto de 40 obras de arte em vidro e 38 projetos, que representam a arte contemporânea do vidro em 17 países europeus. Alguns dos melhores projetos serão realizados em vidro nos fornos de Murano por mestres vidreiros associados à Promovetro.



Estas obras, bem como os projetos, fazem parte da exposição itinerante European Glass Experience, que teve início em março de 2014 no Suomen Lasimuseo em Riihimäki, Finlândia (Museu do Vidro da Finlândia), tendo depois viajado para Espanha, onde foi apresentada até novembro de 2014 no Museo Tecnológico del Vidrio em La Granja, Segóvia, Espanha.

Antes de seguir para Veneza, Itália, onde será apresentada na totalidade, na primavera de 2015, no Museo de Vetro – Murano, parte da exposição vem a Portugal, e será exibida no Núcleo de Arte Contemporânea do Museu do Vidro, até fevereiro de 2015.

Estão ainda previstas a realização de outras apresentações nomeadamente no Muzeum Vitrazu, Stained Glass Museum, em Cracóvia, Polónia, no International Festival of Glass em Strourbridge, Inlaterra e na Glass Factory em Boda Glasbruk, na Suécia.

A exposição é promovida pela Câmara Municipal da Marinha Grande. Conta com a parceria das seguintes entidads: City of Venice, Itália; Consorzio Promovetro Murano, Itália; Museo del Vetro, Murano, Itália; Finnish Glass Museum, Riihimaki, Finlândia; Fundación Centro Nacional del Vidrio, La Granja, Segóvia, Espanha.

Os parceiros associados são: Muzeum Witrazu (Stained Glass Museum) Cracóvia, Polónia; International Festival of Glass, Stourbridge, Inglaterra; Glass Factory, Boda Glasbruk, Suécia; Museu do Vidro – Câmara Municipal da Marinha Grande, Marinha Grande, Portugal.

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.portaldojardim.com/pdj/2014/12/17/exposicao-european-glass-experience-no-nucleo-de-arte-contemporanea-do-museu-do-vidro-na-marinha-grande/

Museu do Oratório Ouro Preto - Minas Gerais - ( .br )

Inaugurado em Ouro Preto, em outubro de 1998, o Museu do Oratório apresenta uma magnífica coleção, única em todo o mundo, com oratórios que se caracterizam pela diversidade de tipos, de tamanhos e de materiais. Através dos detalhes das peças é possível captar a arquitetura, a pintura, o vestuário e costumes da época em que foram produzidos, o que permite uma verdadeira viagem antropológica pela história do Brasil.


O que você encontra aqui:

Cerca de 162 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII ao XX expostos numa atmosfera proporcionada por um fundo musical barroco. O prédio, um casarão histórico de três andares, fica situado no adro da Igreja do Carmo que você também poderá visitar. Nele, durante algum tempo, morou Aleijadinho (1738-1814), o mais importante escultor barroco do Brasil em todos os tempos.
Fique por dentro:

O projeto museográfico é do francês Pierre Catel e as peças do acervo foram doadas ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) pela colecionadora Angela Gutierrez. O Museu do Oratório, bem como o Museu de Arte e Ofício em Belo Horizonte, estão vinculados ao Instituto Cultural Flávio Gutierrez – ICFG, que tem por objetivo a preservação, difusão e valorização do patrimônio cultural brasileiro e atua especialmente no desenvolvimento de projetos museológicos e museográficos. Além disso, a instituição, presidida por Angela Gutierrez, coordena projetos editoriais focados na área de patrimônio e desenvolve projetos educacionais e culturais.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.eravirtual.org/?page_id=4948

Visite o Museu do Oratório:

Endereço: Casa Capitular da Igreja Nossa Senhora do Carmo Adro do Carmo, 28
Fone: +55 (31) 3551 5369
Email: info@oratorio.com.br

Horários de Visitação:

Diariamente de 9:30 às 17:30 horas.
Exceto:
* Dia 1o. de Janeiro
* Dia 21 de Abril
* Dia 12 de Outubro
* Dia 25 de Dezembro

Salvador terá museu da música brasileira, diz prefeito ( .br )

Já em 2015, Salvador recebe o Museu de Carybé, no Forte São Diogo, e o Museu de Pierre Verger, no Forte de Santa Maria.

Prestes a completar dois anos à frente da prefeitura de Salvador, o prefeito ACM Neto anunciou, ontem, novos projetos turísticos para os próximos anos. Em entrevista à Rádio Metrópole, ACM Neto falou da intenção de construir um Museu da Música Brasileira na capital baiana.




O maestro e compositor Tom Jobim
(Foto: Divulgação)


“Quero fazer o Museu da Música Brasileira em Salvador, assim como temos o Museu da Língua Portuguesa e o Museu do Futebol, em São Paulo. A gente estima que serão R$ 40 milhões pra fazer uma coisa de peso, que atraia turistas do mundo inteiro apaixonados pela música brasileira”, afirmou.

A meta é de que metade da quantia necessária para a construção do museu seja captada junto a empresas privadas, através da Lei de Incentivo à Cultura. O valor restante será por meio de financiamentos. ACM Neto fez questão de frisar que o museu não vai se restringir à música baiana.

“Vamos fazer da música brasileira, mas com um espaço especial para a música baiana”, disse ele, que ainda falou sobre a construção de museus em antigos fortes militares. Segundo o prefeito, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) inicia em pouco dias a recuperação do Forte de São Marcelo: “Depois da recuperação, a prefeitura assume o forte e dá a ele utilidade como espaço cultural e histórico com implantação de um museu”.

Já em 2015, Salvador recebe o Museu de Carybé, no Forte São Diogo, e o Museu de Pierre Verger, no Forte de Santa Maria, ambos na Barra. Além dessas obras, o prefeito disse estar em fase final o acordo para a realização do projeto de recuperação do Forte de Santo Antônio da Barra.

Após concluir as obras das três construções históricas, ACM Neto pretende cuidar da recuperação do Forte de Monte Serrat.

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/salvador-tera-museu-da-musica-brasileira-diz-prefeito/?cHash=433a08e4bb2add364b64c9f5de0ebba9

 

Museu de Roma recria maquete da Cidade Imperial de Roma com riqueza de detalhes

O Museu da Cultura Romano, em Roma, Itália, criou um modelo de tirar o fôlego da Cidade Imperial, como parecia na época do Imperador Constantino. O projeto levou anos para ser concluído, mas o resultado é realmente magnífico. O site do museu nos diz que:
O Museu da Cultura Roman une em suas salas e exibição extraordinária e rica de vários aspectos da Roma antiga, documentada em sua totalidade, através da combinação de moldes, modelos e reconstruções de obras conservadas em museus em todo o mundo e de monumentos de todo o Império Romano.

 

O museu diz-nos que ele só foi inaugurada em 1955, embora "já existisse há muito tempo ". Um usuário do Reddit escreve que "Mussolini encomendou este modelo de Roma" e que é "1: 240 escala", e acrescenta:


 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museociviltaromana.it/servizi/avvisi/chiusura_del_museo_della_civilta_romana

Confira a galeria abaixo:
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Oito museus ligados a oito estações de Metro ( .pt )

O programa 8 Museus/8 Estações vai relacionar o acervo de oito dos mais emblemáticos museus da cidade com a arte pública do Metropolitano de Lisboa, através de visitas guiadas abertas ao público.

Entre janeiro e agosto, a entrada nos Museus e as visitas guiadas às estações de Metro serão gratuitas, com acesso mediante reserva prévia nos museus.

No último sábado de cada mês, e partindo de uma Estação de Metro, será possível descobrir coleções de Arqueologia, Arte Sacra, História, História da Arte, Belas Artes e de Ciência, em itinerários que enfatizam as cumplicidades entre estações e museus tão diversos.

Os itinerários previstos incluem Museu de São Roque/ Estação Parque, Museu Arqueológico do Carmo/Estação Martim Moniz, Museu Nacional de História Natural e da Ciência/ Estação Jardim Zoológico, Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva/ Estação Rato, Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado/ Restauradores, Museu da EPAL – Mãe de Água/ Terreiro do Paço, Museu Geológico/ Estação Entrecampos, e Museu da Farmácia /Estação Marquês de Pombal.

O primeiro dos itinerários partirá da estação do Parque do metropolitano de Lisboa com chegada ao Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, abrindo portas aos visitantes para uma viagem no tempo que acompanhará a odisseia de São Francisco Xavier pelo Oriente, os azulejos de Maria Keil e de Francisco de Matos, passando pela Historia Universal dos direitos do Homem e do Compromisso da Misericórdia.

Outra visita vai partir da Estação do Parque, obra dos arquitetos Keil do Amaral e Falcão e Cunha e uma das onze primeiras estações metropolitanas, que marcam a expansão no subsolo de Lisboa, em 1959.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti estak | destak@destak.pt

O Museu do Piauí Casa de Odilon Nunes foi contemplado com o Programa do Instituto Nacional dos Museus (Ibram),



O Museu do Piauí Casa de Odilon Nunes foi contemplado com o Programa do Instituto Nacional dos Museus (Ibram), que no início do ano, gravou um documentário na casa de cultura, que será exibido nesta terça, às 17h, na TV Brasil, com reprise no sábado, às 15h30.

O documentário faz parte do Programa Conhecendo os Museus e vai mostrar também o Museu do Homem Americano de São Raimundo Nonato.

Segundo Dora Medeiros, diretora do Museu do Piauí, o documentário vai mostrar entrevista com museólogos, a direção do espaço, professores e alunos que visitam o acervo. “Durante as gravações tínhamos aqui exposições de artistas locais”, conta Dora. Após a exibição, Dora afirma que o documentário ficará à disposição do público no site
 


 
FONTE: @edisonmariotti #edisonmariotti 
 

Ibram escolhe nome para sistema de catalogação e gestão


Inventário Nacional de Museus
Instituição denominou o nome "Acervo" por sintetizar, de modo claro, a finalidade a que se destina



O novo Sistema de Catalogação e Gestão do Patrimônio Museológico, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), já tem um nome: Acervo.

Escolhido entre 22 opções dadas pelos participantes do 6º Fórum Nacional de Museus, realizado em novembro em Belém (PA), o nome foi proposto por Joel Santana da Gama, coordenador do Sistema Estadual de Museus do Rio Grande do Sul (SEM/RS).

Entre todas as denominações sugeridas, ele foi considerado pelos membros da Comissão Julgadora o melhor por sintetizar, de modo simples e claro, a finalidade a que se destina.

O Acervo terá capacidade para exportar dados do Inventário Nacional dos Bens Culturais Musealizados (INBCM), instrumento de inserção periódica de dados sobre os bens culturais musealizados, que integram os acervos museológico, bibliográfico e arquivístico dos museus brasileiros, para fins de identificação, acautelamento e preservação, previstos na Política Nacional de Museus.

“Pensei em associar o nome da plataforma a algo que as pessoas já têm conhecimento, como é o caso do programa de que o sistema faz parte, o Acervo em Rede. Na verdade, essa plataforma é um complemento para ele,” explica o vencedor do concurso. O sistema será gratuito e deve estar disponível no primeiro semestre de 2015.

O Programa Acervo em Rede tem o desafio de promover, por meio da internet, o acesso dos cidadãos aos bens culturais preservados nos museus de todo território nacional. Atualmente, no universo de mais de 3,4 mil museus brasileiros, apenas 10% das instituições possuem informações dos seus acervos em meio digital. 

Saiba mais.
 Fonte: @edisonmariotti #edisonmarotti Instituto Brasileiro de Museus
 

La Ciudad Educadora · en CULTURA, INSTITUCIONES, PATRIMONIO. ·




“La ciudad puede que no narre su pasado,
pero lo lleva en las líneas de la mano”.
Italo Calvino

 
Imagen: Cuaderno de notas de Becca Shayne

Podríamos enunciar la idea que da título a la entrada de hoy, como: la ciudad educadora, un espacio para aprender siendo ciudadanos; aprender en la ciudad, sobre la ciudad y para la ciudad. Se trata de la educación a partir del encuentro con el patrimonio del lugar, localizado en nuestro ámbito de vida cotidiana. Existen iniciativas apoyadas en experiencias educativas variadas en torno a patrimonios urbanos, con un elevado grado de aceptación ciudadana. La mayor parte de estas actividades educativas se realizan siempre en el marco urbano y al aire libre. Es una corriente formativa novedosa, siendo los espacios patrimoniales urbanos abiertos al público, las calles y plazas con sus monumentos o sin ellos, con sus tradiciones vivas o las recreaciones de la historia local, las que dan sentido a este ejercicio colectivo. La iniciativa no es nueva.

 
Imagen: Mike Smith Photography

El impulso para organizar este movimiento de acción cultural ciudadano, pasa por dotar a las personas de los instrumentos necesarios para que puedan comprender, profundizar y explicar sus espacios urbanos, concebidos como contenedores de patrimonio. Cuando no existe camino para comprender, para que se produzca un acercamiento entre el ciudadano y la ciudad desde el punto de vista histórico-cultural, la intención de acercar al ciudadano a ese ámbito del conocimiento se transforma de “poder evocador” a “poder agotador”. Si no se desarrollan las herramientas adecuadas para mostrar ideas que se encuentran detrás de todo patrimonio cultural, este permanecerá ante nuestros ojos sin vida, escondido, aletargado, olvidado, aburrido. Recorreremos estos espacios sin tener ni idea de qué, cómo y porqué razón, forman parte de nuestra historia colectiva.

 
Imagen: Quality Snaps

La dotación formativa que habría que desarrollar entonces, es la de proporcionar a educadores, museólogos y gestores culturales las herramientas eficaces para poder transmitir estas ideas y sus valores a la ciudadanía. Son modelos de intervención educativa patrimonial colectiva, de manera que sean acciones realistas y que interesen realmente a los ciudadanos para convertirlos en personas involucradas con su propia historia. Son estrategias que evitan que el ciudadano deambule por la ciudad, caminando por delante de tesoros patrimoniales urbanos que son suyos, desconociendo su historia. Las bases de organización que apuntamos hoy aquí para evitar que el ciudadano viva de espaldas a su patrimonio urbano, parten de bases de acción ya existentes y enunciadas por la Asociación Internacional de Ciudades Educadoras (AICE):
Contribuir a que aquellos municipios ya comprometidos con los principios de la Carta de Ciudades Educadoras avancen en su cumplimiento.
Extender las propuestas de Ciudades Educadoras a otros países, otros municipios de su territorio.
Contribuir al avance del discurso de ciudad educadora con la definición de estrategias para su implementación en las políticas sociales.
Impulsar intercambios sobre temáticas relevantes para el desarrollo y aplicación de los principios de la Carta de Ciudades Educadoras en el ámbito de cada país, mediante la organización de encuentros o seminarios y la puesta en marcha de programas conjuntos.
Planificar, promover, coordinar, asesorar, organizar y tutelar las actividades derivadas del punto anterior.
Concitar la consulta al Banco Internacional de Documentos de Ciudades Educadoras (BIDCE) y estimular la aportación de experiencias significativas al mismo a ciudades que no lo conocen.
Contactar y colaborar con diversos organismos del territorio del país, y las demás organizaciones homólogas en las correspondientes comunidades, en torno a cuestiones de interés para las Ciudades Educadoras.
Participar y cooperar activa y solidariamente, en proyectos e intercambios de experiencias con otras redes internacionales de municipios, instituciones o colectivos con intereses comunes.
Modelo de Reglamento de Funcionamiento de la Red de Ciudades Educadoras.
Ejemplo de actividades (en este caso se toma como ejemplo y modelo el programa la ciudad educadora de Gijón, Principado de Asturias, España, que es donde nos encontramos actualmente).
Buscador de experiencias.

 


Los enunciados que se proponen se basan en un tipo de patrimonio muy abundante en todas las ciudades, el que podríamos denominar “el patrimonio construido”. Pero existe otro tipo de patrimonio, como pueda ser el “patrimonio inmaterial”, la historia contada, la memoria de otros tiempos.

 
Imagen: Honkey Kong / Ignant

Resumiendo para no cansar, las acciones parten del análisis, examen y discusión de la relación que se puede establecer en el marco educativo local sobre patrimonio urbano y ciudadanía. Nos apoyaremos en la experiencia acumulada que ya existe en otras ciudades pioneras en este tipo de iniciativas, para establecer el modelo de intervención educativa patrimonial ajustado a cada lugar y su idiosincrasia, con el uso de ejemplos muy concretos de referencia (no hay nada que inventar): recorridos culturales, actividades, re-enactement, fiestas, excursiones, etcétera. Todo ello pensado para poner a la vista un “libro de recetas” que ayude a los profesionales de la educación, museos y gestión cultural, a desarrollar estas actividades educativas en entornos urbanos, tomando como base la gran variedad de patrimonio cultural que existe en nuestras ciudades. La implicación de las personas mayores para poner en funcionamiento este tipo de iniciativas, es fundamental.

 
Imagen: Reflective Cities

Foto principal y para redes sociales: Big Apple Dreaming
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)