quarta-feira, 30 de setembro de 2015

In February 1993, History Professor Paulis Lazda of the University of Wisconsin-Eau Claire proposed to the Ministry of Culture of the Republic of Latvia the establishment of a museum dealing with the period 1940–1991, when Latvia was an occupied country. -- Em fevereiro de 1993, História Professor Paulis Lazda da Universidade de Wisconsin-Eau Claire propôs ao Ministério da Cultura da República da Letónia a criação de um museu lidar com o período 1940-1991, quando a Letónia era um país ocupado.

In the spring of 1993, 11 persons founded the Occupation Museum Foundation (OMF), now – Occupation Museum Association (OMB) – to establish, administer and finance the Museum of the Occupation of Latvia. As a private museum, the Museum of the Occupation is financially and thus – politically independent. The support of each donor is important to maintain the Museum as an independent institution.


On 1 July 1993 the first exposition of the Museum was opened in the building of the former Latvian Red Riflemen's Museum. The exposition presented and explained the atrocities of the Soviet regime in Latvia 1940/41. In the following years the permanent exposition was augmented and expanded to include the entire occupation period. The Museum is accredited by the state and is internationally recognized as an important memory site that objectively reflects recent Latvian history.

The Museum of the Occupation plays an essential role in restoring and reinforcing historical awareness and consciousness in Latvia. During the occupation period (1940–1991) history was the handmaiden of alien totalitarian ideologies and regimes. Their censorship had removed or grossly distorted historical events that the ruling regimes wanted to erase from human memory, such as the Hitler–Stalin pacts, the Holocaust, mass deportations, repressions and many others. The mission of the Museum of the Occupation is expressed in its motto: Remembering, Commemorating, Reminding.

Since 2005, the Museum has been visited by more than 100,000 visitors annually, including many statespersons as a part of the Latvian State Protocol.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://okupacijasmuzejs.lv/en/news/actions-riga-city-authorities-jeopardise-development-museum-occupation-latvia

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.


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Em fevereiro de 1993, História Professor Paulis Lazda da Universidade de Wisconsin-Eau Claire propôs ao Ministério da Cultura da República da Letónia a criação de um museu lidar com o período 1940-1991, quando a Letónia era um país ocupado.

Na primavera de 1993, 11 pessoas fundou a Fundação Museu da Ocupação (OMF), agora - Museu da Ocupação Association (OMB) - estabelecer, administrar e financiar o Museu da Ocupação da Letônia. Como um museu privado, o Museu da Ocupação é financeiramente e, portanto, - politicamente independente. O apoio de cada doador é importante para manter o Museu como uma instituição independente.

Em 1 de Julho de 1993, a primeira exposição do Museu foi inaugurado no edifício do antigo Museu dos fuzileiros letão vermelhos. A exposição apresentou e explicou as atrocidades do regime soviético na Letónia 1940-1941. Nos anos seguintes, a exposição permanente foi aumentado e expandido para incluir todo o período de ocupação. O Museu é credenciada pelo Estado e é reconhecido internacionalmente como um local de memória importante que reflete objetivamente a história recente da Letónia.

O Museu da Ocupação desempenha um papel essencial na restauração e reforço da consciência histórica e da consciência na Letónia. Durante o período de ocupação (1940-1991) história era a serva de ideologias totalitárias alienígenas e regimes. Sua censura tinha removido ou grosseiramente distorcido eventos históricos que os regimes dominantes queriam apagar da memória humana, como os pactos Hitler-Stalin, o Holocausto, deportações em massa, repressões e muitos outros. A missão do Museu da Ocupação é refletido em seu lema: Lembrando, comemorando, lembrando.

Desde 2005, o Museu foi visitado por mais de 100.000 visitantes por ano, incluindo muitos estadistas como uma parte do Protocolo de Estado letão.

Davao Museum of History and Ethnography, Filipinas -- Museu de Davao de História e Etnografia é uma fortaleza crescente de informações históricas e etnográficas.

In 1976, the Filipinas Foundation, Inc. (now Ayala Foundation, Inc.) posed a challenge to Davaoeños by offering a lot in the Insular Village, Lanang, Davao City, on which to build an ethnic museum. In the same year, the Zonta Club of Davao City, Inc., accepted the challenge and undertook the building of the city’s first ethnographic museum.


In August 1977, the Davao Museum of History and Ethnography was opened to the public. Its collections then, included artifacts from the private collections of Zontians and other private collectors. On August 23, 1989, the management of the museum was transferred to the Davao Museum Foundation, Inc.



In the following years, the Museum has managed to expand its collection of artifacts and other cultural materials, as well as its programs by building linkages with various institutions, indigenous groups, organizations, schools, and the general public.

Now, the Davao Museum of History and Ethnography is a growing stronghold of historical and ethnographic information. It has become home to the collective memory and shared diversity of the peoples and cultures of Southern Mindanao.

The Davao Museum Foundation, Inc. is a non-profit organization that runs and maintains the Davao Museum of History and Ethnography. In many ways, it seeks to improve people’s understanding and appreciation of Davao and Mindanao’s history and culture.

We envision a cultural, historical and ethnic research center that preserves Davao and Mindanao heritage.

We commit ourselves to inculcate pride in the historical heritage of Davaoeños, to preserve and promote the culture and arts of Davao to shape the cultural identity of indigenous people in particular, and Davaoeños in general.




fonte @edisonmariotti #edisonmariotti http://davaomuseum.com/

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.


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Em 1976, a Fundação Filipinas, Inc. (agora Ayala Foundation, Inc.) representou um desafio para Davaoeños, oferecendo muito no Insular Village, Lanang, Davao City, sobre a qual construir um museu étnica. No mesmo ano, o Zonta Club de Davao City, Inc., aceitou o desafio e empreendeu a construção de primeiro museu etnográfico da cidade.

Em agosto de 1977, o Museu de História Davao e Etnografia foi aberto ao público. Em seguida, as suas colecções, incluídos artefatos das coleções particulares de Zontians e outros colecionadores particulares. Em 23 de agosto de 1989, a gestão do museu foi transferido para o Davao Museum Foundation, Inc.


Nos anos seguintes, o Museu tem conseguido expandir a sua coleção de artefatos e outros materiais culturais, bem como os seus programas através da construção de vínculos com diversas instituições, grupos indígenas, organizações, escolas e público em geral.


Agora, o Museu de Davao de História e Etnografia é uma fortaleza crescente de informações históricas e etnográficas. Tornou-se o lar da memória coletiva e da diversidade dos povos e culturas do sul da Mindanao compartilhada.

A Fundação Davao Museum, Inc. é uma organização sem fins lucrativos que executa e mantém o Museu de História Davao e Etnografia. Em muitos aspectos, visa promover a compreensão das pessoas e valorização da história e da cultura de Davao e Mindanao.

Nós prevemos um centro de investigação cultural, histórico e étnico que preserva Davao e Mindanao herança.

Nós nos comprometemos a incutir orgulho no património histórico de Davaoeños, para preservar e promover a cultura e as artes de Davao para moldar a identidade cultural dos povos indígenas em particular, e Davaoeños em geral.

Los Museos Necesitan Objetivos

Aunque ya tiene sus añitos, la frase que transcribimos a continuación es perfectamente aplicable a la mayoría de los museos estatales y locales de todo el mundo: "la función del museo en la sociedad actual está poco definida. Ni el público ni los museos saben cual es el camino a seguir" (Hancocks, 1987, 184).


Pero ante de saber cuál es la meta a la que el museo quiere llegar, se deben fijar unos objetivos. Las discrepancias, llegados a este punto, suelen surgir relación a los contenidos de las colecciones del museo: ¿qué temas o cuestiones deben tratar los objetivos de los museos? Sí, muy bien pero, ¿cómo se definen los objetivos en un museo? A la hora de comenzar a fijar objetivos lo más complicado es la conciliación de las ideas de los diferentes responsables dentro de la gestión del museo. Si es solo uno, no habrá problema, pero como haya más de uno el lío está asegurado. Nosotros a este problema lo denominamos "lucha de egos". Sea como sea, es un engorro que no facilitará en absoluto las cosas. Evidente, mi querido Watson.


Además de lo mencionado en relación con lo que no ayuda, decir que la ausencia de un método de creación y definición de objetivos puede contribuir a que exista la temida y devastadora "carencia de misión", no se da el debate necesario normalmente sobre cuál debe ser "la razón de existencia" de un museo. En cualquier caso, todo debe comenzar a partir de una pregunta que a primera vista puede parecer sencilla de contestar: ¿qué tipo de objetivos necesita nuestro museo? En realidad lo primerísimo en este proceso está en establecer un método sistemático, casi matemático, para fijar los objetivos, siendo lo más relevante el buscar una solución concreta para neutralizar la sensación que el visitante suele tener sobre la función del museo, que necesariamente debe ir más allá de la mera exhibición de contenidos. Los museos deben cumplir al menos cuatro grandes funciones: adquisición, conservación, investigación y educación. Habrá quién opine que la educación es una función más de los colegios y universidades que no de los museos; pues vale. Lo que no puede hacer un museo es ser la base de un objetivo educativo programado.


Los museos deben facilitar cierto nivel de aprendizaje universal - para todos los públicos - a partir de la exhibición del patrimonio y de los objetos, promover el aprendizaje sensorial y perceptivo estimulando la curiosidad y el interés por las cosas en el visitante. Todo esto será posible a partir de la programación de actividades prácticas, dando apoyo a proyectos independientes de aprendizaje. Ese podría ser un primer objetivo dentro de un programa.


Pero existe otro objetivo muy importante a partir del concepto del "individuo que aprende". Los visitantes poseen diferentes formas de motivación e interés por las cosas resultando sumamente complicado anticiparse para dar respuesta a sus necesidades. Los visitantes y el 90% de los responsables de los museos pueden opinar que la educación-aprendizaje es una de las razones fundamentales para la existencia de los museos, pero todos sabemos que hay otros fines más importantes en realidad: divertirse, distraerse, hacer una actividad en grupo, escapar de la rutina diaria, aprovechar un viaje para la visita, etcétera. Por eso establecer objetivos en función de lo que pensamos que necesitan o buscan los visitantes es muy difícil, las variables se multiplican. "Jamás nadie ha sido capaz de decidir qué es lo que el público desea ver en un museo" (Ripley, 1969, 112).


El visitante no está seguro de si quiere aprender algo en el museo, y los museos no tienen claro formalmente que sean instituciones que sirvan para el aprendizaje de algo en concreto. Los responsables gestores de los museos es posible que quieran que sus instituciones se ocuparan de aspectos diversos, como procurar una forma de diversión y fomentar el juego, por ejemplo, con la sensación de que si no lo consiguen están descuidando su verdadera función. "Si un visitante no se lo pasa bien en un museo moderno, lo que falla es el museo, no el visitante" (Neal, 1976, 2).


Esta última frase abre otro debate sobre los objetivos, en esta caso relacionados con la economía, que un museo debe cumplir: si los museos "deben añadir elementos de distracción para generar ingresos y para competir por el público frente a otras formas de entretenimiento" (MacDonald, 1988, 71). Parece ser que entramos en conflicto o dilema entre la misión y el mercado, de manera que los objetivos tradicionales de los museos se oponen a las necesidades de ese mercado, es decir, con el entretenimiento y la diversión que sí atraen visitantes, los tan deseados ingresos.


Otra problemática es la que tiene que ver con la función que el museo debe cumplir en relación su entorno geopolítico, abordando temas sociales, ayudando a los ciudadanos y a los foráneos a entender la cultura local y conservando en el museo la historia patrimonial y la actual. Los objetivos, como hemos visto a lo largo de la entrada de hoy, se nos multiplican. La verdad es que pueden ser muchos, por lo que conviene priorizar, no se puede abarcar todo, no se puede y además es imposible. Llegados a este punto, la ausencia de acuerdo sobre la jerarquía de objetivos principales da lugar a que los trabajadores del museo trabajen sin tener en cuenta que hacen los demás, utilizando sistemas de gestión anticuados, sufriendo una profunda crisis de identidad, generando un alto grado de incapacidad para abordar las dificultades, no sabiendo reconocer los problemas, no pudiendo así definir posibles soluciones o llegar a metas relevantes para el museo y su subsistencia. Eso sí que es un problema.


Photogrist

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.



In the second half of the 13th century. Khotyn began construction in stone castle that later became one of the strongest in Eastern Europe. -- В другій половині 13 ст. в Хотині розпочалось будівництво мурованого замку, що згодом став одним з найміцніших у Східній Європі.

The level of civilization of a people can be judged by the extend of their desire to promote and defend their culture".





If this quotation is true, people of Ukraine are not the most civilized ones in the world. May be. But the culture of Ukraine definitely is very old and extremely interesting. 

There were more than 3,000 defense structures here several hundreds years ago. There are only 116 fortresses in various degrees of preservation or ruin to be found in Western Ukraine now. They stand there like witnesses of the historical links of Ukraine with Western Europe, and make you wonder at their indestructibility, particularly in view of all the invasions and wars that Ukraine had lived through — the Huns, the Goths, the Mongols, the Turks, the Poles, the Hungarians, the Austrians, the Swedes, the Russians, the Germans tried at one time or another to establish their rule. 

The only advantage of the miserable condition of our fortresses is they still the same like centuries ago. Time stops in this reign of history. And in my native town, majestic and ancient Kamianets-Podilsky (Kamenec-Podolsky in other spelling) too - just look at these pictures above. Strong evidence, isn't it? :)


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The town was founded, according to archaeologists, in UIII-IX. BC, when the Eastern Slavs began actively forming state. In X-XI. Hawtin was part of Kievan Rus, from the middle of the twelfth century. - In Galician, from 1199 r.- Galicia-Volyn principality. In August. XIV century. The early this city was ruled by the Moldovan boyars.

In the second half of the 13th century. Khotyn began construction in stone castle that later became one of the strongest in Eastern Europe.

The castle is not visible from the road leading to the city center, but each local inhabitants will tell you how to get there. To do this at department store in downtown pay and go along the park until the bazaar, there - narrow winding streets still half a kilometer - and you're on the spot. There is another way: near the city cemetery (this is the part of the Dniester and Zhvanets) is a small triangular park. Going that way. leading down - and save with about two kilometers. Parkuyetesya near the monument Sagaydachny (if unfortunate monument will live before your arrival - it set in 1991, but soon the ground under hetman began to "go." Now there is talk about the transfer of the monument in the center Khotina), buy a ticket at the kiosk in the parking lot - and one of the most beautiful castles of Ukraine at your service.

Mina ditch. We pass through the gate - and stop, impressed views. More than a kilometer stretch stone - earthen fortifications. Below, on the rocky promontory - Castle 13-16 centuries. Rectangular area of ​​1,200 by 250 m. Surrounded by earthen wall (thickness of 8 meters!) From the bastions. Built its farmers Khotyn rayyi designed by French military engineers in 1718 on the territory, surrounded by this shaft, the so-called "New Fortress" was Commandant yard, barracks, workshops, stables, baths, warehouses ... Scale thing: ditch over shaft kilometer, seven bastions, plus Bender, Yas'ko and Russian gate. And all this power on Sept. 19, 1739 without a fight won Russian army field marshal B.H.Miniha. Event propiarena: is it glorified Mikhail Lomonosov in "Ode to capture Khotina." So far from buildings on the fortress territory survived only a stone church of Alexander Nevsky, built in 1835 for the Russian garrison soldiers. Church (time) active. Below the church - the building of the former military school. There's one time was to be a museum, but none of the ideas that failed. Left - the ruins of a Turkish minaret.

And now, finally, about the castle. Its 40-meter outside walls are decorated with ornaments of red brick. This motif is often found in Ukrainian decorative art, especially on the tail.

In 1856 a military fortress rid status object. Finished militant phase of her career, a new - tourism, and in the twentieth century and even cinema.


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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
colaboração:
Татьяна Сокольская
http://castles.com.ua/english.html

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.
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"Уровень цивилизации народа можно судить по продлить их желанием продвигать и защищать свою культуру».

Если эта цитата, правда, народ Украины не самые цивилизованные из них в мире. Может быть. Но культура Украины, безусловно, является очень старой и очень интересной.

Были более 3000 оборонных структур здесь несколько сотен лет назад. Есть только 116 крепостей в различных степеней сохранности или разорения, которые будут найдены в Западной Украине. Они стоят там, как свидетелей исторических связей Украины с Западной Европой, и сделать вам интересно, на их нерушимости, особенно в свете всех вторжений и войн, что Украина пережили - гунны, готы, монголы, турки, поляки, венгры, австрийцы, шведы, русские, немцы пытались в то или иное время, чтобы установить свое господство.

Единственное преимущество жалком состоянии наших крепостей, они по-прежнему те же, как много веков назад. Время останавливается в этом царствования истории. И в моем родном городе, величественный и древний Каменец-Подольский (Каменец-Подольский в другое написание) тоже - просто посмотрите на эти фотографии выше. Убедительные доказательства, не так ли? :)

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Місто виникло, на думку археологів, в УІІІ-ІХ ст. н.е., коли у східних слов‘ян розпочався активний процес формування державності. В Х-ХІ ст. Хотин був у складі Київської Русі, з середини ХІІ ст. - в Галицькому, з 1199 р.- в Галицько-Волинському князівствах. В сер. ХІУ ст. це ранньослов’янське місто опинилося під владою молдавських бояр. 

В другій половині 13 ст. в Хотині розпочалось будівництво мурованого замку, що згодом став одним з найміцніших у Східній Європі. 

Замок не видно з дороги, що веде до центру міста, але кожен тутешній житель скаже вам, як туди потрапити. Для цього біля універмагу в центрі міста звертаєте і їдете вздовж парку аж до базару, звідти - вузенькими кривими вуличками ще кілометра півтора – і ви на місці. Є й інша дорога: недалеко від міського цвинтаря (це зі сторони Дністра та Жванця) буде невеликий трикутний сквер. Їдете тією дорогою. що веде донизу - і економите приблизно зо два кілометри. Паркуєтеся біля пам‘ятника Сагайдачному (якщо нещасний монумент доживе до вашого приїзду - його встановили 1991 р., але невдовзі грунт під гетьманом почав “їхати”. Зараз ведуться розмови про перенесення пам‘ятника в центр Хотина), купуєте квиток в кіоску на парковці – і один з найгарніших замків України до ваших послуг.

Минаєте рів. Проходите через браму – і зупиняєтеся, вражені краєвидом. Більш як на кілометр тягнуться кам’яно - земляні укріплення. Внизу , на скелястому мисі - замок 13-16 ст. Прямокутну в плані площу розміром 1200 на 250 м. оточує земляний вал (товщиною у 8 метрів!) з бастіонами. Спорудили його селяни Хотинської райї за проектом французьких військових інженерів у 1718 р. На території, обнесеній цим валом, так званій “Новій фортеці”, були комендантський двір, казарми, майстерні, конюшні, бані, склади... Масштабна штука: рів, понад кілометровий вал, сім бастіонів, плюс Бендерська, Яська й Руська брами. І всю цю міць 19 вересня 1739 р. без бою зайняла російська армія фельдмаршала Б.Х.Мініха. Подія пропіарена: саме її уславив Михайло Ломоносов в «Оді на взяття Хотина». До нашого часу від споруд на фортечній території збереглася лише кам‘яна церква Олександра Невського, збудована 1835 р. для воїнів російського гарнізону. Церква (часом) діюча. Нижче храму – будівля колишньої військової школи. Там свого часу мав бути музей, але нічого з цієї задумки не вийшло. Зліва – руїни турецького мінарету. 
А тепер, нарешті, про сам замок. Його 40-метрові стіни прикрашені ззовні орнаментом з червоної цегли. Такий мотив часто зустрічається в українському декоративному мистецтві, особливо на Поділлі.
У 1856 р. фортеця позбавилася статусу військового об’єкту. Закінчився войовничий етап її кар’єри, почався новий — туристичний, а в ХХ столітті ще й кінематографічний.

Bill Griffiths, diretor do Tyne & Wear Museums, esteve em setembro 2015, em São Paulo, Brasil, para ministrar um curso sobre a experiência de atrair público e engajar a comunidade em projetos de fortalecimento dos museus.

0 Museu Academy, curso promovido pelo British Council e a Secretaria de Cultura do Estado, será realizado em cinco museus paulistanos: Museu da Língua Portuguesa, Museu da Imagem e do Som (MIS), Pinacoteca do Estado, Museu da Imigração e Museu do Futebol.

Especialista. "Atrair gente é mais fácil do que parece"

Instrutores britânicos e brasileiros vão abordar desde os padrões de engajamento do público até a formação de voluntários que possam ajudar a desenvolver projetos especiais e se envolver no cotidiano das instituições. "Nos museus do Tyne and Wear, tivemos ótimos resultados atraindo jovens entre 18 e 25 anos dispostos a colaborar", revelou Bill Griffiths. Com uma experiência de mais de 30 anos em projetos culturais, o arqueólogo Griffiths participou há 15 anos da criação do Museu Segedunum, localizado num antigo forte romano em Wallsend.

A Inglaterra é hoje um dos países com museus mais frequentados 11a Europa. Pesquisa recente apontou que 52% dos britânicos visitam regularmente museus ou galerias. No Brasil, esse número é inversamente proporcional: 41% dos paulistanos não demonstram o mínimo interesse em visitar instituições museológicas. "Tudo se resume em atrair voluntários", acredita. "Eles acabam descobrindo habilidades que desconhecem e ajudam os museus", diz Griffiths.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://cultura.estadao.com.br/
colaboração: Edson Ribeiro

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Design e gastronomia espanhola na mostra Tapas no Museu da Casa Brasileira. São Paulo, Brasil.

Tapas: design espanhol para gastronomia chega a São Paulo, Brasil, após apresentação em países da América do Norte, Europa e Ásia





O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, realiza, entre 15 de setembro e 8 de novembro, a exposição Tapas: design espanhol para gastronomia, produzida pela Acción Cultural Española (AC/E) com curadoria do designer e arquiteto Juli Capella. A mostra, que conta com apoio da Embaixada da Espanha e do Consulado Geral da Espanha em São Paulo, explora a interação entre o design e a gastronomia, duas disciplinas criativas que vivem um momento recente de ebulição na Espanha. Descrita como “um espetáculo de imaginação e talento a serviço do paladar”, apresenta alguns ícones tradicionais do design espanhol para alimentos juntamente com cerca de 250 objetos mais recentes, utilizados no preparo e para servir refeições, concebidos ou fabricados na Espanha nas últimas décadas.

Com motivo da exposição, a Embaixada da Espanha, o Consulado Geral da Espanha em São Paulo e o Turespaña, com o apoio da “Marca Espanha”, organizarão uma série de eventos relacionados com as tapas durante o mês de outubro, assim como degustações de vinhos espanhóis, entre os quais se destaca a “Tapas Week”, que acontecerá entre os dias 22 de outubro, ¨Dia Mundial da Tapa¨, e 2 de novembro em diversos restaurantes de São Paulo.





Tapas – Foto: shutterstock

Inédita no Brasil, a mostra Tapas chega a São Paulo desde Madri, após itinerar por Tóquio (Japão), Miami, Washington e Albuquerque (Estados Unidos), Seul (Coreia do Sul), Toronto (Canadá), Liubliana (Eslovênia), Guanajauto e México D.F (México). Com curadoria do arquiteto e designer catalão Juli Capella, que já apresentou em São Paulo a exposição “300% Spanish design” no SESC Av. Paulista em 2009, a mostra destaca as contribuições do design na gastronomia a partir de três módulos: cozinha, o preparo e seus utensílios; mesa, os objetos para a degustação das refeições; e comida, o próprio desenho dos alimentos. Estarão expostos utensílios tradicionais reelaborados por jovens designers; material audiovisual com uma seleção de restaurantes reconhecidos por seus projetos interiores e de vinícolas espanholas que se destacam por sua arquitetura, desenhadas por Frank Gehry, Zaha Hadid, Santiago Calatrava e Rafael Moneo; além de uma coleção de cem garrafas de vinho características pelo desenho especial de seus rótulos.

“Tapas são tipicamente espanhóis. É uma forma de comer pequenas porções, mesclando sabores diferentes. Essa mostra se chama Tapas porque oferece uma pequena degustação de tudo o que compreende o universo dos alimentos na Espanha pelo viés do design, na cozinha, sobre a mesa, nas vinícolas, nos rótulos dos vinhos e dos produtos. A exposição faz uma homenagem à origem da palavra ‘tapa’ para a qual se tem escrito muitas teorias, nenhuma comprovada, umas das quais explica que quando se pedia um vinho, tapava-se o copo com uma fatia de pão ou de um embutido para evitar a entrada de poeira ou insetos. Seria para ‘tapar’, daí vem o nome”, explica o curador Juli Capella.

Tapas aborda o universo da gastronomia na Espanha principalmente nos últimos 25 anos, sem deixar de incluir referências à história gastronômica ibérica, como a típica paella espanhola e as tradicionais moringas (“la bota” e “el botijo”), ótimas para compartilhar as bebidas de forma higiênica. Também são apresentados aspectos de vanguarda e modernidade com alguns dos objetos criados exclusivamente para restaurantes de alto nível como o El Bulli, do chef Ferrán Adriá; El Celler de Can Roca, dos irmãos Joan, Josep e Jordi Roca; e Mugaritz, do chef Andoni Luis Aduriz.

“Cozinhar é fazer design em pratos”, afirma o chef catalão Ferran Adrià, pioneiro na inclusão de designers industriais na gastronomia e no desenvolvimento de formas exclusivas de apresentação, definindo ao mesmo tempo o conteúdo e o recipiente. Essa singular interação criativa entre cozinha e design se transformou em um dos recursos emergentes do país com maior projeção internacional na gastronomia.




Tapas – Foto shutterstock
Os três módulos da exposição Tapas:

Cozinha
É o local de trabalho, um laboratório no qual confluem funcionalidade e estética. Um lugar presente na casa e no restaurante, no qual não faltam os utensílios, os aparatos, os recipientes e o mobiliário que são utilizados para preparar a comida, tais como frigideiras, talheres e as demais ferramentas para manipulação, processamento e cocção dos alimentos.

Mesa
Espaço de convívio onde se pode saborear e compartilhar a comida e a bebida, na mesa podemos apreciar um autêntico universo de objetos desenvolvidos para a apresentação dos alimentos e sua degustação. Tanto no ambiente doméstico como em um restaurante, em um avião ou em um piquenique no jardim, o ato de comer é acompanhado por um ritual que consiste de objetos que variam de acordo com as circunstâncias, e que podem incluir desde o menor dos saleiros, passando por louças, talheres, copos, toalhas de mesa e móveis (mesas, cadeiras, lâmpadas), até chegar à arquitetura dos grandes restaurantes e vinícolas.

Comida
A seção da exposição que apresenta a matéria prima gastronômica é dividida em vários ambientes que reúnem, por um lado, produtos alimentícios que apresentam peculiaridades do ponto de vista formal (azeitonas recheadas com anchovas, um churro ou a paella, cuja autoria se perde no tempo) e, por outro lado, as mais elaboradas técnicas de vanguarda criadas pelos cozinheiros mais inovadores. Estão presentes nesse módulo da exposição ícones da Espanha, como o presunto ibérico, a paella e o gazpacho, assim como referências às possíveis origens das famosas tapas espanholas. Visitação: até 8 de novembro.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti www.mcb.org.br
Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.


Museo Pobre: Diseño de Actividades Educativas

Pensando en las premisas básicas y fundamentales para el diseño de un buen programa de actividades educativas en el museo, que para nosotros son: la motivación, la participación y la interacción. Metidos ya en la faena, nos planteamos una serie de criterios que parten de la relación que se produce entre el visitante - todo tipo de público - y la colección del museo, pensando en el visitante con la conexión de su entorno, la contextualización de las colecciones, todo ello relacionado con el tipo de proyecto didáctico que queremos desarrollar.


En lo que tiene que ver con la conexión del entorno, lo habitual es que nos encontremos con museos locales que están totalmente desconectados de la realidad cultural, territorial e incluso de su capacidad administrativa. Es decir, los museos que están aislados de su contexto geopolítico son los más, convertidos en almacenes custodios de una serie de objetos patrimoniales que no explican ni interpretan gran cosa, solo queda a la vista la evidencia de su existencia entras del cristal de las vitrinas - cuando hay vitrinas -, sin aclarar en absoluto, de una manera comprensible para el visitante, sus características con relación a la época y al territorio.


Debemos decir que es cierto que se ven algunas reacciones para mejorar esta realidad del museo hueco, cada vez más instituciones locales y provinciales o estatales se agrupan en redes para obtener ciertas ventajas para la mejora del museo, pero en la mayoría de los casos son básicamente administrativas o que solo se articulan para el préstamo de obras y piezas patrimoniales o para la organización conjunta de actividades.


Es muy importante que el museo local establezca conexiones permanentes con su territorio socio cultural para que sea la base de la comunicación y hacerlo así más comprensible al visitante, todo ello pensado como recurso en la educación patrimonial. Es de valor diseñar también otras conexiones con zonas relacionadas, vínculos con otros territorios, culturas y sociedades a través de los cuales se puede abrir un proceso de comunicación más amplio, enriqueciendo su sentido global para poder abordar el conocimiento del patrimonio desde un punto de vista intercultural.


Para nosotros, además de lo mencionado, es vital el desarrollo de lo que denominamos contextualización del patrimonio, que van mucho más hay de las cartelas, cartelitos, banners, postres, etcétera. La contextualización debe permitir que el proceso de comunicación sea comprensivo y ameno para el visitante, que facilite la asimilación de la información en el puro plano de ocio cultural - diversión - del contenido - discurso expositivo -, para lo cual es necesario la aplicación de la innovación tecnológica tanto en dispositivos y sistemas, como también en soluciones de software (en muchos casos estas soluciones son freeware, es decir, que no tiene coste). Si somos capaces de desarrollar aplicaciones para dispositivos móviles ya no tendremos que comprar los soportes. La cosa se pone bien.


La contextualización adquiere sentido con el diseño y desarrollo de las cuatro dimensiones: espacio, tiempo, funcional y social, pero siempre desde una perspectiva universal - per tutti il mondo -. La contextualización espacio-temporal debe articularse mediante la reflexión sobre el cómo y el cuándo, comprendiendo la evolución y los cambios que se han producido a lo largo de la historia para llegar al desarrollo de una sociedad y una cultura con las características patrimoniales que se muestran. En el caso de la contextualización funcional, tratemos de explicar como los elementos patrimoniales han ido evolucionando su uso a lo largo del tiempo, por lo que adquieren diferente sentido siendo su interpretación diferente dependiendo del tiempo al que pertenecen. No solo debemos fijarnos en su función original, sino en la evolución que han podido sufrir y que está unida a un proceso de evolución cultural Y por último, si hablamos de contextualización social, nos referimos a que el patrimonio puede ser entendido como un recurso social del presente, cuyo valor y significado se ha podido marcar en función de su transformación en el tiempo y su espacio - lugar - para centrar el proceso de comunicación de un patrimonio - colección - concreto.


En la mayoría de los museos locales se impone un modo de comunicación unidireccional, la que se da entre el museo y en dirección al visitante y punto, el público solo es receptor. Si introducimos un guía o con el uso de cuestionarios, la comunicación se convierte en unidireccional pero de doble recorrido, siendo el papel del visitante como emisor muy pobre, casi irrelevante. Esta es la forma de comunicación que debemos cambiar cuanto antes para que los visitantes vuelvan a los museos. La comunicación multidireccional es la solución inmediata, desarrollando propuestas de interpelación entre el patrimonio y el visitante de una manera mucho más dinámica y divertida, intercambiándose continuamente los roles de emisor y receptor, hasta el punto de que se mezclen, generando recursos continuados de valor en el entendimiento de la comunicación del patrimonio entre unos y otros, entre los museos y sus visitantes. La posibilidades de interacción y participación del visitante se multiplica además con el uso de las nuevas tecnologías d ella comunicación, el uso de websites, redes sociales, sin olvidar el uso de talleres y actividades presenciales continuadas, todo ellos pensando en potenciar el nivel de interacción.


Si nos centramos en el hecho puro y duro de lo que es la educación en el museo, podemos planificar más tipos de interacción normalmente dirigidos al aspecto sensorial de la experiencia del museo. Debemos olvidarnos de que el museo es solo vista, en el mejor de los casos de vista y oído. Debemos propiciar la manipulación de objetos sobre todo en museos de ciencia y tecnología, pero no solo ellos. La complicidad entre el museo y los sentidos de los visitantes puede generar experiencias inolvidables, y no solo pensando en personas que tienen alguna limitación sensorial, que también, pero para todo el mundo que busque tener una experiencia en el museo lo más completa posible.


En la pura interacción intelectual está el elemento sorpresa como principal objetivo del museo, de manera que se desarrollen y potencien las reflexiones y conocimientos a nivel individual y colectivo. En realidad nos estamos hablando tanto del hecho intelectual sino a la necesidad de generar emociones, a lo que podríamos denominar la interacción emocional, que se desarrollan trabajando a fondo aspectos como la identidad y los símbolos socioculturales que representan a nivel del individuo y colectivo a su comunidad, de manera que podamos conseguir la implicación del público tanto para la conservación del patrimonio como para su valoración y comprensión histórica en la esencia de su sentido social.


* Algunos archivos multimedia no se muestran en este correo electrónico
pero se pueden ver en el sitio web.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

En 1963, con el apoyo de la Universidad Católica del Norte, inaugura el primer pabellón del actual museo, ubicado en el centro de San Pedro de Atacama, Chile. -- The "atacameños" (people from Atacama) were the founders of the so called "San Pedro Culture" , they established themselves in the Loa's basing and in all the oases of the Atacama's desert.

La historia de este singular museo se remonta a la llegada a Chile del sacerdote jesuita R. P. Gustavo Le Paige, de origen belga, quien en 1955 se radica en San Pedro de Atacama y comienza así, junto con su labor pastoral, su interés por el estudio del pasado atacameño. El Padre Le Paige comenzó a recorrer los cementerios prehistóricos, los talleres líticos y los lugares habitados por la cultura atacameña, donde poco a poco comenzó a recolectar material arqueológico de incalculable valor.




En 1957 inaugura, junto a sus colaboradores, en su casa parroquial el primer museo, el que contenía numerosas piezas prehispánicas (cerámicas, líticos, textiles, metales) y momias atacameñas.



Hasta el año 2007 en el museo se exhibían cuerpos humanos prehistóricos extremadamente bien preservados (conocidos por el público como momias). Sin embargo, en mayo de 2007 el Museo realizó el retiro de estos cuerpos acogiendo la demanda del Pueblo Lickanantay. Actualmente los cuerpos se encuentran en bodegas especiales en el Área de Conservación y Colecciones.

Para el visitante, el museo arqueológico es una visita interesante y obligada, ya que le permitirá conocer los aspectos más relevantes de la historia de San Pedro de Atacama.




En 1963, con el apoyo de la Universidad Católica del Norte, inaugura el primer pabellón del actual museo, ubicado en el centro de San Pedro de Atacama. Este museo cuenta con una colección de aproximadamente 380.000 piezas encontradas en el territorio atacameño, que corresponden al período desde los orígenes de la Cultura San Pedro hasta la llegada de los españoles. 


En la actualidad el museo cuenta con tres pabellones: 1) el hall de exhibición, 2) el pabellón de laboratorios, investigación, biblioteca y documentación y 3) pabellón bodega. 

En 1991 se inauguró, con aportes de Minera Escondida, la Sala del Tesoro, que contiene las piezas arqueológicas confeccionadas con oro.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
http://www.sanpedroatacama.com/museo.htm

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

colaboração: 

Vanči Lipovž



--in


It is estimated that about 11.000 years ago the first towns of the north of Chile were founded, they chose the "puna"region and the gorges of the Atacama desert. 

The "atacameños" (people from Atacama) were the founders of the so called "San Pedro Culture" , they established themselves in the Loa's basing and in all the oases of the Atacama's desert. 










They were the first farmers and therefore the first sedentary group of the country. As the cultivation zone was very little, they constructed terraces in the mountain slopes which were artificially irrigated and fertilized with Llama's guano. Their main economic activity was therefore the agriculture , standing out the cultivation of seven corn varieties, quinoa, beans, Indian fig, cotton, pumpkins, potatoes, dry beans, etc. 

This people also raised Llamas and Alpacas and made use of the meat and wool of these animals. Llamas and Alpacas were also used as a mean of transportation in order to keep a constant commercial exchange with other towns from the coast. 




The "atacameños" showed their artistic developement through pottery, weaves, basketry, wood carving as well as through metallurgy , specially of copper and bronze. Well known are their woodenmade rappee boards and tubes . 

In concern to the religion , it is known that they believed in life after death and that they buried their deaths with clothing and food for the travel to the other life. They adored different forces of the Nature . No temples or oratories have been found. 

The "atacameños" have been the most developed pre-Colombian town of Chile. With the arrival of the Spaniers they show themselves as pacific people receiving the expeditions of Diego de Almagro and Pedro de Valdivia which came to get suply in the oasis by the middle of the XVI century. 

The Mariupol Local History Museum is the oldest museum of Donetsk region, it was founded on the 6th of February, 1920.

Mariupol Local History Museum


Nowadays The Mariupol Local History Museum has nine exhibition halls, there are more than 50 thousand showpieces in its funds.





The exposition of the nature department of the museum gives opportunity to see all the diversity of flora and fauna of the North of Azov. 


The exposition of the presoviet period historical department shows the process of settlement and economical development of the region from the ancient times up to the beginning of the XX century, and the process of soil development in Azov region. 

There are many rarities and interesting archaeological finds of Azov region. Among them the deed of Ekaterina II to Christian Greeks, who were made go out the Crimean khanate and who were settled in the North of Azov, the shroud of 1760, the Gospel of 1811, the materials of the world famous memorial of the Mariupol neolithic burial ground and some others are of the greatest importance.


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The exposition of the soviet period historical department shows the process of development of Mariupol as a large industrial centre of Ukraine, at a difficult period of our history.
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(The soviet period historical department presents the events, that took place in Mariupol from 1917 till 1991 – from the Soviet power establishment up to the USSR dissolution. The events that took place at the given period left a scar on the history of the region: the Civil and the Great Patriotic Wars, Famine-Genocide, repressions, postwar reconstruction. The development of Mariupol as a large industrial centre of the South of Ukraine, a centre of science development, education, healthcare, culture and sport is shown by means of household items, photos, documents, unique showpieces.

In 2001 a new permanent exposition «The City of Mariupol in the Years of Independent Ukraine» was opened. It reflects the whole powerful potential of Mariupol in the sphere of industry as well as the spheres of education, culture, sport.

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At present The Mariupol Local History Museum has filiations:

The Museum of Public Household. The exposition of the museum
shows the peculiarities of the everyday life of the
representatives of different nationalities,
who have settled the territory of Azov region since
 the end of the XVIII century .

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Ukrainians, Russian. Greeks, Jews, German, and their economics and culture;


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The Museum of the History and Ethnography of the
Greeks of Azov region (Sartana). The exposition of the museum
shows the process of Greeks migration from the
Crimean khanate to Azov region in 1778-1780,
the region reclaiming,
the development of agriculture, cattle breeding, trade,
the saving of cultural traditions.

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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti - http://marsovet.org.ua/en/articles/show/article/16

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A Sinagoga Kadoorie Mekor Haim no Porto, Portugal, já tem em funcionamento um novo museu judaico.

Não é apenas um museu, é a História dos judeus no Porto



O Porto é a morada da maior sinagoga da Península Ibérica, e agora um novo museu promete dinamizar as visitas ao espaço. Os objectos expostos respiram a história da comunidade judaica na cidade. Nas vitrinas e nas pequenas salas, encontram-se peças que remetem para os costumes desta comunidade ou memórias dos períodos mais negros como a Inquisição.


O museu que entrou recentemente em funcionamento é a prova de que a comunidade quer dar a conhecer a sua História. O pequeno núcleo museológico existente não estava devidamente organizado para um espaço que no ano passado recebeu cerca de 10 mil visitantes. “Sentimos a necessidade de falar um pouco da História da comunidade judaica no Porto, mais concretamente da época medieval até aos nossos dias”, explica Hugo Vaz, responsável pelo departamento de turismo da Sinagoga Kadoorie Mekor Haim. O facto de não existir, no Porto, qualquer local onde fosse possível descobrir mais sobre a comunidade, com raízes de séculos na cidade, foi uma das razões para este empreendimento.

As entidades governamentais não entraram no orçamento do museu, as famílias de beneméritos e a própria comunidade foram os únicos obreiros. A família Kadoorie, que dá nome à sinagoga e é tida como a referência entre os judeus no Porto, foi a que doou parte dos objectos. E que objectos são esses? Na ala central encontra-se uma placa onde estão registados quase 900 nomes de judeus vítimas da Inquisição no Porto. Esta listagem de homens e mulheres, com os seus primeiros nomes e apelidos, acompanhados de algumas alcunhas, presta homenagem aos que padeceram em nome da religião, “numa época em que o judaísmo era absolutamente proibido em Portugal”, relembra Hugo Vaz.

De 1380 chega a réplica de uma epígrafe encontrada no século XIX sobre a inauguração de uma sinagoga medieval no Porto. Este é apenas um dos exemplos da documentação inédita agora disponibilizada.

O carácter didáctico é literalmente levado à letra com a representação de uma escola judaica (Yeshivah) numa sala. Um espaço que recupera a imagem de um espaço de aprendizagem que já existiu na sinagoga, durante cinco anos, mas que entretanto fechou por causa do ambiente menos favorável do Estado Novo ao judaísmo. A baixa afluência de alunos e a dimensão da comunidade não justificaram a sua reabertura nos dias de hoje.

A figura do capitão Barros Basto, o fundador da Comunidade Israelita do Porto, é a individualidade destacada no museu. Além de estarem expostos objectos relativos à sua vida militar, estão presentes documentos que demonstram um pouco do seu trabalho em prol da comunidade como, por exemplo, correspondência com a família Kadoorie acerca da sinagoga.

Os museus espalhados por todo o mundo dedicados à comunidade judaica foram um guia para este projecto. Aliás, a Sinagoga Kadoorie Mekor Haim tem desde há dois anos um protocolo com o Museu do Holocausto em Washington, ao qual se compromete a providenciar documentos relativos a refugiados judeus no Porto durante II Guerra Mundial.

O regresso do anti-semitismo à Europa, um facto temido depois de ataques como o que aconteceu no museu judaico de Bruxelas, a 24 de Maio de 2014, não é considerado um problema em Portugal. A comunidade sente-se segura e tem a certeza de que vive num país tolerante. “Nós temos segurança na sinagoga, nunca sentimos nenhuma espécie de anti-semitismo no país. Nunca tivemos qualquer tipo de problema”, esclarece Hugo Vaz.

O museu ainda não está totalmente concluído, falta organizar a biblioteca e terminar pequenos trabalhos no acesso às salas de exposição. A inauguração é a 28 de Junho. A cerimónia vai contar com a presença do rabino da sinagoga Kadoorie Mekor Haim, Daniel Litvak e Dale Jeffries, presidente da Comunidade Israelita do Porto.

Na Rua de Guerra Junqueiro já são habituais os olhares curiosos para a sinagoga. É a maior da Península Ibérica e talvez isso justifique o flash contínuo das câmaras fotográficas e dos mais variados dispositivos móveis. Os “fotógrafos” são sobretudo turistas estrangeiros, que querem visitar o espaço.

A sinagoga mostra-se imponente numa rua em que as habitações unifamiliares dominam a paisagem. O portão de um vermelho desgastado e o muro em seu redor são suficientes para demonstrar que este é o local protegido de uma comunidade. Uma comunidade há muito presente no Porto, e que nunca causou estranheza à maioria dos portuenses, ainda que poucos se atrevam a entrar no edifício. Não por medo, mas sobretudo por desconhecimento. Entre comentários e palpites, reina o argumento de que “precisam de ser judeus para entrar”. Hugo Vaz vem desmentir isso.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.publico.pt/local/noticia/isto-nao-e-apenas-um-museu-e-a-historia-dos-judeus-no-porto-1697181

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.