sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Bronx and Havana Museums to Exchange Artwork

The Bronx Museum of Art and Cuba's National Museum of Fine Arts have launched an art exchange initiative that will include two major exhibitions.
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The cooperation began long before the recent thaw in U.S.-Cuban relations.

The Bronx Museum calls it the most ambitious art exchange between U.S. and Cuban museums in more than 50 years.

Some 100 works from the Bronx Museum will be on view in Havana from May 21 through Aug. 16.

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It'll coincide with the 12th Havana Biennial.

In spring 2016, 100 works from the Havana museum will be shown at the Bronx Museum.

Both exhibitions will present works from the 1960s to the present that address identity, urban life and community issues.
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The initiative also will include educational and public programs and a dual-language publication.

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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  http://www.Newsmax.com/US/bronx-havana-art-exchange/2015/01/23/id/620320/#ixzz3PhBXTGxr


Histoire du Louvre Du château au musée

Visiter le Louvre permet de découvrir, au travers des collections, l’art occidental du Moyen Age à 1848 et de nombreuses civilisations antiques, mais invite aussi à une autre histoire. Le grand palais qui accueille le musée et dont l’origine remonte à la fin du XIIe siècle est une véritable leçon d’architecture : de 1200 à 2011, les architectes les plus novateurs se sont succédé pour bâtir et amplifier le Louvre. Longtemps siège du pouvoir, cette demeure royale qui hébergea également les chefs d’État français jusqu’en 1870 est aussi l’un des grands théâtres où s’est jouée l’histoire de Paris et celle de la France.

La chute de l’Empire, la destruction des Tuileries et l’éloignement du pouvoir auraient pu marquer pour le Louvre le triomphe du musée. En réalité, le début de la IIIe République est une période difficile pour l’institution. Le palais est envahi par de nombreuses administrations dévoreuses d’espaces, en particulier le ministère des Finances qui occupe tous les locaux de l’ancien Ministère d’Etat (qu’il ne quittera qu’en 1986). En 1905, l’Union centrale des arts décoratifs – une association dont le but est de promouvoir les arts appliqués – obtient la concession du pavillon de Marsan et d’une partie de l’aile attenante qu’elle occupe toujours aujourd’hui. Par ailleurs, le musée ne dispose que de faibles crédits dans un contexte de concurrence accrue sur le marché de l’art entre les grandes institutions européennes. Deux événements malheureux semblent résumer cette période délicate : l’achat en 1896 de la tiare de Saitapharnès qui se révèle être un faux et le vol de la Joconde en 1911.
Ces difficultés en doivent pas faire oublier d’autres avancées : la présentation à partir de 1883 de la Victoire de Samothrace au sommet de l’escalier Daru, la création d’un fonds d’acquisition pour les grands musées et aussi d’un organe de mutualisation de leurs moyens et besoins : la Réunion des musées nationaux. Les conservateurs du musée ont également la possibilité par la création de l’école du Louvre de faire connaître et de diffuser leurs recherches. L’ambition universaliste du Louvre se poursuit en particulier grâce à l’acquisition de généraux donateurs : Ernest Grandidier donne en 1894 sa collection d’objets chinois et japonais (aujourd’hui présentée au musée Guimet) et le legs de la baronne de Gléon en 1912 permet de créer une section d’art islamique (qui n’ouvrira qu’après la Premier Guerre Mondiale).


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.louvre.fr/histoire-du-louvre/periode-5

Barba de Tutancâmon é colada com massa em museu no Egito

Funcionários dizem que reparo com material inadequado foi ‘grosseiro’. Máscara do faraó está entre principais atrações de Museu Egípcio, no Cairo.



A máscara do faraó Tutancâmon exposta no Museu
Egípcio, no Cairo, em foto de julho de 1996 (Foto:
AP Photo/Mohamed El-Dakhakhny)

Curadores do Museu Egípcio, no Cairo, dizem que a barba trançada azul e dourada de uma máscara do famoso faraó Tutancâmon foi grosseiramente colada com massa para fixação depois de ser quebrada durante sua limpeza.

O museu, que muitos arqueólogos e restauradores criticam por não manter padrões de manutenção profissionais, é um dos principais pontos turísticos da cidade. A máscara de Tutancâmon e outros itens encontrados em sua tumba são suas maiores atrações.

Funcionários contatados por telefone pela agência AP na quarta-feira (21) deram diferentes versões sobre quando o acidente aconteceu, no ano passado, e se a barba foi arrancada por acidente ou removida por já estar solta.

Eles concordam, no entanto, que foram dadas ordens para que o reparo fosse feito rapidamente, e que foi usado um material inapropriado, do tipo epóxi. Todos falaram sob anonimato por medo de represálias.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/barba-de-tutancamon-e-colada-com-massa-em-museu-no-egito.html

Museu Hergé da Bélgica cancela exposição sobre 'Charlie Hebdo'

O Museu Hergé de Louvain-la-Neuve no centro da Bélgica, decidiu cancelar por razões de segurança uma exposição em homenagem à revista francesa Charlie Hebdo que seria inaugurada nesta quinta-feira (22), anunciou o adminisrador Nick Rodwell.

Em um comunicado, Rodwell informou ainda que não exclui reestudar esta decisão se o nível de segurança melhorar nos próximos dias ou semanas.

Rodwell, que se casou com a viúva de Hergé, Fanny, cuida dos interesses e difusão da obra do desenhista e criador de Tintin, falecido em 1983.

Há uma semana, a Bélgica elevou a três seu nível de alerta, em uma escala de quatro. As autoridades tomaram esta decisão depois de uma série de operações no país em 15 de janeiro para desmantelar grupos extremistas que representavam um risco de 'atentados iminentes'

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/museu-herge-da-belgica-cancela-exposicao-sobre-charlie-hebdo.html

Doze galerias portuguesas na ARCO Madrid 2015 dedicada à Colômbia



Doze galerias portuguesas vão participar na 34.ª edição da feira de arte contemporânea ARCO Madrid 2015, de 25 de fevereiro a 01 de março, que terá a Colômbia como país convidado, de acordo com a organização.

Segundo o sítio na internet do certame, da responsabilidade da Feira de Madrid (IFEMA), globalmente vão participar este ano 212 galerias de 30 países.

A maioria das galerias estará no programa geral, ao qual acresce a ArcoColombia, com as galerias do país convidado, e ainda o programa Opening e SoloProjects.

De Portugal vão estar presentes, de Lisboa, a 3+1 Arte Contemporânea, a Galeria Baginski Projetos, a Carlos Carvalho - Arte Contemporânea, a Galeria Cristina Guerra, a Galeria Filomena Soares, a Galeria Graça Brandão, a Galeria Murias Centeno, Galeria Pedro Cera e Galeria Vera Cortés.

Do Porto, estarão a Galeria Quadrado Azul e a Kubik, e ainda, de Braga, a Galeria Mário Sequeira.

Este ano, a organização registou um aumento das galerias estrangeiras, que constituem 71 por cento do total, segundo o sítio da ARCO Madrid, na internet, com um crescimento importante nas originárias da Europa e da América Latina.

Pelo quarto ano consecutivo, será realizado o Encontro de Museus da Europa e da Iberoamérica.

Este encontro é dirigido pelo curador português João Fernandes, atual subdiretor artístico do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, de Madrid, e Cuauhtémoc Medina, curador chefe de Museo Universitario Arte Contemporáneo (México).

A Colômbia estará representada por uma dezena de galerias, selecionadas pelo comissário independente Juan A. Gaitán, que apresentará 20 jovens artistas, entre os quais David Peña, Icaro Zorbar, Marcela Cárdenas e Ricardo León.

Em Bogotá existem atualmente 60 galerias de arte, como a Valenzuela Klenner, a La Cometa, a Casas Riegner e a Nueveochenta, e 58 museus, entre os quais o Museu Nacional da Colômbia e o Museu de Arte Contemporânea, uma realidade que a ARCO Madrid pretende ter este ano em foco no certame.

Como convidados, vão passar pela ARCO Madrid, delegações, entre outros, do Tate Americas Foundation, Philadelphia Museum of Art, Museum of Contemporary Art Detroit, Dallas Contemporary, San Francisco Museum of Modern Art, Los Angeles County Museum of Art e do Perez Art Museum Miami. 
 
 
fonte: @wsiaonmariotti #edisonmariotti http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=799065&tm=4&layout=121&visual=49

Museos de Bután · en MUSEO, RELATO, VIAJES.

No es un lugar ordinario precisamente. Este reino del Himalaya, dónde se cree que se encuentra la ciudad perdida de Shangri-La, tiene la reputación de ser un país misterioso y mágico, un lugar donde las creencias budistas comienzan a enlazar con la apertura a la globalización. Una verdadera lástima. En cualquier caso, Bután es un país sorprendente, dónde el arroz es rojo y lo picante abarca todo lo que pasa por la boca. Los butaneses están orgullosos de su país y sus tradiciones, con una aproximación al mercado turístico con mucho control para no verse desbordados, alejando el peligro de una posible pérdida de identidad, algo que es responsabilidad de la Secretaría de Desarrollo Sostenible de Bután. En realidad no ponen límite en el número de visitantes en el país, solo que los que lo visitan estarán obligados a gastar 250US$ todos los días, haciendo de este destino uno de los más caros del mundo. En otras palabras: mochileros abstenerse. Gastar ese dinero allí está totalmente justificado.

Los orígenes del país se remontan al siglo VIII de nuestra era, con la llegada del budismo por los tibetanos y la expansión de su imperio hacia el territorio que hoy en día es Bután. No obstante, hasta el siglo XVII la población del territorio estuvo siempre en continuas guerras, pero el líder militar tibetano Shabdrung Ngawang Namgyal los unificó y comenzó a expandir el territorio. Posteriormente, algunas de las tierras conquistadas recurrieron a la Compañía Británica de las Indias Orientales, con el fin de que ellos les ayudasen a expulsar a los invasores. Esto se resolvió mediante un acuerdo de paz por el que Bután se retiraría a sus fronteras de 1730, aunque siguió habiendo enfrentamientos. Tras ello, derrotados, se unieron al Raj británico, el cual se independizó del Reino Unido en 15 de agosto de 1947 dando lugar a la India. Después, se independizó del Raj el reino de Bután dos años más tarde, firmando un acuerdo con los indios para que mantuviesen sus relaciones exteriores. Tras ello, gobierna la dinastía Wangchuck, que desde entonces ha introducido diversas medidas económicas y políticas, como el índice de la Felicidad Nacional Bruta como indicador principal de desarrollo, en lugar de la economía. En 2006, el rey Jigme Singye Wangchuck abdicó en su hijo Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, pero no fue coronado hasta 2008. Un año antes se habían realizado las primeras elecciones parlamentarias del país, y tiempo después entró en vigor la primera constitución. La mayor parte de la población trabaja para el sector agrícola y ganadero, aunque los que más peso económico tienen son los industriales y de servicios (fuente: Wikipedia).

Ahora, nos vamos de museos…

1. Museo Nacional de los Textiles de Bután (no dispone de website) | Thimphu



Vale la pena su visita y así aprender acerca de la tradición en el arte de tejer de Bután. Es un museo que opera desde el año 2001, atrayendo la atención internacional por su impresionante colección textil. La planta baja se centra en trajes Cham, mientras que la planta superior presenta las principales técnicas de tejido, estilos de vestir locales y las diferentes piezas de textiles realizados por mujeres y hombres butaneses – el gentilicio no suena muy bien la verdad, nos los imaginamos a todos con monos naranjas -. Normalmente hay un pequeño grupo de tejedoras que trabajan sus telares dentro de la tienda del museo, que cuenta con el trabajo del famoso centro de tejido de Lhuentse en el noreste de Bután. Cada persona, en esta caso mujeres casi todas, muestran una etiqueta con el nombre de la tejedora, con precios que van desde los 1500 a los 25.000 Nu Nus. Cuando visitamos el museo estaba en el proceso de mudarse al otro lado de la carretera, estrenando su impresionante nueva casa delante de la Real Academia Textil. El nuevo museo albergará un centro de conservación, tienda y cafetería, mientras que un centro de tejido especial operará en la academia adyacente. Es un país moderno, esa es la verdad.

2. Museo Phelchey Toenkhyim de las Costumbres Tradicionales de Bután | Thimphu



El Phelchey Toenkhyim (Museo del Patrimonio Folclórico) fue inaugurado el 28 de julio de 2001 por Su Majestad, la Reina Ashi Dorji Wangmo Wangchuck, quien es la fundadora y patrona única del Museo. La restauración del edificio del museo, el paisaje, y la adquisición de los objetos fueron dirigidos por la ONG suiza Helvetas y el Gobierno del Reino de Bután. La Secretaría de Desarrollo Sostenible también contribuyó de manera fundamental a la adquisición de objetos que ahora se exhiben. El museo Phelchey Toenkhyim se dedica a conectar a aquellos que lo visitan con el pasado rural de Bhután a través de la exposición de objetos y artefactos utilizados en los hogares rurales locales, con demostraciones de costumbres rurales, tradiciones, hábitos y habilidades; programas educativos para niños sobre la vida rural en Bután, la investigación y el documento vivo de la vida rural. La exposición principal de la colección es el propio edificio del museo, que es una construcción de barro y madera tradicional de tres plantas, restaurada para albergar el museo. El diseño y la forma de la casa es la de un hogar medio en la zona de Wang durante mediados del siglo XIX. La edad de la estructura demuestra la durabilidad y el rendimiento de los materiales de construcción que se empleaban. Desde el suelo a la planta superior, se pueden ver objetos domésticos, y herramientas convencionales del medio rural. Cada visita a la Phelchey Toenkhyim es una experiencia única porque las actividades que programa el museo siguen la dinámica estacional cambiante, cada periodo de tiempo se renueva todo lo que oferta el museo.

3. Museo Nacional de Bután | Paro Taa Dzong



El Museo Nacional de Bután es una de las pocas instituciones educativas que interpretan la historia y la cultura del país a través de sus exposiciones. La muestra se completa con la organización de simposios sobre la cultura y costumbres populares, la publicación de resultados y la conservación de objetos. El departamento de investigación del museo cuenta con una rica variedad de artefactos de todo el país que representan diferentes épocas , desde el 4.000 antes de C. hasta la actualidad. Una visita por las galerías muestra la transición del país a partir de la edad de piedra a un moderno país mahayanista budista y un reino multicultural que llega a nuestros días con su patrimonio prácticamente intacto. El museo está diseñado sobre conceptos de especialistas conocedores de las tradiciones del país, con la ayuda y colaboración de estudiantes, estudiosos e incluso turista, buscando ofrecer a cada visitante una experiencia rica y colorida. El Museo Nacional realiza una función esencial como preservador y promotor de los valores culturales butaneses. Ese esfuerzo por la mantener la defensa de la cultura está liderado por los Nueve Dominios de la Felicidad Nacional, el nombre que allí se le da a la filosofía y directrices para el desarrollo nacional.

4. Museo Instituto de la Medicina Tradicional de Bután (sin website) |Thimphu



Fundado en 1978, esta tradicional instalación gubernamental exhibe, investiga, prepara y distribuye los productos de la herbolaria tradicional y otros medicamentos de origen natural. Los pequeños exhibidores del museo muestran ingredientes que van desde las hierbas y minerales, elementos que provienen de partes de mamíferos, reptiles e insectos, metales preciosos y gemas. El instituto recoge las plantas medicinales desde los lugares remotos del Himalaya desde Bután hasta Lingzhi, Laya y Lunana y luego los distribuye en forma de píldoras, tabletas, ungüentos y tés medicinales a las unidades de atención de salud regionales en todo el país. De particular interés es el goenbub yartsa (cordyceps), un curalotodo que proviene de zonas altas y que allí es conocido como la “Viagra del Himalaya” que en realidad es una oruga que se ha momificado con la colaboración de un hongo. El curioso “gusano de la raíz” se vende por hasta 25.000 dólares americanos por kilogramo en China. Si te sientes indispuso, allí en el instituto museo podrán decirte que te pasa analizando tus flatulencias – sí, habéis leído bien -, bilis, mocos, saliva y flema para prescribirte los medicamentos que necesitarás para prescribirte tratamientos adecuados, y todos de forma gratuita – si has pagado los 250US$ diarios, por supuesto. SER muestra también la raíz Lasgang, que se dice que hace maravillas para el dolor de garganta; no estamos muy seguros para que guardan un cálculo biliar de elefante. Mejor no preguntar.

5. Museo Ta Dzong (sin website) | Trongsa



Este es el museo que nos enseña la crónica de los últimos 100 años de Bután, narrando la historia de la monarquía. El museo Ta Dzong sirvió como una torre de vigilancia desde hace siglos siendo un edificio de cinco pisos. El museo cuenta con total de once galerías. Una de ellas está totalmente dedicado a la dinastía Wangchuck, otro muestra la historia y el significado de la ciudad de Trongsa Chhoetse Dzong. En la exposición del museo se puede ver el Namza real (vestido) y la corona Raven de la Primera Reina Druk Gyalpo Ugyen Wangchuck, con 500 años de edad (la corona), túnicas de Yongzin Ngagi Wangchuk fundador de la Trongsa Dzong en el año 1543, es una preciada posesión del museo.

6. Museo Ogyen Chholing | Paro Taa Dzong



La familia que regenta Ogyen (o Ugyen) Chholing ha convertido el complejo en un museo para preservar su legado y proporcionar un lugar para los estudios religiosos, la investigación y la soledad contemplativa. Las exposiciones son verdaderamente fascinantes y muy bien descritas, ofreciendo perspectivas reales del estilo de vida de una familia noble de Bután. Destacan la exposición de un libro de adivinación, un traje de danza dakini hecha de hueso y la ancestral “receta” de que el estiércol de yak es uno de los ingredientes para fabricar la famosa pólvora de Bután. Traed linterna ya que está todo bastante oscuro en el interior del museo. El complejo es gestionado a través de la Ogyen Chholing Trust, que produce un excelente folleto museo, todo hay que decirlo.

Y no hay más, ya sabéis que es un país chiquitín, pero su tamaño no quita para que sea uno de los más bellos y exóticos del mundo. Por eso finalmente le hemos querido dedicar una entrada completa y no compartida con Nepal, como os habíamos dicho hace una semana. Ambos países se merecen entradas independientes aunque sean pequeños y dispongan de poquitos museos.

BIBLIOGRAFÍA:

ESCAMILLA, D.
La semilla de la felicidad
Editorial Plataforma, 2012
Resumen del libro: Hasta hace muy poco la felicidad tan solo ha sido un concepto teórico, filosófico y poético. Algunos han dicho que se trata de una aspiración legítima, mientras que otros se han atrevido a afirmar que es una utopía imposible de alcanzar. Pero en los últimos años la felicidad ha empezado a concretarse, incluso formando parte de algunos programas políticos, de encuestas y de indicadores sociales, como el FIB (Felicidad Interior Bruta). Y toda esa revolución silenciosa empezó en el lejano reino de Bután, un pequeño país en la cordillera del Himalaya, a medio camino entre India y China. Gracias a aquel gesto lleno de sensibilidad y de sentido común, por primera vez en la historia, unos gobernantes decidían adoptar una actitud valiente, atreviéndose a preguntarles a sus propios ciudadanos si, más allá de llegar o no a final de mes (PIB), eran realmente felices (FIB).

KROLL, K.
Secretos en la nieve
Editorial Cuento de Luz, 2014
Resumen del libro: Secretos en la nieve es una asombrosa historia ambientada en Bután, llena de exotismo y aventura, un canto a la naturaleza y a las montañas mas altas de nuestro planeta azul.

D. WILLIAMSON, M.
Memorias de la esposa de un diplomático en el Tibet (y Bután)
Editorial El Viento, 2012
Resumen del libro: En marzo de 1933 parte del puerto de Liverpool con destino a Calcuta para casarse con un diplomático. De inmediato emprenden viaje a tierras de Bután – donde el matrimonio establece una estrecha amistad con la familia real -, y luego, a través de la cordillera del Himalaya, llegan al Tibet. En Lhasa conocen al décimo tercer dalai lama y visitan los tres grandes monasterios que albergan a más de veinte mil monjes. Antes que Margaret, sólo cuatro mujeres occidentales habían llegado a Lhasa. No sabían entonces que en esa ciudad moriría Derrick dos años después, el 17 de noviembre de 1935. Margaret regresa a Inglaterra, para residir en Oxford hasta su muerte.

Foto principal y redes sociales: Wild Earth Journeys
 
 
 

Diretora de Serralves quer mostrar que museu tem "classe mundial"

A diretora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Suzanne Cotter, que assinala este mês dois anos no cargo, quer aumentar a perceção da instituição como um espaço de calibre mundial.

 
Numa entrevista com a Lusa, Cotter disse encarar Serralves como "um dos museus mais únicos do mundo (...), não por causa do seu tamanho ou do âmbito universal da sua coleção, mas por causa da escala, arquitetura, local e jardins".


Diretora de Serralves quer mostrar que museu tem classe mundial



A australiana, para quem os dois anos passaram como se tivesse sido apenas um, afirmou que gostava de "aumentar ou alargar a perceção de Serralves como um lugar que é realmente uma instituição de classe mundial", que, apesar de ter noção de que é uma "grande ambição", não pensa ser "irrealista".

Com a noção de que Serralves não poderá ser concorrente de instituições como o Centro George Pompidou, em Paris, Cotter recorda que, devido ao pouco número de museus de arte contemporânea em Portugal é "mais importante ter um espírito de comunidade" em que todos precisam uns dos outros.

"Sempre senti que é importante que nos apoiemos porque o nosso trabalho é difícil. As pessoas fazem coisas muito importantes em lugares diferentes e temos de reconhecer que não podemos fazer tudo", explicou a diretora do museu.

Suzanne Cotter, que se classifica como uma "interessada cidadã temporária de Portugal", reconhece que seria bom pensar que teriam mais fundos à disposição, mas sendo uma "idealista e também uma pragmatista" não considera isso um fator impeditivo para o trabalho de programação.

"Somos afortunados porque sei que alguns dos nossos colegas em Lisboa não podem antecipar nada para lá dos seis meses. É duro", disse a diretora da instituição, que elogiou quer a administração da Fundação de Serralves quer o Executivo camarário, cujas declarações sobre a importância da Cultura são "música para os ouvidos".

Sobre a relação entre o público e a programação, Cotter sublinhou que "os públicos em Portugal são extremamente curiosos e muito generosos e preparados para gostar de algo", mesmo tendo em conta que a "arte contemporânea pode ser muito difícil se não se está equipado com certas ferramentas que ajudem a explicar certas escolhas: uma luz a piscar, porque é que é arte? É esse o desafio do museu".


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.noticiasaominuto.com/cultura/337880/diretora-de-serralves-quer-mostrar-que-museu-tem-classe-mundial