quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Museu da Música ( .pt )

O Museu da Música é uma instituição tutelada pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) onde se encontra uma das mais ricas coleções instrumentais da Europa, além de vários espólios documentais e os acervos fonográfico e iconográfico.
 




Está aberto ao público desde 26 de Julho de 1994 na estação do metropolitano Alto dos Moinhos, beneficiando de um protocolo de mecenato assinado entre o ex-Instituto Português de Museus e o Metropolitano de Lisboa.

O Museu tem como missão salvaguardar, conservar, estudar, valorizar, divulgar e desenvolver os seus bens culturais, promovendo o património musicológico, fonográfico e organológico português, tendo em vista o incentivo à qualificação e divulgação da cultura musical portuguesa.

Esta missão traduz-se num conjunto de atribuições onde se inclui a salvaguarda e estudo das coleções, incorporação de novos espécimes, realização de exposições temporárias, edição de publicações, realização de visitas educativas, recitais, conferências e outros eventos.


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Arsénio Martins & Aroma Jazz Trio
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Arsénio Martins & Aroma Jazz Trio .O pianista e compositor Arsénio Martins estará no Museu da Música para um concerto com o Aroma Jazz Trio, formado por Mateja Dolsak (Saxofones), Ricardo Marques (Contrabaixo) e Ricardo Quintas (Bateria). Organização: Associação de Amigos do Museu da Música. Entrada 5,00.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Arsénio Martins conta já no seu currículo com vários discos gravados. Actualmente, desenvolve a sua actividade entre quatro paises: França, Itália, Espanha e Portugal. O seu repertório é interpretado por duas formações, o Aroma Jazz Trio (contrabaixo, saxofone e percussão) e o Arsénio Martins Ensemble (piano, violoncelo e clarinete)

DISCOGRAFIA:
- Notas Brancas (1996)
- A cor dos anjos (1999)
- A luz nas lágrimas (2000)
- Na margem do Prazer (2008)
- Sorrisos invisiveis (2011)
- Gadir (2012 )
- The poetry project (2014)
- A llha fria (em preparação)

+ INFO: www.myspace.com/arseniom



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.:: Falando de amor

Leticia Vasconcellos A cantora Letícia Vasconcellos, acompanhada pelo pianista Glauco César II, apresentam um concerto romântico e divertido para a noite de 14 de Fevereiro, Dia dos Namorados. Organização: Associação de Amigos do Museu da Música. Entrada 5,00.

Apostando numa mistura de música popular com erudita, este duo interpreta músicas de compositores brasileiros como Pixinguinha, Tom Jobim, Villa Lobos, Zequinha Abreu e Claudio Santoro.

LETÍCIA VASCONCELLOS é natural do Rio de Janeiro e vive actualmente em Lisboa, tendo iniciado a sua formação em canto clássico. Interpreta habitualmente um repertório constituído maioritariamente por Bossa Nova e Música Popular Brasileira (MPB), do qual fazem parte algumas das mais inesquecíveis melodias brasileiras.

GLAUCO CÉSAR II é formado em música/piano pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Foi professor do Conservatório Pernambucano de Música e pianista acompanhador de diversas óperas. Paralelamente, trabalhou com música popular em grupos, onde tocava composições da sua autoria. Foi vencedor de diversos prémios de execução pianística. Teve aulas e master classes com grandes mestres como Eumir Deodato, Ancuza Aprodu, Maximiliano Genot, Elyana Caldas, Marlos Nobre e António Pinho Vargas. Encontra-se, actualmente, a finalizar o mestrado em música/composição na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML).


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.:: Ciclo de Filmes Mudos Musicados


Charlie Mancini O músico e performer Charlie Mancini apresentará no Museu da Música 6 sessões de filmes mudos musicados ao vivo. A primeira realiza-se já no dia 18 de Fevereiro com as curtas-metragens “A Cabra” (1921) de Buster Keaton e “O Emigrante” (1917) de Charlie Chaplin. Entrada 5,00.

Com recurso a piano, sintetizador e guitarra, Charlie Mancini acompanhará musicalmente as projeções, apresentando e contextualizando as diferentes curtas-metragens em sessões com uma duração aproximada de 60 minutos, realizadas no Museu da Música, sempre à quarta-feira, às 19:00 h. Organização: Associação de Amigos do Museu da Música.

Charlie Mancini reside em Sines, onde desenvolve o seu trabalho, nomeadamente no Centro de Artes de Sines. Do seu currículo constam inúmeras atuações, por exemplo, em Setúbal, na Casa da Cultura, ou em Budapeste, onde colaborou com o Centro de Língua Portuguesa de Camões, projetando cinema português da década de 30.

SINOPSES DOS FILMES PARA A PRIMEIRA SESSÃO:

The Goat (A Cabra) – Comédia
Filme mudo de 1921, norte-americano, do género comédia, filmado, escrito, realizado, e protagonizado por Buster Keaton. Representa bem o jovem Keaton no auge das suas forças e está sem dúvida entre as melhores curtas alguma vez realizadas.

The Immigrant (O Emigrante) – Comédia
Filme de 1917, norte-americano, do género comédia, dirigido por Charles Chaplin. A cena na qual o personagem de Chaplin pontapeia um agente foi citada posteriormente como evidência da sua posição contra o ‘americanismo’ quando foi forçado a deixar os Estados Unidos em 1952. Chaplin manteve-se acordado por 4 dias e 4 noites enquanto editava ‘The Immigrant’. Esta curta é também conhecida por ‘Broke’.

CICLO DE CINEMA MUDO:
- 18/02/2015 – A Cabra (1921) - Buster Keaton / O Emigrante (1917) – Charlie Chaplin
- 18/03/2015 – Viagem à Lua (1902) / Alice no país das maravilhas (1903) / Felix, o gato (1919)
- 15/04/2015 – Charlot (curtas de 1915 a 1917)
- 13/05/2015 – a anunciar oportunamente
- 24/06/2015 – a anunciar oportunamente
- 08/07/2015 – a anunciar oportunamente


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museudamusica.pt/index.php?option=com_content&view=article&catid=49%3Anovidades&id=840%3A-ciclo-de-filmes-mudos-musicados&Itemid=98&lang=pt

MUMA unveils glass and brick extensions to Manchester's Whitworth gallery



The Whitworth gallery in Manchester has reopened following an extensive renovation by London architecture studio MUMA that included the addition of two new glass and brick gallery wings (+ slideshow).








MUMA added the two extensions – one glass and stainless steel, and the other red brick – to the rear of the existing 19th-century building located in Whitworth Park, Manchester.




Related story: Hauser & Wirth's Somerset gallery is housed within historic farm buildings



The two new wings double the gallery, learning and storage zones of the 125-year-old gallery, which is part of the University of Manchester.



Strips of brickwork patterned like the teeth of a zip run down the street-facing aspect of the brick wing. The structure is topped by a large glass dormer window that allows daylight to reach a ground-floor gallery space.



A new study centre is located adjacent to the collection storage area in the basement, and is connected to a further learning centre housed in the lower floor of the neighbouring wing.



A glass promenade, used as a gallery space for landscape and large-scale sculptural works, provides a ground-floor link to a glazed cafe with views of the adjoining park.



"Drawing on the Whitworth's heritage as the first English gallery in a park, the new wings create an art garden between them and is connected by a glass promenade gallery overlooking the surrounding landscape," said a statement from the gallery.



Renovation of the existing building included the restoration of three barrel-vaulted ceilings over the exhibition spaces and the reopening of Edwardian staircases that connect to the first floor gallery and a grand hall.



A large window in the centre of the existing building creates a sight-line into the new exhibition space and connecting gallery.



Two areas of landscaping, named Art Garden and Orchard Garden, were designed by landscape architect Sarah Price.



The first, located between the two extensions, will be planted with grasses and sculpted evergreen hedges clipped to look like clouds, while the second will feature banks of wildflowers. Over 90 sculptures will be displayed in these gardens.



The Whitworth reopened to the public on 14 February with an exhibition by British sculptor and installation artist Cornelia Parker.

Paintings, drawings, sculptures and textile pieces from the gallery's permanent collections, which include over 55,000 historical and contemporary items, are also on show.



The £15 million renovation was aided by grants from the Heritage Lottery Fund and The University of Manchester.



Arts Council England provided an additional £1.8 million to completed the refurbishment, which will include an improved entrance and a sculpture terrace.

Photography is by Alan Williams. Lower ground floor plan – click for larger imageGround floor plan – click for larger imageFirst floor plan – click for larger imageLong section – click for larger imageCross section one – click for larger imageCross section two – click for larger imageCross section three – click for larger image
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The Rijksmuseum in Amsterdam will next week open a remodelled exhibition wing, as the second and final phase of the major renovation by Spanish firm Cruz y Ortiz Arquitectos (+ slideshow). More »

Related movie: Jacques Herzog: The Pérez Art Museum "is a naked structure"


Jacques Herzog of Herzog & de Meuron explains how the Pérez Art Museum Miami was designed so that everything is visible and there is no strict barrier between inside and outside. Larger version + story »

Friday Lates - On Friday 16th May, as part of Museums at Night, our guests partied like Londoners in 1914!


Heritage vehicle outingsPartner eventsFamily activities


Location: Covent Garden
Tickets: Adult £10; Concession £8
Please note our Friday Late events are for adults aged 18 and over only








Join us as we bid farewell to the Goodbye Piccadilly exhibition exploring the life of Londoners during the First World War which heralded a new London and the dawn of the jazz age. An evening bursting with activities, workshops, illustrated talks and live music from the KD jazz and dance orchestra band.

FridayLate farewellleicestersquare 2015

Highlights include:

Enjoy our illustrated curator talk on the transition from post-war depression to the boom years of the 1920s.


Travel back through the decades to a not-so-innocent age as Lucinda Gosling from the Mary Evans Picture Library conducts a tour of the highlights and low lives of early 20th century London nightlife - from law-breaking nightclubs and risqué cabaret performances to the rise of drug culture and adultery scandals.
Indulge in some award winning cocktails from Erik Lorincz, head bar tender from the American Bar at the Savoy who will be designing the evenings one off speciality cocktail and delivering a talk on the history of the cocktail and the American bar.


Brighten up your look with the lipstick and curls beauty parlour ladies and their vintage make up magic.


Try your hand with our art deco workshop and design and create a flapper style headband or decorative pocket square.


Test your knowledge with our fun and friendly pub quiz, this is no time to get in a flap as there are prizes to be won! 


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ltmuseum.co.uk/whats-on/events-calendar/friday-lates





Nantes: Et si vos anciens biberons, berceaux et joujoux entraient au musée?

Vous conservez précieusement des bracelets de naissance, tétines ou autre petits jouets de votre enfance? Alors vous intéressez le château des ducs de Bretagne! Afin de réaliser une grande exposition sur le thème de l’enfance à Nantes au XXe siècle, en 2019, le musée lance une grande collecte d’objets liés à la thématique. «La collecte est circonscrite aux témoignages concernant des enfants et adolescents, de leur naissance à leur majorité (21 ans jusqu’en 1974 puis 18 ans), habitant la métropole nantaise au cours du XXe siècle», indique le château.
 
Nantes, le 7 septembre 2014: le château des ducs de Bretagne
Nantes, le 7 septembre 2014: le château des ducs de Bretagne - Frederic Brenon / 20 Minutes
 


Toute personne désireuse d’apporter carnets de santé, biberons et bavoirs, mobiles, photos de famille ou autre babygros peut donc s’adresser au service de la conservation du musée (02.51.17.49.00). Ces objets permettront de mieux appréhender la naissance, l’évolution du contexte familial, social et médical de l’arrivée d’un enfant.
Des milliers d'objets réunis

Grâce à ce type de collectes, dont la première a été lancée il y a sept ans, le musée a réuni des milliers d’objets qui ont permis d’enrichir les collections, en plus des acquisitions. L’exposition «En guerres», qui a fermé ses portes en 2014, contenait d’ailleurs 500 affiches, vêtements ou photos données par des familles, après cinq ans de collecte.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  http://www.20minutes.fr/nantes/1533603-20150204-nantes-si-anciens-biberons-berceaux-joujoux-entraient-musee

Ibram disponibiliza novas publicações na área de museus



O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tem três novas publicações disponíveis em sua página para consulta ou download gratuito. Um dos documentos, Museus e a Dimensão Econômica: da Cadeia Produtiva à Gestão Sustentável, apresenta os resultados do primeiro estudo sistêmico da cadeia produtiva dos museus brasileiros.

A pesquisa, realizada em âmbito nacional, abrange informações de diversas fontes referentes ao campo museal no período entre 2007 e 2013. Fruto de parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), a iniciativa contempla a dimensão econômica dos museus e promove uma reflexão sobre os profissionais que atuam nos museus e o mercado de trabalho.

O levantamento ainda traça uma análise ambiental por meio do desenho da cadeia produtiva e das atividades econômicas dos museus, e apresenta ainda o desafio da sustentabilidade no tocante à gestão das instituições museológicas brasileiras.

Prospecção e turismo

Também já está disponível on-line o livro Encontros com o Futuro: Prospecções do Campo Museal Brasileiro no Início do Século XXI, lançado, em sua edição impressa, durante o 6º Fórum Nacional de Museus, realizado em Belém (PA), em novembro de 2014.

O trabalho foi desenvolvido em conjunto entre Ibram e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e tem como objetivo principal apontar tendências do campo museal brasileiro a respeito de temas variados que permitam inferir possibilidades de atuação, em diferentes cenários, em um horizonte de 10 anos.

Outra publicação, também disponível em edição impressa, trata da relação entre turismo e cultura. Desenvolvido pelo Ibram, em parceria com o Ministério do Turismo, Museus e Turismo, em edição revisada, permite a identificação de possibilidades de diálogo e inovação nos dois campos e traz ainda dicas sobre como as áreas de museus e do turismo podem funcionar em apoio mútuo.

Acesse todas as publicações já editadas pelo Ibram.


Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Instituto Brasileiro de Museus

Museu Théo Brandão abre inscrições para oficina de frevo em Maceió


Inscrições são gratuitas e devem ser feitas até a próxima terça-feira (10). Interessados precisam contatar o museu pelo telefone (82) 3214-1711.



Museu Théo Brandão oferece oficina de frevo
(Foto: Ascom/MTB)


O Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore (MTB) está com inscrições abertas, até a próxima terça-feira (10), para uma oficina de frevo. Os interessados em aprender a dança devem contatar a secretaria do MTB, através do telefone (82) 3214-1711 e efetuar sua inscrição gratuitamente, das 8h às 17h.

Com vagas limitadas, as aulas acontecem entre os dias 11 e 13 de fevereiro, das 15 às 17h, no próprio museu. A oficina será ministrada pela professora Joyce Santos.

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2015/02/museu-theo-brandao-abre-inscricoes-para-oficina-de-frevo-em-maceio.html 

Serviço
Oficina de frevo
Onde: Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore - Avenida da Paz, 1490 - Centro
Quando: 11 a 13 de fevereiro
Horário: 15 às 17h
Inscrições gratuitas
Mais informações: (82) 3214-1716 ou (82) 8815-2391

Museus estrangeiros proíbem os visitantes de usarem pau de selfie


A moda do pau de selfie pode estar com os dias contados. Pelo menos em alguns lugares dos EUA e de Inglaterra. Grandes museus americanos e ingleses começaram a proibir o apetrecho com o objectivo de preservar as obras de arte e também evitar que o pau seja usado como arma. A informação foi publicada no site Mashable.



O pau de selfie já está proibido no museu de Belas Artes de Boston, no museu de Arte Moderna de Nova Iorque, no Cooper-Hewitt Design museum, no Dia: Beacon museum, e em algumas galerias internas do Getty Center e Getty Villa, na Califórnia. O Metropolitan Museu of Art também está a considerar a proibição.

Em Inglaterra, alguns clubes de futebol temem que as varas possam ser usadas em brigas. «Já observamos que o selfie stick pode ser usado como arma ofensiva», disse Elaine Sigrist, do clube Arsenal, que baniu em Janeiro o gadget no Emirates Stadium, em Londres.

No museu, por outro lado, a preocupação é com a violência não intencional. «Sou pró-selfie, não pró-pau de selfie», diz Sree Sreenivasan, director digital do Met. «Estou preocupado com a segurança do visitante e a proteção da nossa arte. Estamos a considerar todas as opções», disse.

A preocupação dos museus é que um visitante desatento esbarre com o pau de selfie numa obra de arte e a danifique sem querer. Mesmo antes do apetrecho entrar na moda, os museus já enfrentavam problemas com visitantes desatentos. Em 2006, por exemplo, no Fitzwilliam Museum, em Cambridge, em Inglaterra, um homem caiu de uma escada e destruiu totalmente três vasos Qing.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=758547

Bonecos confeccionados em estrutura metálica, com cobertura de tecido e fibra de bananeira, braços de bambu, além de uma grande máscara inspirada nas produzidas por índios brasileiros, vão para museus da Europa.


Peças vão ficar expostas em museus de Portugal e Espanha.
Ação é resultado de parceria da prefeitura com as diretoras dos espaços.

Bonecos gigantes da Encenação de São Vicente vão ficar expostos em museus da Europa (Foto: Divulgação)

Os bonecos gigantes utilizados em 2015 na Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, vão ficar em exposição em dois dos principais museus de marionetes da Europa.

As peças farão parte do acervo permanente do Centro Internacional de Títeres em Tolosa (Topic), na Espanha, e do Museu da Marioneta de Lisboa, em Portugal.

O intercâmbio é resultado da parceria entre a Prefeitura de São Vicente, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e as diretoras dos espaços internacionais, Idoya Oregui Martínez e Maria José Machado Santos. A ação foi firmada durante a Encenação e o 2º Festival Internacional de Teatro Infantil (FITI), realizado na cidade.

Os bonecos foram confeccionados em estrutura metálica, com cobertura de tecido e fibra de bananeira, braços de bambu, além de uma grande máscara inspirada nas produzidas por índios brasileiros.
 
 
fonte: @edisonmarioti #edisonmariotti http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2015/02/bonecos-da-encenacao-de-sao-vicente-vao-para-museus-da-europa.html

18 Ideas para el Museo Local | Idea 8 · en CULTURA, MUSEO, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Los días festivos son cuando las personas
podemos ir al museo: ¡no lo cerréis!

El comercio lucha continuamente con la administración central para se permita abrir los comercios los fines de semana y días festivos. Tiene toda la lógica del mundo. Los concesionarios de coches cierran los sábados y domingos en muchos países, ¿es eso razonable? Si quiero comprarme un coche, primero debo pedir a mi jefe que me conceda al menos un día libre para visitar concesionarios y ver los modelos… Y ese día me lo descontará de las vacaciones… Es un verdadero sinsentido. Señores del gobierno, lumbreras, les gritamos al oído que la gente en su tiempo libre consume más. En ciudades de perfil turístico, destino de miles de visitantes estacionales, muchas de ellas tienen cerrados los museos durante los fines de semana y festivos (???). Como el museo está cerrado, acude poca gente, y como acuden pocos visitantes, se reduce el tiempo de apertura, y, al final de este bucle más bien estúpido, se ha conseguido lo que se busca: total y absoluta tranquilidad en sus salas los lunes por la mañana. No hay ruidos que puedan perturbar las labores del personal de la institución.



Imagen: Arquitectura en la “Ruta del Troll” (Noruega)

Existe un enunciado que se denomina “la lógica de las cosas” y que le da la vuelta a la tortilla en este caso. No tenemos más que ver como lo hacen los comerciantes chinos: comercios el máximo de horas abiertos, se turnan y están al pie del cañón una hora sí y la otra también. El museo local, en muchos casos el museo pobre, tiene que estudiar mucho los horarios en los que les conviene estar abiertos al público. Museo local (museo pobre): si tienes pocos visitantes deberías preocuparte del horario de apertura lo primero. Hay que estudiar los horarios laborales de nuestros visitantes potenciales; no es lo mismo un horario de colegio que el de oficina. El museo debe mostrar más actividad en los días y horas en los que los visitantes potenciales pudieran plantearse acudir al museo para hacer una visita.



Imagen: Tourists in London de Paul Baldesare

Hay que abrir en horario de colegio si os interesa el público estudiantil; se debe abrir los fines de semana, festivos y en periodos de vacaciones si queréis tener visitas de los turistas ocasionales; hay que abrir cuando las personas terminan su jornada de trabajo y así, en vez de que se planteen irse directamente a casa o a tomarse algo para rellenar un hueco, les hacéis un favor dándoles la bienvenida al museo. No todos cierran; hay museos que amplían horarios los fines de semana, para que los visitantes puedan compatibilizar su ocio de compras o de otras actividades con la visita al museo. Muchos museos cierran muy tarde los sábados y los domingos. Por poner un ejemplo de museo muy conocido: la Tate Britain de Londres cierra a las 23:00hs. El Prado cidra a las 20:00hs., excepto del domingo que cierra una hora antes. El Louvre cierra muy tarde varias noches a la semana, ¿no podemos copiar su estrategia? ¿Por qué no lo hacen los museos locales? El museo pobre debería hacerlo con más razón todavía, aquel que tiene pocos recursos, que necesita ingresos; siendo sus visitantes los que justifican su existencia. La tendencia que vemos a reducir horarios en muchos casos es una señal inconfundible de que se está tirando la toalla. Es deprimente.



Imagen: Murad Osmann, “Follow me”

IDEAS QUE NOS CUESTAN DINERO:

Cread y publicad un blog para dinamizar vuestro museo.

Crear un blog no cuesta dinero, al menos a nosotros no, nos cuesta dedicación. Todo el mundo puede crear un blog, aunque sí es cierto que exige tiempo y atención continuada. El museo debería estar obligado a hacerlo siempre. Si no tenéis otros recursos, deberías crear un blog para exponer novedades, estudios, curiosidades, opiniones, fotos, eventos, etcétera. Un blog, como os decimos, requiere actividad, movimiento continuo, entradas diarias, aunque sean cortitas, que se difundan a través de las redes, que se promocione dándolo a conocer al mayor número posible de potenciales visitantes, que se enlace con otros museos, etcétera. Esta tarea, si se comienza, no debe abandonarse ya nunca; forma parte del trabajo inevitable de un museo que quiera estar vivo.

Foto principal y redes sociales: Murad Osmann, “Follow me”


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e cozinha brasileira - Pato no tucupi tradicional do Pará - Receita de Ana Luiza Trajano, do livro Brasil a Gosto

Perfil da chef

Herança das avós cearense e mineira, a ligação da chef Ana Luzia Trajano com a cozinha e os ingredientes brasileiros vem desde a infância, no interior paulista. Já nessa época, não entendia porque, em ocasiões especiais, a comida brasileira não fazia parte do cardápio.

Certa que seu destino estava entre os fogões e as panelas, mesmo já formada em administração de empresas pela FAAP, a chef partiu para a Itália. Lá estudou em importantes instituições culinárias, caso do Istituto per la Promozione delle Cultura Alimentare”, em Milão e do Costigliole d’ Asti, no Piemonte, encerrando o período italiano como aprendiz na cozinha do restaurante Beccofino, em Florença.

Ao voltar ao Brasil, em 2003, iniciou seu trabalho de pesquisa, uma verdadeira expedição culinária por todas as regiões brasileiras em busca de conhecimentos sobre os ingredientes, receitas e a importância cultural de cada prato. Certa do enorme potencial da comida brasileira, em 2006, inaugurou o restaurante Brasil a gosto para difundir a cultura do País com base na gastronomia acional.

Hoje, com uma carreira consolidada e um restaurante renomado internacionalmente, a chef colhe os frutos de suas pesquisas, que continuam acontecendo. Em 2013, assumiu a curadoria da pós graduação em gastronomia brasileira do SENAC, uma das mais respeitadas instituições de ensino do Brasil. E, no final do mesmo ano, lançou seu segundo livro, Cardápios do Brasil, que marca a trajetória dos oito anos do Brasil a gosto. A obra traz receitas, textos sobre as experiências de suas viagens, processos de produção da comida e um glossário fotográfico com 167 ingredientes.
 
 
 
 
Ingredientes

1 pato de 3 kg
3 litro de tucupi
5 maços de jambu
10 dentes de alho
2 cebola
1 maço de chicória do Pará
sal a gosto
2 tomates
2 limão
1 pitada de pimenta do reino
1 colhe de manteiga
2 colheres de azeite
pimenta de cheiro

Modo de Preparo

O pato:

Limpe o pato e o lave com algumas folhas de chicória e limão
Deixe-o de véspera na vinha d'alho com alho, sal e pimenta-do-reino
Corte-o em pedaços e refoge-o com cebola, alho, tomate bem picados, com a manteiga e o azeite
Asse-o de panela para amolecer e depois asse-o de forno até dourar

O tucupi:

Ferver o tucupi com sal, dentes de alhos inteiros apenas amaçados, a chicória

O jambu:

Lave-o bem , retire as flores, quando houver, afervente-o em aguá e sal até amolecer, escorra e coloque-o no tucupi

Molho de pimenta:

Coloque um pouco do tucupi quente em uma molheira, acrescente a pimenta de cheiro levemente amassada
Quando o pato estiver macio e tostado, junte-o ao tucupi com o jambu e quando ferver estará pronto
Siva-o com farinha de mandioca paraense e arroz branco



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.brasilagosto.com.br/noveanos/