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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Agatha Ruiz de la Prada apresenta criações num museu

Agatha Ruiz de la Prada prefere apresentar as suas criações num museu por ser um local menos elitista que as passarelas.

Uma retrospetiva dedicada à estilista espanhola abriu portas esta semana na cidade do México.

“É melhor mostrar as obras num museu do que um desfile de moda, porque ao desfile vão apenas os convidados. O desfile dura 20 ou 25 minutos num lugar específico. É complicado porque muita gente quer assistir mas está a trabalhar ou está doente ou está noutro sítio”, sublinhou a estilista de 54 anos.

A exposição reúne 55 vestidos criados ao longo das últimas três décadas.

“Trata-se do meu gosto pessoal porque não escolhi os vestidos mais comerciais, mas os mais interessantes. Por exemplo, sempre joguei com anéis. O meu vestido favorito está exposto aqui. Comecei no mundo da moda com um vestido com aneis e o meu vestido favorito é feito com dez anéis.

A exposição passou pelo Peru,pelo Chile e pelo Panamá e pode ser visitada na cidade do México até 10 de maio

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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://pt.euronews.com/2015/02/06/agatha-ruiz-de-la-prada-apresenta-criacoes-num-museu/

Fotografias de Edgar Martins com objetos pessoais de astronautas em museu britânico

Objetos pessoais usados por astronautas nas missões ao espaço vão estar expostos em conjunto com fotografias do português Edgar Martins sobre a Agência Espacial Europeia, a partir de sábado, no museu Wolverhampton Art Gallery, no Reino Unido.


Um cubo Rubick, um manual de bordo anotado ou cartões Pokemon foram objetos que os astronautas levaram nos seus "kits" pessoais, adiantou à agência Lusa o fotógrafo, responsável pelo primeiro trabalho artístico sobre a ESA.

"No fundo, [são] objetos cruciais à missão do astronauta e outros menos sérios mas que têm um valor simbólico importante", explicou.

A exposição, que permanece até 02 de maio, incluirá ainda objetos testados nos laboratórios da ESA.

No próximo dia 13 de março, o astronauta Jean-François Clervoy estará presente para uma palestra em conjunto com Edgar Martins, que incluirá projeções audiovisuais.

Embora tenha sido em Londres, que o português mostrou pela primeira vez, em público, este projeto, em abril do ano passado, a mostra regressa agora ao Reino Unido com um maior número de obras (35) - à semelhança do que aconteceu em Lisboa, no verão passado -, e terá, pela primeira vez, um formato multimédia.

Intitulada "The Poetic Impossibility to Manage the Infinite" ("A impossibilidade poética de controlar o infinito"), a exposição em Wolverhampton, "onde está localizada muita indústria aeroespacial e universidades e colégios de renome, teve um período de gestação de quase quatro anos", revelou o artista português.

As imagens, captadas entre 2012 e 2013, documentam desde centros de treino e fatos de astronautas a departamentos de robótica, laboratórios de propulsão a jato, simuladores espaciais, plataformas de lançamento, componentes tecnológicos, satélites e outras salas e equipamentos, sempre vazias de pessoas.

Edgar Martins teve acesso privilegiado a edifícios da ESA e a empresas parceiras em 15 localizações diferentes espalhadas pelo mundo, do Reino Unido à Holanda, França, Alemanha, Espanha, Itália, Cazaquistão ou Guiana Francesa, dando assim a conhecer instalações e equipamento normalmente fechados ao público.

Com este projeto, como referiu à Lusa no ano passado, o autor quis elaborar, "ao mesmo tempo, reflexões acerca das novas políticas de exploração espacial, bem como acerca do impacto deste tipo de aplicação tecnológica na nossa consciência social".

O trabalho, que também deu origem a um livro, já esteve exposto em França e na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, de junho a setembro de 2014, e tem escalas programadas na Irlanda do Norte, Alemanha, Japão e EUA.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=802868&tm=4&layout=121&visual=49

Inscrições abertas para a Semana de Museus

Museus e outras entidades culturais podem se inscrever para participar da ação, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), e realizada em todo o país. 

O evento foi criado para comemorar o Dia Internacional de Museus, celebrado em 18 de maio.

Nessa semana, as entidades envolvidas organizam uma programação especial. Museus e outras entidades culturais devem preparar atividades para a comunidade refletir, discutir e trocar experiências sobre o tema escolhido, que este ano será: Museus para uma sociedade sustentável. Ao IBRAM, cabe divulgar a Semana e distribuir o guia da programação.

Aumento de público

Na edição anterior, a Semana de Museus apresentou um aumento de público de 103%, segundo pesquisa realizaduma pesquisa do IBRAM. a pelo Instituto. O levantamento foi elaborado a partir de uma amostra de 584 das 1.337 instituições participantes, que responderam 

Com o tema "Museu: coleções criam conexões", a 12ª edição contratou 1.149 profissionais, como monitores, palestrantes, músicos, educadores entre outros, para realizar as atividades elaboradas. Além de investir cerca de R$ 500 mil em locação de espaços, equipamentos, transporte, alimentação e montagem.

Segundo Ana Lourdes Costa, coordenadora da Promoção e Gestão da Imagem Institucional, do Departamento de Difusão Fomento e Economia de Museus (DDFEM/Ibram), houve um aumento de 24,2% na visitação dos museus com relação ao mês anterior à ação. "A semana dinamiza toda a economia local, com contratação de mão de obra e aumento de renda, além de fortalecer a imagem institucional do museu", diz Ana Lourdes Costa.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.cultura.gov.br/banner3/-/asset_publisher/8J9CFVHcu3W4/content/inscricoes-abertas-para-a-semana-de-museus/10883

The City Museum of Ljubljana - ESLOVENIA

Welcome to a trail tracing the 2000-year-old heritage of Emona.


Discover the ancient town’s mysteries along a circular trail of Roman Ljubljana. Visit Emona. Enter a house from the Roman period. Locate the first baptistery. Touch a Roman wall. Take a look at it through Plečnik’s eyes. Find out how the inhabitants of Emona lived, how they defended themselves, how their heating worked, where they spent time together, which roads they travelled on and where they said good-bye to their beloved ones. 

Take a trail tracing 10 sites of the town and see what it was like from the 1st to the 6th century. 

Come visit the Emonan House and the Early Christian Centre archaeological parks which, as two oases in the middle of the city, offer the most beautiful remains from Roman Emona.



Emonan House


The Emonan House archaeological park is situated at Mirje, on the edge of the present-day centre of Ljubljana. It is here that archaeological excavations uncovered a Roman residential building.
During the excavations in Emonan House park (previously Jakopič Garden) which were underway in the 1963-1964 period a residential building that once stood in the city of Emona was discovered. Today, the park presents the remains of this building dating from the late 4th and early 5th centuries. Judging by the high-quality building finishes and utilities (floors, mosaics, heating), the building was home to a wealthy and respectable Roman family.

The central dwelling place was what is termed a summer room and its floor was made up of a two-coloured geometrical mosaic; only the rich could afford mosaics at that time. On the other side, the passage led to what is termed a winter room, featuring a preserved system of hypocaust heating. From the heating place located in the neighbouring room, hot air was channelled under the floor of the winter room; apart from the floor, the walls were also heated by hot air. In order to provide for thermal conductivity, the walls were built from hollow bricks. The building was also connected to the sewage system: waste water left the building through small drains covered by stones into a larger collection sewage drain (sewer) flowing below the nearby road and leading to the Ljubljanica River.

The park was opened to the public in 1966.

Early Christian Centre


The Early Christian Centre archaeological park is situated on Erjavčeva cesta, right opposite the Cankarjev dom cultural centre. The archaeological excavations conducted here unearthed a Roman residential building. Like with the majority of Emonan houses, it was built at the beginning of the 1st century A.D. During the nearly 500 years of its existence it was rebuilt several times. The first major rebuilding was undertaken in the early 4th century. On that occasion, the floors were renovated, the hypocaust heating was arranged and three small pools were added, suggesting that the building might have been turned into private baths.
In the second half of the 4th century, one section of the house was rebuilt as an early Christian chapel. However, a major alteration occurred at the beginning of the 5th century when a rectangular baptistery with a small pool in the centre intended for baptising was built alongside the central courtyard. The baptistery floor is covered in a multi-coloured mosaic with inbuilt inscriptions bearing the names of the Emonans who had donated the funds for its assembly. There was a covered portico featuring a coloured mosaic leading to the baptistery. The mosaic had an inbuilt inscription with the name of the builder, Archdeacon Antioha. This shows there was a strong community of early Christians in Emona at that time. Its existence is also confirmed by written records which refer to Emonan bishops.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti colaboração Milena Parteli http://www.mgml.si/en/city-museum-of-ljubljana-377/

Bonaparte and the British prints and propaganda in the age of Napoleon


This exhibition will focus on the printed propaganda that either reviled or glorified Napoleon Bonaparte, on both sides of the English Channel. It explores how his formidable career coincided with the peak of political satire as an art form.






James Gillray (1756–1815), The plumb-pudding in danger: -or-state epicures taking un petit souper. Hand-coloured etching, 1805.



Anonymous, La famille Anglaise au Museum à Paris. Hand-coloured etching, 1814.




2015 marks the 200th anniversary of the Battle of Waterloo – the final undoing of brilliant French general and emperor Napoleon Bonaparte (1769–1821). The exhibition will include works by British and French satirists who were inspired by political and military tensions to exploit a new visual language combining caricature and traditional satire with the vigorous narrative introduced by Hogarth earlier in the century.

The print trade had already made the work of contemporary British artists familiar across Europe. Continental collectors devoured the products of the London publishers, and artists across Europe were inspired by British satires.




James Gillray (1756 - 1815), The First Kiss this Ten Years! Hand-coloured etching and aquatint, 1803.


Auguste Gaspard Louis Boucher Desnoyers (1779 - 1857) after François Gérard (1770–1837), Napoleon le Grand. Etching and engraving, 1808.


Cast of the Death Mask of Napoleon. Plaster of Paris, 1830s.



This exhibition includes work by James Gillray, Thomas Rowlandson, Richard Newton and George Cruikshank, some of the most thoughtful and inventive artists of their day.

The range and depth of the British Museum’s collection allows the satirical printmakers’ approach to be compared with that of portraitists and others who tended to represent a more sober view of Napoleon.

The exhibition begins with portraits of the handsome young general from the mid-1790s and ends with a cast of his death mask and other memorabilia acquired by British admirers. Along the way, the prints will examine key moments in the British response to Napoleon – exultation at Nelson’s triumph in the Battle of the Nile in 1798, celebration of the Peace of Amiens in 1802, fear of invasion in 1803, the death of Nelson at the Battle of Trafalgar in 1805, and Napoleon’s triumph at Austerlitz, delight at his military defeats from 1812 onwards, culminating in his exile to Elba in 1814.

1815 sees triumphalism after Waterloo and final exile to St Helena, but some prints reflect an ambiguous view of the fallen emperor and doubts about the restoration of the French king Louis XVIII.

Exhibition catalogue


The catalogue for this exhibition is published by The British Museum Press: Bonaparte and the British: prints and propaganda in the age of Napoleon, by Tim Clayton and Sheila O'Connell. With stunning illustrations showing the intricately detailed prints in full colour this book brings to life a key period in European history. Paperback, £25.
Buy online



5 February – 16 August 2015
Free


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.britishmuseum.org/whats_on/exhibitions/bonaparte_and_the_british.aspx

Obras-primas que os grandes museus não exibem (e por quê )


Números não mentem. No Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), das 1.221 obras de Pablo Picasso que a instituição possui, somente 24 podem ser vistas atualmente pelos visitantes.



O acervo conta também com 156 quadros de Joan Miró, mas apenas nove estão em exibição.

Em Londres, a Tate só expõe 20% de sua coleção permanente. Já as obras à mostra no Louvre, de Paris, representam 8% de seu acervo.

A proporção é ainda mais dramática em museus um pouco menores, como o Guggeinheim, de Nova York, que exibe meros 3% de tudo o que possui, e a Berlinische Galerie, em Berlim, com 2% de seus pertences expostos ao público.

"Não temos espaço para exibir mais obras", justifica Thomas Köhler, diretor do museu alemão, explicando que o local tem apenas 1,2 mil metros quadrados - insuficientes para abrigar a coleção adquirida durante décadas através de compras e doações.

Outro motivo que faz com que obras passem anos sem ver a luz do dia é a moda: alguns tesouros não se adequam mais às ideias da curadoria de suas instituições.

Obras menos conhecidas de artistas famosos também podem perecer – seus sucessos estão nas paredes, mas seus fracassos estão esquecidos no interior de armazéns escuros e gelados.

Há que se levar em conta também o tempo que os especialistas levam para catalogar obras que chegam para um museu como parte de uma coleção particular. Outras produções ficam guardadas por serem muito frágeis.



Estoque à mostra

Muitas instituições, no entanto, entendem a frustração do público e estão criando novas maneiras de exibir suas coleções. Além de digitalizar as imagens das obras do acervo permanente, também estão adotando cada vez mais a ideia do Schlaulager ("exposição do estoque"), que permite aos visitantes ver obras sendo catalogadas ou durante uma restauração.

O Hermitage, de São Petesburgo, abriu seu acervo ao público em 2014 e oferece visitas guiadas por uma coleção que passou décadas sem ser vista.

Outros museus, como a Tate, o MoMA e o Metropolitan de Nova York, estão se expandindo, em uma tentativa de aumentar o espaço para as visitas à coleção permanente.

Até que esses tesouros venham a ser redescobertos, conheça algumas das maravilhas das artes que estão guardadas longe dos olhos do público.



 


'Lebre Jovem', de Albrecht Dürer (1502) – Galeria Albertina, em Viena


A famosa aquarela e guache do alemão Dürer é considerada uma obra-prima da observação, e sua representação serviu de exemplo para artistas muitos séculos depois. Trata-se também do quadro mais importante da coleção da Albertina. Mas ele quase não é visto porque depois de no máximo três meses em exibição, a Jovem Lebre precisa de cinco anos em uma sala escura, com menos de 50% de umidade, para que seu papel "descanse". A próxima chance de ver a obra será em 2018.




 
'A Piscina', de Henri Matisse (1952) – Museu de Arte Moderna de Nova York

As ondas e os nadadores de A Piscina fazem parte de uma grande instalação em papel feita para a sala de jantar do pintor francês em Nice. Quem quiser vê-la tem só até 10 de fevereiro, quando se encerra a exposição Henri Matisse: The Cut-Outs, que reúne obras em colagem feitas pelo artista francês. Adquirida pelo MoMA em 1975, a obra passou quase 20 anos sendo restaurada por causa de descoloração e de manchas. Quando a mostra acabar, A Piscina voltará a ser guardada em caixas especiais e climatizadas.






 
'Mural em Terra Vermelha Indígena', de Jackson Pollock (1950) – Museu de Arte Contemporânea de Teerã

Nos últimos anos do reinado do xá iraniano, durante um período de boom do petróleo, a rainha Farah Pahlavi reuniu uma incrível coleção de arte moderna que hoje está avaliada em bilhões de dólares. Os Picassos, Pollocks e Warhols exibidos no museu, entre outros nomes, puderam ser vistos desde sua inauguração, em 1977, até a Revolução Iraniana, em 1979, quando a arte foi desprezada como sendo "ocidental demais". Algumas obras são emprestadas a outros museus do mundo, mas sua exibição em Teerã depende de quem está no poder.



'Os Grandes Cavalos Azuis', de Franz Marc – The Walker Art Center, Minneapolis, nos EUA

O quadro do pintor alemão foi a primeira aquisição do Walker Art Center, em 1940. A pintura, chamada de "degenerada" por Adolf Hitler, foi a primeira incursão do museu no mundo da arte moderna. Mas hoje o local dá destaque a obras posteriores a 1960 e, por isso, esse quadro quase nunca é visto. A chance começa agora e vai até setembro de 2016, na exposição especial que comemora os 75 anos da instituição.



'A Exposição de Arte', de Edward Kienholz (1963-1977) – Berlinische Galerie, em Berlim

Essa obra é uma instalação em grande escala que representa visitantes vendo uma exposição, com ventiladores em vez de bocas. Mas ela quase nunca é exibida porque precisaria de uma galeria inteira dentro do museu. Além disso, ela precisa de uma grande quantidade de tempo e energia para ser montada.?



O Tapete da Coroação (1520-1530) e o Tapete de Ardabil (1539-1540) - Museu de Arte de Los Angeles

Trata-se de um conto de dois tapetes. O Ardabil é um tapete persa que só recebe luz por dez minutos a cada hora, para preservar suas fibras com séculos de idade. Já o Coronation Carpet, colocado na frente do trono na coroação de Eduardo 7o, em 1902, também é raramente exposto, por ser muito grande e extremamente sensível à luz.


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'Isto É Propaganda', de Tino Sehgal (2002) – Tate Modern, em Londres


O artista britânico radicado em Berlim, dedicado à arte performática, é dono de uma obra "imaterial". Não é ele quem executa seus trabalho, mas sim "intérpretes" que ele treina. Sehgal também proíbe qualquer tipo de registro de suas performances. Quer apenas que a experiência seja vivida. This is Propaganda, que coloca um segurança do museu para repetir frases para cada visitante, existe apenas na mente do artista.


Leia a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Culture.


Agendas Mundi LXXIII – Museos de Macao (China) - · en CULTURA, MISCELÁNEA, MUSEO, VIAJES. ·



Macao (China) ha dejado atrás la fama que tenía como sucedáneo de Las Vegas, y ahora luce un nuevo aspecto entre el glamour kitsch y decadente, mezcla del nuevo y el viejo mundo. La vida en torno al casino esconde los verdaderos encantos de Macao: su legado portugués ha creado una cocina de fusión que combina elementos europeos, africanos, indios y chinos. ¿Y en qué otro lugar se puede hacer una ofrenda de incienso en un antiguo templo chino budista por la mañana, lanzarse al salto de puenting más alto del mundo por la tarde y cenar en un restaurante con estrella michelín y picar algo de comida china en plena calle a media noche? Se está construyendo un moderno sistema de tren ligero que conectará la península y las islas, así como una serie de nuevos casinos, de modo que este 2015 promete ser un año para recordar en Macao. Y cuando se complete el puente más largo del mundo sobre el mar, que unirá Macao, Hong Kong y la China continental, llegar será más fácil que nunca.

Desde el 20 de diciembre de 1999, Macao es una de las dos regiones administrativas especiales de la República Popular China (la otra es Hong Kong). Hasta esa fecha había estado bajo administración portuguesa durante casi 450 años (la cuestión de la soberanía es mucho más confusa). Como en Hong Kong, la Ley Básica de Macao garantiza el mantenimiento del sistema económico capitalista y de una amplia autonomía al menos hasta el 19 de diciembre de 2049. Se mantiene el sistema judicial establecido por Portugal, y el portugués tiene estatus de lengua oficial junto al cantonés, aunque éste último ha ido cobrando fuerza en los últimos años, dejando casi obsoleto el uso del portugués, que no obstante seguirá siendo lengua oficial hasta 2049. Macao fue la primera base europea en el Extremo Oriente, en 1557, y también la última en volver al control de Pekín, en 1999. En total, 442 años de presencia portuguesa en la ciudad. Veamos que nos ofrece la región con relación con lo que nos ha interesado siempre: los museos.

1. Museo de Macao | Macao



Es el museo más grande de Macao. Se encuentra ubicado en el famoso Monte Fortaleza (Monte Fortress), en el corazón de la ciudad y la zona donde los portugueses pusieron los zapatones por primera vez allí. La construcción del museo incluye un edificio que guarda la exposición del Monte Fortaleza y un edificio administrativo al norte del emplazamiento del museo. Su construcción se inició en 1996 y se abrió al público el 18 de abril de 1998. A diferencia de otros museos de Macao, que exponen un solo tema, el Museo de Macao fue construido para mostrar la naturaleza e historia de diferentes nacionalidades que han vivido aquí juntas y en armonía durante los últimos siglos, y con el noble objetivo de preservar una muestra de las tradiciones, las costumbres y la cultura de todas ellas. El edificio de la exposición es una estructura de tres plantas, con una superficie total de 2.800 metros cuadrados, la mayoría dedicados a la exposición de más de 3.000 objetos y reliquias históricas. Las plantas primera y segunda del museo están debajo del nivel del suelo del Monte Fortaleza. Después de visitar el museo, los visitantes pueden disfrutar de un paseo por las laderas del Monte Fortaleza, donde se puede disfrutar de la vista de toda la ciudad. Dentro del Monte Fortaleza, también hay una bóveda subterránea muy curiosa y visitable.

2. Museo de Arte de Macao | Macao



El Museo de Arte de Macao abrió al público el 19 de marzo de 1999. Su principal exposición muestra una gran cantidad de reliquias y obras de arte como originales de la caligrafía china y pinturas, sellos, pinturas occidentales, cerámica y porcelana, objetos de cobre y otros vestigios culturales muy valiosos. El museo combina la cultura oriental y occidental en un ambiente artístico único para la isla. La colección del museo proviene principalmente del antiguo Museo Cames de Lus, con sus objetos artísticos donados o adquiridos por esta institución en los últimos años. Algunas colecciones importantes incluyen talleres de cerámica y loza desenterradas de los arenales de Black. También se exponen pinturas cantoneses y caligrafías de la Dinastía Qing (1644 – 1911), tallas con el sello de escultores chinos y cerámica y porcelana de Shiwan City (Guangdong). También hay pinturas occidentales del siglo XIX, además de obras fotográficas y las reliquias culturales muy valiosas que se encontraron en la zona de Macao y sus áreas vecinas. Las figuras de cerámica de Shiwan forman parte de una de las colecciones más importantes del mundo. Por otra parte, la serie de pinturas de arte moderno occidentales, el arte moderno de Macao, los diseños de carteles y más obras fotográficas que muestra el museo, son la mejor representación gráfica y testimonial del desarrollo de la historia, la cultura y el arte de Macao.

3. Museo del Gran Premio de Macao | Macao



Inaugurado en 1993 para celebrar el 40 aniversario del Gran Premio de Macao, cuenta con un gran número de automóviles y motos de las carreras, todo proveniente del Gran Premio que tiene lugar todos los años en noviembre – sin duda uno de los más peligrosos del mundo -. Esta celebración de la velocidad se inició en 1954 gracias al entusiasmo de un grupo de residentes de Macao aficionados a los coches de carreras y con el apoyo de las autoridades. Hoy en día es un evento deportivo internacional que atrae a miles de turistas y amantes de las carreras a Macao, para ver la carrera de coches clásicos “Race Guide” y la “Fórmula 3 Grand Prix”. Como se lleva a cabo en un circuito urbano, lo que nos lleva inevitablemente a una comparación con Monte Carlo – salvando unas grandes diferencias sobre todo en lo relacionado con el glamour, más bien escaso en Macao -, el Gran Premio se ha estado desarrollando en una carrera que, debido a la exactitud y la necesidad de precisión que impone a los conductores, ha contado con la participación de grandes nombres del automovilismo (Michael Shumacher entre otros) y que también ha servido de plataforma de lanzamiento para muchos otros nombres de pilotos famosos, que el visitante sin duda reconocerá durante su visita al Museo Grand Prix.

4. Museo Memorial Dr. Sun Yat Sen (no dispone de website) | Macao



Este edificio tan peculiar forma parte del distinguido patrimonio arquitectónico de Macao. El museo alberga básicamente una colección de documentos, en una exposición que rinde homenaje a la estancia del Dr. Sun Yat Sen en Macao. Este eminente doctor local fue el mentor y fuerza motriz de la revolución republicana china, que derrocó al débil régimen de la dinastía Qing, es decir, que tampoco tuvo que hacer una gran esfuerzo. Para los locales es una figura de personalidad carismática que unió a los chinos, al que se considera como el “Padre de la Patria”. La casa es el testimonio de su corta pero significativa estancia en Macao a principios del siglo pasado, cuando, al huir de autarquía de los mandarines imperiales, trató de mover a sus seguidores con el fin de planificar el establecimiento de un nuevo régimen en China. En Macao recibió el apoyo de muchos de sus amigos, que en aquel momento eran importantes, influyentes y poderosos en la vida política y social de Macao. El museo, por lo tanto, es un homenaje a su figura en forma de casa.

5. Museo del Vino de Macao | Macao



Este espacio museo exposición de 1.400 metros cuadrados se divide en varios ambientes: información histórica, bodega, el propio museo y sus exposiciones temporales. Básicamente expone mapas, textos, fotos, azulejos de manufactura local y videos, entre otras cosas para narra lo que es la historia del vino de Macao y su influencia portuguesa. El objetivo de cada sección no es solo es la de para proporcionar información sobre el vino y la vid autóctona, sino también intentar recrear el ambiente de la producción del vino, mostrando al visitante las herramientas modernas y tradicionales relacionadas con la producción vitivinícola. Hay una zona de degustación para los valientes que tengan paladares sin remilgos.

6. Museo Centro de las Ciencias de Macao | Macao



El Centro de Ciencias de Macao es una instalación educativa y cultural estatal de alta tecnología ubicada en la puerta de entrada a esta región administrativa de China. El centro está situado a lo largo del delta del río Pearl a una hora de Hong Kong en ferry. Fue inaugurado celebrando el décimo aniversario del retorno de la ex colonia portuguesa a la soberanía china. El complejo dispone de 23.000 cuadrados metros con galerías de exposición interactivas, salas de conferencias y salas de seminarios avanzados. Dispone de un planetarium con 150 asientos y con una pantalla semiesférica equipada con proyectores digitales 3D de alta resolución. Los volúmenes del edificio están formados por una construcción romboidal, una cúpula y un cono inclinado diseñados para articular el conjunto de forma funcional, para explotar su escenario frente al mar, intentando jugar con la idea de que sea un edificio emblemático tipo fiebre Guggenheim versión ciencias, con una imagen diferenciadora de Macao. El proyecto de construcción del centro de ciencias fue concebido en 2001 y se terminó en 2009. El edificio fue diseñado por Pei arquitectos asociados en colaboración con IM Pei comenzando su construcción en 2006. El centro fue inaugurado en diciembre de 2009 por el ex presidente chino Hu Jintao para más honra.

7. Museo Casa Taipa | Macao



La Casa-Museo de Taipa fue construida en 1921, siendo las residencias de altos cargos militares y administrativos y sus familias en Macao. En la década de los 80, el Departamento de Turismo de Macao (ahora la Oficina de Turismo del Gobierno de Macao) los compró. A finales de los 90, el gobierno decidió remodelados completamente, reconociendo su importante valor arquitectónico, transformándolos en museos y cambiando su nombre por el de “Macao House”, “Island House”, “Portugal House”, “Exhibitions Gallery” y “Residence”. La Casa-Museo de Taipa abrió al público el 5 de diciembre de 1999 y está dirigido por la Oficina Municipal (ayuntamiento). En definitiva el museo es una de las casas típicas de la Macao en estilo colonial. Intenta recordar a los visitantes una época de esplendor de la antigua colonia de Portugal. El museo muestra también la historia e influencia de los británicos en la zona, de la etnia manchú, chinos mandarines y comerciantes en este pequeño territorio chino.

8. Museo Marítimo de Macao | Macao



La primera planta de este museo un tanto feucho, está dedicada exclusivamente a la historia marítima de China y Portugal, ya que era el mar, lo que provocó que estas dos civilizaciones se encontrasen. Los viajes del almirante Cheng Ho, el verdadero descubridor de América, se exponen de forma interactiva. Durante la dinastía Ming (siglo XV) el almirante chino Cheng Ho trazó la India y Arabia desde el mar y llegó a la costa oriental de África – nosotros añadimos que cruzó el Atlántico unos ochenta años antes que Colón, para echar un vistazo a las costas de la actual Argentina, principalmente – . También se presentan las rutas de los descubrimientos portugueses de los siglos XV y XVI, junto con muestras de los productos comercializados a partir de ese período: té, especias, porcelana, seda … La segunda planta está dedicada a la Tecnología Marítima y Transporte e ilustra la forma en la que Macao se ha conectado con el mar. Se exponen las herramientas y técnicas tradicionales que se usaron para la construcción de los últimos buques locales, y una exposición de navegación moderna con la exhibición de los jet foils que hoy enlazan Macao a Hong Kong. Especial atención debe prestarse al monitor que permite al visitante conocer el clima de Macao, cuando se debe tener un paraguas a mano, aunque de poco sirve -, en especial durante la temporada de tifones, cuando la formación de estas tormentas tropicales da miedo.

9. Museo de las Comunicaciones | Macao



Como ellos mismos se autodefinen, el Museo de las Comunicaciones es un lugar con características culturales, científicas y tecnológicas únicas. Como parte del edificio del Macao Post, el Museo de las Comunicaciones está fundamentado sobre numerosas exposiciones experimentales e interactivas. Su lema es “Atrévete a experimentar, Atrévete a descubrir”. El Museo de las Comunicaciones, inaugurado el 1 de marzo de 2006, es un lugar donde los visitantes pueden, al mismo tiempo, experimentar, aprender y divertirse. ya sabéis, si queréis experimentar, este es el sitio (?).

10. Museo de Arte Sacro y Cripta | Macao



Construido en el extremo inferior de la zona interior de las Ruinas de San Pablo – en el lugar donde se encontraban previamente la magnífica iglesia y el Colegio de la Madre de Dios – el Museo de Arte Sagrado y Cripta evocan la rica historia de la misiones en esta región. La cripta se ha construido sobre el antiguo emplazamiento de la capilla mayor de la iglesia original (destruida por un gran incendio en 1835). En las paredes laterales, podemos ver los restos de los mártires japoneses y vietnamitas (osarios). La lista de sus nombres se puede encontrar fuera de la cripta en varias paredes. Como lugar sagrado que es para los locales cristianos, se han colocado sobre las piedras una cruz y un tabernáculo, frente a un altar coronado por una sola piedra de mármol. En la edificación contigua a la cripta se encuentra el Museo de Arte Sacro, que incluye objetos de gran valor histórico y artístico locales, que datan desde el siglo XVI hasta el XIX. Expone una hermosa colección de crucifijos chino-portugueses hechos de marfil, madera y plata, así como un gran número de vasos litúrgicos también en plata (cálices, barcos de incienso, patenas, píxides y relicarios). Lugar recomendado a los amantes de la miscelánea colonial cristiana.

Y este ha sido nuestro primer paso de expedición por China. La semana que viene seguiremos visitando lugares peculiares de la gran nación roja, otro templo de las más absoluta contradicción inexplicable para una mente racional: Hong Kong. Hasta entonces os deseamos como siempre una muy feliz semana.

BIBLIOGRAFÍA:

TORGA, M.
El señor Ventura
Editorial Alfaguara, 2005.
Resumen del libro: Con un lenguaje directo, lleno de humor, Miguel Torga construye la figura del señor Ventura. Un hombre que, sin renunciar a la nostalgia por sus orígenes portugueses, viaja incansable por el lejano Oriente: Pekín, Shanghai, Macao… La amistad, el amor, la paternidad, el contrabando y hasta la producción de heroína como recurso de supervivencia, nos dan las claves de un hombre de acción cuya entrega a la aventura no conoce el desaliento.

JOVEN, E.
El templo del cielo
Roca Editorial de Libros, 2013.
Resumen del libro: Lisboa, año 1618. Una carraca atestada de comerciantes, fugitivos, buscadores de fortuna, soldados y gente de toda clase y condición parte hacia los enclaves portugueses de la India y China. El destino final es Macao, la puerta de entrada al casi inaccesible Imperio chino. Entre el pasaje, un grupo de misioneros jesuitas cuidadosamente escogidos cargados de objetos de culto religiosos. Y también de numerosos libros científicos. Su objetivo último es convertir al catolicismo a doscientos millones de almas, comenzando por el todopoderoso emperador Wanli. El templo del cielo está basada en personajes y hechos históricos tan reales como sorprendentes.

DE MORAES, W.
O-Yone y Ko-Haru
EL VIENTO, 2007
Resumen del libro
A finales del siglo diecinueve el joven oficial de la marina portuguesa Wenceslau de Moraes desembarca en Macao (China) y es destinado a la capitanía del puerto. En esa colonia se casa con una nativa, Vong-Io-Chann, con la que tiene dos hijos. Sobre China escribe algunos libros, pero cuando en misión oficial con el gobernador de Macao, visita el Japón (1887), se queda fascinado. Regresa en numerosas ocasiones, hasta que finalmente abandona a su familia china y se instala definitivamente en Osaka, de donde consigue que lo nombren cónsul. En el Japón conoce al amor de su vida, O-Yoné, cuyo fallecimiento prematuro dejaría en el marino una herida incurable. Para estar cerca de su tumba, deja entonces su puesto de cónsul y se retira a la ciudad natal de O-Yoné, Tokushima, donde conoce a una sobrina de aquella, Ko-Haru, la cual fallece también de forma dramática. Estas páginas, publicadas en aquellos años en “O Comercio do Porto”, relatan esos episodios.

MARTINEZ, G.
Los mares de Wang
Editorial Alfaguara, 2008.
Resumen del libro: “La mutación del viejo Imperio llegaba desde el mar, espléndida en paradojas”, se lee al inicio de Los mares de Wang, que se publicará el próximo junio y donde Gabi Martínez narra el viaje que hizo por la costa china junto a su traductor Wang, un veinteañero del interior que jamás había visto el mar. Martínez describe cómo Wang, educado en rancios valores comunistas, descubre una China tan inesperada que le perturba devastadoramente. Desde la frontera con Corea del Sur hasta Vietnam, Los mares de Wang nos asoma a la vida en una región china que está cambiando el mundo. Del legado alemán en la olímpica Qingdao a la desbritanización de Hong Kong; de los casinos de Macao a los canales de Suzhou; de los rascacielos de Shanghai a las playas de una isla de los Mares del Sur. Un viaje que explica dos Chinas. O cómo un país estalló ante Wang.

Fotografía principal y para redes sociales: Nickel Cobalt, Rock Man
 
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

Cultura e cozinha brasileira - Baião-de-dois - Receita de Claude Troisgros, do livro Culinária nordestina encontro de mar e sertão.

Perfil da chef francês Claude Troisgros

O encontro dos paladares do sertão e do litoral marca a cozinha típica de oito estados nordestinos. Além do ensaio antropológico de Raul Lody e de um prefácio do chef francês Claude Troisgros, o livro traz 398 receitas de pratos originais e dos famosos doces nordestinos, ricamente ilustradas com fotografias a cores de Humberto Medeiros. Enfocando e associando alguns aspectos da história da região com seus pratos típicos, a obra faz parte da série A Formação da Culinária Brasileira.








Ingredientes

1/2 kg de feijão-verde (de corda)
Se não encontrar na sua cidade utilize feijão carioquinha.

12 xícaras de água

200 g de bacon cortado em cubinhos

1 linguiça calabresa cortada em rodelas

1 1/2 xícara de arroz cru

1 pimentão cortado em quadradinhos (50g)

1 cebola picada (100g)

2 dentes de alho amassado

4 colheres (sopa) de óleo

1 xícara de queijo coalho

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Cheiro verde (salsa e cebolinha) a gosto

 

Modo de Preparo

Cozinhe o feijão com a água, a linguiça e o bacon, em seguida, reserve. Frite o alho, a cebola e o pimentão no óleo, até que fiquem macios. Junte o arroz e só então frite mais um pouco. Acrescente o feijão com 3 xícaras do caldo do cozimento e cozinhe até o arroz amaciar. O tempero pode ser feito com sal e pimenta-do-reino. Adicione o queijo cortado em pedaços e salpique o cheiro verde, sirva quente.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&idProduto=19801