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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Cultura e cozinha brasileira - CAMARÃO com MOLHO de JERIMUM e MANGA - César Santos , do livro César Santos Chef.

Sobre Chef

César Santos ocupa, hoje, lugar de destaque no cenário da gastronomia nacional ( Brasileira ) e internacional. A originalidade das suas criações culinárias, o seu talento e a sua simpatia, o consagram como um dos melhores chefs do Brasil. São mais de dez anos de estória feita com muito trabalho e dedicação. César iniciou sua carreira aos 23 anos, como aluno do curso de hotelaria. Simultaneamente, começou a trabalhar em bares e restaurantes como segundo chef, mas logo passou a atuar com um serviço de buffet próprio, oferecendo jantares a domicílio. 

O restaurante Oficina do Sabor surgiu pequeno, em 1992, mas surpreendeu a todos os paladares com suas receitas exóticas que trouxeram novos sabores para a culinária pernambucana. O segredo foi no mínimo inovador: a mescla de frutos do mar com frutas e ervas. Devido à criatividade da sua cozinha, a casa faz parte hoje da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, sendo parada obrigatória de visitantes que chegam à cidade. 

Graças ao seu talento, César já conquistou diversos prêmios como um dos melhores chefs da cozinha brasileira. Entre eles, o Recife Sabor, promovido pela ABRASEL - PE por três anos consecutivos: 1996, 1997 e 1998. Em 98 e 99 se classificou entre os 12 finalistas do Nestlé Toque D'or. Ainda em 99, ganhou destaque entre os principais concorrentes do Chef Talento Sadia, edição nacional, obtendo o primeiro lugar. 

César também participou de diversos festivais gastronômicos, em várias partes do mundo. Em 2002, representou a região no badalado Macarrão Fashion Gourmet, em São Paulo, evento que reuniu dez dos melhores chefs do Brasil. Além disso, levou a cozinha brasileira ao Oriente e Ocidente, realizado em setembro do ano passado, na Itália. Não é à toa que a Revista Veja elegeu, no ano passado, o Oficina do Sabor como o segundo melhor restaurante de Pernambuco e a melhor casa regional do Estado. Atualmente, César é diretor de alimentos da ABRASEL - PE; diretor da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança nas regiões Norte e Nordeste e, ainda, Diretor no Norte/Nordeste da Associação Brasileira da Alta Gastronomia (Abaga).

Pernambuco é considerado o primeiro pólo gastronômico de Nordeste e o terceiro do país ( Brasil ) . Tanto que a Secretaria de Turismo de lá fez uma pesquisa e descobriu que a boa mesa era o segundo motivo a levar gente do Brasil e do mundo ao Estado. Por essas e outras que Samuel Oliveira, o secretário de turismo local, decretou que 2010 seria o ano da gastronomia em Pernambuco. À frente dos chefs e restaurantes pernambucanos está César Santos, o embaixador da gastronomia local e chef do Oficina do Sabor – restaurante em Olinda que já virou atração turística. Lá, o tempero carregado do Nordeste impera em pratos levíssimos.

Com uma visão à frente do seu tempo e por sempre buscar inovação, César Santos idealizou ao lado dos sócios Márcio Sena e Ana Cláudia Lins, o Festival Gastronômico de Pernambuco, FGPE, inspirado no amigo chef Paulo Martins, criador do Ver-O-Peso da Cozinha Paraense. Atualmente, o FGPE é um dos maiores eventos de gastronomia do país, que contou em sua nona edição, em 2010, com 28 restaurantes participantes em duas etapas no Recife, Olinda, Ipojuca, Petrolina e Fernando de Noronha.

Por incentivar o uso dos ingredientes típicos da região, foi o personagem principal do documentário “Que Coisa é Essa?”, dirigido por Bruno Albertim, em 2009, que apresentou no vídeo a cozinha contemporânea do Nordeste, explicando a linguagem gastronômica criada pelo chef do Oficina do Sabor, primeiro a utilizar frutas e outros ingredientes dos quintais pernambucanos, litoral e sertão, em harmonia com técnicas clássicas européias.

Devido ao seu trabalho e dedicação pela culinária brasileira, César Santos ganhou reconhecimento internacional em publicações no New York Times e revistas européias, atuou como jurado em diversos concursos e foi contemplado com premiações como Melhor Chef no Prêmio Veja Comer e Beber e primeiro lugar no Chef Talento Sadia. Hoje, após 18 anos no comando do Oficina do Sabor, o chef e o restaurante são consagrados como o melhor restaurante contemporâneo de comida regional em Pernambuco, referência de qualidade Brasil afora.


Camarão Caboclo é a 15ª receita da Boa Lembrança de César Santos. Foto: Diogo Carvalho/DP
Prato é sua 15ª criação para a Associação de Restaurantes da Boa Lembrança
CAMARÃO com MOLHO de JERIMUM e MANGA



CAMARÃO CABOCLO
MOLHO DE JERIMUM COM MANGA

Ingredientes

1/2 cebola picada
2 colheres de sopa de azeite de oliva
40ml de suco de manga
1 colher de sopa de manteiga
100g de jerimum cozido e descascado
1 dente de alho picado
50ml de leite de coco

Preparo
Com ajuda do liquidificador, bata o jerimum cozido, suco de manga e o leite de coco e reserve. Leve uma frigideira antiaderente ao fogo, junte o azeite com a manteiga e deixe esquentar um pouco. Acrescente a cebola e o alho e refogue durante alguns minutos. Junte o molho de jerimum com manga reservado e deixe ferver por alguns minutos.

CUSCUZ DE MILHO

Ingredientes
50g de cuscuz de milho cozido
1/2 cebola pequena picada
2 dentes de alho picados
1/2 pimentão vermelho picado
2 colheres de sopa de castanha triturada
50ml de leite de coco
sal e pimenta a gosto

Preparo
Usando uma frigideira antiaderente, refogue a cebola, alho e o pimentão. Acrescente o cuscuz, a castanha, o leite de coco e tempere a gosto.


CUSCUZ DE MANDIOCA

Ingredientes
50g de cuscuz de massa de mandioca cozida
1 colher de sopa de manteiga de garrafa
1 pimenta de cheiro picadinha
sal e pimenta a gosto

Preparo
Leve uma frigideira antiaderente ao fogo, junte a manteiga de garrafa e acrescente o cuscuz de massa de mandioca cozido, a pimenta de cheiro e tempere a gosto

CAMARÃO CABOCLO

Ingredientes
10 camarões médios descascados com rabinho
1 colher de sopa de azeite de oliva
100ml de molho de jerimum com manga
1 colher de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de coentro picado
sal e pimenta a gosto
60g de cuscuz de milho e 60g de cuscuz de mandioca

Preparo
Leve uma frigideira antiaderente ao fogo, puxe camarões no azeite e, em seguida, acrescente o molho de jerimum com manga. Deixe ferver, tempere com sal e pimenta e finalize com o coentro e a cebolinha.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/gastro/2013/07/16/interna_gastro,450988/cesar-santos-aposta-no-camarao-com-molho-de-jerimum-e-manga-confira-a-receita.shtml







8,000-year-old "Brunstad Man" Stone Age Skeleton May be Oldest Ever Found in Norway

A skeleton uncovered in Norway is believed to be approximately 8,000 years old, Norwegian archaeologists say. If the dating is accurate, the Stone Age skeleton is a significant discovery, being the oldest ever found in the country.





News site The Local reports that the skeleton was located in Stokke, south of Oslo in the summer of 2014. Dubbed the “Brunstad man” after the prehistoric site where he was found, the skeleton was in fragile condition. It could only be excavated and examined in tiny fragments and only during the cold season, so as to avoid exposing the remains to heat. The pieces and the site were recorded painstakingly in order to create a 3-D computer model of the area.


Archeologists dig at Stokke following the discovery of a Stone Age grave containing a skeleton. Credit: Museum of Cultural History in Oslo

Researchers used extreme caution in removing the skeleton. Both the remains and surrounding soil were divided into eight sections, and together they were transported to an Oslo archaeological laboratory.

The skeleton was found buried in typical Stone Age fashion, lying in the fetal position in a brick-lined pit.


TheLocal writes that archaeologist Almut Schülke of the Museum of Cultural History at the University of Oslo says of the skeletal find, “The discovery is sensational in Norwegian, and indeed even in a north European context.

“We do not know if Brunstad was a fixed settlement or whether it was a place people went to pick up special resources, such as different types of stone. We do not know of other major tombs nearby, but it was not uncommon to add a single grave so close to a settlement, as they have done here,” Schülke continues.

ScienceNordic lists Brunstad Man as Norway’s top archaeological find in 2014, and the skeleton comes after another extremely rare discovery at Stokke.

Archaeologists recovered an ancient skull believed to date back to 5900 B.C. at the same prehistoric site early last year. The skull was found to contain a grey, clay-like substance inside it, which is thought to be the preserved remains of the individual’s brain. If analyses confirm this to be the case, it will constitute one of the oldest brains ever found.


Norwegian archaeologists find 8,000-year-old skull. Screen capture from NRK video.

According to Sarkoboros, Gaute Reitan, excavation director at The Museum of Cultural History, University of Oslo, says of the Brunstad finds, “It’s seldom enough that we get to dig in a camp from a portion of the Stone Age that we really don’t know much about. But the fact that we’re uncovering a whole lot of things that are exceptional on a national basis, makes this very special. [It’s] the sort of thing archaeologists experience only once in their careers.”

Researchers await analysis on the Brunstad Man, and hope to learn the man’s age, his diet, and how much contact northern settlements engaged in at the time.

A video showcasing some of the Brunstad archaeological dig can be found at the Norweigan news site NRK.

Featured Image: The careful removal of Stone Age remains from excavation at Stokke. Credit: G. Reitan/Museum of Cultural History, University of Oslo


- fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  http://www.ancient-origins.net/news-history-archaeology/8000-year-old-brunstad-man-stone-age-skeleton-020223#sthash.xVeG9mVx.dpuf

Maya Mural Reveals Ancient 'Photobomb'

An ancient Maya mural found in the Guatemalan rainforest may depict a group portrait of advisers to the Maya royalty, a new study finds.

Most Maya murals depict life within the royal sphere, but the newfound mural, uncovered in the Guatemalan rainforest in 2010, shows a vibrant scene of intellectuals consulting with the royal governor, who is dressed as the Maya wind god.


A man with the title "junior obsidian" kneels before the king in a Maya mural researchers uncovered in Guatemala in 2010.
Credit: Illustration by Heather Hurst, copyright 2014


Behind him, an attendant, almost hidden behind the king's massive headdress, adds a unique photobomb to the mural, said Bill Saturno, the study's lead researcher and an assistant professor of archaeology at Boston University. [See Photos of the Ancient Maya Mural]


"It's really our first good look at what scholars in the eighth-century Maya lowlands are doing," Saturno said.

The murals also provide information about a man buried beneath them. During an excavation, the archaeologists found the skeleton of a man dressed like the sages in the mural. It's possible the man once lived in the room, which later became his final resting place, Saturno said.

Archaeologists discovered the approximately 1,250-year-old mural in the ancient city of Xultun, located in the northeastern part of present-day Guatemala. During an archaeological study of Xultun, an undergraduate student inspecting an old looters' trail noticed traces of paint on an ancient wall covered by dirt.

"My assumption was that there would be very little to see," Saturno said. "Not because the Maya didn't paint murals — they did — but they don't preserve well in a tropical environment."

However, the elements had been kind to the building and its treasures. The excavation uncovered a rectangular room covered with murals anda Maya calendar, the oldest known Maya dating system on record.

Mysterious obsidians

The mural is one of only two known murals in the eastern Maya lowlands that have lasted throughout the ages, the researchers said. The Xultun paintings, illustrated in vibrant red, blue, green and black pigments, cover three of the room's four walls. The fourth wall, damaged by looters, contains the door.

Saturno and his colleagues excavated past the point where the looters tunneled, and came face-to-face with "the polychrome face of a king seated with his blue-feathered headdress," Saturno said. A man kneeling before the king, labeled itz'in taaj, or "junior obsidian," faces the king in profile.


This illustration shows a view of the northern and western walls in the Xultun mural chamber.
Credit: Illustration by Heather Hurst, copyright 2014
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Behind the junior obsidian, on the west wall, are three men dressed in black and sitting cross-legged. One of the men is labeled ch'ok, or "youth," and another is called sakun taaj, or "senior obsidian."

It's unclear what "obsidian" means, the researchers said.

"Are they religious? Are they scholars? Is there a line between those things?" Saturno said. "They seem to be making books and painting tables on the walls."

All three men wear the same headdress with a medallion and feathery plume, a white loincloth and a medallion on their chests.

"You see these three guys dressed identically and lining up on one wall," Saturno said. "That's strange. They're clearly being represented as a unit."

The fact that they're all wearing the same uniform suggests the obsidians shared similar duties, Saturno said. Moreover, the people who filled the obsidian order probably lived in the room for a period of time, as there are dozens of texts painted on the walls. [Maya Murals: Stunning Images of King & Calendar]

Water and tree roots largely damaged the east wall, but the archaeologists still managed to find the painted remains of three individuals.

All the king's men

The mural may depict a consultation between the king and the obsidian, the researchers said. The king is dressed as a version of the wind god, holding a staff with wind symbols on it.

"Maya kings often dress up as deities in performance," Saturno said. "Essentially re-enacting events from the mythic past."

The timing of the performance was important, and the obsidian may have been advising the king about its correct date, he said. To remember meetings such as these, obsidians or artists may have painted the mural, he said.

"The mural establishes a direct relationship between a particular order, or guild, of Xultun artists and scribal-priests and their lord, and it celebrates its members’ achievement in consulting and producing workfor their sovereign's reign," the researchers wrote in the study.

The king sports blue, green and orange accessories, whereas the obsidians are painted in reddish and black colors. The pigments from the king's portrait "are not common to that part of the region where it's from," Saturno said. "These are materials that are being traded in."

The painting also shows an attendant behind the king, possibly to hold up his headdress, Saturno said. "It's like a photobomb," he joked. "He's almost like, 'Do you see me here?'"

In contrast, the orange and red colors are made from local pigments, which likely helped differentiate between royal and non-royal subjects in the mural, the researchers said.

The study is "a brilliant gem of scholarship," said David Freidel, a professor of anthropology at Washington University in St. Louis, who was not involved with the study.

"This room celebrates a special group of members of the royal court of Xultun that are called obsidian, [or] taaj," Freidel said. "The obsidian people appear to be present at other sites, but we don't know much about them."

It's remarkable that the intricate mural wasn't painted at the royal residence, said Takeshi Inomata, a professor of anthropology at the University of Arizona, who wasn't involved in the study.

"This comes from the residence of a courtier, a court official," Inomata said. "This tells us about how those political organizations of Maya society were run, and then we can really get to the people who are really doing all of those things."

The study was published in the February issue of the journal Antiquity. The coauthors are Heather Hurst at Skidmore College in New York, Franco Rossi at Boston University and David Stuart at the University of Texas at Austin.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.livescience.com/49855-obsidian-maya-mural-guatemala.html?adbpl=tw

Estação abandonada da Gameleira vai receber primeiro museu da saúde de Minas

A proposta é utilizar o clima descontraído das artes circenses para aproximar a população de conceitos científicos


A Estação Ferroviária Gameleira foi aberta em 20 de junho de 1917, mesmo ano em que foi construído o prédio que sediará o Museu Estação Ciência na Cidade do Circo

O antigo prédio onde funcionava a estação ferroviária da Gameleira, na Região Oeste de Belo Horizonte, será a sede do primeiro museu da saúde de Minas Gerais. A área da estação, completamente abandonada, será recuperada em uma parceria da Fundação Ezequiel Dias (Funed), a Prefeitura de Belo Horizonte e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para receber o museu “Estação Ciência na Cidade do Circo”. 

A Estação Ferroviária Gameleira foi aberta em 20 de junho de 1917, mesmo ano em que foi construído o prédio que sediará museu. A linha tem uma extensão de 633km, ligando o Rio de Janeiro à capital mineira, através da linha do Paraopeba, por acompanhar em boa parte de sua extensão o rio com o mesmo nome.

O local recebeu passageiros e funcionários da extinta Rede Ferroviária Federal até 1979 quando, depois de algumas tentativas de reativação, foi extinto. Completamente abandonada, entre os anos de 2008 e 2009, a estação foi transferida da União para a Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte, sendo tombada pelo Patrimônio Histórico.

De acordo com a Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed, Esther Margarida Bastos, uma das idealizadoras do projeto, a proposta é utilizar o clima descontraído e festivo das artes circenses para aproximar a população de conceitos científicos e possibilitar a popularização da ciência.

“Dados históricos relatam que, em 1922, a Funed utilizava um vagão denominado Vagão da Saúde nas ações de profilaxia e nas expedições científicas pelo sertão mineiro. Vamos tentar resgatar essa ideia com o Museu na estação”, afirma Esther Margarida Bastos. Segundo ela, historicamente, as trupes de circo se deslocavam em Minas Gerais por meio de trem de ferro. Com o museu, será possível fundir a proposta da Funed com a de criação da Escola de Circo, pretendida pela Prefeitura por meio da Fundação Municipal de Cultura.

A Fundação Ezequiel Dias também já recebeu a doação feita pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) de três vagões de carga - de 16 metros de comprimento cada um – que eram pertencentes à extinta Rede Ferroviária Federal Vera Cruz. Os próximos passos são obras de restauração da área e dos vagões que integrarão as exposições. Para isso, a Funed está captando recursos através de parcerias e incentivos fiscais como a Lei Rouanet, de incentivo à cultura. 


Os próximos passos são obras de restauração da área e dos vagões que integrarão as exposições

Por meio de uma visita ao museu, o público compreenderá que o conhecimento científico atual é o resultado de um processo histórico de pesquisas, o qual permite o desenvolvimento de produtos e serviços que estão presentes no cotidiano das pessoas. Serão abordados temas como vigilância sanitária, doenças infectocontagiosas, tipos de vírus, transmissões, evolução das patologias, produção farmacêutica e animais peçonhentos como serpentes, aranhas, abelhas e escorpiões. O diferencial, além da exposição lúdica, por meio da arte circense, será a interatividade. Em outro, de acordo com o projeto, a interação será feita por meio das atividades do circo.

No terceiro vagão será reconstruído o laboratório de bacteriologia utilizado por Ezequiel Dias e sua equipe há mais de 100 anos. Uma das portas laterais do vagão será aberta para uma pequena plataforma, de onde os visitantes poderão observar o pátio tecnológico da Fundação Ezequiel Dias, com sinalização de cores e áudio explicativo.
(Com informações da Agência Minas)
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/02/23/interna_gerais,620693/estacao-da-gameleira-vai-receber-primeiro-museu-da-saude-de-minas.shtml

Saiba mais



O Director-Regional de Cultura do Norte, António Ponte, faz um balanço muito positivo do primeiro ano à frente do organismo, um ano em que o número de visitantes dos museus e monumentos aumentou 50%. ( .pt )


Não será tudo graças aos turistas – tem havido um esforço para programar actividades regulares no património edificado. Essa política é para continuar e os modelos de candidatura aos financiamentos comunitários também. A novidade é que, depois do património edificado, a tutela vai voltar-se para o património imaterial. O processo de registo está em fase de arranque.

Em 2014 o número de visitantes dos museus e monumentos da Região Norte cresceu 50%. A que se deve este súbito interesse?
Há várias condicionantes que podem ter influenciado este resultado operacional dos museus e dos monumentos. Uma delas é o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos responsáveis de cada um dos espaços – estamos a falar de sete museus e de monumentos espalhados por toda a região e com várias tutelas – e que passa por uma política de promoção de actividades culturais que acrescentam interesse à visitação. A outra é o esforço de divulgação que tem sido feito, não só das actividades mas da própria intervenção nos monumentos, o que também tem suscitado curiosidade. Acredito que, quando alertadas para o facto de estarem a acontecer coisas, as pessoas tem a tendência de ir ver.

Onde é que estão a acontecer essas coisas?
Está a haver um investimento muito relevante em todas tipologias em que temos responsabilidade: mosteiros e igrejas, catedrais, castelos, património arqueológico. E temos tido mais cuidado em promover as intervenções e, ao fazê-lo, estamos a suscitar a curiosidade das pessoas. 

Correndo o risco de ser uma curiosidade temporária. A casa das Artes, por exemplo, devolvida ao público há um ano, tem ficado aquém das expectativas, com uma ocupação “volátil”.
A Casa das Artes e Casa de Allen só foram integradas na Direcção-Geral da Cultura em 2012, e só ficou sem obras no final de 2013. O ano de 2014 foi um ano de apropriação dos equipamentos. Estabilizou-se uma programação de cinema, com o apoio do Cineclube do Porto, mas estamos a tentar um conjunto de parcerias com instituições da região, não só culturais mas também de ensino para criarmos uma programação mais regular. Espero que a Casa das Artes possa ser palco para jovens criadores, a diferentes níveis e nas diferentes disciplinas artísticas. Temos estabelecido contactos com escolas de formação, a ESMAE é uma delas, no sentido de podermos disponibilizar um espaço para que os jovens que saem da formação tenham um sitio onde se apresentar. E com o serviço educativo que já foi lançado queremos despertar interesse nos mais jovens para as diferentes disciplinas artísticas. O objectivo é que seja um serviço com amplitude nas diferentes áreas culturais.

A apresentação da programação está prevista para breve. O que pode adiantar?
A programação cultural da DRCN não se centra na Casa das Artes, nem no Porto. Estamos a tentar que ela se espalhe pelo território, se descentralize, animando não só espaços nossos dispersos pelo território, mas também espaços de outras entidades, nomeadamente de autarquias. A perspectiva é criar uma programação que dê regularidade aos espaços. 

Estamos a falar de que espaços? De igrejas e catedrais? 
Exactamente. Tivemos na Rota das Catedrais um ciclo de concertos – Do Advento ao Natal – com todas as [sete] catedrais completamente lotadas. E conseguimos com isto promover grupos de grande qualidade que existem no contexto regional. Em Março vai ser retomado o ciclo de concertos Espaços da Polifonia, com o qual, na mesma lógica, queremos promover o património arquitectónico mas também o musical. O esforço que se se faz na salvaguarda do património é muito relevante, mas é muito importante animá-lo, criar mecanismos que aumentem o interesse na visitação e frequência nesses espaços. Todos os investimentos que temos em curso e vamos lançar têm esse objectivo: o de garantir a salvaguarda da memória, preservando os espaços edificados, mas também dar às pessoas a possibilidade de usufruírem de espaços qualificados com uma actividade cultural. Estamos também a tentar interpretar os espaços, a procurar os seus contextos e história para a comunicar ao publico. A par das reabilitações em curso, andamos a produzir prospectos e a criar exposições, que façam a capacitação do conhecimento dos visitantes através dos monumentos que visita.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.publico.pt/local/noticia/a-grande-aposta-nao-e-recuperar-edificios-isolados-mas-criar-redes-de-visitacao-1686954

Le musée régional Pierre-Vetter est un lieu de préservation du patrimoine géologique de notre région.

 Il joue aussi un rôle très important dans la diffusion de la culture scientifique, qui ne peut être considérée comme un élément facultatif du développement de notre société. Elle y a pleinement droit de cité et doit faire intégralement partie de ce que nous appelons «la culture». En 2014 encore, la programmation culturelle du musée fut riche et variée. En organisant régulièrement des expositions et d'autres manifestations, l'espace muséal Pierre-Vetter permet au public, et notamment aux plus jeunes, d'accéder aux progrès de la recherche, à la connaissance des sciences et à la découverte de l'environnement naturel.

Tout connaître sur le monde des cétacés, jusqu'au 27 juin. / Photo DDM




«Ces expositions thématiques permettent de varier le contenu du musée et de lui donner ainsi une image plus dynamique et plus vivante. Elles touchent principalement la population locale et les établissements scolaires qui viennent en nombre. Le public apprécie la diversité des sujets abordés et la très grande qualité de ces expositions. Le musée favorise ainsi l'émergence d'une culture scientifique chez les plus jeunes et suscite parfois des vocations», souligne Matthieu Communeau, animateur-directeur de Pierre-Vetter.

Dans le cadre de certaines manifestations, le musée propose des visites commentées gratuites ou organise des conférences en présence de scientifiques, de naturalistes ou d'explorateurs. Les présentations se prolongent par un débat avec le public et souvent par une séance de dédicaces. Enfin, Matthieu Communeau organise des sorties sur le terrain, permettant au public de découvrir toute la richesse géologique de notre région. Ces animations connaissent un succès grandissant.
La Dépêche du Midi


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  http://www.ladepeche.fr/article/2015/02/22/2053701-le-musee-vetter-diffuseur-de-culture-scientifique.html#EXlKO52P1dQbzv8v.99

Musique au musée avec Buzlov au violoncelle et Ilinskaya au piano

Un moment exceptionnel dans un cadre exceptionnel. Le violoncelliste Alexander Buzlov et la pianiste Veronika Ilinskaya se produiront en un tendre duel dans l'enceinte du musée national au cœur de Beyrouth, dans le cadre du Festival al-Bustan en dehors de son fief de Beit-Méry.




Âgé de trente-deux ans, le violoncelliste russe Alexander Buzlov est un jeune musicien déjà auréolé de plusieurs prix. Une liste de récompenses à couper le souffle. À son palmarès, le Grand Prix Mozart aux compétitions de Monte-Carlo, enlevé haut la main à 13 ans. Mais aussi des succès prestigieux à Moscou, Belgrade, Leipzig, New York ainsi que Munich et Genève. Avec une médaille de grand mérite de la Fondation Rostropovitch et Galina
Vishnevskaya.
Formé au Conservatoire Tchaïkovsky à Moscou, doté de bourses par de nombreuses institutions (dont celles de Rostropovitch, Spivakov et Nahum Guzik), le brillant interprète, concertiste et aujourd'hui aussi pédagogue, a donné la réplique aux plus grands orchestres russes et européens (dont, entre autres, les solistes de l'Ensemble de chambre moscovite et l'Orchestre symphonique de la radio bavaroise).
À cela s'ajoute sa présence très remarquée aux nombreux festivals en Russie (Saint-Pétersbourg, Moscou), Allemagne, France (Colmar, Montpellier, Giverny), Japon et Suisse.
Pour lui donner la réplique, derrière les touches d'ivoire, une pianiste moscovite formée entre la capitale russe, Londres et New York. Rentrée d'une tournée en Chine, conférencière et concertiste à la fois, des Émirats du Golfe à Manchester, Liverpool et Canterbury, la pianiste a raflé plus d'un prix dont ceux des festivals de musique à Oxford et Moscou.
Pour ce duo haut de gamme, un menu soigneusement concocté. Pour les mélomanes chevronnés seront interprétées des pages de Schubert, Beethoven et Brahms.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.lorientlejour.com/article/912507/musique-au-musee-avec-buzlov-au-violoncelle-et-ilinskaya-au-piano.html

25 IDEAS PARA EL MUSEO LOCAL | IDEA 17 · en INSTITUCIONES, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

El museo local ante un dilema: 
¿Priorizamos la exposición permanente 
o potenciamos las temporales?

La falta de recursos nos obliga a priorizar, debemos elegir. Entendemos que el motor del museo suelen ser las exposiciones temporales; la exposición temporal significa generar nuevo conocimiento, captación de nuevos públicos, promoción del museo al exterior, etcétera. Sin embargo, tenemos un problema: cuestan dinero. Una red de museos pude crear una exposición temporal e itineraria por los museos de la red, con los cual se puede contener el gasto hasta un nivel razonable. Formar parte de una red de museos es importantísimo, esta es una de las razones. También es cierto que las exposiciones temporales se pueden hacer con recursos del propio museo, casi sin ayudas externas. Ello es posible si la sala que puede acoger exposiciones temporales está preparada para ello con suelo técnico (tipo de suelo que acoge todo el sistema de cableado tanto de electricidad como de datos, además de disponer de enchufes y conexiones), sistemas de iluminación versátiles, sistemas expositivos adaptables y si disponemos de material suficiente en el almacén del museo que pueda ser expuesto temporalmente.


Llegados a este punto, generar buenas ideas es algo fundamental. Hay que contar con personal técnico interno con ilusión y muchas ganas de trabajar, con conocimiento y capacidad. Será importante apoyarnos en colaboradores externos que nos alejen de la “endogamia conceptual”. El primer paso será crear un guión de la exposición que resulte atractivo al público, que capte su interés. A partir del guión hay que organizar muy bien la secuencia expositiva de los objetos o piezas a exhibir. Estas exposiciones no están basadas en diseño de vanguardia con arquitectura efímera cara. La esencia de la museografía es la clave, y no el recurso espectacular (carísimo) pero vacío de contenido.

Repeat Offender de EVO (Jonathan Levine Gallery)

Ante tanta estrechez económica, si aun así fuese imposible afrontar el montaje de una pequeña exposición temporal, deberemos plantearnos variar el orden de la o disposición de la colección permanente. Si la exposición permanente, por la razón que sea, debe permanecer congelada, esta opción deja de existir, son las exposiciones temporales exteriores compartidas las que nos pueden devolver a la vida. El museo que tiene una exposición permanente inalterable, siempre la misma, con relación a su origen, por real orden (los donantes no quieren que se mueva nada), ha de buscar fórmulas eficaces para mantener el poder de convocatoria. La fórmula más eficaz es la del intercambio de piezas con otros museos. Que sean pequeñas piezas cuyo desplazamiento y contratación de los correspondientes seguros no estrangulen el poco dinero que nos quede de presupuesto anual. Uniendo esfuerzos entre todos podremos llegar a soluciones compartidas que no son costosas.


Si afrontamos finalmente el montaje de la exposición, podemos utilizar materiales muy simples y baratos como soportes expositivos, como son el cartón, materiales industriales y reciclables, sistemas de estanterías desmontables, auto-transportables (con ruedas), adaptables a cualquier espacio, modulares y para cargas medias y ligeras. El mercado ofrece muchas opciones, nosotros hemos recurrido a Ikea o Leroy-Merlín en innumerables ocasiones. Todos los materiales deberán poder interactuar entre si, ser combinables para satisfacer cualquier necesidad de la exposición. Un muy bajo mantenimiento es fundamental, olvidados quedan pues los proyectores multimedia, por el momento.


Por lo tanto y para acabar, una estrategia que puede dar resultado cuando no hay capacidad de realizar exposiciones temporales y tampoco es fácil intervenir en la exposición permanente, consiste en unificar el concepto de exposición permanente con la temporal, intercalando elementos temporales simplemente en la propia exposición permanente con el fin de darle nueva vida y transferirle ideas nuevas.

IDEAS QUE CUESTAN POCO DINERO:

Si en vuestra ciudad existe un conservatorio de música o por defecto alguna asociación de amigos de la música, poneos en contacto con ellos para organizar pequeños conciertos en vuestro museo. Lo ideal son los cuartetos de cuerda, pero si no disponemos de ellos nos valdrá también un solista, o incluso un lector de poesía con música de fondo. Los grupos de rock amateur atrae mucho público joven. Os asombraréis ver – si no lo habéis hecho ya – el poder de convocatoria que tiene este tipo de pequeños eventos – y si la gente se entera de que los hacéis -.

Un ejemplo: clica aquí.




Imagen principal y redes sociales: EVE, Repeat Offender II (Jonathan Levine Gallery)


fonte: @edisonmariotti #edisonbmariotti http://evemuseografia.com/2015/02/23/25-ideas-para-el-museo-local-idea-17/

NARODNA GALERIJA --- National Gallery of Slovenia

Društvo prijateljev Narodne galerije je zaživelo leta 1995, čeprav zamisel ni bila povsem nova in so bile podobne ideje navzoče že ob ustanovitvi društva Narodna galerija leta 1918. Prijatelji Narodne galerije so spodbuda našim prizadevanjem, da bi organizirali aktivnejše jedro kulturne javnosti in da bi Narodna galerija skupaj s podporniki bogatila svoj umetnostni fond, z nakupi reševala umetnine pred propadom ali odtujitvijo iz našega okolja in ozaveščala javnost o pomenu naše kulturne dediščine. Podjetja in ljudje, ki so jih družili skupni interesi, so skozi desetletja pomagali uresničevati vizijo, da bi Narodna galerija prerasla v hram slovenske umetnosti in kulture.




Danes prijatelje Narodne galerije povezuje in druži ne samo zanimanje za umetnost in za zgodovino, temveč tudi želja po novih spoznanjih, po raziskovanju manj znanih predelov naše dežele in po druženju s podobno mislečimi. Zavedamo se, da so poleg glavne muzejsko-galerijske dejavnosti – zbiranje, hranjenje in raziskovanje umetnostnega fonda kot sestavnega dela likovne ustvarjalnosti v slovenskem prostoru – pomembne tudi zunaj galerijske aktivnosti. Na terenu se namreč prijatelji intenzivneje seznanjajo z delom Narodne galerije in z njenim pomenom v našem nacionalnem prostoru. Pridružite se nam, stopimo skupaj umetnosti in naši kulturni dediščini naproti!
Kakšne ugodnosti pridobim s plačilom članarine?
  • Člansko izkaznico 
  • Prost vstop do stalnih zbirk in na občasne razstave
  • Prost vstop na strokovna predavanja in vodstva
  • Udeležbo in srečanje z avtorji na internih predvodstvih novih razstav 
  • Udeležbo na posebnih strokovnih ekskurzijah po Sloveniji in tujini
  • Prejemanje programa prireditev 
  • Prejemanje vabil na odprtja razstav
  • 30 % popust pri nakupu publikacij Narodne galerije 
  • 40 % popust pri nakupu vstopnic za koncerte Sozvočja svetov 
  • 20 % popust pri delavnicah in tečajih v NG
Članarina velja za tekoče leto. Prijavnica je dostopna na spodnji povezavi:


Friends of the National Gallery of Slovenia are a club established in 1995 although the idea was not completely new. Similar initiatives were present during the foundation of the Society of the National Gallery of Slovenia in 1918. The Friends encourage the gallery's efforts to organize a more active core of the general public and try, together with the gallery's patrons, to enrich its art collection and save works of art from destruction or removal from the country through acquisition and informing the public of the importance of our cultural heritage. Businesses and individuals, brought together by common interests, have throughout decades helped bring us closer to the vision of the National Gallery of Slovenia as a temple of Slovene art and culture.
Today Friends of the National Gallery of Slovenia are connected not just by the interest in art and history but also by the desire to learn something new, to explore less known parts of our country and to mingle with the like-minded people. We are aware that besides the main activity of the gallery – collecting, storing and researching the art collection that is an integral part of the fine art creativity in Slovene milieu – there are other activities that are important as well. The Friends familiarize themselves with the work of the gallery and its meaning in the national milieu also outside the institution. Join us and let us travel through art and common cultural heritage together!
What are the benefits of the membership?
  • Membership card
  • Free entrance to permanent collections and temporary exhibitions
  • Free expert lectures and tours
  • Participation in private tours of new exhibitions and in events with their authors
  • Participation in special expert field trips in Slovenia and abroad
  • Programme of events
  • Invitation to different openings
  • 30% discount for publications of the National Gallery of Slovenia
  • 40% discount for the tickets to the concert cycle Harmony of the Spheres
  • 20% discount for the workshops and courses in the National Gallery of Slovenia
  • Membership is valid for the current calendar year. Apply form is available here.
Please note that tours and lectures are conducted in Slovene.

Dear visitors,
most of the public activities in the National Gallery of Slovenia are conducted in the Slovene language. You can follow our news section in Slovene.
We are happy to organise tours, workshops and birthdays in foreign languages. Please note that in such a case bookings should be made at least 14 days in advance. Please contact the Department for Education for details.





fonte: edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ng-slo.si/si/ 

MUZEJ PREMOGOVNISTVA SLOVENIJE


O MUZEJU
Pridite in se prepričajte, kako skrivnosten je podzemni svet!




V spremstvu vodičev boste v premogovnik vstopili povsem enako, kot so vanj vstopali rudarji v prejšnjem stoletju.

Oblekli se boste v rudarska oblačila, površnik, si nadeli čelado, s sabo dobili rudarsko malico in se po Starem jašku iz leta 1888 spustili 160 metrov v globino.

V uri in pol si boste v podzemnih rovih ogledali slikovito predstavitev, kako je potekalo delo rudarjev nekoč in kakšno je danes.
Zgodbo oblikujejo scene in lutke rudarjev, ki oživijo s sodobno avdiovizualno opremo.

Spoznali boste mehanizacijo jamskih prostorov iz zadnjih desetletij razvoja Premogovnika Velenje in obisk sklenili z vožnjo s podzemno železnico.
Na koncu si boste ogledali še Belo in Črno garderobo z zbirko razvoja premogovništva in rudarsko stanovanje iz leta 1930.

Zanimiva multimedijska zgodba je prav tako na voljo v angleškem, nemškem, italijanskem in hrvaškem jeziku, da tudi tujim gostom zagotovimo popolno doživetje.


Ogled nadzemnih zbirk je individualen in ni voden.


http://muzej.rlv.si/si/obisk/o-muzeju



LIGI VAS POPELJE NA PRAVO PODZEMNO PUSTOLOVŠČINO. OGLEJTE SI FOTOGALERIJO.







OBISK


PODZEMNA PUSTOLOVŠČINA

Prijazno vabljeni.


Doživite razvoj premogovništva skozi čas, od starih dni do modernih časov!

Ogled rudarske mašinerije in vpogled v geološko sestavo šaleške doline.

Doživite kako so živeli rudarji pred več kot 100 leti.

Spoznajte svetovno znano Velenjsko odkopno metodo – tako delajo rudarji danes.



18 scen iz življenja in dela rudarjev.

Prodaja darilnih vstopnic.

Organiziramo tudi rojstnodnevne zabave, praznovanja in poslovna srečanja!



V muzeju ponujamo:


Premogovniške vrednote (Srečno – tovarištvo, solidarnost, pomoč).
Znanje iz premogovniške dejavnosti.
Vodenje v več jezikih.
Dostopnost invalidnim ljudem.
Pozitivna promocija dogodkov.
Kulturne vsebine.
Dodatna ponudba (tipični rudarski spominki, razstave, …).
Skupne programe na turistični destinaciji Saša regije in Šaleške doline z ostalimi turističnimi ponudniki.

OD PREMOGA DO ENERGIJE PRIHODNOSTI.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://muzej.rlv.si/si/


colaboração 

Marjana Škoflek