domingo, 15 de março de 2015

Museu Brinquedim, em Pindoretama, ( Ceará - Brasil )

A primeira-dama Onélia Leite Santana visitou o Museu Brinquedim, em Pindoretama, para conhecer o trabalho do artista plástico Jader Pereira dos Santos, conhecido como Dim Brinquendim. Ela aproveitou a ocasião para convidar o artista para vender os seus brinquedos através da Central de Artesanato do Ceará (Ceart) e fazer um projeto para decorar a Praça Luiza Távora com as suas peças e esculturas.



Dim Briquedim cria peças de 10 cm a 15 metros utilizando em sua produção materiais como fibras de vidro, isopor, tecido, alumínio, madeira, ferro galvanizado, entre outros. “Parabéns pelo seu trabalho lindo. É muito bacana! Vim para convidá-lo para utilizar suas peças e esculturas na ornamentação da Praça Luiza Távora e também para convidá-lo a vender pela Ceart para que as crianças tenham acesso aos brinquedos produzidos por você”, pontuou. “Quero transformar cada vez mais a praça em um espaço onde se estimula o brincar, o aprender, o lúdico, tudo para o desenvolvimento de nossas crianças”, completou.




O artista plástico considera “inovadora” a atitude da primeira-dama de procurá-lo em busca de parceria. “A primeira-dama está inovando ao sair do Gabinete dela para visitar o artista. Fico muito satisfeito em saber que ela está se preocupando com as crianças. É inovador e bastante necessário, já que existe uma carência muito grande nessa área”, ressaltou. Dim ficou bastante contente com o convite de Onélia. “Eu acho maravilhoso ter as minhas peças em uma praça que vai encantar o Brasil e o mundo. Em relação aos brinquedos, vai ser um prazer saber que as crianças terão acesso aos meus brinquedos”, disse.

 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ceara.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/12125-primeira-dama-visita-museu-do-brinquedo-para-buscar-parceria-com-artista-plastico

Assessoria de Imprensa do Gabinete da Primeira-Dama

Penedo: ( Alagoas - Brasil ) a beleza e a história da cidade dos sobrados -- As marcas dos colonizadores portugueses, holandeses e dos missionários franciscanos, podem ser constatadas na arquitetura barroca de conventos e igrejas. Há, na cidade, edificações neoclássicas e até exemplares de art nouveau do final do século XIX, quando ocorreu seu apogeu econômico, com o renascimento da indústria do açúcar.

Ela já foi sede do Governo Imperial, com a visita de Dom Pedro II, em 1859. O imperador do Brasil se foi, mas Penedo continua soberana quando o assunto é beleza. Os cinco séculos de história podem ser contados pelas paredes dos museus, revividos pelo Centro Histórico e redescobertos no passeio pelo rio tão grande quanto o mar, o rio mar, o Velho Chico.



O berço da civilização alagoana se tornou a vitrine da história do estado. Patrimônio Histórico Nacional, Penedo - que já foi chamada de “Mui Nobre e Sempre Leal” - recebe os visitantes de braços estendidos, portas de museus abertas e águas convidativas.




Para quem quer deixar o banho de sol nas areias das praias do Paraíso das Águas de lado, vale um passeio pela cidade dos sobrados, localizada ao Sul das Alagoas. Pelas ruas do Centro Histórico, é possível redescobrir um pouco a história de Penedo, que se ergueu sobre um rochedo às margens do rio São Francisco e conserva um patrimônio artístico e cultural de grande valor, tendo sido palco de importantes acontecimentos do Brasil Colonial.

As marcas dos colonizadores portugueses, holandeses e dos missionários franciscanos, podem ser constatadas na arquitetura barroca de conventos e igrejas. Há, na cidade, edificações neoclássicas e até exemplares de art nouveau do final do século XIX, quando ocorreu seu apogeu econômico, com o renascimento da indústria do açúcar.

O passado pode ser revisitado nos museus do Paço Imperial – local onde ficou hospedado Dom Pedro II; um sobrado em estilo colonial – , na Casa do Penedo, no Convento e Igreja de Santa Maria dos Anjos – primeiro convento, fundado em 1661 -, além da Igreja de Nossa Senhora da Correntes, tombada pelo Instituto do Patrimônio e Histórico Artístico Nacional (Iphan) com arquitetura do barroco e neoclássico, decorada com azulejos portugueses e um altar de ouro.


Teatro em reforma

Um dos prédios emblemáticos da cidade, o Teatro 7 de Setembro, não poderá ser visitado pelos turistas este ano. As apresentações e o roteiro cultural do local foram suspensos por conta de uma reforma que vai abranger o Centro Histórico, inclusive o Círculo Operário. As obras têm previsão de conclusão apenas em 2016.

Passei pelo Velho Chico

O núcleo urbano inicial de Penedo desenvolveu-se às margens do rio São Francisco, então marco dos limites ao sul da capitania de Pernambuco, região que sediaria, dois séculos mais tarde, Alagoas. Após ser berço da história, o Velho Chico continua, ainda, no mesmo lugar, e os passeios são realizados todos os dias.

De acordo com a Prefeitura de Penedo, há embarcações que saem da cidade até a Foz do Velho Chico, e o passeio dura em média oito horas; passeios com menos duração também podem ser feitos. O visitante pode navegar apenas próximo às ilhas em um percurso de três horas.

A Prefeitura informou que os museus têm entrada franca, mas os passeios pelo São Francisco são cobrados de acordo com os donos das embarcações.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://7segundos.ne10.uol.com.br/index.php/noticia/2015/03/14/penedo-a-beleza-e-a-historia-da-cidade-dos-sobrados


Por: Kamylla Lima

The Leslie Lohman Museum of Gay and Lesbian Art is the first dedicated LGBTQ art museum in the world with a mission to exhibit and preserve LGBTQ art, and foster the artists who create it



ABOUT US

The Leslie Lohman Museum of Gay and Lesbian Art is the first dedicated LGBTQ art museum in the world with a mission to exhibit and preserve LGBTQ art, and foster the artists who create it The Leslie-Lohman Museum embraces the rich creative history of the LGBTQ art community by informing, inspiring, entertaining, and challenging all who enter its doors. 




The Museum is operated by the Leslie Lohman Gay Art Foundation, Inc., a non-profit founded in 1987 by Charles W. Leslie and Fritz Lohman who have supported LGBTQ artists for over 30 years. The Leslie Lohman Gay Art Foundation, Inc., is a non-profit organization and is exempt from taxation under section 501(c)3 of the IRS Code. 




In the Main Gallery, the calendar of events includes 6-8 major exhibitions a year, film screenings, plays, poetry readings, artist and curator talks, and panel discussions. Other galleries include the Wooster St. Window Gallery, on view to the public twenty-four hours a day from street level and speaks to the LGBTQ experience showing art from both emerging and established artists that might be denied access to mainstream venues due to subject matter or institutional bias; and the Prince St. Project Space, curated under Charles Leslie’s trained eye, this space hosts the weekly Leslie-Lohman Studio and offers weekend exhibitions and events.



The Museum maintains a collection of over 22,000 works, and retains an artist archive that contains information on over 1,900 LGBTQ artists, both those represented in the collection and others of interest to LGBTQ audiences.










Also, it houses a library of over 1,000 volumes that is one the most comprehensive collection of published books, catalogues, and pamphlets on LGBTQ art and also publishes The ARCHIVE, a quarterly journal about LGBTQ art and artists. 




The Museum has an online DATABASE that allows you to search over 1,000 images in the Museum's collection. Also included on the website is a valuable teaching tool called MILESTONES, a timetable of the history of art from the gay perspective.




The Museum is located at 26 Wooster Street, in the SoHo neighborhood of New York City. Admission is always free, and hours are 12pm-6pm Tuesday through Sunday, 12-8 pm on Thursday. The Museum is closed Monday and all major holidays. The Museum can be reached at 212-431-2609. 




You are encouraged to contact the Museum with information about LGBTQ visual arts, both contemporary and from the past, anywhere in the world.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.leslielohman.org/visit.html

ANNUAL REPORT
Please review our 2014 annual report via the links below:
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Mudanças climáticas ameaçam preservação de múmias milenares no Chile ( América Latina )

Estudo da Universidade de Harvard mostra que aumento da umidade na última década provoca a deterioração de corpos que se mantiveram conservados por 7 mil anos


Uma das múmias chinchorros: antigos sul-americanos preparavam corpos muito antes de os egípcios desenvolverem suas técnicas de preservaçãoDois mil anos antes de o Egito começar a imortalizar faraós e altos funcionários do governo, um povo simples sul-americano já protegia seus mortos da decomposição com sofisticadas técnicas de mumificação. Para os chinchorros, caçadores-coletores que viviam na costa da região onde hoje ficam Chile e Peru, todos mereciam que seus corpos fossem incorruptíveis. Mesmo fetos natimortos recebiam o elaborado tratamento pós-morte. Mas o que ficou intacto por mais de 7 mil anos, agora corre o risco de desaparecer. Culpa das mudanças climáticas, que estão destruindo as múmias até hoje bem preservadas.

Na última década, os corpos mumificados, que datam de 5050 a.C., começaram a se deteriorar rapidamente. Há quase 120 deles na coleção da Universidade de Tarapacá, no Museu Arqueológico de Arica, no Chile. Foi lá que os cientistas observaram uma degradação acentuada e a um ritmo alarmante. Em alguns casos, espécimes estavam simplesmente se transformando em lodo negro. “Nos últimos 10 anos, o processo acelerou”, conta Marcela Sepulveda, professora de arqueologia e pesquisadora do Laboratório de Análise Arqueométrica da universidade. “É muito importante ter mais informações sobre as causas disso e apontar para a universidade e o governo o que é necessário fazer para preservar as múmias chinchorros para o futuro.”

Para ajudar a descobrir o que está destruindo as múmias, Sepulveda chamou especialistas da Europa e da América do Norte, incluindo Ralph Mitchell, professor de ciências aplicadas e engenharia da Universidade de Harvard. Ele tem usado seu conhecimento em microbiologia ambiental para encontrar os culpados por danos detectados em peças como manuscritos históricos, paredes da tumba do rei Tutancâmon e até roupas espaciais do projeto Apollo, que levou o homem à Lua. “Sabíamos que as múmias estavam se degradando, mas ninguém entendia o motivo. Esse tipo de degradação nunca havia sido estudado. Queríamos responder a duas questões: o que estava causando isso e o que poderíamos fazer para prevenir futuros danos”, explica Mitchell. 

De acordo com Sepulveda, preparar as múmias foi um processo complicado que demandou tempo e muito conhecimento. Os chinchorros extraíam o cérebro e outros órgãos, reconstruíam o corpo com fibra, enchiam a cavidade craniana com cinza ou palha e usavam lascas de cana para costurar tudo, conectando a mandíbula ao crânio. Um pedaço de pau mantinha a espinha reta. O embalsamador restaurava a pele, às vezes juntando as partes do corpo com epiderme de leão-marinho e outros animais. Finalmente, a múmia era coberta com uma pasta: preta, feita de manganês, nas múmias mais antigas; vermelha, de ocre, nos exemplares seguintes; e marrom, aplicada nos espécimes mais recentes. 

Micróbios 



Professor Ralph Mitchell, de Harvard, comanda a investigaçãoA primeira coisa de que a equipe de Mitchell precisava eram evidências físicas, algo que Sepulveda forneceu em forma de amostras – tanto de pele degradada quanto de intacta – retiradas de múmias da coleção do museu. A tarefa de receber a encomenda incomum ficou a cargo de Alice DeAraujo, pesquisadora do laboratório de Mitchell, cuja especialidade é analisar amostras biológicas. Para ela, não restou dúvidas: a origem dos danos era microbiana. “A palavra-chave que usamos na microbiologia é oportunismo. O micróbio está sempre em nossos corpos, mas, quando há mudanças ambientais, ele se torna um oportunista”, explicou Mitchell. 

Primeiramente, os pesquisadores levantaram uma série de questões: “O microbioma da pele das múmias é diferente da pele de humanos normais? Há uma diferença na população dos micróbios? Eles se comportam distintamente? Toda a microbiologia deles é desconhecida”, admite o especialista de Harvard. Os cientistas, então, isolaram os micróbios presentes nos dois tipos de amostra. Mas, como só havia uma quantidade limitada de epiderme das múmias, eles precisaram de um substituto para o próximo passo: cultivar os organismos no laboratório e testá-los para ver o que ocorria quando as amostras eram expostas a diferentes níveis de umidade. Usando pele de porco, DeAraujo iniciou uma série de testes. Depois de determinar que a epiderme do animal começava a degradar após 21 dias em um ambiente muito úmido, ela repetiu o resultado usando pele das múmias. Confirmou-se que a elevada umidade do ar desencadeia o processo de destruição. 

A descoberta era consistente com algo que Sepulveda reportou: os níveis de umidade em Arica, onde o museu está localizado, nunca estiveram tão altos. As análises de DeAraujo sugerem que o ideal para as múmias é que o ambiente de exposição fique entre 40% e 60%. Qualquer coisa acima disso deflagra a degradação. Abaixo dessa margem, porém, também há riscos de destruição por acidificação. Testes futuros são necessários para verificar ainda o impacto da temperatura e da luz. Os resultados ajudarão a equipe do museu a afinar os níveis de temperatura, umidade e luz para preservar a coleção, disse Mitchell. Contudo, um desafio maior está pela frente. 

De acordo com Sepulveda, existem centenas de múmias chinchorros enterradas apenas abaixo da superfície de areia nos vales da região. Elas sempre são descobertas durante novas construções e projetos públicos. Assim, o aumento da umidade pode fazer com que essas múmias ainda não recuperadas fiquem suscetíveis aos danos. Enquanto o processo de degradação é relativamente controlado no museu, essa é uma tarefa muito mais complicada quando se está exposto ao ambiente natural. “E quanto aos artefatos que ainda estão lá fora?”, questiona Mitchell. “Como preservá-los no ambiente externo ao museu? Há uma resposta científica para proteger esses importantes objetos históricos dos efeitos devastadores das mudanças climáticas?”, pergunta. Para ele, a solução para o desafio de preservar as múmias de 7 mil anos pode estar na ciência do século 21. “Você tem todos esses corpos lá fora e está se perguntando como evitar que se decomponham. É quase um problema forense”, acredita.

SAIBA MAIS: PESCADORES PRÉ-INCAS

Os chinchorros eram pescadores sedentários que ocuparam a costa árida do Nordeste do Chile ao Sudeste peruano, incluindo o Deserto do Atacama. Ao longo de milênios, esse povo pré-inca subsistiu usando uma combinação de pesca, caça e coleta – a palavra chinchorro significa “barco de pesca”. Os primeiros registros arqueológicos da cultura datam de 7 mil anos antes de Cristo, na localidade de Acha. O processo de mumificação provavelmente teve início depois, por volta de 5 mil a.C. Isso faz das múmias chinchorros as mais antigas do mundo. Os aparatos resgatados nos sítios arqueológicos indicam um estilo de vida simples, mas com domínio de ferramentas para pesca. Era do mar que retiravam 90% de sua dieta, conforme indicaram análises dos cabelos e ossos das múmias. Cinco por cento da alimentação vinha de animais terrestres, e os outros 5% de plantas. Suas comunidades eram compostas por pequenos grupos com núcleo familiar único. Cada povoado abrigava de 30 a 50 pessoas, e não há evidência de estratificação social. Os últimos registros dos chinchorros datam de 1,1 mil a.C.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2015/03/15/interna_tecnologia,627620/mudancas-climaticas-ameacam-preservacao-de-mumias-milenares-no-chile.shtml

Museu Malinverni Filho - cidade de Lages ( Santa Catarina - Brasil )

Centro geográfico do Estado, a cidade de Lages tem destacadas expressões na área artística e cultural que estão a merecer maior atenção das autoridades e dos catarinenses.

No centro da cidade há três símbolos históricos ligados à arte, à arquitetura, à politica e à educação a revelar um cenário paradoxal.

Uma jóia rara da arquitetura está sendo restaurada pelo governo Colombo: o belíssimo prédio do Grupo Escolar Vidal Ramos, construído há 103 anos e marco da educação. É um monumento histórico luminoso, que enriquece os olhos dos visitantes. As obras estão em fase final. Mas já é possível apreciar aquela maravilha arquitetônica. Ao lado, o Memorial Nereu Ramos, obra do prefeito Colombo, também em reforma. Ali, o resgate do único catarinense a exercer a presidência da República. Duas iniciativas elogiáveis de extraordinário valor cultural.

Mas, também no coração de Lages, à rua Thiago de Castro, está o Museu Malinverni Filho, este esquecido pela prefeitura e pelo governo do Estado. Fica exatamente na casa onde Malinverni Filho viveu e produziu as mais belas paisagens da serra catarinense. Ali idealizou e executou esculturas, bustos e estátuas dos principais personagens da história estadual.

A última reforma se deu em 2004, quando Colombo era prefeito. O processo de deterioração do rico patrimônio é visível. Falta manutenção, iluminação e climatização. Obras famosas carecem de restauro. Pinturas valiosas estão empacotadas para não serem destruídas pela umidade.

— Esta casa é a minha vida – desabafa, entristecida, a afável viúva Maria do Carmo Malinverni, dona Marichem, uma dama lageana de excepcionais qualidades que acolhe os visitantes sempre sorridente, esbanjando simpatia e generosidade.

Com pouco dinheiro dá para fazer uma rápida recuperação do Museu e mostrar ao Brasil a grandiosa obra do talentoso Malinverni Filho.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2015/03/15/malinverni-o-artista-esquecido/?topo=67,2,18,,,77
Jonas Malinverni, filho do artista, e Maria do Carmo Malinverni em frente ao museu. Foto: Moacir Pereira
Jonas Malinverni, filho do artista, e Maria do Carmo Malinverni em frente ao museu. Foto: Moacir Pereira

Museu de Arte de Niterói ( Rio de Janeiro - Brasil ) faz 20 anos

O tombamento provisório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói deve ser publicado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ainda este mês. O museu é uma das 11 obras de Oscar Niemeyer, no Brasil.



Rio de Janeiro - O tombamento provisório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói, símbolo da cidade, como Patrimônio Histórico e Artístico, deve ser publicado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ainda este mês. O museu é uma das 11 obras de Oscar Niemeyer, no Brasil, em análise pelo instituto, e um dos que estão com o processo mais adiantado.

A informação é do presidente da Fundação de Arte de Niterói, André Diniz. De acordo com ele, o processo de tombamento do MAC foi acelerado pelo Iphan dentro da programação dos 20 anos do museu, que serão comemorados em 2016: "O tombamento provisório sai agora em março, segundo o Iphan, o que nos facilita ter uma relação inclusive de investimento, através do Fundo Nacional de Cultura e estamos pensando coisas para serem realizadas no ano que vem. Enfim, essa parceria tem sido muito produtiva".

Com isso, de acordo com Diniz, o patrimônio já está sob cuidados especiais. "Quando se dá início ao processo, o bem, certamente, já está preservado. Não existem ainda todas as exigências necessárias para o tombamento em si, mas já temos responsabilidades sobre o patrimônio. Então, podemos dizer à sociedade que o MAC já está de certa maneira preservado, ao se acelerar esse processo de tombamento dele, que deve ser concluído até o final do ano".

Fechado desde o dia 13 de fevereiro, o MAC passa pela primeira vez por uma reforma. Diniz explica que o prédio será modernizado. "Estamos colocando acessibilidade no subsolo, que tem um restaurante, o auditório, os banheiros. Então, estamos enquadrando o MAC também nessas demandas contemporâneas, que não havia no período da sua construção, O que vai fazer com que ele fique um MAC mais confortável para o visitante, mais bonito, mais acolhedor, enfim, brilhando como sempre ele brilhou na nossa cidade".

O sistema de ar condicionado vai ser modernizado e serão feitas outras melhorias para adaptação a padrões internacionais, como a troca do piso, acessibilidade, iluminação de led, retirada das grades e a construção de uma nova reserva técnica. Segundo Diniz, durante a reforma, os espaços de exposição ficarão fechados, mas o pátio, o Centro de Atendimento ao Turista, a loja e o restaurante permanecem abertos ao público, com programação de atividades culturais, educativas e de lazer. A previsão é que as obras durem pelo menos três meses.

"O MAC está fechado na parte interna, para visitação. Mas a parte externa está aberta para fotos e estamos elaborando uma série de atividades externas, educacionais, que tragam ao turista e ao visitante conhecimento sobre a história da construção do museu. Vamos ter monitores para guiar essas visitas e um telão onde vai passar um vídeo mostrando todos os passos da construção do museu".

Uma parceria com o governo federal já liberou R$ 760 mil para obras do teto e do elevador de acessibilidade. O custo das outras intervenções ainda não foi calculado. Diniz explica que o tombamento é importante para que todos os governos que venham a assumir tenham a obrigação de preservar o monumento.

De acordo como Iphan, em 2007, por ocasião do centenário Oscar Niemeyer, foram tombadas 24 obras escolhidas pelo próprio arquiteto, sendo 23 em Brasília, incluindo todo o conjunto da Esplanada dos Ministérios e da Praça dos Três Poderes além da Capela Nossa Senhora de Fátima e a Casa das Canoas, no Rio de Janeiro, construída em 1951 para ser residência dele.

O instituto destaca que o processo é muito complexo e envolve praticamente todos os estados do Brasil. "O Departamento do Patrimônio Material e Fiscalização pretende finalizar a instrução processual e encaminhar a discussão para a próxima reunião do Conselho Consultivo, que deverá ocorrer no final do primeiro semestre de 2015", informa o Iphan.

Também estão em estudo para tombamento o Edifício Copan, o Conjunto Ibirapuera e o Memorial da América Latina e Parlamento em São Paulo; a Passarela do Samba, o Centro Cultural Duque de Caxias, o Monumento IX de Novembro, em Volta Redonda, e o Caminho de Niemeyer, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro; o Museu Oscar Niemeyer no Paraná; o Centro Cultural Oscar Niemeyer em Goiás; e a Torre no Parque de Natal, no Rio Grande do Norte.

No Rio de Janeiro, também já é tombados pelo Iphan o Edifício Gustavo Capanema, sede do Ministério da Cultura, marco da arquitetura moderna brasileira e que foi projetado por uma equipe de arquitetos composta por Lúcio Costa, Carlos Leão, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge Machado Moreira, com a consultoria do arquiteto franco-suíço Le Corbusier.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.portugaldigital.com.br/cultura/ver/20093053-museu-de-arte-de-niteroi-faz-20-anos

El Museo de la Memoria y los Derechos Humanos - Estado de Chile


Sobre el Museo





El Museo de la Memoria y los Derechos Humanos es un espacio destinado a dar visibilidad a las violaciones a los derechos humanos cometidas por el Estado de Chile entre 1973 y 1990; a dignificar a las víctimas y a sus familias; y a estimular la reflexión y el debate sobre la importancia del respeto y la tolerancia, para que estos hechos nunca más se repitan.

Es un proyecto Bicentenario, inaugurado en enero del 2010 por la entonces Presidenta Michelle Bachelet. Con su creación se busca impulsar iniciativas educativas, que inviten al conocimiento y la reflexión. Su instalación, en la calle Matucana, busca además potenciar el circuito cultural Santiago Poniente.

A través de objetos, documentos y archivos en diferentes soportes y formatos, y una innovadora propuesta visual y sonora, es posible conocer parte de esta historia: el golpe de Estado, la represión de los años posteriores, la resistencia, el exilio, la solidaridad internacional, las políticas de reparación.

El patrimonio de sus archivos contempla testimonios orales y escritos, documentos jurídicos, cartas, relatos, producción literaria, material de prensa escrita, audiovisual y radial, largometrajes, material histórico y fotografías documentales.

Sus espacios para exposiciones temporales, la Plaza de 8.000 metros cuadrados, el Auditorio y las obras de arte público que forman parte de su arquitectura están destinadas a convertir al Museo en una institución cultural de primera importancia en la ciudad de Santiago.

Lo anterior convierte al Museo de la Memoria y los Derechos Humanos en un espacio dinámico e interactivo que rescata la historia reciente de Chile y se reencuentra con la verdad, que crece y se proyecta en la promoción de una cultura de respeto de la dignidad de las personas.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museodelamemoria.cl/el-museo/sobre-el-museo/

Cómo llegar
En metro


Conexión directa con estación el Metro Quinta Normal, Línea 5.
En auto

Bajar hacia el poniente por calle Catedral. Entrada al estacionamiento por Catedral, entre Chacabuco y Matucana.
En micro

Por calle Matucana
Troncal 507
Alimentadiores B26 – B28

Por calle Catedral
J09 – J10 – J19

Por calle Compañía
Troncal 505 – 508 – 510