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segunda-feira, 13 de abril de 2015

The Metropolitan Museum of Art LogoThe Metropolitan Museum of Art - video 8:08min

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"What does a world at peace look like?" John Carpenter on Amusements at Higashiyama in Kyoto

Amusements at Higashiyama in Kyoto, ca. 1620s. Kano School. Edo period (1615–1868). Pair of six-panel screens; ink, color, gold, mica, and gold leaf on paper. The Metropolitan Museum of Art, New York, Purchase, 2013 Benefit Fund and Mary and James G. Wallach Foundation Gift, 2014 (2014.491.1, .2)

MetCollects introduces highlights of works of art recently acquired by the Met through gifts and purchases. Discover a new work each month.

Credits

Director: Christopher Noey
Producer and Editor: Sarah Cowan
Camera: Jonathan Nichols, Jessica Glass
Lighting: Ned Hallick
Production Assistants: Kate Farrell, Lisa Rifkind, Stephanie Wuertz
Audio Recording: David Raymond
Music: Austin Fisher



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.metmuseum.org/metmedia/video/metcollects/amusements

Especialistas querem que museu de Cora Coralina mostre artista mais humana

A velha casa da ponte, forma como Cora Coralina chamava o lugar onde nasceu, tinha um valor afetivo muito grande para a poetisa. Depois de viver 45 anos no estado de São Paulo, ela volta a morar em Goiás e vende doces para juntar dinheiro e comprar a casa que um dia foi de seus pais. Hoje, restaurada, a casa abriga o museu Casa de Cora Coralina, inaugurado em 1989. Não é difícil encontrar o lugar. Às margens do Rio Vermelho, de longe, o busto de uma senhora na janela já aponta o caminho certo.

Museu Casa de Cora Coralina


“Ela convivia nesse quintal, aqui criou seu mundo imaginário e as irmãs não entendiam porque ela brincava com as formiguinhas, com as rolinhas, sua imaginação fluía nesse quintal”, conta a diretora do museu, Marlene Vellasco, explicando que a Casa não tem apoio institucional e sobrevive da venda de ingressos, de souvenirs e de projetos especiais que participam.

Neto de Cora Coralina, Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles chegou a morar nove meses na casa com a avó. Segundo ele, Cora marcou profundamente sua vida. “Quando vim para a universidade, em Brasília, comecei a conhecê-la e, entendendo mais do mundo, entender a poesia dela. Foi uma descoberta para mim. Ela me aconselhava, mas jamais repreendendo, e sim, dirigindo meu pensamento”, contou.

Paulo se diz influenciado até hoje pelas lições de otimismo da avó. “Não era um otimismo ingênuo, ele vinha acompanhado da receita de transformação pelo trabalho. O trabalho faz mudar”, diz ele que é biólogo e secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal.

O neto da poetisa destaca que, na juventude de Cora, a família não entendia muito bem essa forma diferente de ver o mundo, mas convivia com aquilo. Ele também desfaz alguns mitos em torno da história da saída de Cora de Goiás.

“Ela se casou com um homem que era casado, mas separado, e foi viver com ele. Aquilo, para a sociedade, não era uma coisa trivial, mas ela lutou pela relação. A história de que ela teve uma grande briga com a família é um mito. A mãe dela inclusive mandou um bilhete dizendo que sentia muita falta dela, nada que indicasse desavença, mas é claro, que a mãe sentiu a pressão da sociedade.”

Outro mito que Paulo Sérgio desfaz é a de que ela e o marido tenham fugido a cavalo. “Cora não era mulher de fugir, isso não combina com Cora Coralina, ela enfrentou todas as dificuldades com altivez”, disse ele, explicando que existem registros que mostram que eles fecharam as contas, pagaram as dívidas, atitudes próprias de quem vai se mudar, aí sim, pressionados pela situação.

A escritora era corajosa e a visita ao museu dá uma dimensão das coisas que ela enfrentou na vida. Para a professora da Universidade Federal de Goiás (UFG) Maria Meire de Carvalho, entretanto, o museu Casa de Cora Coralina quer “esconder” a parte humana, a pessoa que erra, que tem fragilidades e angústias. “Eles escolheram o recorte que querem contar da história, mas ainda não é apresentada a Cora que eu vejo, por exemplo. A poesia da vida sofrida, de uma mulher anciã que foi reconhecida no final da vida, essa é a história. Existe uma mulher que tem muito mais poder que aquela que é apresentada. As coisas que ela não podia denunciar, ela colocou na poesia, várias Coras ainda estão para serem descobertas”.

Segundo a professora de literatura da Universidade Estadual de Goiás (UEG) Ebe Maria de Lima Siqueira, Cora apresenta em sua obra as várias fases de sua vida.

“Quando pegamos os poemas da infância, se não tomar cuidado, pensamos que ela foi uma criança infeliz, muito abandonada pela mãe que queria um filho homem e nasce mulher, por uma casa feita de mulheres tradicionais e ela fugia à regra, o abandono das irmãs que a preteriam pela sua fragilidade física. Enfim, se você tiver esse olhar superficial para poesia você pensa: meu Deus, que tragédia é essa!?”

A professora explica, entretanto, que é possível perceber que ela foi uma criança que inventava, que brincava com os insetos, fazia os próprios brinquedos, tinha amigos imaginários. “Talvez o fato de Cora ter dado ênfase nesse aspecto mais doloroso, evidencie apenas uma mulher de ressentimentos, mas não, ela era um ser humano que também tinha os momentos de angústia, solidão, a fragilidade maior dela era o fato de ser só, mas ela resolve isso de alguma forma quando se volta para leitura e para a escrita”, disse Ebe.

Essa dedicação da escritora acabou rendendo a ela títulos e prêmios ainda em vida. “Ela ganha o troféu Juca Pato [da União Brasileira de Escritores], que mulher nenhuma havia ganhado até então”.

Para Ebe, falta ao museu incentivar essa interação da poesia de Cora com a cidade e a casa que ela tanto amou. “Se tomarmos Cora pela poesia, vamos ter uma capacidade muito grande de nos reconhecermos ali, de vermos a nossa face espelhada. Precisamos, então, desinstitucionalizar o museu, deixar ele ser uma casa viva”, destaca.

“Eu penso que é isso que Cora imagina que deveria acontecer. Precisamos ocupar os espaços culturais dessa cidade com as pessoas dessa cidade e Cora é aquela que está na frente, nos guiando”, completa a especialista, sugerindo a criação de projetos sociais - como uma cooperativa de doceiras - que possam ser apoiados pelo museu.

Editor Lílian Beraldo



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.ebc.com.br/cultura/2015/04/especialistas-querem-que-museu-de-cora-coralina-mostre-artista-mais-humana
Por Andreia Verdélio Edição:Lílian Beraldo Fonte:Agência Brasil

Os “hotéis-museu” do Brasil



Certa vez, o poeta Ferreira Gullar disse que “a arte existe porque a vida não basta”. Os hotéis, como parte integrante de uma viagem, podem ser destes palcos perfeitos para que as pessoas entrem em contato com esta linda “extensão da vida” que os grandes artistas compartilham com o mundo.

Embora nenhum hotel aqui no Brasil se proponha a ser um hotel-museu, temático como tal, há alguns que abrigam grandes obras de arte. E o melhor de tudo é que em muitos deles as peças estão no lobby e outros ambientes comuns, não sendo necessário nem ser hóspede para vê-las. Segue abaixo bons exemplos para inspirar suas próximas viagens:

Sheraton Hotel da Bahia (Salvador, Bahia, Brasil )

Primeiro cinco-estrelas da capital baiana, foi construído a pedido do ex-governador Octávio Mangabeira, que comandou o estado de 1947 a 1951. Entre os anos 60 e 70, hospedou grandes personalidade e tornou-se referência dos soteropolitanos. Com prédio tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) em 2010, foi reaberto em 2013, após grande restauro. Teve as obras de arte do seu interior recuperadas, como o painel de Carybé, que adorna o saguão, e o mural de Genaro de Carvalho, que colore o restaurante. Na suíte presidencial, há gravuras de Di Cavalcanti; nos demais 248 quartos, fotografias de Pierre Verger.


Obras de Carybé no Sheraton Hotel da Bahia (Foto: Turismo da Bahia/Flickr/Creative Commons)




Pousada do Mondego (Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil)

A bela construção, ao lado da Igreja São Francisco de Assis, é decorada com peças de antiquário e obras de grandes artistas, como Alberto da Veiga Guignard e Inimá de Paula. Na entrada, há uma carranca esculpida por Aleijadinho.
Ambiente interno da Pousada do Mondego, em Ouro Preto, Minas Gerais (Foto: Rose Cleide/Flickr/Cretive Commons)


Brasília Palace (Brasília, Distrito Federal, Brasil )

Primeiro hotel inaugurado na cidade, traz as linhas de Oscar Niemeyer na arquitetura e as obras de Athos Bulcão flertando com o imenso gramado que contorna a construção. Vários móveis do interior são de design inspirado nos anos 60.



Novotel Jaraguá São Paulo Convention (São Paulo, São Paulo, Brasil)

Nos anos 50 e 60, foi um dos hotéis de luxo da cidade, exibindo obras de Di Cavalcanti e Clóvis Graciano (presentes até hoje) na área social e recebendo personalidades internacionais como Louis Armstrong e Errol Flynn. Reformado e reinaugurado em 2004, ganhou um teatro.

Obra de Di Cavalcanti no lado externo do Novotel Jaraguá (Foto: Divulgação)


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://viajeaqui.abril.com.br/blog/mundo-hotel/2015/04/12/os-hoteis-museu-do-brasil/

Museu Geológico passará por reforma e restauro - São Paulo - Brasil


Museu Geológico passará por reforma e restauro


O museu está sediado em um pequeno edifício de 340 metros quadrados, 
no interior do Parque da Água Branca, no distrito da Barra Funda, São Paulo, Brasil
Abriga um acervo de aproximadamente 3.500 peças, incluindo coleções 
de minerais, rochas e fósseis, além de equipamentos geológicos, 
fotografias antigas e mapas. Possui biblioteca especializada.

Envelopes contendo as propostas técnica e financeira serão recebidos em sessão pública no dia 30 de abril, às 10h

O Museu Geológico Valdemar Lefèvre (Mugeo), localizado no Parque da Água Branca, zona oeste da capital, vai passar por uma ampla reforma. O edital para elaboração de projetos executivos de reforma e restauro já está disponível para consulta. O museu pertence ao Instituto Geológico de São Paulo (IG), da Secretaria do Meio Ambiente. As empresas interessadas precisam ter experiência em projetos de bens tombados ou de uso educacional ou cultural, entre outros requisitos.

Os envelopes contendo as propostas técnica e financeira serão recebidos em sessão pública no dia 30 de abril, às 10h. A licitante vencedora deverá executar e concluir os serviços em 90 dias corridos.


O Mugeo possui em seu acervo coleções de minerais, rochas, fósseis, além de acervo histórico com documentos que vão desde a Comissão Geográfica e Geológica até o atual Instituto Geológico. O edital pode ser consultado no endereço eletrônico www.igeologico.sp.gov.br

fonte: @edisonmarotti #edisonmariotti http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=240284

Um empresário de mineração levanta um dos maiores museus ao ar livre do mundo em Minas Gerais - Brasil


O admirável milagre de Inhotim


Vista aérea do museu Inhotim. / ROSSANA MAGRI

Inhotim é várias coisas. É um dos maiores museus de arte contemporânea ao ar livre do mundo, com mais de 80 esculturas espalhadas ao longo de 140 hectares, entre montanhas verde-esmeralda em um lugar do Estado de Minais Gerais, no Sudeste do Brasil, a 70 quilômetros da capital, Belo Horizonte; é também um enorme jardim botânico, com viveiros, exemplares únicos e uma coleção de 800 tipos de palmeiras diferentes. Mas é principalmente o sonho fantástico tornado realidade de um homem singular: Bernardo Paz, de 64 anos, que não passou do ensino secundário mas se tornou milionário exportando ferro e aço. Aos 45 anos, quando já possuía uma boa coleção de arte contemporânea e estava farto de dar voltas ao mundo com uma maleta de negociante, decidiu transformar sua casa de campo num jardim tropical de conto de fadas para viver rodeado para sempre por uma enorme quantidade de beleza natural e artística.

Em 2006, abriu as portas de seu éden ao público, cobrando 40 reais a entrada, acreditando que tudo aquilo algum dia se tornaria sustentável. Ainda não é. Então o antigo empresário que fugia do estresse voltou a se preocupar (e a pensar que uma vida não lhe bastará) tentando tornar rentável algo parecido com o paraíso. Contudo, Inhotim tornou-se o surpreendente catalisador econômico de uma região voltada à mineração que hoje está com a cotação em baixa. A imensa maioria do exército de 1.000 pessoas que trabalha lá, entre jardineiros, empregados de manutenção, operários, garçons, guias e vigilantes vem da pequena cidade próxima de Brumadinho, de 35.000 habitantes, onde Bernardo Paz é conhecido por todos simplesmente como senhor Bernardo.


Uma árvore de 90 anos, na entrada de Inhotim. / ROSSANA MAGRI

O visitante chega, percorre um caminho de paralelepípedos entre bambuzais –que funcionam como muros de um fortim verde–, cruza uma pequena ponte sobre um riacho e encontra uma enorme clareira em que se vê ao fundo um lago azul rodeado de uma pradaria limpíssima e uma majestosa árvore do tamanho de uma casa de cinco andares, com 90 anos de idade, chamada tamboril, cujos ramos se estendem pelo espaço em forma de mãos abertas. Mais à frente há caminhos empedrados que levam o visitante a rincões longínquos do parque-museu em busca de alguma das obras de artistas como os norte-americanos Matthew Barney, Chirs Burden ou a colombiana Doris Salcedo, entre muitos outros. Numa colina há uma piscina em forma de agenda telefônica gigante, obra do argentino Jorge Macchi. As escadas são as letras ordenadas alfabeticamente. É linda. Mas não está lá só para ser contemplada, mas para mergulhar. Ali perto há um lugar para se trocar e onde encontrar roupa de banho. Tudo nesse parque (ou museu, ou jardim, ou bosque ou o que seja) convida a mergulhar nele, ao puro desfrute. Há salas de exposições rodeadas de redes para que o visitante se deite e contemple as obras desde as vidraças de fora. Os números são o que são (22 galerias inteiras, como minimuseus espalhados, 300.000 visitantes ao ano), mas não explicam o que sente o visitante quando, cansado de andar, ele se esparrama num banco e passa o resto da tarde olhando como o sol doura uma deliciosa escultura de bronze enquanto uma borboleta azul-elétrico do tamanho de um Ipad mini voa nervosamente ao redor.


Bernardo Paz é a alma disto tudo, o inspirador e o motor econômico. É alto, tem cabelos longos e brancos de antigo hippie. Fuma compulsivamente e brinca sem parar com os canudos de plástico que retira das embalagens tetra-brick de água de coco que tem diante da mesa. Casou-se seis vezes. Tem sete filhos. Segundo a revista Forbes, acumula um patrimônio de mais de 2,85 bilhões de reais. E boa parte dele se vai nos mais de 48,5 milhões de reais do orçamento de seu sonho chamado Inhotim. “É ideia minha, mas sempre pensei nisto como algo público, o único objetivoo disto é que fosse público. Por essa razão, minha obsessão é que seja rentável, para que sobreviva sempre”, diz. Também destaca que Inhotim é uma grande obra social e menciona os projetos educacionais dos empregados que acabam, graças à sua ajuda, indo à universidade; ou os grupos de crianças de escolas públicas que visitam constantemente o museu ao ar livre; ou a sua política de entradas gratuitas aos que menos têm; ou seus projetos de botânica ou de recuperação da cultura local de aldeias próximas, povoadas por descendentes de escravos. “Este lugar reúne duas coisas necessárias para a vida: a emoção e a sensibilidade”, sentencia. Há anos, o Ministério Público o acusou de lavar dinheiro. Mas nada foi provado. Em 2014, recebeu um prestigioso prêmio cultural concedido pelo Governo brasileiro. Ainda é sócio de mineradoras, mas explica que com a queda do preço do minério de ferro por parte da China, seu império é afetado. Ainda assim, tem mais projetos em princípio surreais, mas conhecendo a trajetória do personagem talvez cheguem a ser realidade: construir hotéis de todas as categorias que atraiam mais visitantes; construir um auditório e, como se fosse pouco, levantar, ao redor do parque, uma dúzia de cidades de 10.000 pessoas que viverão –segundo ele e sua filosofia um tanto anos sessenta–- em harmonia com a natureza e consigo mesmos, trabalhando à distância sem necessidade de se deslocar. “O segredo é voltar para a casa do nosso tataravô com a tecnologia dos nossos netos”, explica. Para terminar, rodeado por uma cordilheira de sua propriedade, afirma: “O importante é ser e não ter”.


Bernardo Paz, proprietário de Inhotim. /ROSSANA MAGRI.

Depois convida o interlocutor a continuar a se cansar pelas trilhas do bosque-museu e a perguntar aos guias jovens que lhe expliquem tudo sobre a galeria da qual são encarregados. Por um destes caminhos que ziguezagueia entre um preservado bosque original brasileiro se chega à outra colina, esta coroada por uma construção circular envidraçada. Parece um templo ou a parte superior de um abstrato farol gigantesco. Dentro, há um chão de madeira e um buraco circular que desce a mais 200 metros sob a terra. Nada mais. Aparentemente. O artista norte-americano Doug Aitken instalou microfones ultrassensíveis ao longo do buraco de modo que o visitante escuta ali mesmo o ruído que fazem as placas tectônicas da Terra ao se friccionar. Soam como uma furadeira distante, como umronrom metálico afogado. A instalação se chama Sonic Pavillon. O guia de turno explica que ali, um pouco aturdidos ao escutar os ruídos digestivos do planeta e com a vista perdida nas distantes montanhas verdes, os visitantes se sentam para descansar em silêncio das andanças do turista. Alguns, acrescenta, se põem a rezar.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://brasil.elpais.com/brasil/2015/04/08/cultura/1428519276_569961.html

“Sultan Dîvânî Mevlevîhâne Müzesi” adıyla, Afyonkarahisar Belediyesi bünyesinde hizmet vermeye başlamıştır.

Anadolu’da kurulan ilk mevlevîhânelerdendir. Kuruluşu 13. yüzyıla kadar dayanır. Tarih boyunca birçok önemli icraata merkez olmuş Afyonkarahisar Mevlevîhânesi, Konya Mevlevîhânesinden sonra en önemli mevlevîhânedir. Bu özelliği bütün bilim adamları tarafından tescillenmiş olan Afyonkarahisar Mevlevîhânesi, özellikle 16. yüzyılda Hz. Mevlânâ’nın yedinci kuşak torunlarından Sultan Dîvânî zamanında mevlevîlik açısından çok önemli bir merkez olmuştur. Ayrıca “40 Hatimli ŞifalıAşûre” geleneği ilk defa Sultan Dîvânî zamanında Afyonkarahisar Mevlevîhânesi’nde başlamış vebirçok mevlevîhâneye buradan yayılmıştır. (Günümüzde bu geleneği devam ettiren tek mevlevîhânedir)










Birkaç defa yangın geçirmiş olan Afyonkarahisar Mevlevîhânesi,1902’deki büyük yangından sonra tamamen yanmış ve bugünkü haliyle Şeyh Celâleddin Çelebi zamanında 1908’de hizmete girmiştir.


Bahçesinde; Derviş Odaları, Matbah, Hâmuşân (Mezarlık) bulunan mevlevîhâne, son olarak 2008 yılında restore edilmiş ve 30 Aralık 2008 tarihinde “Sultan Dîvânî Mevlevîhâne Müzesi” adıyla, Afyonkarahisar Belediyesi bünyesinde hizmet vermeye başlamıştır.

Tarihçemiz

AFYONKARAHİSAR MEVLEVİHÂNESİ’NİN TARİHÇESİ

Mevlevîhâneler içerisinde ilk açılanların başında, Konya’dan sonra Karahisâr-ı Sahib Sultan Dîvânî Melevîhânesi gelmektedir. Mevlevîliğin, Karahisâr-ı Sâhib’de yaygınlaşmasının Hz.Mevlânâ ve torunu Ulu Arif Çelebi’nin buraya yaptıkları ziyaretler sonucunda olduğunu söyleyebiliriz.(Ulu Arif Çelebi, Mevlevîliğin geniş coğrafyalara yayılması için önemli seyahatlerde bulunmuş,gittiği yerlerde devlet idarecileri tarafından en üst seviyede ağırlanmıştır)



Hz.Mevlânâ,6-7 yaşlarında olan oğulları Sultan Veled ile Alâaddin Çelebi ile birlikte Kale Muhafızı Bedrettin Gühertaş’ın davetlisi olarak Afyonkarahisar’a gelmiş,çocuklar da burada sünnet olmuşlardır.Daha sonraki yıllarda torunu Ulu Ârif Çelebi’nin Mevlevîliği yaymak amacıyla buraya geldiği anlaşılmaktadır. (Çelebi: Türkçe “Çalab/Tanrı”kelimesinden türemiştir.Rabbânî;yani Allah Yolu’nun yolcusu demektir).



Hz.Mevlânâ’nın torunlarından (Sultan Veled’in Oğlu) Ulu Arif Çelebi,babası Sultan Veled’den devraldığı icraatlarının takipçisi ve devamlılığını sağlamakla Mevlevîliğin geniş coğrafyalara yayılmasında ve kurumsallaşmasında önemli icraatlarda bulunmuştur. Lârend, Beyşehir, Aksaray, Akşehir, Karahisar, Amasya, Niğde, Sivas, Tokat, Birgi, Denizli, Menteşe, Alâiye, Antakya, Bayburt, Erzurum, Irak, Tebriz, Marend ve Sultaniye onun gittiği belli başlı yerlerdir.



Ulu Ârif Çelebi’nin Afyonkarahisar’ı ziyaret ettiği tarihin,13.yüzyılın sonları olma ihtimali kuvvetlidir.Afyonkarahisâr Dargâhı’nın 1294-95 yıllarından itibaren âsitâne (Âsitâne:İçerisinde Nefs Terbiyesi sürecinin gerçekleştirilebildiği, Çile çıkarılabilen çok fonksiyonlu dergâh) olarak kullanıldığını arşiv kayıtlarında görmekteyiz.



Afyonkarahisâr’ın,Mevlevîlik açısından önemli olmasının sebeplerinden biri de,Hz.Mevlâna’nın torunlarından Mutahhara Hatun’un (Sultan Veled’in kızı) Germiyanoğlu Süleyman Şah’a gelin gelmesidir (1274).Dolayısıyla Çelebi sülâlesi,Konya dışındaki topraklara da kök salmaya başlamıştır.



Sultan Dîvânî döneminde,Mevlevîhâne’ye daha fazla rağbet edildiğine şâhid olmaktayız.Sultan Dîvâni’nin teşkilatçılığı,devlet adamları ile iyi geçinmesi ve onlarla sürekli diyalog halinde olması,çok seyahat etmesi,Mevlevîliğin parlak bir dönem geçirmesine sebep olmuştur.



20.yüzyıla tamir ihtiyacı ile giren toprak damlı,ahşap Mevlevîhâne,Celâleddin Çelebi’nin Postnişînliği sırasında 1902 yılında zuhûr eden bir yangında bütün müştemilat ile birlikte tamamen yanmıştır. Son yapımda Mevlevîhâne’nin taş işçiliği ustalığını Ermeni Andon Usta yapmıştır. 



İnşaatın bitim sırasında mimarî hatadan kaynaklanan kubbelerin çökmesiyle saraydan gönderilen Hacı Bey isminde mimar tarafından inşaatın yapımı tamamlanmıştır. Mevlevîhâne inşasının 1908 yılında tamamlandığı, Çizmeci Oğlu Vehbi’nin kağıt üzerine yazmış olduğu kitabesinden anlaşılmaktadır. 

Mevlevîhânenin,1925 yılında tekke ve zâviyelerin çalışmalarının iptal edilmesi sonucu,yaklaşık altı asırdır süregelen faaliyetleri sona ermiştir.



2007 yılında Vakıflar Genel Müdürlüğü tarafından restorasyona alınan Mevlevîhânenin “Derviş Hücreleri/Odaları” bölümü, Afyonkarahisar Belediyesi’nin tahsis etmesi sonucu, “Sultan Dîvânî Mevlevîhâne Müzesi” olarak,30 Aralık 2008 ‘de hizmete sunulmuştur.



Mevlevîhâne’nin Cami bölümü de aynı tarihte restorasyona alınmış, şerbethâneyi ayıran duvar iptal edilip (giriş-sol taraftaki yapı, kadınlar mahfilinin alt kısmı) genişletilerek sonhâlini almıştır.

BİBLİYOGRAFYA
1-Adnan KARAİSMAİLOĞLU,Mesnevi,T.C. Konya İl Kültür Ve Turizm Müdürlüğü,Konya 2007.
2-H.Hüseyin TOP,Mevlevî Usûl ve Adabı,İstanbul 2007
3-Abdülbaki GÖLPINARLI,Mevlâna’dan Sonra Mevlevîlik,İstanbul 1983
4-Yusuf İLGAR,Karahisâr-ı Sâhib Sultan Mevlevîhânesi ve Mevlevî Meşhurları,Afyonkarahisar 2008
5-Mustafa ÇIPAN,Dîvâne Mehmed Çelebi Afyon Mevlevîhânesi Şeyhi,Konya 2002,s.24.
6-Mehmet ÖNDER,Mevlâna Ve Mevlevîlik,İstanbul 1998          
7-Afyonkarahisar Vakıf Eserleri,Afyon Kocatepe Üniversitesi Yayınları,Afyonkarahisar 2005
8-İbrahim YÜKSEL,Sessiz Tanıklar,T.C. Afyonkarahisar Valiliği,Ankara 2008
9-Fotoğraflar, Afyonkarahisar, Basın-Yayın Arşivi

Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.sultandivanimuzesi.com/mevlevi-sayfa/tarihce/

Ikebana: Des compositions florales japonaises au Musée canadien de la nature donnent le coup d’envoi au printemps

Une création d'ikebana par Anne Breau, intitulée « Within the Grain ».

Ottawa, le 10 avril 2015—Une tradition annuelle revient animer le Musée canadien de la nature du 16 au 19 avril avec l’arrivée de la 31eime exhibition Ikebana.


Pendant quatre jours, du 16 au 19 avril, la rotonde du musée resplendira de 45 magnifiques créations artistiques grâce aux soins des membres de la section d’Ottawa de l'organisme Ikebana International. L'ikébana est l’art floral traditionnel japonais dont l'origine remonte au 6e siècle. Les créations sont composées de branches, de feuilles, de plantes séchées et de fleurs fraîches.

Le thème de l'exposition cette année est Infusion : même si la nature est en évolution perpetuelle, elle est pourvue d’empreintes qui assurent une continuité au fil du temps. L'art d'ikébana se distingue d'autres approches telles que « l'arrangement floral à l’occidentale » par sa forme asymétrique et par son utilisation de l'espace comme composante essentielle de la composition. L'harmonie des matériaux entre eux, le contenant et la mise en scène sont essentiels. Ces caractéristiques font partie d'une esthétique que l'ikébana partage avec les arts traditionnels japonais de la peinture, des jardins, de l'architecture et du design.

« L'ikébana est beaucoup plus qu'une composition de fleurs dans un pot. C'est un art, au même titre que la peinture et la sculpture. L'ikébana allie la beauté naturelle à l’expression artistique. Nous sommes ravis de pouvoir compter sur les compétences et l'expertise du Musée canadien de la nature pour présenter cette exposition de premier rang », affirme Wendy Batson, présidente de l’exposition, qui représente la section d’Ottawa de l’organisme Ikebana International.

Il y a deux écoles de pensée en montre dans l'exposition, représentant l'approche Sogetsu (contemporaine) et Ohara (traditionnelle). L'entrée à l'exposition Ikébana est comprise avec le prix d’entrée régulier. 

Le Musée canadien de la nature est situé au 240, rue McLeod (angle Metcalfe). Pour des renseignements généraux, téléphonez au 613.566.4700 ou consultez nature.ca. Suivez le musée sur Twitter (@museumofnature) ou devenez ami sur Facebook.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://nature.ca/fr/sujet-musee/nouvelles-du-musee/nouvelles/communiques/ikebana-compositions-florales-japonaises-musee-

NOTE AUX MÉDIAS : Les médias sont les bienvenus pour assister au vernissage de l’exposition Ikébana : Momentum, le mercredi 15 avril à 19 h. Si vous êtes intéressé, inscrivez-vous auprès de la personne-ressource ci-dessous.

Renseignements à l’intention des médias pour organiser des entrevues ou visiter l’exposition : 
Anne Breau
Relations publiques, section d’Ottawa de l’organisme Ikebana International
613.749.9045; 613.794.9045 (cell.)

Dan Smythe
Agent principal des relations avec les médias
Musée canadien de la nature
613.566.4781; 613.698.9253 (cell.)

Russie: un musée fermé à la veille d'une exposition de photos sur la guerre 39-45

Un musée de Iekaterinbourg, dans l'Oural, a fermé sur ordre des autorités à la veille d'une exposition de photographies prises par des Britanniques et Américains, tel Robert Capa, pendant la Seconde guerre mondiale, a révélé samedi la presse russe.

L'exposition, organisée par la Maison de Metenkov avec le concours des consulats américain et britannique, devait présenter 150 photos prises pendant la Seconde guerre mondiale par de grands noms du photojournalisme comme Robert Capa, Ansel Adams ou encore W. Eugen Smith.
Mais jeudi, à la veille du vernissage de l'exposition "Triomphe et tragédie: des alliés pendant la Seconde guerre mondiale", le musée a annoncé sur son site internet qu'il devait "fermer pour une durée indéfinie pour raisons techniques", à la surprise générale.

Samedi, le journal Kommersant, citant des sources à la mairie d'Iekaterinbourg, a affirmé que le musée n'avait pas prévu de fermer. Selon une source policière du quotidien, ce sont les Services fédéraux de sécurité (FSB) qui ont procédé à sa fermeture, sur ordre de Moscou.
"Cet ordre était motivé par des raisons politiques et ciblait l'exposition", a révélé cette source, affirmant que c'est la coopération avec les consulats anglo-saxons, et non pas les photographies, qui était dans le collimateur des autorités.

Selon une source proche du dossier contactée par l'AFP et qui souhaite rester anonyme, "la participation de ces consulats est inacceptable étant donnée la situation diplomatique actuelle".
"La principale raison (à la fermeture du musée), c'est le fait que le président américain et le Premier ministre britannique ne viennent pas en Russie" assister aux célébrations organisées le 9 mai à Moscou pour les 70 ans de la victoire sur l'Allemagne nazie, a expliqué cette même source.

A l'instar de Barack Obama et David Cameron, d'autres dirigeants tels le président français François Hollande et la chancelière allemande Angela Merkel ont décliné l'invitation du président russe Vladimir Poutine.
Au total, sur les 68 leaders mondiaux invités, seuls une petite trentaine, dont les dirigeants chinois, nord-coréen, tchèque, cubain et grec, ont jusqu'à présent répondu positivement, signe de l'isolement de la Russie après plus d'un an de crise ukrainienne.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.lorientlejour.com/article/920228/russie-un-musee-ferme-a-la-veille-dune-exposition-de-photos-sur-la-guerre-39-45.html

Em Nova York, lojas de souvenirs de museu atraem turistas MoMA tem cinco lojas de brindes e investe no inovador. Réplicas de peças do museu também podem ser compradas.

Enquanto muitos museus ainda não se sentem confortáveis vendendo souvenirs, o cultuado Museu de Arte Moderna de Nova York, mais conhecido como MoMA, lidera no caminho da inovação com suas lojas quase tão populares quanto suas obras de arte.

Loja de souvenir do MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova York (Foto: Jewel Samad/AFP)



O MoMA abriu sua primeira loja em 1939, dentro do próprio museu. Mas atualmente conta também com outros três espaços em Nova York, uma loja em Tóquio, no Japão, além de sites de vendas.

A MoMA Design and Book Store é a loja mais popular e fica localizada exatamente na frente do museu. Praticamente uma extensão da galeria, todos os produtos estão expostos com a ideia de recriar a experiência de estar no museu."Tentamos refletir isso nas lojas deixando claro quem fez o objeto, qual foi a inspiração e levando muitos artigos da nossa coleção", explica Chay Costello, diretora-assistente de merchandising do MoMA.

Alguns objetos vendidos nas lojas são réplicas de atuais peças do acervo do MoMA, como uma poltrona e um pufe criados por Charles Eames em 1956.

Cada vez mais as novidades do MoMA têm surgido graças ao crowndfunding. Em parceria com o site de arrecadação colaborativa Kickstarter, a "3Dooler", a primeira caneta que escreve em 3D, ganhou vida e é um produtos mais cobiçados.

Tudo o que é vendido nas lojas do MoMA passa por um rigoroso processo de seleção. Segundo Costello, artigos artesanais ou comprados em feiras, de qualquer parte do mundo, são levados a Nova York e são submetidos a controles de qualidade; se aprovados, ainda passam pela avaliação dos curadores do museu. "Isso é importante para manter os padrões do museu. Mas também estamos procurando produtos inovadores e que representam o futuro do design", afirma a diretora-assistente. Entre os futuristas da arte, estão facas de bambu e uma panela de vidro criada por Massimo Castagna.

As lojas do MoMA em Nova York, incluindo aquelas que vendem livros, brindes e produtos de design, receberam 2,5 milhões de visitantes no ano passado. O lucro é revertido para financiamento de programas educacionais do museu e aumento de seu acervo.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2015/04/em-nova-york-lojas-de-souvenirs-de-museu-atraem-turistas.html

MUSEOS Y RELACIONES PÚBLICAS - · en INSTITUCIONES, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Basada en multitud de definiciones publicadas en todo tipo de literatura y en la opinión de personalidades vinculadas a su práctica, Rex E Harlow enunció en 1976 una de las definiciones de relaciones públicas más completas, seguramente de las más citadas desde entonces:

Las relaciones públicas son la función característica de la dirección que ayuda a establecer y mantener unas lineas de mutua comunicación, aceptación y cooperación entre una organización y sus públicos; implican la gestión de problemas y conflictos; ayudan a la dirección a estar informada de la opinión pública y a ser sensible hacia la misma; definen y enfatizan la responsabilidad de la dirección para servir al interés público; ayudan a la dirección a estar al corriente del cambio y a utilizarlo de manera eficaz, sirviendo de sistema precoz de aviso para facilitar la anticipación a tendencias; y utilizan la investigación, el rigor y las técnicas de comunicación ética como herramientas principales (citada en Grunig y Hunt, 2003: 53).

Archivo EVE
Mucho más actual y concisa, tenemos esta otra definición de Cutlip, Center y Broom (2006: 39) :

«Las relaciones públicas son la función directiva que establece y mantiene relaciones mutuamente beneficiosas entre una organización y los públicos de los que depende su éxito o fracaso».


A la vista de estas dos definiciones, se podría decir que, más que «relaciones públicas», estamos hablando de «relaciones con los públicos», pues al fin y al cabo ese es su empeño. si la publicidad se dedica a vender los servidos ofrecidos por el museo, las relaciones públicas intentan vender el propio equipamiento museistico, entendiendo ese «vender» como la capacidad de influir en el conocimiento y la opinión pública que determinadas personas o grupos tienen sobre y del museo, con la intención de conseguir, mantener o recuperar su confianza y apoyo. Un buen trabajo de relaciones públicas permite aumentar el conocimiento que se tiene sobre un museo, pudiendo modificar una opinión negativa. Y con un mayor conocimiento y buena imagen se puede conseguir un cambio en el comportamiento de esas personas o grupos. Algo que posibilita que un periodista o un bloguero como nosotros publique una noticia relacionada con el museo o que una empresa decida patrocinarlo.


«Las relaciones públicas afectan a casi todo aquel que tenga contacto con otros seres humanos. Todos nosotros, de una forma u otra, practicamos a diario las relaciones públicas. En una organización, cada llamada telefónica, cada carta, cada entrevista personal es un acontecimiento de relaciones públicas.» Fraser P. Sede

Para conseguir esa influencia en la opinión, actitudes y comportamiento de sus públicos objetivo, las relaciones públicas no se compran, se ganan por la confianza que se sea capaz de generar en ellos. Una característica más que diferencia esta técnica de la publicidad. De esa confianza no solo se debe preocupar la persona responsable de esta parcela comunicativa, sino todos y cada uno de los profesionales del museo (French y Runyard, 2011: 18), porque todos son embajadores comunicativos del museo.


Pero que nadie se equivoque: no se pueden hacer unas buenas relaciones públicas sin que la acción del museo sea la correcta. Ni el mejor museo lograrla la confianza de sus públicos sí la realidad es la contraria de la que se proyecta.

De entre todas las posibilidades que ofrece esta técnica de comunicación, se hablará a continuación de dos de sus especializaciones, particularmente relevantes para el ámbito de los museos: la relación con los medios de comunicación y la relación con potenciales fuentes de recursos.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

El Museo del Holocausto Buenos Aires es un espacio vivencial de la Memoria que integra la visión histórica de la Shoá durante la Segunda Guerra Mundial y sus repercusiones en la Argentina, a fin de transmitir los valores de “Memoria” y el “Recuerdo”. -- Shall we re-brand?

Para ello, expone numerosos objetos que dan cuenta del horror de esa época negra de la historia y ofrece diferentes cursos, visitas guiadas y actividades educativas, con el fin de concientizar a las nuevas generaciones acerca de lo que fue el Holocausto y de la importancia de luchar contra el antisemitismo y la discriminación en todas sus formas.
La institución cuenta como parte fundamental de su acervo patrimonial los testimonios de cientos de sobrevivientes de la Shoá que lograron rehacer sus vidas en este país luego del inmenso dolor y la tragedia de aquellos años.

Todas las muestras intentan poner en acto la memoria para facilitar su transmisión, respaldadas con textos, objetos y documentos testimoniales. Esta propuesta se completa con exposiciones temporarias de todo el mundo de alto valor reflexivo y educativo.
El Museo ha sido declarado Sitio de Interés Cultural por la Legislatura de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, por su esfuerzo y contribución permanente para incorporar la temática del Holocausto a la Educación como modo privilegiado de recuperar la historia para prevenir la reiteración de actos racistas y violentos que amenazan una y otra vez a la humanidad.
---000 fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://musingonculture-pt.blogspot.com.br/

Shall we re-brand?

Recently, due to some articles and posts I read, the question of how museums are perceived by people re-emerged in my mind. I felt there is an urgent need to take branding seriously, as a sector.

To those not very familiar with the concept of branding, I suggest viewing Peter Economides’ brilliant speech Rebranding Greece, where he explains things very clearly:

- A brand is a set of impressions that lives in people’s heads.
- Branding is the process of managing these impressions.
- Strong brands create strong and consistent impressions.

Museums have definitely created strong and consistent impressions. The very popular expression “it’s a museum piece” – meaning something old, dead, dusty, not useful, something from the past – is the proof of what these impressions actually are.... Our need to promote museums saying they are “live spaces” also indicates that we know perfectly well what people think about us.


One reads: "Is your company a museum? It isn't, is it? Change now your museum piece."
Some years ago, I did my first interview for the ICOM Portugal bulletin with the Director of Marketing of Xerox. The main subject of our short conversation was the company’s campaign for the exchange of old printer parts with new. The gentleman tried to be kind to museums when I questioned him about the association they made: “(...) Many of our customers are very reluctant to replace old equipment while it still works. This is a common attitude towards some of our ‘pet items’, we like to keep them regardless of the actual cost of maintaining or knowing that technological developments have already put them ‘out of fashion’. In a company, the ‘out of fashion’ element can make the difference between success or survival. A museum is typically a place where we can see valuable pieces of another time. The campaign aims to communicate that, despite the equipment working and being valuable, its antiquity does not allow it to have the functions and characteristics of the current technological era. That is, it is behind the times and its place is in Museums, where we can see how our ancestors lived and worked.” It was a thoughtful attempt, but we can all read between the lines, can’t we?


The title of the article is: "The green world will be at your disposal... in a museum"

More recently, I read two articles (here and here) about mongolian artist Daesung Lee’s project “Futuristic Archaeology”. The photographer explained that human action on the environment was one of his concerns and suggested that green landscapes will become scarse and we shall recall them in a space where they will be presented dead, untouchable and unattainable: a natural history museum. We can all read between the lines, can’t we?


The third case I would like to discuss is that of a museum campaign: the Holocaust Museum of Buenos Aires. Tha campaign dates from 2011, but it came to my attention now, through a post on Comunicacion Patrimonio. The museum slogan is “Un museo, nada de arte”, trying to place emphasis on people and their story. Each photo of the campaign presents a Holocaust survivor and says: “He/Her and millions of other people did nothing to be in a museum”. I do get the point.... And still, I don’t... The museum approved a campaign (a beautiful campaign, I must say) which reinforces a series of stereotypes: that when we talk museums we talk art museums; that people needn’t be afraid, they won’t find art in this museum; that museums are about the great (great artists?) and not about common people. As I said, I think this is a beautiful campaign, one that puts people in the forefront. But I can´t help disagreeing with the fact that, in order to put their message across,  they used a number of stereotypes that help reinforce people’s negative impressions of museums. And they are one...

Do people’s impressions coincide with what museums are today? I won’t deny that some museums, in almost every country, are still very much worthy of what people think of them. But many are not. Museums have largely changed their attitudes, ways of working, image, and this is why they need to seriously think of ways to change those perceptions in people’s heads.

One of my favourite books is “Designing Brand Identity” by Alina Wheeler. I went back to reading the chapter “When is it needed?” (meaning, when is ‘branding’ needed), and she identifies six reasons when one needs to look for a brand identity expert: 1. new company, new product; 2. name change; 3. revitalize a brand; 4. revitalize a brand identity; 5. create an integrated system; 6. companies merge. The case of museums falls clearly under the 3th reason, considering that they need to reposition and renew their corporate brand; they’re no longer doing the same thing they did when they were founded; they need to communicate more clearly about who they are; too many people don’t know who they are; they wish to appeal to a new market.

Impressions in people’s heads are powerful. Stereotypes take a long time to dissolve. No wonder many still keep away (also helped by the way museums communicate their offer in general, unable to appeal, many of them, to the common person, the non-specialist visitor). Museums need to take an active role in changing these perceptions and they need to do it carefully, knowingly, urgently and... united.

MARIA VLACHOU

Cultural Management and Communications consultant. Executive Director of Access Culture. She was Communications Director of São Luiz Municipal Theatre and Head of Communications of the Pavilion of Knowledge (Lisbon-Portugal). In 2011-2013 she attended the Summer International Fellowship Program in Arts Management at the Kennedy Center in Washington. MA in Museum Studies (University College London, 1994), with a thesis on museum marketing.

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Vamos fazer um re-branding?





Recentemente, devido a alguns artigos e posts que li, a questão de como os museus são percepcionados pelas pessoas voltou a surgir na minha cabeça. Senti que há uma necessidade urgente de levar o branding a sério, como sector.


Para aqueles que não estão muito familiarizados com o conceito de branding, sugiro o brilhante discurso de Peter Economides Rebranding Greece, onde explica as coisas de forma muito clara:


- A marca (brand) é um conjunto de impressões na cabeça das pessoas;
- Branding é o processo de gestão dessas impressões;
- As marcas fortes criam impressões fortes e consistentes.


Os museus têm definitivamente criado impressões fortes e consistentes. A expressão muito popular "é uma peça de museu" - ou seja, algo velho, morto, empoeirado, não útil, algo do passado – mostra que impressões são essas, realmente... A nossa necessidade de promover os museus dizendo que eles são "espaços vivos" também indica que sabemos perfeitamente o que as pessoas pensam sobre nós.






Alguns anos atrás, fiz a minha primeira entrevista para o boletim do ICOM Portugal com o Director de Marketing da Xerox. O principal assunto da nossa breve conversa foi a campanha da empresa para a troca de peças antigas por novas. O senhor tentou ser gentil com os museus quando eu perguntei sobre a ligação que fizeram: "(...) Muitos dos nossos clientes mostram muita relutância em trocar equipamentos antigos enquanto estes ainda funcionam. Esta é uma atitude comum perante algumas das nossas ‘peças de estimação’, que gostamos de manter independentemente do seu custo real de manutenção ou de sabermos que a evolução tecnológica já as colocou ‘fora de moda’. Numa empresa, o ‘fora de moda’ pode ser a diferença entre o sucesso ou a sobrevivência. Num museu é onde tipicamente podemos ver peças fora da nossa época e com valor. A campanha pretende comunicar que, apesar do equipamento estar a funcionar e ser valioso, a sua antiguidade faz com que não tenha as funcionalidades e características da era tecnológica actual. Ou seja, estará fora da sua época e o seu lugar é em Museus, onde podemos ver como viviam e trabalhavam os nossos antepassados.” Foi uma tentativa generosa, mas todos nós podemos ler nas entrelinhas, não podemos?




Mais recentemente, li dois artigos (aqui e aqui) sobre o projecto “Futuristic Archaeology”, do artista mongolo Daesung Lee. O fotógrafo explicou que a acção humana sobre o meio ambiente é uma das suas preocupações e sugeriu que “as paisagens verdejantes se tornarão escassas e que as recordaremos num espaço onde se apresentarão mortas, intocáveis e inatingíveis: num museu de história natural.” Todos podemos ler nas entrelinhas, não podemos?






O terceiro caso que gostaria de discutir é o da campanha de um museu: o Museu do Holocausto de Buenos Aires. A campanha data de 2011, mas chegou à minha atenção agora, através de um post no Comunicacion Patrimonio. O slogan do museu é "Un museo, nada de arte", tentando colocar a ênfase nas pessoas e na sua história. Cada foto da campanha apresenta um sobrevivente do Holocausto e diz: "Ele / ela e milhões de outras pessoas não fizeram nada para estar num museu". Percebo o que querem dizer... E, ainda assim, não percebo... O museu aprovou uma campanha (uma bela campanha, devo dizer) que reforça uma série de estereótipos: que quando falamos em museus falamos em museus de arte; que as pessoas não precisam ter medo, porque não vão encontrar arte neste museu; que os museus são sobre os grandes (grandes artistas?) e não sobre pessoas comuns. Como disse, acho que esta é uma bela campanha, uma que coloca as pessoas em primeiro plano. Mas não posso concordar com o facto de, a fim de passarem a sua mensagem, terem usado uma série de estereótipos que ajudam a reforçar impressões negativas que as pessoas têm dos museus. E eles são um museu…


As impressões das pessoas coincidem com o que os museus são hoje? Não vou negar que alguns museus, em quase todos os países, ainda são dignos do que as pessoas pensam deles. Mas muitos não o são. Em grande medida, os museus mudaram as suas atitudes, as suas formas de trabalho, a sua imagem, por isso precisam de pensar seriamente na forma de mudar essas percepções que persistem na cabeça das pessoas.


Um dos meus livros favoritos é "Designing Brand Identity" de Alina Wheeler. Voltei a ler o capítulo “When is it needed?” (ou seja, quando é que o branding é preciso), onde são identificadas seis razões para procurar um especialista em “brand identity”: 1. nova empresa, novo produto; 2. mudança de nome; 3. revitalizar uma marca; 4. revitalizar a identidade de uma marca; 5. criar um sistema integrado; 6. empresas que se fundem. O caso dos museus está claramente associado à terceira razão, considerando que eles precisam de se reposicionar e renovar a sua marca corporativa; já não fazem o mesmo que faziam quando foram fundados; precisam de comunicar de forma mais clara quem são; muitas pessoas não sabem quem são; desejam atrair um novo mercado.


As impressões na cabeça das pessoas são poderosas. Os estereótipos levam muito tempo para se dissolver. Não admira que muitas pessoas ainda se mantenham afastadas (facto para o qual contribui também a forma como os museus comunicam a sua oferta em geral, incapazes, muitos deles, de apelar à pessoa comum, o visitante não-especialista). Os museus precisam de ter um papel activo na mudança dessas percepções e precisam de o fazer com cuidado, com conhecimento de causa, com urgência e ... unidos.