quinta-feira, 7 de maio de 2015

O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra é um museu interactivo de ciência que procura dar a conhecer a ciência a públicos de todas as idades, a partir das colecções de instrumentos científicos da Universidade de Coimbra e de um conjunto de experiências e actividades que envolvem o visitante.

Mantém uma actividade muito diversificada, entre exposições temporárias, visitas guiadas, conversas com cientistas e ateliers, que têm tido um excelente e crescente acolhimento na sociedade portuguesa.


A requalificação do Laboratorio Chimico, edifício único, representativo da história da Química, constitui a primeira fase de um projecto que visa constituir um grande pólo nacional de divulgação de ciência e de museologia científica.


Visite a exposição permanente ‘Segredos da Luz e da Matéria’, uma exposição que combina o contacto com os objectos, que ilustram a história da ciência, em Coimbra e em Portugal, com a exploração dos conteúdos, através de experiências interactivas e de suportes multimédia.






O PROJECTO DO MUSEU
As colecções de ciência da Universidade de Coimbra são as mais antigas e significativas em Portugal tendo o seu núcleo forte tido origem na Reforma Pombalina da Universidade ocorrida no último quartel do século XVIII e que estabeleceu as bases para o ensino e investigação científica moderna em Portugal.

A intervenção do Marquês de Pombal criou novas faculdades, a Faculdade de Filosofia e a de Matemática, e construiu equipamentos apropriados ao ensino das ciências utilizando os edifícios jesuítas que reconstruiu e recriou. Assim nasceu o primeiro museu universitário português, o Gabinete de História Natural, localizado no Colégio de Jesus, juntamente com o Gabinete de Física, o Teatro Anatómico e o Dispensatório Farmacêutico. Foram também criados noutros locais o Laboratorio Chimico, o Observatório Astronómico e o Jardim Botânico.

As colecções acumuladas deram origem aos museus de ciência da Universidade que se reúnem no actual projecto do Museu da Ciência.

O projecto do Museu da Ciência desenvolve-se em duas fases. A primeira fase, inaugurada em Dezembro de 2006, pode ser visitada no Laboratorio Chimico que foi requalificado e adaptado à função museológica. A segunda fase, já em preparação, irá requalificar o edifício do antigo Colégio de Jesus, que se encontra face a face com o Laboratorio Chimico, onde se localizaram os gabinetes de Física e de História Natural. Trata-se de um projecto de grande dimensão envolvendo não apenas a requalificação de cerca de 13 mil m2, como também o projecto de digitalização de todo o inventário das colecções da Universidade de Coimbra e a sua disponibilização pública.

O projecto de arquitectura, da responsabilidade dos arquitectos João Mendes Ribeiro, Carlos Antunes e Desirée Pedro, viu reconhecida a sua qualidade com a atribuição do Prémio de Arquitectura Diogo de Castilho em 2007.

O Museu da Ciência recebeu ainda a Menção Honrosa para Museu do Ano da APOM em 2007, assim como o Prémio Micheletti de melhor museu europeu do ano na categoria de ciência, tecnologia e industria, pelo Fórum Europeu dos Museus em 2008, prémios esses que constituem formas de reconhecimento da qualidade do projecto museológico desenvolvido.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museudaciencia.org/index.php?module=content&option=museum

Manifestantes sul-africanos ameaçaram incendiar museu Mandela

Manifestantes em conflito com a empresa nacional de eletricidade concentraram-se hoje na rua do Soweto onde viveu Nelson Mandela e ameaçaram incendiar a sua antiga casa transformada em museu, informou a polícia sul-africana.


A rua Vilakazi, onde também viveu o arcebispo Desmond Tutu, outro Nobel da Paz sul-africano, é a principal atração do Soweto, no subúrbio de Joanesburgo.

"Pessoas juntaram-se às primeiras horas do dia e ameaçaram incendiar o museu Mandela e o vizinho restaurante Sakhumzi, na rua Vilakazi", disse à agência France Presse a porta-voz da polícia Edna Mamonyane.

Os manifestantes, que queimaram pneus e lixo, querem que a empresa pública Eskom acabe com um sistema de pré-pagamento da eletricidade e estabeleça um valor fixo sem relação com o consumo, o que a companhia recusa.

A polícia, que isolou a área impedindo o acesso de turistas, disse que os manifestantes tinham sido dispersados.


Manifestantes em conflito com a empresa nacional de eletricidade
queimaram pneus e lixo. 
Fotografia © REUTERS/Siphiwe Sibeko




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4554438

History of the Museum in Karlovy Vary

Foundation of Museum in Karlovy Vary was initiated by famous balneologist and doctor of medicine Josef Löschner. 

Museum was founded together with regional library and archive as integral municipal institution soon after 1865. Due to patriots and collectors from Karlovy Vary were subsequently gathered extensive collections documenting typical regional handicrafts. 



Sets of spa cups and minerals, especially various local forms of aragonite, became the oldest museum collections. The private museum of Anton Pitroff, the glass engraver and enthusiastic collector of curiosities and other objects of all kinds, which – as he features in the catalogue of his museum – “can interest not only scholars and scientists, but also every uninitiated - place where everyone can choose whatever he/she likes”, was opened for public in 1876. According to Pitroff`s wish, the whole collection was later involved into the collections of municipal museum. In 1937, the museum was also enriched by private collection of bath doctor Karel David Becher, who, among others, gathered unique set of literature about Karlovy Vary. Before the World War II museum gained a collection of shooting targets and trophies of the shooters club of Karlovy Vary. 


The private ethnological collection (ethnic furniture, clothing, etc.) of Paul Weber from Hohengrund became part of municipal museum as well. An ethnographer Josef Hofmann (1858-1943) has also enriched museum collections many donations. Museum directors Dr. Karl Ludwig (1868-1931, archivist) and Dr. Viktor Karell (1898-1979, Commercial Academy teacher) and also administrators Josef Knett and Anton Rudolf have merited in successful development of the Museum of Karlovy Vary before the beginning of the World War II.


Today, the Karlovy Vary Museum serves as the modern information and research center for documentation of spa, history and architecture of Karlovy Vary region. Except this, museum manages local branches in Karlovy Vary region: the specialized museum exhibitions in Jáchymov, Nejdek, Žlutice and Horní Blatná.


We document

Museum is documenting the balneology and traditional glass and porcelain (china) production in Karlovy Vary, coinage and medal production in Jáchymov as well as tin production and local ethnography. The museum also carries out the archaeology research and serves as the information center for documentation of Karlovy Vary spa and architectonic monuments.
Collections

Museum takes care of and preserves:
Collections of applied arts (tin, glass, porcelain, furniture)
Ethnographic collections (furniture, textiles, tools and equipment)
Art handicrafts (works of gun makers from Karlovy Vary and aragonite-cutters)
Collections documenting the development of spa
Collection of regional art (graphic art, paintings, sculptures, early prints)
Archaeological collection
Collections of natural sciences (botany, zoology, geology and mineralogy)


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://en.kvmuz.cz/o-nas-muzeum-karlovy-vary

http://kvmuz.cz/

Toca da Boa Vista é a maior caverna brasileira, localizada em Campo Formoso, Bahia. É a maior caverna do hemisfério sul com cem quilômetros de extensão. ---- Toca da Boa Vista is Brazil's largest cave, located in Campo Formoso, Bahia, Brazil. It is the largest cave in the southern hemisphere with a hundred kilometers long.

Toca da Boa Vista, Campo Formoso, Bahia, Brasil 

Link - Vídeo 6:48 min.





A Toca da Boa Vista está inserida no meio do sertão baiano, a 550 km de Salvador. O município chama-se Campo Formoso, tendo seu nome originado a partir da designação que os indígenas davam à região, "nupuranga" que significa "Terra Bela". O local é muito árido, com precipitações anuais inferiores a 500 mm sendo a caatinga a vegetação predominante. Existem vários povoados espalhados ao longo do seu vasto território sendo o de Lage dos Negros, o mais próximo da Toca.


Em uma só região estão as duas maiores cavernas brasileiras, a Toca da Boa Vista e a Toca da Barriguda, com 105 e 30 km, respectivamente. Sem dúvida o fenômeno que formou essas cavidades gigantes atuou em uma faixa muito mais ampla do que imagina ou se conhece. Num futuro não muito distante essas grutas devem superar a marca dos 100 km, deixando para as futuras gerações de espeleólogos a responsabilidade pela continuidade dos trabalhos. E só o tempo poderá confirmar essa premissa. Sua extensão é de 102.500 Km.


No final da década de oitenta, toda pessoa com um mínimo de conhecimento sobre o patrimônio espeleológico brasileiro, sabia que existiam incontáveis cavernas a serem exploradas. Áreas para prospecção surgiam a todo momento, novos grupos formavam-se em várias partes do território nacional, e grandes grutas eram descobertas. O Brasil experimentava uma rápida mudança no seu panorama espeleológico.


Mas o que ninguém esperava era que uma dessas cavidades pudesse superar a marca dos 100 km tornando-se um destaque mundial. Muito menos que ela tivesse uma gênese tão particular que estimulasse pesquisadores a desenvolver estudos específicos sobre a sua evolução. Ou mesmo que sua estrutura fosse tão complexa e a sua temperatura tão elevada que inviabilizasse totalmente as já consagradas técnicas de topografia e exploração. Mas a Toca da Boa Vista chegou para mudar drasticamente os nossos conceitos de tamanho, dificuldades e sistematização. Seu conhecimento e exploração certamente vão além da nossa existência, ficando para as futuras gerações de espeleólogos, o compromisso com a continuidade dos trabalhos.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariuotti
http://www.onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=Toca+da+Boa+Vista,+Campo+Formoso,+Bahia&ltr=T&id_perso=7993




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Toca da Boa Vista is Brazil's largest cave, located in Campo Formoso, Bahia, Brazil. It is the largest cave in the southern hemisphere with a hundred kilometers long.

Link - Video 6:48 min.
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=JsItA1gY2HA


Toca da Boa Vista is inserted in the middle of Bahia, 550 km from Salvador. The municipality is called Campo Formoso, having his name originated from the name that the Indians gave to the region, "nupuranga" which means "Beautiful Land." The place is very arid, with annual rainfall of less than 500 mm being the predominant savanna vegetation. There are several villages scattered over its vast territory and the Lage of Negros, as close to the Burrow.


In one region are the two largest Brazilian caves, Toca da Boa Vista and Toca da Barriguda, with 105 and 30 km, respectively. No doubt the phenomenon that formed these giant cavities acted in a much wider range than you think or know. In a not too distant future these caves must overcome the mark of 100 km, leaving future generations of cavers responsibility for continuity. And only time will confirm this assumption. Its extension is of 102.500 Km.


At the end of the eighties, every person with a minimum of knowledge about the Brazilian speleological heritage, knew there were countless caves to explore. Prospecting for areas arose at any time, new groups were formed in various parts of the country, and large caves were discovered. Brazil is experiencing a rapid change in its outlook speleological.


But what nobody expected was that one of these cavities could overcome the mark of 100 km making it a global standout. Much less that she had such a particular genesis that would encourage researchers to develop specific studies on its evolution. Or even if its structure was so complex and its temperature so high that totally would prevent the already established techniques of surveying and exploration. But the Toca da Boa Vista arrived to dramatically change our concepts of size, difficulties and systematization. His knowledge and exploitation certainly go beyond our existence, leaving for future generations of cavers, the commitment to continuity.

Museu da Imigração - São Paulo, Brasil, participa da 13ª Semana de Museus - Dia Internacional de Museus (18/5). A ação – iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus ( Ibram ) – tem o propósito de mobilizar instituições museológicas brasileiras a partir de um esforço de concentração de suas programações em torno de um mesmo tema.


SOBRE O MUSEU DA IMIGRAÇÃO

O Museu da Imigração do Estado de São Paulo herda do Memorial do Imigrante toda a história de preservação da memória das pessoas que chegaram ao Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes, e o relacionamento construído, ao longo dos anos, com as diversas comunidades representativas da cidade e do Estado.

É no entrelaçamento dessas memórias que se encontra a oportunidade única de compreender e refletir o processo migratório. O Museu da Imigração pretende ser o grande ponto de encontro das comunidades de São Paulo, um local cada vez mais frequentado por paulistanos e paulistas e um atrativo cultural e turístico imperdível para os visitantes de fora do Estado e do País.

Em seu novo projeto museológico, o Museu da Imigração valoriza ainda mais o encontro das múltiplas histórias e origens e propõe ao público o contato com as lembranças daquelas pessoas que vieram de terras distantes, suas condições de viagem, adaptação aos novos trabalhos e contribuição para a formação do que hoje chamamos de identidade paulista.

A história da migração humana não deve ser encarada como uma questão relacionada exclusivamente ao passado; há a necessidade de tratar sobre deslocamentos mais recentes. O Museu da Imigração fomenta o diálogo sobre as migrações como um fenômeno contemporâneo, que não se encerra com o fechamento das atividades da Hospedaria, reconhecendo a recepção dos milhões de migrantes atuais e a repercussão deste deslocamento para a cidade.
Entre os dias 18 e 24 de maio instituições museológicas de todo o país promoverão atividades em torno do tema ‘Museus para uma sociedade sustentável’.





De 18 a 24 de maio, o Museu da Imigração, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, participa da 13ª Semana de Museus, evento comemorativo que celebra o Dia Internacional de Museus (18/5). A ação – iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus ( Ibram ) – tem o propósito de mobilizar instituições museológicas brasileiras a partir de um esforço de concentração de suas programações em torno de um mesmo tema. Para o período, o MI preparou uma série de conteúdos especiais, que envolvem: ações educativas, incentivos ao uso da bicicleta, um dia inteiro de celebrações em homenagem a cultura africana, atividades para bebês e uma oficina de conservação de fotografias.

Em sua 13ª edição, a Semana de Museus tem como tema “Museus para uma sociedade sustentável”, e o MI desenvolverá suas atividades no ao ar livre, utilizando o jardim. Do dia 19 ao 24, o Setor Educativo realizará a atividade “Mural de posposições”. A ideia é colocar o visitante no papel de investigador de uma nova coleção para o Museu. Também durante esse período, o MI incentivará a vinda à instituição de bicicleta, oferecendo uma surpresa àqueles que usarem esse meio de locomoção. Seguindo com a programação, no dia 21, das 16h às 18h, haverá o lançamento de dois novos títulos da coleção Gestão e Documentação de Acervos: textos de referência, CIDOC-ICOM. Já no dia 22, a ação educativa “Investigação do meio” – que será realizada das 9h30 às 11h – fará com que a criançada estude o jardim do museu, catalogando os novos elementos encontrados (atividade para crianças acima de 6 anos). No dia 23, das 14h às 17h, o público que visitar o MI encontrará uma programação voltada ao Dia da África, com dança, música, oficinas e contação de histórias. Compondo a grade de atrações, no dia 24, uma atividade voltada para bebês (até 3 anos) acontecerá das 16hàs 17h. Os educadores estenderão uma grande folha de papel craft com diversos materiais de pintura para uso. Finalizando a Semana de Museus, no dia 24, das 15h às 16h, haverá uma oficina de conservação de fotografia. Serão dicas para guardar e acondicionar da melhor maneira as fotos de acervos pessoais. A palestrante é Ana Beatriz Giacomini, conservadora do Museu da Imigração. Para esta atividade é necessário realizar inscrição por meio do e-mail inscricao@museudaimigracao.org.br

O Museu da Imigração fica na Rua Visconde de Parnaíba, 1316, no bairro da Mooca, em São Paulo. O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos e feriados das 10h às 17h. Os ingressos para visitar as exposições do Museu custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada). Quinzenalmente, às sextas-feiras, o MI oferece visitação noturna, ampliando seu horário de atendimento até às 21h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudaimigracao.org.br

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://museudaimigracao.org.br/o-museu/sobre/


MUZEUM POŻARNICTWA ZIEMI OLKUSKIEJ ( MUSEUM OF FIRE-FIGHTING OF OLKUSZ ) Poland

From the very beginning, Olkusz was a typical mining town. It owed its establishment and development to lead ore mined there since the end of the 13th century. Trade in it was very profitable, dominated mainly by Kraków people. Lead was taken to Hungary, where it was exchanged for silver from the Central-Slavic mines [1.1]. In the light of the newest archeological research, the beginnings of the exploitation of lead deposits in this area date back to the 8th century BC. It was probably connected with the arrival of Celtic tribes, who specialized in silver processing, into the Lesser Poland lands at that time. The origin of the town’s name has not been explained fully. In the old documents there are: LCUHS, HILCUS, ILCUS, ILKUSZ and then Olkusz. The first information about Olkusz can be found in the Bible commentary by Rabbi Shlomo Ben Izaak (Rashi) from the 11th century. The first historical note about the locality was found in the obligation of King Bolesław V the Chaste – Sandomierz and Kraków prince, who in 1257 promised to pay two grzywnas of gold a year from the Olkusz lead profit for the maintenance of a Poor Clares convent that he had moved from Zawichost to Skała. The documents confirming the granting of Olkusz a town charter did not survive until this time, though probably Bolesław V the Chaste did grant it. The oldest confirmation of the charter dates back to 1299 and this date is officially assumed as the beginning of an Olkusz existence.




At first, Olkusz was about 2,5 km west of the present town, but for some unknown reason the settlement was moved to another area. The new location contributed to an intensive development of the town because of a convenient situation on a trade route from Kraków to Wrocław. However, the exploitation and sale of lead ore were the most important source of income. In the 15th century, in the glory days, there were 300 active mines of this metal in Olkusz. Silver smelters developed around them. It was the reason to open a royal mint striking coins of high quality here in 1579, the only one at this time. In the 17th century, Olkusz was one of the biggest cities of the then Kraków Province. Unfortunately, wasteful exploitation of resources, natural disasters such as fires and floods of the Baba River, as well as epidemics and war activities, of the Deluge and then of the Northern War, led to the collapse of the economic magnificence of the Silver Town at the close of the 17th century. Exploitation of ore in the flooded mines stopped.




In 1794, the Prussian army occupied Olkusz and soon after, it was under Austrian rule. In 1808, the town became a part of the Duchy of Warsaw and finally it was under Russian rule in the area of Congress Poland [1.2]. At this time, Stanisław Staszic made unsuccessful attempts to start the Olkusz mines again. In 1814, a mine of zinc ore was successfully opened. After forming an Olkusz district by the tsarist office, the significance of the town as the center of state administration was slowly growing. The offices of the district authorities (1826) and the municipal council (1833) and a hospital (1849) were built. At the same time, many buildings of unique historic value were demolished; among them were fortifications with the gates, an Augustinian monastery with a church dedicated to the Blessed Virgin Mary and the town hall. Uprisings and tsarist repressions did not stop the development of industry in the town. Its rapid development fell in the second half of the 19th century, which in large measure involved the building of the Iwanogrodzko-Dąbrowska railway line through Olkusz in the years 1883–1885, and this helped it to become independent of its own mineral resources. In 1907, Peter Westen opened the Factory of Metalware, then of Enamelware. New working- class housing estates, new service, housing and council buildings came into being. Within 100 years, the number of the population had increased from 720 to 6800 people.


fonte:) edisonmariotti #edisonmariotti http://www.sztetl.org.pl/en/article/olkusz/3,local-history/

The Viking Ship Museum in Roskilde is the Danish museum for ships, seafaring and boatbuilding culture in ancient and medieval times.


Information about the museum

Welcome to the Viking Ship Museum in Roskilde

From 14th May to 30th September, we sail out on Roskilde Fjord everyday with corporate groups, school children and international visitors. Book your trip now. Click on the picture to learn more.

The Viking Ship Hall, the oldest part of the museum, was opened in 1969. It was designed as a large showcase to display the five Viking ships found at Skuldelev. The hall also houses special temporary exhibitions and a cinema, where a film about the excavation of the ships is shown.

An extension to the museum, Museum Island, was opened in 1997. The museum boatyard, where visitors can watch shipwrights at work, is located on the island. The Activity Centre, where the School Service is housed, is also found here.

The large collection of traditional Nordic wooden boats is berthed at the harbour on Museum Island. Here you will also find the five reconstructions of the Skuldelev ships. Many of the vessels were built at the museum boatyard, which also maintains them.

Together with other museums, the Viking Ship Museum carries out investigations before construction projects are commenced under water and along Denmark's coasts, or when the forces of nature uncover items of historical interest on the sea floor.

Archaeological finds from throughout Denmark are documented at the Archaeological Workshop on Museum Island using digital technology, and information on all Danish maritime archaeological finds are collected in the museum archives.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.vikingeskibsmuseet.dk/en/about-us/#.VUuwJ45Viko

MUSEO, COLOR Y EMOCIONES - · en CREACIÓN, DISEÑO, Diseño de Museos, MUSEO, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

El color, los colores, forman parte de nuestra existencia desde el momento en que abrimos los ojos a la vida y al mundo. Sin embargo, que extraño es que hablemos sobre los colores salvo cuando están circunscritos a cosas muy concretas y materiales, como es la moda o la elección de la pintura de la pared. Lo que para los artistas plásticos es la fuente de su vida y de su propia existencia, para el resto del mundo parece que no es gran cosa. Caemos en la cuenta de la existencia del color cuando vamos al cine o encendemos la televisión y aparecen imágenes en blanco y negro. Pero los colores existen, están ahí siempre para los que tenemos la suerte de Ver, ejerciendo en todos nosotros una potentísima influencia sobre nuestro estado de ánimo, sobre nuestra forma de percibir la realidad que nos rodea. El color influye definitivamente en nuestra emociones, para bien o para mal.


Trabajando con profesionales del diseño durante todos estos años, comprobamos que nos cuesta dar nombre al color, somos muy pobres para definirlos, con una falta enorme de objetividad. Hemos oído hablar de colores asignando códigos y no las sensaciones y emociones que pueden llegar a producir: Pantone 321 U, Pantone 200 C, Pantone Reflex Blue, RAL 130, etcétera… Nada de mencionar los colores como: «naranja-feliz», «rojo-amor», «amarillo-natillas» y dualidades similares menos evidentes. Por poner un ejemplo, observamos la obra artística en los museos comentando la plástica de la forma por encima del impacto emocional que nos produce el color, o al menos es lo que percibimos cuando llevamos las orejas abrochadas en las exposiciones. Es posible que obedezca al pudor que nos produce hablar de nuestras emociones más íntimas lo que nos deja sin palabras cuando hay que hablar del color.


El color es un disparador de emociones desconocido para la mayoría de nosotros; estudiar el impacto que el color produce en las personas es un reto constante para cualquier diseñador de museos. Hemos apreciado con objetividad, que el color es el valor relativo de un lenguaje que lo hace complejo, cambiante y único. Se trata de un vehículo de comunicación, pero también supone un mundo interior propio para quien lo experimenta. Debe ser su naturaleza inquieta y compleja la que ha impedido que apenas se haya investigado sobre su existencia, lo que lo convierte en algo especialmente interesante, al menos para nosotros. No puede ser normalizada su percepción y por ello es necesario ampliar los márgenes establecidos, buscando nuevos modos de experimentarlo.


La elaboración de un «mapa emocional del color» podría ser una extraordinaria herramienta para analizar las respuestas individuales y también los genéricos de carácter colectivo ante los mismos; pero como decíamos anteriormente, es un enorme reto; supone descubrir ámbitos privados, distintos, convirtiéndolo en un proyecto experimental que ahonda en los innumerables comportamientos sociales dada su naturaleza psicotécnica. El estudio de cuantas combinaciones relacionadas entre color y emociones podamos hacer, nos llevará a acercarnos más a un medio del que todavía desconocemos su potencial y sus riesgos. Un proyecto como este aspira a ampliar nuestro conocimiento de algo que nace con el hombre y sigue siendo un enorme desconocido.


Son escasos los museos que han tenido en cuenta el impacto que el color produce a nivel emocional e los visitantes, muy pocos. Nos parece una falta, un vacío difícil de entender que se hable de museos emocionales y al mismo tiempo se le preste tan poca atención a la atmósfera cromática que deben generar en los visitantes. Por supuesto, existen excepciones y se dan, que alegría, en nuestros alumnos más inquietos: “Escogí el color gris oscuro, o bien negro, por diferentes razones: es poderoso, quisquilloso, inquietante, elegante, y sumamente íntimo. Es acogedor, es penetrante, me da seguridad, pero es peligroso; es delicado, puro, es inolvidable es inconfundible, no es prejuicioso, no me juzga. Es recio, firme, sin miedo. Es infinito. También escogí el color traslúcido y beige, porque es simple, sin rodeos, sin ambición, es carnal, muy humano, apacible, relajante, satisfactorio, muy natural, preciso, amigable, tímido.” Joanna Ramírez, (Curso de Gestión de Identidad Visual en los Museos y Exposiciones).


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)