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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Fórum Humboldt de Berlim avança como megaprojeto cultural - Humboldt Forum Berlin forth as cultural megaproject

Capital alemã desenvolve centro reunindo arte e ciência sob um mesmo teto, a ser inaugurado em quatro anos. Entre os responsáveis por concepção e programação, está Neil MacGregor, atual diretor do British Museum.

Maquete do Palácio da Cidade, sede do centro cultural


O Fórum Humboldt de Berlim tem inauguração prevista para 2019. O local reunirá cultura, arte e ciência às margens do rio Spree, num projeto arquitetônico que combina a visão contemporânea do arquiteto italiano Franco Stella com a reconstrução parcial, em estilo barroco, do Palácio Municipal de Berlim.

Seu nome é homenagem os irmãos Alexander e Wilhelm von Humboldt, figuras notáveis no panorama intelectual alemão do século 19, cujo legado o fórum perpetuará.

Antes da inauguração, três personalidades do alto escalão da cultura europeia se reúnem na capital alemã para propor ideias e concepções de mostras e projetos para o futuro centro. Eles são Hermann Parzinger, arqueólogo e presidente da Fundação Patrimônio Cultural Prussiano, o professor de história de arte Horst Bredekamp, da Universidade Humboldt, e o atual diretor do British Museum, Neil MacGregor.

Da esq. para a dir.: Hermann Parzinger, Neil MacGregor, Monika Grütters, Horst Bredekamp

Sobre os fundamentos do Iluminismo alemão

Na primeira semana de maio, a ministra alemã da Cultura, Monika Grütters, apresentou MacGregor em sua nova função na capital alemã. Ela diz confiar em sua capacidade do especialista em história da arte de "sempre apresentar e discutir de forma renovada e ambiciosa as grandes questões da humanidade".

Para o escocês de 68 anos, "o Fórum Humboldt repousa sobre os fundamentos do Iluminismo alemão". "Há 200 anos, a Europa pensante observa Berlim com olhos atentos, pois lá tanto arte e arquitetura quanto cultura e ciência se entrelaçaram de forma extraordinária." MacGregor lembra que, até 1933, a Alemanha era campeã mundial em prêmios Nobel conquistados.

Ele louva o grande número de coleções e tesouros de todas as épocas da história da humanidade nos museus berlinenses, que, no entanto, nunca foi possível exibir em sua totalidade. "Agora, aqui no Fórum Humboldt há a oportunidade de contar a história intelectual da humanidade, de forma sempre nova", promete o diretor do British Museum.

Segundo Grütters, a convocação de MacGregor, Parzinger e Bredekamp como diretores simboliza a "inauguração intelectual" do Fórum Humboldt, dando a partida para o início do trabalho conceitual em outubro. Os modernos espaços do centro abrigarão projetos da Fundação Patrimônio Cultural Prussiano, da Universidade Humboldt e da cidade-Estado de Berlim.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.dw.de/f%C3%B3rum-humboldt-de-berlim-avan%C3%A7a-como-megaprojeto-cultural/a-18440250
AV/dw/dpa

Prefeitura autoriza criação de Museu da Imigração Japonesa em Campo Grande, Mato Grosso Sul, Brasil.


Casa em homenagem aos japoneses será estabelecida no Mercadão Municipal

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A Prefeitura de Campo Grande autorizou nesta quarta-feira (6) a criação do Museu da Imigração Japonesa que vai funcionar no Mercadão Municipal Antônio Valente na região central da Capital. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município.

Conforme a publicação, o Executivo Municipal deverá “estabelecer normas e procedimentos para estruturação e funcionamento do Museu da Imigração Japonesa em Campo Grande”.

O município tem a terceira maior colônia japonesa do país, com 15 mil pessoas.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.correiodoestado.com.br/cidades/campo-grande/prefeitura-autoriza-criacao-de-museu-da-imigracao-japonesa-em/245957/

Sultan Alam Shah Museum (Malay: Muzium Sultan Alam Shah) is the state museum of the Malaysian state of Selangor. It is situated in the state capital, Shah Alam. - พิพิธภัณฑ์สุลต่านชาห์อาลัม

This museum was opened in 1989 by the late Sultan of Selangor Almarhum Sultan Salahuddin Abdul Aziz Shah.

Sultan Alam Shah Museum


The establishment of the State Museum, which is currently known with reference to the Sultan Alam Shah Museum began when Sultan Salahuddin Abdul Aziz Shah consented to sign Enactment Selangor # 6 Year 1975 dated 27 December 1975.

After several years of weary-smarting it planned, then on 2 September 1989, the museum became a symbol of the State's cultural development was officially opened by HRH the Sultan of Selangor where the opening ceremony is done with full event Malay traditions. Museum administration was placed under the responsibility of the Selangor Museum.

Museum building built on a land area of 12.95 hectares and vast floor space is 41,538.46 square meters. This five-storey building consists of two floors of office space, three floors of exhibition space and Menambun Daeng Exhibition Hall. There are five pavilions which History Centre, the House of Culture, Sports Centre, Nature and Heritage Centre Islamic Centre and Outdoor Exhibition. The museum is also equipped with facilities such as the Resource Centre, Auditorium, Lumu King Hall, Meeting Room Daeng Perani and Kemasik, Taksedemi Laboratory and Repository.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://en.wikipedia.org/


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พิพิธภัณฑ์สุลต่านชาห์อาลัม

พิพิธภัณฑ์สุลต่านชาห์อาลัม (มลายู: Muzium สุลต่านชาห์อาลัม) เป็นพิพิธภัณฑ์รัฐของรัฐมาเลเซียลังงอร์ ตั้งอยู่ในเมืองหลวงของรัฐชาห์อาลัม พิพิธภัณฑ์แห่งนี้ถูกเปิดในปี 1989 โดยในช่วงปลายสุลต่านแห่งลังงอร์ Almarhum สุลต่าน Salahuddin Abdul Aziz Shah


ที่ตั้งของพิพิธภัณฑ์ซึ่งเป็นที่รู้จักกันในปัจจุบันมีการอ้างอิงถึงพิพิธภัณฑ์ชาห์อาลัมสุลต่านเริ่มขึ้นเมื่อสุลต่าน Salahuddin Abdul Aziz Shah ยินยอมที่จะลงนามตรากฎหมายลังงอร์ที่ 6 ปี 1975 ลงวันที่ 27 ธันวาคม 1975

หลังจากหลายปีของเบื่อ-เจ็บมันวางแผนไว้แล้ววันที่ 2 กันยายน 1989 พิพิธภัณฑ์กลายเป็นสัญลักษณ์ของการพัฒนาทางวัฒนธรรมของรัฐเปิดอย่างเป็นทางการโดยสมเด็จสุลต่านแห่งลังงอร์ที่พิธีเปิดจะทำกับเหตุการณ์ที่เต็มรูปแบบประเพณีของชาวมาเลย์ การบริหารงานพิพิธภัณฑ์อยู่ภายใต้ความรับผิดชอบของพิพิธภัณฑ์ลังงอร์


พิพิธภัณฑ์อาคารที่สร้างขึ้นบนที่ดินเนื้อที่ 12.95 เฮกตาร์และพื้นที่ขนาดใหญ่เป็น 41,538.46 ตารางเมตร อาคารห้าชั้นประกอบด้วยสองชั้นของพื้นที่สำนักงานสามชั้นของพื้นที่จัดแสดงนิทรรศการและ Menambun แดง Exhibition Hall มีห้าศาลาซึ่งศูนย์ประวัติศาสตร์เป็นบ้านของวัฒนธรรม, กีฬาศูนย์ธรรมชาติและศูนย์มรดกอิสลามและศูนย์แสดงนิทรรศการกลางแจ้ง พิพิธภัณฑ์แห่งนี้นอกจากนี้ยังมีสิ่งอำนวยความสะดวกเช่นศูนย์ทรัพยากรหอประชุม Lumu คิงฮอลล์ห้องประชุมแดง Perani และ Kemasik, Taksedemi ห้องปฏิบัติการและพื้นที่เก็บข้อมูล

Villejuif ne veut plus payer pour le musée de la Résistance de Champigny

De 7 300 à 150 €. Autant dire qu’une fois la délibération votée en conseil municipal, l’aide que Villejuif consentira cette année au musée de la Résistance nationale de Champigny sera réduite à peau de chagrin. C’est sur le blog politique de « Villejuif, notre ville », le groupe des élus centre-gauche et écologistes, que l’annonce vient d’être faite.

Champigny-sur-Marne. Lors du prochain conseil municipal de Villejuif, le 22 mai, les élus auront à se prononcer sur une coupe drastique de la subvention accordée au musée de la Résistance nationale. L’enveloppe devrait passer de 7 300 à 150 €. (LP/Louis Moulin.)



« Ce musée n’est pas sur la commune et la majorité de la fréquentation n’est donc pas constituée de Villejuifois, avance Philippe Vidal, l’adjoint aux finances, auteur de l’article controversé. Nous proposons de ramener la subvention à 150 €, à l’identique de celles allouées à l’Amicale Chateaubriand ou à l’Association des familles des Fusillés. » La majorité (Union citoyenne) votera ce point le 22 mai.

« Consternation » à la section communiste de Villejuif, qui crie au « mépris [de] l’indispensable travail de mémoire » à l’heure où, « partout en Europe, nous commémorons les 70 ans de la Libération, dans une époque toujours en proie aux guerres et à la montée des idéologies les plus dangereuses ». « S’il n’y avait pas de restrictions budgétaires, je serais ravi de distribuer des milliers d’euros à tous les musées de France, rétorque Philippe Vidal. Mais je préfère garder cet argent pour dynamiser le tissu associatif local, le cœur de la ville, qui répond à des besoins réels. » « Avec ce type de raisonnements, juge le PCF, le parc des Hautes-Bruyères doit-il être financé uniquement par ceux qui l’utilisent ? »

« Villejuif nous subventionne depuis plus de 30 ans. On s’attendait à une petite baisse, mais pas à cela, avoue Claude Gascard, secrétaire général de la Fédération des musées de la Résistance nationale. Si ça se confirme, nous devrons chercher des financements privés pour compenser. » L’établissement avait évidemment beaucoup de projets en cette année anniversaire. « Nous allons rapidement demander un rendez-vous avec le maire », conclut Claude Gascard.

De son côté, Philippe Vidal annonce que les 22 000 € d’économies réalisées grâce à cette décision, et à la suppression pure et simple des aides aux syndicats de la ville, permettront de « soutenir la création de nouvelles associations et les projets à venir ».

fonte: @edisonmariotti #edisonmarioti http://www.leparisien.fr/champigny-sur-marne-94500/villejuif-ne-veut-plus-payer-pour-le-musee-de-la-resistance-de-champigny-07-05-2015-4754211.php

The museum in Nejdek is placed in the house with decorative elements in neo-gothic style.

The house was built around 1860 and has kept most of its original character from 2nd half of 19th century until now. Concave window panes in 1st floor are interesting details of the building.



Adresanáměstí Karla IV. 238NejdekPSČ: 363 21
Kontakty(T) 00420 736 650 047(E) sekretariat@kvmuz.cz


Permanent Exhibition

Nejdek – the ethnographic exhibition

Permanent exhibition provides the overview of the history of the city and local industry – foundry and wool manufacturing. Collections of folk art, ceramics, tin and lace production are also introduced as well as the exposition of the house-place typical for the Krušné hory region.



Short-term exhibitions are also available in Nejdek Museum. The tour in permanent and short-term exhibitions lasts 30 min.

Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://en.kvmuz.cz/o-nas-muzeum-nejdek

An innovative and unique institution located in Kazimierz, the Jewish district of Kraków, Poland, the Museum is a registered charity in Poland.

The Galicia Jewish Museum exists to commemorate the victims of the Holocaust and celebrate the Jewish culture of Polish Galicia, presenting Jewish history from a new perspective. 


The objectives of the Museum are to challenge the stereotypes and misconceptions typically associated with the Jewish past in Poland and to educate both Poles and Jews about their own histories, whilst encouraging them to think about the future.

Home to the internationally acclaimed permanent photographic exhibitions, Traces of Memory and An Unfinished Memory, the Museum also shows an exciting range of temporary exhibitions, both curated in-house and sourced from around the world. The Museum’s Cultural and Education Programme is one of the most extensive in Poland, providing a range of services for both individual and group visitors, and the Media Resource Centre houses a growing archive of films on Jewish and Holocaust-related subjects. As well as engaging in primary research and publishing, the Museum also operates one of the largest Jewish bookshops in Poland, and the Museum café serves a range of hot and cold drinks and snacks, and offers a range of catering options for visiting groups.

Used as a mill before the war, today the renovated Museum building has a light, contemporary, post-industrial feel – utilising glass, metal and dark woods – whilst still retaining many of the building’s original elements and structure. The flexible space is ideal for housing a range of exhibitions and hosting all types of cultural and social events, and the Museum is a popular venue for local artists, performers, and musicians.

The Museum employs over 20 full- and part-time staff, in Museum Operations; Education; Exhibitions; External Relations and Communications; and Finances and Administration. The team is headed by Museum Director Jakub Nowakowski, who is supported by an Management Board in Poland and a Supervisory Board in the UK.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.en.galiciajewishmuseum.org/about-us.html




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O NAS
Żydowskie Muzeum Galicja powstało, by upamiętnić ofiary Holokaustu oraz ukazać historię i kulturę Żydów z nowej perspektywy. Muzeum znajduje się na krakowskim Kazimierzu, w sercu dawnej żydowskiej dzielnicy miasta. Jesteśmy instytucją pożytku publicznego. Naszym celem jest rewizja tradycyjnych stereotypów dotyczących żydowskiej przeszłości w Polsce oraz pomoc zarówno Polakom, jak i Żydom w zrozumieniu własnej historii.


Stałe wystawy muzeum, Śladami Pamięci oraz Pamięć niedokończona, zyskały uznanie w oczach odwiedzających i krytyków z całego świata. Muzeum organizuje i gości również wystawy czasowe. Oferujemy jeden z najbogatszych w Polsce programów wydarzeń kulturalnych i edukacyjnych, dostosowanych zarówno dla odbiorców indywidualnych, jak i dla zorganizowanych grup. Nasze Multimedialne Centrum Edukacyjne zawiera nieustannie rozszerzaną kolekcję unikalnych filmów poświęconych żydowskiej kulturze i holokaustowi. Prowadzimy wszechstronną działalność badawczą i wydawniczą. Muzealna księgarnia jest jedną z największych tego typu w Polsce. Nasza kawiarnia oferuje bogaty wybór napojów i przekąsek; zapewniamy również kompleksowe usługi kateringowe.


Muzeum mieści się w odrestaurowanym, postindustrialnym budynku przedwojennego młyna. Wnętrze subtelnie łączy nowoczesne materiały – szkło, metal i ciemne drewno – z oryginalnymi elementami struktury budynku. Otwarta przestrzeń pozwala na organizowanie wystaw, koncertów, spotkań autorskich, wykładów czy warsztatów. Regularnie gościmy lokalnych artystów i muzyków.


Muzeum zatrudnia ponad 20 osób, m. in. w działach edukacji, projektów i publikacji, marketingu, w administracji i księgowości. Dyrektorem muzeum jest Jakub Nowakowski, a jego praca wspierana jest przez Zarząd w Polsce oraz Radę Nadzorczą w Wielkiej Brytanii.

Semana de Museus 2015 acontece entre os dias 18 a 24 de maio; Confira a programação.

A 13° Semana de Museus será realizada no período de 18 a 24 de maio em 25 estados brasileiros e Unidade de Federação. Esta edição terá como tema: Museus para uma sociedade sustentável”. Entre as atividades programadas estão exposições, visitas guiadas, exibições de filmes, espetáculos teatrais, oficinas, seminários, mesas-redondas e palestras.

A 13° edição desta ação vem enfatizar o importante papel dos museus no processo de conscientização da ação do homem e reforçar a necessidade de uma sociedade mais cooperativa e solidária. A semana contará com a participação de 1.378 instituições, a qual serão realizados 4.570 eventos em 609 municípios brasileiros. Essa ação é promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). 

A Semana acontece em comemoração ao Dia Internacional de Museus, 18 de maio, e tem como propósito mobilizar os museus brasileiros a partir de um esforço de concertação de suas programações em torno de um mesmo tema. 

Criado em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), o Dia Internacional de Museus tem como objetivo sensibilizar sobre o papel dos museus no desenvolvimento da sociedade.

A programação nacional da 13° Semana de Museus pode ser conferida no link



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Ibram

*Com informações do Instituto Brasileiro de Museus 
*Colaborou Carol Lira

Museos de Nepal - AGENDAS MUNDI XXXIV – NEPAL en CULTURA, RELATO, VIAJES.

En esta absurda lotería de las terribles catástrofes naturales, le ha vuelto a salir el número a una zona muy deprimida. Miles de muertos y un legado cultural totalmente destruido han sido el resultado del desastre. Nosotros solo podemos decir, aquí hoy, que se nos ha desgarrado el corazón viendo sufrir a todas esas personas y comprobando como un tesoro de incalculable valor ha quedado totalmente destruido.

Nos íbamos a ir a Mongolia, pero hemos decidido no viajar para rendir homenaje a Nepal y ser solidarios con su dolor. Todo lo que vais a ver ya no existe…

Decíamos entonces…

Para muchos viajeros, Nepal, lugar de nacimiento de Buda, es el paraíso terrenal, o al menos se le parece mucho. Flanqueado por el cordón montañoso del Himalaya y las húmedas junglas de las llanuras indias, es una tierra de yaks y yetis, monasterios y mantras, cumbres nevadas y sherpas, templos y tigres, magia y misterio. Desde que abriera sus fronteras a los forasteros en la década de 1950, esta diminuta nación montañosa ha seducido con un encanto casi místico a los viajeros. Exploradores y alpinistas llegaron para conquistar las cimas más altas, los senderistas para adentrarse por algunos de los senderos más desafiantes del mundo, y los hippies para vagar colocados de sus buenas raciones de canutos por poblaciones repletas de templos al final de su periplo por tierra.

El país ha experimentado grandes cambios. Para empezar, ya no es un reino. Una década de alzamientos maoístas y guerra civil terminó con la elección del Partido Comunista y la declaración de Nepal como República Federal el 28 de mayo del 2008. Desde entonces, el último rey nepalí, Gyanendra Bir Bikram Shah Dev, ha desalojado el Palacio Real de Katmandú y se ha trasladado a una modesta casa en Nagarjún. Además, el adjetivo “real” se ha eliminado de los rótulos de la compañía aérea Royal Nepal Airlines y del Real Parque Nacional de Chitwan. Después de años de conflicto, ha vuelto la paz a las montañas y un aire de optimismo domina la nación. El mayor problema que se les plantea a los visitantes es encontrar tiempo para todo. Muchos llevan toda la vida explorando los senderos de montaña del Himalaya y las evocadoras ciudades templo del valle de Katmandú y los montes medios, pero vuelven en busca de más. Se aconseja seleccionar algunas experiencias esenciales y dejar el resto para otro viaje. Pero vamos con los nuestro sin más rodeos.

1. Museo Nacional de Historia de Nepal (destruido) | Katmandú


El Museo Nacional de Nepal (Rashtriya Sangrahalaya) es una atracción muy popular de la capital, Katmandú. Con alrededor de un siglo de antigüedad, el museo se erige como un destino turístico y símbolo histórico para el país. Siendo el museo más grande de Nepal, desempeña un papel trascendental en los trabajos arqueológicos en todo el país y el desarrollo de los demás museos. Para los residentes de Katmandú, además es un monumento que sirve para revivir las batallas libradas en Nepal. Los principales atractivos son la colección de obras de arte históricas (esculturas y pinturas) y una exposición histórica de las armas utilizadas en las guerras en el siglo XVIII-XIX. El museo cuenta con galerías independientes dedicadas a estatuas, pinturas, murales, monedas y armas. El museo dispone de tres edificios: el Juddha Jayatia Kala Shala, Galería de Arte de Buda y el edificio principal, que consiste en una sección histórico-natural (colección de especies de animales, mariposas y plantas), una sección cultural y una sección filatélica. El Museo Nacional está adscrito al Ministerio de Cultura, Turismo y Aviación Civil. El museo tiene la misión de poner en práctica la docencia de la historia del país, y también en la documentación de toda clase de información para intentar comprender las tradiciones del pasado y presente del pueblo de Nepal.

2. Museo Nacional de Arte de Nepal (destruido) | Katmandú


La Galería Nacional de Arte de Nepal es uno de los sitios más interesantes, visita obligada en Nepal, os avisamos. Esta galería se encuentra en precioso palacio en Bhaktapur, en medio de pintoresco valle de Katmandú. El palacio se dice que es el más antiguo existente en todo el valle de Katmandú. La instalación dispone de más de 50 ventanas que se abren a sus cuatro lados. Aparte de esto, los arcos y motivos escultóricos que están por todas partes, merecen mucho la pena. Dentro de la galería se puede ver una impresionante colección de pinturas y murales de la época de la “dominación budista”. Hay algunas pinturas muy antiguas que se conocen como Thangakas. Los monjes budistas utilizan estas pinturas para llegar a la máxima concentración en el momento de la oración. Estas pinturas están hechas al óleo sobre lienzos que son muy antiguos remontándose a la era Mallas. También se pueden ver las figuras talladas en piedra que data de la época Licchhavis y Mallas. La mayoría de estas figuras son representaciones de deidades hindúes y budistas y, como es típico de aquella época, tiene connotaciones sexuales, no se aburrían. El segundo piso está enteramente dedicado a las crónicas históricas y manuscritos del país. Estos documentos están relacionados con varios monarcas de la dinastía Rana y Shah, proporcionando una visión detallada de las condiciones políticas, culturales, sociales y económicos de la historia de Nepal. Algunos de los documentos se encuentran archivados y no están disponibles en exhibición pública. Si eres estudiante de historia o un investigador, entonces este lugar te encantará. Sin embargo, hay que tener en cuenta que los investigadores deben obtener un permiso previo del Ministerio de Cultura para conseguir el acceso a los preciosos documentos clasificados.

3. Museo de las Estatuas de Bronce y Latón de Nepal (destruido) | Bhaktapur – Katmandú


Este museo se encuentra en la famosa y popular zona – atestada de turistas – de Pujari Maths en el barrio de Bhaktapur. Se encuentra frente al Museo Nacional de Artesanía en madera a las afueras de Katmandú. El museo es el más nuevo para que aparezca en Nepal. Este museo se dedica principalmente a la forma de vida Newarí. Los Newarís son los habitantes originarios de Nepal siendo naturales principalmente de las regiones centrales del país alrededor de Katmandú. El museo de bronce se encuentra en un edificio recientemente reformado de de estilo puramente local. La mayor parte de los objetos artísticos de la exposición están realizados en bronce o latón, evidentemente. La mayoría de ellos han sido restaurados y están en excelentes condiciones. Entre los más interesantes son los que están hechos como artículos de uso diario. Hay galerías separadas para las materias primas utilizadas por los artistas y artesanos. La mayoría de estos objetos se remontan al periodo Mallas. Se pueden ver figuras para la adoración religiosa, lámparas, ollas de agua, cuernos y otros artículos exhibidos sin demasiada información ya que se prohíbe al pueblo informar acerca de su humilde vida. La familia real ha cedido al museo un tintero ornamentado y una estantería que formaba parte de la tribuna real. En cualquier caso, lo más importante del museo, es la visión que ofrece al visitante sobre los Newarís que han contribuido tanto a la evolución de la sociedad nepalí.

4. Museo Complejo del Palacio Interior de Hanuman Dhoka (destruido) | Katmandú


El complejo del palacio interior del Hanuman Dhoka fue fundado originalmente durante el período de Licchavi (del siglo VI al VIII d. de C.), pero, tal y como se muestra hoy en día, la mayor parte visitable fue construida por el rey Pratap Malla en el siglo XVII. El palacio real ha sido renovado muchas veces a lo largo de los años. Las partes más antiguas son las pequeñas edificaciones de Sundari Chowk y Mohan Chowk en la parte norte del palacio (ambas cerradas al público). El complejo era la sede del gobierno, con 35 chowks (patios), pero el terremoto de 1934 redujo el palacio de hoy a 10 chowks. Solo se permite fotografiar en los patios, nada dentro de los edificios del complejo. Más que un museo, en realidad se trata de un grupo de edificios como su nombre define.

5. Museo de Patán (destruido) | Patán


El museo se encuentra bajo la protección del Patrimonio de la Humanidad de la UNESCO. El Museo Patán, que es un verdadero tesoro de la arquitectura tradicional nepalí, fue inaugurado en 1997 por el ya difunto rey Birendra Bir Bikram Shah. El museo expone lo que podría denominarse como una muestra artes sagradas tradicionales de Nepal en un entorno con una larga historia. Se trata de casa es una antigua de corte residencial de Ptan Darbar, uno de los palacios reales de los antiguos reyes Malla del valle de Katmandú. Las exposiciones del museo abarcan un largo período de la historia cultural de Nepal y muestra algunos objetos raros como algunos de sus tesoros. La mayoría de los objetos son de bronces dorados y cobre, además de una muestra de las famosas artesanías tradicionales por las que la villa de Patán es famosa en el país.

6. Museo Pujarimath (destruido) | Monasterio de Pujarimath – Bhaktapur


Situado en el edificio restaurado del siglo XV conocido como el Monasterio de Pujarimath, en Dattatraya tole, Bhaktapur, siendo el edificio en sí una exposición única. . Muy curiosa es la famosa (allí) ventana del pavo real situada frente cara al monasterio. El museo expone los utensilios de bronce y latón Newarí típicos, además de objetos rituales, con más ollas y sartenes utilizadas desde la época medieval hasta nuestros días.

7. Museo Centro Arqueológico de Kapilavastu (destruido) | Tilaurakot


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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)