sábado, 9 de maio de 2015

Cultura BRASILEIRA - Os novos donos da internet: Classe C, de conectados. á são mais de 48,3 milhões de usuários da classe C no Brasil, superando a população digital de países como México e Itália, até mesmo o total de habitantes do Canadá. -- Brazilian culture - The new owners of the Internet: Class C, connected. They are more than 48.3 million users of the C class in Brazil, overcoming the digital population of countries like Mexico and Italy, even the total population of Canada.


RESUMO
Primeiro, veio o carnê da prestação do fogão novo, da geladeira, da TV de plasma, do sofá, dos aparelhos de som e DVD, todos comprados pessoalmente em uma loja de bairro ou do centro da cidade. Até que o primeiro computador entrou em casa, também parcelado em várias vezes, e abriu as portas da classe C para um universo de possibilidades ainda não explorado:, a internet. Desde então, muita coisa mudou. A porta de entrada já é o smartphone e se tornou impossível falar do universo digital brasileiro sem conhecer a fundo a classe C, ou melhor, os novos donos da internet. Eles representam 54% dos brasileiros on-line e são o tema do novo estudo do Google “Classe C, de Conectados”, em parceria com o Instituto Data Popular.




A inclusão social na internet é fato, veio para ficar e transformar o jeito das pessoas e das marcas se relacionarem. Já são mais de 48,3 milhões de usuários da classe C no Brasil, superando a população digital de países como México e Itália, até mesmo o total de habitantes do Canadá. São pessoas que estão buscando, assistindo conteúdo, comentando e compartilhando informações nos mais variados formatos, canais e dispositivos.



Seria de esperar que, com tudo isso, novos fenômenos surgissem e com eles uma série de quebras de paradigmas que chacoalhassem os conceitos e os preconceitos. O que de fato ocorreu. Hoje, a classe C é o segmento mais poderoso da internet brasileira, ocupando a maioria absoluta dos acessos à rede.



Para se ter uma ideia, em menos de uma década, enquanto a população brasileira cresceu 10%, a classe média emergente brasileira cresceu 204%, ultrapassando em mais da metade o número absoluto de pessoas das classes AB.

Tamanha mudança pode ser vista como desafios e oportunidades para as marcas. Afinal, os novos donos da internet movimentam 495 bilhões de reais em renda própria por ano. O valor é maior que o consumo das famílias da Suíça ou de Portugal. Uma cifra como essa é grande o suficiente para tornar qualquer grupo influente, não apenas sobre a ótica do mercado, mas também pelas lentes da cultura e do comportamento.

Livre de preconceitos, a internet abre portas para uma nova relação de isonomia entre classes sociais. Onde as influências se misturam de modo orgânico e dão origem a novas expressões. Batizado de fenômeno “unclassed”, essa mistura “hi-low” dita o tom das novas experiências no universo digital.

Um exemplo curioso dessa mistura é o sucesso contagiante dos MCs. Se existe alguém que ainda não ouviu falar do MC Guimê, uma das estrelas dofunk ostentação, das periferias paulistanas, certamente não ficará imune por muito tempo. O baixista do grupo americano Red Hot Chilli Peppers, Flea, conhece e até tocou um trecho da música “Plaquê de 100” do funkeiro em um vídeo postado no ano passado. No mesmo ano, Guimê se torna sensação nacional com a música "País do Futebol", que passa a ser tema da novelaGeração Brasil, da TV Globo, e vira uma espécie de hino em ano de Copa do Mundo. O vídeo, com participações do rapper Emicida e do jogador Neymar, já alcançou mais de 48 milhões de visualizações no YouTube.

Algumas marcas estão se jogando de cabeça nessa mistura unclassed. É o caso de Veja, da Reckitt Benckiser, que, para comemorar seus 45 anos de marca, produziu um clipe exclusivo para o YouTube com a funkeira Valesca Popozuda. O resultado é um hit com mais de 7 milhões de visualizações até o momento.

A classe C mobile

Ninguém mais, ou pelo menos quase ninguém, compra um smartphone hoje em dia apenas para fazer chamadas telefônicas. Desde que esses pequenos aparelhos foram dotados de inteligência, tornaram-se verdadeiros objetos de desejo, arriscando dizer “quase adoração”. Para muitos, é praticamente um item de necessidade básica, sem o qual não se vive bem, nem se está completo. A estimativa é que até 2020 cerca de 80% da população adulta do planeta tenha um smartphone, segundo reportagem de fevereiro deste ano da revista The Economist. Com a classe C não poderia ser diferente.

O avanço tecnológico dos smartphones, aliado à elevação da renda e o acesso ao crédito mais fácil, tornou esse desejo possível e, em pouco tempo, quase metade dos internautas (47%) possuem smartphones, número que cresce a cada dia. Essa explosão tecnológica ao alcance das mãos valorizou ainda mais a mobilidade. Os planos de telefonia móvel se adaptaram ao bolso dos planos pré-pagos. Em pouco tempo, a classe C também passou a ver a vida pela pequena tela dos seus companheiros de bolso com mais frequência.

O resultado disso é que o desktop deixou de ser o dispositivo que oferecia a primeira experiência com a internet. Esse papel foi passado aos smartphonesque, de modo geral, são mais baratos que os computadores de mesa outablets. A tendência é que isso seja mais comum, principalmente entre os jovens, que ganharam ou compraram o celular antes mesmo do computador.

O que contribuiu para que o acesso à internet se tornasse uma rotina diária para a maioria foi, exatamente, a facilidade de manusear e de levar esses dispositivos para todos os lugares.



Para as marcas, portanto, ingressar em conteúdos presentes em plataformas e formatos responsivos passa a ser determinante para atingir um público, cuja disposição é se tornar ainda mais mobile. Outro desafio é atrair a atenção desse pessoal que se divide em telas. Um estudo recente realizado pela Global Web Index apelidou o país de “a nação de second-screeners”, ao afirmar que 86% dos brasileiros usam o smartphone enquanto assistem TV.


O comportamento digital da classe C

Quem anda de ônibus, trem ou metrô certamente já viu essa cena. Pessoas sentadas, ou em pé, de cabeça baixa teclando, ouvindo música, jogando, assistindo a um capítulo da novela ou à partida de futebol e, claro, conversando nos seus smartphones. Seja em casa ou na rua, eles estão sempre conectados. Já são 46% de heavy users da classe C.

Mas isso não os faz experts em tecnologia. Uma das conclusões do estudo é que o baixo repertório da vida fora da internet, leia-se baixa escolaridade, tem um impacto direto no comportamento on-line. Isso implica na construção de conteúdos e mensagens audiovisuais com maior uso em português do que inglês.

Podemos dividir as atividades dos novos donos da internet em três pilares fundamentais:

• Comunicação - Como se expressam?

Chega de passividade, a Classe C chegou no digital para participar. Shares, comentários e trocas de mensagens instantâneas estão no topo das atividades desse público, com 85%. Na opinião de especialistas, diferentemente do papel que a TV desempenhava na informação e na formação de opinião, a internet é a vitrine pela qual as pessoas se mostram e expressam seus gostos e opiniões.



• Informação - Como se informam?

81% dos que se identificam como usuários da classe C buscam informação em diferentes plataformas. A internet tem ajudado na ampliação de repertório dos novos donos da internet.
O mobile é a tela protagonista nessa busca incessante por novos conhecimentos.



• Entretenimento - Como se divertem?

A internet também é entretenimento, disputando a atenção do usuário e das marcas com a televisão, o cinema e outras formas de diversão. Os formatos em vídeo são os preferidos da classe C conectada e os canais de humor são responsáveis pelos maiores hits.

O maior representante dessa nova grade de entretenimento on demand é o canal Porta dos Fundos, que está prestes a atingir a meta de 10 milhões de assinantes em seu canal.



Mais do que entender que a Classe C se tornou protagonista no universo digital, as marcas precisam estar atentas aos novos comportamentos e hábitos destes consumidores.

A capacidade da internet de aproximar indivíduos, assuntos e grupos sociais que, fora dela, dificilmente se encontrariam, está provocando uma ruptura na maneira como pensamos os perfis digitais. A questão vai além da discussão prática de canais e se estende para o desafio de comunicar com relevância e aderência para os novos donos da internet.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti https://www.google.com.br/think/research-studies/novos-donos-internet-classe-c-conectados-brasil.html

Cultura chamada " Afro-brasileira " - "Laboratório de Consciência". Unidos no coletivo, com o Terno de Congada Sta. Efigênia, o Projeto Arte Crioula, o Terreiro de Capoeira Angola Luanda, a Ciara de Umbanda Oração de Maria.

Excelente oportunidade para o público entender, o que é, por que é assim, quando começou e qual é o Objetivo desta Cultura chamada " Afro-brasileira ". " Corrente do Bem". 

O evento com encenação de cada grupo demonstrando  na prática,  as verdadeiras Heranças, os legítimos Legados, suas Histórias, as Resistências, o Flagelo da Escravidão, a Mentira da Diáspora.

Uma apresentação representativa contará com um Passeio dos Núbios e suas Dinastia Faraônicas que Unificaram o Antigo Egito, aos Dinkas os Gigantes da África, que hoje habitam o Sudão, dando uma visibilidade aos dados demográficos quantitativos, entre 1502 à 1886, sobre as 29 Etnias do Brasil.



Asé para nós.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

colaboração 

Fernando de Olodê

Museu da Imigração em São Paulo Mostra conta com 50 fotografias sobre o processo migratório no século XX. Espaço tem intercâmbio entre os acervos iconográficos do Brasil e dos EUA.

A mostra promove um intercâmbio entre os acervos iconográficos do museu brasileiro com o Museu da Imigração de Ellis Island, em Nova York.


Reunião dos imigrantes na hospedaria (Foto: Acervo Museu da Imigração)




Uma exposição fotográfica sobre o processo migratório nas primeiras duas décadas do século XX está em cartaz em São Paulo. 'Retratos Imigrantes' é exibida no Museu da Imigração até o dia 30 de setembro. 



Museu da Imigração recebe a mostra 'Retratos
Imigrantes' (Foto: Mariana Fagundes)

Das 50 imagens que estão expostas no Brasil pela primeira vez, 35 são do acervo do museu de norte-americaco e pertencem à coleção fotográfica de Augustus Sherman, que retratou os imigrantes que chegavam cheios de sonhos aos Estados Unidos.

Tanto o museu brasileiro quanto o museu norte-americano estão sediados em antigas hospedarias de imigrantes e preservam a história e memória do processo migratório.

Sherman era funcionário da hospedaria norte-americana e se tornou um fotógrafo amador do local.

Na exposição é possivel conferir que o norte-americano conseguiu captar imagens fortes, que apresentam conteúdo e estética muito semelhantes e que também transmitem um olhar de esperança e cansaço dos imigrantes que deixaram praticamente tudo para trás a fim de reconstruir suas vidas.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/05/retratos-imigrantes-esta-em-cartaz-no-museu-da-imigracao-em-sao-paulo.html

Serviço
Retratos Imigrantes
Local: Museu da Imigração
Endereço: Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca
Quando: de terça-feira a sábado, das 9h às 17h; domingos, das 10h às 17h
Entrada: R$ 6

Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Brasil, comemora 90 anos da visita do físico alemão Albert Einstein

O Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), comemorou hoje, com várias atividades abertas ao público, os 90 anos da visita do físico alemão Albert Einstein ao Rio de Janeiro. O roteiro foi cumprido pelo cientista no dia 7 de maio de 1925 e incluiu uma visita ao Museu Nacional, situado na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, ao Observatório Nacional (ON) e ao Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), entre outras instituições.



O vice-diretor do Museu Nacional, Renato Ramos, disse que a ideia de comemorar a visita surgiu há um mês quando ele estava na seção de fotografia da instituição e viu a célebre foto de Einstein com pesquisadores do museu na escadaria do prédio. Durante o evento “90 Anos da Visita de Einstein ao Museu Nacional “, o pesquisador da Coordenação de História da Ciência do Mast, Alfredo Tiomno Tolmasquim, e o professor do Instituto de Física da UFRJ, Ildeu de Castro Moreira, falaram sobre a importância de Einstein para a ciência e de sua passagem pelo Brasil.

“A passagem dele não foi importante só para o Museu Nacional. Ele esteve em outras instituições científicas. Foi importante para o Brasil naquele momento em que o país ainda engatinhava na parte de educação universitária. A presença dele foi muito forte, muito marcante”, disse Renato Ramos. “A gente espera repetir isso nos próximos anos, só que juntamente com outras instituições onde ele esteve também”.

O pesquisador Alfredo Tolmasquim, do Mast, avaliou, que a passagem de Albert Einstein pelo Rio de Janeiro se destaca em dois aspectos. “Era uma comunidade científica ainda pequena. O Brasil teve o seu desenvolvimento científico tardio e a visita dele serviu, de um lado, para colocar a ciência na grande mídia, visto que os jornais abriram espaço para os cientistas publicarem matérias e quase artigos mais acadêmicos, discutindo, por exemplo, o que era a teoria da relatividade”.

Outro aspecto foi no sentido de colocar o meio acadêmico mais próximo do que estava sendo desenvolvido na Europa no período, trazendo debates grandes sobre do que era constituída a luz, por exemplo. Tolmasquim disse que uma viagem não modifica o meio acadêmico de um país, como o Brasil, que sofreu uma influência muito forte do positivismo, baseado nas ideias do físico inglês Isaac Newton.

Tolmasquim explicou, porém, que a visita de Einstein reforçou o grupo de professores que já estavam interessados nas novas ideias científicas que surgiam, no início do século 20, e que envolviam a teoria quântica, a teoria da relatividade, novas formas de trabalhar a matemática e a astrofísica. “Ajudou a fortalecer esse tipo de pensamento”.

Um painel em tamanho natural com Einstein e o professor Roquette Pinto, do Museu Nacional, foi colocado no mesmo local onde eles tiraram a foto, há 90 anos. Por meio da tecnologia de ponta de realidade aumentada, que permite uma visão ampliada de forma digital, os visitantes puderam se inserir na famosa fotografia, ao lado do cientista alemão, autor da teoria da relatividade e Prêmio Nobel de Física de 1921.

No sábado (9), será a vez de o Mast desenvolver uma série de atividades dedicadas ao cientista, dentro também das comemorações dos 30 anos do museu, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Ramos disse que, a partir de 2016, a ideia é tentar envolver no evento o Jardim Botânico, o Clube de Engenharia, o Observatório Nacional, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Escola Politécnica, que “foram os locais onde o Einstein proferiu palestras ou visitou”. A meta é fazer a Semana do Einstein no início de maio, visando, daqui a dez anos, comemorar o centenário da visita “da forma como ele merece”.

fonte:
 @edisonmariotti
"Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela".
Albert Einstein
 #edisonmariotti

 http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/05/museu-nacional-comemora-90-anos-da-visita-do-fisico-alemao-albert-einstein

Près de 100 photographies sont exposées au Musée de la Photographie à Charleroi - À l’occasion du centenaire du génocide arménien, le Musée de la Photographie de Charleroi présente jusqu’au 17 mai une exposition de photos d’archives consacrée au peuple arménien. Le reportage de Pascal Goffaux.


Les Arméniens. Images d'un destin : Exposition au Musée de la Photographie




Les jésuites, témoins du drame arménien


Des horreurs perpétrées contre les Arméniens au début du XXe siècle dans l’Empire ottoman, il ne reste que peu de traces. Les photographies étaient interdites lors des déportations et la censure empêchait les médias de faire mention des exterminations. Mais quelques images nous sont parvenues grâce à des missionnaires jésuites. Ils ont collecté ou réalisé des photographies de ruines, de déportés ou d’orphelins dans les centres de réfugiés d’Alep ou de Beyrouth. Parmi eux : Antoine Poidebard (1878-1955) et Guillaume de Jerphanion (1877-1948), deux hommes qui se révélèrent photographes de talent.


Des images pour la Mémoire


Près de 100 photographies sont exposées au Musée de la Photographie à Charleroi. Elles sont issues des collections de la Photothèque de la Bibliothèque orientale de l’Université Saint-Joseph de Beyrouth, qui possède au total 3 000 à 4 000 clichés concernant l’Arménie. Il s’agit soit d’épreuves originales, soit de tirages réalisés à partir de négatifs par le laboratoire du Musée de la Photographie. Les clichés témoignent de la réalité des Arméniens avant, durant et après le génocide, des déportations, des massacres, de la diaspora arménienne en Syrie et au Liban et de la vie des réfugiés.


Hayots tseghaspanoutyoun
1.500.000 : c’est le nombre approximatif d’Arméniens ayant perdu la vie lors du premier génocide du XXe siècle. Perpétré entre avril 1915 et juillet 1916 par le gouvernement jeune-turc qui dirigeait alors l’Empire ottoman, il n’est pourtant reconnu que par une vingtaine d’États.


fonte :) @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.rtbf.be/culture/emission/journal-musiq-3/detail_les-armeniens-images-d-un-destin-exposition-au-musee-de-la-photographie?id=8974946

Le musée n’offrira pas une vision de la Seconde Guerre mondiale à travers l’objet mais, au contraire, une histoire de l’objet à cette période

Un musée prêt à débarquer à La Wantzenau

À la fin de l’année, si ses plans se déroulent comme prévu, Éric Kauffmann ouvrira, à La Wantzenau, un musée dédié à sa collection d’objets de la Deuxième Guerre mondiale. Parmi eux : une centaine de véhicules militaires et plus de 400 uniformes.

Éric Kauffmann a aménagé 8 000 m 2 d’entrepôt pour abriter une centaine d’engins militaires dans son futur MM Park.  Photo L’Alsace





Alignés soigneusement dans un entrepôt de 8 000 m2 situé à l’entrée de la zone d’activités de La Wantzenau, une centaine de véhicules militaires datant de la Seconde Guerre mondiale semblent attendre les visiteurs au garde-à-vous. En passant devant chacun d’eux, Éric Kauffmann, le maître des lieux, ne peut s’empêcher d’en détailler les caractéristiques techniques ou de raconter leur histoire. « Ce char russe de modèle TV26, par exemple, a participé à la bataille de Stalingrad. Il a été découvert immergé dans la Neva, en 1998, puis vendu à un collectionneur anglais qui me l’a cédé » , s’extasie le quadragénaire, avant de désigner un camion amphibie de l’armée américaine : « Celui-ci, je l’ai trouvé chez un particulier près de Paris. Il a servi durant le débarquement de Normandie. Si vous regardez à l’arrière, vous verrez son hélice… »

Sa collection, qui figure désormais parmi les plus importantes d’Europe, Éric Kauffmann l’a débutée à l’adolescence. « J’avais 14 ou 15 ans quand mon père est arrivé un soir avec une vieille Jeep que nous avons mis des week-ends à réparer avant de pouvoir la prendre pour nous balader , se souvient-il. Depuis cette époque, j’ai le virus de la mécanique et de l’Histoire. Pour moi, c’est un jeu de restaurer un tank destroyer ou un chasseur de chars américain, même si cela peut demander jusqu’à 3 000 ou 4 000 heures. J’éprouve le même plaisir que d’autres ressentent quand ils parviennent à faire redémarrer une vielle Bugatti. Le côté militaire ne vient qu’en second dans ma passion. Je ne suis en rien nostalgique de la guerre 1939-1945. Loin de là. La période m’intéresse uniquement parce qu’elle nous a concernés directement, et parce que la mécanique était alors fascinante. »
Des engins achetés dans le monde entier

Pour réunir tous ses véhicules, Éric Kauffmann a « fait le tour de la planète. Certains engins viennent d’Allemagne, d’autres des pays de l’Est de l’Europe, ou encore des États-Unis. Il y a deux ans, notamment, j’ai acheté une douzaine de véhicules à un musée du Texas que ses responsables avaient eux cherché en Belgique. »

Plus fantasque encore, il a acheminé d’Amsterdam une ancienne vedette dont la Luftwaffe, l’aviation militaire nazie, se servait pour récupérer ses pilotes tombés à la mer durant les combats. Après l’avoir restaurée en cale sèche, il n’a pas hésité à faire creuser un bassin de 30 m de long et un 1,60 m de profondeur pour la mettre en scène. Prochaine étape, il va diffuser, grâce à de gros hauts parleurs, le bruit de la mer. « Ce sera l’une des pièces maîtresses de mon futur musée. Les visiteurs pourront même monter dans sa cabine » , s’enthousiasme Éric Kauffmann. Ce dernier s’active, en effet, depuis cinq ans, à la création dans son entrepôt du MM Park France, un espace entièrement dédié à la présentation de sa collection. Plusieurs fois repoussée, son ouverture « est prévue à la fin de l’année » , avance-t-il en pointant que d’ici là, il doit encore, entre autres, finaliser l’aménagement d’un auditorium, poser 800 m de barrières et réaliser les fiches sur les machines exposées.
Uniformes et espionnage

Ces explications seront les plus précises possible, promet celui qui ne transige pas avec la réalité historique, comme l’atteste le soin qu’il porte à la restauration de ses véhicules. « Avant de faire quoi que ce soit, nous veillons toujours à nous replacer dans le contexte de l’époque, à retrouver des documents, étudier des cahiers techniques. Si jamais, nous ne retrouvons pas une pièce manquante, nous la reproduisons à l’identique, indique Éric Kauffmann. Cette exigence demande des connaissances et de la patience. »

Elle demande aussi un portefeuille aussi colossal qu’un char d’assaut. Mais sur ce point, le collectionneur est avare de commentaires. Quasi seule information, le budget de son projet est intégré à celui d’ESI France, c’est-à-dire la société spécialisée dans la distribution informatique pour professionnels qu’il gère dans le privé.

« Le musée n’offrira pas une vision de la Seconde Guerre mondiale à travers l’objet mais, au contraire, une histoire de l’objet à cette période, reprend l’homme d’affaires. Ainsi, à côté des véhicules, le but est de proposer, par pays ou par thème, plus de 400 uniformes présentés sur des mannequins, ainsi que des drapeaux, des armes et bien d’autres objets encore. » Par exemple, une pièce déjà quasiment achevée est consacrée à l’Alsace durant l’Occupation, tandis que d’autres offriront des focus, par exemple, sur la déportation, la Résistance ou la Bulgarie durant le conflit.

« J’ai choisi de ne pas présenter que des tenues militaires, afin de sortir du concept d’un musée du combattant comme il en existe déjà , poursuit Éric Kauffmann. Ainsi, on trouvera des uniformes portés par des personnels féminins, des pompiers, des mineurs ou encore des policiers, pour ne citer qu’eux. » En bonus, une salle a déjà été conçue pour mettre en lumière le plan Sussex, une opération, conçue par l’état-major du général Eisenhower, dont la finalité a été de parachuter en 1944 des hommes dans les régions au nord de la Loire pour espionner les troupes nazies.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.lalsace.fr/actualite/2015/05/08/un-musee-pret-a-debarquer-a-la-wantzenau

PHOTOS. Céramique en terre promise au musée de SalernesPublié

Sur 3000 m², le musée "Terra Rossa" de Salernes met en lumière la tradition du travail de l'argile. Un emblème de la région. Découverte...



Sept mille ans de savoir-faire ! «Terra Rossa», la Maison de la céramique architecturale de Salernes, rend hommage aux artisans qui ont entretenu les traditions locales.

L'argile et ses dérivés ont fait la renommée salernoise dès le XVIIe siècle. Des fouilles archéologiques ont révélé que des objets en céramiques existaient déjà ici depuis des milliers d'années.

Il faut dire que la région disposait de toutes les matières premières nécessaires à la fabrication de poteries : un sol riche, de l'eau et des forêts de pins pour alimenter les fours.

Comme le souligne Maurice Emphoux, fabricant de carrelage à la retraite, "ici, quand on fait des fouilles, on ne trouve pas de pétrole, que de l'argile !" Ce passionné est aussi un puits de connaissances lorsqu'il s'agit de parler tomette. Il a lui-même aidé à la fabrication et à la pose du sol qui recouvre la salle d'exposition des céramistes locaux, un des cinq halls du musée.

Terra Rossa, 3 000 m² d'exposition et 7000 ans d'histoire. ( Photos Sébastien Botella )




Un voyage dans le temps

La maire de Salernes, Nicole Fanelli, a inauguré le musée "Terra Rossa" en 2010. Il a ouvert ses portes, après presque deux ans de remise aux normes, au cœur d'une ancienne fabrique de tomettes, le désir de la municipalité étant de conserver un bâtiment chargé d'histoire Connu pour ses réalisations à travers le monde, l'architecte français, Jean-Michel Wilmotte, a collaboré à la réhabilitation du lieu.

"Terra Rossa" promeut à la fois l'industrie de la céramique et les artistes qui se sont accaparés ce matériau. La première partie du musée est consacrée aux découvertes archéologiques de la région.

Le visiteur peut également s'immerger dans un ancien atelier de confection et voir comment travaillaient nos aïeux. Plus loin, une impressionnante collection de carreaux peints permet de constater les évolutions du travail de l'argile à travers l'histoire de France.

Enfin, des sculptures très modernes, données par des artistes ayant exposé au musée, témoignent du renouveau artistique qui a baigné l'univers de la céramique toutes ces dernières années.

3e Biennale à partir du 15 juin

"Terra Rossa" se tourne aussi vers le futur en organisant, tous les ans, de nombreuses manifestations afin de promouvoir les artisans céramistes. Des créateurs venus des cinq continents y exposent leurs œuvres.

La 3e Biennale de la Céramique de Salernes se tiendra ainsi du 15 juin au 15 septembre prochains, en partenariat avec le CRAFT (Centre de recherche sur les arts du feu et de la terre) de Limoges. L'établissement limougeaud, spécialiste de la rencontre entre industrie et art, y présentera une cinquantaine d'œuvres.

Cette mini-retrospective mêlera design d'objets et design urbain. Le but est de faire découvrir au public toutes les utilisations contemporaines de la céramique. Les artistes sont des designers, des architectes, ou encore des plasticiens, dont l'objectif est de sans cesse réinventer les matières du quotidien.

À ne pas manquer non plus, les portes ouvertes du musée, les 19 et 20 septembre prochains, dans le cadre des Journées du patrimoine.


FONTE: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.varmatin.com/draguignan/photos-ceramique-en-terre-promise-au-musee-de-salernes.2142347.html
Savoir+
"Terra Rossa" Maison de la Céramique Architecturale

Quartier Les Launes à Salernes
Rens sur le site www.terrarossasalernes.fr


( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )

( Photo Sébastien Botella )