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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Isa Mariotti no filme: - MÁCULA. - em exibição no Museu de História e Ciências Naturais - Sábado, 23 maio -19hs - Além Paraiba - Minas Gerais - Brasil



 Visite a página em facebook.com/filmemacula
 
 
 


 
 



Sinopse

O que um homem é capaz de fazer ao ver seu grande amor ser violentamente agredido? Quando Luiz prepara um jantar romântico e aguarda a esposa Lívia, sequer imagina o que acontece do lado de fora de sua casa. Em Mácula, sentimentos antagônicos como amor e ira, perdão e vingança, revolta e desilusão preenchem o espectador do início ao fim da trama.

Ficha Técnica

 Empresa Produtora: RED7
Elenco: Ângelo Cabral, Edgard Lopes e Isa Mariotti
Roteiro: Rafael Aguiar e Carla Werneck
Direção: Rafael Aguiar
Assistente de direção: Carla Werneck...
 
Produção: Alexandre Elmais
 
Plateau: Karina Potira
 
Direção de Arte: Flávia Massena
 
Produção de Arte: Augusto César
 
Figurino: Margareth Netto Amorim
 
Maquiagem, cabelo e caracterização: Hiago Gaudereto
Maquinaria: Juliano Braz.
 
Elétrica: Rodrigo Sapulha
 
Fotografia: Juliana Souza
 
Operador de câmera: Juliano Braz
 
Captação de áudio: Leandro Guimarães
Estagiário de som: Juninho Ricardo
 
Catering: Cyntia Mayra Castro e Rita de Cássia Pinheiro de Souza
 
Design: Gustavo Baldez
 
Finalização: Eduardo Yep
 
Assessoria de Imprensa: Márcia do Vale
Trilha Sonora: Marcos Alves e Ângelo Cabral

 
 
Sobre o Museu

O Museu de História e Ciências Naturais foi fundado em 21 de agosto de 1993, por um grupo de estudantes preocupados em preservar e resgatar a memória histórica de Além Paraíba e região.

Os trabalhos de pesquisa tiveram início após a descoberta de ossadas encontradas em Além Paraíba e em poder de alguns cidadãos. As ossadas foram identificadas pelo paleontólogo Dr. Sérgio Alex Azevedo, do Museu Nacional – Rio de Janeiro/RJ – como sendo de baleias, datando sem qualquer exame, aproximadamente 30.000 anos.

Hoje as ossadas integram o acervo do Museu. Foram descobertos cemitérios de escravos, o mausoléu construído pelo Marquês do Paraná e fazendas centenárias. Outros projetos fazem parte do trabalho de pesquisa do Museu, como a história da Estrada de Ferro Leopoldina, da cidade de Além Paraíba e a do Cineasta Humberto Mauro.

Motivo de orgulho para a equipe de pesquisadores foi o lançamento do Selo Comemorativo aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, na Casa de Cultura Professor José Ruy da Cunha Moreira em 1999, e a promoção em 2001, em conjunto com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, a projeção dos Filmes da I Mostra de Curtas e Documentários do Ministério da Cultura – “O Cinema dos Brasileiros”, que até agora é o maior público do Brasil na Mostra com 5.323 espectadores entre os dias 03 e 20 de maio.

O acervo do Museu encontra-se dividido da seguinte forma: Paleontologia, Arqueologia, Astronomia, Biologia, Arquivo Histórico, História de Além Parahyba, Numismática, Filatelia, Geologia, Climatologia, Cinemateca e Biblioteca. Atualmente o acervo é composto por mais de 4.500 peças (sem contar o acervo de documentos e fotográficas que compõem o Arquivo Histórico), que se encontram devidamente catalogadas, em uma sede cedida pela Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo da Prefeitura Municipal de Além Paraíba, em um dos armazéns da Estação Ferroviária de Porto Novo. Administra em sua sede também o acervo do Arquivo Histórico Municipal e preserva os Arquivos da FUNCAP (Fundação Cultural de Além Paraíba) jornais e fotos antigas da cidade.

Desde 2005 existe em sua sede um Telecentro Comunitário, onde a comunidade de um modo geral tem acesso gratuito à internet, conta com uma sala de projeção de filmes do Projeto Ponto de Exibição Audiovisual Mais Cultura Cinema do Ministério da Cultura/Secretaria do Audiovisual, com 45 lugares e desde 2010 em parceria com o Grupo Teatral Evolução, desenvolve atividades de teatro e cinema no Ponto de Cultura Estação Digital.
 
O Museu desta forma, vem tentando preservar o pouco da história que ainda se encontra e ser um fomentador da cultura local e regional. Conta para isso com uma equipe de pesquisadores coordenados pelo prof. André Martins Borges, que desde a sua fundação é o Diretor do Museu. Em 2004 o trabalho desenvolvido pelo Museu foi reconhecido pela Secretaria de Cultura, com o Troféu Arte e Cultura. Em 2014, o Diretor André Martins Borges recebeu a Comenda do Mérito Mercadante "Em reconhecimento a seus relevantes serviços prestados ao Município de Além Paraíba e ao engrandecimento de sua gente, fatos que o fazem merecedor da mais importante honraria conferida pelo Poder Legislativo Alemparaibano."

A partir de 2005 vem desenvolvendo importantes projetos na área cultura no interior do Estado de Minas Gerais na Zona da Mata Mineira, tendo até o ano de 2014 obtido 15 projetos culturais, aprovados em diversos editais de fomento à cultura, entre eles: Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais, Lei Estadual de Incentivo à Cultura - Minas Gerais, Ministério da Cultura, Banco do Brasil e do Ponto de Cultura edital MG 2009.

O Museu de História e Ciências Naturais está localizado na Praça Presidente Vargas, nº 101 - Bairro Porto Novo,  Além Paraiba - Minas Gerais - Brasil.
 
 
fonte: edisonmariotti #edisonmariotti
 

colaboração:
 
 

Palestra "Museus de Educação e Lição das Coisas"



Evento

Local: Sala 29 - Faculdade de Ciências Sociais

Período do Evento : 14 Maio 2015 às 19:00


A Rede de Educadores em Museus de Goiás convida toda a comunidade a participar o seu 5º Encontro com o tema "Museus de Educação e Lição das Coisas", com a Prof.ª Zita Possamai, do curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O evento será realizado no dia 14 de maio, às 19h na Sala 29 da Faculdade de Ciências Sociais.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas durante a palestra.
 
 
 
 
Museu de Educação - REM 01

Agendas Mundi XXXV – Museos de Mongolia - · en CULTURA, MUSEO, MUSEOGRAFÍA, VIAJES. ·

Existen pocos países en el mundo con una diferencia tan grande entre su ámbito rural y el urbano. Mientras que los nómadas kazakh viven una vida extremadamente sencilla, los mongoles capitalinos de Ulán Bator se tiran de cabeza hacia el futuro. La capital de Mongolia está cambiando a un ritmo vertiginoso con muchos de sus ciudadanos empeñados en formar parte de la economía mundial, del consumismo y capitalismo. Ya sean kazajos o ciudadanos de Ulán Bator, todos comparten su amor por la democracia. El país se podría poner como ejemplo de una emergente nación democrática, a pesar de estar rodeado de otras naciones que no son precisamente un ejemplo de ello: Rusia, China, Kazajastán… Pero Mongolia está ya decidida a formar parte de la comunidad mundial, solo necesitan que los turistas se animen y vayan, así el gobierno mongol se decidirá a meter mano ya a su infraestructura patrimonial, aunque casi todo lo visible y visitable allí es la gran naturaleza, y no tanto los museos y monumentos.

Mongolia es un extenso país, sin acceso al mar, que se localiza entre las regiones de Asia Oriental y Asia Central. Limita con Rusia al norte y China al sur. Su capital es Ulán Bator, en donde radica un tercio de la población total. Esta nación es lo que queda del antiguo Imperio Mongol que dominó gran parte de Asia durante el siglo XIII. Posteriormente perdió su independencia al ser asimilado por Manchuria desde finales del siglo XVII hasta 1911, año en que recuperó brevemente su independencia, hasta que en 1919 las tropas chinas ocuparon su capital. En 1921, con la ayuda de la URSS, volvió a independizarse y tres años más tarde, en 1924, se proclama la República Popular de Mongolia, adoptando políticas comunistas y de acercamiento a la Unión Soviética. Sin embargo, tras la disolución de la Unión Soviética en 1991, Mongolia aprueba en 1992 una constitución liberal que marca la transición a la democracia representativa y en la que el país cambia el nombre a Mongolia. El país está dominado por estepas y montañas al norte y oeste, y el desierto de Gobi al sur. De los 2,8 millones de habitantes, existe una alta tasa de nómadas y seminómadas, que ronda un 30%. Un 90% de los habitantes son de la etnia mongol, con una minoría de etnias túrquicas como el kazajo. El budismo tibetano es la religión mayoritaria del país, siendo junto con Bután las únicas naciones independientes donde esta religión es predominante.

Y sus museos son…

1.
Museo Nacional de Mongolia | Ulán Bator

Este museo cuenta con exposiciones permanentes que muestran contenidos sobre la geografía, la flora, la fauna de Mongolia, incluyendo una curiosa sección del museo con animales de peluche y embalsamados, aves e incluso peces. Son impresionantes los dos esqueletos completos de dinosaurios, que fueron encontrados en el Gobi – el gigante carnívoro Tarbosaurus, de unos 12 metros de largo y cinco de alto y un peso estimado entre 6 y 7 toneladas (apunte de Fernando, un amable lector de este blog), y la pequeño monstruito comedor de plantas con pico de pato llamado Saurolophus de “sólo” 8 metros de altura. Se observan mejor desde arriba subiendo al tercer piso del museo y asomando la chola. La galería de al lado está llena a rebosar de interesantes objetos de adorno, como la madera petrificada, huevos de dinosaurios y una muestra de enormes huesos de las patas, que si los hubieran sacado de los Picapiedra. También se puede visitar una exposición sobre camellos en el segundo piso. El museo es viejuno y laberíntico, con puertas y pasillos que van a dar a todas partes, por lo que es fundamental tirar del floor map que te darán cuando compres el ticket de entrada.

2.
Museo de Historia Natural de Mongolia (Museo de los Dinosaurios) | Ulán Bator

El museo fue fundado en 1924. Expone en la historia, la cultura y el desarrollo económico de Mongolia, así como exposiciones con referencias a sus riquezas naturales, que no son pocas. Cuando el primer museo nacional se estableció en Mongolia en 1924, la base del museo histórico natural mostraba exposiciones con lo más granado de la naturaleza de Mongolia. Cuando el museo central nacional se trasladó a la actual ubicación en 1956, no ha dejado de crecer en espacios expositivos, incluso creando un gran departamento de física, que cuenta con varios tipos de muestras sobre geografía, la flora, la fauna y exposiciones paleontológicas. También conocido como el Museo Central del Estado, el Museo de Historia Natural merece que se le dedique tiempo, no vayáis con prisas, si es que fueran posibles en Mongolia. Cuenta con exposiciones de geología (especialmente los meteoritos son impresionantes). Asimismo, los observadores de aves estarán de enhorabuena ya que la galería de Ornitología está llena a rebosar de especímenes con más de 200 especies. Pero lo más impresionante está por llegar: dos esqueletos completos de dinosaurios carnívoros que fueron encontrados en el Gobi. El museo tiene exposiciones que os encontaréis casi seguro cerradas, sobre todo en el segundo piso, por lo que tendréis que bajar y pedir la llave para abrirlas al conserje.

3. Museo del Palacio de Invierno de Bogd Khaan (sin website) | Ulán Bator


Este es el único palacio que queda de las cuatro residencias donde Bogd Khaan, el último gobernante mongol, residía. Este palacio ahora muestra la colección de objetos personales de este último Khaan y su esposa. El museo ofrece una amplia variedad de artes budistas. Especial atención hay que tener con las pinturas de Marzan Sharav, representando escenas de la vida cotidiana de los mongoles en el cambio de siglo con humor y la ironía . Es uno de los primeros museos de Mongolia – fue construido en el año 1924. Lo que solía ser una residencia de invierno del último Bogd Khaan de Mongolia, su majestad Javzandamba. El complejo del palacio fue construido entre 1893 y 1903, y es bien conocido por su puerta de la paz, el templo y la biblioteca personal de Bogd Khaan. Entre las exposiciones del museo se pueden ver 21 esculturas de un enorme valor para los mongoles del primer Bogd Khaan Zanabazar de Mongolia, el famoso Taras. La colección del museo cuenta con más de 8.000 objetos expuestos, de ellos 72 están certificados como tesoros del estado, y los demás son objetos de valor incalculable. El museo acoge una media de 20.000 visitantes al año, casi por completo extranjeros, cifra ridícula si la comparamos con la mayoría de los museos europeos.

4. El Museo Templo del Lama Choijin (sin website) | Ulán Bator


El museo es una obra maestra arquitectónica del siglo XIX. El monasterio museo se encuentra en plena ciudad, en el mismo centro. Aunque no es tan bonito como el Palacio de Invierno, no deja de ser una curiosidad arquitectónica. El museo contiene ejemplos preciosos de arte budista, incluyendo las pinturas de Ts. Zanabazar, un renombrado reformador religioso y un gran artesano del siglo XVII, así como máscaras de colores para la ceremonia de Tsam Danza bordadas con corales, estatuas de bronce de dioses en poses eróticas, tankas de seda y muchos otros artefactos. Dispone de tienda con una buena selección de recuerdos a un precio razonable, y, probablemente, la mejor colección de libros sobre budismo y Mongolia en Ulán Bator. Curiosamente, dispone de folleto mapa en inglés.

5.
Museo de Bellas Artes de Zanabazar | Ulán Bator

El museo Zanabazar fue fundado en 1966. Los visitantes podemos disfrutar de obras de artistas famosos de Mongolia, y escultores que vivieron antes o durante el siglo XX. Muestra esculturas de primera Bogd Khaan y del famoso escultor Zanabazar de Mongolia, así como apliques y esculturas en madera y piedra realizadas por excelentes artesanos locales, con una exposición de unos 10 mil objetos, más o menos. Presumen de exponer 25 de las 45 obras más preciosas de arte creadas por artistas de Mongolia. También contiene otras un tanto raras exhibiciones religiosas tales como pinturas (thangka) y estatuas budistas, lo que representa la mejor muestra de su tipo del país. El museo nos facilita la comprensión de lo expuesto con rotulitos de los títulos en cada objeto en inglés, que no es tontería si tenéis el humor de leerlos uno a uno. En la parte superior de la escalera hay un panel de vidrio con una explicación detallada de quien era Zanabazar y su obra. Hay algunos buenos ejemplos de la obra del escultor incluyendo cinco Dhyani o Dios de la Contemplación, Budas (todas fundidas en 1683) y la diosa Tara en sus 21 manifestaciones.

6.
Museo Internacional de la Inteligencia | Ulán Bator

No ponemos foto del edificio porque no tiene, es un piso. Este museo tiene una colección de puzzles y juegos hechos por artistas locales. Expone cosas curiosas como un rompecabezas que requiere 56.831 movimientos para ser completado. Hay docenas de juegos de ajedrez hechos a mano y rompecabezas mongoles tradicionales que son primos lejanos a cubo de Rubik. Un entusiasta guía (inglés chapurreado) os mostrará cómo se hacen los puzzles y te harán incluso trucos de magia. En realidad es un lugar fascinante para niños y adultos. El más pequeño y los mayores juegos de ajedrez atraen especialmente la atención, como también las piezas del ajedrez más pequeño son 5-10 mm y de mayor son 35-55cm y la longitud del tablero de ajedrez es 7,6 m. Las piezas negras son caballeros de Genghis Khan y las piezas blancas están diseñados sobre el tema “Los tres juegos viriles” hechos de personas reales famosas. Este juego de ajedrez es considerado como obra de arte poco común, incluido como tesoro del patrimonio cultural mongol. Sin lugar a dudas, es visto como una de las maravillas del mundo por su complejidad, diseño, tallas, método de enclavamiento, por su forma de las piezas que están diseñadas sobre la base del método artesano tradicional “hosh” de Mongolia.

7.
Museo de Arte Moderno de Mongolia | Ulán Bator

También conocido allí como la Galería de Bellas Artes, este lugar contiene una colección impresionante de pinturas y esculturas modernas exclusivamente de Mongolia. La vida nómada, personas y paisajes están representadas en estilos que van desde el impresionismo al “nacionalismo”, así lo han llamado ellos. Las pinturas románticas soviéticas, representados en estilo thangka, son especialmente interesantes. La obra ha destacar del museo es una pintura de Ochir Tsevegjav de 1958 titulada “la lucha de los sementales”. La entrada se encuentra en el patio del Palacio de la Cultura. La galería principal está en el tercer piso y se pueden visitar las exposiciones temporales en el segundo.

8. Museo de Historia del estado de Mongolia (sin website) | Ulán Bator


Ubicado dentro de la Casa de Gobierno, este museo gratuito presenta las relaciones diplomáticas de Mongolia que se remonta a la época de los grandes khaans. Lo más destacado es la sala de arriba, donde los jefes de Estado visitante se reúnen frente a las nueve banderas de cola de caballo (los mismos que se exhiben en el estadio durante Naadam). En la planta principal se puede ver los sellos utilizados por la realeza y los regalos dados por los líderes extranjeros a los presidentes de Mongolia. El museo también tiene una interesante tienda de regalos donde se pueden comprar recuerdos tales como monedas conmemorativas y réplicas de estatuas Genghis Khan.

9.
Museo de Ordos | Desierto de Gobi

Si le preguntas a un chino dónde está Ordos, te dirá que en China. Si se lo preguntas a un local, no opinará lo mismo. En cualquier caso, el Museo de Ordos (Mongolia) es sin duda una rarísima joya de la arquitectura mundial de museos. La construcción diseñada por el estudio de arquitectura chino MAD ha sido recientemente terminada, concretamente en el otoño de 2011. El museo parece un ovni aterrizado en el desierto, llegado de una galaxia muy, muy lejana. El edificio se ha enriquecido con una convergencia de interiores naturalistas, bañadas en luz. El resultado es una arquitectura atemporal en una moderna ciudad en ruinas. El edificio, un núcleo irregular, está formado por 5 niveles sobre rasante que ofrecen una superficie construida de 41.227 metros cuadrados, y otro nivel subterráneo con 8.175 metros cuadrados, alcanzando una altura máxima de 40 metros. El interior del museo está dividido en varias salas de exposición, definidas por las paredes curvilíneas continuas, todas abiertas hacia el espacio público compartido que recorre todo el museo. Esta gran plaza central recibe luz solar desde una altura de 30 metros y está surcada por los puentes que atraviesan el gran vacío y conducen al visitante desde un nivel a otro asegurando el constante flujo de tráfico peatonal. La intención del MAD fue que la gente diera a este lugar el tratamiento de “espacio urbano”.

10. Museo del Teatro de Mongolia (sin website)| Ulán Bator


El Museo del Teatro fue fundado en 1991 para preservar y presentar las tradiciones y artefactos de las artes escénicas en Mongolia y promover la investigación en esta área. El museo está ubicado en el Palacio de la Cultura Edificio Central, en Amar Street, justo al lado de Sukhbaatar Square en Ulán Bator. Se exhiben pinturas de los principales actores, programas de mano, fotografías, modelos, trajes, etc. del Teatro Central del Estado. Se incluyen artefactos y fotografías pertenecientes a la danza, circo, ópera, música y teatro de marionetas, así como el teatro tradicional. Además, expone equipo de cámara, vestuario y unos cuantos accesorios, así como imágenes fijas que se presentan en una sala separada donde podremos ver películas realizadas en Mongolia. La colección cuenta con 9000 objetos. El museo dispone de programas que incluyen publicaciones, entrevistas con los principales intérpretes y programa de educación para los niños. El museo se ejecuta bajo los auspicios del Ministerio de Educación y Ciencia. Está abierto los días de semana y en los fines de semana solicitando cita previa.

¡Feliz fin de semana a todos y todas!

BIBLIOGRAFÍA:

GUILLEM, V.
Las cinco tumbas de Gengis Khan: un viaje por Mongolia
Editorial Gadir, 2011.
Resumen del libro: Aventureros, arqueólogos e investigadores han emprendido multitud de expediciones a Mongolia para buscar la tumba de Gengis Khan, considerada uno de los grandes misterios de la arqueología. Coincidiendo con el octavo centenario de su entronización Suso Mourelo viaja por el norte de la China y Mongolia, en busca de los cinco lugares donde, con mayor probabilidad histórica, se enterró Gengis Khan.

IGGULDEN, C.
El señor de las flechas
Editorial La Esfera de los Libros, 2009.
Resumen del libro: El joven Temujin se ha convertido en Gengis Khan, el victorioso comandante que conseguirá unir a las tribus más belicosas de las estepas. Su intención es forjar una nueva nación en las salvajes llanuras y montañas de Mongolia, un nacimiento sangriento que pondrá a un continente de rodillas. Durante miles de años, las tribus han sido mantenidas a raya por las fortalezas del imperio de los Chin, una tierra de enorme riqueza e ingentes ejércitos imbatibles. A cambio, los guerreros de Gengis sólo poseen el arco, el caballo y una disciplina de hierro nacida de una tierra de hielo, hambre y muerte. Las murallas de piedra se ciernen sobre los jinetes mongoles, su khan deberá derrotar al antiguo enemigo y llevar a su pueblo a la grandeza o ver cómo su gente se dispersa y sus sueños se rompen en mil pedazos.

JIMÉNEZ, C.
Viaje al ojo de un caballo
Artemisa Ediciones, 2007.
Resumen del libro: Mongolia. Verdes colinas en el horizonte. Y allí, pastando en libertad, los últimos caballos salvajes del planeta. El protagonista de esta narración elige, sin saber muy bien por qué, celebrar su cuarenta cumpleaños en un entorno como éste. Averiguarlo será el hilo conductor del viaje. Y las horas de observación en la estepa a, entre las manadas de takhi, el espíritu austero y colorista de los mongoles, sus costumbres, se sumarán al espectáculo impagable que ante él despliega la naturaleza.

TSCHINAG, G.
Cielo azul
Editorial Siruela, 1995.
Resumen del libro: El origen de todo son los sueños… pero nadie puede conocer nuestros sueños, ni los buenos ni los malos, se le pueden contar al viento y escupir tres veces después. Así empieza la historia que cuenta un niño de Mongolia. Tiene un sueño malo: sueña que su perro, Arsylang, esta enfermo y que se muere. El niño crece y su mayor deseo es poseer un rebaño propio y una tienda en la estepa para vivir con su abuela. Pero las cosas salen de manera distinta
 
 
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

Obras do Museu do Prado renascem com lâmpadas led Respondendo a uma directiva da União Europeia, o Museu do Prado já começou a substituir as lâmpadas halógenas por led. Projecto Iluminando o Prado deve estar concluído em 2017

À primeira vista, os visitantes do Museu do Prado podem achar que a valiosa colecção foi restaurada recentemente: as obras parecem ter recuperado todo o seu esplendor, livres de impurezas e substâncias oxidadas. Porém, é uma ilusão de óptica provocada pela substituição das lâmpadas halógenas por lâmpadas led. O ambicioso projecto Iluminando o Prado, implementado porque a União Europeia proíbe o fabrico das lâmpadas halógenas a partir de 2016, é financiado pela Fundação Iberdrola e tem um custo estimado entre os 800 mil e o milhão de euros.



As 15 salas do museu dedicadas ao século XIX e uma parte da obra de Goya já estão iluminadas por led, tal como a sala onde se exibe a exposição temporária do pintor flamenco Rogier Van der Weyden.




Deste modo, as Pinturas negras de Goya, uma das jóias da coroa do Museu do Prado, já não parecem tão negras: a nova tecnologia permite que se aprecie com muito mais claridade e nitidez o colorido e dos detalhes das pinceladas do artista aragonês. "Sempre tiveram cor e claridade porque, acima de tudo, Goya era um autêntico mestre da luz. As suas pinturas receberam esse nome na Espanha negra de Gutiérrez Solana, no final do século XIX, em 1898, altura em que se começou a valorizar o negro, e assim ficou. Mas é um erro", explicou Manuela Mena, curadora principal da secção de Pintura do século XVIII e de Goya, na apresentação do projecto.




Espera-se que em 2017 já tenham sido mudadas as 2500 lâmpadas do Prado. As meninas, de Velásquez, será a última obra a ser banhada por uma nova luz.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.sabado.pt/vida/detalhe/obras_do_museu_do_prado_renascem_com_lampadas_led.html

Ibict e UFRJ criam Museu Virtual de Instrumentos Musicais


Foi concebido como uma das ações do projeto intitulado “Museu Virtual de Instrumentos Musicais Delgado de Carvalho”, proposto pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), em parceria com a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para o Edital da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) de 2011, com o intuito de iniciar a reativação, reestruturação e ampliação do Museu Instrumental Delgado de Carvalho (MIDC).



O museu proporciona um espaço de divulgação de acervos relacionados à linguagem musical e uma plataforma virtual dinâmica com fins educativos, que vêm atingindo expressivo público. Na primeira versão do MVIM, o ponto central é o catálogo virtual dos instrumentos musicais do Museu Instrumental Delgado de Carvalho da Escola de Música da UFRJ. Nele, podem ser encontradas informações detalhadas, áudios e vídeos sobre cada instrumento.

O MVIM apresenta também seções reservadas para informações sobre instrumentos musicais e temas afins: “em pauta”, um espaço livre em permanente renovação, com opiniões e curiosidades, e “artigos, entrevistas”, um espaço para artigos mais longos e acadêmicos. Estão também presentes no espaço virtual as normas definidas para a elaboração do catálogo; as referências bibliográficas utilizadas; informações gerais do projeto e links para outros museus de música.

Para alcançar sua finalidade, foram executadas as seguintes ações: o levantamento dos itens documentais; a organização, classificação e catalogação dos itens do acervo; a higienização, conservação, restauração dos itens do acervo do Museu; o acondicionamento dos instrumentos musicais; a fotografia e/ou filmagem digital dos instrumentos; o desenvolvimento do website do MVIM contendo uma apresentação, o catálogo do acervo com imagens e áudios, linha do tempo, atividades educativas e exposições especiais.

Sabendo que o ensino de música é obrigatório nas escolas, a equipe do MVIM fez uma pesquisa junto a professores de escolas públicas e particulares para saber a demanda relacionada à música e aos instrumentos musicais, além de como poderiam contribuir com atividades no MVIM. A pesquisa mostrou a necessidade de criar jogos, vídeos e outras atividades educativas e lúdicas visando intensificar o aprendizado, o raciocínio e a memorização de estudantes por meio da linguagem musical.

Segundo Adriana Ballesté, uma das responsáveis pelo MVIM, em breve o projeto se tornará um canal de permanente troca de informações, não só com professores e alunos, mas também com outros segmentos do público interessados na linguagem musical e em especial no conhecimento relacionado aos instrumentos musicais. “Estamos começando a trabalhar na divulgação da música e dos instrumentos musicais no Brasil, contribuindo para a pesquisa, a educação, a formação musical e a preservação da memória cultural no país”, destacou Ballesté.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://mvim.ibict.br

Mais informações no site http://mvim.ibict.br/. (Núcleo de Comunicação Social do Ibict)

Deutsches Technikmuseum. Il propose une visite ludique et active d'une collection commencée voilà plus de 120 ans.

Le Musée allemand des techniques est situé dans l'ancien dépôt ferroviaire de la gare de marchandises Anhalter. Il propose une visite ludique et active d'une collection commencée voilà plus de 120 ans.

© dpa


L’espace d’exposition de 14 sections sur 25 000 mètres carrés met en scène les progrès technologiques dans le domaine des transports, des communications et de l’énergie. Grâce à des techniques d’exposition innovantes, la “mise en relation directe avec la technique” est valorisée. On découvre au fil des salles du musée inauguré en 1982 des locomotives, avions, métiers à tisser, machines-outil, ordinateurs, radios, appareils-photographiques, moteurs diesel, moteurs à vapeur, instruments scientifiques, rotatives d’imprimerie et bien d’autres technologies encore.

Pourquoi le ciel est-il bleu?
Cette question et de nombreuses autres trouveront une réponse dans le centre scientifique Spectrum, entièrement rénové et qui a rouvert ses portes en 2013. Plus de 250 expériences illustrant des phénomènes d’acoustique, d’optique, d’électricité, de thermodynamique, de radioactivité, etc. exposent d’une manière ludique les bases de la science et de la technique. Le pendule de Foucault qui se trouve dans le hall d’entrée du bâtiment, rappelle à tous les visiteurs les expériences scientifiques sur la rotation de la Terre. 

Des valises à l’exploration spatiale
Parmi les principales attractions du musée, la salle des locomotives, une reconstitution du premier ordinateur du monde, dénommé Z1 et inventé par Konrad Zuse de 1938, la section aviation et espace qui recouvre 200 ans d’aventure aéronautique allemande, depuis les ballons jusqu’au pont aérien de Berlin. On peut y apervoir un “Rosinenbomber “ - littéralement bombardier de raisins secs, en fait un Douglas C-47 Skytrain, ainsi surnommé après que le pilote eut lancé des bonbons depuis le ciel à l’intention des enfants de Berlin. Les passionnés de cinéma pourront découvrir les premières projectionneuses de films tandis que la section des techniques industrielles montre une fabrique de de joaillerie ainsi qu’un exemple des technologies de production de masse - ici, cela concerne la valise dont la production industrialisée remonte aux années 20.

Visiter le Musée allemand des techniques
Un programme varié et quotidien de présentations, des visites guidées de groupes, des ateliers et des anniversaires d’enfants font partie des offres du Musée allemand des techniques. Des visites guidées en français sont possibles sur rendez-vous. Des visites pour personnes malvoyantes et malentendantes sont également proposées.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti https://www.berlin.de/fr/musees/3108600-3104068-deutsches-technikmuseum.fr.html

Dates : 3 expos en 2015 au musée de l’Annonciade, à Saint-Tropez. - ... Dans cette France des années 1950, la cité des peintres va peu à peu disparaître, cédant la place au cinéma.

Le petit musée de l’Annonciade, à Saint-Tropez, devenu grand fête ses 60 ans en 2015 ! A cette occasion, trois expositions s’échelonnent jusqu’en octobre 2015 dans le petit port mythique. L’une des expos est historique et remonte aux sources de Saint-Tropez. L’autre exposition réinvente l’avant-garde et un flash-back sur la dolce vita des années 1950 autour du 7e art.

3 expos en 2015 à ne pas manquer au musée de l’Annonciade, à Saint-Tropez :

Signac, Bonnard, Matisse, Camoin, Valtat, Manguin, Van Rysselberghe… Amoureux du Midi et attachés à l’idée d’y laisser leur trace, ces artistes peignent l’ombre et la lumière omniprésente, les pins qui descendent sur la mer, la vie en portraits, des scènes de rue et font don de quelques toiles au Museon Tropelen, à Saint-Tropez. Nous sommes dans les années 1930 et l’embryon de musée d’Art moderne accueille alors 32 oeuvres dans une salle de la mairie.

En 1937, le musée d’Art moderne de Saint-Tropez intègre le premier étage de la chapelle de l’Annonciade, sous la bienveillance du mécène éclairé Georges Grammont. Le fonds s’étoffe, l’État est sollicité pour des dépôts, mais aussi les artistes, collectionneurs et galeries. En août 1939, toutes les oeuvres sont évacuées et soigneusement cachées.

Il faudra attendre 1955 pour que l’industriel passionné repense l’espace dans son ensemble, s’appuyant sur la structure originelle du bâti religieux et léguant dans la foulée ses collections.
Louis Süe, architecte en vogue du mouvement Art déco, arrive à la rescousse. Raymond Subes, maître-ferronnier, se voit confier les éléments métalliques. Auréolé d’un luxe discret de pur style 1930, le musée de l’Annonciade est déjà une promesse !
ADAGP PARIS 2015



Expo 2015 au musée de l’Annonciade : l’origine d’une collection…, jusqu’au 1er juin 2015


À l’image de sa présentation initiale et ce jusqu’au 1 er juin, le visiteur découvre un fabuleux foyer de création embrassant de grands mouvements : divisionnisme, nabisme, fauvisme auxquels s’ajoutent des peintures capitales, autres jalons dans l’évolution de l’art moderne. La sculpture s’invite aussi. Aux oeuvres phares répondent des signatures de moindre importance mais leur juxtaposition fonctionne toujours à merveille. Van Dongen, Derain, Seurat, Dunoyer de Segonzac, Marquet, Utrillo, Dufy sont là. Le regard se cultive et l’émotion s’installe intacte.

« Hommage aux donateurs »
Date : jusqu’au 1er juin 2015.



Expo 2015 « Et Dieu… créa Saint-Tropez », du 12 juin 2015 au 17 octobre 2015, à l’Annonciade :

Soixante ans plus tard, dans une lecture muséale inédite dès le 12 juin 2015, voilà les chefs-d’oeuvre majeurs de l’histoire de la peinture française proposés à travers une approche plus contemporaine : le néo-impressionnisme de Signac et de Cross dans son harmonieux mélange optique ; les correspondances de formes et compositions hardies chez Vuillard, Vallotton ou Maillol ; la féconde période révolutionnaire de Braque, Chabaud, Friesz, avec ses teintes audacieuses qui semblent sorties du tube !

Les peintres Delaunay, Lhote, Dufresne s’attellent à des compositions monumentales. Puis viendra l’effondrement des avant-gardes et le retour du réel, comme l’exprime la quiétude des intérieurs niçois de Matisse et la consécration des artistes indépendants. Aujourd’hui encore, pour ne pas compromettre l’unité rare des collections et leur exceptionnelle qualité, toutes les oeuvres acquises doivent être conçues entre 1890 et 1950 et témoigner de recherches sur la couleur.

« Le plus beau des petits musées de France »
Dates : du 12 juin au 17 octobre 2015.



Expo « Et Dieu… créa un autre Saint-Tropez », en juillet-août 2015 au musée de l’Annonciade :

Dans cette France des années 1950, la cité des peintres va peu à peu disparaître, cédant la place au cinéma. Françoise Sagan devient Tropézienne, Vadim consacre Bardot. En juillet et août 2015, dans le jardin du musée de l’Annonciade, la beauté fascinante de Marina Vlady, Sophia Loren, Grace Kelly, Jeanne Moreau, Simone Signoret fera revivre des films cultes à ciel ouvert… Toute la nostalgie d’une époque !

« Et Dieu… créa un autre Saint-Tropez »
Dates : en juillet-août 2015.
Musée de l’Annonciade, place Grammont, 83 990.
Tél. 04 94 17 84 10.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://blogs.cotemaison.fr/a-vos-agendas/2015/05/14/dates-3-expos-en-2015-au-musee-de-lannonciade-a-saint-tropez/


Infos pratiques :

Adresse : Musée de l’Annonciade, place Grammont, 83 990, Saint-Tropez.
Horaires : tous les jours de 10h à 13h et de 14h à 18h sauf le mardi.
Tarifs : Plein tarif : 6€
Tarif réduit et groupe : 4€Téléphone : 04 94 17 84 10.
Mail : annonciade@ville-sainttropez.fr

Sauvée de la poubelle, une petite momie va entrer au musée

Promise à la décharge, la momie d'une petite fille égyptienne née quelques siècles avant Jésus-Christ va finalement entrer au musée. Tombée du ciel lors d'une collecte d'objets encombrants en 2001 en région parisienne, Ta-Iset a été restaurée pour être bientôt exposée.

La momie sauvée d'une poubelle. - JOEL SAGET / AFP T.L.G. avec AFP


Du parcours de celle qui a d'abord été surnommée «Toutemcombrant 1er» avant d'être identifiée, on ne sait presque rien. Elle doit son sauvetage in extremis à des employés de voirie. Devant cet objet pour le moins surprenant déposé sur un parking de Rueil-Malmaison (Hauts-de-Seine), ils ont la présence d'esprit d'avertir le musée local qui confirme rapidement: c'est bien une momie, dans son cercueil. La dame qui s'en est débarrassée a disparu sans laisser de nom.

Entre 365 et 170 avant Jésus-Christ

En dépit des appels à témoin, elle ne s'est jamais manifestée, gardant pour elle le mystère des origines de la petite momie de 92 cm, regrette Marie-Aude Picaud, directrice du musée d'histoire locale.

Un mystère auquel la science a permis de répondre partiellement. Ta-Iset, dont le nom est inscrit sur le cartonnage qui la protège, est une fillette de quatre à cinq ans, a révélé un scanner réalisé peu après sa découverte.

Elle a vraisemblablement vécu dans la région d'Akhmîm, ville de Haute Egypte située sur la rive droite du Nil, entre 365 et 170 avant Jésus-Christ, indiquent la datation au carbone 14 et l'étude stylistique de ses cartonnages.
Le mystère de sa découverte

Comment est-elle arrivée en banlieue parisienne ? Là, la science doit se contenter d'hypothèses. «Rien dans nos recherches ne nous permet de mettre en lumière comment elle a transité jusqu'à Rueil-Malmaison», reconnaît Noëlle Timbart, conservatrice chargée du suivi de sa restauration.

Elle a vraisemblablement traversé la Méditerranée au XIXe siècle, en pleine «égyptomanie», pour décorer une propriété de Rueil. Un anneau métallique fixé au cercueil laisse penser qu'elle a été accrochée à un mur, précise Marie-Aude Picaud.

Fin mars, Ta-Iset a réintégré les réserves du musée. Avant de dévoiler au public les détails et les couleurs saisissants de ses cartonnages, elle doit encore attendre la restauration de son cercueil et l'installation de sa vitrine. Rendez-vous début 2016, prévoit Marie-Aude Picaud.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.20minutes.fr/insolite/1608187-20150514-sauvee-poubelle-petite-momie-va-entrer-musee

WORLD PRESS CARTOON: NOVO ESPAÇO CULTURAL DO BAIRRO DOS MUSEUS EM CASCAIS


O novo espaço cultural do Bairro dos Museus de Cascais foi inaugurado dia 14 de maio, na Cidadela de Cascais. A abertura do espaço World Press Cartoon foi marcada pela inauguração da exposição "TOP 50" dos prémios WPC 2014, onde são apresentados trabalhos como a caricatura de Nelson Mandela, vencedor do grande prémio World Pres Cartoon 2014.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.cm-cascais.pt/galeria-de-imagens/world-press-cartoon-novo-espaco-cultural-do-bairro-dos-museus-em-cascais

Farmácia islâmica enriquece um dos museus menos conhecidos do Porto ( .pt )

Situado em plena Zona Industrial, o Museu da Farmácia não está ainda no roteiro dos visitantes




RITA FRANÇA


O taxista enganou-se no destino. Pediu ajuda ao GPS, e ele lá nos pôs em frente à delegação do Porto da Associação Nacional de Farmácias, na Rua Engenheiro Ferreira Dias, em plena zona industrial, sítio inesperado para um museu que esta sexta-feira fica concluído com a instalação, lá dentro, de uma farmácia do Império Otomano.

O Museu da Farmácia de Lisboa, inaugurado em 1996, na Marechal Saldanha, é bastante visitado. O do Porto é pouco conhecido, apesar de estar aberto ao público desde 2010. Mas isso tem cura e esta sexta-feira os potenciais interessados em conhecer a história da farmacologia no mundo têm até um motivo extra para se deslocarem à zona industrial, já quase na fronteira com Matosinhos.

A farmácia islâmica é a última e especial atracção deste sítio (quase) secreto, que vale bem a pena descobrir. O estilo de decoração dela remete-nos para o século XIX – e para essa cultura que inspirou o mais famoso salão árabe da cidade, o do Palácio da Bolsa. Aqui há menos ouro, mas um trabalho de restauro intenso, demoradamente levado a cabo por vários mestres da Fundação Ricardo Espírito Santo, a merecer vénia do director do Museu da Farmácia, João Neto, um especialista em história da saúde durante as cruzadas.

Se essa época de batalhas entre a cristandade e os muçulmanos foi também oportunidade para partilha de conhecimentos entre diferentes culturas, como frisa o historiador, o museu que ANF montou com o esforço financeiro, e muitas peças, dos seus associados é, ele também, um espaço de cruzamento entre saberes de várias civilizações, como se percebe em todo o percurso expositivo. Que percorre, no fundo, toda a história da humanidade, que convive com as farmácias desde o momento em que descobriu que à sua volta havia forma de combater as doenças.

Em frente à farmácia de um palácio, do século XIX, que há décadas viajou de um antiquário de Damasco para Londres e agora brilha no Porto – onde está a salvo da destruição de património que vem acontecendo no Médio Oriente, assinala, gratificado, João Neto – está montada a antiga Farmácia Estácio. Excelente exemplo de uma época, com mobiliário da década de 20 do século passado, onde falta – pena – a balança falante, famosa em toda a região e que duz-se que confundiu Vasco Santana com um duo de pessoas a tentarem pesar-se em simultâneo.

Esse entre guerras era já um tempo em que as farmácias não vendiam apenas remédios, mas toda uma panóplia de produtos relacionados com o bem-estar para uma burguesia endinheirada. Mas um tempo em procurava ainda uma a salvação para a peste branca, a Tuberculose. A doença cujo combate, no século XIX, fez ressuscitar a palavra cruzada, nota o historiador. As grandes descobertas, e as respectivas marcas comerciais, estão lá todas, bem como a publicidade que tanto vendia umas pastilhas Valda como assinalava as capacidades curadoras do vinho quinado ou da água das pedras.

Para chegar a tudo isto, foi preciso uma longa (r)evolução no conhecimento, desde as primeiras comunidades humanas, no Neolítico, às grandes civilizações das quais recordamos nomes como Imhotep (Egipto), Hipócrates (Grécia), Galeno (Roma), todas elas representadas com objectos e muita informação nesta exposição que começa com um fóssil de mosquito – vector de várias doenças – preso a uma bola de âmbar e percorre as várias formas de utilização dos conhecimentos médicos, no Oriente e no Ocidente, onde antigamente eram partilhados nas boticas e depois nas pharmácias que perderam o p e se modernizaram, para serem o que hoje conhecemos.

Quem quiser viajar por esta história da farmácia vai ter de fixar a sua localização no mapa, mas deve estar também atento ao horário em que o Museu funciona. Ele está aberto nos dias úteis das 10h às 18h, e abre no último domingo de cada mês, apenas das 14h às 18 horas. Tem ainda um serviço educativo de apoio a visitas escolares por marcação, explicou a vice-directora, Paula Basso, esperando que a recém-instalada farmácia do Império Otomano ajude a atrair mais visitantes.

Conferência Farmácia e Cultura
A inauguração oficial da nova coqueluche do Museu da Farmácia no Porto coincide com as comemorações dos 40 anos da ANF, que organiza esta sexta-feira à tarde nas suas instalações na cidade, na Zona Industrial, a conferência “40 anos - Farmácia e Cultura”, com Paulo Cleto Duarte, presidente da ANF, Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura, Sheik David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa, D. António Francisco dos Santos, Bispo da Diocese do Porto e Paulo Macedo, Ministro da Saúde.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.publico.pt/local/noticia/farmacia-islamica-enriquece-um-dos-museus-menos-conhecidos-do-porto-1695631

MUSEO Y ESPACIO - · en CREACIÓN, DISEÑO, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Uno de los principales obstáculos que nos encontramos los diseñadores de museos, dentro de lo que tiene que ver concretamente con la experiencia del visitante en las exposiciones, es el factor tiempo, elemento con el que todos debemos lidiar en esta carrera de ratas en la que se ha convertido la vida de la mayoría de nosotros. Tenemos prisa, lo queremos todo y ahora, vamos a la carrera por las exposiciones para verlo todo, que no se nos escape nada; intentamos recabar la mayor cantidad de información posible, vamos en modo esponja y resulta agotador. Luego nos damos cuenta de que no hemos disfrutado de la experiencia de la exposición en absoluto por las prisas. Muchos van ligeros de paso por el gran museo porque no han encontrado el sentido del placer de la exposición, de esta forma no atendemos a los detalles y no disfrutamos de todas las posibilidades que, cuando la exposición está bien realizada, nos ofrece la experiencia. En definitiva, abandonamos el museo agobiados y agotados.


Las visitas continuas a espacios de exposición es una de las fuentes de información más precisas que tenemos los profesionales del diseño de museos, nuestra base de datos personal, nuestro bagaje de experiencia. Por supuesto, cuando afrontamos un proyecto nuevo en un museo que ya existe, disponemos de datos suministrados por los responsables del mismo: planos, mediciones, escalas, los facility reports y el material fotográfico, pero nada es más efectivo que vivirlo, que hacerlo nuestro. Vagamos por ese espacio afinando nuestros sentidos porque el museo cuenta muchas cosas y necesitamos tiempo para escucharlo. El museo es un amigo o una amante a la que hay que dedicar mucho tiempo, no ir con prisas en absoluto si no queremos que se enfade con nosotros.


Ante la primera experiencia en un espacio, una de las normas que tenemos es visitarlo en plena actividad entre los demás visitantes, viendo cómo se comportan estos, atendiendo a sus respuestas, formando parte de la masa, haciendo lo que hace el resto. Entonces podemos valorar cómo hay virtudes y defectos que deben ser tenidos en cuenta ante nuestra futura intervención de diseño museográfico. Todo lo que podamos sentir en ese momento lo hará también cualquier espectador, profesional o no. Por eso, es muy importante para nosotros recibir las percepciones que experimentemos con nuestra propia experiencia; de modo que si miramos preferentemente al techo por su desmedido protagonismo, la mayoría de visitantes hará seguramente lo mismo, por lo que hay que recordar y tener en cuenta ese dato como un problema a resolver. Cada mirada es un mundo, es cierto, pero también existe la universalidad en las miradas.

“Mano de un graffitero”, archivo EVE

Para nosotros los profesionales, es muy recomendable visitar el museo de la mano de uno de sus responsables, alguien que lo conozca muy a fondo, que haya escuchado todos sus secretos. La información que recibimos puede que no se corresponda con nuestras conclusiones como visitante al uso, pero es bastante elocuente el modo en que desde su propia organización se vive un espacio, la mayoría de las veces bastante irreal, otorgando al lugar cualidades inexistentes o fallidas, forzando recorridos imposibles para el público, con una señalética indescifrable o completamente invisible. Allá donde siempre dicen que «esa pared es protagonista y siempre se coloca en ella la obra más importante de la exposición», podemos hacer justamente lo contrario, precisamente porque hemos descubierto otros espacios aparentemente invisibles. Una última visita es recomendable: aquella que haremos solitariamente, con la sala vacía y a oscuras, para escuchar el pulso del espacio, para escuchar los susurros del museo. Ese es el momento para dejarnos llevar por la ensoñación. Recorrer el espacio con la imaginación es un ejercicio muy sano que debemos ejercitar con frecuencia, hasta con obstinación, algo así como lo que ocurre en Wyoming, en las que el cowboy de Cody en el rodeo le da sopas con ondas al caballo salvaje por la cabezonería de domarlo a pesar de sus numerosas caídas.

“NASA”, Eight Our Day Blog

Para nosotros los diseñadores, la calle se convierte en un interesante laboratorio expositivo. En este momento se está viviendo una nueva circunstancia respecto al espacio exterior de los museos, forzados estos por la crisis, buscando fórmulas para la obtención de ingresos, cediendo las fachadas para la publicidad. El resultado no deja de ser contestatario, aunque sin duda han abierto la vía de nuevos modelos de representación urbana. La pregunta que muchos críticos se formulan es: ¿hasta cuándo resistirán los museos para ceder también los interiores de sus salas a productos comerciales?


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)