segunda-feira, 18 de maio de 2015

Bengo, Angola: Mais de 800 pessoas visitam Museu da Tentativa

Porto Kipiri- Oitocentos e 60 cidadãos nacionais e estrangeiros visitaram de Janeiro a Março o Museu da Tentativa, em Caxito, província do





MUSEU DA TENTATIVA    FOTO: CLEMENTE SANTOS


Bengo, contra 437 registados no igual período de 2014, revelou hoje, segunda-feira, o chefe de secção da instituição, António Luís Manuel Camões.

Em declarações à Angop, António Camões justificou que o aumento deve-se ao facto de muitos cidadãos procurarem o Museu da Tentativa para conhecerem a história e constatar "in colo" os artefactos expostos, simbolizando as diversas manifestações culturais do Bengo.

Pontualizou que a realização de palestras e visitas guiadas, para explicar a importância do acervo museológico, contribuíram, grandemente, no aumento de visitantes ao Museu da Tentativa.

O Museu da Tentativa, único na província do Bengo, localizado na Kijanda (Porto Kipiri), construído, em 1932 e funcionou até 1939, retratando aspectos técnicos e científicos do cultivo do bananal, palmar e de cana-de-açúcar.

O governo do Bengo reabilitou o Museu da Tentativa e reinaugurado a 4 de Fevereiro de 2011.


Bengo
O Bengo é uma província do norte de Angola, com capital na cidade de Caxito, no município de Dande. A província tem 25 139 km² e é composta por seis municípios: Ambriz, Bula Atumba, Dande, Dembos, Nambuangongo e Pango Aluquém

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2015/4/21/Bengo-Mais-800-pessoas-visitam-Museu-Tentativa,a242c5f3-3cad-4d58-9ce8-c1dfeed15af0.html

Huíla, Angoa: Museu Regional da Huíla promove feira itinerante

Lubango - O Museu Regional da Huíla vai realizar, a partir de Junho deste ano, uma feira itinerante nos 14 municípios da província, com objectivo de divulgar a importância de peças etnográficas da região junto das comunidades.



A informação avançada hoje, segunda-feira, à Angop, na cidade do Lubango, pela directora do museu, Soraia Ferreira, por ocasião do Dia Internacional dos Museus, que hoje se assinala sob o lema “Museu para uma sociedade sustentável”.

A actividade, ressaltou, visa igualmente aproximar os cidadãos às informações mais eficientes sobre a importância histórica de peças museológicas, assim como servirá para se efectuar a recolha de novos artefactos diversos para enriquecer ainda mais o acervo do museu.

Anunciou ainda implementação, nos próximos tempos, de um projecto denominado “Contador de histórias”, cujo propósito é divulgar e fomentar a literatura infantil nacional, através do conto de histórias, lendas e provérbios.

O programa prevê ainda a criação de núcleos municipais de museologia, investigação, conservação e restauro de museus.

O Museu Regional da Huíla, fundado em 1957, possui mil e 300 peças, que representam a culturas da região.

Huíla
Huíla é uma província do sul de Angola. Tem cerca de 1 500 mil habitantes, e é a segunda província mais populosa de Angola depois de da capital Luanda tem uma dimensão de 79 022 km². A sua capital é a cidade do Lubango.

fonte:  @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2015/4/21/Huila-Museu-Regional-Huila-promove-feira-itinerante,de6afcf6-3524-4607-8fc8-2c90233c8fa5.html
 


Prima universitate romaneasca - The first Romanian university

Universitatea din Iași, ca instituție modernă de învățământ, a fost fondată la data de 26 octombrie 1860. Universitatea este continuatoarea simbolică a vechii Academii Vasiliene, înființată de Vasile Lupu, în 1640, urmată, la 1707, de Academia Domnească, fondată de Antioh Cantemir.





În mod direct, Universitatea din Iași se trage din Academia Mihăileană, fondată în 1834 de Gheorghe Asachi. În noua sa formă, ea a fost inaugurată la 7 noiembrie 1860 (26 octombrie stil vechi), în prezența domnitorului Alexandru Ioan Cuza, al cărui nume îl poartă din 1960.


Actualul corp A al universității, Palatul Universității, a fost construit între anii 1893 și 1897 (și extins in perioada interbelică) după planurile arhitectului Louis Blanc și inaugurat în prezența regelui Carol I și a reginei Elisabeta. Clădirea este o îmbinare a stilurilor clasic și baroc, monumentala sa intrare ducând în faimoasa "Sală a Pașilor Pierduți", decorată cu picturi realizate de către Sabin Bălașa.

Fiind cea mai veche Universitate din România, este o instituție de învățământ superior cu tradiție și în același timp o Universitate modernă care, prin realizările înfăptuite în plan educațional și științific, a căpătat recunoaștere atât pe plan național cât și internațional.


Primul deceniu post-revoluționar a fost unul marcat de transformări profunde, de crize, dar și de căutări. Universitatea a reușit să treacă de la sistemul centralizat la cel democratic, a intrat într-o competiție deschisă cu instituții similare din țară, atât sub raportul performanței științifice, cât și a numărului de studenți și absolvenți, și-a stabilit noi obiective de competitivitate, generate de regulile pieței și a încercat să-și redefinească misiunea. Acest proces a fost însoțit de dificultăți legate mai ales de inerția sistemului, de necesitatea înnoirii cadrelor și programelor, dar și de conflictele dintre unii profesori și studenți.


Înscrisă în continuitatea învățământului superior românesc, Universitatea „Alexandru Ioan Cuza” funcționează ca instituție de stat, în baza Declarației Drepturilor Omului, Constituției României, Legii Învățământului și a Legii Statului Personalului Didactic.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
ro.wikipedia.org/wiki/Universitatea_„Alexandru_Ioan_Cuza”_din_Iași

colaboração: 
Gabriela Mangirov





--in
The first Romanian university

University of Iasi, as modern educational institution, was founded on October 26, 1860. University is the successor of the ancient symbolic Vasiliene Academies, founded by Vasile Lupu, 1640, followed, in 1707, the Royal Academy, founded by Antiochus Cantemir .

Directly, University of Iaşi comes from Mihaileanu Academy, founded in 1834 by Gheorghe Asachi. In its new form, it was inaugurated on November 7, 1860 (October 26 Old Style), in the presence of Prince Alexandru Ioan Cuza, whose name it bears since 1960.

A current body of the university, the University Palace, was built between 1893 and 1897 (and extended in the interwar period) after architect Louis Blanc and inaugurated in the presence of King Carol I and Queen Elizabeth. The building is a combination of classical and baroque styles, monumental entrance leading to the famous "Hall of Lost Steps", decorated with paintings by Sabin Balasa.

As the oldest university in Romania, is a higher education institution with tradition and at the same time a modern university which, by the achievements accomplished in an educational and scientific, has gained recognition both nationally and internationally.

The first post-revolutionary decade was marked by profound changes, seizures, and searches. University managed to pass from a centralized system to a democratic one, entered into open competition with similar institutions in the country, both in terms of scientific performance and the number of students and graduates, it has set new targets competitiveness generated by market rules and tried to redefine its mission. This process was accompanied by difficulties especially of inertia system, the need for renewal frameworks and programs, but also the conflicts between some teachers and students.

Entered in the continuity of Romanian higher education, "Alexandru Ioan Cuza" operates as a state institution, based on the Declaration of Human Rights, the Constitution of Romania, the State Education Law and Law Teacher.




Cultura Brasileira: Compartilhando literatura indígena


 
Depois de tantos convites da Arigóca para fazer alguma participação num de seus projetos de valorização da identidade Amazônica, enfim, pude participar da programação Amazônia das Artes do SESC/RO - 2015, onde a Arigóca está com um espaço paralelo. Arigóca é uma casa no bairro Arigolândia - um dos primeiros bairros de Porto Velho/RO. 
O nome Arigóca e arigolândia vem de arigó, nome dado, de mogo geral, para os nordestinos, ou outras pessoas que migravam para a Amazônia para trabalhar nos espaços de seringais e não tinha conhecimento da floresta. Sendo, assim, a casa Arigóca é um espaço de literatura, histórias, vivências, artes que valorizam a identidade amazônica e para além do espaço físico da casa tem feito parcerias com outros espaços e feito intervenções culturais. Eu ainda não tinha ido dar minha contribuição em suas atividades, não é porque eu não queria, mas, porque, a prioridade no momento tem que ser a tese de doutorado, meu compromisso político de registrar a memória de ocupação indígena no rio Madeira e o modo de ser indígena presente nas comunidades existentes às margens desse rio. Por esse motivo, tenho que limitar as minhas ações em outros espaços. 
Dessa vez, me senti mais que na obrigação de aceitar o convite para falar de literatura indígena, pois esse também é um compromisso político e uma maneira de agradecer a grupo de escritores e escritoras indígenas por terem me acolhido de forma tão carinhosa! Deixo aqui um trecho do texto de Daniel Munduuku que é a apresentação da revista Leetra Indígena, n. 02-2013: "Nossa literatura está intrinsecamente ligada à nossa compreensão cosmológica. Ela não é redutível a conceito ou definições capazes de fazer descrições sobre possibilidades de se encaixar aqui ou ali. Ela é um modo de se posicionar em um mundo em constante mutação. Não necessariamente ao mundo atual e às suas transformações. 
Nossa literatura é anterior ao "quadradismo ocidental" e à mesquinharia capitalista; ao endeusamento do indivíduo em detrimento do coletivo; ao encapsulamento dos conceitos promovidos pela escrita; ao esfacelamento do humano a favor da máquina. Nossa literatura está além das cosmologias étnicas trazidas pelas ciências humanas que deformaram as essências colocando em seu lugar aparências conceituais criadoras de divisão". Depois dessa citação, acredito que ficou entendido que a perspectiva indígena com a escrita definida como literária se distingue da visão canônica de literatura no pensamento não indígena, ocidentalizado.
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://lutasesonhos.blogspot.com.br/
colaboração:   





















MUSEOS Y PERSONAS CON DIFICULTADES - · en DISEÑO, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, OPINIÓN. ·

El montaje de exposiciones para personas ciegas y con deficiencias visuales debe adaptarse a nivel de elección del tema, del espacio físico, de la circulación y de la información:
Elección del tema: debe ser de interés general, pues no se rentabilizan los esfuerzos organizativos dirigidos solo a unos pocos visitantes y porque se debe huir de crear reductos cerrados y de condiciones especiales que causen rechazo en el resto de los usuarios; hay que calibrar el deterioro añadido que, en cuanto a la conservación de las obras, supone el que estas sean tocadas para apreciar sus características.





Creación de exposiciones para personas invidentes y personas con visión limitada


El espacio físico: la sala se encontrará cerca de la salida y de los servicios que ofrezca el museo, deberá ser diáfana; se diferenciarán las texturas del suelo, que van a marcar la dirección de la circulación; la elección del color de las paredes permitirá una clara lectura de los elementos expuestos (el azul, por ejemplo); las puertas estarán bien diferenciadas con respecto a las paredes; los expositores no estarán separados por más de un metro de distancia, para facilitar la orientación del invidente; se manipulará la iluminación para que la luz sirva de guía.

La circulación: se favorecerá la circulación normal de izquierda a derecha colocando las piezas siguiendo la lógica de esta dirección; deben descartarse los elementos que interrumpan físicamente el recorrido; conviene que un invidente evalúe previamente los recorridos.

La información: no solo bastará con ofrecer esta en braille (pues el ciego tardío y el deficiente visual hallarán problemas para interpretarlo), sino que se emplearán macro caracteres e información sonora. El texto de las cartelas será negro y estas de color blanco, con los caracteres en braille superpuestos. Se colocarán en la pared a la izquierda de la pieza si el recorrido empieza de izquierda a derecha y a la derecha cuando el recorrido es inverso. La altura, 1,50 m. El folleto de mano se colocará sobre un mueble claramente localizado en el recorrido. Se preferirán las señalizaciones texturizadas sobre el pavimento, en colores contrastados, o sonoras.

Naturaleza y dimensiones de los objetos expuestos: corno las obras necesitan ser tocadas, si estas son de un solo material el visitante con dificultades visuales necesitará más tiempo para identificarla y, en consecuencia, más información verbal para comprenderla. El tamaño ideal de la pieza es aquel que permita ser abarcado con ambas manos.

Diseño de maquetas y planos: habrá que traducir en formas, texturas y colores, con macro caracteres y lenguaje braille la explicación codificada y sintética que estos muestran.

Las visitas guiadas: los grupos no deben exceder el número de seis personas por cada uno de ellos, porque el acceso táctil se dificulta mucho; no deben durar más de una hora; y el guía debe haber estudiado al detalle el recorrido para extraer de él hitos definidos y significativos; las explicaciones deben reunir referencias espaciales (a la izquierda, a la derecha, arriba, abajo) y a los materiales de las piezas (su origen, sus diferencias con otros objetos expuestos, etcétera). El guía tiene que ser un experto en el tema expositivo, pero a la vez reunir habilidades en la transmisión de la información.

Montaje para otro tipo de personas con dificultades

A) Personas con la audición limitadas: el aislamiento que produce la sordera en el sordo y sordomudo debe superarse por medio de textos claros y sencillos (en las cartelas y textos complementarios) evitando abstracciones del lenguaje, y con ayuda de intérpretes y voluntarios conocedores del lenguaje de signos.

B) Personas con su capacidad psicológica limitada: son de aplicación en este caso también las normas en cuanto a claridad de los textos y señalizaciones dadas para los deficientes auditivos; se recomienda el recurso al lenguaje de signos Makaton; el empleo de señales luminosas, los sistemas de megafonía por sorpresa, los espacios oscuros y los cambios de iluminación violentos deben evitarse para no causarles miedo; hay que tener presente que sus oscilaciones emotivas son frecuentes; estos deficientes tienen una especial sensibilidad por el arte y, más en concreto, por el arte abstracto, que puede aprovecharse positivamente.

C) Visitantes con Síndrome de Down: el museo es un escenario muy útil para el desarrollo educativo de las personas con este tipo de síndrome los niños en especial, para los que pueden programarse talleres que estimulen en ellos su capacidad de comprensión mental y de expresión física, a fin de que se desarrollen con autonomía y puedan disfrutar de las mismas experiencias que los demás. Carmen Gallego da estas recomendaciones para el trabajo con este tipo de visitantes, recomendaciones que no tienen tanto que ver con el montaje como con la atención personalizada de sus destinatarios:

– Se intentará crear un ambiente de familiaridad, de respeto y de apoyo.

– La repetición de las ideas será la base del aprendizaje.

– Las temáticas que se aborden deberían estar relacionadas con sus vivencias cotidianas. No olvidar los aspectos lúdicos de la visita.

– Los visitantes Down entienden mucho más de lo que son capaces de expresar.

– La mímica y las representaciones ayudan a entender algunos aspectos de la obra de arte, como la composición.

– Transmitir ideas claras, breves y muy repetitivas.

– Respetar su decisión de no participar en ciertas actividades. El talante a la hora de tratarles será acogedor, abierto, sonriente, dulce, comprensivo y cercano.


D) Visitantes con movilidad reducida o muy reducida: los problemas son de accesibilidad, movilidad, seguridad y comunicabilidad (las personas tetrapléjicas y con parálisis cerebral precisan de intérprete); hay que prever que rotulaciones, iluminaciones y vitrinas estén a su altura física (estas en particular han de permitir la aproximación de las sillas de ruedas); deben ser accesibles las entradas (con rampas de ida y vuelta con barandilla) y la comunicación entre plantas del edificio, los pasillos del salón de actos (que reservarán espacios libres para ellos entre las butacas) y, por supuesto, los cascos también deben estar adaptados.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)