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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Cavaco e Passos inauguram novo Museu dos Coches ( .pt )

A inauguração oficial do novo Museu Nacional dos Coches realiza-se na sexta-feira, em Belém, com a presença do Presidente da República, Cavaco Silva e o primeiro-ministro, Passos Coelho, indicou hoje fonte oficial à agência Lusa.

Lusa

A inauguração oficial do novo Museu Nacional dos Coches realiza-se na sexta-feira, em Belém, com a presença do Presidente da República, Cavaco Silva e o primeiro-ministro, Passos Coelho, indicou hoje fonte oficial à agência Lusa.
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A cerimónia decorre a partir das 18:00 no novo edifício também com a presença da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves e do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.

Nuno Vassallo e Silva, diretor-geral do Património Cultural, entidade que tutela os museus nacionais, e a diretora do Museu Nacional dos Coches, Silvana Bessone, participam na cerimónia, além de outros membros do Governo e autarcas, entre outros convidados.

A abertura ao público decorre no sábado e no domingo, com entrada gratuita, e um programa que incluirá desfile da Charanga a Cavalo da GNR e uma exibição da Escola Portuguesa de Arte Equestre.

No sábado assinala-se o 110.º aniversário da inauguração do museu original, instalado no Picadeiro Real, em 1905, por iniciativa da rainha D. Amélia, mulher do rei D. Carlos I.

O novo edifício, desenhado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, acolhe uma coleção considerada única no mundo, composta por 78 viaturas do século XVII ao século XIX, na maioria provenientes dos bens da coroa ou da Casa Real portuguesa.

O antigo edifício do Museu dos Coches, no Picadeiro Real, continuará a funcionar como parte integrante do novo museu, para exibir algumas carruagens e viaturas de aparato do século XVIII, arreios, e um núcleo dedicado à rainha D. Amélia, mais toda a galeria de pintura dos reis de Portugal.

Composto por dois edifícios, com quatro pisos, duas salas de exposição permanente, uma sala de exposições temporárias, auditório, serviço educativo, o novo edifício possui ainda laboratório, oficinas, zonas técnicas e administrativas.

Ocupando 15.177 metros quadrados nos terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, o projeto foi concebido em consórcio com os ateliês MMBB Arquitetos (Brasil), Bak Gordon Arquitetos e Nuno Sampaio Arquitetos (Portugal).

Adjudicado durante o Governo socialista e finalizado em 2012, o projeto de construção destinou-se à execução das contrapartidas do Casino Lisboa, num investimento de 39 milhões de euros.

Em 2014, o Museu dos Coches recebeu 206.887 visitantes, ficando em segundo lugar, a seguir ao Museu Nacional de Arte Antiga, entre os mais visitados do país sob tutela da Direção-Geral do Património.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.noticiasaominuto.com/cultura/393805/cavaco-e-passos-inauguram-novo-museu-dos-coches-na-sexta-feira

Museu da Vida da Fiocruz comemora 16 anos com programação especial

O Museu da Vida — espaço da Fiocruz que integra ciência, cultura e sociedade — comemora, no próximo dia 25 de maio, 16 anos de muita história e sucesso. Para celebrar esta data, os organizadores da instituição elaboraram uma programação voltada para todas as idades e gostos. As atividades, todas gratuitas e abertas ao público, acontecem nesta sexta-feira (22) e no sábado (23), no campus Manguinhos, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

Os festejos também marcam a volta do “Trenzinho da Ciência”, um dos grandes atrativos do museu. Seu percurso inclui um passeio por todo o campus e suas atrações: o Castelo Mourisco, o Ciência em Cena, o Parque da Ciência e o Centro de Recepção. “O Trenzinho da Ciência, junto com o Castelo Mourisco, são os principais símbolos do Museu da Vida”, comenta Diego Bevilaqua, lembrando que o museu foi inaugurado em maio de 1999, como presente de aniversário da Fiocruz, e que, desde então, todas as atrações, inclusive as exposições temporárias, sempre foram pensadas para valorizar o contato do público com o museu.

Festejos também marcam a volta do “Trenzinho da Ciência”

Para levar ao público parte da história da Fiocruz, está atualmente em cartaz a peça “Aventura no Castelo”, que narra o divertido e inusitado encontro de dois jovens com um anfitrião misterioso. Ao acompanhar a trajetória dos personagens, o público passa a conhecer os detalhes da arquitetura do edifício. O espetáculo, cuja classificação é 10 anos, será exibido nos dias 22, às 10h30 e 13h30, e 23, às 10h. Quem não puder conferir a apresentação e tiver curiosidade de conhecer o prédio-símbolo da Fiocruz, pode participar da Caminhada Histórica, que acontece dia 23, às 14h20, onde os visitantes serão convidados a mergulhar na trajetória da Fundação Oswaldo Cruz, sua transformação e importância para ciência brasileira, dentro do campus de Manguinhos.

Outra atração, fruto de uma parceria entre a ONG Elysium Sociedade Cultural e o Museu da Vida, a exposição “A vida em sauveiro” é uma reprodução de um formigueiro real, que deixa aparente toda organização social desses insetos, além de mostrar aos visitantes as espécies de formigas cortadeira do Brasil e seu papel no ambiente, cultura e sociedade brasileira. Junto ao sauveiro, será exposto o centenário formigueiro de Oswaldo Cruz. Idealizado pelo medico sanitarista, o formigueiro histórico foi construído a pedido de Nilo Peçanha para estudo de técnicas de extermínio de formigas-saúvas, uma praga da época. A atividade pode ser conferida na sala de vídeo do centro de recepção e é indicada para pessoas com, pelo menos, seis anos de idade.

O Ciência Móvel — museu itinerante que viaja em um caminhão e leva exposições, jogos, equipamentos interativos, multimídias e oficinas — também participa das comemorações e trouxe para Manguinhos a sensação de ser um astronauta em treinamento, equilibrando os eixos do giroscópio humano, enquanto o corpo do participante gira em várias direções. O “Girotech” estará disponível no dia 22, das 9h às 16h30, e 23, das 10h às 16h. É recomendado ter, pelo menos, 1,60m de altura e utilizar roupas confortáveis e tênis.

Os frequentadores do Museu da Vida também podem conferir exposições, contação de histórias e show de ciências, entre outras atividades. O Museu da Vida fica localizado no campus da Fiocruz, na Av. Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA 16 ANOS DO MUSEU DA VIDA

Caminhada Histórica
Local: Castelo Mourisco
Classificação: 13 anos
23 de maio, às 14h20


Aventuras no Castelo
Local: Castelo Mourisco
Classificação: 10 anos
22 de maio, às 10h30 e 13h30 e 23 de maio, às 10h10


Exposição “Pelos Caminhos do Sus”
Local: Salão Temporário
Classificação: 10 anos
Sexta, das 9h às 16h30 e sábado, das 10h às 16h


Exposição “Elementar – A química que faz o mundo”
Local: Castelo Mourisco
Classificação: livre
Sexta, das 9h às 16h30 e sábado, das 10h às 16h


Contação de Histórias
Tema: Sustentabilidade, “Um baú sustentável”
Local: Tenda da Ciência
Classificação: 6 a 10 anos
22 de maio, às 9h e às 15h


Show de Ciências
Local: Tenda da Ciência
Classificação: de 7 a 18 anos
22 de maio, às 10h30 e 13h30


Oficina de Brinquedos com Sucatas
Local: Foyer
Classificação: 5 a 10 anos
23 de maio, às 11h e 14h
Distribuição de senhas


Há vida na gota d’água?
Local: Parque da Ciência
Classificação: a partir de 10 anos
23 de maio, às 10h, 11h, 13h e 15h


Girotech
Local: Ciência Móvel
Altura mínima: 1,60 m
22 de maio, das 9h às 16h30 e 23 de maio, das 10h às 16h


Exibição de vídeos
Local: Caminhão do Ciência Móvel
Classificação: livre
22 de maio, das 9h às 16h30 e 23 de maio, das 10h às 16h
Capacidade: 44 pessoas por sessão


A vida em sauveiro
Local: sala de vídeo do centro de recepção
Classificação: a partir de 6 anos
22 de maio, das 9h às 16h30 e 23 de maio, das 10h às 16h


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2015/05/22/museu-da-vida-da-fiocruz-comemora-16-anos-com-programacao-especial/

A Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre é daqueles lugares poderosos. Tem a capacidade de transportar o visitante para outro tempo-espaço, distante do Recife, em Pernambuco, no Brasil, contemporâneo.

O verde do sítio ecológico que ronda a mansão, sua escadaria convidativa, uma trilha de pitangueiras, a sacada no primeiro andar. São elementos que, enquanto distanciam o turista de um cotidiano cinza e barulhento, aproximam-no da vida e da obra de um dos intelectuais determinantes para a compreensão do que é o Brasil e do que é ser brasileiro. É o gênio por trás do canônico Casa-grande & senzala.




Na Rua Dois Irmãos, bairro de Apipucos, Zona Norte do Recife, Gilberto Freyre foi morar em 1936. Secular, a casa que ele escolheu tem como data da última reforma o ano de 1881. O ano de sua fundação continua desconhecido. À planta original, o sociólogo acrescentou um primeiro andar com três cômodos, incluindo uma suíte para ele e sua esposa, Magdalena. Paraibana, ela cedeu às investidas do pernambucano depois de sucessivas tentativas, contam os parentes. Ele, aos 42 anos; ela, aos 21, vieram morar na Vivenda Santo Antonio de Apipucos, nomeada por Gilberto em homenagem ao santo a quem teria feito promessa para que seu pedido de casamento fosse aceito. É dessa antiga Vivenda, hoje Casa-Museu, que falamos.


No início do ano de 1987, a casa passou a sediar um antigo projeto do anfitrião, a Fundação Gilberto Freyre. Ali, todo o acervo de sua obra (são mais de 70 livros) e outras importantes publicações (como a edição fac-similar de Os Lusíadas, concedida pelo governo português apenas a chefes de estado, sendo o escritor o único a receber a honraria sem sê-lo) serviria ao propósito de documentar seus estudos e difundir suas ideias. Ainda naquele mesmo ano, no entanto, Gilberto Freyre deixaria milhões de entusiastas e uma viúva.

 

Magdalena, então, deu início às atividades do que batizou como Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre. Abriu as portas de sua casa, convidou para um passeio os interessados em visitar seus cômodos. Em conhecer desde onde ele costumava ficar para escrever suas obras seminais até a sala em que a família sentava à mesa para fazer as refeições. No princípio, era a própria viúva quem fazia as honras da casa. Conhecida por sua firmeza, gostava de tudo no seu devido lugar. Enquanto o marido era vivo, era ela quem organizava sua agenda, pagava suas contas. Não interrompia a leitura e a escrita de Gilberto nem se quem estivesse na sala de espera fosse um importante político internacional.


A equipe do Instituto de Pesquisas Sociais da Fundação Joaquim Nabuco posa com Gilberto Freyre. Na segunda fila, de cima para baixo (da E para a D), vêem-se Rachel Caldas Lins, Gilberto

Dez anos depois da morte do escritor, Magdalena não resistiu (seus restos mortais descansam ao lado dos do marido, no Memorial Gilberto Freyre, nos fundos da casa). Desde então, a visitação na casa em que viveu por 50 anos continua. E com tudo em seu devido lugar. Monitores que comandam a visita guiada pelos dez cômodos dizem que não gostam de mexer em nenhum dos objetos. Deixam como ela costumava deixar. A lenda diz que assombrações, tais quais aquelas descritas por Gilberto Freyre em Assombrações do Recife Velho, circulam pela casa, entre telas de Cícero Dias, livros de José Lins do Rêgo, tapeçaria produzida pela própria Magdalena, lustres, castiçais, santos. Respeitemos a lenda.

No térreo, a sala de visitas mais parece uma prévia da biblioteca. Muitos dos 40 mil títulos da coleção já ficam à vista. Retratos dos pais de Gilberto, Alfredo Freyre e dona Francisquinha de Mello, descansam nas paredes. Do lado direito, a Sala Lula Cardoso Ayres é uma homenagem ao amigo pintor. Mais livros por ali. E uma cristaleira com peças vindas de Portugal, Holanda, França e Alemanha, países que traduziram sua obra e reconheceram seu trabalho. No outro extremo, do lado esquerdo, uma sala ganhou o nome do próprio Gilberto Freyre. Guarda seus prêmios e condecorações, incluindo o título de Sir, honraria máxima concedida pela Coroa Britânica, e mais livros. Adiante, é que encontramos a verdadeira biblioteca e um boneco todo modelado com papel machê personifica Gilberto Freyre, em tamanho real, em sua confortável poltrona.

Ainda no térreo, a sala de jantar é cercada por azulejos trazidos de Portugal, mais especificamente da Igreja de Nossa Senhora da Soledade, em Lisboa. Prestes a ser demolida, a igreja chamou a atenção do sociólogo, que solicitou ao governo português a doação da azulejaria em estilo rococó do século XVII. E pedido feito, é pedido aceito. Em um dos cantos da sala, um jogo de chá em prata com cabo de ébano que era usado pela família apenas como decoração, tamanho preciosismo das xícaras e bules.

Ligado à sala de jantar, um solário é o ponto mais iluminado do térreo. E informal. Uma mesa, também portuguesa, cinzeiros esculpidos por Francisco Brennand e uma namoradeira modelam o ambiente. Imagens de São Francisco representam, por um lado, a devoção católica de dona Magdalena, e, por outro, a admiração, nada católica, de Gilberto pelos modos do homem santo. Mais importante ali, no entanto, é a coleção de cachaça que reafirma o interesse freyriano por tudo o que remete à cultura da cana-de-açúcar.

Subindo as escadas, no quarto do casal, o guarda-roupa em madeira de lei ainda guarda ternos e gravatas do dono. Na mesa próxima, uma gueixa de porcelana, presente de casamento dado pelo Consulado do Japão em 1941, fica em exposição. É mais um dos regalos recebidos pelo casal. Na antessala, antes de chegar aos quartos de Sônia e Fernando, os herdeiros, a coleção etnográfica reúne de cerâmica indígena a peças africanas em marfim, mistura moedas internacionais a orixás.

No quarto dele, falecido em 2005 vítima de um infarto, encontramos um exemplar do livro De menino a homem, em que o pai relata, em meio a um álbum fotográfico, experiências que o transformaram no homem que foi. No quarto dela, viva e residente no Recife, um número de Modos de homem & modas de mulher, em que o autor observa com atenção o comportamento de cada gênero. São apenas alguns dos pensamentos de Gilberto Freyre, esses enquadrados em livros. No entorno da casa, outros tantos ainda correm soltos entre os pés de pitanga.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.onordeste.com/onordeste/enciclopediaNordeste/index.php?titulo=Casa-Museu+Magdalena+e+Gilberto+Freyre&ltr=C&id_perso=5627

AGENDAS MUNDI XXXVI – MUSEOS DE RUSIA (MOSCÚ) - · en ARTE, CULTURA, MUSEO,PATRIMONIO, VIAJES. ·

Comienza nuestro peregrinar de museo en museo por Rusia, inmenso territorio poseedor sin duda de uno de los museos de arte más importantes del mundo: el Hermitage. Comenzaremos el viaje desde su capital Moscú para ir recorriendo uno a uno el resto de lugares con museos importantes. No tenemos ni idea de cuanto tiempo nos llevará verlo todo, o al menos lo más importante, pero es que no tenemos prisa alguna.

Durante siglos el mundo no ha sabido qué pensar de Rusia, descrita indistintamente como un país de inmensas riquezas o de indescriptible pobreza, de crueles tiranos o de mentes excelsas, de generosa hospitalidad o de pesada burocracia, de bellos ballets o de monstruosidades industriales, de piedad religiosa o de desbocado hedonismo; todas ellas eternas verdades que coexisten con paisajes igualmente variados de tundra helada y playas soleadas, densos bosques de abedules y pinos, y profundos y misteriosos lagos, montañas nevadas y ondulantes praderas, las famosas estepas. Si a ello se le añaden antiguas fortalezas, palacios lujosos, elegantes iglesias y pueblos de madera perdidos en el tiempo, empieza a hacerse evidente que se trata de un país increíble. Vamos a echar un vistazo entonces a su patrimonio museístico. Allá vamos…



El Kremlin de Moscú es un símbolo del estado de Rusia, uno de los mayores conjuntos arquitectónicos del mundo. Es el tesoro más rico del patrimonio ruso, entre otros muchos lugares históricos y monumentos de la cultura y el arte. El Kremlin está situado en el centro de la capital de Rusia en la alta colina Borovitskiy sobre el río Moskva. En definitiva, es el número la atracción número 1 de Moscú. El Kremlin en realidad es un complejo de museos único en Rusia, incluyendo la Cámara de Armería, la catedral de la Asunción, la del Arcángel de y Anunciación, la iglesia de de Nuestra Señora Santa Robe, el Palacio del Patriarca y la Iglesia de los Doce Apóstoles, el complejo Iván con la torre de la Gran Campana y la colección de armas de artillería y las campanas.



Entre los museos de arte nacionales del mundo de la Galería Estatal Tretyakov ocupa un lugar muy especial. Establecido con los esfuerzos de una sola persona, el coleccionista de arte ruso Pavel Tretiakov, evolucionó desde el momento de su inauguración en 1856 en una colección única de obras rusas de arte. En la galería podrás ver las obras maestras del arte ruso desde el siglo XII hasta el XX. Por ejemplo: la “Trinidad” de Andrey Rublev, “Dama a caballo” de Karl Bryllov, “Cristo se aparece a la gente” de Alexander Ivanov, “Iván el Terrible y su hijo” por Ilya Repin y muchos otras obras maestras de la historia del arte rusa.



El Museo Estatal de Bellas Artes Pushkin es el mayor museo de dedicado al arte de Europa en Moscú. En esta gigantesca instalación podrás ver grandes pinturas de artistas mundialmente famosos: Rembrandt, Botticelli, Canaletto, Guardi, Tiepolo, además de una impresionante colección de obras impresionistas, entre las que se encuentran cuadros de Van Gogh, Cézanne, Monet, Picasso. Usted tendrá una oportunidad sin igual para evaluar el trabajo de los artistas de los post-impresionistas, modernistas y otros pertenecientes a la colección de oro del patrimonio mundial. Por otra parte, hoy el museo alberga las galerías de coleccionistas privados, muchos de los cuales eran inaccesibles al público durante muchos años.



El “Complejo de Artes Multimedia” incluye: La Casa de la Fotografía, el Museo de Arte Multimedia propiamente dicho y la Escuela de Fotografía y Arte Multimedia de Alexander Rodchenko. La Casa de la Fotografía de Moscú fue fundada en 1996 como el primer museo de Rusia dedicado al desarrollo y exposición de la historia de la fotografía rusa. Durante su existencia, el museo ha presentado más de 1.300 de exposiciones. Durante más de 15 años, la Casa de la Fotografía de Moscú acoge festivales internacionales como son la Bienal de Moscú y “Salón de la Fotografía de la Moda y Estilo”, y también durante más de una década el concurso para elegir las mejores fotografías de Moscú denominado “Cámara de plata”. El museo es también una editorial muy activa, durante el tiempo de su existencia ha publicado más de un centenar de libros y catálogos.



Winzavod solía ser el nombre de la marca de la empresa de elaboración de vino más antigua de Moscú, aparecida en el siglo XIX. Hoy, es un grupo de instalaciones expositivas sobre arte de más de 20.000 metros cuadrados. El Museo de Arte Contemporáneo Winzavod consta de siete edificios industriales, donde se albergan numerosas galerías de arte, como la Aidan, XL, Regina, Proun, FotoLoft, tiendas de arte de concepto, estudios de diseño y varios cafés. Winzavod acoge numerosos festivales, conciertos y otros eventos públicos. Para los que son amantes del arte contemporáneo, el Winzavod debe encontrarse entre lugares de visita obligada, para darse un buen paseo e incluso comprar algunas piezas de arte.



Es el único museo especializado en arte moderno en Rusia en el periodo que abarca los siglos XX y XXI. Fue fundado por el famoso y reputado artista y escultor ruso Zurab Tsereteli. El museo está ubicado en el centro de un complejo de cuatro edificios de Petrovka, bulevar Gogolevsky, calle Ermolaevsky y bulevar Tverskoy. La colección del museo representa el desarrollo de la vanguardia en el arte ruso. La mayor parte de la colección se compone de obras maestras de artistas rusos, pero también se puede encontrar una amplia muestra de obras de Anri Russo, Joan Miró, Pablo Picasso y muchos otros famosos artistas occidentales.



El Planetario de Moscú fue inaugurado el 5 de noviembre de 1929. Se ha reabierto el 12 de junio de 2011 después de una reconstrucción global. Ahora bien, es un complejo multifuncional que combina recursos científicos y educativos, centro de ocio familiar, adaptándose para ofrecer contenidos a diferentes grupos de edad de los visitantes. Es uno de los mayores planetarios en el mundo. El complejo Planetario incluye el museo interactivo “Lunarium”, el Museo de Urania, la Estrella Hall y el Parque del Gran Cielo (como Montana).



Fundado en 2008, es un importante proyecto de artes sin fines de lucro con sede en Moscú, dedicada a la exploración y desarrollo de la cultura contemporánea. A principios de este año, el Garage de ha trasladado desde su hogar original en el Bakhmetevsky Bus Garage a Gorky Park en el centro de Moscú. El Centro Garage pretende acercar importante de arte moderno y contemporáneo internacional a Moscú, para elevar el perfil de la cultura contemporánea de Rusia a nivel internacional y fomentar una nueva generación de artistas rusos. También organiza y apoya una amplia gama de proyectos culturales a nivel internacional. Los más interesantes de arte contemporáneo exposiciones, conferencias, talleres y filmshows se llevan a cabo generalmente en el Garage y no en otro lugar de la ciudad.



Es el museo de historia natural más antigua y más grande de Moscú. El Museo Zoológico de la Universidad de Moscú es uno de los dos museos zoológicos más grandes de Rusia, y la enorme cantidad de sus colecciones de investigación hace que se incluya como centro de una las mayores reuniones científicas en el mundo. El museo está lleno de descubrimientos zoológicos, adquisiciones de colecciones muy importantes, actividades de zoólogos rusos y un archivo biblioteca con cientos de publicaciones científicas. Los visitantes pueden aprender aquí acerca de la diversidad de animales en nuestro planeta, mientras que los zoólogos profesionales pueden encontrar ricas colecciones y documentación para su investigación: hay alrededor de 10.000 especímenes en las exposiciones que se muestran en el museo, que cubren todos los seres animales, desde seres unicelulares mostrados por modelos artificiales, cocodrilos, tigres y bisontes. La exposición principal nos introduce en la diversidad de las amplias zonas de fauna mundial y que está dispuesto de forma sistemática, con la excepción de la recreación de un ecosistema de aguas profundas único con una exposición de los llamados “fumadores negros”.



En el Museo de Vodka tendremos una oportunidad única de familiarizarnos con los siglos de historia de vodka ruso, bebida que causa tantos problemas en el país del inefable Putin, desde su invención hasta nuestros días. En la exposición del museo se puede ver lo que fue la primera unidad de destilación, que produjo el primer vodka en el siglo XV. En el museo aprenderemos los secretos del proceso de producción de vodka, así como conocer los principales ingredientes de la bebida nacional rusa. El museo hace justicia a la bebida, una instalación que se muestra muy orgullosa con su colección de más de 600 objetos expuestos: varias marcas de vodka, recetas de vodka del siglo XVIII, carteles publicitarios de vodka, etiquetas y botellas de vodka de diferentes tamaños, desde el shkalik (o kosushka), y el shtof. Una visita que se justifica si queremos adquirir una o más botellas de buen vodka típicamente ruso recién elaborado, que por otra cosa en realidad.

Mañana sábado 23 de mayo a las 21 horas en España, responderemos a la llamada radiofónica de nuestro amigo Julio Grados de UNIK Radio. Os invitamos a nuestro encuentro.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)
http://www.unikradio.net