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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Yasmijn van Herwaarden asks why Vincent van Gogh didn’t like having his photograph taken. Discover the answer.

We know that Vincent didn’t like portrait photography, and this also explains why there are so few photographs of him. Vincent thought that photographs lacked life, and much preferred painted portraits.

In his work, he was primarily concerned with portraying the character of the subject. When Vincent was young, photography was still complicated and expensive.

Louis Daguerre published his version of the photographic process in 1839, but it was nearly another fifty years before George Eastman introduced his instant Kodak camera, triggering a massive increase in amateur photography.

The intriguing phenomenon of photography became a point of comparison for artists, including Van Gogh. Although he started off considering photography as being rather ‘mechanical’, he later relented in Arles:

‘Ah, what portraits we could make from life with photography and painting!’

Vincent (seen from the rear) and Emile Bernard
by the River Seine at Asnières, near Paris, c. 1886


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.vangoghmuseum.nl/en/125-questions/questions-and-answers/question-32-of-125

Pintura de Jan Gossaert em exposição no Museu de Arte Antiga

A pintura Adão e Eva, de Jan Gossaert (1478-1536), proveniente do Museu Thyssen-Bornemisza, em Madrid, está desde ontem 02 de Junho em exibição no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.


De acordo com o MNAA, esta obra do artista flamengo que viveu entre o final do século XV e início do século XVI, vai ser exibida no âmbito do ciclo Obra Convidada e ficará patente até 06 de Setembro.


O quadro da colecção Thyssen que o MNAA tem agora em exibição foi pintado por volta de 1510, possivelmente em Bruges, e é o primeiro de uma série de pares de figuras que Jan Gossaert acabaria por pintar, tornando-se numa das suas especialidades.

Adão e Eva é directamente baseado na gravura de Dürer, de 1504, com o mesmo tema, que circulava no meio artístico flamengo desde que o pintor alemão Lucas Cranach visitou a corte de Margarida de Áustria em Malines, em 1508, levando consigo muitas gravuras alemãs.

A obra de Gossaert vinda do Museu Thyssen vai ficar ao lado daquela obra em gravura de Albrecht Dürer (1471-1528) "Adão e Eva", do acervo do MNAA, sobre a qual se terá inspirado.

De acordo com o MNAA, "é provável que Gossaert ficasse fascinado pelo caráter escultórico dos corpos da gravura de Dürer, cujo Adão se baseia na estátua da Antiguidade de Apolo do Belvedere", que se encontra no Vaticano, no Museu Pio-Clementino.

A pintura Adão e Eva, de Jan Gossaert (1478-1536), proveniente do Museu Thyssen-Bornemisza, em Madrid, está desde ontem 02 de Junho em exibição no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

De acordo com o MNAA, esta obra do artista flamengo que viveu entre o final do século XV e início do século XVI, vai ser exibida no âmbito do ciclo Obra Convidada e ficará patente até 06 de Setembro.

O quadro da colecção Thyssen que o MNAA tem agora em exibição foi pintado por volta de 1510, possivelmente em Bruges, e é o primeiro de uma série de pares de figuras que Jan Gossaert acabaria por pintar, tornando-se numa das suas especialidades.

Adão e Eva é directamente baseado na gravura de Dürer, de 1504, com o mesmo tema, que circulava no meio artístico flamengo desde que o pintor alemão Lucas Cranach visitou a corte de Margarida de Áustria em Malines, em 1508, levando consigo muitas gravuras alemãs.

A obra de Gossaert vinda do Museu Thyssen vai ficar ao lado daquela obra em gravura de Albrecht Dürer (1471-1528) "Adão e Eva", do acervo do MNAA, sobre a qual se terá inspirado.

De acordo com o MNAA, "é provável que Gossaert ficasse fascinado pelo caráter escultórico dos corpos da gravura de Dürer, cujo Adão se baseia na estátua da Antiguidade de Apolo do Belvedere", que se encontra no Vaticano, no Museu Pio-Clementino.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.hardmusica.pt/cultura/museus/29916-pintura-de-jan-gossaert-em-exposicao-no-museu-de-arte-antiga.html

Uma papeleira portuguesa do século XVIII foi adquirida pelo Estado em leilão, por 20 mil euros, para integrar o acervo do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), anunciou hoje a Direção-Geral do Património (DGPC).

De acordo com um comunicado do gabinete de imprensa da DGCP, a papeleira de cilindro D. Maria I foi adquirida num leilão realizado na segunda-feira, pela Cabral Moncada Leilões, em Lisboa.

A papeleira tem a particularidade de estar identificada pelo autor - Domingos Tenuta, "um dos poucos marceneiros que assinavam as suas obras" - e com a data de produção, 1790, "procedimento muito raro no mobiliário" do país, segundo a DGCP.





A peça é descrita como "um excecional exemplar do mobiliário neoclássico português, de clara inspiração francesa, pela sua forma e pela sua decoração".

"Dada a inexistência de outro exemplar semelhante nas coleções do Estado, a aquisição desta peça vem, assim, colmatar uma lacuna importante, nomeadamente na exposição de mobiliário do Museu Nacional de Arte Antiga", sublinha a DGCP.

Esta papeleira fez parte da "Exposição de Ambientes Portugueses dos séculos XVI a XIX", no Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, realizada em 1969, encontrando-se identificada e reproduzida no catálogo da mostra.

Criado em 1884, o MNAA acolhe a mais relevante coleção pública de arte antiga do país, desde pintura, escultura, artes decorativas portuguesas, europeias e da Expansão Marítima Portuguesa, da Idade Média ao século XIX, incluindo o maior número de obras classificadas como tesouros nacionais.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=833660&tm=4&layout=121&visual=49

No Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), a comunidade de Primavera, Pará, Brasil, (PA) será presenteada com a entrega de um espaço para conservar o seu patrimônio cultural e ambiental.

Inauguração de Museu é destaque da III Mostra Cultural e Ambiental de Primavera


Espaço reunirá fragmentos de pesquisas arqueológicas e peças cerâmicas

Fósseis retirados da área de mineração da Votorantim Cimentos também serão expostos

É o Museu de Primavera, onde serão armazenados fragmentos de pesquisas arqueológicas realizadas na região, peças cerâmicas produzidas por artesãos locais e de fósseis retirados da área da mineração de calcário e argila. A abertura oficial do espaço é destaque da III Mostra Cultural e Ambiental de Primavera – Patrimônio nos Quatro Cantos, programada para o período de 04 a 11 de junho. A organização do evento é da Votorantim Cimentos em conjunto com a Prefeitura Municipal de Primavera e a empresa Archaeo Pesquisas Arqueológicas.



A proposta de fundar um museu em Primavera é não só preservar e expor as peças arqueológicas da região, como também desenvolver atividades de educação patrimonial, por meio de visitações orientadas para os alunos das escolas. O museu irá funcionar dentro do prédio da Biblioteca Municipal Ruth Passarinho, cuja nova estrutura também foi construída pela Votorantim Cimentos e entregue para a população no aniversário da cidade, no mês de fevereiro. As iniciativas fazem parte do Acordo de Cooperação Técnica, celebrado entre Votorantim Cimentos, Instituto Votorantim e a Prefeitura Municipal.

“Somos parceiros do poder público na execução de ações em diversas áreas, inclusive de fomento à cultura e à educação, porque também favorecem o crescimento sustentável do município. A realização da Mostra Cultural e Ambiental pelo terceiro ano consecutivo, agora marcado pela inauguração de um museu, reforça o nosso compromisso em contribuir para que a cidade de Primavera se desenvolva em todos os âmbitos”, afirmou o gerente de projetos da Votorantim Cimentos de Primavera, Alexandre Mouta.

O secretário municipal de Cultura e Turismo de Primavera, Alberto Conceição da Costa Pereira, disse que a inauguração do Museu representa um importante avanço cultural e histórico para a cidade. “A Mostra Cultural e Ambiental já proporciona um grande resgate dos costumes e tradições do nosso povo. A chegada do Museu consolida o trabalho que temos realizado, sendo uma vitrine permanente para difusão de conhecimentos, agregando, inclusive, mais valor às atividades realizadas na biblioteca, que é totalmente voltada à promoção da educação”.

Saiba mais – A Mostra Cultural e Ambiental de Primavera surgiu em 2013, em função da necessidade de sensibilizar a comunidade sobre a importância de preservar o meio ambiente e o patrimônio histórico e cultural da região. Essa necessidade foi identificada pela Votorantim Cimentos e pela empresa Archaeo Pesquisas Arqueológicas a partir da análise dos resultados de pesquisas realizadas por consultorias terceiras. Em um dos levantamentos, na área arqueológica, os fragmentos cerâmicos coletados coincidiram com a metodologia de produção de cerâmica. A tradição ceramista ainda está viva em função da memória e do trabalho de artesãs locais, que são multiplicadoras de uma tradição que corre o risco de extinção. Já na pesquisa sobre resgate de fauna, foi constatado que havia uma cultura local na prática de caça, captura e maus tratos aos animais silvestres e domésticos.

Diante desses resultados, foi criada a Mostra Cultural e Ambiental de Primavera. O evento atrai aproximadamente 2 mil pessoas, que a cada edição têm a oportunidade de conhecer mais sobre a cultura e o meio ambiente. Neste ano, além da inauguração do Museu de Primavera, a III Mostra oferecerá oficinas de origami, contação de histórias e apresentações artísticas de Marujada, dança típica religiosa em louvor a São Benedito.

A programação da III Mostra Cultural e Ambiental de Primavera contará ainda com sessões de cinema gratuitos para a população e oficinas audiovisuais para crianças por meio do Cinesolar, primeiro cinema itinerante do País movido com energia solar. Desenvolvido pela Brazucah Produções, em parceria com a Associação Cultural Simbora e SemearteProductil, o projeto é patrocinado pela Votorantim Cimentos e tem como objetivo democratizar e ampliar o acesso ao cinema brasileiro para os lugares que não têm salas de cinema comerciais ou carecem de equipamentos culturais.

Programação - III Mostra Cultural e Ambiental de Primavera

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.segs.com.br/eventos/44096-inauguracao-de-museu-e-destaque-da-iii-mostra-cultural-e-ambiental-de-primavera.html

MUSEO: EXPOSICIÓN Y SU EQUIPO DE TRABAJO - · en CREACIÓN, GESTIÓN, MUSEO,MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Un museo requiere disponer de muchas especialidades distintas entre los miembros de su personal, si es que quiere cumplir con su cometido. Lo mismo se puede decir respecto al equipo de producción de una exposición que, por definición, es un equipo en el que cada miembro contribuye con su particular experiencia, conocimiento o talento en beneficio del proyecto. Los conceptos de finalidad común y de responsabilidad compartida son muy importantes en un trabajo de equipo y permiten superar algunos de los problemas asociados con los egos, la envidia, la ambición y el estatus. En un museo de tamaño medio las personas que habrían de hacer una contribución especial y significativa en la producción de una exposición podrían ser:


Director del museo. Iniciar el proyecto; conseguir los acuerdos y autorizaciones necesarios para comprometer gastos según las directrices y los planes del museo. Recibir informes sobre el desarrollo, supervisar el proyecto y estar disponible para intervenir en el caso de que se planteen disputas o cualquier situación no prevista que requiera la intervención del equipo de dirección.


Conservador (+) museólogo. Ofrecer información especializada en el asunto objeto de atención y asumir la investigación que sea necesaria. Ser la persona que contribuya en mayor medida al proyecto. Identificar, localizar, seleccionar y, si fuera necesario, negociar la adquisición o préstamo de material. Elaborar la lista de objetos a mostrar y listados informativos. Ofrecer borradores para los rótulos, referencias para ilustraciones, etcétera. Posiblemente escribir el catálogo. Ante todo, ser entusiasta por su objeto de interés y ser comprensivo con el papel del diseñador.


Diseñador (de exposición). Colaborar con el proyecto y asumir cualquier programa preliminar o estudio de viabilidad. Llevar a cabo la investigación necesaria respecto a los métodos de exposición, materiales y soluciones. Desarrollar el proyecto y elaborar una solución de diseño al problema. Producir o supervisar la producción de esquemas de trabajo, especificaciones y primeros documentos. Coordinar el proyecto, supervisar las previsiones contractuales y derecho a asumir el papel de gerente del proyecto en el caso de que no hubiera un nombramiento al efecto. Evaluar o mantener la exposición cuando no hubiera personal facultativo. Trabajar con tacto y sensibilidad.


Diseñador gráfico. Trabajar con el diseñador (de exposición) en los elementos gráficos de la exposición, por ejemplo, la marca o identidad visual, paneles ilustrativos, etcétera, diseño de publicidad del catálogo, de las invitaciones, etcétera.


Restaurador. Preparar los objetos para exposición según hayan sido seleccionados por el conservador. Aconsejar respecto a las condiciones ambientales dentro de las exposiciones y otros factores relacionados con el cuidado de los objetos y, de ser necesario, de los soportes y de las fijaciones.

Archivo EVE

Responsable de seguridad. Trabajar con el conservador y el diseñador para asesorar respecto a todos los aspectos de la seguridad, tanto para la exposición final como para todo el proceso de preparación en el que se van a estar moviendo los objetos.


Pedagogo. Aportar al proyecto inicial el conocimiento especializado de los aspectos educativos tanto del tema objeto de exposición como de la propia exposición. Asumir la investigación requerida. Asesorar en aquellos aspectos relacionados con la psicología y la tecnología educativa. Organizar la explotación pedagógica de la exposición (si fuera necesario) e idear los consiguientes materiales educativos.


Redactor (si lo hubiera). Ofrecer un texto para la exposición incluyendo epígrafes y posiblemente compilar el catálogo. Todo ello a partir de la información facilitada por el conservador. Esto requerirá una relación muy estrecha con el conservador para asegurar la certeza de los hechos y una estrecha relación con el personal de diseño para asegurar la compatibilidad de la impresión con el concepto del diseño.


Personal de producción. Llevar el proyecto de la propuesta de diseño inicial a su cesta en práctica. Las especialidades que se necesitarán podrían ser las de fotografía, dibujo, electricidad, maquetación, taxidermia, ebanistería, orfebrería, audiovisuales, informática, etcétera. En la mayor parte de los casos, el personal de producción trabajará a las órdenes del diseñador. personal de mantenimiento. Asesorar al diseñador en métodos y costes de mantenimiento. Una vez acabada la exposición, limpiarla y mantenerla en correcto orden de funcionamiento y con buena presencia. Se requerirá un amplio espectro de especialidades como iluminación y electrónica, electricidad y audiovisuales, decoración y grafismo al igual que limpieza.


Responsable de márketing. Asesorar en la difusión y la publicidad, en coordinación con el diseñador. A menos que haya personal especializado contratado, coordinación con el diseñador a efectos de evaluación y de investigación de mercado.


Asesores. A menudo resulta útil incorporar los servicios de una asesoría externa para revisar el proyecto de la exposición. Pueden evitarse errores y oportunidades perdidas con el asesoramiento de una persona experimentada. Aquel museo que no disponga de un especialista concreto entre su personal (por ejemplo un editor, un diseñador, etcétera) puede requerir los servicios de una asesoría por el tiempo que dure el proyecto o como parte de un contrato de más larga duración.

Archivo EVE. (Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos)

Para que el grupo funcione de forma efectiva es aconsejable que cada miembro del equipo tenga unos puntos de referencia claros y definidos con áreas de responsabilidad establecidas. El proceso de toma de decisiones habrá de estar también claramente definido y habrá de nombrarse un responsable que tenga todo el control ejecutivo del proyecto. Resulta de capital importancia que exista una buena relación entre los distintos miembros del equipo y de una forma muy especial entre el diseñador y el conservador. Las reuniones periódicas del grupo pueden facilitar el que to-dos sus miembros estén informados y se sientan partícipes y unidos al resto del grupo en la consecución de su objetivo.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  Espacio Visual Europa (EVE)

LE MUSÉE GUIMET DÉVOILE L’ASIE MAJEURE

Avec Du Nô à Mata Hari le musée Guimet nous dévoile la fabuleuse histoire du théâtre en Asie. Un voyage pour les sens.




Mata Hari dansant dans la bibliothèque du Musée Guimet, 1905.© Musée national des arts asiatiques - Guimet / Image MNAAG


D'une main experte Aurélie Samuel soulève une feuille de papier qui protège un costume de l'Opéra de Pékin. Et dévoile la luxuriance d'une broderie ou le kitsch d'une coiffe garnie de (fausses) perles. Miraculeusement sauvée de la destruction par l'acteur chinois Shi Pei Pu avant qu'il ne parte en camp de rééducation cette collection a naturellement trouvé sa place dans cet accrochage. Ce trésor fait partie des 300 pièces présentées - dont moitié de prêts - qui font de l'exposition de Guimet "Du Nô à Mata Hari 2000 ans de théâtre en Asie" un événement. «L’idée est de donner envie aux visiteurs d'assister à un spectacle.

Masque Hanuman du théâtre Khon.João Silveira Ramos/Museu do Oriente/Lisboa/Portugal

Nous avons choisi de présenter la plus part des pièces hors vitrine sur des petites scènes avec des éclairages changeants», résume Aurélie Samuel co-commissaire de cette exposition et spécialiste des textiles du musée. «D’une certaine façon, nous inscrivons ce théâtre dans l'histoire de l'art».

Qu'elles soient d'inspirations sacrées en Inde ou sous l’influence des grands textes littéraire ( en Chine ou au Japon) ces formes spectaculaires ne cessent d'éblouir le monde par la richesse des costumes, le travail des masques et autres parures. «Prenez par exemple le masque de Nô : on dit que lorsque l'acteur l'enlève, le masque s'endort comme si il était une entité vivante».


UN VOYAGE AUX CONFINS DU THÉÂTRE ET DES ORIGINES

On en verra à Guimet ainsi que des marionnettes de Bunraku ou des silhouettes découpées en cuir du théâtre d'ombres. «Très souvent dans ce théâtre d'Asie le costume fait office de décor.» On découvrira également les kimonos de scène de Itchiku Kubota qui mis bout à bout forment de véritables paysages. «Comme une série d'estampes». Surtout l'exposition veut offrir au public à la fois une lecture scientifique et une approche actuelle. Ainsi en regard des marionnettes japonaises on pourra voir des extraits du film de Takeshi Kitano "Dolls" ou plus loin des images de Bollywood ce cinéma coloré d'Inde qui s'inspire des mythes et légendes à sa façon. «On constate d'ailleurs que certains pays prennent enfin conscience de ce patrimoine immatériel», reprend Aurélie Samuel.

Itchiku Kubota, symphonie de Lumière UzuInternational Chodiev Foundation

Du Cambodge à la Thaïlande, de L'Inde au Japon, le visiteur va entreprendre un voyage aux confins du théâtre et des origines. Une première sur ce thème. Outre le musée du Quai Branly et des collectionneurs privés, les prêts des pièces les plus rares viennent de la Fondation Oriente de Lisbonne. A l'image de ce barong un lion de «scène». Aurélie Samuel savoure dans les réserves les derniers instants de calme en tête à tête avec ces trésors avant la présentation au public. Et Mata Hari dans tout cela ? «Elle est née ici à Guimet d'une certaine façon. Arrivée à Paris on la connaissait sous le nom de Lady MacLeod. Emile Guimet l'avait vue se produire dans une danse "exotique"... Il a eu l'idée de l'inviter à donner un récital chorégraphié dans la bibliothèque du musée. C'était le buzz parfait pour lancer Guimet. Il lui a trouvée son surnom de surcroît».

Mata Hari finira quasi nue -en fait elle portait un juste au corps de couleur chair. Le succès fut au rendez-vous pour l'un comme pour l'autre. L'espionne devait d'être honorée dans les lieux même de son triomphe en 1905. Preuve que l'Asie vaut bien une danse.

Du Nô à Mata Hari 2000 ans de Théâtre en Asie. Musée Guimet Paris jusqu'au 31 août.

fonte: PAR PHILIPPE NOISETTE @edisonmariotti #edisonmarioti http://www.parismatch.com/Culture/Art/Le-musee-Guimet-devoile-l-Asie-majeure-Du-No-Mata-Hari-746790

Prima tipăritură de pe teritoriul românesc din Moldova -- The first printed book on the Romanian territory of Moldova

Dimitrie Barilă, cunoscut mai ales pe numele monahul Dosoftei, (n. 26 octombrie 1624, Suceava - d. 13 decembrie 1693, la Zolkiew, in Polonia, azi Nesterov, Ucraina) a fost un cărturar român, mitropolit al Moldovei, poet şi traducător. 



In 2005 Biserica Ortodoxă Romană l-a proclamat sfant.

Nu se cunoaşte când şi în ce împrejurări cărturarul a îmbrăţişat cariera ecleziastică. Se admite, de exemplu, că a fost printre cei ce şi-au făcut studiile la Colegiul slavo-greco-latin din Iaşi şi s-a format în mediul cultural cărturăresc şi religios al mitropolitului Varlaam, a cărui iniţiative culturale le-a continuat cu deosebit succes mai târziu. Ajuns la maturitate, Dosoftei poseda limbile latină şi greacă veche, precum şi unele limbi şi culturi moderne (polonă, ucraineană, rusă, neogreacă). Această împrejurare i-a determinat pe cercetători să admită că Dosoftei şi-ar fi continuat studiile, de altfel ca şi alţi reprezentanţi ai culturii noastre, în Polonia, la cunoscuta şcoală a Frăţiei ortodoxe din Lvov. Din 1649 până în 1659 îl leagă o strânsă prietenie cu celebrul cronicar Miron Costin, cu grecul Dositei Notara, viitorul patriarh al Ierulalimului, După 1665 începe lucrul asupra operei sale de mare răsunet "Psaltirea în versuri", pe care o va tipări la mănăstirea Uniev din Ucraina în 1673.

Fiind uns mitropolit în 1671, în scurtă vreme se vede antrenat în evenimentele legate de războiul turco-polon, în care el sprijină politica antiontomană a domnului Moldovei Ştefan Petriceicu (1673-1674). În 1673 împreună cu acesta din urmă, Dosoftei este nevoit să se refugieze în Polonia. La începutul anului 1675 revine în Moldova, iar peste câteva luni redobândeşte scaunul mitropolitan, după care urmează o perioadă de un deceniu de intensă muncă intelectuală de traducere şi tipărire a principalelor cărţi de cult creştin ortodox în limba română. La fel ca şi celebrul său profesor Varlaam, mitropolitul Dosoftei adresează traducerile şi tipăriturile sale către întreaga seminţie românească.

In toamna anului 1686, datorită evenimentelor politice din acea vreme, a fost dus în Polonia de oştile regelui Jan Sobieski, unde a rămas până la sfârşitul vieţii.

A fost unul dintre cei mai mari cărturari din istoria română, fiind primul poet naţional, primul versificator al Psaltirii îin tot Răsăritul ortodox, primul traducător din literatura dramatică universală şi din cea istorică în romaneşte, primul traducator al cărţilor de slujbă în româneşte în Moldova, primul cărturar român care a copiat documente şi inscripţii, unul dintre primii cunoscători şi traducători din literatura patristică şi post patristică şi care a contribuit la formarea limbii literare romaneşti.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
colaboração: Gabriela Mangirov
www.istoria.md/articol/75/Mitropolitul_Dosoftei
ro.orthodoxwiki.org › Categorii › Istoria Bisericii


--in
Dimitrie barris, mais conhecido monge chamado Dosoftei, (b 26 de outubro de 1624, Suceava -.. D 13 de dezembro de 1693, em Zolkiew, na Polônia, hoje Nesterov, Ucrânia) era um estudioso romeno, Metropolitana de Moldavia, poeta e tradutor .

Em 2005 Igreja Ortodoxa Romena proclamado santo.

Não se sabe quando e em que circunstâncias estudioso abraçou a carreira eclesiástica. Assume-se, por exemplo, ele estava entre aqueles que estudaram no eslavo-greco-latina College, em Iasi e ambiente cultural formada em acadêmico e religioso Metropolitan Varlaam, cujas iniciativas cultural continuou com grande sucesso mais tarde. Maduro, Dosoftei possuem grego clássico e línguas latinas, assim como algumas culturas modernas e idiomas (polonês, ucraniano, russo, grego moderno). 

Esse fato levou os pesquisadores a admitir que Dosoftei teria continuado seus estudos, assim como outros representantes da nossa cultura na Polônia, a conhecida escola Fraternidade Ortodoxa em Lvov. De 1649 até 1659 se liga uma estreita amizade com o famoso cronista Miron Costin, com o grego Dositei pontuação, futuro patriarca de Ierulalimului, 1665 Depois de começar a trabalhar na sua arte de alta visibilidade "versículo salmo", que irá imprimir o mosteiro Uniev na Ucrânia em 1673.

          Sendo ungido bispo em 1671, pouco ser visto envolvido em eventos relacionados à guerra turco-polonês, ele apoia a política do príncipe da Moldávia Stephen antiontomană Petriceicu (1673-1674). Em 1673, juntamente com o último, Dosoftei é forçado a refugiar-se na Polónia. No início de 1675 Moldávia situa-se e recuperar os poucos meses Metropolitanas, seguido por um período de uma década de intenso trabalho intelectual de tradução e impressão dos principais livros religiosos cristãos ortodoxos em romeno. Tal como o seu famoso professor Barlaam, Metropolitan Dosoftei comunicado as suas traduções e impressões por toda a tribo romeno.

No Outono de 1686, devido aos acontecimentos políticos da época, foi levado para o rei Jan Sobieski abriga Polónia, onde permaneceu até sua morte.


Ele foi um dos maiores estudiosos da história romena como o primeiro poeta nacional, pela primeira vez o Saltério Rimer IIN todos Oriente Ortodoxo, o primeiro tradutor de literatura dramática do histórico universal e romeno, o primeiro tradutor de livros de serviço em romeno para a Moldávia primeiro estudioso romeno que copiou os documentos e inscrições, um dos primeiros tradutores de apreciadores de literatura e patrística e pós patrística e contribuiu para a formação da linguagem literária romena.