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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Urweltmuseum Aalen

Das 1977 eröffnete Museum - das größte städtische Museum für Geologie und Paläontologie in Baden-Württemberg - befindet sich in Aalen direkt am Marktplatz im historischen Gebäude des alten Rathauses mit dem Spionturm.


URWELTMUSEUM WIRD UMGEBAUT
DAS URWELTMUSEUM IM ALTEN RATHAUS MIT SPIONTURM (© STADT AALEN)

Das Museum schließt ab 1. Dezember 2014. Die Eröffnung findet am 1. Juli 2015 statt.


Noch in diesem Jahr soll das „Spion-Rathaus“ modernisiert und für die weitere Nutzung durch die Tourist-Information im Erdgeschoss ertüchtigt werden. Des weiteren soll das Urweltmuseum unter der Regie des Geologen-Vereins Aalen eine zeitgemäße Ausstellungspräsentation erhalten.

Das historische Gebäude muss für die neue Nutzung in den Bereichen Heizung und Elektrotechnik saniert werden. Aus diesem Grund ist das Urweltmuseum ab 1. Dezember 2014 bis Juni 2015 geschlossen.

Ab dem 8. Dezember müssen für die Bauarbeiten die Arkaden des Gebäudes geschlossen werden. Diese werden jedoch nach dem grundlegenden Umbau wieder frei zugänglich sein.


Die Geologie hat seit vielen Jahrhunderten Tradition in Aalen. So befanden sich hier einst die größten deutschen Eisenerzgruben. Berühmte schwäbische Paläontologen wie F.A. Quenstedt und Th. Engel reisten im 19. Jahrhundert in die Aalener Bucht, um die Gesteine der Alb zu studieren und Petrefakten zu sammeln. 

Im Jahre 1864 benannte der Urzeitforscher Ch. Mayer die besonders gut ausgebildeten unteren Braunjuraschichten nach der Stadt Aalen "Aalenium". Diese Bezeichnung findet heute auf internationaler Ebene Verwendung. Als sogenannte Typuslokalität ist Aalen damit weltweit bekannt. 

Über diese traditionsreiche Bedeutung des Aalener Raumes in der Geologie kann sich der Besucher im Museum umfassend informieren. Auf drei Stockwerken gibt die freundliche, nach modernen Gesichtspunkten zusammengestellte Sammlung, einen hervorragenden Eindruck vom Aufbau des schwäbischen Schichtstufenlandes. Übersichtliche Schautafeln vermitteln geologische Grundkenntnisse und erklären fossile Organismen. Besonderes Erstaunen weckt die Vielfalt wunderbarer Versteinerungen wie Saurier, Tintenfische, Seelilien oder Riesenammoniten. Diese Zeugen eines längst vergangenen Urmeers stammen aus der Sammlung des bekannten Aalener Naturforschers Fritz Sauter. 

Das Urweltmuseum Aalen besitzt eine eigene Website, auf der Sie ausführliche Informationen zu den Aktivitäten der Geologengruppe, einen kurzen "Rundgang" durch das Museum und vieles mehr finden.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.museen-aalen.de/urweltmuseum-aalen.32643.240.htm

Museu do Forró Luiz Gonzaga resgata memória do Rei do Baião em Caruaru, Pernambuco, Brasil

Espaço foi criado em 1985 e, desde 98, guarda parte do acervo de Gonzagão.
Segundo a direção do local, há entre 400 e 450 objetos do cantor sertanejo.

Espaço também guarda objetos doados e
outros adquiridos pelo museu em homenagem
ao Rei do Baião 
(Foto: André Luiz Melo/ G1)

Caruaru, no Agreste de Pernambuco, é dona do título de Capital do Forró. Além de possuir o "Maior e Melhor São João do Mundo", o município é também sede do Museu do Forró Luiz Gonzaga. Fundado em 1985 apenas com o nome de "Museu do Forró de Caruaru", o local guarda relíquias de artistas caruaruenses, das primeiras festividades juninas locais, da cantora Elba Ramalho e, o principal, do Rei do Baião.

De acordo com o historiador Walmiré Dimeron, o espaço foi criado como sendo um "núcleo inicial com exposição decorativa de capas de LPs de artistas caruaruenses". Primeiro, o memorial funcionou na Casa José Condé, no Parque Dezoito de Maio, e tinha como proposta divulgar cantores e compositores locais. A partir de 1989, segundo conta Dimeron, o museu passou a carregar o nome de Luiz Gonzaga, após a aprovação de um projeto de lei proposto pela Câmara de Vereadores. Somente em 1996 o material foi instalado em um prédio localizado no Pátio de Eventos do município.

Historiador caruaruense relembra a fundação
do museu (Foto: André Luiz Melo/ G1)

Dois anos depois, o ambiente passou a abrigar as peças do Rei do Baião. "Desde 1998, o material que o governo do Estado tinha adquirido da segunda mulher de Gonzaga - Maria Edelzuíta Rabelo - veio para o Museu do Forró de Caruaru", conta Dimeron. Para o historiador, os objetos possuem um diferencial. "O acervo daqui apresenta muito da vida pessoal de Gonzaga. Tem documentos, cartas de amor, entre outras coisas que, de fato, mostram o lado homem dele, diferente das peças que estão armazenadas em Exu [Sertão]. Os objetos expostos por lá mostram mais o lado artístico de Gonzaga, sobretudo da primeira fase da carreira dele. Mas, podemos dizer que tanto as peças de lá como as que estão aqui se complementam", detalha. 

Segundo Dimeron, o lugar é marcante por causar grande emoção aos adeptos do Rei do Baião. "O museu tem uma característica muito importante, que é a de preservar a memória de Gonzaga e, além disso, também sensibilizar a quem visita. Isso por conta da aproximação que os objetos lá expostos promovem entre o eterno Gonzaga e os fãs que aqui ficaram", ressalta.

Museu guarda a sanfona utilizada por Gonzaga
no último show em Caruaru (Foto: André Luiz Melo/ G1)

Por dentro do museu Chegando ao espaço, a primeira sala é a "Olha Pro Céu Meu Amor", cujo nome relembra uma composição de autoria de Luiz Gonzaga e José Fernandes. No local são encontradas cerca de 150 peças que ilustram a memória do Rei do Baião. São bonecos e artigos decorativos em barro, parte da discografia do cantor e compositor, além de outros adereços. Todo o material é oriundo de doações de fãs e outra parte foi adquirida pelo museu. O ambiente foi montado em 2012, em homagem ao centenário de Gonzaga.

Já no ambiente inaugurado na década de 90, onde está o acervo pessoal do Rei do Baião, há entre 400 e 450 objetos. No espaço é possivel apreciar documentos pessoais de Gonzaga, como a carteira de identidade, cartas amorosas, peças de roupas, discos, livros, placas de homenagens, instrumentos, óculos, entre outros artigos que foram utilizados por Luiz Gonzaga. Entre as peças, destaque para a sanfona utilizada pelo cantor no último show realizado em Caruaru em 1988.

Objetos pessoais do Rei do Baião podem ser 
apreciados no museu (Foto: André Luiz Melo/ G1)

De acordo com a diretora de museus de Caruaru, Regina Lúcia, os visitantes que sempre demonstram afeto e admiração pelo compositor sertanejo. "Percebemos uma emoção muito forte em cada turista que aqui vem. Alguns choram, outros cantam. Há sempre emoção e comoção entre as pessoas que por aqui passam", afirma.

Nos outros dois ambientes do museu é possível encontrar objetos que relembram artistas locais e os festejos juninos caruaruenses do passado, a exemplo de fotografias, painéis, entre outros. Um deles é dedicado à cantora Elba Ramalho, no qual é possível observar centenas de artigos e acessórios pessoais da artista, todos doados por um fã-clube.

Serviço O Museu do Forró Luiz Gonzaga é localizado dentro do Museu do Barro Espaço Zé Caboclo, no Espaço Cultural Tancredo Neves, na praça de mesmo nome, número 100, Centro. O local funciona de terça a sábado, das 8h às 17h, e aos domingos, das 9h às 13h.

fonte: @edisonmariotti #edisomariotti
http://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/sao-joao/2015/noticia/2015/06/museu-do-forro-luiz-gonzaga-resgata-memoria-do-rei-do-baiao-em-caruaru.html

Un futur musée des médias à Saint-Denis

CULTURE - Porté par la journaliste Christine Kelly, le projet de création du Musée européen des médias devrait voir le jour à Saint-Denis (Seine-Saint-Denis) d'ici 2018, au mieux.

La journaliste Christine Kelly est à l'initiative du projet d'un musée européen des médias.


Deux villes restaient en lice pour accueillir le "Musée européen des médias" (MEM), un projet initié par la journaliste Christine Kelly et ancienne membre du CSA, Christine Kelly . Face à Nice, c'est finalement la commune du 93, Saint-Denis, qui a été choisie après qu'Amiens et Bruxelles ont été écartés, a annoncé mercredi la mairie de Saint-Denis.

Une ancienne centrale EDF transformée

Saluant un choix "cohérent au regard de ce territoire, de son potentiel et des studios de télévision et cinéma situés à proximité",- la ville de Saint-Denis accueille entre autres la cité du cinéma de Luc Besson -, la mairie a indiqué que le futur musée devrait trouver place sur le site d'une ancienne centrale EDF située dans le quartier Pleyel.

Le "Musée européen des médias" (MEM) a vocation à "éduquer les jeunes aux médias" et "être témoin du patrimoine de l’audiovisuel culturel français", expliquait dimanche Christine Kelly auJDD. Précisant vouloir réaliser un "lieu dynamique, interactif, très pédagogique", la journaliste a précisé que ce nouveau lieu culturel, dont le coût est estimé à 100 millions d'euros, pourrait être inauguré à "à l'automne 2018 ou au pire au printemps 2019". Avant cela, les porteurs du projet doivent encore "peaufiner le projet scientifique et culturel, mesurer le budget de fonctionnement, chercher des mécènes".


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.metronews.fr/paris/un-futur-musee-des-medias-a-saint-denis/mofc!xAQGluAtpw4v2/

MUSEOS E INTERNACIONALIZACIÓN -- · en CULTURA, INSTITUCIONES,MUSEO, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Una de las potenciales líneas de acción para un museo es la internacionalización de sus fondos. La exportación de colecciones propias, realizables y bien estudiadas teniendo en cuenta sus receptores, y en colaboración con otros recursos y patrocinios, puede hacer mucho bien a la imagen de la institución en el exterior, no importa el tamaño del museo ya que se puede intercambiar conocimiento e ideas con otros.


Eso sí, es necesario crear una identidad propia, propiciando encuentros con otros entornos que defienden ilusiones similares, que se reconozca esta identidad a través de la red internacional de museos, también en asociaciones internacionales de colecciones corporativas, con una presencia activa y activista, aprovechando las plataformas en las que pueda expresar sus ideas y los modos de actuación.


Para todo ello es interesante crear foros de debate en el exterior con la finalidad de mostrar y potenciar la presencia del museo en el mundo, un modelo en absoluto distante de lo que se hace en otros lugares del planeta, eso sí, con una estela enorme y con el peso de un patrimonio espectacular. El museo ha de ser instrumento de comunicación entre culturas, de construcción de sueños que no saben de fronteras, no puede quedar relegado a una mera herramienta de representación entre naciones. En Europa existe una buena red de centros que actúan en ese mismo recorrido, y con América se debe crear una mayor vinculación. Creemos que, desde nuestro entorno local, se debe edificar un puente con la Comunidad Iberoamericana de Naciones, para canalizar esquemas de trabajo y convertir el escenario en un mecanismo de sintonía, toda una plataforma de intelectuales, instituciones y empresas que defiendan la cultura.


Los mecanismos son muy diversos, aunque en la actualidad son modelos rígidos, poco seductores y muy costosos. Exposiciones de perfil decimonónico, con fastuosas puestas en escena, con la incorporación de obras que alimentan el ego de su propietario y que seducen al ajeno. Es evidente que el viaje ensancha el conocimiento, y las colecciones son un ejemplo a tener en cuenta, desde un punto de vista instrumental. Uno debe tratar de amplificar sus recursos, haciendo que la colección viaje, que en el exterior se produzcan debates en torno a la misma y también hacer llegar propuestas difícilmente asumibles desde nuestra situación más local.


No se trata de mantener actuaciones mecánicas, sino que, según el perfil de cada situación (geográfico, espacial, demográfico, económico, social, histórico, etcétera), se contemplen múltiples posibles posibilidades.

La difusión se convierte en un punto de primer interés. Cada proyecto propio sirve de conexión, invitando a profesionales internacionales (curadores, críticos y directores de museos) para que conozcan personalmente todos los aspectos relacionados con el proyecto concreto y compartiendo sus modelos con los nuestros, confrontándolos, uniéndolos. La asistencia a eventos en el exterior – que deberían estar patrocinados por el estado, aunque ahora eso es un sueño teniendo en cuenta que el neoliberalismo desprecia la cultura -, donde podamos dejar la huella de nuestra presencia, con colaboraciones y proyectos diseñados y producidos en equipo, así como realizar determinados intercambios puntuales que nos dimensionen en los contextos internacionales o participar en foros concretos sobre museología y museografía, utilizar Internet, son modos de instrumentalizar recursos y ponerlos en valor de cara al exterior.


No cabe duda, la idea es un paso más hacia un entorno globalizado, un escenario entendido como comunitario, en donde el concepto de reunir narraciones a través de las colecciones se pueda convertir en lo que Borja-Villel denomina un «gran archivo sin fronteras», dejando a un lado los desarrollos estándares de difusión de las colecciones por un trasvase de conocimientos, de experiencias y de emociones, las mismas que se generan con cada proyecto; estas son las herramientas del futuro en el ámbito del museo para ampliar el acceso al saber sin los condicionantes de los patrones preestablecidos, de un modo más plural, multirracial, absolutamente internacional.







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Es

O prémio Ecsite Mariano Gago, atribuído pela Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência, foi para o Museu Norsk Teknisk, em Oslo, pela exposição Ting.

Uma exposição que obrigava os visitantes a participar e que mostrou a ambivalência entre a tecnologia e a democracia venceu nesta quinta-feira à noite o primeiro prémio Mariano Gago da Ecsite – Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência, na cetagoria de criatividade. A exposição chama-se Ting e está no Museu Norsk Teknisk, em Oslo, na Noruega, revela um comunicado da rede.




Uma exposição que obrigava os visitantes a participar e que mostrou a ambivalência entre a tecnologia e a democracia venceu nesta quinta-feira à noite o primeiro prémio Mariano Gago da Ecsite – Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência, na cetagoria de criatividade. A exposição chama-se Ting e está no Museu Norsk Teknisk, em Oslo, na Noruega, revela um comunicado da rede.

A exposição é “uma experiência participativa, imersiva, que explora as ligações complexas entre a tecnologia e a democracia”, disse Rosalia Vargas, presidente da Ecsite, citada no comunicado, que anunciou o prémio no congresso anual da rede a decorrer esta semana em Trento, na Itália. 

Nesta sua primeira edição, os prémios Ecsite Mariano Gago contemplaram apenas uma categoria – a criatividade –, mas prevê-se que outras categorias surjam em futuras edições. O montante do premio é de 7500 euros, provenientes da Fundação Ernest Solvay, gerida pela Fundação Rei Balduíno (Bélgica). O prémio quer encorajar as pessoas e instituições que usam a inovação e a criatividade na divulgação científica.

A exposição norueguesa aproveitou o bicentenário da constituição do país e o centenário de vida do próprio museu, em 2014, para questionar os visitantes sobre o impacto de novas tecnologias, como as análises genéticas, as impressoras 3D ou os drones, na democracia. Durante a exibição pedia-se às pessoas para votarem sobre várias questões.

“Estamos particularmente orgulhosos deste projecto que representa a nossa filosofia: criar e integrar um modelo de exibição, juntando o melhor dos centros de ciência com o melhor dos museus tradicionais”, explicou Jan Alfred Andersson, responsável pelo Centro de Ciência de Oslo, citado num comunicado da Ecsite. “Pensamos que é importante trazer os elementos interactivos para um contexto social e histórico, tornando o museu relevante para os jovens de hoje.”

O júri deste ano é composto por Annemies Broekgaarden (Rijksmuseum, Holanda), Carlos Coelho (empresa Ivity, Portugal), Dariusz Jemielniak (Universidade Kozminski, Polónia) e Jean-Louis Kerouanton (Universidade de Nantes, França). O grupo elogiou a ambição e coragem do projecto para tornar o museu “num espaço para o discurso público e onde se advoga os valores democráticos”.

O nome do prémio é uma homenagem ao ex-ministro da Ciência e físico português Mariano Gago (que morreu em Abril passado, vítima de cancro). Mariano Gago colaborou nos últimos anos com a Ecsite. A rede representa perto de 400 museus e centros de ciência distribuídos por 50 países, anualmente visitados por cerca de 40 milhões de pessoas, diz ainda um comunicado da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.publico.pt/ciencia/noticia/exposicao-norueguesa-sobre-tecnologia-e-democracia-vence-premio-mariano-gago-1698751?frm=ult

Histoire et tradition. Le musée du Linkin ne perd pas la mémoire.

Il ne paye pas de mine le petit musée du Linkin, un peu isolé au bout de la rade. Pourtant, quand on passe la porte, on trouve une autre porte, puis un escalier, puis....

C’est un peu le fouillis dans l’entrée du musée. « Nous venons d’ouvrir pour la saison, après des travaux de mise aux normes pour l’accueil des personnes à mobilités réduites. »Christiane Penvern accueille les visiteurs avec un grand sourire, sa bonne humeur et son envie de partager.



Scène de la vie misérable dans une ferme bretonne
à la fin du XVIe siècle, les personnages sont en cire. | O-F



La scène de complot dans un bois retrace une époque de la Révolution. | O-F


Reconstitution en cire : Charles Le Goffic et
Ernest Renan trinquent à l’Estaminet, fin XVIIe. | O-F



Le musée de l’Histoire et de la tradition bretonne, également appelé le musée de cire à cause des personnages façonnés qui peuplent les étages, renferme un mélange de documents rares, de coiffes et costumes de Bretagne, d’objets appartenant à d’autres siècles.

Trois périodes distinctesLe musée met surtout l’accent sur trois périodes qui ont bouleversé l’histoire du Trégor et de la Bretagne.La période de la révolution française dans la région ; la Guerre 14-18 et la Seconde Guerre mondiale.

Depuis 1993, Denise Penvern, bénévole, assure les visites seule durant la mi-saison. « L’été, je suis secondée par deux ou trois jeunes filles », assure-t-elle.

La visite commence par le couloir ou l’on découvre une collection d’image d’Épinal.Plus loin, des cartes du XVIe siècle, en parfait état, racontent, aussi bien que des livres, l’évolution de la Bretagne et l’érudition de ses concepteurs. Partout des documents historiques, gravures, décrets, monnaies, timbres… tapissent les murs. « Tous sont des documents authentiques réunis par Jacques Khanzadian, historien et géographe à l’origine du musée (1989) », précise la gardienne des lieux.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
http://www.ouest-france.fr/histoire-et-tradition-le-musee-du-linkin-ne-perd-pas-la-memoire-3411123

Opinião: “Ucrânia faz lei para ‘criar’ a sua própria História” -- Opinião: “Ucrânia faz lei para ‘criar’ a sua própria História”

A decisão do governo da Ucrânia de destruir monumentos e mudar nomes de ruas, tentando apagar a “herança soviética”, é considerada “uma tentativa de sepultar a História do país”. O Professor Ângelo Segrillo, em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, acrescenta: “Talvez seja o caso de dizer que o país quer ‘criar’ a sua própria História.”

Demolição de monumento em homenagem a Vladimir Ilitch Lênin no centro de Kiev

No último final de semana, entrou em vigor uma lei na Ucrânia determinando a proibição de uso de símbolos do comunismo. Infratores desta lei poderão ser condenados a até dez anos de prisão. Ruas, praças e avenidas que têm nomes russos estão sendo rebatizadas e ganhando versões próprias em idioma ucraniano. Também estão sendo removidas imagens que retratam os líderes da União Soviética e da Revolução Comunista de 1917.

A operação é vista por um jornalista ucraniano, Yuri Dorkot, como uma “tentativa de sepultar a História do país”. Mas, para Ângelo Segrillo, especialista em Rússia e Professor de História da Ásia da USP – Universidade de São Paulo, a iniciativa do Presidente Pyotr Poroshenko vai além disso: “Sepultar a História talvez seja uma expressão radical demais. Talvez seja o caso de dizer que o país está querendo ‘criar’ a sua própria História.”


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A seguir, a entrevista com o Professor Segrillo.


Sputnik: Segundo o jornalista Yuri Dorkot, a Ucrânia quer sepultar a sua História. É possível sepultar a História?


Ângelo Segrillo: Sepultar a História, assim de uma maneira em bloco, é praticamente impossível. O que eles querem fazer é apagar uma parte da sua História, principalmente aquela que é a questão da União Soviética, porque aí há uma ligação umbilical com a Rússia, dando a impressão de que a Ucrânia esteve ocupada todo aquele tempo. Tentar dizer que a Ucrânia estaria mais ligada ao Ocidente e que aquele período na História foi uma época, na verdade, de ocupação. O que é bastante problemático, porque na verdade não foi só com a União Soviética que a Ucrânia esteve ligada à Rússia. A ligação ucraniana com a Rússia é umbilical. Falando um pouco de História, um pouco mais atrás: a origem da civilização russa atual não está na Rússia atual. Na verdade, está na Ucrânia – o chamado Estado Kievano que existiu do século IX ao XII, em que não havia ainda separação entre russos, ucranianos e bielorrussos – era tudo um povo só, os eslavos orientais. Então, ucranianos, russos e bielorrussos têm essa origem comum, era um povo só nos séculos IX ao XII. Depois, nos séculos XIII ao XV houve dois anos de domínio mongol sobre a Rússia, e aí começou a haver essa diferenciação entre aqueles três povos, e a Ucrânia depois nunca conseguiu se tornar independente de novo, porque ela ficou dividida – parte com o Império Russo, parte com o Império Otomano, parte com o Império Austríaco. Na prática, fora algumas experiências fugazes de tentativa de rebelião, ela só se tornou independente no final de 1991, com o final da União Soviética. É muito difícil tentar reescrever uma História da Ucrânia que não seja de alguma maneira ligada à Rússia. Tentar extirpar este lado é praticamente impossível.


S: O decreto do Presidente Pyotr Poroshenko determina que testemunhos e imagens do passado em comum com a Rússia ou com a União Soviética são, a partir de agora, permitidos apenas em museus, mas com a ressalva do “caráter criminoso” daquele regime.


AS: Esse exemplo mostra o quanto é complicada essa questão, Isso pode infringir a questão das liberdades de opinião, de expressão. Então você só pode ter alguma coisa que relembre o passado dentro de um museu, e não fora. E por que poderia ter num museu? Porque no museu é um estudo científico. Isso está dizendo que o que existe lá fora é não científico, é uma coisa artificial. Esse tipo de lei é problemático em vários aspectos, inclusive este, de que pode infringir o direito de expressão. 


S: Historicamente, há registro de outros países que tenham tido essa iniciativa de tentar uma ruptura com o seu passado?


AS: É comum, quando há uma mudança radical de regime. Em vários países que fizeram parte do campo socialista, comunista, do Leste Europeu antigo, houve leis mais ou menos nesse sentido. Em muitos daqueles países algumas dessas legislações foram iniciadas, algumas até severas, mas depois não conseguiram ser implementadas na prática. Talvez isso aconteça na Ucrânia também.

fonte: @edisonmariotti #edisonmarioti   http://br.sputniknews.com/opiniao/20150609/1253094.html#ixzz3cuOqQsiD




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Рішення українського уряду, щоб знищити пам'ятники і змінюючи назви вулиць, намагаючись стерти «радянську спадщину» вважається "спроба поховати історію країни." Професор Анжело Segrillo в ексклюзивному інтерв'ю Супутник Бразилії, додає: "Це може бути, можна сказати, що країна хоче" створити "свою історію".

Знесення пам'ятника на честь Володимира Ілліча Леніна в центрі Києва

На минулих вихідних, набув чинності закон, в Україні, визначальну заборону на використання символіки комунізму. Порушники цього закону може бути засуджені до десяти років позбавлення волі. Вулиці, площі та проспекти, які мають російські імена перейменовуються і отримати власні версії українською мовою. Вони також вилучені зображення, які зображують лідерів Радянського Союзу і комуністичної революції 1917 року.

Операція розглядається українського журналіста Юрія Dorkot, як "спроба поховати історію країни." Але для Angelo Segrillo, експерт з Росії і професор історії Азії USP - Universidade де Сан-Паулу, з ініціативи Президента Петро Порошенко виходить за рамки: «поховати історія може бути занадто радикальним виразом. Це може бути, можна сказати, що країна намагається "створити" свою історію ".


--in

The Ukrainian government's decision to destroy monuments and changing names of streets, trying to erase the "Soviet legacy" is considered "an attempt to bury the history of the country." Professor Angelo Segrillo in an exclusive interview with Sputnik Brazil, adds: "It may be possible to say that the country wants to 'create' their own history."

Demolition monument in honor of Vladimir Ilyich Lenin in downtown Kiev

On the last weekend, came into force a law in Ukraine determining the prohibition of the use of symbols of communism. Violators of this law can be sentenced to up to ten years in prison. Streets, squares and avenues that have Russian names are being renamed and gaining own versions in Ukrainian language. They are also being removed images that depict the leaders of the Soviet Union and the Communist Revolution of 1917.

The operation is seen by a Ukrainian journalist, Yuri Dorkot, as an "attempt to bury the country's history." But for Angelo Segrillo, Russia expert and Professor of History of Asia USP - Universidade de São Paulo, the initiative of President Pyotr Poroshenko goes beyond that: "bury history might be a too radical expression. It may be possible to say that the country is trying to 'create' their own history. "


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Following the interview with Professor Segrillo.

Sputnik: According to journalist Yuri Dorkot, Ukraine wants to bury its history. You can bury history?

Angelo Segrillo: bury history, so in a way block, is virtually impossible. What they want to do is to delete a part of its history, especially one that is the question of the Soviet Union, because then there is an umbilical link with Russia, giving the impression that Ukraine has been busy all this time. Try telling that Ukraine would be more related to the West and that period in history was a time, indeed, of occupation. What is problematic, because in fact it was not only with the Soviet Union that Ukraine was linked to Russia. The Ukrainian connection with Russia's umbilical. Speaking a little history, a little further back: the origin of the current Russian civilization is not in Russia today. In fact, is in Ukraine - the so-called State Kievano that existed from century IX to XII, in which there was still no separation between Russians, Ukrainians and Belarusians - it was all one people only, the Eastern Slavs. So, Ukrainians, Russians and Belarusians have this common origin, it was a people only in the centuries IX to XII. Then in the centuries XIII to XV there were two years of Mongol rule over Russia, and there began to be this differentiation among the three peoples and Ukraine then never managed to become independent again, because it was divided - part with the Empire Russian part with the Ottoman Empire, part with the Austrian Empire. In practice, out a few fleeting experiences of attempted rebellion, it only became independent in late 1991, with the end of the Soviet Union. It is very difficult to try to rewrite a Ukrainian history than somehow connected to Russia. Try to root out this side is virtually impossible.


S: The decree of the President Pyotr Poroshenko states that testimonies and images of the past in common with Russia or the Soviet Union are, as of now permitted only in museums, but with the exception of "criminal nature" of that regime.


AS: This example shows just how complicated this issue, This may infringe the issue of freedom of opinion, expression. Then you just might have something to recall the past in a museum, not outside. And that could have a museum? Because the museum is a scientific study. This is saying that what is out there is not scientific, it is an artificial thing. This type of law is problematic in several respects, including this one, that may infringe the right of expression.


S: Historically, there are records of other countries who have taken the initiative to try a break with his past?


AS: It is common when there is a regime of radical change. In many countries that were part of the socialist bloc, communist, the former Eastern Europe, there were laws more or less accordingly. In many of these countries legislation has been initiated some of these, some even severe, but then could not be implemented in practice. Perhaps this is in Ukraine as well.




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Після інтерв'ю з професором Segrillo.

Супутник: По журналіста Юрія Dorkot, Україна хоче, щоб поховати свою історію. Ви можете поховати свою історію?

Анджело Segrillo: поховати свою історію, це таким чином, блок, практично неможливо. Те, що вони хочуть зробити, це видалити частину своєї історії, особливо той, який питання про Радянський Союз, бо тоді є пупкова зв'язок з Росією, створюється враження, що Україна була зайнята весь цей час. Спробуйте сказати, що Україна буде більше пов'язана з Заходу, і що період в історії був час, дійсно, окупації. Що є проблематичним, тому що насправді це було не тільки з Радянським Союзом, що Україна пов'язана з Росією. Український зв'язок з пуповинної Росії. Говорячи трохи історії, трохи далі: походження нинішньої російської цивілізації не в Росії. Насправді, в Україні - так звані державні Kievano, що існувала з IX століття до XII, в якій не було досі ніякого поділу між росіянами, українцями та білорусами - це було тільки всі один народ, східні слов'яни. Так, українці, росіяни та білоруси мають спільне походження цього, це було люди тільки у віках IX в XII. Тоді у віках XIII в XV було два роки монгольського панування над Росією, і почав бути ця диференціація серед трьох народів і Україна, то так і не вдалося стати незалежним знову, тому що вона була розділена - частина з імперією Російський частиною з Османською імперією, частина з Австрійської імперії. На практиці, з декількох швидкоплинних переживань у замаху на повстання, вона тільки стала незалежною в кінці 1991 року, з кінця Радянського Союзу. Це дуже важко, щоб спробувати переписати українську історію, чимось пов'язані з Росією. Спробуйте викорінити цю сторону практично неможливо.


S: Указ Президента Петро Порошенко заявляє, що свідчення й образи минулого у спільній з Росією чи Радянського Союзу, а зараз дозволяється тільки в музеях, але з виключенням "кримінального характеру" цього режиму.


ЯК: Цей приклад показує, наскільки складним це питання, це може порушити питання про свободу переконань і їх вираження. Тоді вам просто може щось згадати минуле в музеї, а не зовні. А це може мати музей? Тому що музей наукове дослідження. Це говорить, що те, що там не наукова, це штучне річ. Цей тип закону є проблематичним в декількох відносинах, у тому числі цей, що може призвести до порушення права вирази.


S: Історично склалося так, є записи інших країн, які взяли на себе ініціативу, щоб спробувати перерву зі своїм минулим?



АС: Це є загальним, коли є режим радикальних змін. У багатьох країнах, що входили в соціалістичний блок, комуніст, колишній Східної Європи, були закони більш-менш відповідно. У багатьох з цих країн законодавство було порушено деякі з них, деякі навіть жорстоко, але потім не можуть бути реалізовані на практиці. Можливо, це в Україні.