sexta-feira, 26 de junho de 2015

Seminário promove diálogo entre representantes de museus britânicos e cariocas

Como atrair, desenvolver e engajar os diversos públicos que um museu pode receber? Quais experiências transformam o visitante em um participante ativo de uma instituição cultural? Para debater estas questões, o British Council realiza a primeira edição do seminário "Museus e seus públicos" no Museu de Arte do Rio - MAR. A iniciativa reunirá profissionais britânicos e brasileiros para discutir as melhores práticas, tendências e estudos de caso que possam inspirar novos modelos, ações e oportunidades para museus. Para participação no Seminário, é necessário realizar inscrição prévia pelo site www.transform.org (vagas limitadas a lotação do auditório).


"O tema de atração e diversificação de públicos é um dos mais importantes para os museus brasileiros neste momento em que eles passam por um processo de revitalização, requalificação e abertura de novos espaços. Os parceiros do Programa Transform de Museus sempre nos trazem os temas de maior relevância para os projetos e, sem dúvida, desenvolvimento de público é o mais recorrente e mais urgente. O número de visitantes nos museus brasileiros é ainda muito baixo (uma média de 22 mil pessoas por ano, segundo o IBRAM, 2011), em comparação aos museus internacionais. É preciso abrir o debate sobre iniciativas que funcionam, práticas que colaboram para atrair e fidelizar públicos diversos", defende Lucimara Letelier, diretora-adjunta de Artes do British Council. 

Em pesquisa realizada em 2013 pela JLeiva Consultoria e Datafolha, 34% da população da cidade do Rio de Janeiro afirmam que visitam museus, número que cai para 19% considerando pessoas com apenas nível fundamental. Na Inglaterra, 52% dos entrevistados disseram ter ido a um museu ou galeria em 2014, segundo a pesquisa Taking Part.

O seminário será dividido em dois painéis. O primeiro terá a participação do britânico Iain Watson, diretor do Tyne & Wear Archives & Museums (TWAM), grupo que reúne nove museus e galerias por toda a Inglaterra, além de dois grandes arquivos com o total de 1,3 milhões de visitantes por ano.

Para compartilhar um pouco das iniciativas nacionais, o encontro também contará com a presença de Carlos Gradim, diretor-presidente do Museu de Arte do Rio, que realiza atividades educativas e culturais como o MAR de Música, que atrai cerca de mil pessoas aos pilotis do museu a cada edição; e o programa Vizinhos do MAR, que busca uma aproximação com os moradores dos bairros do entorno. Todas as ações se propõem a estimular a visitação e a fidelizar o público.Tatiana Levy, gerente-executiva e Socioeducativa do Museu Internacional de Arte Naif, irá conversar com o público sobre como a segmentação da programação do MIAN ajudou a atrair mais visitantes para o espaço, com ações específicas para famílias e bebês. 

A segunda conversa será pautada pela experiência dos museus de ciência e será conduzida por Lucimara Letelier, com participação de Jean Franczyk, diretora-adjunta do Science Museum de Londres. A instituição é o principal museu dentre os quatro do Science Museum Group (SMG), que recebe 5 milhões de visitantes por ano. Jean é responsável pelo planejamento estratégico, programação a longo prazo e desenvolvimento e concretização de iniciativas da instituição. Compartilhando a experiência brasileira, participam do painel Diego Vaz, chefe do Museu da Vida, que já conquistou escolas e pesquisadores, e Luiz Alberto Oliveira, curador do Museu do Amanhã, que está previsto para ser inaugurado em setembro e promete estratégias inovadoras para engajar públicos de diversos perfis.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti  http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2015/06/23/seminario-vai-promover-dialogo-entre-representantes-de-museus-britanicos-e-cariocas/

Homossexualidade é tema de mostra em Berlim

Exposição dividida entre Museu Histórico Alemão e Museu Gay aborda aspectos históricos, políticos e sociais das relações entre pessoas do mesmo sexo nos últimos 150 anos, da repressão à emancipação.



Sair do armário e entrar para a história. A exposição em Berlim Homosexualität_en (Homossexualidade_s) é uma grande retrospectiva dos últimos 150 anos de história, política e cultura homossexual na Alemanha e no mundo.

Em cartaz no Museu Histórico Alemão (Deutsches Historisches Museum) e no Museu Gay (Schwules Museum), a mostra aborda diferentes esferas da homossexualidade através de documentos, objetos e obras de artistas como Andy Warhol, Louise Bourgeois, Lee Lozano e Lotte Laserstein.

A mostra acompanha o processo gradual de emancipação, de meados do século 18 até os dias de hoje. "Muitos dos temas que acompanharam a luta homossexual nesses 150 anos continuam atuais. Queríamos criar a oportunidade de colocar essas discussões no centro da sociedade", diz Alexander Koch, presidente do Museu Histórico Alemão.

"Os homossexuais não são um nicho, mas uma parte da sociedade. Com essa retrospectiva, queríamos falar de pluralidade e não focar apenas no homem e na mulher homossexual, mas em todas as possibilidades de relações", afirma Isabel Pfeiffer-Poensgen, da fundação Kulturstiftung der Länder, que apoiou a mostra.



Manifestação em Berlim em 1973 é lembrada no Museu Gay



Exclusão sexual

Dividida em dez partes nos dois museus, Homosexualität_en expõe como a atração sexual pelo mesmo sexo e diferentes identidades de gênero foram criminalizadas pela lei, patologizadas pela medicina e excluídas pela sociedade.

Entre os documentos históricos exibidos está uma cópia do Constitutio Criminalis Carolina, documento de meados do século 16 que prevê "morte na fogueira" para atos sexuais entre homens e mulheres "contra a natureza".

A primeira parte da mostra é de ruptura. Depoimentos em vídeo mostram como livros, discos, imagens e objetos do cotidiano foram importantes na emancipação dos entrevistados, criando empatia com os visitantes.

O caráter provocativo da mostra fica evidente num ABC da homossexualidade criado pelos curadores, onde termos como "dildo", couro e "glory hole" dividem o espaço e importância com censura, casamento e [a opressão da] Stasi.


Porta com "glory hole" é uma das peças mais ousadas da mostra

A mostra no Museu Histórico Alemão ainda mergulha fundo no histórico de repressão ao citar o parágrafo 175 do Código Penal alemão, que considerou a homossexualidade um crime entre 1872 e 1994. Dando um salto para os dias de hoje, mapas mostram as condições atuais dos homossexuais mundo afora.

Expressão contemporânea

No Museu Gay, reflexões sobre o presente e o futuro da homossexualidade e da diversidade de gênero são os temas principais. Uma seleção de obras de artistas contemporâneos internacionais – com vídeos, instalações, fotografias e pinturas – aborda aspectos como relações de gênero, sexualidade, internet, convenções e transgressões sociais.

"Essa exposição é uma das maneiras de expandir o debate e refletir sobre a liberdade que conquistamos, sem esquecer que na Rússia, África e América ainda há muito preconceito a ser combatido", diz Koch.

A exposição Homosexualität_en está em cartaz no Museu Histórico Alemão (Deutsches Historisches Museum) e o Museu Gay (Schwules Museum) em Berlim até 1º de dezembro de 2015.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.dw.com/pt/homossexualidade-%C3%A9-tema-de-mostra-em-berlim/a-18541451

Dezső Laczkó Museum & Bakony Ethnographical House

The Dezső Laczkó Museum is south of Megyeház tér. It has archaeological exhibits (the emphasis is on the Roman settlement at Balácapuszta), a large collection of Hungarian, German and Slovak folk costumes, and superb wooden carvings, including objects made by the famed outlaws of the Bakony Hills in the 18th and 19th centuries.

Next door to the museum is Bakony House, a copy of an 18th-century thatched peasant dwelling in the village of Öcs, southwest of Veszprém. It has the usual three rooms found in Hungarian peasant homes, and the complete kamra (workshop) of a flask-maker has been set up. Its roof suffered fire damage in May 2008, so what you see today is very new.



About Veszprém

Veszprém is the ‘city of queens’. Ancient cobblestones echo the footsteps of royal figures and legends surround us wherever we go. According to our ancestors, Veszprém was built on seven hills, just like Rome. The city was a favourite for the country’s first King István (Stephen) I. as well as his wife Gizella, and the city had its heydays during the reign of the first royal couple. They had established the bishopric, supported the building of St Michael’s Cathedral and the Veszprém Valley Nunnery, where the robe used for crowning ceremonies is said to have been woven. Gizella donated the embroidered robe to the church of the city which had made it the “city of queens”. Both the castle and the city have seen destruction and reconstruction during the centuries. Bishop Márton Padányi Bíró removed the outline of the castle, characterised by small houses and narrow streets and established the Holy Trinity Square surrounded by the prebendal palaces, creating one of the largest historic castle areas in Hungary with established residences.

Veszprém Castle is the home of ecclesiastical treasures as well as modern arts. The St George’s Chapel, the Queen Gizella museum and the Piarist Church all keep historical and ecclesiastical treasures, well worth discovering during a pleasant stroll in the Castle. We get a magnificent view of the Benedek Hill, the Viaduct and the Séd Valley from the top end of the Castle. The Szaléziánum Archbishopric Visitor Centre, opening in the autumn of 2011, will enhance the attraction of the Castle. In the Baroque buildings of the refurbished Castle, amongst its historic walls we can enjoy the masterpieces of contemporary Hungarian and international artists in the Modern Art Gallery – the Vass László Collection, in the Csikász Gallery and in the Dubniczay Palace. Towards the end of your stroll amongst these museums we must mention that one of the oldest exhibitions in Hungary can be found in Veszprém: the Bakonyi House and the nearby Laczkó Dezső Museum in Erzsébet Alley continue to welcome visitors.


We are really proud of the Kittenberger Kálmán Zoo situated in a picturesque environment that was opened more that 50 years ago as the first and biggest Zoo outside Budapest. At the moment there are more than 500 examples of 150 species resident in the Zoo, living in harmony with each other embraced by nature. Due to the latest developments the zoo offers many attractions for the visitors, just like the Kids’ Jungle and terrarium (tailor-made indoor play area), the Chimpanzee World and the Africa House which provides four star hotel services for giraffes. Veszprém welcomes the active tourism enthusiasts with open arms, as we know the way to the “Green Paradise”... put your walking boots on and head for the Séd valley! The Castle and the Zoo have been connected by a cycle path; playgrounds, parks, a pond and an event venue have been established in the valley. Embraced by shady trees and alleys we can find monuments from the Árpád Era such as the Margaret Ruins, the ruins of the Veszprém Valley Nunnery and the Jesuit Church.

If you like to enjoy one of the matches of the famous MKB handball team, you can do it in the imposing Veszprém Arena, that is the second biggest sport and event hall outside Budapest.

Veszprém awaits the festival fans throughout the year. The Festival of Dance opens the events in the Spring with the greatest contemporary dance artists in Hungary. Gizella Days, one of the largest cultural events of the city, encourage the generations to appreciate and promote our culture and traditions. Veszprém gives home to one of the biggest Old Timer Tours in Hungary, the Veszprém Classic. VeszprémFest is a musical and cultural event presenting high quality Hungarian and international performances ranging from classical music through jazz to opera on the open air stage in the magnificent Baroque style Trinity Square in the Castle. There are various other artistic and cultural events, including Folklore Festivals and Best of the World Evenings which are staged for those seeking entertainment during the time of VeszprémFest. The Vivace International Choir Festival attracts participants from Japan to Finland and thousands visit the Veszprém Festivities Crafts Fair as well. Mates, party and rock and roll... the Street Music Festival provides all of these in the middle of the summer, when street performers representing various styles fill the squares of the city centre, tuning, strumming, drumming and singing from dawn to dawn. The youngest ones can enjoy the Kabóciádé Children’s Festival, where the empire of the puppets offers treasures to discover and playing is always fun. At the end of the year Scented Advent invites local people as well as visitors to Veszprém to enjoy joint preparations for the festive season.



You can experience it all if you visit our ’queenly’ city where everyone can discover the treasures of Veszprém. Thousands of experience will welcome you here!
fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.lonelyplanet.com/ -- http://veszpremfest.hu/

AGENDAS MUNDI XLI – MUSEOS DE AFGANISTÁN -- · en ARTE, CULTURA,INSTITUCIONES, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN, VIAJES. ·

No nos vamos a engañar, Afganistán no es un país ideal como destino turístico, ni siquiera para avezados viajeros como nosotros. Para el visitante de a pie, es un mundo que se aleja totalmente del concepto del mochilero en Tailandia o navegar de isla en isla en Grecia. Es un país que actualmente se está recuperando de casi tres décadas de guerra, con una serie de gravísimos problemas persistentes. Si finalmente te decides a ir, que sepas que deberás invertir primero, mucho, mucho tiempo, recopilando la información más reciente que se pueda sobre seguridad personal, recopilando las noticias de otros viajeros o compañeros de trabajo que se encuentren en el país – podéis llamar y preguntar también a la central de Blackwater -. Aunque sigue siendo una zona muy inestable, a menudo tremendamente hostil con los occidentales y los soviéticos, Afganistán contiene algunos tesoros increíbles que hay que ver. Kabul mantiene un ritmo animado y Mazar-e Sharif y el noreste de Afganistán es el hogar de la mayoría de los lugares sagrados del país. Samangan (Aibak) es el lugar de las cuevas y ermitas de Takht-e Rostam, una joya budista escondida y, mientras la destrucción sin sentido de las estatuas de Buda de Bamiyán todavía resuena en nuestros oídos, sus ruinas, situadas en un valle tranquilo, siguen siendo un espectáculo imponente al que no se le puede dar la espalda.

Con los preparativos adecuados, y alerta – todos los sentidos en modo “On” para estar en guardia, ojo avizor a lo que esté pasando a tu alrededor -, una vez que estás allí, viajar por todo Afganistán no es sólo una aventura, resultará también muy gratificante. Este momento post-talibán ha traído inversión al país por primera vez en años, y la logística de moverse y encontrar un lugar donde quedarse se ha convertido en algo cada vez más sencillo. Y ya no sólo eso, es convertirá en un país adictivo para ti seguro. Una vez en Afganistán, hay algo acerca de la gente, la historia e incluso el aire que puede meterse en la sangre y así lanzar la promesa al aire de regresar algún día.

Vamos ya con los pocos museos que quedan en pie…



El Museo Nacional en Kabul fue, en otros tiempos, uno de los más grandes museos del mundo. Sus exposiciones, con importantes colecciones, que van desde monedas de oro griegas a la estatuaria budista y bronces islámicos, son testigos de la ubicación de Afganistán en la encrucijada de Asia. Después de años de abusos durante la guerra civil, con la ayuda de la comunidad internacional y la dedicación sin igual del personal del museos, se está levantando lentamente de las cenizas. El museo abrió sus puertas en 1919, y fue casi totalmente abastecido con piezas excavadas en Afganistán. Como la caída de Kabul comunista se hizo evidente con la retirada soviética, muchas de las piezas más valiosas fueron trasladados a un almacenamiento seguro, pero la mayoría de los objetos expuestos se mantuvo en el museo. Lamentablemente el museo rápidamente se vio en la primera línea de la lucha terrible de los muyahidines en Kabul. Entre los años 1992 al 1994 el museo fue utilizado como base militar de los muyahidines. Durante este período, el museo fue saqueado masivamente seleccionando las piezas más valiosas para la reventa en el mercado de antigüedades ilícitas (biblioteca y el inventario del museo también se perdieron en este momento, obstaculizando los esfuerzos para rastrear la procedencia de los bienes robados). Entre los tesoros de incalculable valor perdido se incluyen muchos de los marfiles de Bagram, el Tesoro Kunduz de monedas greco-bactrianos y las estatuas únicas de Buda de Gandhara. Durante este saqueo, el museo se dañó aún más en un ataque posterior con misiles que destruyó su piso superior. Cuando el gobierno de Rabbani recuperó el control de la zona, los soldados enviados a custodiar el sitio continuaron el saqueo de lo que quedaba aun en el museo. En la captura de Kabul de 1996, los talibanes se comprometieron a proteger lo que quedaba, pero fue una promesa de corta duración. En marzo de 2001, como ocurrió con los Budas gigantes de Bamiyán, los soldados entraron en el museo con martillos y rompieron las estatuas y todos los objetos expuestos que pudieron encontrar. Utilizaban el lema que decía que la Cultura lleva a la destrucción. Que el museo siga en pie es poco menos que un milagro. Menos de un tercio de la colección sobrevive, pero hay una cantidad sorprendente de piezas actualmente en su exposición. En el hall de entrada hay un lavabo de mármol negro del siglo XV de Kandahar, conocido coloquialmente como el cuenco de mendicidad de Buda mendicidad, debido a la flor de loto tallada en su base. A la izquierda hay una gran inscripción griega de Ai Khanoum ya la derecha está la Tabla Rabatak encontrada cerca de Pul-e Khumri en 1993, aún por descifrar la escritura bactriana. Más adelante, un par de vitrinas muestran estatuas greco-bactrianas de Buda en piedra caliza y esquisto, los pocos que escaparon de la ira de los talibanes. Otros tesoros incluyen la parte inferior de una maravillosa puerta de mármol tallada en Kabul, y una sección de estuco reconstruida de una mezquita del siglo XII de Lashkar Gah. Las exhibiciones se intercalan con las fotos de los artículos robados y del museo medio demolido. Lo más destacado del museo actualmente es la galería nuristaní de arriba. Está lleno de grandes deidades de madera y figuras ancestrales, esculpidas antes de la década de 1890 cuando la región era todavía pagana. La seguridad es estricta en el museo, con examenes del bolso al salir y al entrar. Mientras esperas, toma puedes leer la placa en la puerta que dice: “Una nación permanece viva cuando su cultura sigue viva”, curioso.



Situado en la capital de Afganistán, Kabul, la Mina Museo OMAR contiene una colección de 51 tipos de minas terrestres utilizadas en el Afganistán en guerra durante años. OMAR es un acrónimo de la Organización para la Eliminación de Minas y Rehabilitación Afgana. La colección incluye artefactos explosivos sin detonar, bombas de racimo y bombas de lanzamiento aéreo utilizado por la guerra en Afganistán; todo muy interesante (?). El museo también muestra una gran variedad de otros equipos militares de las guerras libradas en Afganistán durante las últimas décadas, incluyendo artillería, misiles tierra-aire, y una colección de aviones militares soviéticos. Dr. Shah Walie es uno de los organizadores principales del museo. Por razones de seguridad, el museo no está abierto para los visitantes ocasionales. Todos los visitantes deben hacerse con la entrada a través de la oficina principal OMAR. Como que pasamos…



El museo de arte musulmán está localizado en la ciudad de Ghazni, Afganistán. Se encuentra concretamente en Rauza, un suburbio de Ghazni. El museo abrió sus puertas por primera vez por Instituto Arqueológico Misionero de Italia en 1966, con muestras de piezas del siglo XVI del Mausoleo de Abd al-Razzaqto de la época islámica en el país. El trabajo se detuvo durante la guerra con la Unión Soviética después de 1979 en la que varias de sus piezas fueron dañadas. Desde entonces se ha vuelto a restaurar en el periodo 2004-2007. Una colección de piezas desenterradas en la zona de Ghazni ahora se encuentran en el museo nacional de Kabul.



La ciudadela de Herat, también conocida como la Ciudadela de Alejandro, y conocida localmente como Qala Iktyaruddin, está situada en el centro de Herat en pleno Afganistán. Su origen se remonta al año 330 aC, cuando Alejandro Magno y su ejército llegaron a lo que hoy es Afganistán después de la batalla de Gaugamela. Muchos imperios la han utilizado como cuartel general en los últimos 2.000 años, y fue destruida y reconstruida muchas veces a lo largo de los siglos. Esta ciudadela histórica se salvó de la demolición en la década de 1950, y fue excavada y restaurada por la UNESCO entre 1976 y 1979. A partir de décadas de guerras y negligencia, la ciudadela empezó a desmoronarse, pero en los últimos años varias organizaciones internacionales decidieron reconstruirla completamente. El Museo Nacional de Herat también se encuentra dentro de la ciudadela, mientras que el Ministerio de Información y Cultura de Afganistán es el encargado de todo el recinto.



El Museo de la Yihad se encuentra en la capital de la provincia occidental de Herat en Afganistán. Fue construido en 2010 como un lugar donde los afganos pudieran entender la naturaleza de los conflictos del pasado y su historia. Desde su apertura, el museo ha dado la bienvenida a muchos visitantes, incluyendo congresistas estadounidenses y el subcomandante de las fuerzas de la OTAN en Afganistán. El museo busca informar a los visitantes de la difícil situación de los muyahidines y para “educar” a los afganos. Se trata de un monumento a los héroes muyahidines que lucharon contra los soviéticos en los años 70 y 80, así como a los afganos que perdieron la vida luchando en aquella guerra. El museo está diseñado como una rotonda azul, verde y blanca. En el exterior del edificio están inscritos algunos de los nombres de las víctimas de la guerra, tanto hombres como mujeres. También hay varios poemas dedicados a los mártires que cubren la rotonda. Situado en un parque encima de una colina, el museo de la Yihad está rodeado por un apacible jardín con flores y fuentes. El museo contiene varias exposiciones que están abiertas de forma continua y que muestran siempre diversos temas relacionados como decíamos con las batallas muyahidines contra los soviéticos.

6. Museo Provincial de Nangarhar (sin site) | Hadda


Destruido por la guerra. No podemos deciros más sobre él lamentablemente. El muro de la foto superior formaba parte del edificio del museo.

7. Museo de Kandahar (sin site) | Kandahar


También destruido por la guerra. El museo se fue mudando y distribuyendo sus colecciones de sitio en sitio en función de los enfrentamientos bélicos: en Herat, Balkh, Nangarhar y Kandahar, durante los años 1960, 1970 y 1980. Objetos y artefactos regionales fueron alojados en estos museos. A medida que la situación en Afganistán se puso ya realmente fea, las reliquias fueron enviados a Kabul para su protección. Sin embargo las piezas atesoradas tampoco pudieron escapar de la destrucción aún allí. Ahora el gobierno electo de Afganistán está tratando de reunir las piezas dispersas perdidas durante este terror inigualable.



El Museo de Balkh era antes el segundo museo más grande del país, pero su colección ha sufrido también saqueos en los últimos tiempos – ¿cómo no? -. El museo también es conocido como el “Museo de la Mezquita Azul”, el edificio del museo comparte una biblioteca musulmana que no fue destruida, por supuesto. Además de exposiciones de las antiguas ruinas de Balkh, la colección incluye obras de arte islámico como es un Corán del siglo XIII, y ejemplos de arte decorativo y popular afgano que no corrieron peligro alguno. La ciudad de Balkh dejó muchos testimonios de la historia de la cultura afgana teniendo un papel importante en el desarrollo de la lengua persa y la literatura. Las primeras obras de la literatura persa fueron escritas por poetas y escritores que eran originalmente de Balkh.

9. Nichos Pétreos de Buda – Museo Cielo Abierto (destruido por los talibanes) | Bamiyán


El impresentable de la foto posa orgulloso al lado del hueco que ha dejado la destrucción de uno de los maravillosos budas excavados en las paredes de roca hechos ahora polvo a golpe de cañonazo. Una de las señas islamistas, dentro de su inmensa estupidez que parece no tener fin, es la destrucción sistemática de aquel patrimonio cultural que no rinde culto absoluto a lo musulmán. Al margen del desprecio profundo que sentimos por tanta salvajada, os decimos que el apogeo de Bamiyán era un lugar de peregrinación budista que duró varios siglos. Después de un breve período de convivencia con sus vecinos musulmanes en expansión, se deslizó ya en un declive terminal alrededor del siglo X, cuando muchas estatuas y templos fueron destruidos. Los recuerdos del pasado budista se desvanecieron y los lugareños comenzaron a suponer que las estatuas fueron de reyes paganos. Sorprendentemente, Genghis Khan las dejó de pie – lo único que dejó intacto en Bamiyán, por otra parte -. Gran daño se hizo en el siglo XVII, cuando el emperador mogol Aurangzeb destrozó la escultura más grande e importante de todo el santuario excavado en roca. Cien años más tarde las piernas del Gran Buda fueron seccionadas por el persa Nadir Shah. Durante la guerra civil, los nichos y cuevas fueron utilizadas a menudo como depósitos de municiones, en los que algunos soldados de vez en cuando usaban las estatuas para hacer prácticas de tiro informal y matar el aburrimiento. El final, de la mano de la terrible estupidez de estos ignorantes y peligrosísimos salvajes talibanes, llegó con su demolición total en marzo de 2001, dejando tras de sí un testimonio indeleble de las muchas pérdidas culturales que ha sufrido el pueblo civil de Afganistán en las guerras recientes.

Se nos ha puesto mal cuerpo este viernes y más recordando lo que ha pasado con Afganistán y lo que ahora está pasando con Palmira, sin pararnos a mencionar la tremenda desgracia humana en Siria y otros lugares asolados por la barbarie islamista; y no solo allí, sino por todo el reguero de destrucción que dejan estos imbéciles asesinos de la yihad. No queríamos terminar así, pero es lo que tiene adentrarse en el mundo musulmán de hoy en día, donde la ignorancia combinada con la mayor de las crueldades humanas es la que hace de gran parte de este mundo nuestro un auténtico infierno, lo están convirtiendo en un lugar terrible para vivir con la apatía de occidente como testigos mudos. A ver cuando se van ya de una vez al diablo.



fonte: @edisonmariotti #edisonmnariotti Espacio Visual Europa (EVE)