segunda-feira, 6 de julho de 2015

Museu aberto na sinagoga conta história dos judeus


Sob fortes medidas de segurança, o Museu Judaico do Porto, na Rua de Guerra Junqueiro, foi inaugurado no domingo por Dale Jeffries, presidente da Comunidade Israelita do Porto.

PEDRO GRANADEIRO/GLOBAL IMAGENS
Na sala que pertenceu ao capitão Barros Basto há objetos de rituais hebreus

A cerimónia juntou duas centenas de convidados, destacando-se, além do cônsul de Israel, Domingos Jerónimo, várias personalidades da política, da cultura e do ensino do Porto, bem como representantes de outras religiões, nomeadamente Abdul Mangá, líder da Comunidade Islâmica do Porto.

No discurso inaugural Dale Jeffries destacou a importância do museu que "conta séculos de história dos judeus da cidade, com respeito pelo judaísmo e pela verdade histórica, sem distorções e sem fantasias".

Três salas na sinagoga

O museu ocupa três salas da que é a maior sinagoga da Península Ibérica. A primeira, que serviu de escola aos jovens criptojudeus resgatados pelo capitão Barros Basto, é agora um espaço dedicado ao judaísmo, estando expostos múltiplos objetos de rituais hebreus. Para além das velhas mesas de tampo inclinado e do quadro a giz que se encontram no espaço, nas paredes estão pendurados antigos mapas com os quais o próprio Barros Basto deu a conhecer o mundo aos seus estudantes.

Na segunda sala pode ver-se a vasta biblioteca de que a Comunidade é depositária, sendo a maioria dos livros em hebraico, bem como um enorme painel com a identificação de cerca de 900 cidadãos do Porto vitimados pela Inquisição, entre os séculos XVI e XVIII.

Finalmente, na terceira sala, onde outrora foi dado abrigo a fugitivos da sanha do nazismo, é contada a história dos judeus portuenses desde a Idade Média até hoje. Painéis, documentos e objetos ilustram essa mesma história, que passou por períodos de liberdade e opressão. O museu está aberto todos os dias, das 9.30 às 17.30 horas, com exceção dos sábados e feriados judaicos. A entrada custa cinco euros por adulto, havendo condições especiais para as escolas.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=4652069

Rénovation & Agrandissement - Le MAH a aujourd’hui plus de cent ans et un urgent besoin d’être rénové. Son agrandissement s’impose pour mieux accueillir le public et mettre en valeur ses collections, dont une immense partie se trouve dans les réserves, faute de place.

Un projet architectural ambitieux s’apprête à voir le jour à Genève. Il conjugue harmonieusement une restauration respectueuse des espaces historiques et une extension contemporaine intégrée dans le périmètre du bâtiment. Ce projet, mené par le Département des constructions et de l’aménagement de la Ville de Genève, est signé des Ateliers Jean Nouvel (Paris), Architectures Jucker et Brigitte Jucker-Diserens (Genève).

© Ateliers Jean Nouvel/Arch. Jucker/DVK Arch.


Le projet est régi par les principes suivants:
respect du bâtiment de 1910 et remise en valeur de sa décoration intérieure;
cohérence entre le bâtiment et les collections. L’encyclopédisme du musée (de la préhistoire à l’art contemporain) doit pouvoir être appréhendé par le visiteur en une seule visite, s’il le souhaite;
simplicité de circulation et de visite, y compris pour les personnes en situation de handicap, dans un bâtiment complexe;
qualité des services offerts aux visiteurs: accueil, librairie, forum, aires de repos, ainsi qu’un restaurant offrant une vue panoramique sur Genève.

Des donateurs privés participent généreusement au financement du projet pour près de la moitié. Parmi eux, la Fondation Gandur pour l’Art s’est également engagée à prêter ses remarquables collections au musée pour 99 ans.

Le 20 mai 2015, le Conseil municipal de la Ville de Genève a voté le crédit de construction de 132 millions de francs, dont 70 à charge de la commune, par 49 voix (25 contre et 1 abstention). Un référendum a été annoncé par les opposants. Le musée devrait fermer ses portes en 2016 pour permettre de procéder au déménagement des collections avant l’ouverture du chantier. Le cas échéant, sa réouverture est prévue pour 2021/2022. 

Découvrez le projet des architectes grâce aux plans, étage par étage, coupes, élévations et images de synthèse:

video

https://youtu.be/Ww1ETOGKcyg

https://youtu.be/_Vhw-s-jeFA



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://institutions.ville-geneve.ch/fr/mah/mah/renovation-et-agrandissement/

Biserica Sfinții 40 de mucenici -- Holy 40 Martyrs Church

Biserica „Sfinții 40 de Mucenici” este situată în Copou, pe strada Berthelot nr. 14, în apropiere de Facultatea de Informatică, și a fost zidită de hatmanul Vasile Roset împreună cu soția lui Safta pe locul măsurat și stâlpit cu pietre de hotar la tuspatru colțurile de către vornicii de Poartă,hărăzit de domnitorul Ioan Teodor Callimachi(1758-1761),conform hrisovului domnesc din 20 august 1760,și sfințită de mitropolitul Gavriile Callimachi(1760-1786),fratele domnitorului,fost mai întâi mitropolit de Tesalonic(1745-1760)



Are hramul Sfinților 40 de mucenici din Sevastia și Duminica tuturor Sfinților Români. Ctitorul ei a obținut statutul de stavropighie („de sine stătătoare”) pentru biserica ridicată de el, aceasta ținând direct de Biserica cea mare, Patriarhia de Constantinopol și nu de Mitropolia de la Iași.

Biserica „Sfinții 40 de Mucenici” din Iași a fost inclusă pe Lista monumentelor istorice din județul Iași din anul 2004.

Catapeteasma bisericii, este cea originală din secolul al XVIII-lea. De o importanță istorică și artistică este icoana Sf. 

Nicolae (1814), pictată de Eustatie Altini, unul dintre cei mai buni pictori autohtoni de icoane din acele timpuri, a cărui casă se învecina cu biserica.

Aici a fost înmormântat Gheorghe Asachi în anul 1869, împreună cu alți membri ai familiei sale. Monumentul său funerar se află în curtea bisericii. Osemintele sale au fost deshumate în anul 1890 pentru a fi depuse în soclul statuii sale, de lângă Biserica Sf. Trei Ierarhi.

Tot aici a slujit o vreme ca diacon scriitorul Ion Creangă.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti www.ziarullumina.ro
colaboração: Gabriela Mangirov


--in
Holy 40 Martyrs Church

Church "Holy 40 Martyrs" is located in Copou Berthelot Street no. 14, near the Faculty of Computer Science, and was built by Hetman Vasile Roset and his wife Safta ranked measuring poles at all four corners milestones by vornicii Porte, bestowed by Prince John Theodore Callimachi (1758-1761 ), under royal charter of 20 August 1760, and consecrated by Bishop Gavrii Callimachi (1760-1786), brother of the ruler, was first Metropolitan of Thessaloniki (1745-1760)

It is dedicated to the Holy 40 Martyrs of Sebaste and Sunday of All Saints Romanian. Its founder obtained the status of stauropegial ("independent") for the church he raised it directly taking big church, the Church of Constantinople and not the Metropolitan of Iasi.

Church "Holy 40 Martyrs" University was included in the list of historical monuments in the county of Iaşi in 2004.

The iconostasis is the original from the eighteenth century. The historic and artistic importance is the icon of St.
Nicholas (1814), painted by Eustatie Altini, one of the best painters of the time local icons, whose house adjoined the church.

Here was buried Gheorghe Asachi in 1869, together with other members of his family. His funerary monument is in the churchyard. His remains were exhumed in 1890 to be submitted its pedestal of the statue next to the Church of St. Three Hierarchs.



Here it served for a while as a deacon writer Ion Creangă.

série 2/5 - História e cinema: os filmes de Mazzaropi como fonte histórica.

HISTÓRIA, CINEMA E LINGÜÍSTICA

No campo das ciências humanas a linguística destaca-se como área que apresenta um vasto domínio a ser pesquisado. Muito do que as línguas podem contribuir para a compreensão do processo de desenvolvimento e construção do homem enquanto ser histórico foi por muito tempo preterido nas diversas áreas da pesquisa histórica. 



No campo da história, Roy Porter (1993) afirma que os historiadores, ao longo do desenvolvimento da disciplina, optaram por determinados recortes culturais, negligenciando a importância da linguagem devido à profunda ligação desta com a própria existência. Burke (1993) destaca a dissensão entre a sociologia, a antropologia e história, no sentido de analisar aspectos da linguagem, no contexto de determinada disciplina, adotando métodos das demais. Em meados do século XIX, a linguística passa a ser desenvolvida enquanto ciência que buscava a compreensão das línguas no processo histórico, suas mudanças e variações: O século dezenove é a era da linguística comparativa e histórica – ou seja, da busca de similaridades e diferença entre as línguas e suas relações históricas uma com as outras, e o desenvolvimento de um vocabulário científico e ferramentas para alcançar este objetivo. (FISCHER, 2009, p 198).

Contudo, a questão da linguagem foi desenvolvida por pensadores e filósofos em teorias, possivelmente desde que o homem se reconheceu como ser passível de comunicação por meio da fala. Fischer (2009) afirma que já no século VIII a.C., na Índia, houve os primeiros esforços no intuito de preservar a literatura oral hindu. O sofista Górgias de Leontinos desenvolveu no século V a.C. o Tratado do Não-ser, no qual a inexistência do ser se daria através da impossibilidade de pensá-lo e comunicá-lo. 

Pensamento que enfatiza a questão da linguagem no processo de compreensão do ser negando a existência do discurso (DINUCCI, 2008). No século IV a.C. Aristóteles observa o homem como ser dotado de fala (logos = palavra) e determina o ser humano como único capaz de, por meio desse valor, desenvolver-se socialmente e politicamente (CHAUÍ, 2003). 

Já no século XVIII, Rousseau (1997) desenvolve seu Ensaio Sobre a Origem das Línguas e afirma que “a palavra distingue os homens entre os animais; a linguagem, as nações entre si”. A linguística se divide em campos voltados à compreensão das formas de expressão da linguagem através da oralidade ou da escrita, e assim busca estruturar os estudos a fim de determinar diferenças, padrões, estruturas, combinações e significados das palavras, assim como estilos de linguagem, aplicação de oralizações, o conjunto de palavras de um idioma e a análise de textos de línguas antigas. Neste sentido a linguística vai além de uma compreensão estritamente social da linguagem, e oferece às demais disciplinas diversas possibilidades de estudo, os quais contribuem para a construção de novas abordagens. 

Neste sentido, Burke (1993) afirma que nas últimas décadas, revelou-se, a partir da convergência das disciplinas, a aproximação de um modelo voltado aos estudos das características históricas, culturais e sociais da linguagem: Antropólogos e sociólogos voltaram-se para o passado a fim de explicar de maneira mais completa os desenvolvimentos que observam no presente, ao passo que os historiadores ampliaram seu campo de investigação para incluir nele a vida cotidiana das pessoas comuns. (BURKE, 1993, p 10).

A partir da convergência entre as disciplinas busca-se elaborar uma metodologia que favoreça o estudo da linguagem no âmbito da história adequada a superar a limitação de um estudo voltado à compreensão de como a linguística se desenvolveu enquanto ciência, e determine a forma como as línguas foram construídas no decorrer do processo histórico. A partir deste contexto é desenvolvida uma abordagem interdisciplinar, que reúne aspectos da linguística e da sociolinguística, e que possa determinar as variações na linguagem e suas respectivas ligações com as mudanças no processo histórico, aproximando-se do que pode ser denominada uma história social da linguagem (NASCIMENTO, 2003). 

Portanto, a compreensão do processo de construção das línguas é fundamental para a construção do conhecimento histórico, e é um recorte que oferece subsídios relevantes a uma abordagem social e cultural da história. Baseado nos conceitos linguísticos, em busca de desenvolver o conceito de história social da linguagem, Peter Burke desenvolveu algumas obras voltadas a essa questão. 

Em seu artigo, que contempla os diferentes usos do latim no período pós-medieval, Burke (1993) relaciona o uso da língua ao contexto social da época. O historiador atribui à língua falada de diferentes formas em diferentes estratos sociais o poder de instrumento de divisão social profundamente associado à produção e construção da cultura, que apartava mulheres e plebeus da elite cultural masculina e erudita.

Uma vez que a língua está ligada à cultura, esta também está sujeita ao processo de transformação constante que a perpassa. Assim, dotada de certa maleabilidade, a língua experimenta transformações no decorrer do processo histórico, particularmente com as mudanças que ocorrem no meio social e no espaço de difusão do idioma. Para Joyce (1993), a linguagem é importante fator na construção social das identidades coletivas e individuais. Seu estudo sobre os dialetos das classes populares inglesas e a produção literária em dialetos revela a linguagem como elemento fundamental, gerador de conflitos ou entendimentos, que aproxima ou afasta classes sociais.

Ainda segundo Joyce, com a adoção de um modelo educacional obrigatório na Inglaterra do século XIX, houve uma prematura determinação da morte dos dialetos, porém, a linguagem utilizada por populares, tida como inculta e vulgar, persistiu ainda no processo de ensino-aprendizagem e levou ao maior sucesso do modelo educacional em locais onde os dialetos sobreviveram e foram incorporados ao modo de ensinar. Neste contexto destaca-se a relação entre pensamento e linguagem, observada no processo histórico. Segundo Vygotsky (2000), o desenvolvimento do pensamento está associado à obtenção da fala e da associação das palavras com a realidade.

Burke (1993) afirma que o ato de pensar ocorre em determinada língua. Portanto, no processo apresentado por Joyce, o sucesso da aprendizagem se deveu ao fato de que, internalizados os dialetos, a aprendizagem tornar-se-ia mais satisfatória com a adoção de um modelo educacional no qual a língua materna fosse incorporada. 

A linguagem analisada no contexto da conquista e dominação é apresentada por Kiernan (1993) que discorre a respeito das línguas no processo de formação das grandes civilizações e impérios. Assim como qualquer produção histórica do homem, novas línguas surgem com o passar do tempo e outras estão fadadas ao desuso ou total desaparecimento. Segundo Kiernan, a conquista de territórios por impérios e civilizações é um fator crucial no processo de aquisição e construção de novas linguagens.

Os historiadores, por via de regra, prestam pouquíssima atenção às maneiras de falar dos povos sobre os quais eles escrevem. Mas a guerra e a conquista, pode-se dizer, têm sido os mais poderosos árbitros dos destinos das línguas humanas. (KIERNAN, 1993, p 259-260).

No processo de conquista de povos e territórios, a colonização e migração compulsória de grandes comunidades ocasionavam uma aproximação entre línguas distintas, segundo Kiernan, “quando duas delas são colocadas em contato estreito à força, sempre influenciam uma a outra em algum grau” (1993, p 259). Neste processo o embate em busca da hegemonia de apenas uma língua acarretava alguns fins possíveis: a) a imposição da língua do dominador; b) a adoção da língua do dominado; c) a miscigenação e construção de uma nova língua.

É necessário levar em consideração que devido a não rigidez que a linguagem apresenta um dos fatores não eliminaria os demais, ou seja, mesmo que o idioma do dominador se impusesse o surgimento de novos dialetos não estaria descartado, assim como a presença de comunidades mais conservadoras levaria à preservação do idioma do dominado. Kiernan ainda destaca o papel da mulher neste processo, como salvaguarda e transmissora das línguas aos descendentes.

Direcionada aos estudos da linguagem em relação à cultura, visando estabelecer o processo de construção da norma culta no Brasil no período entre 1920 e 1930, Silva (1999), afirma que qualquer estudo que busque estabelecer o desenvolvimento histórico de determinada língua é possivelmente influenciado por interesses sociais do grupo a ser estudado. Neste sentido, trabalhos voltados à compreensão dos modos pelos quais a linguagem se constrói no processo histórico visariam à ocultação de ideologias, contradições e conhecimentos, no intuito de revelar apenas pareceres positivos em relação ao objeto de estudo. Silva justifica este ponto ao afirmar que tais abordagens buscam apresentar o cunho social da linguagem, não se atendo ao fato de a linguagem tratar-se também de um processo natural e cognitivo, no sentido de que tais abordagens também estão inseridas no processo social que procuram delimitar.

As distinções entre natureza e cultura, palavra e mundo material, sustentam princípios e concepções que buscam descrever e decompor as formas fixas da língua para estabelecer hierarquias entre diferentes línguas – entre as variações de uma mesma língua usada por diferentes grupos sociais -, entre as várias modalidades de língua e, por último, definir padrões de normalidade e patologia. (SILVA, 1999, p 40) Kiernan, em uma inferência sobre a origem das civilizações, afirma que a desnecessidade de promover esforços para criar novas línguas voltou os homens para a construção das civilizações. De fato, o processo de construção das línguas, que reflete os esforços do homem no intuito de estabelecer a comunicação, marcou profundamente o processo social e histórico no sentido de estar tão intrinsecamente ligado a todo o processo, estabelecer influências e determinar acontecimentos, que se torna indispensável à análise histórica e sociocultural da linguagem no sentido de compreender o processo de construção do próprio homem.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
produção bibliográfica de Giselle Gubernikoff

continuação: dia 08/07/2015 as 12:00hs série 3/5 


Giselle Gubernikoff
Possui o 1o. Ano de Jornalismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (1971), graduação em Artes/Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (1976), mestre em Artes/ Cinema pela Universidade de São Paulo (1985), doutora em Artes/ Cinema pela Universidade de São Paulo (1992), livre-docência em Ciências da Comunicação/ Publicidade pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo(2000). Professora Titular pela ECA USP em Artes Visuais/Multimídia e Intermídia na especialização Fotografia, Cinema e Vídeo (2002). Atualmente é professora titular do Departamento de Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Audiovisual/ Cinema, com ênfase em Produção, Roteiro e Direção Cinematográficos, atuando principalmente nos seguintes temas: mídias digitais e novas tecnologias de comunicação, linguagem cinematográfica, produção audiovisual, cinema publicitário, representação feminina, cinema brasileiro, cinema e consciência cultural e museologia e mídias digitais.
(Texto informado pelo autor)

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anterior - série 1/5 em: 
http://museu2009.blogspot.com.br/2015/07/serie-15-historia-e-cinema-os-filmes-de.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

A budapesti Szépművészeti Múzeum 1906. december 1-jén, Ferenc József osztrák császár és magyar király jelenlétében nyitotta meg kapuit. -- The Museum of Fine Arts in Budapest, opened its doors in Franz Josef Emperor of Austria and King of Hungary, in the presence of on 1 December 1906.

A Múzeum története

Története ekkor már bő egy évszázados múltra tekintett vissza, hiszen az 1896-ban elhatározott múzeumalapítással a magyar főúri és egyházi gyűjtőknek a 18-19. században kialakított kol­lekcióit egyesítették az új múzeumépületben.


A Szépművészeti Múzeum nemzeti gyűjtemény, és története szo­rosan összefügg a magyarországi műgyűjtés történetével. Szemben a szerencsésebb nemzetek nagy közgyűjteményeivel, amelyeket többnyire uralkodók évszázadok alatt felhalmozott műkincsei alapoztak meg, ez a múzeum a magyar nemességnek köszönheti létét. A bécsi császári és királyi gyűjteményekből csupán kevés mű jutot­t ide: 1848-ban, Kossuth Lajos rendeletére a budai kamaraelnöki lakást díszítő dara­bokból köztulajdonba vett festmények között volt például Dürer Férfíképmása. 

A magyar főúri gyűjtemények közül a legjelentősebb az Ester­házy-gyűjtemény volt, amelyet 1870-71-ben vásárolt meg a ma­gyar állam. Ez a kollekció alapozta meg az Országos Képtárat, a Szépművészeti Múzeum közvetlen elődjét. Az Esterházyaktól származó rajzok és fest­mények között voltak Leonardo, Raffaello, Correggio, Rembrandt és Tiepolo művei, több száz holland és flamand kép, valamint jónéhány kiemelkedő spanyol festmény: Ribera, Murillo, Goya alkotásai.

A Nemzeti Múzeumból került át az Országos Képtárba a jelen­tős reformkori pesti gyűjtő, Jankovich Miklós gyűjteménye, a többi között Jacopo Tintoretto és Andrea Pisano műveivel, vala­mint Pyrker János László egri érsek és velencei pátriárka közel kétszáz da­rabból álló hagyatéka, például Hans Memling, Gentile Bellini, Giorgione, Giovanni Battista Tie­polo és Veronese képeivel. 

1872-ben Ipolyi Arnold tudós püspök, a magyar művészettörténet-írás nagy alakja számos korai olasz és német táblaképet adományozott az Országos Képtárnak: Ambrogio Lorenzetti, Sassetta, Sano di Pietro, Michele Pannonio innen származó festményei jól kiegészítették az Esterházy Képtár korai mestereket nélkülöző anya­gát. Ezután a szisztematikus műtárgy-gyarapítás időszaka következett, amelyben az 1884-ben igazgatóvá kinevezett Pulszky Károly tevékenyen vett részt. 

Pulszky kitűnő érzékkel és hozzáértéssel vásárolt, elsősor­ban Itáliában, de Európa más országainak műkereskedőitől is. Szerzeményei közül kiemelkedő Sebastiano del Piombo és Barend van Orley egy-egy festménye, az olasz freskók sora, valamint számos, főként itáliai szobor. Pulszkynak jelentős szerepe volt a Szép­művészeti Múzeum tervezetének előkészítésében is. 

Már a mú­zeum új épületébe került Pálffy János gróf ha­gyatéka 1912-ben, többek között Tiziano, Veronese, Petrus Christus, Jacob van Ruisdael, Jan Steen műveivel. Két további gyűjtemény a század elején önálló múzeumként vált közkinc­csé: a jeles pesti gyűjtő, Ráth György múzeuma 1905-től és a Zichy Képtár. Ezek képzőművészeti anyagát az 1950-es évek­ben csatolták a Szépművészeti Múzeumhoz.

A Múzeum Schickedanz Albert és Herzog Fülöp által tervezett épületében kezdetben a képtár mellett a nagyszobrászat híres darabjainak másolataiból álló gipszgyűjtemény is helyet kapott. 

Az eredeti műtárgyak fokozatosan kiszorították a másolatokat a múzeum épületéből. Az ókori művészet emlékeinek gyűjtése 1908-ban kezdődött meg Paul Arndt müncheni gyűjteményéből vásárolt szobrokkal. A kollekció a különböző hazai múzeumokban őrzött antik és egyiptomi műveknek a Szépművészeti Múzeumba kerülésével egészült ki, egy 1934-es törvénynek köszönhetően.

A 20. század első felében néhány nagylelkű adomány, mint Delhaes István, Nemes Marcell és Majovszky Pál ajándéka jelentette a szerzeményezés fő forrását. Delhaesnak elsősorban 18. és 19. századi osztrák és német műveket, Nemesnek többek között egy El Greco-festményt, Majovszky Pálnak 19. századi és 20. század eleji, elsősorban francia rajzokat köszönhetünk. 

A Múzeum 1914-ben vásárolta meg, elsősorban Petrovics Elek igazgató kitartó munkájának köszönhetően, Ferenczy István értékes bronzgyűjteményét, később pedig azokat a műveket, amelyek megalapozták a 19. és 20. századi Gyűjteményt. Az utóbbi évtizedekben többnyire szűkös anyagi keretek között, gondos vásárlások és adományozások révén gyarapodnak tovább a Múzeum gyűjteményei.

Bodnár Szilvia

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.szepmuveszeti.hu/muzeum_tortenete


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The Museum of Fine Arts in Budapest, opened its doors in Franz Josef Emperor of Austria and King of Hungary, in the presence of on 1 December 1906.

The Museum of History

History was already more than a century of history looked back since in 1896 decided múzeumalapítással the Hungarian aristocracy and church collectors of 18-19. collections century joined with the new museum building.

The National Museum of Fine Arts collection, and history is closely connected with the history of Hungarian art collection. Unlike the more fortunate nations large public collections, which are mostly accumulated over centuries of art treasures rulers were based in this museum of the Hungarian nobility owes its very existence. The imperial and royal collections is little work here: Lajos Kossuth regulation was in 1848 among the paintings decorating the apartment Buda Chamber of Commerce president pieces such as Dürer Férfíképmása in the public domain.

The Hungarian aristocratic collections, the most significant was the Esterhazy collection, which was acquired in 1870-71 by the Hungarian state. This was based on the collection of the National Gallery, the Museum of Fine Arts immediate predecessor. Were among drawings and paintings from the Esterházys Leonardo, Raphael, Correggio, Rembrandt and Tiepolo's works, hundreds of Dutch and Flemish pictures, as well as several prominent Spanish painting Ribera, Murillo, Goya's works.


The National Museum was transferred to the National Gallery of significant reform era Pest collection, Miklos Jankovich collection, among others Jacopo Tintoretto and Andrea Pisano's works, as well as János László Pyrker Eger Archbishop and Patriarch of Venice almost two hundred pieces of legacy, such as Hans Memling, Gentile Bellini, Giorgione, Giovanni Battista Tiepolo and Veronese paintings.

In 1872, Arnold Ipolyi scholar bishop of Hungarian art history writing in great shape many early Italian and German table can be donated to the National Picture Tarn: Ambrogio Lorenzetti, Sassetta, Sano di Pietro, Michele Pannonio paintings from from well-complemented by the Esterházy Gallery of early masters lacking substance. Then the systematic work of art-period acquisitions followed, which in 1884 appointed director Charles Pulszky actively participated.

Pulszky excellent sense of competence and purchased, primarily in Italy but also in other European countries műkereskedőitől. His compositions Sebastiano del Piombo are outstanding and Barend Orley is a painting by the Italian series of frescoes, as well as a number of mainly Italian statues. PULSZKY played an important role in preparing the draft of the Fine Arts Museum.

Has it been to the new museum building legacy of Count John Palffy in 1912, including Titian, Veronese, Petrus Christus, Jacob van Ruisdael and Jan Steen's works. Two other collections at the beginning of the century, it became an independent museum in the public domain: the famous Pest collector, George Rath museum from 1905 and the Zichy Gallery. They are artistic material in the 1950s was accompanied by the Fine Arts Museum.

Initially designed by Albert Schickedanz and Fülöp Herzog in the building next to the museum gallery is housed in the large sculpture consisting of plaster copies of famous pieces of the collection as well.

The original copies of the works of art gradually squeezed out of the museum building. The relics of ancient art collection began in 1908, bought the collection of Paul Arndt Munich statues. The collection of the various national museums and ancient Egyptian works preserved in the Museum of Fine Arts aversion has been added, thanks to a 1934 law.

In the early 20th century, some generous donations, as Stephen Delhaes, Marcell Nemes and Paul's gift Majovszky was the main source of acquisition. Delhaes mainly 18th and 19th century German and Austrian works that do not fall including an El Greco painting of Paul Majovszky 19th century and early 20th century French drawings mainly owe.


The museum bought it in 1914, primarily due to the hard work Petrovich Elek director, Istvan Ferenczy's precious bronze collection and later the works that established the 19th and 20th century collection. In recent decades, mostly in tight financial framework, further enriched by the museum's collection through purchases and donations provided.


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O Museu de Belas Artes de Budapeste, abriu suas portas em Franz Josef imperador da Áustria e rei da Hungria, na presença de em 01 de dezembro de 1906.

O Museu de História

A história já foi mais do que um século de história olhou para trás desde então, em 1896, decidiu múzeumalapítással da aristocracia e da Igreja colecionadores húngaros de 18-19. século coleções juntou-se com o novo edifício do museu.

O Museu Nacional de Belas Artes coleção, ea história está intimamente ligada com a história da coleção de arte húngara. Ao contrário das nações mais afortunados grandes colecções públicas, que são principalmente acumulados ao longo de séculos de tesouros de arte governantes foram baseadas neste museu da nobreza húngara deve a sua própria existência. As coleções imperiais e reais é pouco trabalho aqui: Lajos Kossuth regulamento foi, em 1848, entre as pinturas que decoram o apartamento Buda Câmara de Comércio presidente peças como Dürer Férfíképmása em domínio público.

As coleções de aristocratas húngaros, o mais significativo foi a coleção Esterhazy, que foi adquirida em 1870-1871 pelo Estado húngaro. Isto foi baseado na coleção da National Gallery, o Museu de Belas Artes antecessor imediato. Estavam entre desenhos e pinturas do Esterházys Leonardo, Rafael, Correggio, Rembrandt e obras de Tiepolo, centenas de holandeses e flamengos imagens, bem como vários Pintura espanhola proeminente Ribera, Murillo, obras de Goya.


O Museu Nacional foi transferido para a National Gallery of Pest coleção significativa era da reforma, recolha Miklos Jankovich, entre outros Jacopo Tintoretto e obras de Andrea Pisano, bem como János László Pyrker Eger Arcebispo e Patriarca de Veneza quase duas centenas de peças de legado, como Hans Memling, Gentile Bellini, Giorgione, Giovanni Battista Tiepolo e Veronese pinturas.

Em 1872, Arnold Ipolyi erudito bispo de húngaro escrito a história da arte em grande forma muitos cedo tabela italiano e alemão podem ser doados ao National Imagem Tarn: Ambrogio Lorenzetti, Sassetta, Sano di Pietro, pinturas Michele Pannonio de partir bem complementado pela Galeria Esterházy dos mestres adiantados substância que faltam. Em seguida, o trabalho sistemático de aquisições arte do período seguido, que em 1884 nomeado diretor Charles Pulszky participou ativamente.

Pulszky excelente senso de competência e comprados, principalmente em Itália, mas também em outros países europeus műkereskedőitől. Suas composições Sebastiano del Piombo são excelentes e Barend Orley é uma pintura pela série italiana de afrescos, bem como uma série de estátuas principalmente italianos. PULSZKY desempenhou um papel importante na elaboração do projeto do Museu de Belas Artes.

Tem sido para o novo edifício do museu legado do Conde João Palffy em 1912, incluindo Ticiano, Veronese, Petrus Christus, Jacob van Ruisdael e obras de Jan Steen. Duas outras coleções no início do século, tornou-se um museu independente do domínio público: o coletor de Pest famoso, George museu Rath de 1905 e da Galeria Zichy. Eles são material artístico na década de 1950 foi acompanhada pelo Museu de Belas Artes.

Inicialmente projetado por Albert Schickedanz e Fülöp Herzog no prédio ao lado da galeria museu está instalado na grande escultura que consiste de cópias em gesso de peças famosas da coleção também.

As cópias originais das obras de arte gradualmente expulsos do edifício do museu. As relíquias de coleção de arte antiga começou em 1908, comprou a coleção de Paul Arndt Munique estátuas. A coleção dos vários museus nacionais e obras egípcias antigas preservadas no Museu de Belas Artes aversão foi adicionado, graças a uma lei 1934.

No início do século 20, algumas doações generosas, como Stephen Delhaes, Marcell Nemes e dom de Paul Majovszky era a principal fonte de aquisição. Delhaes principalmente obras século 18 e 19 alemães e austríacos que não se enquadram incluindo uma pintura de El Greco Paul Majovszky do século 19 e desenhos franceses do início do século 20, principalmente devido.

O museu comprou-o em 1914, principalmente devido ao trabalho duro diretor Petrovich Elek, coleção bronze precioso de Istvan Ferenczy e mais tarde os trabalhos, que apoiou a coleção 19 e 20 do século. Nas últimas décadas, principalmente no quadro financeiro apertado, continuou a prosperar na coleção do museu por meio de compras e doações prestados.

Szilvia Bodnar


Fonte: edisonmariotti #edisonmariotti http://www.szepmuveszeti.hu/muzeum_tortenete