Listen to the text.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Chine: le faussaire qui a rempli le musée avec ses contrefaçons

Mandarin Ducks, pour cette oeuvre de Qi Baishi (1864-1957), la maison de vente aux enchères China Guardian a reçu 5 980 000 yuans (884 000 euros) lors des ventes du printemps 2015.China Guardian




Un employé chargé de la conservation des peintures dans un musée du sud de la Chine a volé 143 œuvres d'art, les remplaçant par des copies réalisées par sa propre main, avant de se rendre compte un jour que ses contrefaçons étaient elles-mêmes remplacées par d'autres copies.


Xiao Yuan, archiviste en chef de l'Académie des beaux-arts de Canton, a livré cette étonnante confession devant un tribunal qui l'accuse d'avoir réalisé 35 millions de bénéfice (5,15 millions d'euros) en revendant les toiles originales.

Parmi les artistes copiés et revendus par M. Ciao figurent le peintre Qi Baishi (1864-1957), dont le prix des œuvres flirte avec les montants atteints par Picasso ou Andy Warhol. Le faussaire, qui réalisait lui-même des peintures sur toile ou des calligraphies, a vendu 125 œuvres aux enchères, les policiers en saisissant 18 autres à son domicile.

L'homme de 57 ans a affirmé au tribunal qu'il n'était pas le seul à agir ainsi dans le musée. « Durant l'enquête, les policiers m'ont montré des photos de mes copies et j'ai réalisé que certaines avaient été remplacées, car la qualité du travail de ces gens était très médiocre », a-t-il expliqué devant les juges, selon une séquence vidéo du procès rendue publique.

La maison de vente aux enchères China Guardian, deuxième plus importante de Chine, a confirmé compter parmi ses sources Xiao Yuan et avoir lancé des investigations sur les œuvres vendues par son intermédiaire. Les scandales liés aux contrefaçons sont courants dans le marché de l'art et les musées chinois. En 2013, les autorités de la province du Hebei (nord) avaient ainsi ordonné la fermeture d'un musée rempli d'objets contrefaits, dont un vase orné d'une pieuvre hilare prétendument daté de la dynastie Qing (1644-1911).

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.rfi.fr/culture/20150722-chine-faussaire-rempli-musee-contrefacons/

Museu da Imigração Italiana em Taubaté, São Paulo, Brasil, recebe "Prosa no Museu" neste final de semana

O Museu da Imigração Italiana recebe neste domingo, 26, às 14h, a 6ª edição do Prosa no Museu, com debate sobre “Prosa em Rede – Trama Cultural”.

Resultado de imagem para museu da imigração italiana taubaté


O encontro tem o intuito de promover o intercâmbio de conhecimentos e experiências e possibilitar a articulação de uma rede de cooperação entre integrantes do setor cultural, representantes políticos e a comunidade em geral.

Participam dessa edição segmentos de diferentes esferas: Coletivo SEMO, Instituto Todo Mundo, Teatro da Rua Eliza, Oficina Cultural Altino Bondesan, Jongo Crioulo, Terça Sintonia, Coletivo Anartistas, Casa dos Pandavas, Centro Cultural Afro-Brasileiro e Biblioteca Zumbi dos Palmares, Centro Cultural N'golo Brasil, Baque do Vale, Almanaque Urupês, Trip Rural, Coletivo Horizontes, Bangue Estúdio, Balé da Cidade de Taubaté e Movimento União Cultural. O objetivo é criar espaços alternativos de encontros entre estudantes, pesquisadores, artistas e a comunidade em geral, realizando debates sobre assuntos contemporâneos, estimulando a reflexão e a difusão do conhecimento.

Além do intercâmbio, por meio das comunicações e intervenções artísticas, a 6ª edição do Prosa no Museu também contará com a presença do Coordenador de Ações Empreendedoras da Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Gustavo Vidigal, que fará um debate sobre como a economia criativa pode se traduzir numa plataforma efetiva para o desenvolvimento local e regional.

O Prosa no Museu começou a ser desenvolvido em meados de 2013 e foi implementado em janeiro de 2014. Os encontros são gratuitos e acontecem no último final de semana de cada mês.

O Museu da Imigração Italiana fica na Avenida Líbero Indiani, 550, no Distrito de Quiririm.
Serviço
Prosa no Museu
Dia 26/07 (domingo), às 14h
Local: Museu da Imigração Italiana: Av. Líbero Indiani, 550. Quiririm.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
http://valenews.com.br/geral/21319-museu-da-imigracao-italiana-em-taubate-recebe-prosa-no-museu-neste-final-de-semana.html

The museum was founded on 13 June 1997 by Resolution No. 704 of the Council of Ministers of the Republic of Belarus.

The museum was opened for visitors 17 May 1998. The museum has two basic lines of activities: popularizing modern Belarusian and foreign arts and collection gathering; also modern art process studying in all its style variety, differing forms and trends, holding conferences and symposiums, open-airs and a number of other projects.

museum.by


The museum fund consists of 3,665 items on 30 June 2012, compiled in 6 collections: painting, graphics, sculpture, applied arts, photography, and posters. The painting collection includes works of art of the most considerable and well-known Belarusian masters and artists of middle-aged and young generations. In the selection of graphic works, the museum tries to reflect all the spectrum of themes and interests of graphic artists who have defined the face of the Belarusian graphic school and also the works of the artists who are now at the top of their creative and who define the image of modern Belarusian graphic art. The sculptor artworks in the museum collection reflect modern lines of sculpture development. Applied arts are presented by tapestry, ceramics, art glass and leather, porcelain. The collection of photography is based on the series of photos of I. Savchenko, also by the works of the Association "Minsk" masters A. Tsekhanovich, A. Pavlyut, V. Zhuravkov and other Belarusian authors.


fonte: @edisonmariotti #edisonmarioti http://museum.by/en/node/19

Museu Oscar Niemeyer recebe mostra com fotos da União Soviética. “União Soviética através da câmera”

O Museu Oscar Niemeyer (MON) abrirá nesta quinta-feira (16), às 19h30, na sala 7, a exposição “União Soviética através da câmera”, com cerca de 200 imagens em preto e branco, do ano de 1956, feitas por seis importantes fotógrafos da União Soviética. 




No mesmo dia haverá uma mesa-redonda, às 18h30, com Vladimir Lagrange, um dos fotógrafos presentes na mostra, e os curadores Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova. A conversa será no miniauditório, com entrada franca. 

As fotografias de 1956 mostram acontecimentos marcantes daquele ano na então União Soviética: Nikita Khruschev denuncia os crimes cometidos por Josef Stalin, morto em 1953, e as tropas soviéticas invadem a Hungria. 

Para retratar este ambiente, os curadores selecionaram obras de alguns dos mais importantes fotógrafos da URSS: Viktor Akhlomov, Yuri Krivonossov, Antanas Sutkus, Vladimir Lagrange, Leonid Lazarev e Vladimir Bogdanov. 

A diretora-presidente do Museu Oscar Niemeyer, Juliana Vosnika, diz que é muito significativo receber uma exposição que retrata um importante momento histórico. “Os visitantes poderão notar as semelhanças e diferenças daquele período em relação ao pensamento contemporâneo”, afirma.

REFLEXÃO – Os curadores explicam a linha da mostra. “Através do olhar de seis fotógrafos diferentes, a exposição propõe uma reflexão sobre a vida cotidiana deste ‘país fantasma’, do Degelo de Khruschev à Perestroika de Gorbatchev, assim como sobre o papel singular exercido pela fotografia na sociedade soviética pós-stalinista”. Na abertura, às 19h30, haverá também uma visita guiada feita pelo fotógrafo e pelo curador.

A mostra fica em cartaz até o dia 25 de outubro de 2015 e os ingressos custam R$9 e R$4,50 ( meia-entrada).

CURADORES - Luiz Gustavo Carvalho estudou música e cinema em Viena e em Moscou. Em 2007, organizou várias turnês musicais junto com os músicos Geza Hosszu -Legacy e Grigory Alumyan na Europa e no Brasil. Em 2008, foi o diretor artístico do Château d'Orion na França, organizando diversos concertos de música clássica, discussões filosóficas e exposições fotográficas. Em março de 2011, apresentou a primeira grande retrospectiva do fotógrafo Antanas Sutkus na França (Toulouse). Em 2012, assinou a direção do Festival Artes Vertentes e foi curador da itinerância da exposição "Antanas Sutkus: um olhar livre" que percorreu o Brasil em 2012-2013 e da exposição "Assim Vivíamos" do Vladimir Lagrange.

Desde 2004, Maria Vragova vem contribuindo como produtora cultural em diversos projetos. Em 2007, foi responsável por toda a organização dos eventos dedicados ao aniversário da Catedral Ortodoxa de São Pedro e São Paulo em Karlovy Vary. Em 2008, organizou a primeira retrospectiva de Oscar Niemeyer no Museu de Arquitetura de Moscou. Em 2009, participou na organização do Progetto Argerich, em Lugano. Em 2011 trabalhou na elaboração do projeto de criação do Cais das Artes na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Em 2012-2013 organizou a exposição "Antanas Sutkus: um olhar livre" em 16 cidades brasileiras. Realiza a direção executiva do Festival Internacional de Artes de Tiradentes: Artes Vertentes.

FOTÓGRAFO - Nascido em Moscou em 1939, Vladimir Lagrange iniciou, em 1959, os seus estudos de fotojornalismo na Agência de Imprensa TASS, onde conheceu os fotógrafos Vasily Egorov e Nikolay Kuleshov, os quais considera seus primeiros professores. Tornou-se fotojornalista pela agência TASS.

Em 1963, fez sua primeira participação em uma exposição internacional em Budapeste, Hungria, onde foi premiado com a Medalha de Ouro pela fotografia “Pequena bailarina”. O ano seguinte iniciou seus estudos de jornalismo na Universidade Estatal de Moscou Lomonossov. Entre 1963-1989 atuou como fotógrafo correspondente da revista “União Soviética”.

Durante vários anos, Vladimir Lagrange contribuiu para publicações nacionais e internacionais, como “Jornal Literário”, “Paris Match”, “Freie Welt” e “Komsomolskaya Pravda”. Foi um dos 100 fotógrafos escolhidos para participar do livro “Um dia na vida da União Soviética”. 

Vladimir Lagrange recebeu os mais altos prêmios e distinções do seu país, entre os quais se destaca o “Olho Dourado”, concedido pela União dos Jornalistas da Rússia. As suas obras integram importantes coleções fotográficas em diversos museus e centros de fotografia na Europa.

Serviço

“A União Soviética através da câmera”

Abertura: quinta-feira (16.07)

horário:19h30 – Sala 7

entrada gratuita 

Até 25 de outubro de 2015

Mesa-redonda:

Vladimir Lagrange, Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova

Local: Miniauditório

Horário: 18h30

Entrada gratuita

Terça a domingo, das 10h às 18h

Ingressos: R$9 e R$4,50 (meia-entrada)

Museu Orscar Niemeyer

Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba - PR

Mais informações: (41) 3350 4400

www.museuoscarniemeyer.org.br

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 



----

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um espaço dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura, Urbanismo e Design. Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina.

Sobre o MON

O MON foi inaugurado em 2002. O projeto é de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro que leva seu nome. O Museu Oscar Niemeyer já realizou ao longo deste período mais de 300 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Com um total de 12 salas expositivas, a cada ano são realizadas mais de 20 mostras, que juntas recebem um público superior a 300 mil visitantes. No fim de dezembro de 2013, MON chegou à marca de 2 milhões de pessoas que visitaram a instituição desde o início da contagem, em 2003.

Com uma equipe multidisciplinar, que visa aproximar e aperfeiçoar a experiência dos visitantes com as artes visuais, o Museu possui o setor de Ação Educativa que atende diariamente estudantes, professores e o público em geral, bem como realiza cursos e oficinas, abertas ao público, com o objetivo de capacitar pessoas no desenvolvimento de trabalhos e projetos.
Documentação, Acervo e AcessibilidadeO MON possui o Centro de Documentação e Referência com um acervo de mais de 9 mil publicações e periódicos para pesquisa. Entre os títulos encontram-se livros sobre história da arte, revistas especializadas, catálogos de exposições, vídeos com depoimentos de artistas e curadores, e um arquivo fotográfico constituído por registros de obras e de artistas paranaenses, que estão sempre disponíveis para livre consulta dos visitantes. O acesso à biblioteca é gratuito e os usuários recebem acompanhamento especializado. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e no primeiro domingo do mês das 12h às 18h.



Outro setor importante é a Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo critérios internacionais. O acervo do MON possui mais de 3.400 mil peças, composto por obras dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Othake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, entre outros.

Quando completou uma década de existência, em 2012, o MON ampliou o acesso gratuito às exposições e o ao horário de funcionamento, reforçando a sua missão social e o seu compromisso com a democratização do acesso e a formação de público.

O espaço foi eleito – também em 2012- um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire e foi escolhido pelo público do TripAdvisor - maior site de viagens do mundo - um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Além disso, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento no final deste ano, que revela que 94% dos entrevistados qualificam o MON como ótimo ou bom, e que 98% pretendem voltar ao museu para uma nova visita. Em 2015, o MON foi escolhido como um dos 10 museus do Brasil para colocar na lista de viagem pelo site de turismo "Pure Viagem". Nesta lista estão o Museu Imperial, no Rio de Janeiro, o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Instituto Ricardo Brennand, em Recife, entre outros.
Prêmio

Em 2013, o projeto "Arte para Maiores" do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi contemplado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) com o “Prêmio Modernização de Museus”. O projeto viabiliza a criação de um programa específico de sensibilização para a arte dirigido para o público com mais de 60 anos.

Histórico

A história do museu teve início em 1967 quando o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o que é hoje o prédio principal, inaugurado somente em 1978 e então chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco. Em 2001, 23 anos depois de sua inauguração, as autoridades do Estado decidiram transformar a generosa área em museu e, em 22 de novembro de 2002, o edifício deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar no, inicialmente batizado, Novo Museu.

O prédio passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho, ambos de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

Estrutura do complexo do MON

O prédio principal, distribuído em três pisos – subsolo, térreo e primeiro pavimento –, tem estilo moderno e é totalmente estruturado a partir de linhas retas. A estrutura do prédio é de concreto protendido, que permite vencer os grandes vãos da edificação com um enorme arrojo estrutural. A Torre, também conhecida popularmente como “Olho”, totaliza o complexo com seus quatro andares de espaço para exposições.

Além das salas expositivas, a estrutura também dispõe de um auditório, com capacidade para 372 pessoas sentadas; um ambiente exclusivo para realização de eventos externos para 500 pessoas; o MON Loja, com produtos personalizados com a marca do Museu e o MON Café, um ambiente aconchegante para alimentação, encontro e lazer.

O Museu conta ainda com 316 vagas nos dois estacionamentos térreos, um frontal – acessado pela Rua Marechal Hermes – e outro localizado na parte de trás – com acesso pela Rua Manoel Eufrásio.
Térreo

Na extremidade Norte, está a bilheteria, o MON Café e a MON Loja. Na parte Sul, localiza-se a entrada do Museu e o espaço para o Salão de Eventos.
Primeiro Piso

Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.
Subsolo

Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras do arquiteto, batizado de Espaço Niemeyer, o Pequeno Auditório, além da sala expositiva Galeria Niemeyer, as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, que abriga a exposição permanente de algumas obras que pertencem ao acervo do Museu , o Centro de Documentação e Referência, o Laboratório de Conservação e Restauro e a Reserva Técnica. Este último setor é equipado com móveis especiais para a adequada acomodação da coleção do acervo como trainéis, mapotecas e armários deslizantes.
Anexo

Instalado à frente do edifício principal e internamente ligado a ele por um túnel, o anexo reconhecido pela denominação de Olho, tem 30 metros de altura e é composto por quatro pavimentos. O salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados para exposições e ainda completam a estrutura o Espaço Araucária e o miniauditório.

Dez anos após desaparecer do Museu Judy Garland em Minnesota, nos Estados Unidos, os icônicos sapatos que a personagem Dorothy usou no filme "O Mágico de Oz" (1939), permanecem com o paradeiro desconhecido.

Mulher oferece recompensa de R$ 3 milhões para quem encontrar par de sapato roubado. Doadora anônima pode dar quantia para quem fornecer informações sobre paradeiro dos calçados, roubados há dez anos de museu americano

SAPATOS RUBI USADOS POR JUDY GARLAND NO FILME "O MÁGICO DE OZ" (FOTO: REPRODUÇÃO)



Numa tentativa de recuperá-los, uma doadora anônima (e claramente fã do filme) está oferecendo uma recompensa de R$ 3 milhões para quem tiver informações precisas sobre onde estão os calçados e, também, quem os levou do museu.

Durante as gravações do longa, estrelado por Judy Garland, apenas três pares foram feitos sob medida. Um deles está em exposição no museu Smithsonian na capital dos EUA, Washington.

De acordo com a AP, os sapatos foram assegurados em R $ 3 milhões, mas podem valer entre R$ 6 e 9 milhões atualmente.

O filme tornou a música "Somewhere Over the Rainbow" famosa mudialmente.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://revistamarieclaire.globo.com/Web/noticia/2015/07/mulher-oferece-recompensa-de-r-3-milhoes-para-quem-encontrar-par-de-sapato-roubado.html